O Bankinter Portugal reforça o compromisso com o apoio à cultura enquanto fator de desenvolvimento da sociedade, tornando-se mecenas do Museu Gulbenkian, que reabriu ao público depois de quase um ano e meio de obras de renovação e modernização. Esta iniciativa dá continuidade à relação de colaboração entre o Bankinter e a Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde 2019, o banco tem sido mecenas de diversas exposições de referência.
A reabertura do Museu Gulbenkian assinala uma nova etapa na história de um museu de referência em Portugal e na Europa. A intervenção permitiu recuperar a relação entre arquitetura, arte e natureza que esteve na génese do projeto do edifício, inaugurado em 1969, melhorando simultaneamente as condições expositivas e a experiência de visita, numa abordagem fiel ao conceito original concebido para acolher a coleção de Calouste Gulbenkian.
Entre as principais novidades destacam-se a criação de uma nova sala de numismática, o regresso de várias obras às galerias permanentes e a renovação de espaços emblemáticos do percurso museológico, proporcionando uma nova leitura de uma das mais importantes coleções privadas de arte da Europa.
Os visitantes poderão reencontrar peças de referência das coleções do Antigo Egito, do Mundo Islâmico, da China e do Japão, bem como obras de grandes mestres europeus como Rembrandt, Rubens, Monet, Renoir e René Lalique.
Alberto Ramos, Country Manager do Bankinter Portugal, afirma: “É com satisfação que acompanhamos este novo capítulo da história do Museu Gulbenkian, uma instituição de referência na vida cultural portuguesa, que proporciona o contacto próximo com obras únicas de alguns dos maiores mestres da história da arte e com peças que ajudam a compreender melhor diferentes épocas e civilizações. É precisamente por reconhecermos o valor deste património e o seu contributo para uma sociedade mais informada e desenvolvida que o Bankinter mantém uma aposta continuada no apoio à cultura.”
No âmbito da sua estratégia de apoio à cultura, o Bankinter é membro fundador da Fundação de Serralves, reafirmando o seu compromisso com instituições que desempenham um papel determinante na promoção e na valorização do património artístico em Portugal.
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