Com um assinalável prestigio internacional, o Harlem Gospel Choir actua, no próximo dia 29 de Novembro, às 21h30, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O grupo propõe um concerto espiritual, festivo e capaz de unir toda a família em torno de algumas das mais celebradas canções do mundo.
O Harlem Gospel Choir - talvez o mais famoso grupo de gospel do mundo neste momento -, já trouxe a Portugal espectáculos de homenagem a gigantes da música como Michael Jackson, Stevie Wonder ou Whitney Houston, Adele ou Beyoncé.
Estarão em destaque compositores e interpretes de méritos mais do que reconhecidos que nas experientes vozes deste grupo se tornam, também, autores de hinos universais capazes de capturar o espírito de uma época muito especial.
Desta vez, o Harlem Gospel Choir propõe ao seu fiel público e a quem os queira agora descobrir uma viagem pelos maiores êxitos da sua muito celebrada carreira. Este grupo, que já cantou ao lado de ou para gente tão importante como Nelson Mandela, o Papa João Paulo II, Paul McCartney, Diana Ross, U2 ou Gorillaz, entre tantos outros. Têm quase três décadas de história, percurso relevante que lhes permitiu colecionar muitos sucessos que agora se traduzem num envolvente espectáculo, capaz de elevar os espíritos e de inundar de paz qualquer plateia.
Em noite de concerto no Salão Preto e Prata, o convite é para uma celebração muito especial e dirige-se a toda a família. A banda sonora, essa será de luxo e entregue com o inimitável estilo do Harlem Gospel Choir.
O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa inicia, a partir do próximo dia 29 de Novembro, às 21h30, um ciclo de representações de “O Deus da Carnificina”, uma comédia de costumes…sem os bons costumes. A peça da dramaturga Yasmina Reza distingue-se pela encenação de Diogo Infante.
Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.
O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no acto social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições sociais e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de electrodomésticos.
Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente correctos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.
O tema da peça é, necessariamente, a “Hipocrisia”, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspectivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e política é colocada neste texto em termos profundamente cómicos.
“O Deus da Carnificina” é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.
Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:
Isto é Vida!
Uma história que decorre em várias épocas e lugares, acompanhando as vidas de casais apaixonados cujas vidas se entrelaçam num trágico momento de perda...
Estreado no Festival de Cinema de Toronto, um drama geracional realizado por Dan Fogelman (criador da série "This is Us"), com interpretações de Oscar Isaac, Olivia Wilde, Mandy Patinkin, Olivia Cooke, Laia Costa, Annette Bening, Antonio Banderas e a participação especial de Samuel L. Jackson.
Sei Que Estás Aqui
Depois de nove anos em coma, Veronica Calder (Bella Thorne) desperta inesperadamente. O que ela descobre é que, durante o tempo em que esteve inconsciente, um evento apocalíptico matou milhões de pessoas e que agora os espectros dos mortos vagueiam entre os vivos. A Terra está repleta de fantasmas apáticos que parecem ecoar acções das suas vidas passadas, sem nunca interagirem neste mundo. Quando, numa certa manhã, Veronica é abordada por um espectro de intenções malévolas, fica aterrorizada. Sem saber como agir, recorre à única pessoa capaz de a ajudar: Kirk Lane (Richard Harmon), um colega de escola que parece saber tudo sobre o cataclismo.
Um "thriller" sobrenatural realizado por Scott Speer ("Amar-te à Meia-Noite"), segundo um argumento de Jason Fuchs. A história tem por base "Break My Heart 1000 Times", o "best-seller" escrito por Daniel Waters.
Break - O Poder da Dança
Ainda a recuperar de um acidente que quase lhe tirou a vida, Lucie perde a esperança de se tornar uma bailarina profissional. Desorientada com tantas mudanças, vai procurar o pai, que nunca chegou a conhecer. E é nessa busca pelo progenitor, que a faz percorrer ambientes desconhecidos, que Lucie vai conhecer Vincent, um bailarino prodigioso mas de alma torturada…
Estreia na realização de Marc Fouchard, uma comédia dramática protagonizada por Sabrina Ouazani, Kevin Mischel e o cantor de origem argelina Slimane Nebchi.
"Djon África", a primeira longa-metragem de ficção realizada por Filipa Reis e João Miller Guerra, estreia nas salas de cinema portuguesas já no próximo dia 29 de Novembro: Cinema Ideal e Cinema Nimas (Lisboa), Cinema Trindade (Porto), Alma Shopping (Coimbra), Alegro Alfragide (Amadora), Cinema City Leiria (Leiria) e Alegro Setúbal (Setúbal).
Neste filme, acompanhamos a história de Miguel “Tibars” Moreira, filho de cabo-verdianos que nasceu e cresceu na periferia de Lisboa e que toda a vida foi criado pela avó. Miguel viaja até Cabo Verde para conhecer as suas raízes e encontrar o pai, que nunca conheceu.
Miguel Moreira participou já em outros filmes de Filipa Reis e Miller Guerra, como Li Ké Terra (Grande Prémio CGD Longas-Metragens DocLisboa 2010) e Fora da Vida (Melhor Curta-Metragem Portuguesa no IndieLisboa 2015). A ideia para o filme surgiu depois da morte do pai do realizador João Miller Guerra: "Nessa altura estávamos a começar a pensar em escrever uma primeira longa metragem de ficção e o Miguel era alguém que já conhecíamos bem mas que nunca tinha conhecido o seu pai embora o pai estivesse vivo. Decidimos propor ao Miguel que a nossa ficção assentasse sobre esta sua história real. Foi assim que esta aventura começou.", afirma Miller Guerra. O realizador Pedro Pinho (A Fábrica de Nada, As Cidades e as Trocas, Um Fim do Mundo, Bab Sebta...) juntou-se à dupla de realizadores para com eles desenvolver o argumento.
As rodagens de Djon África realizaram-se entre o Casal da Boba, em Portugal, e quatro ilhas do arquipélago de Cabo Verde: Santiago, São Nicolau, Santo Antão e São Vicente.
"Djon África" é uma co-produção das portuguesas Terratreme e Uma Pedra no Sapato, da produtora brasileira Desvia e da produtora cabo-verdiana OII, e depois da estreia no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, tem feito um percurso pelos principais festivais de cinema internacionais e teve já estreia comercial no Brasil.
Sinopse
Miguel Moreira, também conhecido como Tibars, também conhecido como John África, acaba de descobrir que a genética é madrasta e que a sua fisionomia - bem como alguns traços fortes da sua personalidade - o denunciam, ao primeiro olhar, como filho do seu pai, alguém que nunca conheceu.
Essa descoberta intrigante leva-o a tentar saber quem é esse homem. Dele sabe apenas aquilo que lhe conta a sua avó, com quem vive desde sempre.
A curiosidade galopante faz com que decida ir à sua procura. Seguindo o percurso de John Tibars ao encontro do seu pai iremos também ao encontro desse território do sonho que assombra as memórias, os desejos ou as mitologias de uma boa parte daqueles que mantêm as suas raízes culturais e a génese da sua identidade no continente africano. Tibars vive duas identidades em conflito e ao mesmo tempo em harmonia. O que é viver num gueto em Portugal e ser africano sem o ser? Esta ambivalência encontra a projecção de toda uma vida nesta aventura. África surge aqui com toda a carga que tem na imaginação, na projecção não só do lugar, como da sua essência, da sua pertença.
A emov saiu às ruas da capital portuguesa para comparar quatro serviços de mobilidade. O Metro, a Uber, o comboio e o carsharing elétrico da emov foram os serviços escolhidos para fazer a ligação entre o Campo Pequeno e a Estação do Oriente, no Parque das Nações.
Ao contribuir para esta comparação, a emov pretendeu mostrar as várias alternativas à disposição de quem vive, estuda, trabalha ou visita Lisboa. São cada vez mais as formas de circular pela cidade de Lisboa. A diferença está no custo, nos tempos de espera ou de deslocação.
«As cidades estão a mudar, assim como a forma como as pessoas se deslocam, seja de transporte público, de carro particular ou utilizando as plataformas de partilha O carsharing tem vindo a ganhar popularidade devido à disseminação de várias plataformas de partilha, mais práticas e mais modernas. Nos Estados Unidos, por exemplo, são cada vez menos as pessoas que compram carro, optando pela partilha. Por seu turno, na Europa, 2 em cada 4 europeus admitem que nos próximos 10 anos a utilização do automóvel irá passar pelos serviços de carsharing», salienta Carlos Blanco, Diretor de Marketing e Comunicação da emov.
A emov comparou quatro serviços de mobilidade e apresenta as conclusões a que chegou. Confira e compare os resultados:
O Classe B, segundo modelo da mais nova geração de automóveis compactos, iniciou recentemente a produção na fábrica de Rastatt. Este novo modelo impressiona com o seu design dinâmico, variedade de funções em igualdade com o Classe S e o uso de métodos inovadores na produção.
Com um design ainda mais desportivo e um pack de funções ainda mais sofisticadas: o novo Classe B eleva a fasquia no segmento dos veículos compactos. É mais dinâmico e ágil na estrada do que o seu antecessor, oferecendo maior conforto e segurança. Está equipado com sistemas de assistência de direção de última geração reservados até agora apenas para o segmento de luxo. Pela primeira vez, o Classe B é capaz de conduzir semi autonomamente em certas situações. Para este fim, foram instalados sistemas de câmara e radar com um alcance até 500 m. O Active Distance Assist DISTRONIC pode ajustar de forma conveniente e previsível a velocidade para curvas ou rotundas. Também a bordo estão o Active Emergency Stop Assist e o Active Track Change Assist.
O fascínio pela “pureza, encantamento e o lado sonhador, que nos faz acreditar que tudo é possível e que o bem vence sempre”, inspirou a artista plástica, escritora e fundadora de uma associação sem fins lucrativos para crianças, Filipa Sáragga, a criar várias telas com as personagens mais icónicas da Disney e o aniversariante Mickey que celebra 90 anos.
Filipa Sáragga nasceu em Lisboa, a 26 de maio de 1984, e o imaginário da Disney cresceu com ela. Se os seus primeiros desenhos, em criança, foram inspirados nas personagens da Disney, a celebração do 90º aniversário do icónico Mickey, com quem tudo começou, era o momento certo para uma coleção de telas dedicada àqueles que a inspiraram também a seguir a sua vocação e abraçá-la como profissão.
Visitou pela primeira vez o parque Disneyland Paris aos 5 anos, já viu todos os filmes da Disney, várias vezes, e por isso custa-lhe muito escolher um preferido, mas tem um carinho especial pelo sonhador Peter Pan, “por esta ideia da Terra do Nunca, onde é possível eternizarmos os nossos sonhos e viver o nosso lado de criança”.
Filipa Sáragga licenciou-se em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e, em Fevereiro de 2013, concluiu uma pós-graduação em Desenvolvimento pelas Artes Expressivas, no Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida.
“A capacidade que a Disney tem, de criar personagens tão variadas, que fazem com que cada um nós consiga encontrar “a sua”, onde, cada personagem, na sua complexidade, consegue representar todos nós, nos nossos medos, dúvidas, alegrias e conquistas, inspira-me e dá-me liberdade enquanto artista, para expor esta diversidade e admiração nas telas.”
O ano de celebração do 90º aniversário da personagem mais icónica da Disney, o Mickey, foi o mote ideal para a criação de uma coleção de telas inspiradas no “mundo imaginário para o qual a Disney nos transporta em todas as histórias”. Mas Filipa garante que não é o fechar de um ciclo de inspiração, é a “renovação de votos a uma paixão que se mantém desde sempre e que tenho a certeza me vai inspirar a fazer outras coleções semelhantes.”
Em noite de concerto “Arena Live”, C4 Pedro apresenta-se, na próxima Segunda-Feira, 26 de Novembro, pelas 22 horas, no Casino Lisboa. Músico da nova geração angolana, C4 Pedro sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar as suas melhores composições. Em destaque estará o álbum “King CKWA”, que reúne êxitos como “Tu és a Mulher”, “Spetxa One” ou “African Beauty” (feat. Dj Maphorisa). A entrada é livre.
C4 Pedro é o nome artístico de Pedro Henrique Lisboa Santos. Intérprete, compositor, guitarrista, produtor e empresário, C4 Pedro deu os seus primeiros passos musicais na Bélgica onde viveu durante dez anos e onde, em 2007, editou o seu álbum de estreia “Lágrimas - Um Só Povo Uma Só Canção”, que posteriormente editou, em 2009, em Angola, aquando do seu regresso à sua terra-natal.
O seu segundo registo de originais, “Calor e Frio”, chegou em 2011 e catapultou a sua carreira. Em 2014 e 2015 fez uma digressão de sucesso pela Europa e em Setembro editou “KING CKWA”, que rapidamente chegou ao nº 1 do iTunes, entrando directamente para o top nacional de vendas em Portugal.
A sua versatilidade e polivalência permitiram-lhe, ainda, participar na telenovela portuguesa “A Única Mulher” e a dar voz a duas dos personagens do filme de animação “Hotel Transylvania 2”.
Com um programa diversificado, os “Concertos Arena Live 2018” oferecem diferentes conceitos e estilos musicais no amplo espaço do Arena Lounge, o qual dispõe, aliás, de múltiplas soluções técnicas para originais actuações ao vivo.
Ciclo de “Concertos Arena Live 2018”
- 26 de Novembro: C4 Pedro
- 03 de Dezembro: HMB
- 10 de Dezembro: Linda Martini
- 17 de Dezembro: Papillon
- 25 de Dezembro: Gospel Collective (Dia de Natal)
Terra Franca, a primeira longa-metragem realizada por Leonor Teles, recebeu este fim-de-semana dois prémios em dois festivais de cinema internacionais.
Na cerimónia de encerramento da 33.ª edição do Festival Internaconal de Cine de Mar del Plata (Argentina), que se realizou no passado domingo, dia 17 de Novembro, recebeu o Prémio de Melhor Primeira Obra da Competição Internacional (Prémio de la Crítica Jovén). E em França, no encerramento do 38.º Festival International du Film d'Amiens, que se realizou na noite de 16 de Novembro, recebeu o Prix de La Ville d'Amiens.
Estes prémios vêm juntar-se a outros como o SCAM International Award no Festival Cinema du Réel, a Menção Especial no FIDADOC - Agadir International Documentary Festival e a Menção Especial no Les Rencontres Cinematographiques de Cerbère-Portbou.
Produzido por Uma Pedra no Sapato, o filme Terra Franca chega às salas de cinema portuguesas no dia 10 de Janeiro de 2019.
Mais de 45% dos inquiridos portugueses considera que os dispositivos profissionais influenciam negativamente a sua vida pessoal. Esta é uma das conclusões do estudo Work Life Balance da Michael Page, realizado em 13 países da Europa, que avalia o impacto que os equipamentos fornecidos pelas empresas têm na vida pessoal dos seus colaboradores.
Em Portugal, 78% dos trabalhadores têm um dispositivo de trabalho remoto (telemóvel ou portátil), sendo o terceiro país que mais disponibiliza telemóvel aos seus colaboradores, a seguir à Alemanha e Espanha. Desses, 47% consideram que o impacto destes equipamentos no seu estilo de vida é negativo. A Alemanha é o país mais insatisfeito, com 57%, já a Itália vê este aspeto como sendo positivo (36%).
Em relação ao trabalho remoto, uma tendência cada vez mais frequente na Europa, 59% dos inquiridos portugueses têm essa possibilidade nas suas empresas. Entre os que usufruem do trabalho remoto, 51% encaram esta flexibilidade como positiva para o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Já quando analisamos os 30% que veem este tipo de trabalho como negativo, e comparando com o resto da Europa, somos os mais insatisfeitos, a seguir a Espanha (36%)
Em termos europeus, Portugal é o segundo país, a seguir a Espanha, que mais trabalho leva para casa: 78% trabalham fora do horário laboral e 61% trabalha nas férias.
O estudo analisa ainda o impacto da boa relação com os colegas e chefias na produtividade. Áustria e Espanha são os países que mais reconhecem essa importância. Em Portugal, são 72%.
Em termos gerais, 64,1% dos portugueses estão satisfeitos com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, sendo que os Países Baixos e a Suíça estão no topo da tabela de satisfação com 78% e 75% respetivamente. No lado oposto da tabela, encontramos a Itália (59%) e a Turquia (57%).