segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Noite mágica em Sintra com musical EVITA



Com Sofia Escobar no papel de Eva Perón e Diogo Morgado como Che, a produção da Yellow Star Company leva ao palco uma das mais aclamadas histórias do teatro musical mundial. Depois de encher sala em Lisboa, Porto e Algarve, Evita chega a Sintra para duas noites que prometem emocionar o público e afirmar a força deste clássico do teatro musical.

O encenador, Paulo Sousa Costa, partilha o desafio deste projeto assumindo ser um dos que mais se orgulho e o privilégio que sente: "Encenar um projeto desta envergadura, com tudo o que tem de histórico, é muito mais do que um grande desafio, é um enorme privilégio! Poder dar palco a esta mítica figura, desta feita cantada na língua de Camões é um sonho tornado realidade."

"EVITA não só marcou o ´peronismo´ argentino, como também deixou uma marca inapagável no panorama artístico mundial. Falar de teatro musical sem mencionar EVITA seria um sacrilégio. E foram os eternos ´magos´ Andrew Lloyd Weber e Tim Rice, acabados de sair do não menos ultra-sucesso Jesus Cristo Super Star, que deram luz à, ´Rainha dos Descamisados", sublinha Paulo Sousa Costa. 

Sinopse

O musical Evita, é uma das obras mais célebres de Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letra). O musical narra, em formato de ópera-rock, a ascensão e queda de Eva Perón, a carismática e controversa Primeira Dama da Argentina. Passado nas décadas de 1930 e 1940, o musical acompanha a trajetória de Eva Duarte, uma jovem ambiciosa que sai do interior em busca de fama e fortuna em Buenos Aires.

Determinada a vencer, Evita envolve-se com figuras influentes até conhecer Juan Perón, um oficial militar e político em ascensão. Casando-se com ele, Eva torna-se numa das figuras mais adoradas pelo povo, símbolo de esperança e progresso social — mas também odiada por muitos, alvo de críticas e acusada de manipulação política e sede de poder. A história é narrada por Che, revolucionário cético e uma espécie de consciência crítica, que observa e questiona as ações de Eva ao longo da sua vida. O musical culmina com a doença e morte prematura de Eva, aos 33 anos, quando a sua imagem já se havia tornado mítica.

A obra estreou originalmente no Prince Edward Theatre, em Londres, a 21 de junho de 1978, com Elaine Paige no papel de Eva Perón, conquistando grande aclamação da crítica e do público, tendo recebido o Laurence Olivier Award pela sua interpretação . Um ano depois, a produção chegou à Broadway, no Broadway Theatre, a 25 de setembro de 1979, protagonizada por Patti LuPone, que viria a receber o Tony Award pela sua interpretação.  Desde então, o papel de Evita foi desempenhado por várias atrizes de renome, incluindo Madonna, que o imortalizou na adaptação cinematográfica de 1996, e Elena Roger, estrela da  reposição londrina de 2006 e da produção da Broadway em 2012.

“Ópera Graffiti” leva a cultura urbana para o palco numa nova criação da AREPO



A ópera sai dos lugares habituais e encontra a rua. A AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas apresenta, no Centro de Artes e Criatividade (CAC), em Torres Vedras, a estreia absoluta de “Ópera Graffiti”, nos dias 26 de setembro, às 20h30, e 27 de setembro, às 17h00. A nova criação propõe um cruzamento entre música erudita, hip-hop, cultura urbana e arte de rua, transformando frases de graffiti recolhidas por todo o país numa narrativa operática contemporânea.

Antes de chegar ao palco, “Ópera Graffiti” já está a ser construída também através da rádio. As 12 mini-óperas que estão na origem do espetáculo são atualmente transmitidas pela Antena 2, todas as terças-feiras, às 15h00, revelando episódios e personagens inspirados nas frases de graffiti e nos contextos sociais e territoriais onde foram encontradas. No palco, estas histórias convergem numa narrativa contínua com cerca de uma hora, numa criação que procura aproximar a ópera de diferentes públicos e refletir sobre a cidade, os seus habitantes e as múltiplas vozes que nela se fazem ouvir.

Com música de Luís Soldado, libreto de Rui Zink, encenação de Linda Valadas e direção musical de Rui Pinheiro, “Ópera Graffiti” coloca em palco os cantores Nuno de Araújo Pereira, Inês Simões e Ricardo Rebelo da Silva, acompanhados por três instrumentistas, Angélica Fonseca no violino, Sandra Pinto no fagote e Romeu Santos no contrabaixo. Os intérpretes dão corpo a diferentes arquétipos urbanos, entre graffiteiros, autoridades e cidadãos, num universo cénico que conta ainda com a presença da bailarina Beatriz Pereira. O design de som está a cargo de Pedro Pascoal, contribuindo para uma criação onde diferentes linguagens artísticas se cruzam.

A proposta parte de uma matéria-prima eminentemente urbana — o graffiti — para questionar as fronteiras entre a criação erudita e as manifestações artísticas que ocupam o espaço público. Ao incorporar referências do hip-hop, projeções cénicas e elementos visuais associados à arte de rua, “Ópera Graffiti” procura criar uma linguagem própria e contemporânea, mantendo a ópera como eixo central da criação.

Depois da estreia em Torres Vedras, a produção da AREPO parte para uma digressão nacional, com apresentações no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, a 30 de outubro, no Teatro Municipal Beatriz Costa, em Mafra, a 15 de novembro, e em Vila Nova de Santo André, a 27 de novembro.

Sediada no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, a AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas dedica-se ao desenvolvimento, produção e internacionalização da ópera contemporânea. A companhia aposta em metodologias de trabalho inovadoras e em colaborações multidisciplinares, procurando criar novas formas de relação entre o género operático e a comunidade, aproximando a criação erudita de públicos diversificados.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

LEGO® Insiders chega a Portugal



Desde o passado dia 4 de agosto, os pontos LEGO Insiders passam a ser redimíveis nas Lojas Certificadas LEGO em Portugal, que ficam abrangidas pelo programa de fidelidade do Grupo LEGO, uma medida há muito aguardada pelos fãs portugueses, que agora podem ganhar pontos ao comprar sets e ao registá-los na plataforma, para posteriormente, os trocarem por recompensas, artigos especiais e experiências.

Para além dos pontos ganhos em cada compra, cada set digitalizado vale 20 pontos extra, independentemente do preço ou do número de peças. Os pontos podem ser posteriormente trocados, na loja ou online, por descontos imediatos ou recompensas, tais como sets exclusivos, cartazes, artigos de coleção, páginas para colorir ou bilhetes para os parques LEGOLAND. Os membros também podem ter acesso antecipado aos sets, o que lhes dá a oportunidade de adquirir novos lançamentos antes da data de lançamento geral.

O registo pode ser feito na loja através de um código QR ou em LEGO.com/Insiders, e os novos membros podem registar os seus sets através de um código QR exclusivo, disponível nos manuais de instruções dos sets, presente na maioria dos conjuntos lançados desde 2018, pelo que os membros ainda podem resgatar pontos por conjuntos antigos, desde que tenham guardado o manual e este não tenha sido registado noutra conta.

Com quatro lojas certificadas em Portugal, no Centro Colombo, no Norteshopping, nos Armazéns do Chiado e, desde março de 2026, no Fórum Coimbra, os membros podem aproximar-se ainda mais da marca e usufruir das vantagens do programa de fidelização.

Ágora regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro



O Castelo de Leiria volta a receber o Ágora, para três dias em que a música, a performance, a instalação, as oficinas e o património cruzam-se num convite à descoberta de novas formas de habitar este lugar histórico. No alto do Castelo de Leiria, entre muralhas erguidas para proteger e resistir, o Ágora propõe um outro gesto: transformar um lugar de defesa num lugar de encontro. Habitar as pedras não como fronteira, mas como espaço de escuta, partilha e imaginação.

Ao longo de três dias, o Ágora propõe uma experiência mais intimista, onde a música, a palavra e a criação artística oferecem-nos uma suspensão rara. Um tempo onde podemos abrandar, ouvir o outro e ouvir-nos a nós próprios. Há momentos de luz e momentos de sombra, de inquietação, celebração, silêncio e esperança. Todos fazem parte da mesma travessia.

O Ágora convida-nos a percorrer esse caminho. Uma viagem onde a cultura não apaga as feridas, mas ajuda-nos a reconhecê-las, a cuidar delas e a encontrar novas formas de continuar, porque também a cura pode ser coletiva.

Entre os primeiros nomes confirmados temos Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, referência maior da tradição Gnawa marroquina e um dos projetos mais marcantes da nova geração desta linguagem musical; Israa Shalaby, artista palestiniana que cruza voz, espiritualidade e experimentação numa performance profundamente imersiva; Margaret Hermant, compositora belga que apresenta um universo delicado com a sua harpa, eletrónica e silêncio; PAUS, apresentam Enterro, o disco que marca a despedida da banda dos palcos; Rita Silva & Mbye Ebrima, um duo que é fruto da interseção de práticas distintas, repetição e a variação melódica vindas das tradições do minimalismo ocidental e dos sistemas de oralidade da África ocidental; Manto Azul, por Haydn Douet Lukies e Afonso Simões cruza percussão acústica e um caráter hipnótico; e por fim el djinn الجن , que apresenta mā tmutish, uma obra construída a partir de vozes palestinianas onde a palavra, a memória e a resistência ocupam um lugar central.

O Ágora prolonga-se também para lá dos espetáculos com um gesto simples, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo de Leiria, Partir Pão, Partir Pedra é um convite para começar o primeiro dia de Ágora com encontro e partilha. Cada pessoa é convidada a trazer pão, petiscos, fruta, bebidas ou qualquer comida para colocar numa mesa comum. Porque acreditamos que comer juntos também é construir juntos: criar laços, partilhar histórias e descobrir novas formas de ocupar o Castelo.

O Castelo recorda-nos que as pedras tanto podem erguer muralhas como construir pontes. Essa escolha continua a ser nossa, e talvez seja esse o maior gesto da cultura: criar lugares onde o encontro vence o afastamento, onde a escuta vence o ruído e onde a criação nos lembra que há sempre outras formas de imaginar e construir o futuro.

Tal como nas edições anteriores, o bilhete habitual do Castelo de Leiria garante o acesso às atividades do Ágora, com lotação limitada à capacidade dos espaços. O acesso ao castelo é gratuito para residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.

Ágora é um projeto cultural, que ao longo de três dias, propõe um programa de música, artes performativas, instalações artísticas e ativa uma fruição e reflexão do património (i)material no seio do Castelo de Leiria.

“Doce - O Concerto Tributo” conquistou o público no Casino Estoril



Foi em noite de estreia nacional que “Doce - O Concerto Tributo” subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril para protagonizar um espectáculo de homenagem ao icónico quarteto feminino que ocupa um espaço único no panorama da música portuguesa.

“Amanhã de Manhã”, “OK, KO”, “Rock Me no Divâ”, “Doce”, “Ali Baba”, “Doi Doi”, “Jingle Tónico”, “É Demais” e “Quente, Quente, Quente” foram alguns dos grandes êxitos das Doce que estiveram em destaque.



A canção “Bem Bom” com a qual as Doce venceram, em 1982, o Festival RTP da Canção, constitui um dos momentos altos da noite. Recorde-se que, nesse mesmo ano, a banda representou com este tema Portugal no Festival Eurovisão da Canção, realizado em Harrogate, no Reino Unido. A canção conquistou o 13.º lugar e tornou-se um hino pop da música portuguesa.

Consideradas uma das primeiras girl bands da Europa, as Doce tornaram-se num icónico quarteto feminino português de música pop. Tozé Brito, idealizou esta banda que conquistou o público nacional, de 1979 até 1986. As Doce eram compostas por composto por Fátima Padinha, Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo. 



Acompanhadas por quatro músicos, Bárbara Rocha (Lena Coelho), Matilde Viegas (Laura Diogo), Cátia Tavares (Teresa Miguel) e Sofia Cardoso (Fátima Padinha) interpretaram, ainda, algumas composições em inglês. É de registar que “For the Love of Conchita”, “Starlight” e “Rainy Day” foram lançadas no início da década de oitenta, numa tentativa de internacionalização da banda. 

Em noite de puro revivalismo, “Doce - O Concerto Tributo” prestou homenagem à liberdade e à força de quatro mulheres que marcaram para sempre a cultura popular portuguesa e que abriram caminhos e ajudaram a transformar mentalidades.

Anabela celebra 40 anos de carreira com um concerto único no Teatro da Trindade



Há artistas que atravessam gerações sem perder a identidade. Anabela é uma delas. Quarenta anos depois de ter iniciado uma carreira, que começou ainda na infância, sobe ao palco do Teatro da Trindade, em Lisboa, no próximo dia 22 de setembro, para celebrar quatro décadas de música e assinalar o seu 50.º aniversário.

O espetáculo será também palco de apresentação de Anabela – 40 Anos de Carreira, um novo álbum de originais que reúne canções inéditas escritas por alguns dos mais relevantes autores e compositores portugueses. Entre os convidados encontram-se Paulo de Carvalho, Joana Espadinha, Hélder Moutinho, Tozé Brito, Tiago Nogueira, Ernesto Leite, FF, Tiago Machado, Sebastião Antunes e Jorge Roque num encontro de diferentes gerações e linguagens da música portuguesa. 

Desde a infância, Anabela construiu um percurso artístico marcado pela versatilidade, autenticidade e capacidade constante de se reinventar. Do teatro musical aos palcos de todo o País, da televisão à Eurovisão, consolidou-se como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa. Mais do que celebrar um percurso, Anabela escolhe assinalar esta etapa olhando para o futuro. O novo álbum, com 11 temas originais, nasce da vontade de continuar a criar, descobrir novas canções e dar palco a autores portugueses de diferentes gerações, reforçando o compromisso com a valorização da música nacional.

Gravou dez álbuns de estúdio, participou em múltiplos projetos interdisciplinares e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção (1993), tornando-se num nome amplamente reconhecido pelo público e pelos seus pares. A sua voz tornou-se sinónimo de autenticidade, sensibilidade e excelência vocal, com uma capacidade singular de interpretar diferentes géneros musicais sem nunca perder o seu ADN
artístico.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Maria Anadon com três espectáculos gratuitos no Casino Lisboa



As noites de música ao vivo continuam em destaque na programação artística e cultural do Casino Lisboa. Maria Anadon actua, de hoje até ao próximo sábado, dia 22, pelas 22h15, no palco multiusos do Arena Lounge. A entrada é gratuita

Com um percurso musical ímpar, Maria Anadon regressa ao Arena Lounge para apresentar três espectáculos inspirados em diferentes registos de jazz, do clássico ao menos convencional. Maria Anadon será acompanhada por Íris Sarai ao piano.

Os visitantes do Casino Lisboa poderão acompanhar um reportório de jazz standards e bossa nova, no qual se destacam composições de Sting, Jobim, U2, Cole Porter, Oasis, Depeche Mode, entre muitos outros. 

"Maré" - Nova instalação artística transforma o Braga Parque



Até 11 de setembro, o Braga Parque apresenta Maré, uma instalação artística inspirada na energia do verão e no movimento constante da maré. Pensada para a Escadaria Central do centro comercial, a intervenção convida os visitantes a descobrir uma experiência visual que desafia a perceção do espaço através da forma e do movimento.



Inspirada na força e na imprevisibilidade do mar, Maré combina formas orgânicas e volumes suspensos para criar uma composição marcada pelo contraste, pelo ritmo e pela sensação de movimento. Através da forma, da escala e da relação entre os diferentes elementos, a instalação evoca a energia, a liberdade e a intensidade que caracterizam o verão.

Com esta iniciativa, o Braga Parque reforça a sua aposta na criação de experiências diferenciadoras para os visitantes, complementando a oferta comercial com propostas que valorizam a arte, a criatividade e a descoberta do espaço. 

45º Salão Internacional de Pintura Naïf na Galeria de Arte do Casino Estoril



A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 14 de setembro, o 45º Salão Internacional de Pintura Naïf. Estão patentes mais de quatro dezenas de obras da autoria de 13 artistas. A entrada é gratuita. 



Recorde-se que a edição deste ano presta homenagem a Estrela Santos, artista que faleceu no passado mês de maio. Segundo Pedro Lima de Carvalho, Director da Galeria de Arte do Casino Estoril: “A Pintura Naïf é caracterizada pelo muito pormenor, falta de perspetiva e uma diversificada paleta de cores e os quadros da Estrela Santos têm todas estas características”.

Estrela Santos nasceu no Huambo (Angola) em 1933, frequentou o Curso de Artes dos Tecidos da Escola António Arroio, dedicando-se posteriormente, e de forma integral, à Arte Naïf. Participou em dezenas de exposições individuais e coletivas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Destacam-se as várias Coletivas de Arte Naïf na Galeria do Casino do Estoril, realizadas desde 1980; a Exposição de Arte Naïf no Museu Grão Vasco, em Viseu; e Lisboa Ingénua, integrada na programação de Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura. A sua obra encontra-se representada no Museu de Arte Primitiva Moderna de Guimarães; no Museu de Arte Naïf de Jaén (Espanha); no Banco do Fomento e Exterior, em Luanda; na Fundação Evangelização e Culturas, em Lisboa; no Museu MIAN (Rio de Janeiro); e em diversas coleções particulares, nacionais e internacionais. Faleceu em maio de 2026.



Artistas participantes no 45º Salão Internacional de Pintura Naïf: A. Barbosa, A. Réu, Bento Sargento, Conceição Lopes, Estrela Santos, Feliciana, Fernanda Azevedo, Gutemberg Coelho, Manuel Castro, Maria Tereza, Nell, Noemi Eshet-Rosenweig e Viorica Farkas.

Considerado uma referência desta modalidade pictórica, o Salão Internacional de Pintura Naïf do Casino Estoril é o mais antigo do mundo, tendo a primeira edição sido realizada em 1980 na Galeria de Arte.

Estreias de cinema de 20 de Agosto de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Árvore da Magia Longínqua

Depois de deixarem para trás a vida agitada da cidade, Polly e Tim Thompson (Claire Foy e Andrew Garfield, respectivamente) instalam-se com os três filhos numa zona rural inglesa. Ali, o facto de deixarem de ter acesso à tecnologia proporciona-lhes uma vantagem inesperada: descobrir o mundo à sua volta. Tanto assim é que, numa dessas explorações, as crianças encontram uma árvore gigante habitada por Moonface, Silky, Dame Washalot e Saucepan Man, umas criaturas mágicas que lhes revelam terras encantadas, cada uma com as suas próprias regras e assombros. À medida que as aventuras se sucedem, a família reencontra o prazer das pequenas coisas, percebendo como a simplicidade se pode transformar numa oportunidade de reaproximação, partilha e cumplicidade.

Um filme de aventura e fantasia realizado por Ben Gregor, a partir de um argumento de Simon Farnaby, que se inspira na célebre série de livros escrita por Enid Blyton (1897-1968), também conhecida por ter escrito as aventuras originais de “Noddy”, “Os Cinco”, “Os Sete” e “As Gémeas”. O elenco conta ainda com Nonso Anozie, Nicola Coughlan, Jessica Gunning, Jennifer Saunders e Rebecca Ferguson. 



Mutiny: Código de Vingança

Cole Reed, antigo membro das forças especiais e ex-agente da polícia de Nova Iorque, trabalha como segurança privado. Quando o seu patrão, um multimilionário industrial, é assassinado à sua frente, Cole é incriminado pelo crime e vê-se obrigado a fugir. 
Enquanto tenta escapar às autoridades e começa a investigar o verdadeiro responsável pelo homicídio, acaba por descobrir que foi intencionalmente envolvido numa conspiração muito mais vasta e perigosa do que poderia imaginar. 

Realizado por Jean-François Richet (“Assalto à 13.ª Esquadra”, “Inimigo Público Número 1”, “Um Momento de Perdição”, “Blood Father - O Protector”, “O Imperador de Paris”, “Missão de Resgate”), este “thriller” de acção tem argumento de Lindsay Michel e J.P. Davis e conta com Jason Statham como protagonista e produtor. Annabelle Wallis, Roland Møller, Adrian Lester, Jason Wonge e Arnas Fedaravičius assumem os papéis secundários. 



Insidious: O Longínquo

Sexto tomo da saga “Insidious”, iniciada em 2010 por James Wan, este novo capítulo marca o regresso ao universo criado por Leigh Whannell, agora com uma nova família no centro do pesadelo. Gemma, uma jovem mãe solteira que vive com a filha na casa onde cresceu, descobre possuir uma ligação com o Further, a dimensão purgatória habitada por almas perdidas.

Quando uma entidade maligna começa a persegui-la, Gemma percebe que essa sua capacidade não se limita a entrar no mundo sobrenatural, mas também a torna capaz de algo terrível: trazer para o mundo dos vivos aquilo que habita o Further.

Realizado e escrito por Jacob Chase (“A Maldição de Larry”), a partir de uma história desenvolvida pelo próprio e por David Leslie Johnson-McGoldrick, esta história de terror tem produção de Wan, Jason Blum, Oren Peli e Leigh Whannell. As actuações ficaram a cargo de Amelia Eve, Brandon Perea, Maisie Richardson-Sellers, Sam Spruell e Lin Shaye.