terça-feira, 25 de novembro de 2025

Sheraton Lisboa Hotel & SPA dinamiza a gala Blue Night a favor da UNICEF



O Sheraton Lisboa Hotel & Spa vai organizar, no próximo dia 27 de novembro, a Blue Night Gala, um jantar solidário cujos fundos angariados reverterão na totalidade a favor da UNICEF. Para tornar a noite ainda mais especial, o evento contará com a atuação do cantor Pedro Abrunhosa e com o sorteio de uma estadia exclusiva de duas noites numa ilha privada em Veneza.

A Marriott International e a UNICEF mantêm uma parceria de longa data através do programa Check Out for Children, que convida os hóspedes a fazer uma doação voluntária de 1 USD por cada noite de estadia, apoiando o trabalho em prol das crianças em todo o mundo. Desde 1995, esta colaboração já permitiu angariar milhões de dólares, e o relançamento do programa, em 2023, contribuiu com mais de 500.000 USD.
 
Inspirado por este compromisso, o Sheraton Lisboa decidiu reforçar a parceria com a UNICEF através da criação de uma gala solidária de raiz, com o propósito de angariar fundos essenciais para manter o trabalho em países devastados por conflitos e comunidades mais remotas.
 
A gala tem início às 20h00, com welcome cocktail e jantar confecionado pela conceituada equipa de cozinha do Sheraton. A noite promete ser memorável, com a atuação especial do ícone da música portuguesa Pedro Abrunhosa, que apresentará um espetáculo acústico exclusivo, revisitando alguns dos seus maiores êxitos. Para além disso, será sorteada uma estadia de duas noites em suite no JW Marriott Venice Resort & Spa, situado na ilha privada de Isola delle Rose, em Veneza.
 
“A nossa missão, em alinhamento com o Marriott International, é estar ao lado da UNICEF, uma organização que apoiamos há mais de 20 anos. Acreditamos que podemos ter um papel ativo no apoio a causas que promovem uma melhor qualidade de vida.” afirma Thierry Henrot, Diretor Geral do Sheraton Lisboa Hotel e Presidente do Marriott Business Council Portugal. “Com a Blue Night Gala esperamos continuar a angariar fundos, contribuir para uma mudança positiva a nível global e defender os direitos de todas as crianças que se encontram em situações desfavorecidas.”, conclui.
 
Todas as informações sobre a Blue Night Gala estão disponíveis na plataforma oficial de venda de bilhetes. O valor é de 80 euros por pessoa, sendo integralmente revertido para a principal organização humanitária do mundo. O dress code é fato escuro e espera-se uma noite inspiradora, marcada pela solidariedade e pelo propósito comum de apoiar um programa que salva vidas.

Duques do Precariado lançam “Falho” e anunciam concertos em Lisboa e Porto



Os Duques do Precariado lançaram no passado dia 14 de novembro o single “Falho”, o primeiro avanço do novo disco Encarnação, com edição marcada para janeiro. O tema antecipa os concertos da banda a 18 de dezembro no BOTA (Lisboa) e a 19 de dezembro no Maus Hábitos (Porto). 

“Falho” só tem um acorde. É tocada em Dó Maior e, portanto, disponível aos iniciados na guitarra — mas, paradoxalmente, só os iniciados a sabem verdadeiramente tocar. Reconta uma história antiga, apresentada em forma de adivinha, e pertence a Encarnação, o segundo disco dos Duques do Precariado.

Gravada sem metrónomo e num só take, “Falho” reúne Pedro Mendonça (Ukelele, Voz), João Neves (Guitarra, Voz) e João Fragoso (Baixo, Voz), e contou ainda com a flauta de Teresa Costa, as gaitas de Hugo Oliveira e os tambores de Zé Stark. Uma canção simples, imperfeita e inteira — como um retrato do próprio percurso da banda.



Os Duques do Precariado nasceram em Lisboa, em 2014, quando Pedro Mendonça mostrou ao Fragoso as canções que tinha “no lixo”. Depois de muitas conversas e algumas gravações numa cave da Graça, deram-se a conhecer a 1 de maio de 2017 com o tema “Vou Considerar”, produzido com Bernardo Fachada. Em 2018 lançaram o primeiro álbum, Antropocenas, um conjunto de sete canções que olham o colapso de frente, com ironia e ternura.



Reeditado em 2023 pela Lux Records, Antropocenas devolveu os Duques aos palcos e abriu caminho para o novo trabalho. Já com João Neves no processo de arranjo das canções, voltam a gravar com Hugo Oliveira, Zé Stark e com a participação especial de Teresa Costa, nascendo assim Encarnação. 

Os Duques do Precariado, preparam-se para apresentar o single ao vivo a 18 de dezembro no BOTA (Lisboa) e 19 de dezembro no Maus Hábitos (Porto).

Workshop de Fotografia - Técnicas de Fotografia em Concertos e Espectáculos



A fotografia de concertos e espetáculos é um dos campos mais desafiantes e apaixonantes da imagem. Luzes imprevisíveis, movimento intenso em palco, ambientes de baixa luminosidade e a necessidade de captar emoções reais exigem do fotógrafo técnica, rapidez e sensibilidade artística. É neste contexto que nasce o Workshop de Fotografia – Técnicas de Fotografia em Concertos e Espetáculos, uma formação prática dirigida a quem pretende elevar as suas competências e captar performances ao vivo com impacto e consistência profissional.

Durante esta experiência formativa, os participantes aprendem a gerir diferentes cenários de luz, a otimizar configurações de câmara para ambientes escuros, a trabalhar com elevada velocidade de ação, e a compreender a dinâmica típica de concertos, além de técnicas de edição e pós produção para entrega de resultados profissionais de forma rápida e prática.



O workshop foca-se na prática real e no desenvolvimento de um olhar criativo, permitindo aos formandos sair com técnicas prontas a aplicar em situações reais.

Com todas as edições anteriores esgotadas, a 8ª edição do Workshop de Fotografia em Técnicas de Fotografia em Concertos & Espetáculos acontece já nos dias 13 e 14 de Dezembro!



No workshop, ministrado por Rodrigo Simas (profissional com maior experiência em digressões internacionais de Portugal, sendo o fotógrafo oficial de bandas como Dave Matthews Band, Sepultura & Coheed And Cambria), os formandos têm ainda a oportunidade de fotografar um espectáculo no Coliseu dos Recreios.

Casino Lisboa oferece cartaz de luxo com entrada livre no “Arena Live 2025”



O Casino Lisboa inaugura, no próximo dia 5 de dezembro, pelas 22 horas, o ciclo de espectáculos “Arena Live 2025”. O ambiente festivo mantém-se até ao final do ano com um programa de luxo que se prolonga por oito noites, prometendo surpreender o público com seis concertos imperdíveis e dois espectáculos repletos de bom humor. O encontro está marcado para o Arena Lounge e a entrada é gratuita. 



Dia 5 de dezembro (sexta-feira): Espectáculo - Tochas & Telmo
Inspirados no espírito natalício, Pedro Tochas e Telmo Ramalho estão preparados para fazer o espetáculo que faltava no panorama nacional ou mesmo mundial. A tresloucada dupla regressa para subverter o espírito natalício com a sua química inconfundível. 

Com um orçamento a ultrapassar a dezena de euros, não olharam a meios para criar um espectáculo tão épico que até tem um fato de rena! Depois deste espectáculo o Natal nunca mais será o mesmo!

Dia 8 de dezembro (segunda-feira): Concerto - D.A.M.A.
Francisco M. Pereira (Kasha), Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho são o núcleo central dos D.A.M.A., banda oriunda de Lisboa que se destaca pelas suas canções contagiantes, empatia com o público e energia das actuações ao vivo. 

Com 13 anos de uma carreira repleta de sucessos, afirmaram-se como uma das bandas protagonistas no panorama da música nacional. “Às Vezes”, “Oquelávai”, “Não Dá”, “Era Eu” e “Balada do Desajeitado” são, apenas, alguns dos temas que habitualmente levam o público ao rubro nos seus concertos.

Dia 10 de dezembro (quarta-feira): Espectáculo - One (Her)Man Show
Os espectáculos do Herman são como as impressões digitais: não existem dois iguais! Num ritmo alucinante, as personagens dos seus quarenta anos de vida artística são evocadas de forma sublime.

O público poderá reencontrar-se com Feliz&Contente, Serafim Saudade, Tony Silva, Maximiana, José Esteves, Nelo) juntamente com muitas e hilariantes estórias de carreira, tudo embrulhado numa forte componente musical, onde não são esquecidos os seus grandes êxitos, do “Saca o Saca-Rolhas” à “Canção do Beijinho”, passando pela marcha “Vamos Lá Cambada” ao seu hino à folia “És tão boa, És tão boa”. Uma viagem de música e humor com Herman no seu melhor!

Dia 15 de dezembro (segunda-feira): Concerto - Soraia Ramos
Soraia Ramos é uma cantora e compositora luso-cabo-verdiana que se tem afirmado como uma das vozes mais marcantes da música lusófona contemporânea. Desde que assinou com a Klasszik, em 2017, conquistou o público com sucessos como “Bai”, “O Nosso Amor” e “Nha Terra”, destacando-se pela fusão entre R&B, pop e ritmos cabo-verdianos. 

Cantando em português e crioulo, representa com autenticidade as suas raízes e o espírito da diáspora, tendo sido nomeada para prémios internacionais e tornando-se a primeira artista lusófona a ser capa da playlist Africa da Apple Music. Com o álbum “Cocktail” e actuações em grandes palcos, Soraia Ramos confirma-se como símbolo de talento, força e empoderamento feminino na música africana e lusófona.

Dia 22 de dezembro: Concerto - Dino D’Santiago
Dino D'Santiago, natural de Quarteira, é hoje uma figura central da música portuguesa que ultrapassou qualquer fronteira musical e social. O seu trabalho explora a tradição cabo-verdiana com o peso contemporâneo da electrónica global. 

Em 2024, foi nomeado para os Latin Grammys na categoria “Melhor Canção em Língua Portuguesa” com o tema “Esperança” acompanhado na autoria por Criolo, Nave e Amaro Freitas. Dino D'Santiago, reúne público e crítica, no reconhecimento do seu nome incontornável da música contemporânea feita em português.

Dia 25 de dezembro (quinta-feira) (Dia de Natal): Concerto - Gospel Collective
Fonte de força, força das nossas vidas, a música gospel no Natal de 2025. O Gospel Collective ergue os seus olhos para os céus e levanta as suas mãos e canta em plenos pulmões cânticos de esperança em tempos de dor, canções de gratidão para lembrar que o choro pode vir pela noite, mas a alegria chega pela manhã. 

Um concerto de Natal diferente e ousado em alegria em que a multiplicidade de culturas e sonoridades são celebradas e parte do ADN do Gospel Collective, um coro com mais de 50 vozes cujos membros são de diferentes nacionalidades e descendências resultando numa musicalidade de diferentes timbres, mensagens fortes, que transpiram a cultura mestiça, a cultura africana e também lusófona ainda que inspirada no cancioneiro norte-americano.

Dia 29 de dezembro (segunda-feira): Concerto - The Gift
Uma banda com 30 anos de canções. Em palco os The Gift são uma verdadeira máquina do tempo. Agarrados pelos temas de sucesso conseguem sempre transmitir uma ideia de devoção a quem os ouve trazendo sempre a modernidade e a força de uma banda que toca como se da última noite se tratasse. 

Canções de uma vida lideradas pela voz e presença carismática de Sónia Tavares. Os The Gift continuam com todos os sonhos, sempre com o palco a conduzir-lhes a vida. É no palco que se percebe a força desta banda. Um espectáculo a não perder.

Dia 31 de dezembro (quarta-feira): Concerto - The Black Mamba (Réveillon)
O ciclo de “Concertos Arena Live 2025” encerra, da melhor forma, com The Black Mamba em plena noite de Réveillon. Com mais de 15 anos de carreira e cinco álbuns, The Black Mamba são uma fusão sofisticada de soul, funk e blues com um ADN profundamente português, afirmando-se como uma das bandas mais carismáticas e consistentes da música nacional, com uma sonoridade intensa e sedutora.

Após representarem Portugal na Eurovisão 2021 com “Love Is On My Side”, a banda regressa, agora, com “Lost in London”, gravado nos lendários Abbey Road Studios. Este disco revisita temas dos seus quatro álbuns anteriores numa nova e vibrante roupagem.

Ciclo de espectáculos “Arena Live 2025”
- 05 de dezembro (sexta-feira): Tochas & Telmo
- 08 de dezembro (segunda-feira): D.A.M.A.
- 10 de dezembro (quarta-feira): One (Her)Man Show
- 15 de dezembro (segunda-feira): Soraia Ramos
- 22 de dezembro: Dino Santiago
- 25 de dezembro (quinta-feira): Gospel Collective (Dia de Natal)
- 29 de dezembro (segunda-feira): The Gift
- 31 de dezembro (quarta-feira): The Black Mamba (Réveillon)

JACC Records lança Our Time, o novo disco do trio Flora liderado por Marcelo dos Reis



A JACC Records edita o novo disco do trio Flora, Our Time, liderado pelo guitarrista Marcelo dos Reis. A edição física chega em dezembro. 

A JACC Records apresenta Our Time, o novo trabalho do trio Flora, liderado por Marcelo dos Reis. O disco já chegou às plataformas digitais, seguindo-se a edição física em dezembro.

Após o disco de estreia do trio Flora e uma extensa digressão europeia, a JACC Records acolhe agora Our Time, um trabalho que explora o tempo enquanto matéria emocional, física e transformadora. As composições vivem de cortes, rupturas e mudanças de direcção, sempre com uma energia vibrante que atravessa o disco. O resultado é um entrelaçar de jazz de vanguarda, psicadelismo, improvisação europeia, ecos de um rock sónico e pulsações que evocam territórios africanos.



Marcelo dos Reis é reconhecido como uma das vozes mais proeminentes da improvisação europeia. Com presença em mais de vinte discos em nome próprio, tem actuado nos principais festivais e salas de toda a Europa. Foi eleito Músico do Ano pela jazz.pt, cinco vezes Guitarrista do Ano pela publicação internacional El Intruso, e recentemente distinguido como um dos músicos mais influentes da última década pela prestigiada Free Jazz Collective.

Ao lado de Marcelo dos Reis estão os parceiros de longa data Miguel Falcão (contrabaixo) e Luís Filipe Silva (bateria), dois músicos de linguagem sólida e identidade assumida. Juntos, formam um trio que se expande sobre si próprio, afirmando um território musical singular dentro da nova criação portuguesa.

Alcione encantou o público com os seus grandes êxitos no Casino Estoril



Foi com o Salão Preto e Prata esgotado que Alcione se estreou no Casino Estoril para celebrar mais de 50 anos de canções. A carismática cantora brasileira brindou o público com os principais êxitos da sua carreira.

“Não Deixe o Samba Morrer”, “Estranha Loucura”, “Você Me Vira a Cabeça” ou “Loba” foram alguns dos clássicos que proporcionaram alguns dos melhores momentos da noite.


A artista brasileira, de 78 anos, convidou o público a viajar pelos períodos mais marcantes da sua carreira, interpretando, ainda, outros sucessos como "Faz Uma Loucura Por Mim", "Meu Ébano", “Juízo Final”, “Gostoso Veneno”, “Separação”, “Evidências”, “Foi Deus”, “As Rosas”, “Retalhos de Cetim”, “Sufoco”, “Umbi Umbi” e “Regresso”.


Com a sua inconfundível voz, Alcione apresentou um espectáculo renovado, expandindo a sua boa energia através de interpretações únicas que encantaram e emocionaram os numerosos fãs de diferentes gerações marcaram presença no Casino Estoril. 



segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Estoril Sol inaugura majestosa árvore de Natal nos jardins do Casino Estoril



A Estoril Sol inaugurou, na passada quinta-feira, uma majestosa árvore de Natal nos jardins do Casino Estoril. Cumpre-se, assim, a tradição da quadra natalícia com a iluminação de uma gigantesca árvore que se distingue, desde logo, pela sua multiplicidade de tons de cores alegres e pela criatividade da decoração que a envolve.

A imponente árvore de Natal destaca-se com naturalidade nos jardins do Casino Estoril que se estendem harmoniosamente até ao complexo balnear do Tamariz. Como é habitual, a árvore de Natal estará instalada até ao Dia de Reis, 6 de janeiro, data que tradicionalmente encerra as festividades em Portugal. 

Com esta iniciativa a Estoril Sol pretende fortalecer o espírito natalício e o ambiente mágico próprio desta época, bem como reforçar a celebração de memórias e tradições, transmitindo os votos de um Santo e feliz Natal a todas as famílias que passem pelos jardins do Casino Estoril. 

EP conjunto de Aerosmith e Yungblud, One More Time, já está disponível



Os Aerosmith, vencedores de vários prémios GRAMMY® e membros do Rock and Roll Hall of Fame®, e o artista britânico multiplatinado e nomeado para os GRAMMY®, Yungblud, acabam de lançar o seu EP conjunto, One More Time, já disponível. Sendo a primeira música nova dos Aerosmith em mais de 12 anos, esta coleção de cinco temas reúne duas gerações do rock 'n' roll em quatro canções originais coescritas pelos Aerosmith e por Yungblud. Com Tyler e Yungblud em dueto em todas as canções e a guitarra icónica de Joe Perry a conduzir o som, escreveram e gravaram quatro temas novos, para além de reacenderem em conjunto o clássico dos Aerosmith "Back in the Saddle", apresentado aqui numa nova versão remisturada em 2025. Produzido por Matt Schwartz, o EP está disponível em formato digital e em edições limitadas em disco de vinil, CD e cassete.

Os Aerosmith e Yungblud apresentaram o EP com o single "My Only Angel", lançado a 19 de setembro, acompanhado por um vídeo. A canção abre com uma harmonia vocal a cappella em camadas de Tyler e Yungblud — "Will you cry if I called you my angel? Would you leave me one more time?" — e desenvolve-se em torno de guitarras com eco, uma batida constante e um baixo profundo, antes de explodir no refrão hipnótico partilhado por Tyler e Yungblud. O solo de guitarra característico de Perry encerra a canção, sublinhando a química entre duas gerações do rock. "My Only Angel" estreou-se no 1.º lugar da tabela Billboard Hot Hard Rock Songs, onde se manteve no Top 10 durante três semanas. A canção entrou diretamente para o 20.º lugar na tabela Hot Rock Songs, no 23.º lugar na Hot Rock & Alternative Songs e ficou no top 40 da Mainstream Rock Airplay — marcando a 45.ª presença dos Aerosmith nesta tabela.



A seguir ao original, a banda e Yungblud partilharam "My Only Angel (Desert Road Version)", uma reinterpretação despojada que conta com a participação especial do vencedor de um GRAMMY®, Steve Martin, no banjo. Inspirados pelo núcleo emocional da canção original, a banda e Yungblud regressaram ao estúdio para explorar o seu lado mais vulnerável. Durante a sessão, Tyler — um antigo admirador de Martin — imaginou o som distintivo de um banjo a encerrar a canção. Entrou em contacto com Martin, que aceitou o convite e gravou a sua parte remotamente. Este acrescento define o momento final da nova versão: um final soulful que troca a força do original por uma sensação mais texturada, com o solo de banjo de Martin a levar a canção até ao término.

O EP inclui também "Problems", onde a voz de Yungblud desliza sobre um arpejo cinematográfico e cordas grandiosas em direção ao refrão, "I got a whole lot of problems, but it don't matter when I'm with you". Em "Wild Woman", um fraseado bluesy e acordes rápidos alimentam um chamamento-resposta vocal que arde com atitude. "A Thousand Days" surge como uma balada quintessencial: Yungblud lamenta, "Babe, Heaven's gonna burn down officially", com Tyler a responder, "I've been looking for redemption". O EP termina com "Back In The Saddle (2025 Mix)", que preserva a integridade do original, mas aumenta a energia e o volume, emparelhando a entrega visceral de Yungblud com a voz icónica de Tyler.

Alinhamento de One More Time

1. “My Only Angel”
2. “Problems”
3. “Wild Woman”
4. “A Thousand Days”
5. “Back In The Saddle (2025 Mix)”

Hélder Teixeira Aguiar vence Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís instituido pela Estoril Sol



Com o romance original “Na Tua Mão”, Hélder Teixeira Aguiar sagrou-se vencedor da 18ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, por unanimidade do Júri, presidido por Guilherme d’Oliveira Martins. A obra será publicada através da Editorial Gradiva, agora em processo de fusão com a editora Guerra e Paz, no quadro de uma parceria com a Estoril Sol, desde 2008, ano do lançamento do concurso, em homenagem à grande escritora. 

O júri escreveu em acta que a obra vencedora “é um romance de aventura, aprendizagem e superação de dois irmãos de 11 e 17 anos, de nacionalidade portuguesa, mas vivendo nas regiões conturbadas da Venezuela. Perseguidos por carteis da droga por causa da mãe jornalista “entretanto desaparecida”, esses dois jovens vão tentar passar a fronteira para a Colômbia pela selva. No percurso, irão aprender o mundo e a força para superar dificuldades. Narrado alternadamente pelos dois irmãos, há neste romance uma frescura que cativa e uma qualidade de linguagem e construção narrativa que deixa entrever com seguimentos literários futuros de grande valia”. 

Hélder Teixeira Aguiar nasceu em São João da Madeira, em 1983. Filho de pai oficial do exército e escritor, e de mãe professora, licenciou-se em medicina pela Universidade Nova de Lisboa em 2008, tendo completado um mestrado no King’s College de Londres. Trabalha na ULS Entre Douro e Vouga, como médico de família na USF São João e integra a equipa local de cuidados paliativos.

Diz Hélder Teixeira Aguiar que “esta dualidade entre medicina e literatura define-se em mim como uma picardia interna entre a ambição do menino que sonhava ser médico enquanto rascunhava os primeiros poemas; ou o incentivo materno à medicina em contraste com o universo cultural paterno, que disparava rock e música clássica ao adormecer e livros a nascer pelos cantos da casa. Inevitavelmente, deste confronto emergiu a síntese: a medicina não subsistiria sem a escrita, nem a escrita se aprofundaria sem o que observava e sentia in loco como clínico, um mundo em constante mudança, marcado por inapeláveis injustiças e desigualdades, repleto de personagens à espera de um escritor que lhes dê uma voz”.

Em relação às suas influências literárias, Hélder Teixeira Aguiar refere: “A minha escrita é influenciada pelo realismo, sobretudo o realismo psicológico e social de Dostoievski e pelo existencialismo de Camus. Em Portugal, Eça de Queirós, Agustina Bessa-Luís e Vergílio Ferreira são referências para mim. No modernismo, destaco J.D. Salinger, cuja representação da mente jovem em À Espera no Centeio foi determinante e, claro, o incontornável José Saramago. Entre os contemporâneos, admiro Gonçalo M. Tavares pela desconstrução da linguagem (um verdadeiro “cientista literário” a quem entregaria a minha nomeação para prémio Nobel), Afonso Reis Cabral pela qualidade imagética, e também José Luís Peixoto, Hugo Gonçalves e Carla Pais”. 


Explica o novo escritor sobre a obra vencedora que “o romance surgiu na sequência de um trabalho de investigação. Darién é um gargalo geográfico onde confluem, todos os anos, centenas de milhares de pessoas de todo o planeta. Apoiei-me em artigos, relatórios oficiais e reportagens de referência – como a de Nadja Drost, distinguida com o Prémio Pulitzer –, mas também em vídeos nas redes sociais e em partilhas de experiências em grupos de migração. Para garantir a verossimilhança, consultei sensitivity readers venezuelanos e botânicos locais, li tudo o que encontrei sobre os Emberá – tribo que habita Darién há séculos – e estudei o seu dicionário, desenvolvido recentemente, para compreender a língua”.

“Foi fundamental para mim – enfatiza o autor - que cada linha, desde a diáspora venezuelana até ao cenário migratório com as suas rotas e perigos, naturais e humanos, espelhasse a verdade. Se por um lado me inquietou expor esse lado da provação humana, uma proporção significativa vivida por jovens e crianças desacompanhados, por outro, fascinou-me o cruzamento improvável de culturas, incluindo o contacto ocasional com as populações nativas que lá resistem. O romance constrói-se através de duas vozes jovens, as quais, no meio das suas diferenças e limitações, alcançam sabedoria no meio do caos, acalentando a esperança de que todos os possam ouvir”.

Com um espaço consolidado no meio literário português, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís distinguiu, desde o seu lançamento em 2008, os escritores Raquel Ochoa, Paulo Mourão Bugalho, Tiago Patrício, Marlene Correia Ferraz, Paula Cristina Rodrigues, Ricardo Mota, Rui Lage, Judite Canha Fernandes, Cristina Cosme, Marta Pais Oliveira, Catarina Gomes, Marco Pacheco, Francisco Mota Saraiva e, em 2024, Dulce de Souza Gonçalves. 

O Júri que atribuiu o Prémio, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que presidiu, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, integrou José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, e, ainda, por José Carlos de Vasconcelos e Ana Paula Laborinho, convidados a título individual e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

O Dia Mais Curto está de volta!



Todos os anos, a 21 de dezembro, o hemisfério norte assiste ao solstício de inverno — o dia mais curto do ano. Inspirada por este fenómeno astronómico, nasceu uma iniciativa que se celebra por todo o mundo: uma festa global dedicada ao cinema em formato curto.

Em Portugal, O Dia Mais Curto estende-se ao longo de todo o mês de dezembro, com sessões espalhadas de Norte a Sul e pelas ilhas e com especial destaque para o dia 21, data em que o cinema ilumina o início do inverno.

Nesta edição, a Curtas Metragens CRL apresenta quatro programas distintos, cuidadosamente concebidos para envolver públicos de todas as idades e origens:
  • Curtas do Mundo – quatro obras internacionalmente premiadas, assinadas por realizadores emergentes e consagrados.
  • Novas Curtas Portuguesas – um retrato vibrante da criatividade nacional, revelando novas vozes e olhares do cinema português.
  • Curtinhas para Todos (a partir dos 6 anos) – uma viagem divertida e imaginativa pelas emoções e descobertas da infância.
  • Amiguinhos (a partir dos 3 anos) – animações ternurentas que despertam o gosto pelo cinema desde cedo.
A estas sessões juntam-se programações paralelas dinamizadas por cineclubes, associações culturais e escolas, além de sessões solidárias e exibições televisivas, que levam o espírito do Dia Mais Curto a diferentes públicos e plataformas. Fique a par de todas as sessões de cinema através do nosso website www.odiamaiscurto.curtas.pt.

O Dia Mais Curto é muito mais do que um evento, é uma celebração do cinema acessível a todo o público. Um convite à descoberta, à emoção e ao poder das histórias curtas. Em dezembro, as curtas-metragens voltam a iluminar os ecrãs de todo o país!