sexta-feira, 24 de julho de 2026

Do divã ao poder: novo número da ELECTRA questiona a "psicocracia" que governa o mundo e todas as esferas da vida



Vivemos numa época em que o discurso psicológico contaminou todo o espaço público e penetrou nas escolas, nas empresas, na publicidade e na própria política, crescentemente capturada por medos irracionais. É esta "psicocracia" pervasiva que a revista ELECTRA investiga no seu novo número, dedicado ao tema "Psique".

Na 33ª edição, a revista de pensamento e cultura contemporânea da Fundação EDP propõe uma reflexão profunda sobre a crescente psicologização da vida individual e coletiva. Das relações sociais à politica, da cultura ao trabalho, da construção da identidade à economia da atenção, o dossier reúne contributos de Avital Ronell (com um provocador ensaio intitulado “O americano como sintoma”), Ole Jacob Madsen, Sinziana Ravini, Fabrice Bourlez, Jan de Vos e Pedro Varandas, que analisam a forma como a expansão da cultura terapêutica, da sociologia das emoções e da construção digital do sujeito redefine as fronteiras entre o íntimo e o político. 

Entre a mercantilização da subjetividade, as novas figuras da autoridade e os dispositivos contemporâneos de normalização, este número converge numa ideia central: pensar a psique é hoje pensar as condições culturais, sociais e económicas que moldam a experiência contemporânea.

Na secção "Primeira Pessoa", Benjamin H. D. Buchloh, um dos mais respeitados críticos de arte das últimas décadas, conversa com Afonso Dias Ramos sobre os desafios da crítica de arte na atualidade, refletindo sobre a crescente separação entre prática crítica e produção artística, bem como sobre as transformações que marcam o sistema artístico contemporâneo.

O portfólio desta edição é dedicado à artista belga Anne-Mie Van Kerckhoven, cuja obra explora, há várias décadas, as relações entre erotismo e tecnologia. Para as páginas da Electra, reúne-se um conjunto representativo do seu trabalho, revelando uma investigação singular sobre a construção da subjetividade feminina e sobre as formas como a tecnologia redefine a experiência humana.

O número inclui ainda um ensaio do jornalista Andrea Prada Bianchi sobre a improvável amizade entre Benito Mussolini e Pietro Nenni, figuras colocadas em campos opostos da história italiana do século XX; um diário inédito da escritora Marie Darrieussecq, atravessado pela memória, pela inquietação política e pela condição de escritora e de mulher; um retrato de Alberto Savinio, assinado pelo crítico Andrea Cortellessa; uma reflexão de Christian Salmon a partir de um aforismo de Friedrich Nietzsche; um ensaio de Michel Lussault sobre a urbanização do planeta e a vulnerabilidade dos nossos habitats; e um texto do astrofísico e jornalista Sergio C. Fanjul dedicado à palavra "Distopia".

A capa é da artista Anne-Mie Van Kerckhoven.

Janela Indiscreta, quando o Cinema se rende aos livros



A partir de terça-feira, 28 de julho, e em regime de pré-abertura, o Cinema São Jorge conta com uma nova valência: a livraria Janela Indiscreta, criada no foyer do piso 1 deste espaço cultural. Porque o cinema não vive sem histórias - muito menos sem livros, seus aliados de sempre -,  o Cinema São Jorge resolveu assumir em nome próprio a criação de um novo lugar de fruição cultural. Uma pequena livraria generalista, com estantes dedicadas à literatura, ao pensamento, às ideias, e com vocação para sala de estar, como se estivéssemos em casa. Na nossa casa.

Primeiro em modo soft opening, como se diz em inglês técnico, nos últimos dias de julho, de 28 a 31; terça-feira, 28, entre as 12h e as 22h, e na quarta, quinta e sexta, entre as 12h e as 19h. Depois da pausa estival, abrirá em definitivo a partir de 25 de agosto, abraçando a rentrée e as melhores histórias. Ver os filmes é ótimo. 

Conhecer os livros é ainda melhor.




Mercedes-Benz está a expandir a sua fábrica de Kecskemét



A Mercedes-Benz está a prosseguir de forma consistente a transformação da sua rede global de produção e a expandir a produção flexível de modelos dos segmentos core e compacto na sua fábrica de Kecskemét, na Hungria. A nova secção construída da fábrica foi oficialmente inaugurada na presença de convidados políticos. Entre os presentes estavam Péter Magyar, Primeiro-Ministro da Hungria, e István Kapitány, Ministro da Economia e Energia da Hungria. Com dois novos edifícios totalmente dedicados às linhas de carroçaria e montagem, a Mercedes-Benz está a lançar as bases para a continuação da maior ofensiva de produto na história da empresa. Além disso, foram construídos no local uma segunda oficina de prensagem, uma nova e avançada oficina de pintura e uma unidade de montagem de baterias.

Com a inauguração oficial dos novos edifícios, a área total da fábrica aumentou de 200 para 440 hectares. Isto significa que Kecskemét será, no futuro, o maior centro de produção automóvel da Hungria e um dos maiores na rede global de produção da Mercedes-Benz. Com investimentos que totalizam cerca de mil milhões de euros, no âmbito do Mercedes-Benz Business Plan 2022–2026, a empresa reforça o seu compromisso de fortalecer de forma sustentável a competitividade, eficiência e capacidade futura de toda a sua rede de produção.

“Com a ampliação da fábrica de Kecskemét, estamos a reforçar a resiliência e a flexibilidade da nossa rede global de produção. Este local define o futuro da nossa manufatura: inteligente, conectada, digital e consistentemente orientada para a eficiência, qualidade e sustentabilidade. Isto permite-nos produzir de forma competitiva modelos como o GLB e o novo Classe C elétrico, ao mesmo tempo que fortalecemos toda a rede de produção. Gostaria de expressar o meu sincero agradecimento à equipa no local pelo seu compromisso excecional e apaixonado.” explica Michael Schiebe, Membro do Conselho de Administração da Mercedes‑Benz Group AG, Produção, Qualidade e Gestão da Cadeia de Abastecimento.

“A ampliação da fábrica e o início da produção do novo Classe C elétrico são o resultado de um forte trabalho de equipa. Os nossos colaboradores prepararam e implementaram o lançamento com grande dedicação. Kecskemét demonstra de forma impressionante como a produção moderna, a elevada qualidade e o compromisso com a responsabilidade social podem andar lado a lado na região.” elucida 
Christian Dickert, Diretor da Fábrica Mercedes‑Benz em Kecskemét.

Início da produção do novo Classe C totalmente elétrico
Com o início simbólico da produção do novo Classe C totalmente elétrico, Kecskemét passa a fabricar, pela primeira vez, um modelo do segmento core 100% elétrico, dando mais um passo importante na estratégia de eletrificação da empresa. Deste modo, a implementação da estratégia “local-for-local” está a ser prosseguida de forma consistente. Componentes-chave – incluindo peças da carroçaria e baterias de alta qualidade para os veículos elétricos GLB e Classe C produzidos na fábrica – são fabricados diretamente no local. Graças a cadeias de fornecimento mais curtas, a produção torna-se mais flexível e resiliente num ambiente de mercado caracterizado pela volatilidade.

A produção em Kecskemét segue uma abordagem dual: enquanto os veículos com motor de combustão interna e os modelos totalmente elétricos são produzidos de forma flexível numa única linha no edifício existente, o novo edifício construído está orientado de forma eficiente para a produção de veículos totalmente elétricos. Isto permite adaptar os volumes de produção de forma rápida e flexível à procura do mercado. Tal como na fábrica de Rastatt, no sul da Alemanha, que já opera como parte de uma rede europeia de produção MMA juntamente com Kecskemét, serão implementadas ligações de produção flexíveis entre a Hungria e outras fábricas alemãs. No futuro, por exemplo, o GLC elétrico poderá ser produzido nas fábricas de Bremen e Kecskemét, consoante a procura. A integração estreita na rede global de produção da Mercedes‑Benz aumenta a flexibilidade e a eficiência, reforçando ainda mais a capacidade de resposta às exigências do mercado e a influências externas. Em simultâneo, a próxima versão mais compacta do Classe G será produzida exclusivamente em Kecskemét, reforçando a importância estratégica do local.

Produção de Alto Nível: a digitalização como motor de eficiência e qualidade
Kecskemét é agora um dos locais de produção mais modernos da rede global da Mercedes‑Benz. Os novos edifícios de produção dispõem de estruturas de fabrico altamente flexíveis. Tecnologias digitais de produção, postos de trabalho ergonomicamente concebidos e aplicações suportadas por IA funcionam aqui de forma totalmente integrada, permitindo uma produção moderna e eficiente.

A base é o ecossistema digital de produção Mercedes‑Benz Cars Operations 360, ou MO360. Através da plataforma de dados MO360, os dados de produção, qualidade e cadeia de abastecimento são interligados entre fábricas e disponibilizados de forma transparente a todos os colaboradores em todo o mundo. Outro componente essencial da produção digital é o “Digital Factory Twin”. Em Kecskemét, a Mercedes‑Benz criou, pela primeira vez, uma réplica digital completa de uma unidade de montagem inteira no NVIDIA Omniverse. O Digital Factory Twin permite experienciar e controlar virtualmente os processos de produção. Os equipamentos podem ser operados no espaço digital, etapas individuais de produção podem ser simuladas e os fluxos de processo podem ser acompanhados de forma transparente ao longo de todo o processo de fabrico do novo Classe C elétrico. Isto permite planear, validar e otimizar cenários de produto e produção antes da sua implementação real, melhorando a qualidade do planeamento, reduzindo riscos na fase de arranque e criando flexibilidade adicional na integração de novos modelos e tecnologias.

Além disso, funções suportadas por IA reforçam a qualidade e a eficiência no processo produtivo. O MO360 Vision System apoia o controlo de qualidade com aplicações baseadas em câmaras e consegue detetar defeitos no veículo em tempo real. Em simultâneo, funções de assistência e análise baseadas em IA facilitam a avaliação de dados de produção complexos. Com o MB.OS, a Mercedes‑Benz está também a estabelecer a base tecnológica para ligar ainda mais estreitamente sistemas de produção, software do veículo e aplicações digitais.

Produção sustentável ao longo de toda a cadeia de valor
A atual ampliação da fábrica está igualmente alinhada com os objetivos de sustentabilidade da Mercedes‑Benz. Os sistemas fotovoltaicos são um elemento central do fornecimento energético do local: a oeste da fábrica, foi instalado um parque solar em espaço aberto, com uma área de 240.000 metros quadrados e uma capacidade de 27,4 MWp. Em conjunto com os sistemas fotovoltaicos nos telhados da nova montagem de baterias, da carroçaria e do edifíco de montagem final, a fábrica atinge uma capacidade total de 42,3 MWp, cobrindo cerca de 25% das necessidades energéticas anuais.

No local de Kecskemét, a empresa aposta também de forma consistente em tecnologias de produção energeticamente eficientes. Na nova oficina de pintura, processos otimizados reduzem o consumo de energia em cerca de 20% face à instalação anterior e diminuem as emissões de CO₂ em cerca de 80%. Investimentos adicionais na eficiência hídrica e na prevenção de resíduos contribuem para a conservação de recursos ao longo de todo o processo produtivo.

Um local forte com compromisso social
Com mais de 5.000 colaboradores, o local de Kecskemét é já o maior e mais atrativo empregador da região. A Mercedes‑Benz Manufacturing Hungary Kft. está a realizar investimentos direcionados na formação e qualificação de trabalhadores especializados, bem como no reforço das ligações locais. Entre estas iniciativas estão a Mercedes‑Benz Academy Kecskemét, a Mercedes‑Benz School, a colaboração com a Universidade Neumann János e iniciativas de apoio ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal, incluindo instalações próprias de apoio à infância.

"O Beijo" de Klimt em LEGO



O Grupo LEGO, em colaboração com o Museu Belvedere, convida os fãs a descobrirem a era dourada da arte com o novo set LEGO® Art Gustav Klimt – O Beijo. Este set de 4000 peças é uma impressionante homenagem tridimensional a uma das pinturas mais icónicas do mundo, e é o maior conjunto LEGO Art lançado até à data.

Inspirado na célebre obra-prima de Klimt O Beijo, o set capta a emoção, a ornamentação e a paleta de cores luminosas que marcaram a obra do pintor modernista austríaco e o movimento da Secessão de Viena. Reimaginada através de peças LEGO, a obra torna-se uma experiência criativa imersiva, que combina arte, design e construção consciente.



Criado em colaboração com o Museu Belvedere, em Viena, onde a pintura original se encontra em exposição permanente, o conjunto recria fielmente o estilo característico de Klimt, recorrendo a texturas em camadas e detalhes intrincados. Círculos decorados, espirais, flores, elementos dourados metálicos e os já familiares encaixes juntam-se para representar o icónico casal abraçado numa forma rica e tátil.

Ao falar sobre o processo de design, Milan Madge, Master Designer do GrupoLEGO, afirmou: "Recriar O Beijo de Klimt em peças LEGO foi um desafio criativo único, que nos obrigou a captar as suas texturas ricas, tons dourados e detalhes intrincados, ao mesmo tempo que homenageávamos a obra-prima original. Ao combinar elementos LEGO dourados com peças especialmente decoradas, conseguimos recriar os tons e texturas característicos da obra, numa experiência de construção que celebra a sua beleza extraordinária."

Para acompanhar o lançamento, o Grupo LEGO produziu um episódio de podcast com a participação do Master Designer Milan Madge e Stephanie Auer, Curadora de Arte dos Séculos XIX e XX no Museu Belvedere. Disponível a partir de 1 de agosto em LEGO.com, Spotify e YouTube, a conversa explora o legado artístico de Klimt e o processo criativo por trás da tradução de O Beijo para a forma de peças LEGO – um podcast perfeito para criar uma experiência de construção ainda mais imersiva.

Stephanie Auer sobre a colaboração: "Trabalhar como curadora na adaptação de O Beijo, de Klimt, para um conjunto de LEGO Art  foi uma experiência única na vida. Juntamente com Milan Madge, tivemos discussões extensas sobre o simbolismo, a ornamentação e as técnicas artísticas de Gustav Klimt, sobre a forma como estes elementos poderiam ser representados utilizando peças LEGO. Características distintiva, como a planicidade e a composição, foram cuidadosamente traduzidas em peças LEGO — sempre com o objetivo de nos mantermos fiéis ao espírito da obra original.”



Para enriquecer a experiência de construção, o set oferece também uma experiência envolvente através da aplicação LEGO Builder, que inclui instruções interativas em 3D, permitindo aos construtores acompanhar o seu progresso num único local.

O LEGO Art Gustav Klimt – O Beijo (31221) estará disponível para acesso antecipado dos membros do LEGO Insiders a partir de 1 de agosto de 2026 e para todos a partir de 4 de agosto de 2026, ao preço de 299,99 €.  
Saiba mais e compre em LEGO.com, na loja LEGO mais próxima ou em revendedores selecionados. 

A comédia "Jantar de Idiotas" chega à Figueira da Foz



Pedro Boto, um editor de sucesso, tem por hábito organizar, com um grupo de amigos, o que denominam “Jantares de Idiotas”. O organizador do jantar convida, para além do seu grupo de amigos, um idiota, sem que ele saiba que está a ser convidado, por ser um verdadeiro idiota. Durante o jantar todos fazem “gato sapato” da inocente vítima. É cruel? Sim. É divertido? Bastante! Pelo menos este grupo de amigos diverte-se muito… com o idiota de serviço.

Mas será que chega a haver o tal jantar?

O idiota, como será ele?

A mulher do editor que pensa deste jantar? E a amante? E o que fará um amigo enganado em casa do editor? E um rígido inspector das finanças sem ter jantado?

Quer saber? Sabe o que fazer, não seja idiota e vá ver este verdadeiro "Jantar de Idiotas"!

P.S.: Pelo sim pelo não, jante antes deste "jantar"...no CAE da Figueira da Foz, amanhã, pelas 21.30h.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

20.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Terror de Lisboa



20 anos só se fazem uma vez. Os primeiros filmes anunciados revelam J-Horror (“AnyMart”), um thriller psicológico com Monica Bellucci (“The Birthday Party”), há body horror francês (“Species”), terror sci-fi (“Mum, I’m Alien Pregnant” e “Our Effed Up World”) e muitas estrelas do mundo da música: Jason Williamson (dos Sleaford Mods em “Game”, que é escrito e produzido por Geoff Barrow dos Portishead) e o novo filme de RZA (Wu-Tang Clan): “One Spoon of Chocolate”, com produção executiva de Tarantino. Solveig Nordlund é a segunda galardoada com o Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror. Na Suite 13, o acid giallo de Sergio Martino. No Quarto Perdido, a obra enigmática de José de Sá Caetano. Uma nova secção, em parceria com a Cinemateca Portuguesa, Lost in Europe, onde se redescobre o cinema de terror feito nos países da Cortina de Ferro. E ainda outra, em conjunto com o Goethe-Institut Portugal, intitulada: Falar sobre a Morte (Nunca Matou Ninguém), que traz filmes de Herzog e Buttgereit.
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O terror volta a bater à porta. E desta vez enverga o seu mais assustador fato. A muito especial 20.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Terror de Lisboa decorre de 3 a 13 de Setembro — pela primeira vez durante 11 dias — no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa. Os 20 anos de MOTELX encontram-se já a ser celebrados, com várias datas de Warm-Up que até às vésperas do Festival preenchem a cidade. Aqui revelamos uma fatia considerável da próxima edição. A programação completa será anunciada em Agosto. 

Depois de ter consagrado a produtora norte-americana Gale Anne Hurd, o Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror é, em 2026, atribuído à cineasta sueca, naturalizada portuguesa, Solveig Nordlund. O MOTELX distingue agora uma das mulheres pioneiras no cinema fantástico e de terror — e uma das figuras mais inovadoras da cinematografia portuguesa, cujo universo autoral é profundamente contaminado por H. P. Lovecraft e J. G. Ballard. 

Anunciam-se desde já dez longas-metragens internacionais que aterram directamente no temível Serviço de Quarto, secção principal do MOTELX. “Fuck My Son!” (EUA), de Todd Rohal, uma comédia X-rated de mau gosto. “Game” (Reino Unido), de John Minton, com interpretação de Jason Williamson (Sleaford Mods) e produção e argumento de Geoff Barrow (Portishead). Com passagem pela Berlinale, “AnyMart” (Japão), de Yusuke Iwasaki, expõe o lado sombrio do mundo laboral japonês. Do Festival de Cannes chega-nos “Species” (Bélgica/França), um body horror de Marion Le Correller e “The Birthday Party” (Bélgica/França), de Léa Mysius, com Monica Bellucci na interpretação. A dupla Thunderlips (Jordan Mark Windsor e Sean Wallace) carrega no ventre “Mum, I’m Alien Pregnant” (Nova Zelândia), uma comédia sci-fi. “The Furious” (Hong Kong), de Kenji Tanigaki, é uma imparável e sangrenta locomotiva de acção. Em “Our Effed Up World” (Austrália/Canadá), de Alice Maio Mackay, um grupo de amigos lida com uma invasão alienígena. “One Spoon of Chocolate” (EUA) é o quarto filme de RZA (Wu-Tang Clan), um revenge thriller com produção executiva de Quentin Tarantino. “Poultry Farm” (Irão), de Mohammadreza Ardalan, um órfão é apanhado numa rixa macabra entre dois proprietários rurais duvidosos. 

Uma das grandes novidades desta edição é a secção Lost in Europe: O Terror por Detrás da Cortina de Ferro, um ciclo em parceria com a Cinemateca Portuguesa  que, à imagem do que propõe o Quarto Perdido em relação ao cinema português, pretende resgatar e redescobrir cinematografias europeias esquecidas. Neste caso, o foco incide sobre os países da chamada Cortina de Ferro. Os seis filmes selecionados para exibição são: “The Singing, Ringing Tree” (“Das Singende, Klingende Bäumchen”; República Democrática Alemã; 1957), de Francesco Stefani; “Werewolf” (“Libahunt”; URSS; 1968) de Leida Laius; “The Rat Saviour” (“Izbavitelj”; Jugoslávia; 1976), de Krsto Papic; “Ferat Vampir” (Checoslováquia; 1981) de Juraj Herz; “Possession” (França/República Federal da Alemanha; 1981), de Andrzej Żuławski; e “Strangler vs Strangler” (Jugoslávia; 1985) de Slobodan Šijan.

Passa a vida a ser atirada para debaixo do tapete, mas no cinema de terror a morte encontra alguém com quem conversar. É precisamente isso que propõe a secção especial Falar sobre a Morte (Nunca Matou Ninguém), criada em parceria com o Goethe-Institut Portugal, uma reflexão sobre a única certeza da vida através de vários painéis e de três obras centrais do cinema de género germânico. “Nosferatu: O Vampiro da Noite” (1979), Werner Herzog, uma revisita ao clássico de Murnau. E ainda “Nekromantik” (1988) e “The Death King” (“Der Todesking”), de Jörg Buttgereit. 

Em 2026, o Quarto Perdido debruça-se sobre José de Sá Caetano, realizador português nascido em Leiria em 1933 e que ao lado de cineastas como José Fonseca e Costa, Luís Galvão Teles e António de Macedo fez parte do grupo fundador da cooperativa Cinequanon. “As Ruínas no Interior” (1976) é a obra primordial de uma trilogia que viria a concluir com “Azul Azul” (1984) — pelo caminho, “Um S Marginal” (1983), numa tríade de filmes comunicantes, onde personagens, situações e ecos narrativos estabelecem relações ténues — e que representa o grosso da sua filmografia. José de Sá Caetano permanece, ainda hoje, como uma das figuras mais esquecidas do cinema português e cujo universo surrealista merece uma severa redescoberta.  

A Suite 13 — uma secção que segue a herança da história do cinema e os problemas que as suas transgressões podem colocar à actualidade — ergue na 20.ª edição do MOTELX, um programa (idealizado pelo programador convidado Carlos Alberto Carrilho) intitulado “Sergio Martino e Acid Giallo: Atmosferas que Turvam os Sentidos”, a partir da confluência da obra do cineasta com a linguagem do subgénero caracterizado por uma saturação cromática e sonora que promove o medo e o êxtase. Martino tem sido redescoberto recentemente através de vários restauros dos seus filmes em 4K e menções de Quentin Tarantino e Guillermo del Toro pela decisiva influência que teve nas suas carreiras. A programação desta secção será anunciada brevemente. 

O Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa, galardão de maior relevo do Festival, que atribui um prémio de 5.000€, terá dez títulos em competição: “amordemoura”, de Tiago “Ramon” Santos; “A Hora do Chico”, de João Severo e Rafael Sá Carneiro; “Final da Noite”, de Duarte Gandum e Henrique Gandum; “Tardo”, de Carlos Calika; “Consolatio”, de Pedro M. Afonso; “Estou Aqui”, de Ana Rita Martins; “Spirit Caller”, de Vítor Dutta; “Bruno, o Boneco”, de Diogo dos Santos Oliveira; “consumido”, de [carrozo]; “Royal”, de Hinata Almeida e Tomás Pascoal. 

Quanto ao Prémio Méliès d’argent - Melhor Curta Europeia o destaque vai para, neste primeiro momento, as curtas portuguesas presentes na competição: “Sweet Hearts”, de Diogo Coutinho e Gonçalo Claro da Fonseca; “Codec: ♥ Amanda ♥”, de Rafaela Cardoso; “Calhau”, de Paulo Abreu; “A Onda”, de Ramón de los Santos; “Olhos, Olhos, Nariz, Boca”, de Sofia Santa-Rita; “Quietud”, de Gonçalo Almeida; “Cure My Misery”, de Kiril Savateev e "Katabasis", de João Silva.    

Em 2026, a Sala de Culto apresenta dois filmes que se interligam pela dimensão insólita com que se relacionam com a tradução audiovisual e que justificam o subtítulo: Lost in Translation. “Hen Dui Hen”, título original de um filme taiwanês de artes marciais de 1974, estreou em Portugal como “Kung Fu à Portuguesa” onde, ao contrário do que aconteceu noutras nações, foi exibido com o áudio original em mandarim mas com legendas escritas para o efeito por autores — Raúl Solnado e Pedro Bandeira-Freire — que desconheciam a língua e que, por isso mesmo, foram particularmente criativos. Já “A Teia de Gelo” é um título de 2012 realizado por Nicolau Breyner, a meio caminho entre o thriller de acção e o terror gótico. Numa clara intenção de internacionalizar o seu trabalho, o cineasta decidiu filmar duas versões integrais: em português e em inglês. O MOTELX apresenta então a raríssima versão inglesa de uma obra que conta com Diogo Morgado, Margarida Marinho e Paula Lobo Antunes no elenco. 

A SectionX — secção mais experimental e underground do MOTELX — traz para 2026 três realizadores cujos filmes dialogam através das dinâmicas do actual e subversivo poder institucional. “Chronovisor” (EUA), de Jack Auen e Kevin Walker, um academic noir que se centra numa máquina inventada pelo monge beneditino Pellegrino Ernetti para filmar o passado. Do antigo colaborador de David Lynch: “Variations on Violence” (EUA), de Zachary Aaron Nichols. E “Sunshine Express” (Irão), uma alegoria kafkiana em formato reality show. 

O Lobo Mau não podia faltar à festa dos 20 anos do MOTELX. Ainda antes do Festival, vai estar no Cinema ao Ar Livre integrado no Warm-Up de 2026, que no dia 14 de Agosto invade o Jardim das Amoreiras. Este ano regressa o já tradicional Peddy Paper no Cinema São Jorge, o Atelier Sensorial ALMA, as sessões de Sustos Curtos para várias faixas etárias e há ainda uma longa-metragem em estreia nacional. Outra das grandes novidades deste ano é o workshop de fotografia promovido por Bernardo Gramaxo em conjunto com a Associação Passa Sabi onde 8 jovens exploraram o Bairro do Rego com uma Instax na mão.

Também de regresso está o Prémio MOTELX - Melhor Guião de Terror Português que em 2025 premiou “Quem Mata no Camarido? (Seis Betos e Meia)”, de António Xavier Rodrigues. A quarta edição da distinção volta a atribuir um prémio monetário de 2.000€ e conta com 7 argumentos de longas-metragens ainda não produzidas: “A Ostra”, de Pedro Garrido; “Hóspede”, de Miguel Monteiro Rico; “O Silêncio que Fica”, de Ana Lamas; “Privação (Ou Coisas Ditas de Joelhos)”, de António Xavier Rodrigues; “Púcaro Negro”, Maria Leonor Toscano e Raquel Cabaço Pereira; “Rosa dos Ventos”, de Alexandre Guedes de Sousa; “Todas as Respostas”, de Stephane F. Oliveira. 

E como sempre, o MOTELX não se faz apenas de cinema. No campo dos Eventos, há novidades por revelar. “Hotel Pastiche” é uma exposição de João Telmo (Nova Companhia) que resgata o imaginário do hotel enquanto cenário de culto para o cinema e propõe a reinvenção de 10 cenas de filmes clássicos de terror (“The Shining”, “Psycho”, entre outros) decorridas num hotel — o resultado é para ver durante os 11 dias de Festival num local a anunciar em breve. O Monster Day é outra das boas-novas destes 20 anos de MOTELX, um dia (5 de Setembro) dedicado ao monstro enquanto figura representante do terror que começa com um workshop de monstros para os mais novos na secção Lobo Mau, mais tarde um Concurso de Monstros, com um prémio monetário de 500€ — onde um júri dedicado vai avaliar o monster design — e para acabar em grande uma festa/meet-up de monstros no Lounge do MOTELX.

O Warm-Up estende-se este ano pelos meses de Julho e Agosto e abre o apetite para a celebração destes 20 anos de terror. No dia 31 de Julho, à meia-noite no Cinema Nimas, “Saccharine” (Austrália; Natalie Erika James) aterra em mais uma sessão do Nimas Fora de Horas. No dia 1 de Agosto temos Sessão de Curtas + DJ Set na Casa do Comum, às 21h. No dia 14 de Agosto, é dia de Cinema ao Ar Livre, uma parceria entre o MOTELX e a Junta de Freguesia de Santo António: às 18h Sessão Lobo Mau e às 21h “The Guest” (EUA, 2014; Adam Wingard), tudo no Jardim das Amoreiras. No dia 27 de Agosto, já colado ao arranque do Festival, o MOTELX une forças com o Black Cat Cinema — um projecto de cinema ao ar livre que instalado telas em lugares inusitados de Lisboa — e exibe o clássico “The Others” (Espanha/Estados Unidos/França, 2001; Alejandro Amenábar) no Palácio do Grilo, às 21h. 

Porque não resistimos à curiosidade mórbida?



O cientista Coltan Scrivner é um dos principais estudiosos da curiosidade mórbida. Neste livro revela por que nos sentimos atraídos por fenómenos assustadores, sangrentos e macabros e de que forma isto é como um instrumento de sobrevivência vital para a nossa espécie. O livro Curiosidade Mórbida chega às livrarias a 6 de agosto.

O que nos leva a abrandar para ver as consequências de um acidente de viação ou a assistir a maratonas de programas sobre crimes até altas horas da noite? Por que razão alguns de nós se sentem atraídos por filmes de terror, enquanto outros estremecem só de pensar nisso? Nesta obra, o cientista Coltan Scrivner acompanha-nos numa viagem emocionante pela psicologia da curiosidade mórbida, revelando as razões por que não conseguimos resistir ao macabro.

Desde horrendos assassinos em série até histórias paranormais de arrepiar, Scrivner revela as forças psicológicas que nos conduzem a explorar os nossos medos mais sombrios — e explica de que maneira esta propensão não se limita a ser uma excentricidade. Corresponde a um poderoso instinto de sobrevivência, que nos prepara mentalmente para as ameaças do mundo real, sem sairmos da segurança da nossa imaginação.  

«Como veremos ao longo deste livro, o nosso nível de curiosidade mórbida é um indicador eficaz de determinados comportamentos e pode até influenciar de uma forma positiva o nosso bem-estar psicológico», escreve o autor na introdução do livro. «Conheci e estudei pessoas morbidamente curiosas em todo o mundo, de atrações turísticas assombradas a convenções de terror e a salas de aulas de universidades. Em termos informais e empíricos, as pessoas morbidamente curiosas são tão decentes, empáticas e afáveis como quaisquer outras.»

Coltan Scrivner é pioneiro da pesquisa psicológica sobre curiosidade mórbida e, por isso, muita da investigação sobre a qual escreve neste livro é constituída por estudos que o próprio liderou ou em que esteve envolvido. A publicação desta investigação é recente, pelo que trará muitas novidades aos leitores. Scrivner é cientista comportamental e tornou-se o maior especialista mundial no estudo da curiosidade mórbida, mas também estende o seu fascínio ao entretenimento de terror.

Este livro conduz-nos ao mundo dos filmes de terror, crimes, casas assombradas e experiências psicológicas. Vai, certamente, despertar a curiosidade. Mórbida e não só. 

Sobre o Autor

Coltan Scrivner é cientista comportamental e produtor de programas de entretenimento de terror. É o maior especialista mundial no estudo da curiosidade mórbida e do fascínio pelo entretenimento assustador. É também diretor executivo do festival de cinema Nightmare on the Ozarks e do Eureka Springs Zombie Crawl, um dos maiores encontros de zombies do mundo. 

Teatro da Garagem anuncia nova temporada com duas estreias



Entre Setembro e Dezembro próximos, o Teatro da Garagem propõe uma programação atravessada por uma mesma pergunta: como habitamos o tempo?

Entre a lentidão, a memória, a espera, a perda e a urgência do presente, a temporada do último quadrimestre de 2026 reúne duas novas criações da companhia e um conjunto de espectáculos convidados que prolongam esse diálogo no palco do Teatro Taborda, em Lisboa.

A principal estreia da temporada acontece a 12 de Novembro. Em Stabat Mater, Carlos J. Pessoa revisita uma das imagens mais marcantes da tradição ocidental: a mãe junto à cruz de Cristo. Interpretada por Custódia Gallego e Célia Teixeira, a peça percorre diferentes formas da experiência da perda: cinco experiências-limite onde uma actriz empresta corpo, voz e sentidos à dor.

A segunda criação do Teatro da Garagem, Bli, é um espectáculo dirigido à infância e à juventude, que sobe pela primeira vez ao palco no dia 10 de Dezembro. Através de situações cómicas, líricas e absurdas, Carolina Cunha e Costa e Duarte Romão representam as duas personagens responsáveis por transportar o público para o universo da “pressa”, cujo objectivo consiste em provocar a sensação de falta de um tempo lento, estimulando a sensibilidade e a atenção à riqueza do mundo que nos rodeia.

A programação integra também vários espectáculos acolhidos que dialogam com a reflexão sobre o tempo. Tempo Morto (5 de Setembro), com encenação e interpretação de Marta Almeida, propõe desacelerar numa altura em que a produtividade se impõe como prova de existência. Já em Acontece Camões (9 e 10 de Outubro), de Paulo Filipe Monteiro, encenador e convidados (um deles músico) amplificam a poesia de Luís Vaz de Camões, assim como a de autores contemporâneos inspirados pela sua obra (Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago ou E. M. de Melo e Castro). Por sua vez, Filhos de Alguém (16 e 17 de Outubro), de Miguel Damião, com texto original de Nuno Costa Santos e João Pedro Porto, faz um retrato poético e social dos que ficam à margem e dos que esperam por um futuro eternamente adiado.

No calendário do Teatro da Garagem está ainda o já anunciado Try Better, Fail Better, festival que há quase 20 anos apoia a criação emergente e serve de espaço de experimentação para novas vozes nas áreas do teatro, da dança e da performance. A 19.ª edição, que decorre nos dias 26 e 27 de Setembro, apresenta quatro propostas seleccionadas através de uma open call: dis-far-ce, de Mariana Magalhães, Desafinada no Coração, de Miriam Freitas, Maria D. não sobe montanhas, de Gustavo Antunes, e Paradoxo Molotof, de Bárbara Gomes, Joana Resende, Mariana Sardinha e Zé Alves.

Em Novembro, o Teatro Taborda estende-se à música para receber o primeiro aniversário da Ovo Estrelado Records, editora nascida pela mão de Ricardo Duarte, Tiago Castro e Ricardo Mariano. A celebração contempla, no dia 26 desse mês, um conjunto de concertos protagonizados pelos artistas que assinam os quatro discos lançados até então: Afonso Sêrro, Calcutá, Acid Acid e o nome por revelar, responsável pelo quarto álbum com o selo desta nova etiqueta.

Fora de portas, o Teatro da Garagem prossegue também com a circulação de O Rinoceronte, de Eugène Ionesco. A encenação de Carlos J. Pessoa para um dos clássicos maiores do teatro do absurdo chega ao Brasil, nomeadamente a Salvador, no estado da Bahia, no Teatro Vila Velha, a 2 e 3 de Outubro, resultado de uma parceria entre ambas as companhias. Outra oportunidade para recuperar este espectáculo inquietante, interpretado por Dai Ida, Pedro Lacerda, Rita Loureiro e Rui Maria Pêgo, será no dia 24 de Outubro, no Évora Teatro Fest.

Os bilhetes para os espectáculos que compõem a programação agendada para o último quadrimestre de 2026 já se encontram à venda na see tickets.

Prepare-se para viver a ação, a emoção e o poder do Homem-Aranha como nunca antes



O AXN Portugal convida os espectadores a mergulharem no universo de um dos super-heróis mais icónicos da Marvel com dois especiais dedicados ao Homem-Aranha. Entre 27 e 31 de julho, o canal revisita algumas das aventuras mais marcantes de Peter Parker no cinema, culminando, a 1 de agosto, com uma maratona especial que celebra o legado cinematográfico da personagem.

Ao longo de cinco noites consecutivas, o Especial “Homem-Aranha” acompanha a evolução de Peter Parker desde as primeiras descobertas dos seus poderes até aos desafios que enfrenta enquanto tenta conciliar a sua vida pessoal com a responsabilidade de proteger Nova Iorque. Entre vilões inesquecíveis, decisões difíceis e momentos de grande emoção, esta seleção reúne alguns dos filmes mais marcantes da saga.

Bárbara Tinoco é a cabeça de cartaz do Summer Festival no Designer Outlet Algarve



O verão volta a ganhar um palco especial no Designer Outlet Algarve com o Summer Festival, um evento que alia compras, entretenimento e experiências pensadas para toda a família. Entre 23 e 26 de julho, o espaço transforma-se num ponto de encontro para quem procura aproveitar os dias mais quentes do ano com uma programação repleta de música, ativações e experiências de beleza e lifestyle.

O momento mais aguardado do festival acontece no dia 25 de julho, com um concerto showcase intimista de Bárbara Tinoco, uma das artistas mais acarinhadas da música portuguesa, que sobe ao palco às 21h00 para um espetáculo que promete tornar a noite muito especial.

"O Summer Festival reflete a nossa ambição de proporcionar experiências que vão além do consumo, transformando o Designer Outlet Algarve num verdadeiro destino de lazer durante o verão. Reunimos música, moda, entretenimento e marcas de referência para criar um evento diferenciador, pensado para toda a família, e estamos muito felizes por contar com a Bárbara Tinoco como um dos grandes destaques desta edição", refere José Pereira, Diretor-Geral do Designer Outlet Algarve.

Ao longo dos quatro dias, o Summer Festival amplia a oferta habitual e transforma o outlet num espaço de convívio e animação. A programação inclui DJ sets e uma masterclass da DJ Pipa (residente do W Algarve); sessões de coloração pessoal com Eli do Amaral, onde os participantes poderão descobrir as cores que mais valorizam as suas características e receber aconselhamento personalizado de imagem; ativações dedicadas ao universo da beleza e do bem-estar, como a Glow Station, da Perfumes & Companhia, com retoques de maquilhagem e dicas de beleza; e o espaço Hair Touch-up, da Home & Cook, onde será possível fazer pequenos ajustes ao penteado ao longo do dia.

A experiência completa-se com estações móveis de glitter e tatuagens temporárias, música ao vivo, pipocas e algodão-doce, tudo num ambiente descontraído pensado para todas as idades.

Agenda | Summer Festival 2026

23 de julho
O arranque do festival faz-se com um conjunto de experiências disponíveis entre as 15h30 e as 19h30, incluindo a ativação da WMF, junto à bancada de sumos, o espaço Hair Touch-up da Home & Cook, estações móveis de glitter e tatuagens temporárias e ainda oferta de pipocas e algodão-doce.

24 de julho
As ativações da WMF, do espaço Hair Touch-up, das estações de glitter e tatuagens temporárias e da oferta de pipocas e algodão-doce regressam durante a tarde. Às 17h00, a DJ Pipa, DJ residente do W Algarve, conduz uma masterclass, seguida de um DJ Set. A programação inclui ainda momentos de música ao vivo às 17h00 e às 19h00.

25 de julho
Além das experiências que acompanham o festival desde o primeiro dia, junta-se a Glow Station, da Perfumes & Companhia, dedicada ao universo da maquilhagem e da beleza. Mais tarde, às 21h00, acontece o showcase de Bárbara Tinoco, que encerra a noite.

26 de julho
O último dia começa com sessões de coloração pessoal com Eli do Amaral, entre as 11h00 e as 18h00. Durante a tarde regressam as ativações da WMF, da Glow Station, do espaço Hair Touch-up da Home & Cook, bem como as estações de glitter e tatuagens temporárias, a oferta de pipocas e algodão-doce e momentos de música ao vivo das 17h00 às 19h00.