terça-feira, 16 de junho de 2026

Marta do Carmo em ciclo de três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Marta do Carmo assegura, de 18 a 20 de junho, pelas 23h30, a animação musical no Arena Lounge do Casino Lisboa. As noites prolongam-se, pelas 00h40, na sexta-feira, 19, com DJ John Holmes; e no sábado, 20, com DJ Phonaster, que selecionam os melhores sets até de madrugada. A entrada é gratuita.

Marta do Carmo nos dias 18, 19 e 20 de junho
A cantora deu os primeiros passos na sua carreira profissional aos 15 anos, ao participar no The Voice Portugal. A sua versatilidade levou-a também a integrar programas televisivos de destaque como I Love Portugal, Não te Esqueças da Letra, The Voice Portugal e All Together Now, onde participou como jurada. 

Em 2024, foi finalista do programa Superestrelas da RTP1, consolidando ainda mais a sua ligação ao público. Para além das suas interpretações ao vivo, Marta do Carmo tem vindo a afirmar-se também como cantautora, com o lançamento de temas originais como "Com a Lua" e "100x", que refletem a sua identidade artística.



DJ John Holmes no dia 19 de junho
Um dos segredos mais bem guardados de Lisboa, John Holmes explora diversos géneros da música de dança do Funk à House onde o Disco é o centro das atenções numa combinação propositadamente old school: inesperada, inspirada e dinâmica, misturada com perspicácia e elegância tal como as suas camisas impecavelmente engomadas.



DJ Phonaster no dia 20 de junho
Phonaster é um DJ e produtor português que explora o lado mais profundo da house music, combinando deep e tech house com uma abordagem refinada e orientada para a pista de dança. Actuando exclusivamente em vinil, os seus sets desenvolvem-se como viagens imersivas, marcadas por uma seleção cuidada, storytelling e uma forte ligação à cultura de crate digging. É residente no Babylon 360, em Lisboa, e já passou pela East Side Radio, Rádio Oxigénio e Collect.

Família e amigos homenageam Ruy de Carvalho no lançamento de "Os Anjos Não Têm Asas"



Família e amigos estão confirmados na homenagem a Ruy de Carvalho agendada para quarta-feira, 17, às 18h, na Malaposta, na apresentação do audiolivro "Os Anjos Não Têm Asas", uma viagem pelas emoções e grandes momentos da vida do actor Ruy de Carvalho, lida pelo própria. A sessão é feita no dia em que Ruy de Carvalho e a mulher, Ruth, completariam 72 anos de casamento. 

Em "Os Anjos Não Têm Asas", editado enquanto livro em 2012 e desde há muito esgotado, o actor partilha, com a ajuda do genro, Paulo Mira Coelho, as mais importantes experiências e lições de vida que fazem com que a própria existência, e a de cada um de nós, faça realmente sentido. Lida pelo próprio e pela família (filhos, genro e neto), "Os Anjos não Têm Asas" conta tudo o que aprendeu sobre o amor, a vida e os afectos, e estará à venda na lyvros.com, kobo.com e wook.pt.  

Ruy de Carvalho, que completou 99 anos a 1 de março, é actualmente o mais velho actor em actividade em todo o mundo. Com um olhar crítico, mas temperado pela ternura e pela maturidade, abre o coração num relato, espontâneo e comovente, sobre os "anjos" que aparecem na nossa vida, quase sem darmos por isso, e convida quem o ouve a refletir sobre os grandes valores da vida.  . 

«Quando naquela tarde, no Conservatório, eu a vi, disse ao Armando Cortêz, vês aquela miúda, gostava que fosse a minha mulher, a mãe dos meus filhos... e foi! Ela escolheu-me. Estivemos casados 53 anos. Foi uma vida. »  explica.

Ruy de Carvalho é um dos grandes atores portugueses, um homem acarinhado e admirado por várias gerações. Nascido em Lisboa, a 1 de março de 1927, iniciou a sua carreira no teatro em 1943 de forma amadora,  Formado pelo Conservatório Nacional, estreia-se profissionalmente no Teatro D. Maria II em 1947, integrado no elenco da comédia “Rapazes de Hoje”. Em 1963, assumiu a direcção artística do Teatro Experimental do Porto, onde realizou a sua única experiência como encenador. Regressou ao Teatro D. Maria II, quando este reabriu, em 1978. Trabalhou com Filipe La Féria em espetáculos como "Passa Por Mim no Rossio" (TNDMII, 1992), "Maldita Cocaína" (Teatro Politeama, 1994) ou "A Casa do Lago", de Ernest Thompson (Teatro Politeama, 2002). Ao longo da sua carreira interpretou autores como Molière, Tennessee Williams, Anton Tchekhov, Eça de Queiroz, Luiz Francisco Rebello e William Shakespeare.

De “Eram Duzentos Irmãos”, de Armando Vieira Pinto, em 1952, passando pelos clássicos do Cinema Novo às obras mais marcantes de Manoel de Oliveira, Ruy de Carvalho passou por alguns dos mais importantes filmes da História do Cinema Português, deixando a sua notável marca em todos. Além dos seus filmes que fez como ator, tem emprestado, por diversas vezes, a sua voz ao cinema. Participou também em numerosos teatros radiofónicos e trabalhos de dobragem de desenhos animados.

Em televisão, tem o seu nome associado à primeira peça exibida na televisão portuguesa, “Monólogo do Vaqueiro” de Gil Vicente, aquando da criação da RTP, em 1957, e também à primeira telenovela, “Vila Faia”, em 1982. O seu nome encontra-se nos elencos de “Inspetor Max”, “O Sábio”, “Massa Fresca”, “Bem-Vindos a Beirais”, “Destinos Cruzados”, “Louco Amor”, entre outras produções.

"Já estou na idade dos balanços, e por isso dou por mim a medir algumas das minhas acções. Às vezes, erramos por ingenuidade, por desconhecimento, e penso que disso não seremos culpados. Errar sem querer, não é errar, é por vezes, aprender." conclui o actor.

DOTE celebra o Mundial com oferta de Francesinhas



O DOTE adere ao espírito do Mundial de Futebol com uma campanha pensada para viver a Seleção Nacional com intensidade e emoção à mesa. No dia 17 de junho às 18h, no jogo de estreia de Portugal frente à República Democrática do Congo, todos os adeptos que estiverem a assistir à transmissão nos restaurantes DOTE poderão ser surpreendidos com uma oferta especial.



Se a Seleção Portuguesa marcar pelo menos um golo, o DOTE celebra com os clientes e oferece uma Francesinha a todos os presentes. A campanha aplica-se independentemente do resultado final, vitória, empate ou derrota, desde que haja um golo português em campo. A oferta é válida em qualquer Francesinha da carta, desde o recente lançamento, Minhota, à icónica Picanochão, passando pela versão tradicional ou a opção vegetariana.

Mais do que um jogo, a iniciativa pretende transformar cada lance num motivo de partilha, juntando adeptos num verdadeiro ambiente de celebração à mesa. Com esta iniciativa, o DOTE posiciona-se como a localização ideal para apoiar a Seleção, vibrar com cada jogada e viver o Mundial, sempre com a garantia de sabores autênticos, frescos e de qualidade.

A iniciativa está sujeita à lotação dos restaurantes, pelo que o DOTE recomenda reserva prévia para garantia de lugar, especialmente para grupos.

Sobre o Dote

O DOTE abriu portas em Lisboa em 2017 com a missão de levar aos lisboetas a verdadeira experiência da Francesinha. Nove anos depois, conta já com cinco espaços, afirmando-se como uma cervejaria moderna de identidade portuguesa, que reinventa este clássico nacional. Inspirado pela tradição, o conceito cria uma ponte entre Lisboa e Porto, combinando autenticidade com uma abordagem gastronómica contemporânea. Com foco contínuo na inovação, o DOTE aposta em combinações criativas sem nunca perder a essência, privilegiando ingredientes frescos, sabor autêntico e uma carta diversificada, pensada para diferentes gostos e momentos à mesa. Em plena expansão, o restaurante tem o objetivo de levar os seus sabores a cada vez mais cidades de norte a sul do país.

Localizações

  • Alvalade - Av. da Igreja, 24 B, 1700-237 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 218 491 440
  • Avenida da República - Av. da República, 51, 1050-099 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 217 961 104
  • Barata Salgueiro - Rua Barata Salgueiro, 37 A, 1250 – 042 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 216 027 858
  • Odivelas - Rua Pulido Valente, 3, 2675-670 Odivelas | Horário: 12:00 – 01:00 | Reservas: 219 327 898
  • Parque das Nações - Av. Dom João II 43E, 1990-083 Lisboa | Horário: 12:00 – 00:00 | Reservas: 215 838 946

O Amor É Fodido chega ao Porto



Nos dias 3, 4 e 5 de setembro, o Teatro Sá da Bandeira recebe O Amor É Fodido — monólogo de João Garcia Miguel a partir da obra de Miguel Esteves Cardoso.

O espetáculo parte de um dos livros mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea para pensar o amor sem romantismo fácil: a sua dimensão ridícula, violenta, absurda e inevitável. Entre tragicomédia e confissão pública, com momentos de interação direta com o público, a peça questiona porque insistimos no amor mesmo quando sabemos que podemos falhar.

Chega ao Porto depois de uma longa digressão — Portugal e Brasil — e de duas sessões no Teatro Maria Matos, em Lisboa, que encerraram com sala praticamente esgotada. É a estreia absoluta do espetáculo na cidade.

segunda-feira, 15 de junho de 2026

A Descolonização e os seus Antecedentes



Cinquenta anos após o «retorno», persistem a controvérsia e as recriminações sobre a descolonização. O processo teria sido conduzido de forma «desastrosa», resultando em tragédia para os portugueses residentes nas antigas colónias, tal como para os africanos, arrastados para guerras civis prolongadas. Outra foi, porém, a avaliação do seu mais destacado interveniente, Melo Antunes, que a qualificou como a «descolonização desejável». Almeida Santos, por sua vez, considerou-a como a «possível, nas circunstâncias em que teve lugar».

Impunha-se uma avaliação objetiva. Para José Sá Carneiro, autor deste livro, qualquer juízo sobre um acontecimento histórico exige o conhecimento dos seus antecedentes.

Recorrendo a instrumentos da economia política ‒ a sua área de formação ‒ analisa a economia e a estrutura das sociedades coloniais, estuda casos comparáveis (a Argélia francesa e o Congo belga) e conclui: se os efeitos imediatos foram inevitavelmente traumáticos, a rápida e bem-sucedida reintegração dos «retornados» num país europeu, democrático e estável como Portugal, onde tinham as suas raízes mais profundas, impõe uma avaliação final positiva.

Sobre o Autor

José Sá Carneiro nasceu em Angola, onde viveu até aos 19 anos. Em janeiro de 1975, deixou Luanda, onde frequentava o curso de Economia, e prosseguiu os estudos em Portugal, concluindo a licenciatura na Faculdade de Economia do Porto (FEP).

Durante o percurso universitário manteve-se politicamente ativo, sempre na oposição. Antes do 25 de Abril, como dirigente estudantil em Luanda, opôs-se ao regime colonial e à ditadura. Após o 25 de Abril, já no Porto, esteve na origem e liderou um movimento de oposição democrática à extrema-esquerda, então dominante na FEP.

A sua atividade profissional desenvolveu-se, sobretudo, no setor privado, com destaque para o investimento imobiliário, nomeadamente no Grupo Amorim e no Banco Privado Português. Entre 2011 e 2014, exerceu as funções de secretário-geral da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).

Nos últimos anos, a sua atividade orientou-se para a investigação e para o ensino universitário. Concluiu o doutoramento em Economia pela FEP em 2020 e lecionou na Universidade Portucalense entre 2018 e 2022. Entre 2023 e 2025, dedicou-se à redação de A Descolonização e os Seus Antecedentes.

Johnny Ramos estreia-se no Coliseu dos Recreios



No próximo dia 4 de julho, o emblemático Coliseu dos Recreios recebe pela primeira vez um espetáculo em nome próprio de Johnny Ramos, uma das vozes mais acarinhadas dos PALOP e da diáspora cabo-verdiana, que se movimenta na sonoridade afro-pop lusófona. E o artista não vem sozinho: anunciados estão já nomes carismáticos da música PALOP.

Reconhecido pela sua fusão autêntica de Zouk, Ghetto Zouk e Kizomba, Johnny Ramos conquistou ao longo de mais de 30 anos uma legião de fãs espalhada por Portugal, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique e pelas comunidades lusófonas em todo o mundo. Agora, chega ao palco de uma das mais prestigiadas salas de espetáculos do país para um concerto que promete emoção, nostalgia e muita celebração.

Nascido em Roterdão, na Holanda, e profundamente ligado às suas raízes cabo-verdianas, Johnny Ramos construiu uma carreira marcada por canções que atravessam gerações, combinando ritmos dançantes com baladas românticas que se tornaram banda sonora de milhares de histórias de amor. Lisboa espera, portanto, uma verdadeira festa da música lusófona, da cultura cabo-verdiana e de uma carreira com mais de duas décadas de sucessos.

Convidados especiais para uma noite inesquecível
O espetáculo no Coliseu dos Recreios será uma viagem pelos grandes êxitos da sua carreira, incluindo temas que marcaram a música lusófona contemporânea, bem como momentos especiais que refletem a sua constante evolução artística. Confirmadas estão já as presenças de Nelson Freitas, Gil Semedo, Cef, Clayton M, Lisandro Cuxi, William Araújo e Hilar, numa verdadeira representação de estrelas da lusofonia.

Johnny Ramos como banda sonora da vida de tantos
Ao longo do seu percurso, Johnny destacou-se não apenas como cantor, mas também como compositor, produtor e empresário musical. Co-fundador da editora Miss Jane Records e fundador da Just Jay Music, tem sido uma figura influente no desenvolvimento e internacionalização da música cabo-verdiana e africana de expressão portuguesa.

Iniciou a carreira ainda jovem e, com Grace Évora e Dina Medina, integrou os SPLASH, banda que marcou gerações e reescreveu a história da música dos PALOP. E ao longo do percurso estabeleceu colaborações importantes com grandes nomes da música como Suzanna Lubrano, Beto Dias, Don Kikas e Nelson Freitas.

Entre os marcos mais recentes da sua carreira encontra-se o lançamento do álbum “Angelina”, um trabalho profundamente pessoal que homenageia a sua filha e que trouxe novas sonoridades ao seu repertório, incluindo influências de Coladeira e Morna. O disco contou com colaborações de artistas como Grace Évora, Chelsy Shantel, Dji Tafinha e Dino d’Santiago, reforçando a sua capacidade de unir diferentes gerações e estilos musicais.

Em 2024, o artista voltou a destacar-se com os lançamentos dos singles “Te Amar é Bom”, em dueto com C4 Pedro, e “Menina”, uma canção inspirada nas sonoridades Terra-Terra, lançada pelo reconhecido DJ Malvado. Nesse mesmo ano celebrou os 20 anos do clássico “Bo Amor Ta Completam” com um novo videoclip e protagonizou outro momento histórico da sua carreira ao estrear-se a solo no palco do prestigiado Festival da Baía das Gatas, em Cabo Verde.

Mais recentemente, Johnny Ramos lançou “Dod na Bo”, em março, e já em maio o dueto “Ilusão”, com a artista Jordânia, provando a ligação segura que tem com Angola e mostrando-se, uma vez mais, ponte entre mundos.

A estreia no Coliseu dos Recreios representa um novo capítulo na trajetória de Johnny Ramos e um momento simbólico para a música cabo-verdiana em Portugal. Mais do que um concerto, será uma celebração da identidade, da cultura e da ligação entre povos unidos pela língua portuguesa.

A partir das 21h30, Lisboa vive uma noite única, onde a música, o amor e o orgulho cabo-verdiano estarão no centro de todas as emoções.

Nos bastidores dos casamentos: amor, glamour e emoção no novo romance de Danielle Steel



O dia do casamento é inesquecível. Muito antes da primeira dança, há meses de preparação e escolhas decisivas. No extraordinário romance A Organizadora de Casamentos, Danielle Steel convida-nos a entrar nos bastidores deste mundo repleto de glamour e emoção. Este título, inédito no mercado português, chega às livrarias a 18 de junho.

Faith Ferguson é a organizadora de casamentos mais procurada de Nova Iorque. Apesar de planear casamentos perfeitos para os clientes, Faith desistiu do amor após dois noivados falhados. Nesta nova temporada, acompanhamos os desafios de planear três casamentos importantes e muito diferentes, envoltos em pequenos e grandes dramas familiares.

Durante a preparação dos casamentos, Faith dará por si a criar laços com os novos clientes e os seus entes queridos, em especial com o irmão atraente de um dos noivos. Porém, como os casamentos nem sempre são só champanhe e rosas, esta protagonista terá de lidar com desavenças privadas, gravidezes não planeadas, escândalos familiares, segredos obscuros e a possibilidade do cancelamento de cerimónias. 

A Organizadora de Casamentos é um romance que aborda questões sociais da atualidade, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a gestação de substituição e a libertação de relacionamentos tóxicos. Faith é uma protagonista feminina forte e resiliente, que reavalia a sua vida e a felicidade pessoal após dois noivados falhados, demonstrando que não existe apenas um caminho para uma vida feliz.

De casamentos extravagantes com detalhes magníficos a conflitos familiares e dramas pessoais, Danielle Steel oferece-nos, com A Organizadora de Casamentos, uma história encantadora sobre o caminho por vezes sinuoso para o amor e as muitas maneiras de encontrar a felicidade que todos merecemos.

A Organizadora de Casamentos, de Danielle Steel, chega às livrarias portuguesas a 18 de junho, com tradução de Susana Serrão.

Sobre a Autora

Danielle Steel já escreveu mais de 200 livros, entre ficção, não ficção, poesia e livros infantis. Ultrapassou recentemente a marca dos mil milhões de livros vendidos em todo o mundo e é publicada em inúmeros países e muitas línguas. Todo e cada um dos seus livros é um bestseller, e escreveu o primeiro aos 19 anos. Steel entrou também para o Guinness Book of World Records por ter tido um ou mais livros seus durante 381 semanas consecutivas na lista de bestsellers do New York Times. Foram adaptadas para filme ou para série televisiva vinte e uma obras suas. 

Steel nasceu em Nova Iorque, filha de mãe portuguesa e pai alemão, frequentou sempre liceus franceses e passou grande parte da juventude em França, sendo o francês a sua língua-mãe. Apaixonada pela arte e pelo design, frequentaria mais tarde a New York University e a Parsons School of Design. Em 2002, a autora foi galardoada com a prestigiante Ordre des Arts et des Lettres de França, no grau de Officier, por extraordinário contributo literário, e, em 2014, seria condecorada pelo governo francês com a Ordre National de la Légion d’Honneur – a condecoração máxima da nação francesa –, no grau de Chevalier, pelo contributo de uma vida para a cultura mundial. A autora é ainda fundadora e dirigente de duas instituições de solidariedade dedicadas à saúde mental, ao apoio dos sem-abrigo e à prevenção do suicídio e dos maus-tratos infantis, tendo visto este seu trabalho inspirador ser reconhecido com os mais variados prémios. 

Mãe de nove filhos, vive entre Paris e São Francisco. 

Mercedes-Benz CLA elétrico vence a categoria 'Familiares' nos prémios ACP Elétrico do Ano 2026



O Mercedes‑Benz CLA elétrico foi vencedor na categoria “Familiares” na edição 2026 dos prémios ACP Elétrico do Ano, uma distinção atribuída através de votação pública e que reforça a confiança dos consumidores portugueses na marca e na sua estratégia de mobilidade elétrica.

Inovação e eficiência reconhecidas pelo público
O prémio sublinha a relevância do CLA no mercado nacional, onde a autonomia, a eficiência, e a experiência de condução são fatores decisivos para os consumidores. A votação pública demonstra que o modelo responde às expectativas reais dos utilizadores, reforçando a liderança tecnológica da Mercedes‑Benz no segmento elétrico.

Compromisso com a mobilidade elétrica
A distinção atribuída ao CLA reflete o compromisso contínuo da Mercedes‑Benz em desenvolver soluções elétricas que combinam desempenho, eficiência e conforto. Este reconhecimento reforça a estratégia da marca em acelerar a transição para uma mobilidade mais sustentável, respondendo às necessidades reais dos condutores portugueses.

Sobre o Mercedes‑Benz CLA
O CLA inaugura uma nova abordagem de design e eficiência dentro da família Mercedes‑Benz, destacando‑se por:

  • Autonomia elétrica até 790 km (WLTP) e carregamento rápido DC até 320 kW[1]
  • MBUX Superscreen que oferece uma experiência digital imersiva, com interface intuitiva, conectividade avançada
  • Assistente Virtual MBUX com IA generativa para reconhecer emoções e oferecer uma experiência a bordo mais personalizada e envolvente
  • Design exterior dinâmico que combina a expressão desportiva do CLA com o painel iluminado de padrão Mercedes‑Benz e o teto panorâmico

Sobre os prémios ACP Elétrico do Ano
Os prémios ACP Elétrico do Ano distinguem os modelos elétricos mais relevantes do mercado português, com várias categorias avaliadas por especialistas e pelo público. A votação pública reflete a perceção real dos consumidores e o impacto dos modelos no quotidiano.

Novo projeto em digressão ibérica



Após uma bem-sucedida digressão pelo Brasil em março deste ano, o novo projeto de Bianca Gismonti e Manuel de Oliveira estreia-se agora em Portugal e Espanha. O encontro afirma-se como uma das mais singulares colaborações da música instrumental contemporânea entre os dois lados do Atlântico (Portugal e Brasil).

Compositores e instrumentistas de carreira internacional e herdeiros de profundas tradições culturais, a pianista brasileira e o guitarrista português entregam-nos um universo autoral onde piano e guitarra desenham uma narrativa comum. Neste diálogo, a escrita de Gismonti — que cruza a tradição clássica, o lirismo impressionista e a pulsação polirrítmica brasileira — funde-se organicamente com a matriz ibérica e mediterrânica de Oliveira.

Em palco, os dois artistas protagonizam um acontecimento de rara cumplicidade, emotivo e de forte impacto. Sem hierarquias, a música desenvolve-se como um contínuo sonoro onde a virtuosidade se eleva ao serviço da expressividade e da construção coletiva.

A parceria, que se estreou no Festival Amajazz On (Belém do Pará) no final de 2025, já se encontra em processo de gravação de um álbum de inéditos. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2027, reforçando este intercâmbio que celebra raízes partilhadas e uma estética profundamente contemporânea.



Digressão Ibérica 2026

26 de Junho — Fábrica Braço de Prata, Lisboa (Ensaio aberto)
27 de Junho — Festival MED, Loulé
2 de Julho — Sala Villanos, Madrid
3 de Julho — Festival MIMO, Guimarães (Participação especial do fadista Ricardo Ribeiro)
4 de Julho — Festival MIMO, Guimarães (Workshop)
17 de Julho — Festival das Artes QuebraJazz, Coimbra – Quinta das Lágrimas (Com ensemble de cordas e sopros dirigido por Carlos Garcia)
18 de Julho — Espacio Capitana, Huelva

Festival Estoril Lisboa



Iniciada em 2025, o Festival Estoril Lisboa conclui em 2026 a celebração dos 50 anos da sua criação. Dividido em Festival no Verão, de 3 a 25 de julho, e Festival no Outono, de 1 de outubro a 13 de dezembro, abrange uma diversidade de atividades que nos levam de locais icónicos de Lisboa a Casas Museu de Cascais e Estoril.
 
Sob o signo “Celebramos Património”, funde-se o património arquitetónico e o musical através de encomendas a compositores portugueses, estreias em Portugal e jovens talentos, todos criando mais património nacional.
 
O FEL estará na Sé Patriarcal, Academia das Ciências de Lisboa, Convento dos Cardaes, Panteão Nacional, Teatro Tivoli BBVA, Auditório Carlos Avilez (Estoril), Centro Cultural de Cascais, Sala Atlântico do Hotel Palácio do Estoril, entre outros locais.
 
Assim o 52º FEL abre a 3 de julho em destaque com a Sinfonia nº 6, de Mahler, numa versão de câmara, com arranjo de Klaus Simon sob a direção de Nuno Côrte-Real, pelo Ensemble Darcos; a 4 de julho o concerto “Do canto visigótico aos nossos dias”, com o Coro de Câmara da Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa, sob a direção de Filipa Palhares, ambos na Academia das Ciências de Lisboa¸ o prestigiado grupo portuense de percussão Drumming e a música de António Pinho Vargas e António Chagas Rosa, em Cascais; Música Coral Portuguesa de há 400 anos, celebrada pelo Officium Emsemble na Sé Patriarcal; as estreias em Portugal do grande alaudista francês Thomas Dunford, num concerto em que a música de John Dowland (1500) convive com os Beatles e a sua própria música; do organista Jan Vermeire, na Sé Patriarcal com um programa dedicado a Teleman, Glauper e Bach, e o fenomenal pianista flamenco Antón Cortés, com uma homenagem a Paco de Lucia e Camarón de la Isla, todos em estreia em Portugal. Conclui o Festival no Verão, com o magnífico concerto do dia 25 de julho, no Teatro Tivoli BBVA, no qual a Orquestra Metropolitana de Lisboa fará a estreia absoluta da Sinfonia “Nature Mortis”, do Nuno Côrte-Real, obra encomendada pelo festival em homenagem a Don Dinis, nos 700 anos da sua morte. O concerto finaliza com a Sinfonia nº. 6, “Pastoral”, de Beethoven, sob a direcção de Nuno Côrte-Real e a participação de Cecília Rodrigues, soprano, e Luis Rodrigues, barítono.
 
Paralelamente, decorrerá de 16 a 18 de julho, o 24º Concurso de Interpretação do Estoril, na Escola Superior de Música de Lisboa, com a final no Estoril.

Por motivos alheios à organização e ao Carrilhão LVSITANVS, a atuação anteriormente anunciada para dia 2 de julho no Terreiro do Paço, que daria o pontapé de saída do festival, não se poderá realizar na data prevista. 
 
O 52º Festival Estoril Lisboa é financiado pela DGArtes, Câmara Municipal de Lisboa e o apoio da Câmara Municipal de Cascais, assim como diversas empresas e da Antena 2.
 
Toda a informação em www.festivalestorillisboa.com

Sobre o Festival

Fundado em 1975, por iniciativa do guitarrista Piñeiro Nagy, com o apoio de Fernando Lopes-Graça, João de Freitas Branco e Helena de Sá e Costa, o Festival Estoril Lisboa nasceu como extensão natural de uma vocação pedagógica e cosmopolita que já marcava a região desde os anos 60.

Ao longo de cinco décadas, afirmou-se como um dos mais consistentes laboratórios artísticos do país, apresentando mais de trezentas obras em estreia nacional, muitas delas estreias mundiais, e revelando novas gerações de compositores ao lado de nomes incontornáveis do século XX.

Mais de dez milhares de artistas, de Mstislav Rostropovich a Rudolf Nureyev, da Royal Philharmonic Orchestra à Orquestra Gulbenkian, passaram pelos seus palcos. Mas é talvez na relação íntima com o património que o festival encontra a sua singularidade: concertos em palácios, igrejas e teatros históricos, onde a música antiga dialoga com a criação contemporânea e o sinfonismo convive com o bailado.

Membro da European Festivals Association desde 1983, o festival é hoje um ponto de encontro entre tradição europeia e pensamento artístico atual, um lugar onde a música não é ornamento, mas consciência cultural.