quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Netflix anuncia a estreia de "Por Treze Razões"


A Netflix anuncia a estreia da nova série original baseda nos livros bestseller de Jay Asher, Por Treze Razões. A série vai estrear mundialmente no serviço de streaming a 31 de Março de 2017.

Inspirada nos livros bestseller de Jay Asher, a série Por Treze Razões relata a história do adolescente Clay Jensen (o estreante Dylan Minnette) que um dia ao regressar a casa depois das aulas encontra à sua porta uma misteriosa caixa com o seu nome.

Dentro dessa caixa estão diversas cassetes gravadas por Hannah Baker (a estreante Katherine Langford) – uma colega de escola por quem se sentia atraído – que se suicidou duas semanas antes. Nos testemunhos que gravou nas cassetes, Hannah explica as treze razões pelas quais ela decidiu por termo à vida. Será que Clay é um desses motivos? Ao ouvir as cassetes, ele irá descobrir porque foi incluído na lista.

Através da narrativa de Hannah e Clay, Por Treze Razões tece uma história intrincada e dolorosa sobre a vida na adolescência que irá tocar profundamente todos os espetadores.

Por 13 Razões tem produção executiva de Tom McCarthy, Brian Yorkey, Selena Gomez, Joy Gorman e Kristel Laiblin e estreia na Netflix a 31 de Março.


A Sony apresenta o seu primeiro televisor OLED 4K, o BRAVIA OLED A1


É o primeiro televisor a integrar a tecnologia OLED e um ecrã que emite o som diretamente, sem necessidade de colunas

A Sony aproveitou a feira CES de Las Vegas para apresentar a sua mais recente aposta em televisores - a série BRAVIA OLED A1 - o primeiro televisor OLED em 4K da marca. Após o lançamento do seu primeiro televisor OLED em 2007, a Sony volta a apostar nesta tecnologia, integrando, desta vez, o 4K num televisor com um design espetacular e uma qualidade de imagem inigualável - ambas características distintivas da marca.

Além disso, a série BRAVIA OLED A1 é a primeira da Sony a unir ecrã e colunas, graças ao Conceito One Slate: este novo televisor não dispõe de colunas, o áudio sai diretamente do ecrã. Isto confere-lhe um design único e minimalista que concentra toda a atenção no ecrã, graças à sua moldura praticamente invisível e ao ecrã ultrafino que o torna possível. Em linha com este design minimalista, os cabos passam por dentro do suporte do televisor, ficando ocultos a partir do exterior. Este televisor pode ainda ser fixado numa parede.

BRAVIA® OLED A1

A série A1E BRAVIA OLED oferece cores mais ricas e intensas, bem como tons negros sem precedentes, com um contraste dinâmico, imagens nítidas e um amplo ângulo de visão. Graças a mais de 8 milhões de píxeis com iluminação própria, controlados individualmente com a máxima precisão, o televisor OLED da Sony cria um contraste extraordinário.

A série A1 também está equipada com a tecnologia exclusiva Acoustic SurfaceTM da Sony, que faz vibrar o ecrã e permite que o áudio seja emitido diretamente através do ecrã do televisor. Desta forma, o novo televisor não dispõe de colunas, o som está integrado no próprio ecrã. Isto permite criar uma união perfeita entre imagem e som - impossível de alcançar num televisor convencional - e uma grande sincronização de imagem e som, mesmo nas partes laterais. Tudo isto, aliado ao ângulo de visão OLED excecionalmente amplo, faz com que a série A1 ofereça uma experiência visual e sonora sem precedentes, a partir de qualquer posição de visualização.

A tecnologia Acoustic Surface otimiza o design inovador da série A1, eliminando as colunas convencionais, colocadas, habitualmente, à volta do televisor. O resultado é um design único, minimalista e sem base, para que nada o distraia das imagens.

Por fim, importa referir que, além de uma qualidade de imagem inigualável e de um design extraordinário, este é um televisor inteligente (Smart TV) com sistema operativo Android, para o qual é possível transferir as suas apps favoritas e utilizar as que já vêm instaladas de fábrica para aceder a vários canais, tais como Netflix, Amazon Video, Spotify, etc.

Esta nova linha de televisores está disponível em 55, 65 e 77 polegadas.

Manuela Gonzaga lança coleção infantojuvenil pela Bertrand Editora


A Bertrand Editora anuncia uma das suas grandes novidades para o mês de Fevereiro: o lançamento da coleção infantojuvenil Mundo de André, da autoria de Manuela Gonzaga, cujas ilustrações das capas são da autoria do pintor Gonçalo Jordão, responsável pela pintura das paredes do lobby do hotel no filme The Grand Budapest Hotel, do realizador Wes Anderson, vencedor de quatro Óscares em 2015, entre os quais Melhor Direção de Arte. Gonçalo Jordão integrou a equipa de cenografia dirigida por Anna Pinnock e Adam Stockhausen.


André e a Esfera Mágica é o primeiro livro da coleção, tratando-se de uma reedição no mercado, mas uma novidade no catálogo da Bertrand Editora. Por outro lado, André e o Baile de Máscaras é uma estreia total, que dá seguimento às aventuras de André. Os livros são dirigidos a um leitor juvenil, entre os 9 e os 14 anos de idade.

GNR celebram 35 anos de carreira no Casino Estoril a 9 de Fevereiro


Em noite dedicada à melhor música portuguesa, os GNR actuam, no próximo dia 9 de Fevereiro, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. No penúltimo concerto da Tour dos 35 anos de carreira, Rui Reininho sobe ao palco, a partir das 21h30, para apresentar grandes êxitos que marcaram diferentes épocas do percurso musical da banda portuense. Trata-se de um concerto, a não perder, que contará, ainda, com os contributos de três convidados especiais: Javier Andreu, Isabel Silvestre e Rita Redshoes.

Os GNR apresentam-se, assim, no Casino Estoril para cumprir uma das mais importantes etapas da Tour dos 35 anos de carreira. Rui Reininho convidará a subir ao palco os convidados que já acompanharam a banda nos espectáculos que se realizaram no passado mês de Novembro: Javier Andreu, o carismático vocalista dos La Frontera partilha com Rui Reininho no tema "Sangue Oculto", Isabel Silvestre, a inconfundível voz de "Pronúncia do Norte", e Rita Redshoes que gravou com os GNR o seu mais recente single "Dançar Sós".

Além destes convidados, os concertos contam com um alinhamento totalmente dedicado aos maiores êxitos de GNR e com alguns temas que a banda não toca, há vários anos, mas que têm conquistado os espectadores na Tour que já percorreu o país.

Em noite de celebração, a banda portuense propõe-se recuperar um elenco de composições bem conhecidas do público. “Dunas”, “Efectivamente”, “Video Maria”, “Morte ao Sol”, “Sub-16”, “Ana Lee”, “Popless”, “Asas Eléctricas”, “Mais Vale Nunca” ou “Cadeira Eléctrica” estão, habitualmente, em evidência nos seus concertos.

Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão construíram um sólido percurso no panorama artístico nacional. Com um vasto repertório, os GNR coleccionaram, em mais de três décadas, numerosos êxitos discográficos, tendo sido consequentemente distinguidos com prestigiantes prémios. De facto, os GNR tornaram-se numa referência do meio musical, marcando um estilo muito próprio nas áreas do pop e do rock.

Harry Potter e a Pedra Filosofal - Um Filme-concerto 20 de maio no MEO ARENA


A Orquestra Filarmónica das Beiras vai interpretar em concerto, a banda sonora de Harry Potter e a Pedra Filosofal, no dia 20 de maio, no MEO Arena - um espetáculo que faz parte da série de filmes-concerto Harry Potter. O concerto inclui a interpretação ao vivo da orquestra sinfónica, que acompanha o filme e cada nota de Harry Potter e a Pedra Filosofal. O público vai poder reviver a magia do filme em alta definição num écrã de 12 metros, enquanto ouve a orquestra tocar a inesquecível banda sonora criada por John Williams. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

A CineConcerts e a Warner Bros. Consumer Products anunciaram no ano passado a série de filmes-concerto Harry Potter, uma nova digressão global em celebração dos filmes de Harry Potter. O filme-concerto, que arrancou em junho de 2016, é mais uma experiência mágica do mundo de feiticeiros criado por J.K. Rowling.

Justin Freer, Presidente da CineConcerts e Produtor/Maestro da série de filmes-concerto Harry Potter explica que “o filme-concerto Harry Potter é um daqueles fenómenos culturais que surgem uma vez na vida, e que continua a deslumbrar milhões de fãs em todo o mundo. É com enorme prazer que apresentamos, pela primeira vez, a oportunidade de viver a experiência de assistir ao vivo à interpretação das premiadas bandas sonoras por uma orquestra sinfónica, enquanto o aclamado filme é projetado num grande écrã. Vai ser um evento inesquecível”.

Brady Beaubien da CineConcerts e Produtor de Harry Potter Film Concert Series acrescenta ainda que o “Harry Potter é sinónimo de entusiasmo mundial e esperamos que ao tocar esta música incrível com o filme completo, o público goste de regressar a este mundo e às magníficas personagens e aventuras que dele fazem parte”.

A CineConcerts é uma das principais produtoras de eventos de música ao vivo, acompanhada por uma componente multimédia. Fundada pelo produtor/maestro Justin Freer e pelo produtor/escritor Brady Beaubien, a CineConcerts já mobilizou milhões de pessoas em todo o mundo, em concertos que têm vindo a redefinir a evolução dos espetáculos ao vivo. Algumas das mais recentes experiências de música ao vivo realizadas incluem espetáculos como Gladiador, O Padrinho, Do Céu Caiu Uma Estrela, DreamWorks Animation In Concert, Digressão de Concerto do 50º aniversário do Star Trek: O Caminho das Estrelas - A Última Viagem, e Breakfast at Tiffany’s. Justin Freer tornou-se rapidamente num dos mais requisitados maestros de bandas sonoras, acumulando já uma longa lista de projetos sinfónicos ao vivo com projeção de imagem. Tem colaborado com algumas das mais importantes orquestras do mundo, tais como a Chicago Symphony Orchestra, a London Philharmonic Orchestra, a New York Philharmonic, a Philadelphia Orchestra, a Philharmonia Orchestra, a San Francisco Symphony e a Sydney Symphony Orchestra. Desde projeções de filmes com orquestra ao vivo, até eventos de música interativos, passando por programações especiais em ambiente 3D, a CineConcerts está na vanguarda do entretenimento ao vivo.

7ª Arte - Estreias de cinema de 26-01-2017

Estreias de cinema de 26 de Janeiro de 2017


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:


La La Land: Melodia de Amor

Los Angeles, EUA. Mia (Emma Stone) tem um sonho: singrar em Hollywood e tornar-se uma estrela de cinema mundialmente conhecida. Ao mesmo tempo que insiste em mostrar o seu talento nos vários "castings" onde, por infortúnio, nunca é seleccionada, vai sobrevivendo à custa de um pequeno ordenado de empregada de mesa. Sebastian (Ryan Gosling), por seu lado, é um pianista prodigioso mas pouco valorizado que ambiciona ter o seu próprio bar, onde possa dar largas à paixão pelo jazz. Um dia, sem que o esperassem, os seus destinos cruzam-se e eles apaixonam-se perdidamente. Apesar do amor sincero e do esforço por incentivar os sonhos um do outro, aquela é uma cidade estranha, onde a competição e a busca individual pela fama geram inevitáveis obstáculos aos relacionamentos.
Com argumento e realização de Damien Chazelle – realizador do oscarizado "Whiplash - Nos Limites" –, "La La Land" transformou-se na maior vitória de sempre na cerimónia da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood ao arrecadar os sete Globos de Ouro para que tinha sido nomeado: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Actriz de Comédia ou Musical (Stone), Melhor Actor de Comédia ou Musical (Gosling), Melhor Realizador (Chazelle), Melhor Argumento, Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original. Para além de Stone e Gosling como protagonistas, o elenco conta com J.K. Simmons, Rosemarie DeWitt, Thom Shelton e ainda com a participação especial do músico John Legend. 



A Desaparecida, o Aleijado e os Trogloditas

Velho Oeste (EUA), finais do séc. XIX. A chegada de um forasteiro à cidade de Bright Hope levanta algumas suspeitas aos seus habitantes. Quando é interrogado, o estrangeiro recusa-se a dar explicações e tenta escapar. Desconfiado com aquela atitude, o xerife Franklin Hunt dá-lhe um tiro na perna e coloca-o atrás das grades. A enfermeira Samantha O'Dwyer é chamada a tratar dos ferimentos. Nessa mesma noite, o local é atacado por um bando de selvagens conhecidos pelas suas práticas de canibalismo e, na manhã seguinte, Samantha, o prisioneiro e o guarda prisional são dados como desaparecidos. É então que Hunt, crente de se tratar de um rapto, decide seguir as pistas e resgatá-los. Ao seu lado terá três corajosos pistoleiros: Chicory, John Brooder e Arthur O'Dwyer, o desconsolado marido de Samantha…
Um western de terror que marca a estreia na realização do escritor, argumentista e músico norte-americano S. Craig Zahler. O elenco conta com Kurt Russell, Patrick Wilson, Matthew Fox, Richard Jenkins, Lili Simmons, David Arquette, Sid Haig e Sean Young. 



O Divã de Estaline

Envelhecido e de saúde debilitada, Estaline – líder da União Soviética desde 1922 até a sua morte, em 1953 – resolve seguir os conselhos médicos e recolhe-se num palácio isolado durante alguns dias. Lidia, sua amante há várias décadas, acompanha-o nesta viagem. Inesperadamente, ele decide fazer todas as noites o seguinte: deitar-se num divã, assumindo-se como paciente, e obrigar Lidia a representar o papel de psicanalista. Temendo a sua fúria, ela concorda em seguir as indicações do livro "A Interpretação dos Sonhos", de Sigmund Freud. Oleg Danilov é um artista brilhante que ali se encontra, esperando ansiosamente pela oportunidade de mostrar a Estaline a obra que criou em sua honra. Mas Lidia, que não é indiferente aos encantos de Danilov, vê-se arrastada para um perigoso jogo onde qualquer indício de traição pode significar a morte.
Quase totalmente filmado no Bussaco Palace Hotel (numa co-produção franco portuguesa), "O Divã de Estaline" é um filme dramático que que se inspira na obra com o mesmo nome de Jean-Daniel Baltassat. Com argumento e realização de Fanny Ardant, conta com Gérard Depardieu, Emmanuelle Seigner e Paul Hamy nos papéis principais. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Não perca: Biffy Clyro 27 Janeiro às 21h00 no Coliseu


Biffy Clyro, a banda de rock escocesa, traz a Portugal o novo álbum de estúdio Ellipsis, editado no passado dia 8 de Julho. O trio que deu um concerto memorável na 10.ª edição do NOS Alive, um dia antes da revelação do disco aos fãs, apresenta dia 27 de Janeiro o novo trabalho de estúdio com um concerto em nome próprio, no Coliseu de Lisboa.
Ellipsis, o sétimo álbum de originais da banda foi produzido por Rich Costey (conhecido por trabalhar com bandas como Muse, Frank Turner, Sigur Rós ou Foster The People), em Los Angeles, e é para muitos considerado o melhor trabalho do grupo. O sucessor de Opposites entrou diretamente para o primeiro lugar do top britânico e foi amplamente elogiado pela crítica.
A banda composta por Simon Neil, James Johnston e Ben Johnston conta com nove galardões e são atualmente um dos maiores fenómenos do rock britânico.

Festival Rescaldo 2017 - 10 a 18 de Fevereiro - Culturgest e Panteão Nacional


Fevereiro é mês de Rescaldo na Culturgest, altura em que reunimos os projectos que mais se evidenciaram na cena musical de vanguarda nacional – nos mundos da electrónica, da livre improvisação e das tangentes, ao vasto espectro do rock e do jazz – ao longo do ano anterior.

Esta edição – a 10.ª – reforça a sua ligação à Culturgest, regressando não só ao Pequeno Auditório da Fundação, mas também à Garagem, usada pela primeira vez no festival do ano passado. O Rescaldo aventura-se ainda, pela primeira vez nestes 10 anos, numa incursão ao carismático espaço arquitectónico e acústico do PANTEÃO NACIONAL, no qual a trompetista Susana Santos Silva actua pela primeira vez num solo absoluto.

No programa constam, como tem sido cunho do festival, desafios particulares lançados a autores com percursos vincadamente próprios e sem receio de arriscar saídas das suas zonas de conforto – casos do solo de piano do músico Marco Franco (até à data reconhecido pelo seu trabalho como baterista), da colaboração entre o dinamarquês Paal Nilssen-Love e o histórico David Maranha, ou da formação inédita do fulgurante guitarrista e compositor Bruno Pernadas, a procurar assumir os caminhos da improvisação livre a partir do manancial de referências que tornam a sua música uma celebrada e complexa aventura no actual panorama luso.

Mostramos projectos recentes – Live Low e a sua portugalidade sem forma nem filtro; Älforjs e o minimalismo hipnótico, ritualista, neo-xamânico, de influência africana – e projectos de sempre – Bruno Silva, ou seja Ondness, fundador do duo Osso, uma das figuras mais criativas da cena musical independente lisboeta; Luís Lopes, guitarrista da franja experimental do jazz, conhecido pelos lacerantes noise solos, que vem apresentar ‘Love Song’, disco do ano passado, surpreendente, magistral passo em frente no percurso do músico – num só festival.

O experimentalismo no feminino é outras das marcas deste décimo Rescaldo: para além da supracitada Susana Santos Silva, constam no programa actuações da incontornável Ana Deus, da incisiva Jejuno, e das cada vez mais únicas Pega Monstro, numa prova de que a diversidade – todo o tipo de diversidade – é cada vez mais a norma nestas músicas maravilhosamente inclassificáveis que vos convidamos a apreciar.

Rita Redshoes ao vivo no Tivoli BBVA dia 23 de Fevereiro

    

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projectos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área.
Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda.
Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio.
O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros.
Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins.