«Calámo-nos por medo, sorrimos por hábito, fingimos estar bem para não incomodar. E, entretanto, culpávamos o mundo. Os outros. A vida. Tudo, menos nós próprias. Isto até, certo dia, uma psicóloga nos ter dito algo que ninguém até então se atrevera: Não tens a vida que tens por teres azar. Tens a vida que tens por causa das decisões que tomas.» É este o mote de A Minha Psicóloga Disse-me…, um livro de Yulibeth R. G. e Katherine Hoyer para quem «já não aguenta mais fingir que consegue lidar com tudo» e «perdoar o imperdoável».
Este guia prático, que se tornou um bestseller da Amazon, nasceu de conversas reais entre mulheres e as suas terapeutas. Conversas que as duas autoras resumiram e organizaram em 110 sessões para ler em contínuo ou em consultas pontuais para momentos de reflexão.
Conversas que podem inspirar «quem se cansou de ser forte o tempo todo, de ficar onde já não há espaço, de engolir o que sente para que não lhe digam que está a exagerar». Para isso, dizem as autoras, é necessário passar por «verdades incómodas», razão pela qual «aqui não vais encontrar respostas perfeitas […] vais encontrar-te a ti mesma».
Um guia que nos fala «sem medos e sem rodeios», A Minha Psicóloga Disse-me… chega à rede livreira nacional no dia 17 de setembro, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de João Silveira.
Sobre as Autoras
Yulibeth R.G. é autora de textos de grande sucesso que se tornaram um guia de esperança para muitas mulheres que, como ela, enfrentaram o desafio de recomeçar. As suas histórias não nos deixam esquecer que o amor-próprio e a resiliência podem transformar a dor num novo começo.
A escrita de Katherine Hoyer surge com a intenção de acompanhar todas as pessoas que se sentem perdidas e convidá-las a serem fiéis ao que sentem, a deixarem de agradar ao mundo e a começarem a ser elas próprias. Nas suas palavras, Katherine procura ser aquele refúgio de que todos precisamos, por vezes; aquele abraço que nos lembra de que não estamos sozinhos. Acredita na escrita como uma ponte para o próprio eu e na vida como algo que merece ser vivido com intensidade, como se cada dia fosse o último.
