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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Yoga no ponto alto de Lisboa



No próximo dia 4 de julho, entre as 10h00 e as 11h00, o Amoreiras 360º Panoramic View vai promover uma sessão gratuita de yoga a 174 metros de altura, convidando os participantes a começar o dia de forma tranquila e revitalizante, com uma vista panorâmica de 360 graus sobre Lisboa. Esta iniciativa acolhe a chegada da estação mais luminosa do ano.

A aula será conduzida por Madalena Proença, instrutora certificada de Yoga e Pilates, cujo trabalho assenta numa abordagem integrada que cruza diferentes linhagens de Yoga de forma acessível e inclusiva, orientada pelo seu princípio fundamental: “Yoga para Todos”. Assim, a aula foi pensada para participantes com diferentes níveis de prática, tornando-se acessível tanto a iniciantes como a praticantes mais experientes. Um momento dedicado ao equilíbrio entre corpo e mente, num dos cenários mais emblemáticos da cidade.

Embora a participação seja gratuita, as vagas são limitadas a 30 pessoas e a inscrição é obrigatória, devendo ser realizada através do Instagram do miradouro: @amoreiras360view. 
Os interessados devem levar a sua garrafa de água e o tapete.

Reconhecido pelos seus benefícios para a saúde física e mental, o yoga contribui para a redução do stress e da ansiedade, promovendo o bem-estar geral e uma maior consciência corporal.

A obra reunida de Jorge Sousa Braga



Desde a publicação dos seus primeiros livros, no início da década de 1980, Jorge Sousa Braga construiu uma obra poética inconfundível, marcada pela liberdade imaginativa, pelo humor, pela capacidade de surpreender e por uma permanente reinvenção da linguagem. Entre o lirismo e a ironia, entre a observação do quotidiano e a contemplação da natureza, a sua poesia abriu caminhos próprios no panorama literário português, conquistando leitores fiéis e suscitando debates que atravessam gerações.

A Assírio & Alvim publica agora uma nova edição de O Poeta Nu, volume que reúne mais de quatro décadas de criação poética e que incorpora agora os seus dois livros mais recentes, A Matéria Escura (2020) e A Flor Cadáver (2024). Esta edição oferece uma visão abrangente da evolução de uma escrita que, desde cedo, recusou convenções e procurou uma relação direta, inventiva e profundamente livre com as palavras.

Ao longo destas páginas, encontramos o poeta dos poemas breves e fulgurantes, da sátira e do aforismo, do diálogo com as notícias, com a arte, com a ciência e com o corpo. O livro já se encontra disponível em todas as livrarias.

Sobre o Autor

Jorge Sousa Braga nasceu em 1957 em Cervães e concluiu o curso de Medicina da Universidade do Porto em 1981 com a especialidade de Obstetrícia/Ginecologia. Iniciou a sua carreira profissional no Hospital de Santo António, no Porto. Tem vindo a trabalhar na consulta de casos de esterilidade/infertilidade. Autor de uma vasta obra poética, tem participado também em numerosas antologias, como organizador e/ou tradutor, e tem-se dedicado à escrita de livros infantis. O seu Herbário foi distinguido com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura Infantil.

O enigma dos marfins do Bom Pastor no Museu do Oriente



Têm origem na Índia portuguesa dos séculos XVI e XVII, representam o Bom Pastor da tradição cristã e estão entre os objectos mais enigmáticos da arte indo-portuguesa. Como a iconografia europeia chegou às mãos dos artesãos indianos e o que se transformou pelo caminho são questões que ainda hoje dividem investigadores. O Museu do Oriente, que guarda três destes marfins no seu acervo, recebe a 26 de Junho a conferência The Good Shepherd Rockery from Portuguese India, dedicada precisamente a esse mistério.

O ponto de partida é o livro do historiador de arte Francesco Gusella, que o autor apresenta como a primeira obra inteiramente dedicada à iconografia do Bom Pastor na Índia portuguesa. A partir dele, reconstrói o percurso destes modelos, desde a tradição ítalo-flamenga até aos centros missionários de Goa, Diu, Sri Lanka e Malabar, e mostra como uma mesma imagem foi sendo reinterpretada à medida que viajava entre continentes, culturas e crenças.

A investigação que sustenta o trabalho contou com o apoio da Fundação Oriente, que permitiu, entre outros resultados, identificar modelos iconográficos no património indo-siríaco do Sul da Índia, uma das pistas que ajudam a esclarecer a origem ainda incerta destas figuras.

À apresentação do livro segue-se um debate com especialistas convidados, entre os quais a investigadora Carla Alferes Pinto, do CHAM – NOVA FCSH, e um período de perguntas do público. Italiano de formação, com doutoramento pela Universidade de Roma La Sapienza, Francesco Gusella é hoje um dos especialistas na arte do Sul da Ásia no contexto colonial português.

A conferência decorre na Sala Beijing, às 18h, em língua inglesa e sem tradução. A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia.

Sombria, sexy e viciante: a nova obsessão dos fãs de romantasy



Uma aliança entre inimigos. Uma arma de poder incalculável. Uma relação que pode reescrever o destino. Nas Ilhas Verran, a sedução é uma arma, e a liberdade tem sempre um preço… Sombria e envolvente, A Deusa da Ilusão é a fantasia que não vais querer perder! O romance de Madeline Taylor chega às livrarias portuguesas a 2 de julho, mas a edição especial com sprayed edges está já disponível em pré-venda exclusiva em bertrand.pt. Atenção, pois é uma edição limitada ao stock existente. Garante já o teu exemplar.

A Deusa da Ilusão, o primeiro livro da saga «Verran Isles», tem uma narrativa viciante e frenética guiada por dois protagonistas irresistíveis. Abençoada com o dom da ilusão, Ivy é uma assassina resiliente e moralmente ambígua, com um passado trágico. Um colar enfeitiçado obriga-a a servir um rei implacável como sua assassina particular e amante. Sob a máscara de mascote obediente, Ivy tece uma teia de segredos, esperando o momento certo para destruir o homem que lhe roubou a alma. 

Por sua vez, Thorne é um ceifador de almas misterioso, protetor e capaz de manipular a sombra e a escuridão. Quando surge com os olhos postos na mesma arma que Ivy ambiciona, o jogo muda. Unidos por uma aliança forjada em segredos e numa tensão elétrica, os dois despertam um poder ancestral que ameaça o reino e as suas próprias vidas.

Na Ilha da Ilusão, nada é o que parece. Entre traições e o desejo proibido por quem a devia destruir, Ivy terá de decidir: será ela a arma de alguém… ou a ruína de todos? Repleto de reviravoltas constantes e difíceis de prever, mas também da paixão «épica e ardente» entre inimigos-aliados-amantes, A Deusa da Ilusão promete ser a tua próxima obsessão.

Sombria, sexy e perigosa, esta romantasy explora temas como a liberdade, a autodescoberta e o empoderamento feminino. Ivy não é uma vítima, mera mascote aprisionada, mas sim uma mulher poderosa, com uma força letal: «Eles queriam uma mascote domesticada. Mas transformaram-na numa fera indomável.»

A Deusa da Ilusão, de Madeline Taylor, chega a todas as livrarias a 2 de julho, com tradução de Maria João Vieira. Nesse dia, e terminada a pré-venda, os exemplares remanescentes da edição exclusiva com sprayed edges (se existirem!), ficam disponíveis em bertrand.pt.

Sobre a Autora

Madeline Taylor é uma autora de livros de fantasia romântica licenciada em Literatura Inglesa e Escrita Criativa. Gosta de se desligar da realidade sempre que possível; por isso, ler e escrever são uma excelente válvula de escape para ela. Outros passatempos que pratica com frequência são sonhar acordada, ouvir Taylor Swift e deixar-se comandar pelo seu pug distraído. Atualmente, vive no Arkansas, nos Estados Unidos. 


Professores já podem usar 67 visitas virtuais para enriquecer o currículo escolar



O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, promovido pelo Património Cultural, Instituto Público (PCIP), apresenta-se como um aliado estratégico da comunidade educativa para o planeamento letivo e apoio às atividades escolares. Com a consolidação da meta das visitas virtuais, totalizando 67 experiências digitais imersivas, os professores de todo o país dispõem de uma ferramenta pedagógica gratuita e de alta qualidade.

Através da aplicação de novas abordagens e metodologias de trabalho, o projeto permite o acesso remoto a museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos distribuídos por todo o território continental. Estas visitas virtuais foram desenhadas para romper as barreiras geográficas e socioeconómicas, permitindo que qualquer escola ou estudante visite, à distância de um clique, espaços de referência nacional.

As 67 visitas virtuais funcionam como extensões dinâmicas dos conteúdos curriculares de disciplinas como História, Artes, Geografia ou Cidadania. Ao navegarem pelos espaços digitais, os professores podem orientar visitas guiadas remotas e explorar detalhes arquitetónicos com elevado rigor, integrando a tecnologia no quotidiano das salas de aula.

Esta vertente educativa faz parte de um programa nacional mais amplo que, com um investimento total de 14.486.017,50 € financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), já permitiu a digitalização de mais de 60.000 artefactos e a produção de 13 filmes documentários. O projeto abrange atualmente mais de 20 entidades parceiras e mais de 80 imóveis em todo o país.

"O PATRIMÓNIO CULTURAL 360® ganha um sentido ainda mais profundo quando se transforma num recurso educativo vivo para as escolas. Ao colocarmos estas 67 visitas virtuais ao serviço de professores e alunos, estamos a usar a rapidez e o rigor da tecnologia digital para democratizar o conhecimento e aproximar as novas gerações da riqueza do nosso património histórico," afirma Luís Sebastian, Diretor do Departamento de Transição Digital e coordenador do projeto.

Para ilustrar o potencial pedagógico do projeto, destacam-se três roteiros virtuais já disponíveis para exploração em ambiente escolar:

  • Mosteiro da Batalha: Permite aos alunos analisar a arquitetura nacional e observar ao detalhe as abóbadas das Capelas Imperfeitas e o rendilhado manuelino.
  • Sé de Évora: Uma viagem imersiva pelo maior templo medieval do país, ideal para o estudo da história através da exploração detalhada do seu claustro e terraço.
  • Museu Nacional da Música: Uma oportunidade para os estudantes explorarem em ambiente digital os espaços e as coleções de património musical na sua recente reinstalação em Mafra.

Todos os conteúdos produzidos, incluindo visitas virtuais, modelos digitais e filmes documentais, estão já acessíveis gratuitamente em http://arquiva.patrimoniocultural.gov.pt/

Descobrir o homem que Cervantes foi



Quem foi Cervantes, autor de D. Quixote, símbolo de Espanha e de tudo o que é espanhol? Que homem real sobrevive por trás do mito patriótico, heroico, luminoso? Com Cervantes Íntimo, de José Manuel Lucía Megías, traduzido para português por Jorge Melícias, a biografia do grande escritor europeu ganha uma nova dimensão, em que o mito, o personagem e o homem são tema de uma investigação que revela os mistérios da sua vida privada.

«Este livro é um maravilhoso divertimento, escrito com coração e humor, em plena concordância com o tom e com o talante que a obra de Miguel de Cervantes envolve», escreve Alejandro Amenábar, na introdução de Cervantes Íntimo, um livro que, nas suas palavras, permite «espreitar para a alma e para a intimidade de um escritor lendário e, de passagem, para a alma de toda uma época, e divertir-nos imenso».

José Manuel Lucía Megías, professor da Universidade Complutense de Madrid e um dos mais respeitados estudiosos de Cervantes da atualidade, leva-nos numa viagem fascinante e divertida que visa despojar o mito de todas as restrições impostas à sua vida: desde a tentação de ler as suas obras do ponto de vista biográfico à construção de imagens heroicas baseadas no seu papel na Batalha de Lepanto ou no seu cativeiro em Argel, até às muitas especulações sobre a sua vida romântica e sexual. Esta viagem leva-nos para longe do terreno pantanoso dos estereótipos consagrados por séculos de crítica e abre-nos as portas para um labirinto onde temos de caminhar sem preconceitos, para banir estes retratos incompletos e nos ajudar a descobrir o homem que Miguel de Cervantes foi.

Sobre o Autor

José Manuel Lucía Megías (Ibiza, 1967), professor da Universidade Complutense de Madrid e poeta, é considerado um dos mais importantes e influentes estudiosos de Cervantes – e autor da monumental biografia de Cervantes em três volumes (publicada entre 2016 e 2019). Foi presidente da Associação de Cervantistas, responsável pela coordenação académica do Centro de Estudos Cervantinos e de várias exposições de temática cervantina na Biblioteca Nacional de Espanha, no Instituto Cervantes, no Museu Casa Natal de Cervantes, no Museu Dom Quixote de Ciudad Real, na Universidade de Alcalá de Henares e na Universidade Complutense de Madrid. É diretor da Rede de Cidades Cervantinas, fundada em 2017. Recebeu ainda a Comenda de Afonso X, o Sábio, pelo seu trabalho de estudo e divulgação da vida e obra de Cervantes. 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Jeffrey Archer e a extraordinária ascensão de um homem num século em transformação



O Sopro do Tempo, um romance que é amplamente considerado uma das melhores e mais cativantes obras de Jeffrey Archer, chegará às livrarias portuguesas a 2 de julho. Frequentemente incluído na lista de leituras obrigatórias do autor, a par da série «As Crónicas de Clifton», este livro retrata a ascensão extraordinária de um homem da pobreza à riqueza.

Emocionante e ambicioso, O Sopro do Tempo conta a história de um rapaz que começa por herdar um carrinho de venda ambulante do seu avô e acaba por se tornar um dos mais importantes empresários ingleses, dono da maior cadeia de comércio do mundo. Para escrever este romance, Jeffrey Archer inspirou-se na história de vida de Jack Cohen, fundador da Tesco, uma das maiores empresas de retalho alimentar do mundo.

Atravessando três continentes e um período de mais de sessenta anos, que inclui a Primeira Guerra Mundial, a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial, O Sopro do Tempo é um romance hipnotizante sobre a luta de um homem perante os triunfos e tragédias do século xx. Charlie Trumper é um protagonista memorável, apresentado como um trabalhador íntegro que começa do zero e luta contra um adversário rico, implacável e desonesto. Com a ajuda de Becky Salmon, uma jovem empreendedora, Charlie está decidido a singrar na vida fazendo jus ao mote «Um vendedor de confiança». Afinal, se o sonho for suficientemente grande, nem mesmo os nossos inimigos o podem travar.

Misturando saga familiar, romance histórico e uma história de superação de contornos épicos e grande emoção, Jeffrey Archer aborda neste livro temas como a ambição, a lealdade e a rivalidade implacável que pode consumir toda uma vida.

O Sopro do Tempo, de Jeffrey Archer, chega às livrarias no dia 2 de julho, com tradução de Ana Saldanha.

Sobre o Autor

Jeffrey Archer nasceu em Londres, em 1940. Estudou na Universidade de Oxford antes de se dedicar à política e, depois, à escrita. Com mais de 300 milhões de exemplares vendidos em mais de cem países e publicados em quase cinquenta línguas, estabeleceu-se como um dos maiores autores bestsellers do mundo. Autor da célebre saga «As Crónicas de Clifton», deu nos últimos anos início à publicação da série «William Warwick», entre outros títulos. Reconhecido pela sua disciplina enquanto escritor, chegando a trabalhar até catorze versões diferentes de cada livro, Archer traz também uma grande quantidade de conhecimento privilegiado aos seus livros, que proporcionam um vislumbre fascinante de uma série de mundos habitualmente fechados. 

Escrava Isaura regressa à RTP



Uma nova versão que nos apresenta novidades no áudio e na imagem. A Escrava Isaura é uma das grandes referências da televisão portuguesa nos anos 70 e uma das telenovelas de maior sucesso no mundo.

A Escrava Isaura conta-nos a história de uma jovem escrava que luta pela liberdade e pelo amor num mundo marcado pela injustiça, paixão e poder.



Isaura nasce em 1835, na fazenda do Comendador. É filha de Juliana, uma escrava do Comendador, e de Miguel (Micael Borges), o feitor da fazenda. A sua mãe morre pouco depois do parto e Isaura é criada e educada por Gertrudes (Norma Blum), esposa do Comendador. Apesar da excelente educação e de ter a pele clara, Isaura (Bianca Rinaldi) continua a ser escrava na fazenda.

No entanto, a vida da jovem complica-se quando Leôncio (Leopoldo Pacheco), o filho do Comendador, desenvolve uma paixão obsessiva por ela e faz de tudo para a conquistar. Isaura para além de ter de conquistar a sua liberdade, tem também de lutar pelo seu amor, Álvaro (Theo Becker), um jovem abolicionista.

A Escrava Isaura é agora protagonizada por Bianca Rinaldi e reúne no seu elenco atores como Theo Becker, Déo Garcez, Chica Lopes, Micael Borges, Paulo Figueiredo, Maria Ribeiro, Gabriel Gracindo, Fernanda Nobre, Patrícia França, Mayara Magri, Ewerton de Castro, Jonas Mello; Norma Blum e Fábio Junqueira. A nova versão de A Escrava Isaura contou com a realização de Herval Rossano, realizador que foi o responsável pelo projeto original em 1976, um trabalho inspirado no romance homónimo de Bernardo Guimarães.

A partir de dia 29 de Junho na RTP1.

Grande Gala de Flamenco com Daniel Casares e Dulce Pontes no Casino Estoril



Com uma carreira brilhante que o coloca na elite do toque flamenco contemporâneo, Daniel Casares regressa aos palcos com “O poder do subtil”, apresentado como uma Grande Gala de Flamenco, onde guitarra, cante e baile se unem num espectáculo de grande intensidade artística. Dulce Pontes é a convidada especial de uma noite imperdível agendada para o próximo sábado, 27 de junho, a partir das 22 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

“O poder do subtil” é uma celebração da essência flamenca em toda a sua força e autenticidade. Cada composição nasce das vivências mais íntimas do guitarrista, da sua família, do seu meio e dessa raiz profunda que pulsa em cada nota. 

Para o acompanhar nesta viagem, Daniel Casares convida a grande artista e amiga Dulce Pontes, com quem tem vindo a colaborar ao longo dos anos.

Em palco, Daniel Casares faz-se acompanhar por artistas excecionais, que dão corpo e alma a esta viagem: Na segunda guitarra estará Julián Bedmar; no cante, Manuel Peralta; no baile, Sergio Aranda; no cajón, Miguel Ortiz “Nene”; e no baixo, José M. Posada “Popo”. Juntos, constroem uma gala vibrante, onde o virtuosismo da guitarra dialoga com a expressividade do cante e a força arrebatadora da dança.

Vencedor do Prémio Bordón Minero em La Unión aos 16 anos, desenvolveu uma trajetória singular marcada pelo talento e pela curiosidade musical, colaborando com nomes como Loreena McKennitt, Dulce Pontes, Toquinho, Chucho Valdés, Cuca Roseta, Nininho Vaz Maia e Cecilia Bartoli, entre muitos outros.

A Filmin reforça catálogo com mais de 100 clássicos incontornáveis da história do cinema



A partir de 1 de julho, a Filmin disponibiliza uma vasta seleção de obras essenciais, dos grandes clássicos do cinema mundial aos filmes de culto que marcaram gerações, com obras de realizadores como Miloš Forman, Francis Ford Coppola, Akira Kurosawa, Ernst Lubitsch, Alain Resnais, Sofia Coppola, Nanni Moretti, Jean-Pierre Melville, Jacques Tati, Ralph Bakshi, entre outros. 

Entre as principais novidades encontram-se alguns dos filmes mais aclamados da história como  Amadeus e Voando Sobre um Ninho de Cucos, de Miloš Forman, A Insustentável Leveza do Ser, de Philip Kaufman, A Costa do Mosquito, de Peter Weir, Ran, a obra épica de Akira Kurosawa ou Apocalypse Now Redux, a obra-prima de Francis Ford Coppola, com a montagem alargada estreada em 2001, com mais 49 minutos de material que não figuravam na versão estreada de 1979. 

A seleção inclui ainda referências incontornáveis do cinema europeu, como O Último Ano em Marienbad, de Alain Resnais, Ser ou Não Ser, de Ernst Lubitsch, Cais das Brumas, de Marcel Carné, O Relojoeiro de Saint-Paul, de Bertrand Tavernier, Série Negra, de Alain Corneau, Um Homem e Uma Mulher, de Claude Lelouch, e Manual de Instruções para Crimes Banais, uma das mais aclamadas sátiras criminais do cinema francês.

Entre os chamados "clássicos modernos", chegam à plataforma filmes como Ghost Dog: O Método do Samurai, de Jim Jarmusch, Virgens Suicidas, de Sofia Coppola, Chaplin, de Richard Attenborough, Um Coração no Inverno, de Claude Sautet, Era Uma Vez um Rapaz, de Shane Meadows, e Abril e Quarto do Filho de Nanni Moretti.

Cinematografia dos mestres europeus
No reforço do catálogo destaca-se também a obra de alguns dos maiores autores da história do cinema. Os subscritores poderão descobrir ou revisitar vários filmes de Jean-Pierre Melville, incluindo O Círculo Vermelho, O Exército das Sombras, Bob, o Jogador e Cai a Noite Sobre a Cidade.
Obras fundamentais de Jean-Luc Godard, como O Acossado, Pedro, o Louco, Alphaville e O Desprezo; clássicos de Luis Buñuel, entre os quais A Bela de Dia, O Charme Discreto da Burguesia e Este Obscuro Objecto do Desejo; bem como todas as longas-metragens realizadas por Jacques Tati.

A estes juntam-se títulos de cineastas incontornáveis como David Lynch, com Mulholland Drive, O Homem Elefante e Uma História Simples e de Francis Ford Coppola com One From The Heart e Os Marginais para além de Apocalypse Now. 

A Filmin recebe ainda três clássicos do mestre do terror John Carpenter ,Eles Vivem, O Nevoeiro e o O Príncipe das Trevas. Dos irmãos Coen chegam a brilhante comédia negra  Um Homem Sério, nomeada para dois Óscares,  Sangue por Sangue - Director's Cut, a lendária estreia da dupla que reinventa os códigos do film noir e ainda Destruir Depois de Ler, uma comédia de espionagem absurda com um elenco de luxo.

Destaque também para a animação de culto, com a chegada de Fritz the Cat e Heavy Traffic, duas obras pioneiras de Ralph Bakshi que continuam a ser referências incontornáveis da animação para adultos.

Com a chegada de clássicos, filmes de culto e obras fundamentais do cinema, a Filmin reforça a sua posição como a plataforma de streaming de referência para os amantes de cinema, oferecendo um catálogo cada vez mais rico, diverso e essencial.

Fim de ano lectivo celebrado com Teatro na Amadora



Para celebrar o final do Ano Lectivo 2025/2026, na Amadora, a Junta de Freguesia Falagueira-Venda Nova levou a quatro escolas da freguesia, a peça de teatro: As Três Abóboras. 

A professora, actriz e encenadora Elsa Valentim, uma referência no panorama teatral português e além fronteiras, encenou a peça de teatro interpretada pelos jovens actores: Catarina Vieira, Bárbara Gomes, Nuno Vargas e Tiago dos Santos Peralta.



A Presidente da Junta de Freguesia Rafaela Mendonça Heitor fez questão de marcar presença e interagir com a pequenada.

Estas iniciativas têm como objectivo que as crianças tenham acesso à cultura através de um espectáculo infantil, no caso As Três Abóboras da obra “Teatro às Três Pancadas” de António Torrado com o apoio do Teatro dos Aloés, uma Associação Cultural sediada na Amadora. 



Tiveram acesso à obra a Escola Básica Terra dos Arcos, a Escola Básica Santos Mattos, a Escola Básica Artur Bual e a Escola Básica Maria Irene Lopes de Azevedo.

Estreias de cinema de 25 de Junho de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Dia D: Sob Pressão

Nos três dias anteriores ao desembarque dos aliados na Normandia, fundamental para a derrota das forças nazis, houve uma previsão que, caso tivesse falhado, teria alterado o rumo da Segunda Grande Guerra.

Responsável pela avaliação meteorológica, um factor determinante para o sucesso da operação, o capitão James Martin Stagg (1900-1975), considerado o melhor meteorologista do Reino Unido, deparou-se com o aproximar de duas grandes tempestades para o dia 5 de Junho de 1944, a data previamente marcada.

Quando, depois de avaliar relatórios contraditórios e fazer cálculos minuciosos, Stagg previu uma breve janela temporal com uma melhoria no tempo, o general Dwight D. Eisenhower (1890-1969), Comandante Supremo das Forças Aliadas, tomou a arriscada decisão de avançar para o dia seguinte.

Durante essas longas horas de incerteza, a maior invasão anfíbia da História (que conjugava 156 mil soldados, sete mil navios de guerra, 50 mil veículos militares e 11 mil aviões), assim como o futuro de muitos milhões de pessoas, ficou em suspenso.

Realizado por Anthony Maras ("Hotel Mumbai"), que assina o argumento em parceria com David Haig, o filme foca-se num episódio pouco conhecido da História. O elenco reúne Andrew Scott, Brendan Fraser, Kerry Condon, Chris Messina e Damian Lewis. 



Supergirl

Kara Zor-El (Milly Alcock) é uma das últimas sobreviventes de Krypton e prima de Kal-El (David Corenswet), que se tornou conhecido na Terra como Super-Homem. Perante a destruição do seu planeta, Kara enfrenta a solidão, a memória de tudo o que perdeu e a dificuldade em encontrar um lugar onde se sinta acolhida. Mas tudo muda quando é abordada por Ruthye Marye Knoll (Eve Ridley), uma jovem alienígena que lhe pede ajuda para salvar o seu planeta.

Produzido pela DC Studios e distribuído pela Warner Bros, um filme de aventura em nome próprio de mais uma das personagens da DC Comics. Com argumento de Ana Nogueira e realização de Craig Gillespie, conta ainda com as interpretações de Matthias Schoenaerts, David Krumholtz, Emily Beecham, Jason Momoa, Alice Hewkin e Ferdinand Kingsley. 


Jackass: Último Shot de Loucura

Depois do enorme sucesso da série lançada no ano 2000 no canal MTV, Johnny Knoxville, Steve-O, Chris Pontius, Wee Man e o restante grupo de Jackass regressam para mais uma – que afirmam ser a última – ronda de acrobacias, quedas, embates e situações capazes de fazer gelar o sangue dos mais audazes.

Juntando alguns momentos marcantes dos seus 25 anos de existência a vários contributos de novos participantes, “Jackass: Último Shot de Loucura” repete a fórmula que fez do perigo, da provocação e do humor a sua imagem de marca.

O filme tem produção de Spike Jonze, Johnny Knoxville e Jeff Tremaine, que assina também a realização. 

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Máquina de Pinball em LEGO



O Grupo LEGO revelou a primeira máquina funcional de pinball LEGO® de sempre, dando vida aos jogos de arcada retro num modelo construído com peças, onde se pode mesmo jogar. O set combina a mecânica do pinball com um tema espacial divertido e um aspeto apelativo.



Com 2 274 peças, os construtores podem montar uma máquina de pinball de mesa com um lançador acionado por mola, duas alavancas, amortecedores giratórios e uma ponte em rampa ascendente e descendente. Os fãs podem lançar a bola e tentar acertar nos alvos espalhados pelo campo de jogo, incluindo uma missão para reunir um astronauta com um bebé que vagueia pelo espaço, acertando num alvo-chave em forma de asteróide. A barra de progresso integrada pode ser reiniciada, permitindo repetir o jogo.

Combinando criatividade, engenharia e nostalgia, o set oferece uma experiência de construção interativa única. Inclui também duas minifiguras: um astronauta clássico e um bebé astronauta, carinhosamente conhecido pelos fãs como o «bebé espacial».



Concebido para adultos e fãs de jogos clássicos, e inspirado nas arcadas vintage, o modelo serve também como peça de exposição para casa, escritório, setup ou até mesmo para um salão de jogos.

Os construtores podem melhorar a sua experiência usando a aplicação LEGO Builder, que fornece instruções intuitivas de construção 3D, permitindo aos utilizadores ampliar, rodar e acompanhar o seu progresso ao longo da construção.



O set LEGO® Icons Máquina de Arcada de Pinball (11374) estará disponível para os membros LEGO Insiders com acesso antecipado, a partir de 1 de julho de 2026, e para todos a partir de 4 de julho de 2026, com um preço de 209,99 €. Descubra mais e compre em LEGO.com/Pinball ou visite as lojas LEGO.

"Megadoc": o caos segundo Coppola no doc que revela os bastidores de "Megalopolis"



A Filmin estreia em exclusivo a 1 de julho, um documentário intimista sobre um projeto de Francis Ford Coppola. que levou décadas a concretizar-se e que foi inteiramente autofinanciado dando origem a um dos épicos mais ambiciosos da história do cinema: Megalopolis. Esta viagem aos bastidores do mais recente filme de Francis Ford Coppola inclui ainda entrevistas com Adam Driver, Giancarlo Esposito e Aubrey Plaza, entre outros.

O realizador Mike Figgis (Morrer em Las Vegas) acompanha as filmagens conturbadas do último filme de Francis Ford Coppola. Neste documentário, assiste-se em pormenor aos conflitos entre o realizador e o seu elenco, bem como à sua luta incansável para impor a sua visão criativa ao resto da equipa.

O realizador britânico r acabou por integrar a produção de Megalopolis de forma quase inesperada. A ligação a Francis Ford Coppola remonta a várias décadas antes, quando realizou Morrer em Las Vegas premiado ao Óscar protagonizado por Nicolas Cage, sobrinho Coppola. Desde então, os dois mantiveram uma relação de amizade.

Quando soube que Coppola estava prestes a regressar à realização com um novo projeto, Figgis enviou-lhe uma mensagem informal de felicitações, sugerindo, em tom descontraído, que poderia acompanhar as filmagens como um observador discreto. Alguns meses depois, recebeu uma resposta simples e direta, típica de Coppola: Parece-me bem. Consegues estar cá dentro de três semanas? Sem contrato assinado e com pouca preparação prévia, Figgis juntou-se à equipa, acompanhando todo o processo de produção de Megalopolis.

O resultado dessa experiência é Megadoc, documentário que teve a sua estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza, sendo uma abordagem próxima, espontânea e observacional. A sua câmara acompanha Coppola em tempo real, registando os desafios quotidianos de uma produção de grande escala fortemente apoiada em efeitos visuais, as divergências criativas com alguns colaboradores, em particular com o ator Shia LaBeouf, e a forma como o realizador parece, por vezes, alimentar-se da energia gerada pelo caos e pela imprevisibilidade.

Ao longo do filme, momentos de tensão alternam com episódios de entusiasmo e cumplicidade. Desde a saída de elementos importantes da equipa criativa até à relação singular que se desenvolve entre Coppola e o elenco, Megadoc oferece um acesso raro aos bastidores de uma das produções mais ambiciosas dos últimos anos. Entre os protagonistas surgem ainda testemunhos e momentos íntimos com Adam Driver, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Nathalie Emmanuel, Dustin Hoffman e Jon Voight.

Numa conversa realizada por videoconferência antes da estreia em Veneza, Figgis refletiu sobre a aparente atração de Coppola pelo risco e pela desordem criativa, explicando também porque acredita que Megalopolis acabará por ser reconhecido como uma obra marcante do cinema experimental, apesar das críticas negativas que recebeu aquando da sua estreia. 

Com acesso privilegiado aos bastidores, imagens de arquivo inéditas e testemunhos do elenco e da equipa criativa, o documentário traça o retrato de um dos mais influentes realizadores da história do cinema enquanto dá forma à sua visão mais ousada. O resultado é simultaneamente uma crónica da produção e um retrato humano de um autor que continua a reinventar-se.

Mais do que um simples making-of, Megadoc revela o processo criativo de Coppola em tempo real, explorando as inspirações históricas, políticas e artísticas que moldaram o universo de Megalopolis.

O complexo de superioridade humana explicado por uma primatóloga



Darwin considerava os seres humanos uma parte da teia da vida, e não o ápice de uma hierarquia natural. No entanto, hoje muitos defendem que somos a espécie mais inteligente, virtuosa e bem-sucedida que já existiu. Este pensamento errado leva-nos a explorar a Terra para os nossos próprios fins, criando um perigoso desequilíbrio planetário. Mas serão esta visão e este modo de vida inevitáveis? Entre estudos científicos e episódios da sua própria experiência como primatóloga, Christine Webb alerta-nos para o perigo do antropocentrismo no livro O Símio Arrogante, que chegou às livrarias na passada quinta-feira.

Esta obra mostra que o excecionalismo humano é uma ideologia que assenta mais na cultura humana do que na nossa biologia, mais na ilusão e na fé do que em factos. «A tese deste livro é que o excecionalismo humano – vulgo, antropocentrismo ou supremacia humana – é a causa primordial da crise ecológica. Esta mentalidade generalizada proporciona aos humanos um sentimento de domínio sobre a Natureza, de que estamos separados dela e temos o direito de mercantilizar a Terra e as outras espécies para nosso benefício exclusivo», escreve a autora no primeiro capítulo. «E está a virar-se contra nós hoje em dia, promovendo os incêndios florestais, a subida do nível do mar, as extinções em massa e as pandemias como o coronavírus.»

A primatóloga de Harvard Christine Webb passou anos a investigar as riquíssimas vidas sociais, emocionais e cognitivas dos nossos parentes vivos mais próximos. Ela expõe as formas como muitos estudos científicos são tendenciosos em relação às outras espécies e revela complexidades subestimadas da vida não humana: desde a linguagem das aves canoras e dos cães-da-pradaria, passando pelas culturas dos chimpanzés e dos peixes de recife, até à perspicácia das plantas e dos fungos.

«Cada geração herda uma mundivisão que se esforça por ultrapassar. A revolução coperniciana revelou que os homens não eram o centro do cosmos. A revolução darwiniana mostrou que os humanos são uma espécie entre muitas, que evoluíram de origens comuns», resume Christine Webb. «Estamos no meio de uma outra revolução no modo como nos entendemos a nós mesmos em relação ao resto da Natureza – uma revolução que desafia os bastiões do antropocentrismo que continuam a existir na ciência ocidental.»

Com histórias cativantes e dados da investigação recente, proporciona-nos uma forma de olhar para outros organismos que muda paradigmas, e que está a revolucionar a nossa perceção tanto deles como de nós próprios.  

Sobre a Autora

Christine Webb é professora assistente no Departamento de Estudos Ambientais da Universidade de Nova Iorque, onde integra o programa de Estudos Animais. É uma primatóloga com formação abrangente e especialização em comportamento social, cognição e emoção. Trabalha com primatas não humanos em diversos contextos e colabora com académicos das ciências sociais e humanas para reimaginar o papel da ciência na tendência crescente de conceder estatuto moral a outros animais. O seu trabalho tem sido divulgado por meios de comunicação populares, incluindo The New York Times, The Washington Post, National Geographic e BBC. 

RioSul Shopping convida a comunidade a proteger a Baía do Seixal com a iniciativa "O Rio que nos Une"



O RioSul Shopping convida toda a comunidade do Seixal a participar na iniciativa "O Rio que nos Une", que terá lugar no próximo dia 26 de junho, entre as 10h00 e as 12h30, na Praia da Trindade (Praia da Velha). A ação desafia os participantes a juntarem-se numa manhã de limpeza do areal da Baía do Seixal, contribuindo ativamente para a preservação de um dos mais emblemáticos patrimónios naturais da região e para a promoção de hábitos mais sustentáveis.

A iniciativa conta com a participação especial de João Kopke, um dos nomes mais reconhecidos do surf português e uma voz ativa na promoção de estilos de vida ligados ao mar, à natureza e à sustentabilidade. A sua presença reforça a mensagem central da iniciativa: proteger aquilo que nos une a todos – a água, o ambiente e o futuro.

De acordo com Carla Ferreira, Marketing Manager do RioSul Shopping, “mais do que uma ação de limpeza, ‘O Rio que nos Une’ pretende reforçar a ligação entre as pessoas e o território que partilham, demonstrando que pequenos gestos podem gerar um impacto positivo quando realizados em conjunto. Queremos desafiar a comunidade a fazer parte desta missão e a contribuir ativamente para a preservação de um espaço que é de todos.”

A ligação de João Kopke à ação “O rio que nos liga” culmina com a construção de uma prancha de surf especial, que representa os detritos apanhados na areia e com a qual o surfista irá surfar uma das ondas que se formam no rio Tejo e que são geradas pela passagem dos catamarãs que fazem a ligação a Lisboa.

Com esta iniciativa, o RioSul Shopping reforça o seu compromisso com a promoção de práticas mais sustentáveis e com o envolvimento da comunidade em ações que contribuem para a preservação do ambiente e para a valorização do território.

A participação é gratuita e aberta a toda a comunidade.

E não viveram felizes para sempre



«Os meus dedos, sob os dele, estavam nus. Tirara os anéis, incluindo a aliança de diamantes, no dia anterior. Uma amiga dissera-me que o vírus podia alojar-se debaixo dos anéis, e escapar à ação do álcool-gel e ao sabão, por isso decidira tirá-los e colocá-los num frasco mergulhados num produto para limpar joias. Será que foi por ter tirado a aliança? Terei provocado algum desequilíbrio no universo?, pensei, por uma fração de segundo.» Não. Não foi por uma medida profilática em plena pandemia de covid-19 que o casamento de Belle Burden ruiu.

No livro Estranhos – Memórias de Um Casamento, a advogada norte-americana – neta de Babe Paley, um dos cisnes de Capote – confessa de forma comovente, mas lúcida e elegante, como o seu marido a abandonou sem explicação, revelando que tudo o que parecia seguro ao longo de vinte anos era, afinal, frágil. «Foi uma grande história de amor, daquelas para a vida toda. A rapidez com que tudo começou e a rapidez com que tudo acabou eram imagens inversas uma da outra. Ambas surgiram do nada. Ele quis tudo, quis-me a mim. E depois deixou de querer.»

A vida toda é muito tempo e a autora deste grande fenómeno apercebe-se, da pior forma, que o seu companheiro constante e (aparentemente) fiel tornou-se um estranho. Até para os três filhos do casal, Finn, Evie e Carrie. «Não incluiu um quarto para as crianças [no seu novo apartamento em Park Row]. Contactava com elas por mensagem, sempre de forma gentil, e levava-as a jantar fora uma vez por outra, mas continuava a recusar ser uma presença diária nas suas vidas.»

Em retrospetiva, a autora começa a descobrir padrões, silêncios e concessões que nunca questionara. E, nesse processo, encontra algo mais raro do que respostas: a própria voz. «Tínhamos criado uma teia complicada ao longo de vinte anos, em que todos os fios conduziam a ele. Tive de cortar cada fio e recomeçar do zero.»

Não-ficção que se lê como um romance, Estranhos traça, com lucidez e elegância, o choque, a luta, o trauma, mas também o poder de uma mulher que se recusa a desistir do amor. É, talvez por isso, considerado por Graydon Carter, autor bestseller do New York Times, «um clássico instantâneo maravilhosamente bem escrito. É um livro cativante e de partir o coração, uma leitura obrigatória para todas as mulheres casadas – e para todos os maridos.»

Um relato de vida profundamente comovente e de leitura compulsiva, Estranhos – Memórias de Um Casamento estará disponível na rede livreira nacional no próximo dia 2 de julho, numa edição Bertrand Editora, com tradução de Susana Sousa e Silva, mas pode ser adquirido, desde já, na pré-venda que decorre exclusivamente online.

Sobre a Autora

Belle Burden é licenciada em Direito pela Universidade de Nova Iorque e dedica-se a casos pro bono de imigração, sobretudo envolvendo menores. Colabora com o The New York Times e vive em Nova Iorque com os filhos. Estranhos  – Memórias de Um Casamento marca a sua estreia literária, revelando uma voz elegante, corajosa e profundamente honesta. 

“Rosaline, a Ex do Romeu” no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa



O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, a partir do dia 9 de setembro, pelas 21 horas, a comédia romântica musical “Rosaline, a Ex do Romeu”. Com texto e encenação de Renato Arroyo, este divertido ciclo de representações renova-se de quarta-feira a domingo e promete surpreender o público, revelando que “havia amor antes de Julieta”.

Rosaline, a ex do Romeu é uma comédia romântica musical onde a tragédia Romeu e Julieta, de William Shakespeare, leva um twist irresistível, sendo recontada através dos olhos de Rosaline, uma personagem brevemente mencionada no clássico original.

Na realidade, Rosaline foi a primeira paixão de Romeu e, para complicar, prima de Julieta! Afinal, o amor mais viral de sempre… não é bem como nos contaram.

Esta é a estória por trás da história: o que começa como uma tentativa desastrada de separar o casal mais icónico da literatura, transforma-se numa jornada inesperada de auto-descoberta e amor-próprio que vem provar que existem sempre dois lados de cada história, e que nem sempre o que parece perfeito é, de facto, verdadeiro.

Trágico, seria perder…

terça-feira, 23 de junho de 2026

Festival Instrumental Portugal regressa à Póvoa de Lanhoso



De 30 de julho a 2 de agosto, Póvoa de Lanhoso transforma-se no epicentro da criação original, cruzando nomes consagrados com novos talentos emergentes.

Festival Instrumental Portugal está de regresso para a sua segunda edição, consolidando-se entre os dias 30 de julho e 2 deagosto como um dos projetos artísticos mais dinâmicos do panorama nacional. Numa coprodução entre a Portugal Music 360 e aCâmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, o evento reafirma a importância crucial da descentralização cultural em territórios de baixa densidade, demonstrando que a vanguarda e o pensamento crítico não dependem dos grandes centros urbanos. A programação distribui-se pelo Theatro Club, Praça Eng. Armando Rodrigues e Centro Interpretativo Maria da Fonte.

Com um cunho vincadamente multigénero e etnocontemporâneo, o festival assume a missão de valorizar a música instrumental portuguesa através do ecletismo e do incentivo à criação original. O grande diferencial do evento reside na quebra de barreiras geracionais e estilísticas, promovendo o encontro direto entre músicos consagrados e artistas emergentes, potenciando a identidade cultural local através da arte participativa.

“MUAH! A Cabaret and Drag Affair” no Auditório do Casino Estoril



Com uma programação diversificada, o Auditório do Casino Estoril recebe, no dia 3 de julho, a partir das 22 horas, “MUAH! A Cabaret and Drag Affair”. Trata-se de um surpreendente espectáculo que reúne um notável elenco em palco.

Esqueça tudo o que sabe sobre “variedades”. MUAH! Está noutra liga. Há uma nova linhagem de artistas a conquistar os palcos, um affair assumido entre o glamour decadente do cabaret, a teatralidade do drag e a elegância do voguing.

MUAH! reúne artistas que transformam a vulnerabilidade em poder: Alejandro Beauty, Excita Lopram, Flawless Revlon,Fraulein Margret, Louise L’Amour, Miss Velvet, Morgana e Naomy Beauty, um verdadeiro all-star de atitude e carisma.

A direcção criativa, assinada por Queens Office e Alejandro Beauty, transforma o palco num espaço de celebração e confronto, onde cada performance é uma afirmação de identidade. É sexy, é político, é divertido. Imperdível para quem quer estar um passo à frente.

Viajar pelo mundo nunca foi tão relaxante



Chega às livrarias Os Melhores Destinos do Mundo, um livro para colorir por números que convida os leitores a embarcar numa viagem pelos quatro cantos do mundo, através de 40 ilustrações inspiradas em alguns dos destinos mais emblemáticos do planeta.

Da serenidade da baía de Ha Long à agitação de Nova Iorque, passando pelo mistério de Petra e pelas cores do Rio de Janeiro, cada página revela uma nova paisagem, que ganha vida à medida que as cores preenchem os espaços numerados. Uma experiência criativa que alia o prazer de colorir ao fascínio de descobrir alguns dos lugares mais extraordinários do mundo.

Com uma grande diversidade de cenários, este livro proporciona momentos de relaxamento, concentração e criatividade, sendo ideal para quem aprecia atividades manuais e sonha conhecer novos destinos.

Os Melhores Destinos do Mundo estará disponível nas livrarias a partir de 2 de julho. 

Anna Joyce em concerto intimista no Casino Estoril



Referência da música angolana, Anna Joyce apresenta-se, no dia 16 de julho, pelas 22 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Em concerto, intimista, Anna Joyce sobe ao palco para interpretar os seus principais êxitos como, por exemplo, “Eu Esperei”, “Destino”, “Puro” ou “Já Não Cabe”.

Anna Joyce convida o público a viajar pelos temas mais marcantes do seu repertório, prometendo uma experiência musical única, onde cada canção ganha uma nova dimensão. Da kizomba à pop africana, cada tema revela a autenticidade e o talento que a tornaram uma artista de relevo da música africana.

Com mais de uma década de sucessos que a consolidam como uma das vozes mais fortes e admiradas da música angolana contemporânea, Anna Joyce tem conquistado plateias e esgotado salas, construindo uma ligação cada vez mais intensa com o público. 

Beja recebe Festival Nacional da Canção Rural



Beja recebe no próximo dia 27 de junho, o Festival Nacional da Canção Rural, que terá lugar no Teatro Municipal Pax Julia.

A realização deste evento em Beja, uma iniciativa da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV),  constitui mais um momento de afirmação do concelho e da região no âmbito da distinção «Cidade Europeia do Vinho 2026», trazendo à capital do Baixo Alentejo um concurso nacional que promove a cultura, a criatividade e a valorização do mundo rural.

O Festival Nacional da Canção Rural tem como principal objetivo incentivar a criação de músicas e textos poéticos inspirados no universo rural, nas suas tradições, modos de vida, paisagens e identidade cultural, contribuindo para a preservação e divulgação deste património imaterial.

A edição deste ano conta com a coorganização e o patrocínio do Município de Beja e reúne representantes de 11 municípios portugueses: Arcos de Valdevez, Beja, Borba, Cantanhede, Chamusca, Mealhada, Melgaço, Palmela, Ponte de Lima, Rio Maior e Vila Verde.

O Município de Beja será representado pelo músico Luís Espinho, que integrou bandas como Os Revisão, Green Windows, Híctal e Adiafa. Participou ainda no projeto Baile Popular, de João Gil, e gravou, em 2011, o álbum “Mestre Cante”, um trabalho inspirado no Cante Alentejano e orientado para a sua divulgação através de novas abordagens.

O júri do Festival Nacional da Canção Rural é constituído por Amílcar Malhó, em representação da Associação de Municípios Portugueses do Vinho; Rui Fernandes, da Academia de Música de Lisboa; Márcia Mendes, da Federação Minha Terra; Anabela Caeiro, secretária-geral da RECEVIN – Rede Europeia de Cidades do Vinho; e Paquito Rebelo, da editora País Real.

A entrada é gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete na bilheteira do Teatro Municipal Pax Julia, que funciona de terça-feira a sábado, entre as 17h30 e as 20h00.

O Município de Beja convida toda a população a assistir a este espetáculo, que celebra a música, a cultura e as tradições rurais portuguesas, numa noite que reunirá em Beja alguns dos melhores projetos participantes nesta edição do Festival Nacional da Canção Rural.

Luciana Balby protagoniza três concertos com entrada gratuita no Casino Lisboa



Luciana Balby apresenta-se, na próxima quinta-feira, dia 25, pelas 22h15, no Arena Lounge do Casino Lisboa. No âmbito de um curto ciclo de três concertos, a artista regressa ao palco multiusos na sexta-feira e no sábado, dias 26 e 27 de junho, pelas 23h30. A animação musical prolonga-se, pelas 00h40, na sexta-feira, 26, com DJ Mago que seleciona os melhores sets até de madrugada. A entrada é gratuita.

Luciana Balby nos dias 25, 26 e 27 de junho
Luciana Balby protagoniza três concertos com um repertório que mistura brasilidades e músicas internacionalmente conhecidas. Da bossa nova ao rock, Luciana Balby apresenta um pocket concerto com versões cheias de personalidade e com zero previsibilidade. Luciana Balby será acompanhada por Felipe Caneca ao piano e no acordeão.



DJ Mago no dia 26 de junho
MAGO é um DJ e produtor musical que combina o melhor do Melodic Oriental, Organic e Afro House criando uma viagem sonora intensa e emocional. Com influências orientais e étnicas, a sua música conecta o espiritual ao tribal, levando o público a uma experiência profunda, dançante e transcendental. 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Terror na Auto-Estrada regressa em 4K aos Cinemas



Quarenta anos após a sua estreia nas salas portuguesas, a 3 de julho de 1986, o incontornável clássico de culto realizado por Robert Harmon regressa ao grande ecrã. A celebração arranca com uma sessão especial no Cinema Nimas, em Lisboa, a 26 de junho, no âmbito das Sessões Nimas Fora de Horas, antes de chegar a cinemas selecionados entre 2 e 5 de julho de 2026.

Considerado hoje um dos thrillers mais influentes e inquietantes dos anos 80, Terror na Auto-Estrada acompanha Jim Halsey (C. Thomas Howell), um jovem que atravessa uma estrada deserta quando decide dar boleia a um desconhecido. O gesto transforma-se rapidamente num pesadelo quando descobre que o misterioso passageiro é John Ryder, um assassino impiedoso interpretado numa das performances mais memoráveis da carreira de Rutger Hauer.

Na altura da sua estreia, o filme dividiu crítica e público pela violência, pessimismo e atmosfera sufocante. Com o passar dos anos, porém, conquistou sucessivas gerações de espectadores e cineastas, afirmando-se como uma obra de culto incontornável e uma referência maior do thriller moderno.

A nova cópia em 4K permite redescobrir toda a força visual do filme no formato para o qual foi concebido: o grande ecrã. Entre as paisagens áridas, a tensão constante e a presença hipnótica de Rutger Hauer, Terror na Auto-Estrada continua a revelar-se uma experiência cinematográfica singular, tão perturbadora hoje como em 1986.



Casino Estoril e Casino Lisboa com entrada livre para assistir em grandes ecrãs aos jogos do “Mundial 2026”



Com um ambiente festivo, o Casino Estoril e o Casino Lisboa convidam os seus visitantes a assistirem, em directo, em ecrãs LED de grandes dimensões, aos jogos do Campeonato do Mundo de Futebol 2026. Dotados dos melhores sistemas de multimédia, o Lounge D do Casino Estoril e o Arena Lounge do Casino Lisboa oferecem muita animação e todas as emoções do extenso calendário de jogos. Trata-se de uma experiência única e repleta de polos de interesse que se distingue, também, pela Campanha “Lucky Meal Tuga Life Edition” com um menú especial, em exclusivo, nos bares de jogo de ambos os casinos e no Lounge D do Casino Estoril e no Arena Lounge Bar do Casino Lisboa.

Reconhecidos pelo seu registo informal, o Lounge D do Casino Estoril com dois ecrãs de grandes dimensões e o Arena Lounge do Casino Lisboa com um ecrã gigante, de cerca de 50 metros quadrados, são os espaços ideais para convidar familiares e amigos a assistirem aos jogos do “Mundial 2026”, usufruindo, ainda, da campanha Campanha “Lucky Meal Tuga Life Edition”.

O Casino Estoril e o Casino Lisboa associam-se à festa do “Mundial 2026” que decorre no México, Canadá e Estados Unidos. Aguardemos que Portugal ultrapasse a Fase de Grupos e chegue à tão ambicionada final, agendada para o dia 19 de julho.



Campanha “Lucky Meal Tuga Life Edition”
Venha experimentar a inovadora Campanha “Lucky Meal Tuga Life Edition” disponível, durante o “Mundial 2026”. Por, apenas, 10€ experimente o menú “Lucky Meal Tuga Life Edition”: bifana + batatas fritas + tremoços + imperial + café. E, ainda, oferta de 1 imperial extra nos dias de jogo de Portugal. Na compra deste imperdível menú por 10€, o cliente recebe créditos para jogar no valor igual de 10€.

Com uma atmosfera genuinamente festiva, o Casino Estoril e o Casino Lisboa oferecem uma diversificada oferta de restauração, assim como várias propostas de animação nos seus diferentes espaços. 

Todo o programa está disponível no balcão de informações /Loyalty do Casino Estoril e do Casino Lisboa. 

Informações adicionais em:

Achas que Sabes mais do que Toda a Gente?



Será que a resposta mais óbvia é sempre a correta? Em Achas que Sabes mais do que Toda a Gente?, David Gentle desafia os leitores a colocarem à prova os seus conhecimentos através de 80 perguntas divertidas e surpreendentes que prometem testar a cultura geral, a lógica e a capacidade de dedução.

Longe de ser um simples livro de perguntas e respostas, cada desafio esconde uma reviravolta inesperada. Depois de responder a cada questão, os leitores descobrem quais foram as respostas mais populares dadas pelo público e têm a oportunidade de reconsiderar a sua escolha. Por vezes, a maioria acerta. Noutras, a resposta mais comum está completamente errada.

Achas que Sabes mais do que Toda a Gente? promete testar conhecimentos, desafiar certezas e surpreender leitores de todas as idades. Entre respostas improváveis e factos inesperados, garante diversão, curiosidade e uma dose saudável de discussão, seja numa noite de jogos em família, seja num encontro entre amigos, num momento tranquilo em casa ou enquanto espera por um avião ou comboio.

Achas que Sabes mais do que Toda Gente? vai estar disponível nas livrarias a partir de 25 de junho.

Noite de humor com Carlos Vidal no Auditório do Casino Estoril



Carlos Vidal apresenta-se, no dia 10 de julho, pelas 22 horas, no Auditório do Casino Estoril. O jovem humorista sobe ao palco para protagonizar um espectáculo verdadeiramente hilariante. 

Naquela que será uma das últimas apresentações do seu mais recente solo de stand-up comedy, Carlos Vidal disseca a normalidade e exalta o absurdo do lado clínico e humano, que todo o médico também é.

Carlos Vidal, natural de Albergaria-a-Velha, é médico, humorista e músico, tudo baralhado e sem uma ordem específica. Venceu a rubrica "Speed Battle" do programa “5 Para a Meia-Noite” da RTP1 e organiza o "Risorius - Festival de Humor e Arte de Albergaria-a-Velha". 

Foi orador convidado na TEDx Youth Aveiro, com uma talk intitulada “Bolsa de Valores”, na qual abordou temas sensíveis, sempre com uma seriedade mascarada. Actuou um pouco por todo o país, inclusivamente no palco Comédia do NOS Alive, e a sua tese de Mestrado em Medicina fala sobre os "Benefícios Terapêuticos do Humor".