sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Exposição "A Viagem de Darwin" - Templo da Poesia, Parque dos Poetas, Oeiras


"Suba a bordo" de "A Viagem de Darwin" esta é a proposta da UAU que  se encontra patente no Parque dos Poetas em Oeiras, de terça a domingo, a partir do dia 1 de Outubro encerra as 18 horas.

Em 1831, Charles Darwin, o jovem naturalista e biólogo inglês, que abandonou a medicina e o objectivo (imposto pelo seu pai) de se tornar clérigo da Igreja Anglicana, aceitou o convite de John Henslow e Adam Sedgwickint e partiu  à descoberta de novos países e dos seus territórios, analisando em detalhe a sua fauna, flora e geologia.

Na bagagem trouxe observações, anotações e colecções de espécies cuja a análise e estudos posteriores lhe valeram o título de “Pai da Biologia Moderna”.

Nesta exposição, siga passo-a-passo esta viagem e acompanhe o processo de construção da teoria fundamental da biologia, a selecção natural das espécies.


Huawei Lança Edição Exclusiva P8lite David Carreira


A Huawei, uma das líderes mundiais em soluções de Tecnologias de Informação e Comunicação lança uma edição especial do seu famoso smartphone P8lite com conteúdos exclusivos do cantor e actor David Carreira.

Para além de todas as características técnicas inovadoras do Huawei P8lite, esta edição exclusiva David Carreira inclui várias fotos inéditas do cantor, que podem ser  visualizadas a qualquer hora e lugar ou até mesmo partilhadas com amigos, permite também ver e ouvir um momento acústico privado com excelente qualidade áudio, e ainda aceder ao seu contacto pessoal, para falar com o próprio directamente.

Este lançamento marca o início de uma parceria entre a Huawei e o David Carreira, tornando este embaixador da marca, para surpreender os fãs e trazê-los mais próximos do seu ídolo....tudo através de um simples toque no seu Huawei P8lite.



O Huawei P8lite
O Huawei P8lite apresenta um design simples com um ecrã táctil de 5.0 polegadas IPS totalmente laminado e uma superfície suave e plana. Tem 7.7 milímetros de espessura, o que permite a sua utilização com uma mão, mantendo uma perfeita interacção entre o smartphone e o utilizador.

O Huawei P8lite está equipado com uma câmara frontal de 5MP e uma câmara traseira de 13MP permitindo além das funcionalidades de melhoramento dos rostos nas fotografias, como alisamento, branqueamento, emagrecimento do rosto, aperfeiçoamento dos olhos ou recurso de polimento da imagem de nível 10, também funções de embelezamento de rosto em gravações e chamadas de vídeo.

O Huawei P8lite tem múltiplas e divertidas funções de câmara, como fotos instantâneas, captura de sorriso, adicionamento de som na foto, foco de temas em movimento, foco manual, pressão de som, panorama, e captura contínua, para permitir aos utilizadores desfrutar verdadeiramente da fotografia móvel e tirar fotografias fantásticas.

O Huawei P8lite apresenta uma capacidade de áudio de alto nível devido a uma câmara de som BOX integrada. Para além disso, as colunas traseiras e as frontais em separado, evitam a dispersão em ambientes de baixa frequência. Ambos proporcionam uma saída de som de qualidade Hi-Fi.

Alimentado por um processador octa-core Kirin 620 chipset de 64 dígitos 1.2 GHz, o Huawei P8lite proporciona uma conectividade ultra-rápida 4G LTE Cat4 com uma velocidade de download de 150Mpbs.
  
O Huawei P8 lite edição especial David Carreira está disponível, livre de operador, por um PVP de 269,90€.

Casino Estoril estreia musical "Esta Vida é uma Cantiga" a 1 de Outubro


O Auditório do Casino Estoril estreia, no próximo dia 1 de Outubro, às 21h30, o musical “Esta Vida é uma Cantiga”. Henrique Feist, Susana Félix, FF e Yola Dinis serão os grandes protagonistas deste espectáculo que convida o público a viajar pelos principais êxitos do teatro e do cinema musical em Portugal. O ciclo de representações renova-se, de Quinta-Feira a Domingo, até 25 de Outubro.

Recorde-se que, "Esta Vida é Uma Cantiga" é o verso inicial duma das canções mais célebres de toda a história da Revista – "O Dia da Espiga" – que começou a ser cantada em 1929 e teve tal sucesso que até hoje não há quem não a conheça.

Na verdade de entre todos os condimentos indispensáveis a uma saborosa Revista ou um saboroso filme português, talvez nenhum seja mais indispensável do que a música. Cantigas que despertam sentimentos tão de toda a gente como a alegria, a dor, a saudade, o amor, a partida, o gostar de Lisboa, são hoje tão certeiros aos mesmos sentimentos como eram para aqueles do tempo em que foram criadas.

Este espectáculo é uma celebração da música do Teatro de Revista e do Cinema Musical português, procurando através de cantigas que se foram buscar aos mais de 150 anos que este género teatral teve de vida em Portugal, bem como aos mais de 80 anos que este género de cinema teve, captar um pouco dos seus temas preferidos como o Fado ou Lisboa, um pouco dos seus sentimentos mais sentidos, e também mostrar como essas cantigas são tão vibrantes na sua versão original como numa apresentação mais depurada ou até envolvidas pelo ritmo típico da Broadway.

Com um enquadramento revivalista, “Esta Vida é uma Cantiga” é um espectáculo da autoria de Henrique Feist e Vitor Pavão dos Santos. A direcção musical é assinada por Nuno Feist.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

TNDM II - "A Mentira" d'Os Possessos



O D. Maria II apresenta, dias 25 e 26 de Setembro, na Sala Estúdio, o segundo espectáculo integrado no Ciclo Recém-nascidos, uma iniciativa anual que dedica um mês de programação a novos artistas e companhias. II – A Mentira, um espectáculo d’Os Possessos, com texto e encenação de João Pedro Mamede, baseia-se na obra da autora húngara Agota Kristof, em que os protagonistas e as situações se reinventam constantemente, e no qual o percurso ficcional de dois irmãos gémeos — que a guerra acaba por separar de forma irremediável — é desmentido por mais ficção, até apenas um deles existir, porque o outro havia sido inventado. 

A primeira edição do Ciclo Recém-nascidos iniciou-se com a estreia de Colecção de amantes de Raquel André e, até 11 de Outubro, apresentará ainda obras recentes das companhias Sillyseason e Terceira Pessoa.

A proposta do colectivo SillySeason – Panorama – inscreve-se no cruzamento de linguagens de vídeo e som, instalação e arquitectura e coloca em cena um espectáculo que questiona as diferentes ideias de História, a partir de uma reflexão sobre o tempo de vida de um homem e da temporalidade própria de um espectáculo. Em cena de 2 a 4 de Outubro.

De 9 a 11 de Outubro sobe ao palco Primeira infância: um fabulário. Partindo do universo dos primeiros anos de vida e das histórias desses tempos, este espectáculo centra-se na figura da Maria Rita, uma criança de nove anos que começou a fazer espectáculos com a Terceira Pessoa aos seis.

7ª Arte - Estreias de cinema de 24-09-2015

Estreias de cinema de 24 de Setembro de 2015


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Uma Noite Fora do Palácio

Data formal da derrota da Alemanha nazi pelos Aliados, o dia 8 de Maio de 1945 é marcado por grandes celebrações. Em Londres (Inglaterra), particularmente em Trafalgar Square e no Palácio de Buckingham (residência oficial dos monarcas), formam-se grandes multidões. À varanda do palácio, o rei Jorge VI e a rainha Isabel, acompanhados pelo primeiro-ministro Winston Churchill, surgem para saudar o seu povo. Nesse dia, a princesa Isabel (futura rainha Isabel II) e a princesa Margarida, a irmã mais nova, são autorizadas a juntar-se aos festejos, sob anonimato. Com pouca experiência, as raparigas misturam-se na multidão em euforia, numa experiência que as vai marcar para o resto das suas vidas. E quando, na madrugada do dia seguinte, regressam ao palácio, percebem que não foi apenas a Europa que mudou...
Uma comédia dramática inspirada em factos reais, com assinatura de Julian Jarrold ("A Juventude de Jane"). 



Evereste

O alpinista Rob Hall prepara-se para fazer mais uma subida ao Monte Evereste (Himalaias). Com uma altitude de 8848 metros, é o mais alto pico da Terra e um dos lugares mais perigosos do mundo. Com uma equipa liderada por si, e com guias locais da sua total confiança, Rob crê ter tudo sob controlo. A subida, apesar dos inúmeros riscos e obstáculos intrínsecos, corre como o esperado e eles chegam ao cume, em triunfo. Mas, quando uma tempestade de enormes dimensões se forma subitamente e ameaça atingi-los, percebem que lhes resta pouco tempo para a descida. Assim começa uma tentativa desesperada de regresso à base, onde se encontra a equipa de apoio. Sob uma tempestade que quase não os deixa avançar e sem oxigénio de reserva, Rob e a sua equipa são levados ao extremo das suas forças e capacidade de sobrevivência...
Com realização de Baltasar Kormákur, segundo um argumento de William Nicholson e Simon Beaufoy, um filme dramático baseado em acontecimentos reais que tiveram lugar no Evereste, em 1994. Jason Clarke, Josh Brolin, John Hawkes, Robin Wright, Michael Kelly, Sam Worthington, Keira Knightley, Emily Watson e Jake Gyllenhaal dão vida às personagens.



Life

Considerado um dos mais importantes fotógrafos da segunda metade do século XX, Dennis Stock (interpretado por Robert Pattinson) fez quase toda a sua carreira na agência Magnum, captando, com a sua lente, algumas das mais emblemáticas figuras norte-americanas da época: actores como Marilyn Monroe, Marlon Brando, Grace Kelly ou Audrey Hepburn, e grandes vultos do jazz como Miles Davis, Charlie Parker, Louis Armstrong, Billie Holiday ou Duke Ellington. Os movimentos de contestação da década de 1960 e as paisagens naturais do território norte-americano foram temas igualmente registados na sua longa carreira. Mas no coração de todo o seu trabalho haveriam de ficar para sempre os célebres retratos feitos com James Dean (Dane DeHaan), pouco tempo antes da morte deste, com apenas 24 anos. Em 1955, Stock acompanhou o então pouco conhecido actor numa viagem que os levou de Los Angeles a Nova Iorque, e depois à casa onde Dean cresceu, no Indiana. Foi ali que o fotógrafo captou, para a revista "Life", algumas imagens que se tornariam famosas. É esta viagem, realizada quando o actor estava prestes a alcançar uma súbita celebridade com a sua carismática actuação em "A Leste do Paraíso", de Elia Kazan (baseado na obra homónima de John Steinbeck), que está no centro do filme. James Dean morreu em Setembro de 1955, num desastre de automóvel. Foi já após a sua morte que se estreou "Fúria de Viver", de Nicholas Ray, a sua segunda aparição no cinema, onde voltou a interpretar um jovem rebelde e perturbado. Quanto ao fotógrafo Dennis Stock, veio a falecer de cancro, em Janeiro de 2010, aos 81 anos.
Depois de, em "Control" (2007) se ter centrado em Ian Curtis, vocalista dos Joy Division (que se suicidou em 1980 quando a banda inglesa se preparava para a sua primeira digressão norte-americana), o realizador Anton Corbijn debruça-se sobre a vida de James Dean e a amizade que o juntou a Stock.

UAU investe 2 milhões de euros na recuperação doTeatro Tivoli BBVA


Depois da aquisição em Dezembro de 2012, a UAU continua a recuperar o Teatro Tivoli BBVA, num investimento que atinge os 2 milhões de euros. O teatro encontra-se a funcionar, estreando esta semana a peça Plaza Suite, com Alexandra Lencaste e Diogo Infante.

Nascido em 1924, pelo sonho de Frederico de Lima Mayer, o edifício actualmente designado por Cine Teatro Tivoli BBVA foi concebido segundo um projecto do arquitecto Raúl Lino e, na época, considerado a melhor sala do país. Polivalente, teve uma companhia de teatro residente (criada em 1925) e recebeu as mais prestigiadas companhias de dança e orquestras do mundo.

Muitos anos passaram e o edifício do Teatro Tivoli BBVA foi alvo de diversas tentativas de alteração, tendo sido sujeito às mais diferentes propostas para transformação em hotel ou espaço comercial. Porém, resistiu a tudo e manteve-se firme no seu propósito. Mesmo sofrendo com muitos maus tratos e relações indecorosas continuou a sua vida consagrada às artes e conseguiu manter-se de pé, numa afirmação de dedicação, com as portas abertas para produtores, artistas e público.

Em 2012, ganhou novo fôlego ao ser adquirido pela UAU que, pela intenção de o "devolver à cidade", mantém uma programação variada, capaz de satisfazer todos os públicos. No início de 2015, o Teatro Tivoli BBVA recebeu a merecida homenagem ao ser considerado Monumento de Interesse Nacional, passando a ser o único Monumento em Portugal, privado, dedicado às artes.

Há muito que todos sabiam que um edifício com mais de 90 anos teria que beneficiar de obras de recuperação, manutenção e adequação às exigências dos tempos modernos. Com um projecto de arquitectura e intervenção pensado no mais rigoroso respeito pelo espírito original do seu criador, liderado pelo arquitecto Flávio Tirone, a UAU abraçou o desafio de recuperar o Teatro Tivoli BBVA.

Ao investimento, superior a 2 milhões de Euros, exclusivamente privado, somam-se os contributos de muitas instituições, empresas e particulares, sem as quais este desiderato não seria realizável. BBVA, CIN, Sanitana, Siemens, Revigrés, LG e Nobilis são as empresas que responderam ao desafio da UAU e que ficarão definitivamente associadas ao projecto de recuperação deste Monumento Nacional. A Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia de Santo António compreenderam a importância desta aventura para a cidade e associaram-se no apoio à sua recuperação.

Entre as grandes intervenções ganham destaque a renovação das cadeiras da sala, os novos e modernos camarins, uma sala de ensaios, novos equipamentos de palco e um monta-cargas com acesso directo ao palco, instalações sanitárias condignas para o público e uma recuperação, já elogiada pelos técnicos, de toda a decoração, pinturas e madeiras originais. Mas, o edifício ganha também novas valências com a criação do novo espaço Café-Concerto, no 1º piso superior, com capacidade até 300 pessoas, a recuperação do lounge da Rua Manuel Jesus Coelho e a dedicação dos espaços do alçado da Avenida da Liberdade para o acolhimento de duas lojas de moda do mais elevado prestígio internacional.

Noventa anos depois de ter começado a carreira no mundo dos espectáculos, o Teatro Tivoli BBVA renasce para a cidade.

Nuno Costa apresenta Detox na Culturgest - 9 de Outubro - 21h30


Nuno Costa apresenta “Detox”, o terceiro álbum do já reconhecido nome no que respeita ao Jazz Nacional.
No próximo dia 9 de Outubro, na Culturgest, o guitarrista farse-á acompanhar pelos seus parceiros habituais, num quinteto formado pela cantora Rita Maria, o pianista Óscar Marcelino da Graça, o contrabaixista Bernardo Moreira e o baterista Bruno Pedroso, talentos que pautam o jazz nacional e uma formação onde é cada vez mais notória a cumplicidade adquirida nos últimos seis anos, bem como um consequente som de grupo próprio e personalizado. “Quando quis fazer um grupo, em 2008, escolhi os que melhor me pareciam interpretar e identificar-se com a música. Houve depois um período de consenso entre a própria música e o músico e também tentei sempre, enquanto compunha, imaginar como soaria determinada passagem tocada por um deles. Neste momento, pouco ou nada tenho a dizer no ensaio porque já se me antecipam na grande maioria das vezes. Cresci e aprendi muito a tocar com eles"
Composto apenas por temas originais, o seu terceiro disco afasta-se outra vez dos caminhos mais óbvios e dos mais frequentes clichés do jazz moderno, numa visão singular que remete para quadros cinematográficos com uma forte componente visual e a criatividade que o caracteriza e distingue enquanto compositor. Um reflexo do ADN de Nuno Costa, licenciado e bolseiro da Berklee College of Music em Film Scoring – composição de bandas sonoras. “Nesta altura, nada há na minha vida que não goste de fazer, mas tenho de destacar a composição e interpretação como aquilo que mais me completa.
Assim, após os seus primeiros álbuns enquanto líder, “(...) - Reticências entre Parênteses” (2009) e “All Must Go” (2012) ambos editados pela Tone of a Pitch e que revelaram «provas de uma surpreendente maturidade musical como guitarrista e acima de tudo, como um caso muito sério na qualidade de compositor», Nuno Costa surge em 2015 com “Detox”, um disco que promete abraçar os amantes e simpatizantes de Jazz.


Sobre Nuno Costa
Nuno Costa, nascido em 1980, começou a tocar guitarra aos 15 anos. Em 1998, prossegue os seus estudos musicais na Academia de Amadores de Música.
Posteriormente, ingressa na escola do Hot Clube de Portugal, tendo em 2002 recebido uma bolsa de estudo para a conclusão dos seus estudos. Em 2003, novamente como bolseiro, prossegue a sua formação na Berklee College of Music, tendo terminado o curso de Film Scoring em 2005.
Em 2009, grava o seu primeiro disco, “(...) - Reticências entre Parênteses” para a editora Tone of a Pitch. Em 2012, lança o álbum “All Must Go” para a mesma editora. O seu último disco, "Detox" foi lançado em 2015. Participou ainda em “Depois de Alguma Coisa” de Gonçalo Prazeres (2010), “Fuse” dos QuadQuartet (2012) e “Silk” do grupo Loft (2013).
Nuno Costa, em parceria com o pianista Óscar Graça, conta ainda com um projecto de “Filme/Concerto” que tem tido uma participação assídua em vários festivais de cinema nacionais, com destaque para o Ciclo Invicta.Música.Filmes na Casa da Música, Fike, Faial Filmes Fest, Encontros de Viana, entre muitos outros. Paralelamente a este projecto, trabalha regularmente com realizadores, compondo música para os mais diversos formatos. É ainda co-proprietário com André Fernandes do Estúdio Timbuktu em Lisboa, onde já foram gravados diversos projetos da fileira do Jazz.
Actualmente pertence ao corpo docente da escola de Jazz Luís Villas-Boas (Hot Clube de Portugal) e é aluno do Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento na Universidade de Lisboa.

Lamborghini Huracán LP 610-4 Spyder: performance e lifestyle a céu aberto


O novo Huracán Spyder destaca uma tecnologia inspiradora, excepcional qualidade e um desempenho de tirar o fôlego. Conforto e luxo com um design puro e dinâmico assegura que  a versão descapotável do Huracán é um Lamborghini icónico por direito próprio. O seu peso ultra leve e a capota electrohidráulica transmitem ao novo Lamborghini uma presença distinta com o tejadilho aberto e fechado e o máximo conforto para o condutor e passageiro com intransigente handling e performance.
O motor atmosférico V10 de 5.2 litros debita uma potência de 610 Cv. O novo Huracán LP 610-4 Spyder acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, atingindo uma velocidade máxima de 324 km/h. O Spyder também inclui novos recursos técnicos da família Huracán (model year 2016), incluindo a tecnologia “cylinder on demand” em combinação com o sistema Stop & Start e com um novo desenvolvimento da tracção às quatro rodas controlada electronicamente que melhorou o comportamento e a condução.


Design e a nova solução soft top
O Huracán Spyder demonstra a mais recente evolução da característica linguagem de design da Lamborghini. Realça um excelente impacto visual ao aderir ao princípio da Lamborghini: "forma e função“. 
O Lamborghini Huracán LP 610-4 Spyder é tão emocional no aspecto visual como quando se está a conduzir. A característica mais evidente do Huracán Spyder é a sua nova capota que está disponível em três cores diferentes: preto, castanho e vermelho. Mesmo com a capota fechada, as linhas do Spyder diferem significativamente das do coupé. Nos 4,46 metros de comprimento e 1,92 metros de largura, o Lamborghini Huracán Spyder apresenta uma altura de apenas 1,18 metros. A capota leve enquadra-se perfeitamente na silhueta do Spyder, quer na situação de estar fechada quer em modo a céu aberto, mantendo perfeito o centro de gravidade do Spyder. Ao mesmo tempo revela as linhas atléticas e igualmente poderosas do veículo em modo descapotável. As barras de segurança pop-up automáticas encontram-se ocultas, não intervindo de nenhum modo na estética da baixa silhueta do veículo com a capota aberta.
A leve e nova capota electro-hidráulica é aberta através de um botão posicionado no túnel central em apenas 17 segundos e até uma velocidade de andamento de 50 km/h. Se a capota está para cima ou para baixo, o condutor também pode abrir electronicamente o óculo traseiro em vidro, que pode ser
aberto ou fechado, estando a capota colocada ou removida. Quando a capota está aberta destaca-se como um autêntico amplificador da sonoridade única do motor V10 atmosférico.
Para aumentar ainda mais o conforto, há dois guardas ventos laterais removíveis que garantem assim um conforto acústico perfeito, permitindo uma conversa mesmo em altas velocidades. Estudos aerodinâmicos permitiram que na parte superior do para-brisas não fossem montados quaisquer apêndices ou spoiler móveis.
Por último, mas não menos importante, as duas asas contribui para optimizar o fluxo de ar através do compartimento do motor, que é coberto por uma tampa de ripas específica para o Spyder. As entradas de ar do compartimento do motor são pintadas em preto.



Chassis
A sistemática e ampla experiência da Automobili Lamborghini no trabalho em fibra de carbono confere uma construção ultra leve ao novo chassis híbrido do Huracán Spyder, através de uma estrutura integrada de elementos de carbono e de alumínio.
O peso em vazio de 1542 kg permite não só realçar uma excelente relação peso/potência de apenas 2,53 kg/cv, mas também garante a precisão de um verdadeiro veículo de competição com uma rigidez excepcional. Uma rigidez melhorada em 40% em relação ao seu antecessor Gallardo.
A circulação da aerodinâmica Huracán Spyder inclui uma parte inferior da carroçaria completamente plana e lisa, enquanto um grande difusor dissipa o ar por baixo da extremidade traseira; um spoiler fixo está integrado na extremidade traseira. Em termos de downforce, o Huracán Spyder excede o
seu antecessor Gallardo em 50%, e com tejadilho fechado beneficia de um muito baixo coeficiente aerodinâmico, eliminando praticamente o ruído do vento.



Força motriz e dinâmica de condução
Oferecendo as mesmas qualidades técnicas do Huracán Coupé, o motor atmosférico V10 de 5.2 litros debita uma potência de 610 Cv (448 kW) às 8.250 rpm e um binário máximo de 560 Nm às 6.500 rpm. No "Iniezione Diretta Stratificata" (IDS), os sistemas de injecções a gasolina directas e indirectas são inteligentemente combinados. Tal permite uma maior potência bem como um maior binário, mas com menores consumos de combustível e mais reduzidas emissões de CO2. A velocidade máxima é de 324 km/h e a aceleração 0-100 km/h surge em escassos 3,4 segundos (até aos 200 km/h é efectuada em 10,2 segundos). Valores que enaltecem de uma forma bastante sumária o temperamento e toda a dinâmica ao volante do Huracán Spyder. Graças à nova tecnologia Stop & Start e ao sistema “cylinder on demand”, ou seja, a desactivação de uma bancada de cilindros em carga parcial, o valor de consumo combinado é de apenas 12,3 litros aos 100 km. As emissões de CO2 do Huracán Spyder foram reduzidas em 14%, em comparação com o Gallardo Spyder, apesar de um aumento significativo no desempenho.
A potência do motor V10 é transmitida à estrada através da transmissão de dupla embraiagem de 7 velocidades "Lamborghini Doppia Frizione" (LDF) e de um sistema de tracção às quatro rodas totalmente controlado electronicamente. Numa situação normal, a repartição do binário é de 43% para o eixo dianteiro e de 57% para o eixo traseiro. Na traseira, um bloqueio do diferencial mecânico garante tracção poderosa. Tal como no coupé, o interruptor ANIMA (Advanced Intelligence Network Management) no volante permite vários modos de condução. Os diferentes modos de condução do Huracán Spyder podem ser seleccionados através de um selector de dinâmica de condução (incluindo para uma performance extrema no traçado de uma pista) com três configurações consoante a tração da estrada: STRADA, SPORT e CORSA. Os diferentes modos garantem uma grande amplitude no comportamento em estrada do Huracán Spyder. Em particular, influenciam os “set-ups” de vários
sistemas, tais como da caixa de velocidades e do comportamento motor, da sonoridade, do sistema de quatro rodas motrizes e do controlo electrónico de estabilidade. Trabalhando “na sombra” está o sistema LPI (Lamborghini Piattaforma Inerziale). Seis sensores fornecem informações sobre o movimento do carro; o LPI envia, de seguida, a informação da velocidade para todos os  sistemas de manuseamento.
Os travões concebidos em carbono e cerâmica do Huracán Spyder são de série e garantem uma travagem sempre espectacular. O “Lamborghini Dynamic Steering” (sistema desmultiplicação variável da direcção e controlo do amortecimento da suspensão magneto-reológico) está disponível como opção para uma maior  personalização do comportamento dinâmico do Huracán Spyder.
Também são calibrados através de três diferentes dinâmicas de “set-ups”. Os discos dianteiros medem 380 mm de diâmetro e, como opção, a Lamborghini também oferece pinças de travões pintadas em várias cores. Os braços da suspensão de triângulos duplos são de alumínio nas quatro rodas.
A Lamborghini oferece os opcionais sistemas LDS (Lamborghini Dynamic Steering), que adaptam a relação da transmissão com a velocidade em estrada e o controlo de amortecimento magneto-reológico, que altera as características de amortecimento de acordo com as preferências do condutor e
estilo de condução.


Interior e equipamentos
Um cockpit inovador domina o interior. O visor TFT de 12,3 polegadas pode ser configurado em vários modos e oferece ao condutor todas as informações-chave numa representação virtual, incluindo o mapa de navegação opcional. Os monitores são em formato pontiagudo, brilhantes e incrivelmente detalhados: o conta-rotações de agulhas virtuais, por exemplo, é recalculado 60 vezes por segundo, garantindo todas as acções sem problemas, mesmo em aceleração plena. O display TFT integra, de série, o novo sistema de Infotainment Lamborghini II.
O condutor pode controlar as funções de visualização através dos botões no volante: os outros únicos elementos de comutação são as patilhas. Os botões para a capota e o óculo traseiro estão no túnel da consola central como é o starter de arranque para o motor V10, localizado debaixo de uma capa vermelha como num jacto militar. Os bancos eléctricos do Huracán Spyder estão equipados com um ECU que garante que todos os movimentos são realizados sem contacto com a parede divisória do motor.
O painel de instrumentos e a fina consola central contribuem para a elegância do design do interior. O habitáculo, que pode ser amplamente personalizado, transmite uma requintada qualidade e dispõe de revestimentos em Alcantara e couro nappa. Existem cinco opções de acabamento - Standard, Elegante, Sportivo com Alcantara, Sportivo bicolor com Alcantara e Sportivo bicolor com couro macio - assim como 17 cores interiores.
A capota está disponível em preto, castanho e vermelho, complementando uma escolha de onze cores exteriores. O programa de individualização Ad Personam oferece outras alternativas, incluindo cinco cores exteriores mate.
Outros elementos de série contribuem para a personalização do estilo de vida luxuoso a bordo do Huracán Spyder. Estes incluem faróis de LED e luzes traseiras, rodas de 20 polegadas Giano, o novo sistema multimédia Lamborghini Infotainment System II com um terminal operacional na consola do túnel central. Além disso, as novas opções em ofertas reflectem o carácter de alta tecnologia do novo Spyder. Estes incluem o pacote de estilo exterior e variações através do Sensonum ® high end Sound system (disponível em mercados seleccionados) para o Lamborghini Dynamic Steering system.

Produção
O Huracán Spyder LP 610-4 (4 refere-se à tracção às quatro rodas) é produzido na sede da Automobili Lamborghini em Sant'Agata Bolognese numa linha de produção em que impera uma qualidade intransigente. As entregas aos primeiros clientes estão previstas para a Primavera de 2016.

Teolinda Gersão vence Prémio Literário Fernando Namora



Com o romance “Passagens”, Teolinda Gersão foi a vencedora da edição deste ano do Prémio Literário Fernando Namora, instituído pela Estoril Sol. É a segunda vez que a escritora recebe o mesmo galardão. Em 2001, foi igualmente distinguida com “Os Teclados”.

Na deliberação do Júri, tomada por unanimidade, assinala-se ainda o invulgar número de romances concorrentes – perto de uma centena -, bem como a qualidade literária de muitos deles, constando da lista de finalistas votados os nomes de António Tavares, H. G. Cancela, João Tordo e Lídia Jorge.

Na acta, o Júri salientou em Teolinda Gersão “tratar-se de uma obra que foca temas de grande actualidade, com um número muito significativo de personagens, com uma economia de texto sóbria e ponderada, assumindo uma crítica social ligada à heterogeneidade das realidades familiares contemporâneas”.

O Júri enfatiza, ainda, que Teolinda Gersão “trata o tema das passagens não apenas de cada ser humano para com os outros, mas também na relação entre a vida e  a morte – numa atmosfera poética, que muitas vezes surpreende o leitor . O ideal humano e social de cada personagem, designadamente, dos cuidadores e dos doentes, está fortemente ancorado na capacidade de compreender as diversas facetas da vida”.

Teolinda Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanística, Romanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e, depois, professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.

Recorde-se que o Júri do Prémio Literário Fernando Namora, no valor de 15 mil euros, instituído pela Estoril Sol, que vai na sua 18ª edição, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside e representa o Centro Nacional de Cultura, inclui José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e, ainda, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

O vencedor do ano passado foi Bruno Vieira do Amaral, com o seu romance “ As Primeira Coisas”. A cerimónia da entrega do Prémio está prevista para a segunda quinzena de Novembro próximo.