quarta-feira, 17 de junho de 2026

Estamos a envelhecer, mas continuamos a não saber ouvir os mais velhos



Portugal é um dos países mais envelhecidos da Europa. Este é um dado amplamente conhecido e repetido sempre que se discute sustentabilidade da Segurança Social, pressão sobre os cuidados de saúde ou respostas sociais para a população sénior. 

Mas há uma dimensão deste envelhecimento coletivo que continua praticamente ausente do debate público: a invisibilidade narrativa das pessoas mais velhas. 

Falamos de envelhecimento em números. Falamos de dependência, de pensões, de cuidados, de lares, de esperança média de vida. Mas raramente falamos das pessoas enquanto detentoras de memória, experiência e identidade coletiva. 

De forma quase inconsciente, fomos empurrando os mais velhos para um lugar social onde são vistos sobretudo pelas suas necessidades e cada vez menos pelo valor da sua história. 

E isso devia preocupar-nos. 

Numa sociedade obcecada com velocidade, produtividade e novidade, ouvir exige tempo. Fazer perguntas exige presença. Escutar verdadeiramente implica reconhecer valor naquilo que a outra pessoa tem para dizer. Talvez por isso este seja um exercício cada vez mais raro. 

O problema é que aquilo que se perde não é apenas individual ou familiar. É também coletivo. 

Cada pessoa idosa carrega consigo um património imaterial feito de memórias, contextos, vivências e perspetivas sobre o mundo que não existem em mais lado nenhum. Quando essas histórias desaparecem sem serem escutadas, perde-se muito mais do que recordações privadas. Perde-se contexto histórico, identidade cultural e compreensão intergeracional. 

Num país que viveu ditadura, emigração massiva, transformações sociais profundas, mudanças económicas e revoluções culturais em poucas décadas, não preservar a memória viva das pessoas é desperdiçar uma parte importante da nossa própria história. 

Há também aqui uma contradição curiosa. 

Nunca documentámos tanto a nossa vida como hoje. Fotografamos tudo, filmamos tudo, guardamos tudo. E, no entanto, talvez nunca tenhamos sido tão frágeis na preservação daquilo que realmente importa: as histórias, os significados, os testemunhos humanos. 

Guardamos imagens, mas não necessariamente memória. 

Talvez porque confundimos registo com preservação. 

Mas preservar não é apenas acumular ficheiros digitais. Preservar é ouvir. É contextualizar. É reconhecer valor antes que seja tarde. 

Este não é apenas um tema emocional ou familiar. É um tema social. 

Num país envelhecido, continuar a ignorar a voz dos mais velhos é também uma forma silenciosa de exclusão. 

E talvez esteja na altura de começarmos a falar sobre isso. 

Rita Seara - Fundadora do Jardim das Memórias 

Casino Lisboa recebe “Rei Lear” de 15 a 26 de julho



O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, de 15 a 26 de julho, o espectáculo “Rei Lear”. Trata-se de um curto ciclo de representações, a partir da obra de William Shakespeare, com tradução de Álvaro Cunhal e encenação de António Pires.

Rei Lear conta-nos a história de um monarca envelhecido que decide dividir o reino entre as três filhas, esperando retirar-se do governo, mas conservar a autoridade e a reverência de todos. 

Ao exigir declarações públicas de devoção, desencadeia um jogo político que rapidamente se volta contra ele. Expulso do poder e traído pelas próprias alianças que julgava seguras, Lear vagueia num mundo que já não lhe pertence. 

É na tempestade e na ruína que descobre demasiado tarde a fragilidade do poder e da própria condição humana.

Nevoeiro de Pedro Eiras chega ao Porto de Encontro



A 128ª edição do evento recebe o poeta, ensaísta, dramaturgo e ficcionista no sábado, dia 20 de junho, pelas 17h00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.  

A celebrar 25 anos de carreira literária, Pedro Eiras é o próximo convidado do Porto de Encontro. Em conversa com o jornalista Sérgio Almeida, o poeta falará sobre o seu percurso literário, mas também sobre a sua mais recente obra, Nevoeiro, publicada pela Assírio & Alvim.

O universo de Fernando Pessoa volta a ser o território privilegiado do autor, que nos transporta ao tempo em que Pessoa escreveu Mensagem, nos últimos anos da sua vida, um período que coincide com os primeiros anos da ditadura do Estado Novo. Nevoeiro é uma leitura incontornável para quem se interesse pela obra pessoana e pela história cultural portuguesa. Mas é também um livro de uma atualidade inquietante: os perigos da desinformação e o ressurgimento de forças que ameaçam a liberdade de expressão, como uma neblina, tornam este tema tão ou mais urgente nos nossos dias.

Desde 2001 que Pedro Eiras publica obras de ficção (Bach, Cartas Reencontradas de Fernando Pessoa, A Cura), teatro (Um Forte Cheiro a Maçã, Uma Carta a Cassandra, Um Punhado de Terra, Bela Dona), ensaio (Esquecer Fausto, Tentações, Os Ícones de Andrei, Constelações, Platão no Rolls-Royce) e poesia (Inferno, Purgatório, Paraíso). Além disso, publicou vários livros em França, na Roménia, no Brasil. As suas peças de teatro foram encenadas e lidas em dez países.

O evento contará com a participação especial Marinela Freitas e com as leituras de Emília Silvestre.

O Porto de Encontro é uma iniciativa da Porto Editora, que conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand.

Mais informações em www.portoencontro.pt

Espectáculo “Impulso” da Artemove no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 11 de julho, pelas 19h30, o espectáculo de dança “Impulso”. Trata-se de um novo espectáculo da escola Artemove, com a direção artística de Paula Careto.

“Impulso” é o momento antes do movimento. É a energia que nasce no corpo antes de ser vista. É intenção, reação, escolha e transformação. Neste aguardado espectáculo de final de ano, os alunos da Artemove exploram a força que os move individualmente e em conjunto. 

Ao longo da noite, bailarinos de diferentes idades e níveis de formação dão vida a histórias, emoções e experiências que refletem o seu percurso de aprendizagem. Cada coreografia traduz uma expressão única dessa força invisível que antecede a ação e que nos acompanha ao longo da vida. “Impulso” é um tributo à energia que dá origem a todas as possibilidades. 

Iberanime Matosinhos 2026 já tem bilhetes à venda com preços Early Bird até ao final de junho



Os bilhetes para o Iberanime Matosinhos 2026, que se realiza nos dias 10 e 11 de outubro na Exponor, já se encontram à venda, com uma campanha Early Bird disponível até 30 de junho, permitindo aos fãs garantir o acesso ao evento aos preços mais baixos.

Reconhecido como o maior evento nacional dedicado à cultura japonesa, anime, manga, cosplay, gaming e entretenimento asiático, o Iberanime regressa ao Norte do país para mais uma edição repleta de experiências, convidados, espetáculos, concursos, exposições, workshops, áreas temáticas e muitas novidades que serão reveladas ao longo dos próximos meses.

Durante a fase Early Bird, os visitantes podem adquirir os seus bilhetes com condições especiais:

Bilhete Diário

Geral: 18€
Criança: 12,50€
Família (2 adultos + 2 crianças): 50€
Passe 2 Dias

Geral: 30€
Criança: 20€
Família (2 adultos + 2 crianças): 80€
Os preços promocionais estarão disponíveis até ao final de junho, seguindo-se novas fases de venda com valores progressivamente atualizados.

Depois de uma edição histórica em Santarém, considerada por muitos visitantes como a melhor de sempre, o Iberanime prepara agora o seu regresso à Exponor, onde milhares de fãs voltarão a reunir-se para celebrar as suas paixões e descobrir o melhor da cultura pop japonesa.

Os bilhetes já podem ser adquiridos através do site do Iberanime ou diretamente na plataforma See Tickets.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Escola de Dança Eva Vieira de Almeida apresenta “Jangada de Pedra” no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 21 de junho, às 18h30, o espectáculo “Jangada de Pedra” da Escola de Dança Eva Vieira de Almeida. Trata-se de um espectáculo de dança inspirado na obra literário de José Saramago. Estarão em destaque as disciplinas de Pré Dança, Técnica de Dança Clássica, Contemporâneo, Jazz, Hip-Hop e Teatro Musical.

Inspirado na obra de José Saramago, “A Jangada de Pedra” transporta para o palco um universo onde o impossível acontece: a Península Ibérica desprende-se da Europa e inicia uma deriva misteriosa pelo oceano. Nesta travessia, o espetáculo reflete sobre aquilo que somos e aquilo em que nos transformamos na intempérie que a vida traz, os medos que nos assolam e a humanidade que brota nos momentos mais sombrios. Entre o caos e a esperança, cada corpo torna-se memória, resistência e encontro.

Através da dança diferentes gerações unem-se numa criação assaz e visualmente intensa, onde o movimento revela fragilidade, força e ligação humana. Os sinais que nos falam desde que a humanidade é humanidade. Momentos para quem ouve e escuta o murmúrio do tempo. Mais do que uma adaptação, “A Jangada de Pedra” é uma viagem sobre identidade, pertença e a capacidade humana de continuar a avançar mesmo quando o mundo parece desprender-se.

Podemos contrariar aquilo que está escrito no nosso ADN?



O que diz a genética sobre quem somos? Sobre o potencial para termos descendência saudável? E sobre o risco de desenvolvermos doenças raras? Em O Que os Genes Dizem sobre Mim, uma das grandes referências da genética médica em Portugal, Marta Zegre Amorim, responde a estas e a muitas outras questões, conduzindo os leitores por uma das áreas mais misteriosas e fascinantes da ciência contemporânea.

Num momento em que as terapias personalizadas e os testes genéticos são já uma possibilidade, este livro procura aproximar a genética das pessoas, explicando tudo o que já se sabe, sem deixar de interrogar tudo o que ainda está por descobrir. Marta Zegre Amorim mostra ainda de que forma os genes influenciam aspetos tão diversos como a predisposição para doenças como o cancro e a demência, o envelhecimento, a fertilidade, o desenvolvimento infantil ou a resposta do organismo ao ambiente que o rodeia.

Ao longo destas páginas, a autora desmonta mitos, esclarece dúvidas frequentes e ajuda a compreender o papel da herança genética sem cair em determinismos simplistas. Embora cada pessoa possua um código genético único, a genética é apenas uma parte da nossa história, pelo que a interação entre os genes e os fatores ambientais, comportamentais e sociais revela-se fundamental para compreender quem somos e como podemos cuidar melhor da nossa saúde.

O Que os Genes Dizem sobre Mim, com prefácio do Dr. José Almeida Nunes e posfácio do Prof. Dr. Germano de Sousa, percorre os territórios mais importantes da genética e propõe uma reflexão sobre a forma como a ciência contemporânea está a transformar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças, com o objetivo de aumentar a literacia científica e a decisão informada.

O Que os Genes Dizem sobre Mim chega às livrarias a 18 de junho.

Sobre a Autora

Marta Zegre Amorim é médica, formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e especialista em Genética Médica desde 2012. Nasceu e reside em Lisboa, mas a Medicina já a levou a viver em Toronto, onde nasceu uma das suas três filhas. Filha de professores, é movida pela vontade de transmitir o seu conhecimento. Apaixonada pela escrita, fez pequenas incursões literárias que lhe valeram prémios juvenis. Publica agora, com a Contraponto, o seu primeiro livro, que alia a ciência às histórias do seu percurso profissional. 

Marta do Carmo em ciclo de três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Marta do Carmo assegura, de 18 a 20 de junho, pelas 23h30, a animação musical no Arena Lounge do Casino Lisboa. As noites prolongam-se, pelas 00h40, na sexta-feira, 19, com DJ John Holmes; e no sábado, 20, com DJ Phonaster, que selecionam os melhores sets até de madrugada. A entrada é gratuita.

Marta do Carmo nos dias 18, 19 e 20 de junho
A cantora deu os primeiros passos na sua carreira profissional aos 15 anos, ao participar no The Voice Portugal. A sua versatilidade levou-a também a integrar programas televisivos de destaque como I Love Portugal, Não te Esqueças da Letra, The Voice Portugal e All Together Now, onde participou como jurada. 

Em 2024, foi finalista do programa Superestrelas da RTP1, consolidando ainda mais a sua ligação ao público. Para além das suas interpretações ao vivo, Marta do Carmo tem vindo a afirmar-se também como cantautora, com o lançamento de temas originais como "Com a Lua" e "100x", que refletem a sua identidade artística.



DJ John Holmes no dia 19 de junho
Um dos segredos mais bem guardados de Lisboa, John Holmes explora diversos géneros da música de dança do Funk à House onde o Disco é o centro das atenções numa combinação propositadamente old school: inesperada, inspirada e dinâmica, misturada com perspicácia e elegância tal como as suas camisas impecavelmente engomadas.



DJ Phonaster no dia 20 de junho
Phonaster é um DJ e produtor português que explora o lado mais profundo da house music, combinando deep e tech house com uma abordagem refinada e orientada para a pista de dança. Actuando exclusivamente em vinil, os seus sets desenvolvem-se como viagens imersivas, marcadas por uma seleção cuidada, storytelling e uma forte ligação à cultura de crate digging. É residente no Babylon 360, em Lisboa, e já passou pela East Side Radio, Rádio Oxigénio e Collect.

Família e amigos homenageam Ruy de Carvalho no lançamento de "Os Anjos Não Têm Asas"



Família e amigos estão confirmados na homenagem a Ruy de Carvalho agendada para quarta-feira, 17, às 18h, na Malaposta, na apresentação do audiolivro "Os Anjos Não Têm Asas", uma viagem pelas emoções e grandes momentos da vida do actor Ruy de Carvalho, lida pelo própria. A sessão é feita no dia em que Ruy de Carvalho e a mulher, Ruth, completariam 72 anos de casamento. 

Em "Os Anjos Não Têm Asas", editado enquanto livro em 2012 e desde há muito esgotado, o actor partilha, com a ajuda do genro, Paulo Mira Coelho, as mais importantes experiências e lições de vida que fazem com que a própria existência, e a de cada um de nós, faça realmente sentido. Lida pelo próprio e pela família (filhos, genro e neto), "Os Anjos não Têm Asas" conta tudo o que aprendeu sobre o amor, a vida e os afectos, e estará à venda na lyvros.com, kobo.com e wook.pt.  

Ruy de Carvalho, que completou 99 anos a 1 de março, é actualmente o mais velho actor em actividade em todo o mundo. Com um olhar crítico, mas temperado pela ternura e pela maturidade, abre o coração num relato, espontâneo e comovente, sobre os "anjos" que aparecem na nossa vida, quase sem darmos por isso, e convida quem o ouve a refletir sobre os grandes valores da vida.  . 

«Quando naquela tarde, no Conservatório, eu a vi, disse ao Armando Cortêz, vês aquela miúda, gostava que fosse a minha mulher, a mãe dos meus filhos... e foi! Ela escolheu-me. Estivemos casados 53 anos. Foi uma vida. »  explica.

Ruy de Carvalho é um dos grandes atores portugueses, um homem acarinhado e admirado por várias gerações. Nascido em Lisboa, a 1 de março de 1927, iniciou a sua carreira no teatro em 1943 de forma amadora,  Formado pelo Conservatório Nacional, estreia-se profissionalmente no Teatro D. Maria II em 1947, integrado no elenco da comédia “Rapazes de Hoje”. Em 1963, assumiu a direcção artística do Teatro Experimental do Porto, onde realizou a sua única experiência como encenador. Regressou ao Teatro D. Maria II, quando este reabriu, em 1978. Trabalhou com Filipe La Féria em espetáculos como "Passa Por Mim no Rossio" (TNDMII, 1992), "Maldita Cocaína" (Teatro Politeama, 1994) ou "A Casa do Lago", de Ernest Thompson (Teatro Politeama, 2002). Ao longo da sua carreira interpretou autores como Molière, Tennessee Williams, Anton Tchekhov, Eça de Queiroz, Luiz Francisco Rebello e William Shakespeare.

De “Eram Duzentos Irmãos”, de Armando Vieira Pinto, em 1952, passando pelos clássicos do Cinema Novo às obras mais marcantes de Manoel de Oliveira, Ruy de Carvalho passou por alguns dos mais importantes filmes da História do Cinema Português, deixando a sua notável marca em todos. Além dos seus filmes que fez como ator, tem emprestado, por diversas vezes, a sua voz ao cinema. Participou também em numerosos teatros radiofónicos e trabalhos de dobragem de desenhos animados.

Em televisão, tem o seu nome associado à primeira peça exibida na televisão portuguesa, “Monólogo do Vaqueiro” de Gil Vicente, aquando da criação da RTP, em 1957, e também à primeira telenovela, “Vila Faia”, em 1982. O seu nome encontra-se nos elencos de “Inspetor Max”, “O Sábio”, “Massa Fresca”, “Bem-Vindos a Beirais”, “Destinos Cruzados”, “Louco Amor”, entre outras produções.

"Já estou na idade dos balanços, e por isso dou por mim a medir algumas das minhas acções. Às vezes, erramos por ingenuidade, por desconhecimento, e penso que disso não seremos culpados. Errar sem querer, não é errar, é por vezes, aprender." conclui o actor.

DOTE celebra o Mundial com oferta de Francesinhas



O DOTE adere ao espírito do Mundial de Futebol com uma campanha pensada para viver a Seleção Nacional com intensidade e emoção à mesa. No dia 17 de junho às 18h, no jogo de estreia de Portugal frente à República Democrática do Congo, todos os adeptos que estiverem a assistir à transmissão nos restaurantes DOTE poderão ser surpreendidos com uma oferta especial.



Se a Seleção Portuguesa marcar pelo menos um golo, o DOTE celebra com os clientes e oferece uma Francesinha a todos os presentes. A campanha aplica-se independentemente do resultado final, vitória, empate ou derrota, desde que haja um golo português em campo. A oferta é válida em qualquer Francesinha da carta, desde o recente lançamento, Minhota, à icónica Picanochão, passando pela versão tradicional ou a opção vegetariana.

Mais do que um jogo, a iniciativa pretende transformar cada lance num motivo de partilha, juntando adeptos num verdadeiro ambiente de celebração à mesa. Com esta iniciativa, o DOTE posiciona-se como a localização ideal para apoiar a Seleção, vibrar com cada jogada e viver o Mundial, sempre com a garantia de sabores autênticos, frescos e de qualidade.

A iniciativa está sujeita à lotação dos restaurantes, pelo que o DOTE recomenda reserva prévia para garantia de lugar, especialmente para grupos.

Sobre o Dote

O DOTE abriu portas em Lisboa em 2017 com a missão de levar aos lisboetas a verdadeira experiência da Francesinha. Nove anos depois, conta já com cinco espaços, afirmando-se como uma cervejaria moderna de identidade portuguesa, que reinventa este clássico nacional. Inspirado pela tradição, o conceito cria uma ponte entre Lisboa e Porto, combinando autenticidade com uma abordagem gastronómica contemporânea. Com foco contínuo na inovação, o DOTE aposta em combinações criativas sem nunca perder a essência, privilegiando ingredientes frescos, sabor autêntico e uma carta diversificada, pensada para diferentes gostos e momentos à mesa. Em plena expansão, o restaurante tem o objetivo de levar os seus sabores a cada vez mais cidades de norte a sul do país.

Localizações

  • Alvalade - Av. da Igreja, 24 B, 1700-237 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 218 491 440
  • Avenida da República - Av. da República, 51, 1050-099 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 217 961 104
  • Barata Salgueiro - Rua Barata Salgueiro, 37 A, 1250 – 042 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 216 027 858
  • Odivelas - Rua Pulido Valente, 3, 2675-670 Odivelas | Horário: 12:00 – 01:00 | Reservas: 219 327 898
  • Parque das Nações - Av. Dom João II 43E, 1990-083 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 215 838 946