quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Bilhetes para a edição de 2019 do MEO Sudoeste já à venda


O MEO Sudoeste há muito que se tornou na casa dos milhares de festivaleiros que todos os anos rumam em tribo em direção à Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar. A 23ª edição realiza-se de 6 a 10 de Agosto de 2019, com abertura do campismo marcada para o dia 3 de Agosto, mas nunca é demasiado cedo para preparar o regresso ao lugar favorito de quem escolhe a Música num ambiente único de verão, praia e convívio com os amigos, com a garantia de qualidade que é já imagem de marca do MEO Sudoeste.

Porque o tempo passa a correr, é importante fazer planos para que o verão de 2019 seja o melhor de sempre! Os bilhetes estão já à venda na Blueticket, Festicket e locais habituais, com o passe ao preço inicial de 100€ e os bilhetes diários a 48€, até 31 de Dezembro.

Sara Sampaio, Vítor Norte e Rita Blanco Juntos no Cinema a 8 de Novembro


Carga é o novo filme do Realizador Português Bruno Gascon com Vítor Norte, Rita Blanco, e Sara Sampaio, que se apresenta pela primeira vez como atriz. O filme tem data de estreia confirmada para 8 de Novembro nas salas de cinema em todo o País.

Este thriller dramático conta a história de Viktoriya, uma jovem russa apanhada numa rede de tráfico ilegal, que apenas tem uma hipótese: lutar para sobreviver; e de António, um velho camionista que se cruza no caminho da jovem, despoletando um encontro que o leva a questionar todos os seus princípios.

Carga, a primeira longa metragem da produtora Caracol Studios de Tim Vieira, é protagonizada pela atriz Michalina Olszanska, considerada uma das mais talentosas atrizes da sua geração na Polónia onde se tem destacado em projetos internacionais como a série “1983” da Netflix e no filme “Sobibor”, recentemente submetido pela Rússia ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. 

A seu lado conta com nomes conhecidos dos portugueses como Vítor Norte, Rita Blanco, Sara Sampaio, Ana Cristina Oliveira, Miguel Borges, Duarte Grilo, Dmitry Bogomolov, e ainda a participação especial de Rui Porto Nunes e Rui Luís Brás.


Regata de Portugal


A duas semanas de abrirem as portas da primeira edição da Regata de Portugal, que se realiza de 3 a 7 de Outubro no Terminal de Cruzeiros de Lisboa, um mar de arte vai invadir as ruas de Lisboa! A iniciativa visa dar visibilidade ao talento nacional e, para isso, vai expor em algumas das principais artérias de Lisboa contentores que sofreram a intervenção de artistas urbanos.  

Sendo a Arte um dos eixos da Regata de Portugal, e tendo o evento o objetivo de celebrar o “mar de portugueses” que leva o país além-fronteiras, a organização desafiou oito artistas nacionais a transformarem contentores marítimos em peças artísticas. Durante quatro dias, Gonçalo Mar (curador do projeto), RAM, Draw, Nomen, Mesk, Tamara, Caver e Third recorreram ao graffiti para revestir oito contentores de cor, imagens e pensamentos sobre o mar, enquanto combinam este imaginário com elementos alusivos às marcas presentes na Regata de Portugal - Delta, Nacional, Gelpeixe, Santogal, Lusitania, OLÁ, Guloso e Vitacress.

Numa primeira fase, as peças poderão ser vistas em alguns dos principais pontos da capital (Praça de Londres, Amoreiras, Entrecampos, Campo Pequeno, Jardim do Arco do Cego e Parque Eduardo VII ) sendo posteriormente transportadas para o recinto da Regata de Portugal onde, ao longo dos cinco dias de evento, serão espaços de ativação das marcas que, enquanto no mar competem com as suas equipas de velejadores profissionais, em terra oferecem várias atividades aos visitantes do evento.

Gonçalo Mar
A escolha de Gonçalo Mar para a curadoria da categoria de Arte na Regata de Portugal não foi por acaso. Tal como não é por acaso o nome que o artista usa para assinar as suas obras – MAR. Movido por convicções artísticas, MAR procura evoluir sempre com e para o Movimento de Graffiti - que se tem vindo a desenvolver globalmente. Conhecido no meio pelos seus bonecos ou characters, destaca-se pela forma como constrói as suas personagens e ambientes, incutindo-lhes linhas e formas que os tornam únicos.
O contentor de MAR estará exposto nas Amoreiras e, no evento, será “casa” da Gelpeixe.

RAM
Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, RAM tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana. As suas explosões energéticas de cor e formas dinâmicas aproximam-se de uma action painting contemporânea impregnada de um visionarismo de raiz psicadélica, numa linha de intensa vitalidade que exprime a construção de realidades etéreas – projeções de um fértil imaginário do sub e inconsciente onde impera a força dinâmica e primeva da natureza.
O contentor de RAM estará exposto no Parque Eduardo VII  e, no evento, será “casa” da Nacional.

DRAW
Draw, artista que utiliza latas de spray como se fossem lápis, costuma desenhar rostos anónimos e retratos de pessoas aleatórias em grande escala. O seu estilo único é caracterizado por um traço inacabado, que adiciona lirismo ao assunto. O artista transforma cada superfície num bloco de desenho largo, onde os carvões são substituídos por latas de spray.
A peça de DRAW estará exposta em Alvalade e, no evento, será “casa” da Vitacress.

NOMEN
A arte de Nomen nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registos desde que começou a interagir com o espaço urbano, em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais de grande escala em ambientes institucionais. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições, eventos e produções artísticas, em Portugal e no estrangeiro.
O contentor de NOMEN estará exposto no Campo Pequeno e, no evento, será “casa” da Santogal.

MESK
As cores vivas e as formas fluídas representam as ilustrações do contentor marítimo da marca Delta, assinado pelo artista Gustavo Teixeira, também conhecido por ‘Mesk’, que através do convívio com um amigo mergulhou no mundo da banda desenhada e dedicou-se ao desenho e a experiências relacionadas com o graffiti. Com um estilo “vadio” e bastante versátil, Mesk gosta de experimentar um pouco de tudo, embora de momento esteja a desenvolver a ilustração infantil, uma vez que o entusiasmam as formas e cores destes desenhos.
O contentor de Mesk estará exposto no Jardim do Arco do Cego e, no evento, será “casa” da Delta.

TAMARA
A única artista feminina no projeto, Tamara Alves, uma das poucas mulheres com trabalho regular e de relevo no universo do graffiti. Fascinada pela estética da rua e contexto urbano, Tamara prefere ignorar espaços convencionais tais como galerias ou museus para apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos. Apresentando uma linguagem plástica inspirada na estética urbana, utiliza suportes com características multifacetadas – desenho, pintura, cerâmica ou tatuagem. Desde 2000 que participa em vários projetos, exposições coletivas e individuais e intervenções de arte urbana.
O contentor marítimo de TAMARA estará exposto nas Amoreiras e, no evento, será “casa” da OLÁ.

THE CAVER
The Caver pinta nas ruas desde os 15 anos. Ao longo de 20 anos de trabalho, o artista multidisciplinar tem desenvolvido um estilo único, utilizando formas simples e contrastantes, numa complexa composição de conteúdo enigmático. The Caver confessa que a rua é o seu escritório preferido, investindo muito do seu tempo em pinturas de murais por todo o país e, também, pelo estrangeiro
O contentor de THE CAVER estará exposto na Praça de Londres e, no evento, será “casa” da Guloso.

THIRD
Third ultrapassa, desde sempre, os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge do seu dia-a-dia, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade além do graffiti, sendo também ilustrador. O seu estilo privilegia a representação de estruturas tridimensionais com um cunho de realismo. O artista persegue a evolução constante e a sua inspiração principal é o quotidiano, retratar as vivências, tendo-se a si mesmo como o catalisador de toda a inspiração.
O contentor de THIRD estará exposto em Entrecampos e, no evento, será “casa” da Lusitania.

Recorde-se que a primeira edição da Regata de Portugal arranca já no próximo dia 3 de Outubro, mantendo-se no Terminal de Cruzeiros de Lisboa até dia 7 de Outubro, com atividades para todos. Além da competição de vela, o evento de entrada livre promove a portugalidade e o talento nacional e conta com uma programação diversa onde haverá DJ Sets diários, espaços gastronómicos com diferentes conceitos pela mão do chef Vítor Sobral e várias atividades para o público. 

A origem do mal segundo Agualusa


«Instantes antes do ataque havia pássaros a cantar entre a folhagem. Se abrisse os olhos veria a terra vermelha e o verde muito vivo do capim. Assim, de olhos fechados, abre-se na minha memória uma paisagem quase idêntica», fala Jonas Savimbi no conto que dá título a esta coletânea de onze de José Eduardo Agualusa. A Educação Sentimental dos Pássaros reúne onze contos, onze histórias, onze cenários – e onze possibilidades. Chega às livrarias com o cunho da Quetzal Editores a 21 de Setembro. 
Inesperados e mágicos, estes contos refletem a mesma preocupação sobre a origem e a natureza do mal. Como é que o pequeno Jonas se transformou em Savimbi? Por exemplo. Os anjos e demónios caminham entre nós e nem sempre se distinguem uns dos outros. 
José Eduardo Agualusa é um autor do mundo, vive entre ideias, realidades, sonhos e medos: joga com as palavras, vira as possibilidades ao contrário. Às vezes as histórias aparecem-lhe enquanto dorme. Nunca sabe como terminará uma personagem que lhe surgiu mesmo que seja um anjo. Ou um demónio. Esta imprevisibilidade torna-o ímpar no panorama da Grande Literatura.

Sobre o Autor

José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios nacionais e estrangeiros, como, por exemplo, o Grande Prémio de Literatura RTP (atribuído a Nação Crioula, 1998); também os seus contos e livros infantis foram merecedores de prémios, como o Grande Prémio de Conto da APE e o Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, respetivamente. O Vendedor de Passados ganhou o Independent Foreign Fiction Prize, em 2004, e, mais recentemente, o romance Teoria Geral do Esquecimento foi finalista do Man Booker Internacional, em 2016, e vencedor do International Dublin Literary Award (antigo IMPAC Dublin Award), em 2017. A partir de 2013, José Eduardo Agualusa começou a publicar a sua obra na Quetzal.

Estreias de cinema de 20 de Setembro de 2018


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Operação Shock and Awe

Em 2003, a administração de George W. Bush tomou a decisão de invadir o Iraque, alegando que havia provas de que Saddam Hussein tinha armas de destruição maciça. Antes disso, uma equipa de jornalistas da empresa Knight Ridder, entretanto desactivada, propôs-se a investigar as razões que levaram o Governo dos Estados Unidos a enveredar por tal caminho, duvidando fortemente da existência de tais provas.
Rob Reiner realiza e co-protagoniza, ao lado de Woody Harrelson, Tommy Lee Jones, Milla Jovovich, James Marsden e Jessica Biel, esta história baseada em factos verídicos.



Zoe

No futuro, os solteiros são emparelhados através de algoritmos, mas há quem preferia construir de raiz o parceiro perfeito, especificando tudo aquilo que procura para que sejam criados andróides que são amantes à sua medida. Zoe e Cole (interpretados por Léa Seydoux e Ewan McGregor, respectivamente) trabalham num laboratório em Montréal que desenvolve esse tipo de andróides. A história deles é o pretexto para examinar as relações humanas num mundo dominado pela tecnologia e as redes sociais.
Depois de "Iguais", de 2015, e "Newness", de 2017, que não teve estreia entre nós, é o terceiro filme de Drake Doremus a versar sobre esse tema. Além de Seydoux e McGregor, o elenco inclui também Rashida Jones, Theo James e Christina Aguilera. 



O Mistério da Casa do Relógio

Lewis Barnavelt, um órfão de dez anos, vê-se obrigado a ir viver com o seu tio Jonathan, um feiticeiro medíocre que mora ao lado de uma poderosa bruxa, Florence Zimmerman. Em casa de Jonathan há um relógio posto lá pelos donos anteriores, um casal praticante de magia negra que queria provocar o fim do mundo. Juntos, Lewis, o tio e a vizinha terão de evitar que o mundo acabe.
Mais dado a filmes de terror ultra-violentos como o primeiro "A Cabana do Medo" ou os dois primeiros "Hostel", Eli Roth adapta aqui um clássico da literatura infanto-juvenil, "The House with the Clock in Its Walls", de 1973, publicado em Portugal como "A Maldição do Relógio", o primeiro de vários livros centrados em Lewis Barnavelt. Com Cate Blanchett, Jack Black, Kyle MacLachlan, Renée Elise Goldsberry e o novato Owen Vaccaro. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Dear Telephone lançam novo vídeo "Automatic"


Depois da extensa tour de apresentação do primeiro álbum, a banda recolheu-se dois anos em trabalho de ensaio e cada um dos seus elementos desdobrou-se em múltiplos projectos pessoais e colaborativos (Sensible Soccers, White Haus, Peixe-avião, Krake, Cavalheiro, PZ, entre outros). O regresso à caverna da composição trouxe um novo fôlego e uma identidade revista e aumentada, que culminou na edição de "Cut" e numa densa agenda de concertos, dos Teatros Municipais da Guarda e Vila Real, ao Gnration (na primeira parte das míticas Raincoats), Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor, até à Casa da Música, ao Festival Terrazeando em Santiago de Compostela e com fecho, no final de agosto, no Festival Vodafone Paredes de Coura.

Setembro dá início a um novo ciclo de vida do álbum, que a banda decide marcar com o lançamento de novo vídeo. 



Sucedendo a "Slit", filmado por André Tentugal, “Automatic” é o segundo capítulo-vídeo de “Cut”, álbum em que os Dear Telephone aprofundam a influência do cinema na sua música e lírica. Realizado por Miguel C. Tavares e Luis Moreira, protagonizado por Bruna Passos Costa, “Automatic” trata de lugares e arquitecturas, onde a personagem aparentemente solitária busca, em passo arriscado e decidido, o caminho de ser o que lhe apetecer, como numa vida-filme.

A Balada de Adam Henry, em livro e nos cinemas


Trata-se de um romance que tem como personagem central Fiona Maye, uma juíza proeminente do Supremo Tribunal, que julga casos do Tribunal de Família. É bem sucedida profissionalmente, mas nem tudo lhe corre pelo melhor. Ao remorso latente por nunca ter tido filhos, junta-se a crise num casamento que dura há trinta anos. Ao mesmo tempo que tem de enfrentar um casamento onde a relação com o marido está a desmoronar-se, é chamada a julgar um caso urgente. Por razões religiosas, um bonito rapaz de dezassete anos, Adam, recusa o tratamento médico. Sendo Testemunhas de Jeová, tanto ele como os familiares, rejeitam a transfusão de sangue que poderia salvar-lhe a vida. Deverá o tribunal secular sobrepor-se à fé sinceramente vivida? Enquanto procura tomar uma decisão, Fiona visita Adam no hospital. Esse encontro tem consequências para ambos, agitando sentimentos que estavam enterrados nela e despertando novas emoções nele.

Trata-se de um romance de elevada sensibilidade, em que MacEwan prova, mais uma vez, a sua mestria em escrever sobre a natureza humana e sobre temas de grande actualidade que motivam a reflexão.



O Motim de Miguel Franco


Inventa-se um crime. Forjam-se culpados. Simula-se um julgamento. Reais são o sangue e a morte. Dezenas de homens e de mulheres enforcados por serem ingénuos e humanos. Crime verdadeiro é o do despotismo que governa. Esta é a situação – desenrolada no século XVIII – a partir da qual Miguel Franco constrói uma alegórica vigorosa, admirável peça de teatro. Grito de liberdade, protesto contra todas as tiranias, tocando profundamente o leitor ou o espectador, O Motim é uma obra intemporal.

Editado originalmente por Publicações Europa-América na colecção icónica «Os Livros das Três Abelhas», a peça foi então considerada pelo crítico muito exigente que era João Gaspar Simões «uma das obras mais importantes da dramaturgia portuguesa moderna».
Posta em cena pela Companhia Nacional do Teatro de D. Maria II, a representação de O Motim foi proibida pela Comissão de Censura da Ditadura depois de duas representações... Miguel Franco foi considerado por Luiz Francisco Rebello, na História do Teatro em Portugal, o representante mais importante da dramaturgia histórica na década de 1970.

Compreender o Mundo e Actualizar a Igreja


Nos textos aqui reunidos, o mais apreciável e decisivo, creio, é o modo como essa (...) erudição se enraíza no aqui e no agora e se compromete numa racionalidade dialógica com o mundo do seu tempo e que é também o momento existencial do encontro com o outro. Muitos dos seus textos sobre a igreja ou sobre o mundo (...) respondem a questões concretas que a inteligibilidade da época ou os sinais dos tempos impunham, mas porque neles perpassa um enriquecida consciência (...) da ampla cultura, as suas reflexões, sem trair a fidelidade ao que é do tempo, ultrapassam-no, constituindo-se interlocutores privilegiados para nós e para homens que hão de vir. (...) As páginas aqui reunidas ajudam-nos a ver mais claro, convidam-nos, porfiadamente, a olhar a vida, pensando-a, e a pensar a vida, vivendo-a. Só isso é imensa herança.»   

                                                             

O Benefício da Dúvida - Impertinências de Antes e Depois de Abril de 74


Impertinências de antes e depois do marco his­tórico da Revolução apresentadas com irreverên­cia, ironia, sentido crítico e desassombro polémico.

Como nasceu uma confederação sindical, es­cutas da ex-Pide a membros do Governo, ambien­te que precedeu o 25 de Abril, episódios pouco conhecidos da eleição e da reeleição de Mário Soares, quezílias e atropelos no PS, evolução dos costumes, confronto entre o antes e o depois de Abril, democracia versus demagogia na encruzi­lhada entre desalento e esperança.

Testemunhos autênticos, nalguns casos reto­cados para ficarem paradoxalmente mais verda­deiros.