terça-feira, 31 de julho de 2018

Simon Love apresenta "Sincerely, S. Love x"


"Sincerely, S. Love x" é o segundo álbum a solo de Simon (o seu disco de estreia de 2015 "It Seemed Like A Good Idea At The Time” foi editado na brilhante e agora extinta editora Fortuna Pop) e apresenta, pelo menos, dez hits. Hits pop, com harmonias ELO, produção Spectoresque, cordas e trompetes, etc. Tudo gravado nos últimos dois anos em Londres, Inglaterra.

Ao ouvir "Sincerely, S. Love x" evoca imagens do vídeo de Run DMC/ Aerosmith "Walk This Way", exceto no caso de Love, a Fruitgum Company de 1910 estaria a ensaiar num dos lados da parede e The Left Banke no outro. Quando a parede entre as duas bandas se desmoronar, o Elton John pode aparecer para ver de que se trata todo o alarido. Ele vê um piano de cauda branco e junta-se. Depois abrem algumas garrafas de Cola e ouvem The Rutles ou 7 polegadas da Stiff Records. E já que estão todos no mesmo lugar, gravam algumas músicas juntos. O resultado: o álbum que temos agora. Mais ou menos.


“Pode parecer um pouco lamechas mas o amor realmente é uma grande parte deste álbum” admite Simon Love. "God Bless The Dick Who Let You Go" foi um presente de casamento para a minha mulher, por exemplo... sou um forreta! ". Nem um pouco, Simon! Presentes feitos pelos próprios são os mais bonitos presentes de todos. E para ser justo, com um nome como Love, por que é que o mais delicioso dos sentimentos não deveria ser o centro das atenções? O amor está em abundância neste novo álbum de Simon: duas músicas para sua amada ("God Bless The Dick Who Let You Go", "I Fucking Love You"), uma para si ("The Ballad Of Simon Love") e uma para Joey Ramone ("Joey Ramone"). Uma música sobre o vilão dos Beach Boys que partilha seu apelido também não seria de estranhar. Uma para o próximo disco, talvez. Outros tópicos abordados neste set: uma tatuagem desagradável ("Why’d You Get That Tattoo Girl?"), ténis ("Tennis Fan") e uma carta escrita por Stephen Timothy West, de 5 anos, para o apresentador de Blue Peter, John Noakes ("Stephen Timothy West").


Davey Woodward and The Winter Orphans editam pela Tapete Records dia 7 de Setembro


Davey Woodward é conhecido como um compositor criativo com as suas bandas The Brilliant Corners e The Experimental Pop Band. Para alguns, é uma lenda pop indie mas para a maioria das pessoas ainda um estranho desconhecido. Com praticamente 4 décadas de trabalho na música alternativa, Davey Woodward continua com o mesmo entusiasmo e mentalidade única desde o seu primeiro dia enquanto músico.

Logo após completar uma sessão de gravação com Karen, Davey teve a ideia de produzir rapidamente outro álbum, com músicos com quem nunca tinha trabalhado antes. Sabia que as músicas tinham de soar leves e fáceis, de certa maneira remetendo aos tempos em que artistas, como Bowie, iam para estúdio sem músicas acabadas, ou como alguém como Dylan que ia construindo a música à medida que era gravada. Não queria que, de forma nenhuma, as músicas soassem a trabalhadas e difíceis. The Winter Orphans nasceram assim.

Julian (guitarra) não estava em estúdio há mais de uma década. Steve (bateria) tocava em inúmeras bandas ao mesmo tempo e ainda assim arranjou tempo. Steve conhecia Mark que era guitarrista. Davey disse: "Bom, ele pode tocar baixo e piano então!" Davey tocou-lhes as músicas (as letras estavam inacabadas e os acordes mudaram várias vezes ao longo dos cinco ensaios que tivera, antes da gravação, que decorreu durante um longo fim de semana em Julho de 2017). A banda disse que gostou das músicas e disseram a Davey que soavam muito pessoais e que os fazia lembrar Englosh Folk, Courtney Barnett, The Velvets, The Band e Johnny Cash.

Com essas referências, não é surpresa que este disco nos leve de volta a um tempo em que os álbuns eram uma coleção de músicas que nos transportavam para um outro lugar. Em que estaríamos emergidos no mundo de outra pessoa ao longo de meia hora. As palavras e músicas a ecoar na nossa cabeça dias a fio. Sentindo uma ligação ao artista. Esse é um momento especial que é cada vez mais difícil de se sentir na agitação habitual dos dias de hoje. Uma cultura em que ouvir um disco seguido duma só vez já é coisa rara. Por isso é encontrar tempo, sentar, relaxar e ouvir este álbum de estreia de Davey Woodward. Não vai desiludir.

Davey Woodward and The Winter Orphans gostaram tanto de gravar este álbum que planeiam gravar outro álbum. Eles tocaram ao vivo apenas duas vezes mas esperam fazer mais concertos muito em breve. 

Caelum apresentam novo single


Depois de verem o tema "Falta-me a Força" integrar a banda sonora na novela "Vidas Opostas" da SIC, os Caelum apresentam o seu novo single: “Ninguém vai entender”. A música, distribuída pela Sony Music Portugal, está disponível em todas as plataformas digitais como o iTunes, Apple Music, Spotify, Google Play, Deezer e Shazam.

Em 2017, lançaram o single "Falta-me a Força", que já conta com mais de 1 milhão de visualizações no Youtube e esteve vários meses a tocar em airplay nas rádios nacionais.
Mas a notoriedade da banda começou após terem vencido a primeira edição do EDP Live Bands que culminou com o lançamento do álbum “Enigma”, em 2016, pela Sony Music Portugal, atingindo este o top de vendas da FNAC.



O “Ninguém Vai Entender” é mais um sucesso garantido, com a sonoridade que actualmente caracteriza os Caelum.
A banda é composta por Pedro Correia (voz e guitarra), Diogo Costa (guitarra e teclado), José Ganchinho (baixo) e Diogo Lopes (bateria).

Festival Santa Casa Alfama


Nos dias 28 e 29 de Setembro, o Festival Santa Casa Alfama regressa a Lisboa. A proposta é desfrutar do bairro de Alfama ao som do melhor guia possível: o Fado. E como tem acontecido ao longo dos anos, este itinerário passa pelas igrejas do bairro, lugares de culto que se transformam em palcos perfeitos para uma arte tantas vezes ligada a sentimentos como a devoção, a adoração e a fé. No dia 28, a Igreja de São Miguel vai receber Peu Madureira, uma das revelações deste ano de 2018. No mesmo dia, noutro sítio mítico do bairro de Alfama, a Igreja de Santo Estevão, o público vai poder desfrutar das vozes de Margarida Guerreiro e André Batista. E no dia 29, também na Igreja de Santo Estevão, espera-se o grande espetáculo “Avé Maria Fadista” com Cátia de Oliveira, Ana Pinhal, Nádia Bastos e Pedro Ferreira.

Com influências fadistas que passam por Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, Fernando Farinha, Camané, entre muitos outros, Peu Madureira não esconde aquelas que são algumas das suas maiores referências fora do Fado, nomes que definem também a sua abordagem à música, como Jacques Brel, Gilbert Bécaud, Edith Piaff ou Marino Marini. Desde 2002, quando começou a atuar ao vivo, Peu tem sido considerado um dos novos embaixadores do Fado, tendo já atuado em Espanha, Cabo Verde, Itália, Roménia, entre outros destinos. Em 2018 participou no Festival RTP da Canção com o tema “Só Por Ela”, com letra e música de Diogo Clemente. Os portugueses ficaram rendidos à voz de Peu, cheia de sensibilidade e profundidade, um belo exemplo de como o Fado pode aproximar-se do sagrado.

André Baptista nasceu em Lisboa a 19 de Abril. Logo foi viver para Sines onde passou toda a infância. Desde menino demonstrou ter um gosto especial pela música e é em Porto Covo, num jantar de magusto, que se estreia a cantar acompanhado de guitarra e viola. Entretanto conta já com dois trabalhos discográficos editados. O primeiro intitula-se “Um Fado Nasce”, um merecido tributo a Alberto Janes; o segundo, editado em 2013, chama-se “Gentes do Fado” e é totalmente composto por poemas escritos por alguns dos maiores fadistas da história. Dono de uma voz delicada e cheia de sensibilidade, promete conquistar o público presente nos bancos da Igreja de Santo Estêvão.

Margarida Guerreiro nasceu no Alentejo e em criança já era conhecida pela sua voz quente e pelo seu timbre singular, a tal ponto que em 1991 foi convidada a cantar num dos mais importantes concertos da sua carreira, um dos últimos concertos de Amália Rodrigues. Em 1997, Margarida venceu o prestigiado prémio Amalia Club de Fado, em Lisboa, e cinco anos mais tarde gravou o seu primeiro álbum, “Sal & Mel”, deixando como que uma porta aberta para o que viria a ser o seu segundo trabalho discográfico, “Encores Fado – Live”, um registo em parceria com Custódio Castelo. Os seus fados integram várias compilações (“Divas do Fado Novo”, “Saudade - Amália noutras Vozes”, “Fado Português”, “Fado Capital VI”, “Cantar Amália”...) e já participou em inúmeros festivais internacionais.

No segundo dia de festival, a proposta para a Igreja de Santo Estevão é absolutamente imperdível e chama-se “Avé Maria Fadista”.

“Mãe de Deus, se for pecado, tocar e cantar o fado, rogai por nós pecadores” são versos de Gabriel de Oliveira para um dos mais bonitos fados de sempre, interpretado por Amália Rodrigues e tantas outras fadistas. Não, cantar o Fado não é pecado. Aliás, esta canção carrega consigo toda a devoção dos portugueses, em especial à Virgem Maria, o que patente nas inúmeras composições criadas ao longo das décadas. Avé Maria Fadista é um espetáculo que se realiza num lugar cheio de significado, a Igreja de Santo Estêvão. Esta é uma compilação de temas que enaltecem a virgem e a crença dos portugueses. Jovens fadistas vão dar voz e alma a fados como “Avé Maria”, “Duas Santas”, “Cantilena da Boa Nova”, entre outros. Cátia de Oliveira, Ana Pinhal, Nádia Bastos e Pedro Ferreira são as vozes deste concerto, além do projeto Sax in Fado, uma agradável surpresa com Bruno Soares no saxofone e Tiago Alexandre na guitarra clássica. O acompanhamento vai estar a cargo de João Martins na guitarra, André Teixeira na viola e Sérgio Marques no baixo.


Super Bock em Stock


Nos dias 23 e 24 de Novembro, as melhores propostas musicais vão ser distribuídas pelos palcos do Super Bock em Stock espalhados pela Avenida da Liberdade e arredores. Johnny Marr, Elvis Perkins, Conan Osiris, Charles Watson e The Harpoonist and the Axe Murderer são alguns dos nomes já anunciados e há 3 novos três nomes que confirmam a aposta do Festival nos artistas e nas bandas que garantem o futuro da música: U.S. Girls, Natalie Prass e The Saxophones.

Meghan Remy começou a fazer música no início dos anos 2000, emprestando o seu talento a algumas bandas de Chicago e Portland. Só mais tarde começou uma aventura a solo, gravando os seus primeiros embriões musicais com um gravador 4 pistas e um microfone. Quando o talento é mais do que evidente, os meios ajustam-se às coisas que o artista tem para dizer – e foi isso que aconteceu no início de U.S. Girls. Esta primeira fase criativa resultou em dois discos: “Introducing” e “Go Grey”, editados em 2008 e 2010. Os discos “U.S. Girls On Kraak” e “GEM” foram os passos seguintes, registos que chamaram a atenção de mais gente e que marcaram uma mudança no som de U.S. Girls, com a crescente utilização de samples. Mas as coisas só ficaram mais sérias a partir da assinatura com a editora 4AD e com o lançamento dos discos “Half Free” e “'In a Poem Unlimited”, este último já na calha para ser um dos melhores discos de 2018. A música de U.S. Girls oferece-nos uma pop que tem tanto de estranha como de irresistível, que tanto nos faz dançar como pensar, e também há política nas canções de Meghan. Temas como “Mad As Hell” não enganam, estamos diante de uma artista que vai marcar o cenário indie dos próximos anos. Um talento para ver e ouvir em Novembro, no Super Bock em Stock.

Natalie Prass nasceu em Richmond, na Virginia, mas foi em Nashville que deu os primeiros passos na música, escrevendo e atuando na sombra de outros artistas. Não demorou muito até que a voz delicada e as composições sofisticadas de Natalie começassem a chamar a atenção do meio em que se movimentava. O primeiro EP foi lançado em 2009, com o título de “Small & Sweet”, um nome que também poderia ser uma descrição da própria música de Natalie. E logo a seguir chega “Sense of Transcendence”, editado em 2011. No regresso a Richmond, Natalie Prass começou a trabalhar no álbum de estreia com a ajuda do amigo, também músico e uma influência para Natalie, Matthew E. White. Por motivos burocráticos, ainda demorou algum tempo até este disco homónimo ver a luz do dia, um facto que só fez crescer as boas expectativas do público e da crítica, totalmente correspondidas quando o álbum foi finalmente editado, em 2015. Na altura, lia-se no site da cantora: "Ela é uma alegria para qualquer ouvinte e tem uma energia genuína com uma mistura de sinceridade e insolência cósmica (...) Ela oferece tudo isso com o charme despreocupado e intuição quase divina". Neste ano de 2018, Natalie regressou aos discos com "The Future and the Past". O encanto continua a ser o mesmo e o som parece ser cada vez mais dançante, apesar de este ser um registo assumidamente confessional. As canções, essas, são algumas das melhores de 2018. “Short Court Style” é um single para ouvir com toda a atenção – e para fazer dançar ao mesmo tempo, como se espera que aconteça no Super Bock em Stock.

The Saxophones é uma dupla da Califórnia formada pelo casal Alexi Erenkov e Alison Alderdice. Ele é um multi-instrumentista, formado no jazz; ela é uma baterista que também empresta a sua voz às belíssimas canções que chegam agora até nós. Depois do EP "If You’re On The Water", editado em 2016, deixar excelentes indicações, "Songs of The Saxophones" é o álbum de estreia, editado este ano, e que posiciona este duo como um dos projetos mais originais a surgir no cenário indie nos últimos tempos. O nome remete para o jazz, mas a música dos Saxophones está mais próxima de rótulos como "dream pop" ou até mesmo "ambient folk". As canções deste novo disco foram escritas quando o casal vivia num barco, na Baía de São Francisco, num inverno particularmente húmido. As condições meteorológicas inspiraram a atmosfera do disco, com canções melancólicas, que revelam um interesse pelas sombras da existência, sem nunca perder uma suavidade muito característica deste duo californiano, que contrasta com a pungência de algumas das letras, diferentes capítulos de uma mesma história. Canções como “Mysteries Revealed” provam que estamos diante de um caso sério de talento – algo que o público português poderá confirmar em Novembro, num dos palcos do Super Bock em Stock.

O bilhete único válido para os dois dias do Festival encontra-se à venda nos locais habituais, pelo preço de 40€ até 31 de Agosto, passando para 45€ a partir do dia 1 de Setembro e 50€ nos dias do Festival.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

The Black Angels no Hard Club


The Black Angels, a banda de rock psicadélico de Austin, passa por Portugal dia 4 de Setembro, para apresentar o mais recente trabalho de originais, “Death Song”, com um concerto no Hard Club, no Porto.

A banda composta por Alex Maas, Christian Bland, Kyle Hunt, Stephanie Bailey e Jake Garcia, ganhou o respeito da crítica e dos fãs não só pela arrebatadora discografia de estúdio, como pelas fortes atuações ao vivo, que por unanimidade elevam as músicas a um extremo. O jornal The New York Times, inclusive, salientou, numa das suas críticas, que os The Black Angels ao vivo têm a capacidade de tocar rock psicadélico como se os anos 60 nunca terminassem e são absolutamente mestres ao fazê-lo. Já Mass diz que não considera “Death Song” psicadélico, mas sim um álbum de rock n’ roll.

Para muitos este quinto disco de estúdio é um dos melhores de sempre da carreira da banda e já está a seguir as pisadas do bem-sucedido álbum de estreia “Passover”, editado em 2006. Produzido por Phil Ek (Father John Misty, Fleet Foxes, The Shins), “Death Song” é considerado o mais político trabalho do grupo, onde a lírica explode todo o tipo de questões atemporais misturadas com o som neo-psicadélico, género que faz jus ao nome da banda, que assumiu originalmente da música “The Black Angel’s Death Song” dos The Velvet Underground.

Homem-Formiga e a Vespa 15 de Agosto nos cinemas


Do Universo Cinematográfico Marvel chega Homem-Formiga e a Vespa, um novo capítulo dos heróis com a incrível capacidade de encolher. Depois de "Capitão América: Guerra Civil", Scott Lang tem de lidar com as consequências das suas escolhas como super-herói e pai. Enquanto luta para equilibrar a vida pessoal e as suas responsabilidades como Homem-Formiga, é confrontado por Hope van Dyne e Dr. Hank Pym com uma nova missão. Scott terá uma vez mais de vestir o fato de Homem-Formiga e aprender a lutar ao lado de A Vespa, enquanto a equipa trabalha em conjunto para descobrir segredos do passado.


Noite de Grande Concerto no Casino Estoril com os The Black Mamba a 2 de Agosto


O ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril” propõe, já na próxima Quinta-Feira, 2 de Agosto, pelas 23 horas, The Black Mamba. Em mais uma noite festiva, a não perder, os The Black Mamba sobem ao palco do Lounge D para interpretar numerosos êxitos bem conhecidos do público. A entrada é livre.

Reconhecida como uma das mais enérgicas e entusiasmantes bandas portuguesas a actuar ao vivo, os The Black Mamba estreiam-se no Lounge D, em noite de “Grande Concerto do Casino Estoril”.

Recorde-se que, Pedro Tatanka Ciro Cruz e Miguel Casais iniciaram, em 2010, um novo projecto musical. “The Black Mamba” nome que baptiza o trio e o álbum de estreia, foi a inspiração encontrada para que em conjunto provassem o seu próprio “veneno”. A química e a experiência destes grandes músicos, permitiu-lhes percorrer o universo do blues, soul e funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

O público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho: 1º lugar de vendas do iTunes, a primeira edição do disco esgotado nas lojas, o airplay nas rádios, a presença de norte a sul do País em várias salas de espectáculos e festivais de relevo.

Em 2014, os The Black Mamba lançaram o segundo disco de originais. “Dirty Little Brother” foi produzido entre Lisboa e Nova Iorque e distinguiu-se, desde logo, pelos seus 11 temas em que colaboraram nomes como, por exemplo, Aurea, António Zambujo, Silk (Cais Sodré Funk Connection) e Orlanda Guillande. “Wonder Why”, single de apresentação contou com a participação de Aurea, rodando nas principais rádios nacionais e contando com uma óptima receptividade por parte do público e da crítica. 

Os “The Black Mamba” encontram-se, actualmente, a trabalhar no disco sucessor de “Dirty Little Brother”. O tema “Stronger” constitui a primeira amostra daquele que será o terceiro álbum de originais da banda.

Com múltiplos polos de interesse, este ciclo de concertos promete agitar as noites de Verão no Lounge D, reforçando a qualidade da oferta cultural e de entretenimento do Casino Estoril. 

Cidade da Califórnia vai tornar-se cidade-piloto para a condução autónoma


A Bosch e a Daimler estão ultimar processos de desenvolvimento da condução totalmente autónoma para veículos em cidade, sem intervenção de um condutor (nível SAE 4/5). Os dois parceiros escolheram a Califórnia como o local-piloto para a primeira frota de testes. No segundo semestre de 2019, a Bosch e a Daimler vão oferecer um serviço "shuttle" de transporte com veículos autónomos, em rotas selecionadas, numa metrópole californiana. Está previsto que a Daimler Mobility Services seja a operadora desta frota de testes e do serviço de mobilidade baseado numa aplicação de smartphone. Este projeto-piloto irá demonstrar como os serviços de mobilidade, por exemplo, a partilha de veículos (car2go), viagens "a pedido" (mytaxi) e as plataformas multimodais (moovel) podem ser interligadas de forma inteligente. Por outro lado, ambos os parceiros optaram pela empresa de tecnologia norte-americana Nvidia para fornecer a plataforma de inteligência artificial como parte da sua rede de unidades de controlo.

Monte Santo Resort celebra uma década ao som de Marta Ren & the Groovelvets


Comemorar uma década é algo único que requer uma celebração com toda a pompa e circunstância. Assim, para assinalar o seu 10º aniversário, o Monte Santo Resort promove no próximo dia 4 de Agosto, sábado, um jantar-concerto ao ar livre, embalado pelo espírito soul de Marta Ren & the Groovelvets, uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa.

O evento, com início agendado para as 19h00, começa por servir um cocktail de boas-vindas no terraço do Resort. Segue-se o jantar, que será servido na encantadora esplanada junto à piscina principal. As sobremesas serão servidas em buffet e todo o menu será acompanhado de uma seleção de bebidas. O bolo de aniversário será servido com champagne.


Durante o jantar caberá à Marta Ren e aos the Groovelvets abrilhantarem ainda mais esta noite especial com a sua música soul clássica e envolvente, reforçado o ambiente especial do resort mais romântico da Europa segundo os World Travel Awards. Depois do concerto a festa prossegue ao som de um DJ.

A participação neste jantar-concerto de aniversário tem um preço de €70 por adulto e de €35 por criança (dos 3 aos 12 anos).