terça-feira, 26 de abril de 2016

Noite de fado com Silvana Peres e Gonçalo Castelbranco no Casino Estoril


Em noite de fado no Casino Estoril, agendada para amanhã a partir das 23 horas, Silvana Peres e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco do Lounge D acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.

Silvana Peres canta em diversas casas de fado de Lisboa. Com 26 anos, recorda que o interesse pelo fado começou num convívio de amigos, onde se aventurou a cantar o tema "Mas sou fadista" do repertório de Carlos Ramos, um dos fadistas que aprecia.

 Lembra-se de só o ter feito porque foi incentivada pelos guitarristas que foram contratados para o espectáculo dessa noite. Depois desse dia tornou-se hábito indispensável e todos os fins-de-semana com um grupo de amigos, uns fadistas outros guitarristas, quando possível reuniam-se e "fadistavam".

Silvana Peres distingue-se, em palco, pela interpretação de várias composições como, por exemplo, "Meu Amor Abre a Janela", "Sei que Nunca Vais Dizer" e "Saudades do Brasil em Portugal".

Gonçalo Castelbranco é considerado uma das referências da nova geração. Aos 25 anos, participou já em vários espectáculos musicais, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo sido aplaudido pelo seu protagonismo no musical “O Nazareno”. 

As raízes fadistas estão presentes na sua voz, muito por influência das suas ligações familiares a Frei Hermano da Câmara. Nos últimos dois anos, marcou presença assídua no “Arredar Bar”, histórica casa de fados, em Cascais, que foi recuperada para as grandes noites fadistas da região, e onde Gonçalo Castelbranco foi o artista residente.

As noites de fado prosseguem, desta vez, com dois jovens talentos da “canção nacional” que prometem um espectáculo intimista do Casino Estoril. São diferentes estilos interpretativos a não perder no Lounge D. 

Noite de fado com Telmo Pires no Casino Lisboa


Em noite dedicada ao fado, Telmo Pires apresenta, na próxima Quinta-Feira, 28 de Abril, pelas 23 horas, o álbum “Ser Fado”. O artista interpreta, ainda, um inédito absoluto, com música e letra originais de António Variações: “Ao Passar por Braga Abaixo”. A entrada é livre.

“Ser Fado” é o quinto álbum de Telmo Pires. O intérprete cristaliza, de forma madura e coerente, a sua ideia muito própria de fado. É um fado que está cada vez mais próximo das origens, das raízes, da tradição. 

Um fado que vive essencialmente da voz, da guitarra portuguesa e da viola, que congrega alguns dos grandes clássicos do género mas que se abre, também, a fados não tradicionais. 

Em estreia absoluta no Casino Lisboa, Telmo Pires partilha o palco com Bruno Chaveiro, na guitarra portuguesa, Cajé Garcia na viola de fado, e Yami Aloelela no baixo.

Garrett McNamara nas nomeações XXL


Garrett McNamara, embaixador internacional da marca Mercedes-Benz e detentor do recorde do Guiness da maior onda surfada em tow-in, voltou a surfar a onda que poderá ser a maior do ano de 2016 e remou com sucesso para a maior onda de sempre em Mavericks, resultando no wipeout do século e em duas nomeações XXL.

O surfista afirmou, orgulhoso: “Foi definitivamente um dos wipeouts mais violentos que já tive em toda a minha vida. Agradeço a todas as pessoas que estavam na água e que me deram assistência imediata e apoio durante o processo de recuperação. Estou ansioso por surfar uma onda ainda maior no próximo ano com as minhas novas pranchas de remada desenvolvidas em parceria com a Mercedes-Benz”.

No âmbito da parceria entre a Mercedes-Benz Portugal e Garrett McNamara, foi desenvolvido o Projeto Mboard, no qual têm sido produzidas pranchas com características únicas, que têm permitido ao surfista havaiano surfar ondas gigantes como as da Nazaré. Esta performance, única em Mavericks, vem reforçar a importância da Mercedes-Benz em dar continuidade ao desenvolvimento das melhores tecnologias de aerodinâmica, leveza dos materiais e flexibilidade, para um desempenho cada vez melhor destas pranchas e do seu embaixador internacional.

Les Ballets Trockadero de Monte Carlo - CCB em Novembro


Só homens. Sim! Não há mulheres na companhia!

À seriedade e rigor da performance aliam abundantes doses de humor ou não fossem os bailarinos, todos, homens. Sim! Não há mulheres na companhia, “eles” fazem todos os papéis e esta é a marca da diferença e da diversão.

Les Trocks, nome carinhoso pelo qual é conhecida, é a companhia de ballet mais original e divertida de sempre. Nasceu há 42 anos, off-broadway, e rapidamente conquistou a ribalta com a apurada técnica e graciosidade de movimentos dos seus bailarinos. No seu repertório estão os clássicos mas também originais, e dançar “em pontas” não assusta!

“A mais divertida noite de ballet de sempre”, diz o Sunday Times, “Ideal para quem não percebe ballet e absolutamente imperdível para quem acha que conhece os clássicos”, afirma o Sydney Star Observer.

Prepare-se para o inesperado com Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, no CCB, em Novembro.

CCB - 2 a 6 Novembro
2 a 5 Novembro às 21h
5 e 6 Novembro às 16h

Joaquim Monchique regressa com GOD ao Casino Lisboa a partir de Quinta-Feira


Aplaudida pelos visitantes do Casino Lisboa, a comédia “GOD” regressa, no próximo dia 28 de Abril, ao Auditório dos Oceanos. Após o expressivo êxito registado na primeira temporada de representações, Joaquim Monchique está de volta para protagonizar outro abençoado ciclo de espectáculos. 

Com a sua habitual dose de irreverência, Joaquim Monchique partilha o palco com Diogo Mesquita e Rui Andrade, proporcionando momentos verdadeiramente hilariantes.

Com um texto ousado, politicamente incorrecto, muitas vezes acutilante, “GOD” (An Act of God, no original) é uma comédia que parece ter sido feita à medida de Joaquim Monchique.

Escrita por David Javerbaum - vencedor de 13 Emmys e dois Grammys, que é um dos guionistas de eleição de Jon Stewart no "The Daily Show" -, "GOD" responde às questões existenciais que têm atormentado o Homem desde a Criação.

Noite de Flamenco no Casino Estoril com Monica Carrión e Tatiana Saceda


Com uma expressiva afluência de público, o ciclo de “Festival Flamenco” prossegue amanhã a partir das 23 horas, com a dupla Monica Carrión e Tatiana Saceda. Trata-se de mais uma noite de flamenco, a não perder, no Lounge D do Casino Estoril. A entrada é gratuita.

Em noite de gala, Monica Carrión e Tatiana Saceda estreiam-se no Lounge D do Casino Estoril para protagonizar um genuíno espectáculo de flamenco. Esta dupla é proveniente de Málaga, o berço de bailarinas e bailarinos de enorme importância na dança.

“O baile Flamenco é toda uma vida”, revela Monica Carrión, “Bailaora” da Companhia de António Andrade, que concilia a técnica com o sentimento. Por sua vez, Tatiana Saceda “Bailaora” é coreógrafa, co-fundadora da Columna Flamenca.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

"O Manual do Coração" de Helder Moutinho em pré-venda no Itunes


Já está em pré-venda no Itunes com os dois primeiros singles gratuitos na adesão

Escrito na totalidade por João Monge para as músicas de Carlos Barreto, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Mário Laginha, Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (Deolinda), Ricardo Parreira e Vitorino.

Foi gravado numa residência artística no Centro Internacional de Músicas e Danças do Mundo Ibérico "Musibéria" em Serpa, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016.

Estreia dia 6 de Maio numa loja perto de si.


Helder Moutinho faz-nos esperar por cada novo disco. Em vinte anos de carreira,  O Manual do Coração é apenas o quinto álbum, distando três anos do anterior 1987, aclamado justissimamente como um dos grandes discos do "novo fado" (seja lá o que isso for) e como um dos melhores trabalhos da música portuguesa de 2013. Antes, o fadista publicara Sete Fados e Alguns Cantos (1999),  Luz de Lisboa (2004), e Que Fado É Este Que Trago (2008).

A verdade, contudo, é que esse é o tempo necessário para Helder Moutinho burilar e trabalhar devidamente cada novo projecto, pelo meio dos seus múltiplos afazeres (como agente, empresário, editor, produtor, cantor, letrista...). E para garantir que cada novo disco não é, apenas, mais um.

Para O Manual do Coração, Helder Moutinho renovou a cumplicidade que o liga a João Monge, um dos mais notados letristas portugueses. Monge escrevera quatro letras para 1987, correspondendo a uma das quatro "histórias" que aquele disco contava.  "Nessa altura apercebi-me de que ele preferia escrever um disco inteiro, mais do que canções soltas", explica o fadista.  "E ele disse-me que, no momento em que eu quisesse, durante um ano não faria mais nada a não ser escrever para mim".

Onde os anteriores discos de Helder Moutinho tinham um lado narrativo muito forte,  "contando uma história cada um, este conta uma série de histórias", diz,  "que fazem parte do coração, que têm a ver com as nossas emoções". Os textos de Manual do Coração foram nascendo de longas conversas entre Moutinho e Monge, abordando episódios e histórias que lhes aconteceram, pessoalmente ou a amigos. 


O Violoncelo


O livro que fazia falta a quem ensina e a quem aprende violoncelo!
Uma obra com estratégias para alunos, pais e professores, adaptável para violino, violeta e contrabaixo.

Aprender violoncelo é diferente de ensinar, mas tanto para quem aprende como para quem ensina é útil ter acesso a informação prática que facilite a exploração do instrumento. E este é um livro eminentemente prático, que apresenta 170 exercícios que pretendem contribuir para inspirar os professores nas suas aulas e ajudar os alunos nos seus estudos. Apresentando estratégias voltadas mais directamente para o estudo do violoncelo, estas podem ser adaptadas a outros instrumentos de cordas, como violino, violeta e contrabaixo. A experiência, a pesquisa e o diálogo com outros profissionais, contribuíram para criar uma obra carregada de informação, útil para quem estuda e para quem ensina violoncelo.
Ao professor de violoncelo não basta ser músico e pedagogo, é importante que seja ainda um especialista em comportamento, um observador. Ao aluno de violoncelo não basta aprender música, é importante uma relação adequada com o instrumento e uma postura correcta, entre outros. Os exercícios desta obra, muito práticos, direccionados a «resolver» dificuldades ou a aperfeiçoar técnicas, estão apresentados de forma clara, para facilitar a leitura.

Sobre a Autora

Ana Raquel Pinheiro (Covilhã, 1982) lecciona violoncelo na Academia de Música de Santa Cecília (desde 2004) sendo também coordenadora da classe de cordas. Tem sido regularmente convidada para leccionar em masterclasses de violoncelo e para integrar júris de concursos, como o PJM 2015, categoria de música barroca. É responsável pelo Serviço Educativo do Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal (CEMSP) e coordenadora de cordas da Academia Portuguesa de Artes Musicais (APARM).
Iniciou os estudos de violoncelo aos 12 anos na EPABI, Escola Profissional de Artes da Beira Interior, com o professor Rogério Peixinho. Licenciou-se em violoncelo na ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas, na classe dos professores Miguel Rocha e Catherine Strynckx. Concluiu ainda o Curso «Biennio di Specializzazione» na Scuola Civica di Musica di Milano na classe de violoncelo barroco do professor Gaetano Nasillo e frequentou o Curso de Mestrado na Academia Nacional Superior de Orquestra/Universidade Lusíada com o professor Paulo Gaio Lima.
Como violoncelista adjunta colaborou com as mais prestigiadas orquestras nacionais tais como a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra Metropolitana de Lisboa e ainda agrupamentos e orquestras italianas incluindo La Risonanza, Academia Montis Regalis, entre outras.
Gravou para editoras internacionais como Passacaille, Urania Records, Verso, Naxus, entre outras.
Colabora regularmente com a orquestra e ensemble Músicos do Tejo, Melleo Harmonia, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, etc., e, desde 2005, integra a orquestra barroca Divino Sospiro. É membro do Quarteto Arabesco.
Premiada no Concurso de Arcos Júlio Cardona 2001, bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian durante vários anos e obteve ainda uma bolsa de mérito da Fondazione Marco Fodella em Itália.
O Violoncelo – Jogos para miúdos/prescrições para graúdos é o seu primeiro livro.

Damien Rice em Portugal


Damien Rice tem passagem marcada por Portugal com duas datas, dia 12 de Julho actua na Casa da Música e 13 de Julho no Coliseu de Lisboa. Na bagagem, Damien Rice traz “My Favourite Faded Fantasy”, o seu mais recente trabalho de originais.
“My Favourite Faded Fantasy” é o resultado de uma introspecção de oito anos, onde Damien Rice se reencontrou. Confrontado pelas suas próprias aporias sobre felicidade, sucesso e escrever música, Damien Rice fez apenas duas malas e começou a viajar ininterruptamente, nunca ficando muito tempo no mesmo sítio. A Islândia foi o lugar que mais inspirou este último álbum, “apaixonei-me pela Islândia” confessa Damien Rice. Mas foi quando chegou a Los Angeles, e começou a trabalhar com o super-produtor Rick Rubin, que Damien Rice começou definitivamente a gravar “My Favorite Faded Fantasy”.
Na Casa da Música e no Coliseu de Lisboa, dias 12 e 13 de Julho respectivamente, Damien Rice vai partilhar com público toda a aprendizagem destes últimos anos que se materializaram em canções, que o próprio músico apelida de honestas. Os bilhetes para os concertos em Lisboa e Porto vão estar disponíveis para compra nos locais habituais a partir das 10h00 de amanhã, 23 de Abril.


Regresso ao Futuro - A Nova Emigração e a Sociedade Portuguesas


O que tem levado tantos portugueses a emigrar? O que vão fazer?
Este é o estudo que faltava sobre a emigração recente em Portugal.

O projecto de investigação no qual este livro se baseia procurou compreender a dimensão e as características dos novos movimentos da emigração portuguesa, tendo sobretudo em conta as relações que os novos emigrantes mantêm com o país de origem.
Entre as principais questões a esclarecer encontra-se o caminho que Portugal irá seguir após a encruzilhada da crise mundial de 2008 e do resgate financeiro de 2011. Estarão os novos movimentos de emigração fortemente dependentes da conjuntura, vindo a desacelerar após uma eventual recuperação económica do país? Serão um tipo de movimento distinto, que cria novas formas de transnacionalismo, a partir do qual a existência de duplas residências e de duplas actividades não põe em causa as ligações e interesses económicos no país? Ou serão um indicador da perda de espessura da sociedade  portuguesa, que pode assim ver-se sem muitas das suas elites e força de trabalho, acentuando o seu estatuto periférico na Europa?
Num contexto de inúmeros debates sobre a nova emigração portuguesa, este livro fornece respostas fundamentadas e sérias, contribuindo decisivamente para a reflexão e o conhecimento desta temática com consequências para o nosso futuro.