sexta-feira, 26 de maio de 2023

Uma das bandas mais icónicas da música portuguesa está de volta aos palcos



Os Taxi estão de volta aos palcos, 40 anos depois do icónico “Cairo”, para uma celebração dos êxitos que têm marcado várias gerações. O concerto que dá o mote para este regresso acontece no Capitólio, no centro de Lisboa.

Os Taxi nasceram no Porto em 1979. Absorvendo a influência musical pós-punk, new wave e ska, inicialmente compunham e interpretavam temas originais cantados em inglês. Isso mudou quando, em fevereiro de 1981, num concerto no Colégio Alemão no Porto, são “descobertos por dois elementos da editora Polygram. São imediatamente convidados a gravar um álbum, com a condição de ser cantado em português.

Editaram o seu primeiro disco em 1981, um registo homónimo que se tornaria no primeiro álbum de ouro do rock português. Em 1982 editam “Cairo”, também disco de ouro, cuja capa em lata se tornou rapidamente num objeto de culto. A banda gravou, até à data, cinco álbuns de originais, com temas tão famosos como “Chiclete”, “TV WC”, “TAXI”, “Vida de Cão”, “Lei da Selva”, “Rosete”, “Cairo”, “Fio da Navalha” ou “Sozinho”, entre muitos outros que fazem parte do imaginário de milhares e milhares de portugueses.



A melhor radiografia de Putin foi feita há quase duas décadas



Um livro atual e inspirador: a recolha definitiva dos melhores artigos escritos por Anna Politkovskaya.

«O que importa é a informação, não o que se pensa sobre ela.»

Foi este o lema que norteou o corajoso e clarividente trabalho jornalístico de Politkovskaya na Novaya Gazeta, numa era em que, segundo a própria, a liberdade de expressão na Rússia se encontra em fase terminal e o medo na sociedade esteriliza qualquer forma de idealismo.

Nas livrarias a 29 de maio.

Sinopse

Descrevendo a vida tal como a via, relatando factos e testemunhos denunciadores de uma desumanidade sistémica, Anna Politkovskaya ajudou a compreender a paisagem da Rússia pós-soviética, a corrupção na Pirâmide do Poder de Putin e a guerra na Chechénia. Admirada por notáveis do mundo da cultura e da política e agraciada com inúmeros prémios internacionais, foi, contudo, considerada uma pária pelo Kremlin e perseguida por aqueles que a viam como perigosa opositora, até ao seu assassínio em 2006.

Publicado postumamente, Nada Mais do Que a Verdade é a recolha fundamental e definitiva num único volume dos melhores artigos de Anna Politkovskaya, incluindo textos inéditos recuperados do seu computador pessoal. Um livro atual e esclarecedor, e uma homenagem a uma das figuras mais célebres e inspiradoras do jornalismo internacional.

Sobre a Autora

Anna Politkovskaya (Nova Iorque, 1958–Moscovo, 2006) foi uma correspondente especial do jornal Novaya Gazeta, escritora e ativista russa, célebre pela coragem e clarividência com que denunciou os crimes de guerra do Exército russo na Chechénia e o regime de Putin. A 7 de outubro de 2006, data de aniversário de Putin, foi assassinada à porta de casa. A sua obra publicada é composta pelos títulos A Dirty War (2001), A Rússia de Putin (2004) e os póstumos Um Diário Russo (2007) e Nothing But The Truth (2010). Em 2004, recebeu o Prémio Olof Palme pelo seu trabalho em defesa dos direitos humanos e, a título póstumo, o Prémio da Liberdade de Imprensa 2007 concedido pela Unesco.

25ª edição do MEO Sudoeste



Com o verão cada vez mais perto, aproxima-se também a 25ª edição do maior Festival de verão. De 9 a 12 de agosto, e abertura do campismo no dia 5, o MEO Sudoeste garante mais uma semana inesquecível, com a tribo de novo reunida na Zambujeira do Mar.  

No 25º aniversário, o tom só poderia ser de festa e de celebração, particularmente na última noite do Festival, a 12 de agosto, onde o público é convidado a celebrar ao som de alguns dos melhores DJs do mundo, autênticos mestres da música de dança: Hardwell está de regresso, assim como o sempre tão bem recebido Steve Aoki, aos quais se juntará Blasterjaxx, para transformarem a Herdade da Casa Branca na maior pista de dança do país, numa noite de festa que irá ainda reservar outras surpresas. 

Também confirmados para a 25ª edição estão Rae Sremmurd, Kriol Kings, Lon3r Johny e Soraia Ramos.  



Hardwell é, desde há vários anos, um dos DJs mais bem sucedidos em todo o mundo. O seu amor pela música começou cedo: com apenas 6 anos já sabia tocar piano e outros instrumentos musicais. Em casa dos pais ouvia artistas como James Brown e Michael Jackson, um estímulo decisivo para o pequeno Robert. Quando tinha 10 anos assistiu a um documentário sobre música de dança holandesa, que apresentava nomes como Tiësto, Armin van Buuren ou Ferry Corsten. Apesar da idade, percebeu que estava ali o seu futuro e não demorou muito até começar a passar música em festas de amigos, apresentando-se, já nessa altura, como Hardwell. Entre os 14 e os 18 anos começa o rodopio pela Holanda, actuando ao lado dos melhores DJs do país, quando ainda mal tinha idade para entrar nos próprios clubes. E o sucesso internacional chegou logo a seguir com singles tão explosivos como "Show Me Love vs. Be", "Spaceman" ou "Cobra". As portas do sucesso a nível mundial estavam escancaradas e, desde aí, Hardwell tem confirmado todas as expectativas. Já foi considerado por mais do que uma vez o melhor DJ do mundo pela revista DJ Mag e já incendiou pistas de dança dos cinco continentes. Singles recentes como "Broken Mirror", "Into the Unknown" ou "F*cking Society" são provas da boa forma do músico. Admirado pelos fãs, Hardwell é um exemplo de devoção e trabalho árduo em busca de um sonho. E essa mensagem combina na perfeição com o MEO Sudoeste e com a sua história ao longo de 25 anos. Hardwell atua no dia 12 de agosto, na última noite da 25ª edição do Festival, numa clima de festa e de celebração, onde a única ordem passa por dançar e celebrar ao som da sua música. 


Steven Hiroyuki Aoki, simplesmente Steve Aoki para o mundo da música, nasceu em Miami e cresceu na Califórnia. Descendente de japoneses (o pai era ex-wrestler), sempre esteve interessado em estudar, apesar da paixão pela música, e acabou mesmo por tirar duas licenciaturas, uma em Estudos Feministas e outra em Sociologia. A época da faculdade foi mesmo o terreno fértil para as suas primeiras composições. Com apenas 20 anos, Aoki já tinha a sua própria gravadora, a Dim Mark, inspirada pelo ídolo Bruce Lee. A editora chegou a lançar a música de nomes como Bloc Party, The Kills, Klaxons, entre muitos outros. Em 2007 saiu a primeira compilação do seu trabalho: “Pillowface & His Airplane Chronicles”. Este registo revelava um DJ preparado para conquistar o mundo, o que viria mesmo a acontecer. Em 2009 conseguiu alcançar um enorme sucesso graças à remix de “Forever”, um tema de Drake. Correu países como os EUA, Canadá, China ou Japão, com uma postura em palco difícil de esquecer (até com acrobacias), o que também viria a ser umas das suas imagens de marca. Enquanto DJ, já recriou temas de Michael Jackson, The Killers, Lenny Kravitz, entre muitos outros grandes nomes. O primeiro disco chegou no início de 2012, conquistou o público e a crítica, e foi nomeado para um Grammy. Steve Aoki não parou e, em 2014, editou “Neon Future, Vol. 1”, o seu segundo disco. E isso significou mais convidados de luxo como Fall Out Boy, will.i.am ou Waka Flocka Flame. Com uma criatividade e uma ética de trabalho invejáveis, os anos seguintes foram feitos de mais lançamentos, concertos esgotados e muitas colaborações. O ano de 2018 não foi excepção, com o lançamento de “Neon Future III”. Já o capítulo seguinte, “Neon Future, Vol. 4”, chegou em abril de 2020, com as participações de Icona Pop, Desiigner, Monsta X, Sting, Backstreet Boys, Maluma, Travis Barker, will.i.am, Matthew Koma, Alan Walker e Zooey Deschanel. Temas mais recentes como "Mambo" (com Willy William) ou "Used to Be" (com Kiiara e Wiz Khalifa) mostram um Steve Aoki em grande forma, o que faz crescer ainda mais as expectativas para a sua próxima atuação no dia 12 de agosto, no Palco MEO. 



Thom Jongkind e Idir Makhlaf formam a dupla Blasterjaxx, um dos nomes mais estimulantes da indústria da música de dança. Com duas energias muito diferentes, cada um dos integrantes oferece algo único ao projeto, procurando sempre a complementaridade entre si. Há, no entanto, uma razão fundamental para o sucesso deste encontro: a sua paixão e amor pela música. No início da década de 2010, Thom decidiu formar uma dupla de DJs. Depois de uma tentativa gorada, encontrou em Idir o seu parceiro ideal, desenvolvendo um som único, descrito por muitos como uma fusão perfeita entre géneros como electro-house, progressivo e big room. Em 2013 o single "Faith" conquistou as rádios de todo o mundo e chegou mesmo à marca de dupla platina em alguns países. Nesse mesmo ano, os Blasterjaxx entraram no DJ MAG top 100 pela primeira vez e desde aí nunca mais saíram. As suas performances enérgicas e contagiantes tornaram-se incontornáveis e depressa marcaram presença em festivais como Tomorrowland, Ultra Music Festival, Electric Daisy Carnival, entre muitos outros palcos por todo o mundo. Colaborações com artistas como Armin van Buuren, Dimitri Vegas & Like Mike, Hardwell, Timmy Trumpet, Hollywood Undead, W&W, entre tantos outros, mostraram a versatilidade de Blasterjaxx. Com um currículo invejável de edições, remixes e atuações, os Blasterjaxx fazem de cada palco por onde passam uma autêntica pista de dança. E é isso que vai acontecer na 25ª edição do MEO Sudoeste. A dupla atua na última noite do Festival, dia 12 de agosto, no Palco MEO num clima de festa que combina com o espírito da sua própria identidade musical. 


A dupla Rae Sremmurd é um dos nomes do momento quando o assunto é fazer hits de hip-hop capazes de liderar os tops e chegar aos ouvintes de todo o mundo. Os irmãos Swae Lee e Slim Jxmmi estrearam-se em 2013 com a faixa "We". O sucesso fez aumentar o burburinho à volta da dupla e essas melhores expectativas confirmaram-se com "StremmLife", o seu multiplatinado disco de estreia, editado em 2015, e que incluía temas como "No Flex Zone" ou "No Tyope". O segundo registo da banda chegou em 2016. "StremmLife 2016" também atingiu a platina, impulsionado pelo single "Black Beatles" (uma colaboração com Gucci Mane), aquele que é ainda hoje um dos sucessos mais identificativos do grupo, com mais de 900 milhões de visualizações só no YouTube. Mas esta dupla não descansa à sombra do próprio sucesso e elevou de novo a fasquia com "SR2018MM". "Perplexing Pegasus", "T'd Up", "Powerglide" foram alguns dos temas que conquistaram a legião de fãs de Rae Sremmurd. Durante um hiato das actividades enquanto dupla, Swae participou em "Sunflower", gravado com Post Malone, e incluído na banda sonora do filme "Spider-Man: Into the Spider-Verse." Em 2023 regressam aos discos com "Sremm4Life". O disco, que conta com participações de nomes como Young Thug e Future, aborda temas que vão desde os momentos mais festivos da vida artística até à saúde mental, e inclui temas como "Torpedo" e "Tanisha (Pump That)". Com novas canções na bagagem, Rae Sremmurd passam por Portugal dia 11 de agosto, no Palco MEO do MEO Sudoeste. 



Kriol Kings resulta do encontro de dois dos nomes mais sonantes da música do mundo lusófono: Djodje e Nelson Freitas. Hoje é difícil falar desta música, que parte da lusofonia para todo o mundo, sem falar do contributo dado Nelson Freitas, com o seu casamento entre o zouk cabo-verdiano e o R&B. Temas como “Miúda Linda”, “Bo Tem Mel” ou “Break of Dawn”, com Richie Campbell, são sucessos arrebatadores. Já o cabo-verdiano Djodje é outro dos nomes que partiu de Cabo Verde para o mundo, conquistando uma vasta legião de fãs graças a temas como "Não Vai", "Dói Demais", "Vamos Fugir", com Cuca Roseta, ou "A Fila Anda", com Jimmy P. O encontro destes dois nomes só poderia resultar num concerto imperdível, recheado de sucessos e de ritmos africanos verdadeiramente contagiantes. Esta dupla de luxo atua no dia 10, no Palco MEO. 

"SISSI - Isabel. A imperatriz rebelde" - O novo livro de Diana de Cadaval



No dia 30 de maio, a Planeta publica SISSI. Isabel. A imperatriz rebelde de Diana de Cadaval. Diana de Cadaval leva-nos a uma Europa a ferro e fogo do século XIX, prelúdio da Grande Guerra Mundial para nos contar, neste romance, a extraordinária história de Sissi. Uma mulher livre, à frente do seu tempo, que morreu às mãos de um anarquista italiano em 1898..

Sissi é uma das figuras históricas mais retratadas e admiradas. Para sempre ficará lembrada pela sua beleza, sensibilidade e por desrespeitar os protocolos rígido da monarquia onde estava inserida. 

Este romance, escrito na primeira pessoa, traça um retrato íntimo da Imperatriz que passava grandes temporadas na Madeira a recuperar da sua saúde frágil.

Através da história de Sissi e do seu espírito independente, livre, empoderado, vemos muito do que ainda hoje, no século XXI, questionamos, acerca do papel das mulheres e da sua liberdade individual.

Sobre a Autora

Diana, Duquesa de Cadaval, nasceu em Genebra, na Suíça. Viveu, estudou e trabalhou em Paris, Nova Iorque, Estoril e Londres. Formou-se em Comunicação Internacional na Universidade Americana de Paris e trabalhou na leiloeira Christie’s, em Londres. Tem a seu cargo a conservação do património e a atividade cultural do Palácio Cadaval, em Évora, onde reside, o berço da família ducal há mais de seis séculos. Da agenda do palácio destacam-se os festivais de músicas do mundo, as mostras anuais de arte contemporânea, as exibições de moda e o museu e a igreja, abertos ao público e um dos polos de atração da capital alentejana.

Diana de Cadaval participa em vários projetos de solidariedade em Portugal e em missões humanitárias em sociedades carenciadas no estrangeiro como as da Etiópia, Camboja, Sérvia e Egito.

É autora de cinco livros, três romances históricos, um guia de palácios e casas senhoriais de Portugal e uma compilação de histórias de amor e poder. Eu, Maria Pia é o seu best-seller, com mais de 14 mil exemplares vendidos. Sissi - Isabel, a imperatriz rebelde é o seu sexto livro.

The Black Mamba dão concerto dia 31 de maio no Capitólio



Dia 31 de Maio a banda The Black Mamba regressa a Lisboa para um concerto no Cineteatro Capitólio. O concerto tem primeira parte assegurada por Silk Nobre e, no final, terá um DJ Set de Yanagui.

The Black Mamba estão a trabalhar num novo álbum intitulado Last Night In Amsterdam. Deste trabalho já conhecemos as músicas Sweet Amsterdam, a irreverente Crazy Nando e o mais recente single, Love Is Dope, que conta a história de uma relação tóxica, mas com carácter viciante, tal como a droga.

A banda encabeçada por Tatanka (voz e guitarra) com Miguel Casais (baterista), Marco Pombinho (teclas), Gui Salgueiro (teclas), Rui Pedro “Pity” (baixo) e Xico Fernandes (percussão) venceu o Festival da Canção em 2021 e teve uma prestação bem sucedida na Eurovisão com Love Is On My Side. Depois de muitos concertos dentro e fora de Portugal, The Black Mamba preparam-se agora para uma celebração junto dos fãs em Lisboa já no próximo dia 31 de Maio, que conta com o apoio da Rádio Comercial.

Os bilhetes já podem ser adquiridos nos lugares habituais.

Capitalismo: ameaça ou solução?



O capitalismo de mercado livre é uma das mais impactantes invenções da humanidade e a sua maior fonte de prosperidade. Mas esse sucesso carrega graves consequências. O mesmo sistema que gera riqueza está, gradualmente, a contribuir para a destruição do planeta e para a desestabilização da sociedade. Rebecca Henderson defende que o tempo para agir se está a esgotar e que é imperativo Repensar o Capitalismo para Salvar a Humanidade. O livro chega agora a Portugal com a chancela da Ideias de Ler.

Professora na Universidade de Harvard, uma de três “Diretores Excecionais” para o Financial Times em 2019 e especializada na inovação e mudança organizacional, Rebecca Henderson defende que se todas as empresas do planeta adotassem um propósito além do lucro imediato, perseguissem uma estratégia de valor compartilhado e fossem apoiadas por investidores sofisticados e comprometidos com o longo prazo, isso já se traduziria num enorme avanço, mas nem de longe o suficiente para resolver grandes problemas, como as mudanças climáticas. Muitos desses problemas são verdadeiramente coletivos – resolvê-los beneficiaria todos, mas nenhuma empresa tem a capacidade de o fazer sozinha.

Repensar o Capitalismo para Salvar a Humanidade pretende apontar caminhos que as empresas, as instituições e os governos podem seguir para tornarem o sistema mais justo, equilibrado, sustentável e humano, indo ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Para o fazer, apresenta propostas de ação, exemplos de corporações e empreendedores que já estão a seguir esta via e, a cada leitor e cidadão, deixa ainda seis conselhos: descobrir a sua missão; levar os seus valores para o emprego; trabalhar no setor público; envolver-se nas decisões políticas; cuidar da própria saúde e bem estar e, por último, procurar alegria. São propostas simples mas essenciais e realmente eficazes para que todos – cidadãos individuais, instituições privadas e governos – contribuam para um futuro não só mais sustentável, saudável e feliz, mas também mais próspero.

Sobre a Autora

Rebecca Henderson é Professora da Cátedra John and Natty McArthur na Universidade de Harvard, onde leciona “ Reimagining Capitalism: Business & the Big Problems”, do programa de MBA da Harvard Business School. É investigadora no National Bureau of Economic Research e membro da British Academy e da American Academy of Arts and Sciences. Perita em inovação e mudança organizacional, tem-se debruçado sobre o papel do setor privado na construção de uma economia mais sustentável, focando-se na relação entre missão organizacional, inovação e produtividade em organizações de alto desempenho. Tem assento na administração da CERES, da Amgen e da Idexx Laboratories e, em 2019, foi nomeada um dos três “Diretores Excecionais” pelo Financial Times. Tem inúmeros trabalhos publicados, incluindo em diversos dos mais reputados jornais académicos. Também toca violoncelo, não muito bem, mas com muito entusiasmo.

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Concerto memorável de António Zambujo no Casino Espinho



Conhecido como um dos maiores representantes da música, cultura e língua portuguesa, António Zambujo vai actuar num jantar concerto, no próximo dia 27 de Maio, no Casino Espinho.

O seu percurso, que começou por ser traçado de forma distinta entre o Fado e o Cante Alentejano, recusa ficar preso a géneros e a escolas musicais. Em 2021, António Zambujo editou o seu último álbum de originais, Voz & Violão, que entrou directamente para o #1 do Top de Vendas nacional e, em 2022, foi lançada a colectânea que reúne alguns dos seus maiores êxitos, como Pica do 7, Flagrante, Lambreta e Zorro.

2023 será o ano do seu novo álbum de originais. O aguardado trabalho trará certamente uma nova visão do mundo de António Zambujo, sempre pronto a espelhar um pouco da sua realidade nas músicas que canta.

Enquanto se desfruta de um jantar muito animado, repleto de sabor, estas noites vão oferecer a oportunidade de assistir a espectáulos memoráveis deste cantor e músico de excelência, com uma capacidade única de cativar o público,

Admissão para jantar: 20:00 às 21:00
Início concerto às 22:30
Dia 27 de Maio | Casino Espinho: €75 por pessoa

Beja volta a receber a Beja Romana



Começa amanhã a programação da Beja Romana. Até domingo, Beja traja-se a rigor para reviver o período romano.

Promover a relação da comunidade com o seu passado como forma de estimular o sentimento de pertença, fomentando o conhecimento da história e do património de Beja no período romano.

O Festival Beja Romana desenvolve-se em 5 eixos principais: educação para o património; promoção de atividades produtivas contemporâneas inspiradas no passado romano; promoção do conhecimento científico; desenvolvimento de um programa de animação inspirado no passado histórico de Pax Julia e valorização da oferta gastronómica de base mediterrânica

O evento Beja Romana tem como objetivo celebrar os primeiros tempos daquela que foi a importante cidade romana de Pax Julia.

Pax Julia era a capital de um dos três conventus iuridicus (circunscrições territoriais jurídico-administrativas em que se subdividiam as províncias) que existiam no atual território português, a única a sul do Tejo. Era a cidade com o estatuto administrativo e jurídico mais importante na região. Os vestígios arqueológicos encontrados por toda a cidade, particularmente abundantes no que se refere à cidade romana, confirmam a grandeza e imponência que Pax Julia deve ter possuído, consonante com o estatuto que tinha.

O Festival Beja Romana pretende celebrar o passado romano reavivando a memória e o universo romano dos ilustres pacenses.

O último episódio de Citadel estreia amanhã na Prime Video



A Prime Video estreia esta sexta-feira, 26 de maio, o último episódio do thriller de ação e espionagem Citadel. A primeira temporada conta com seis episódios, que ficam todos disponíveis na Prime Video esta sexta-feira em mais de 240 países e territórios em todo o mundo.

Passaram 8 anos desde o fim de Citadel. A agência mundial de espionagem independente, encarregada de velar pela segurança de todos, foi destruída por agentes de Manticore, um poderoso sindicato que manipula o mundo a partir das sombras. Após o fim de Citadel, os agentes de elite Mason Kane (Richard Madden) e Nadia Sinh (Priyanka Chopra Jones) tentam escapar com vida, mas perdem todas as memórias. Desde então, não foram detectados, construindo novas vidas com novas identidades, sem serem conscientes do seu passado. Até que uma noite, Mason é localizado por um antigo colega de Citadel, Bernard Orlick (Stanley Tucci) que precisa desesperadamente de ajuda para impedir que Manticore estabeleça uma nova ordem mundial. Mason procura a antiga colega, Nadia, e os dois espiões embarcam numa missão que os leva por todo o mundo num esforço para impedirem a Manticore, ao mesmo tempo que enfrentam uma relação construída em segredos, mentiras e um amor perigoso e por vezes eterno. 

Richard Madden interpreta o papel de Mason Kane,  Priyanka Chopra Jonas é Nadia Sinh, Stanley Tucci é Bernard Orlick, Lesley Manville é Dahlia Archer, Osy Ikhile é Carter Spence, Ashleigh Cummings é Abby Conroy, Roland Møller é Anders e Davik Silje e Caoilinn Springall é Hendrix Conroy.

Citadel chega através da Amazon Studios e da AGBO dos irmãos Russo, com produção executiva de  Anthony Russo, Joe Russo, Mike Larocca, Angela Russo-Otstot e Scott Nemes para AGBO, e David Weil como showrunner e produtor executivo. Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg são os produtores executivos da Midnight Radio. Newton Thomas Sigel e Patrick Moran também são produtores executivos.



Citadel continua
Citadel é a estreia de um franchise global. Citadel e os spin-offs, todos produzidos pela AGBO dos irmãos Russo, percorrem o mundo com histórias interligadas. Cada série de Citadel é criada, produzida e filmada numa região, e protagonizada por grandes talentos, formando um franchise global diferente. Atualmente, estão a ser filmados os spin-offs em Itália e Índia, protagonizados por Matilda De Angelis, Varun Dhawan e Samantha Ruth Prabhu, respectivamente.

Comodoro Amigo - "Atari Hanzo" um álbum que celebra um imaginário geek convertido à cultura pop



Depois de ter desvendado os singles “Bretton Woods” e “Polaroid Android”, Comodoro Amigo lançará o seu disco de estreia “Atari Hanzo” no próximo dia 26 de Maio de 2023, data que coincidirá com a sua apresentação ao vivo, que terá lugar na Associação LAC (Laboratório de Actividades Criativas), na antiga cadeia de Lagos, transformada num hub de residências artísticas.
 
Como o selo de Moreia Elétrica, Atari Hanzo é a celebração de um imaginário geek convertido à cultura pop. Não disfarçando o seu flirt para com um mundo tecnológico na idade dos “porquês”, Comodoro Amigo usa e abusa de uma electrónica pueril, lo-fi, mas cruzada com instrumentos orgânicos, para colorir o seu disco de estreia.
 
Apesar de algumas aproximações a uma estética retro, este não é projecto de saudade, apenas um projecto com memória. Talvez por isso, a linguagem tem “efeitos retroactivos”, mas com aplicabilidade contemporânea, não só pela produção personalizada, mas sobretudo pelo escrutínio social das palavras, que assumem lugar central neste projecto.



Apresentação do álbum “Atari Hanzo” no próximo dia 26 de Maio na Associação LAC (Laboratório de Actividades Criativas), na antiga cadeia de Lagos, transformada num hub de residências artísticas.

Comodoro Amigo serve-nos Kitsch Dark Pop em modo descaradamente confessional. Aviva-nos a memória que trazemos de vários lugares da língua portuguesa, com uma linguagem actual, digital, descomplexada, que tanto pode vaguear entre o noir e o cheesy, encontrando-se por isso, sempre que pode, com alguns covers inesperados.
O Comodoro navega sem fronteiras na geografia de um mundo completamente interligado, tendo na palavra o seu quadrante, enquanto bolina nas suas próprias experiências, concedendo que ir mais longe que em cada viagem, é ir mais adentro.