terça-feira, 1 de setembro de 2026

Café Curto regressa a 8 de setembro ao Convento São Francisco



Depois de uma primeira metade do ano com programação regular e de nove sessões do Café Longo integradas no Verão a 2 Tempos, o Café Curto regressa ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 8 de setembro, retomando a sua programação semanal, com direito a uma surpresa no final do ano.

O Café Curto está de regresso ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 8 de setembro, dando início à segunda etapa da programação de 2026. Com curadoria da Blue House, coprodução do Convento São Francisco e financiamento da Câmara Municipal de Coimbra, o ciclo retoma a programação regular que se prolonga até ao final do ano, mantendo a aposta na música emergente e no apoio à criação artística.

Programação Café Curto e Café Duplo
O Café Curto regressa após a pausa de verão no dia 8 de setembro com Dela Marmy, seguido de Sara Cruz no dia 15. A  22 de setembro, a Curadoria Emergentes apresenta Beatriz Madruga, e o mês termina com o Café Duplo de Carlos Raposo e de Mariana Camacho (29 de setembro). 

Em outubro, Bernardo Couto atua no dia 6, numa sessão associada ao Festival Correntes de Um Só Rio, seguindo-se a Mafalda no dia 13 de outubro. Já o MIC regressa a 20 de outubro com o Xanfana e o mês encerra, no dia 27, com o Café Duplo protagonizado por Inês Condeço e a italiana Giulia Gallina.

Em novembro, Catarina Branco atua no dia 3 e RUJO sobe ao palco a 10 de novembro. O ciclo prossegue com o Combo Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, a 17 de novembro, e o mês encerra com o Café Duplo de Rita Silva e Pedro Melo Alves, no dia 24. 

Já em dezembro, a programação inicia-se no dia 1 com um concerto Clara Maio, o último MIC do ano; segue-se, a 8 de dezembro, um Café Curto com Polar Opposites; a 15 de dezembro, um último momento do Tour Emergente com LIKA; e o ano encerra-se a 22 de dezembro com o último e muito especial Café Duplo de 2026, que será uma espécie de presente de Natal. O projeto vai encerrar a programação de 2026 com uma surpresa, mantendo em segredo os artistas convidados até ao momento da apresentação. A sessão vai ser, simultaneamente, uma forma de fechar o ano do Café Curto e um presente para assinalar o oitavo aniversário da Blue House, que se celebra em dezembro.

Crescimento do Café Curto 
Criado em outubro de 2020, em plena pandemia, o Café Curto nasceu como um ciclo de showcases regulares e foi crescendo ao longo dos anos, adaptando-se a diferentes contextos e incorporando novos formatos e parceiros. O projeto passou a integrar diferentes eixos de programação, entre os quais o Café Duplo, o MIC – Música Independente de Coimbra e o Café Longo, afirmando-se como um espaço de apresentação para artistas em diferentes momentos dos seus percursos.

Em 2026, o Café Curto entrou numa nova etapa, com uma programação mais alargada e o reforço das relações com entidades e projetos da cidade e do país. Entre as novas parcerias está o Festival Emergente, que vai trazer nesta segunda parte do ciclo duas datas dedicadas a artistas selecionados através da sua open call nacional. Mantém-se também a colaboração com o Curso Profissional de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, através de apresentações resultantes de processos de residência e criação e a apresentação de dois projetos saídos do MIC – Música Independente de Coimbra. 

O Café Duplo continua igualmente a integrar a programação. Criado em 2023, este formato propõe uma residência artística intensiva em que dois artistas que não se conhecem são convidados a trabalhar em conjunto durante 24 horas, apresentando depois o resultado desse encontro ao público. 

Ao longo dos seus quase seis anos de existência, o Café Curto tem acompanhado o percurso de centenas de artistas e de projetos, criando um espaço regular para a apresentação de trabalho e para o encontro entre diferentes agentes da música. O regresso em setembro dá assim continuidade a esse percurso e a uma programação que procura aproximar artistas emergentes, públicos e estruturas culturais.

La Vera Costanza no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 3 de outubro, pelas 18 horas, a estreia moderna de La Vera Costanza, de Jerónimo Francisco de Lima (1743–1822), numa produção do Laboratório de Ópera Portuguesa (LOP) que devolve ao público mais uma obra do património lírico nacional. Mais de 230 anos depois, uma ópera portuguesa do século XVIII voltará a ouvir-se em palco.

Estreada originalmente em 1785, no Teatro de Salvaterra, durante a temporada de Carnaval da corte, La Vera Costanza regressa, agora, na versão em dois atos, apresentada em 1789 no Palácio da Ajuda, por ocasião das comemorações do aniversário do Príncipe D. João, futuro Rei D. João VI.

Com libreto atribuído em algumas fontes a Francesco Puttini, também, musicado por compositores como Joseph Haydn, a obra revela a atratividade que este enredo alcançou na Europa do século XVIII. A versão portuguesa de Jerónimo Francisco de Lima constitui, assim, um testemunho relevante do dinamismo e atualidade da criação operática nacional da época.

A recuperação de La Vera Costanza resulta de um trabalho de investigação do jovem investigador Diogo Gaio Chaves, realizado no âmbito do CESEM – Centro de Estudos em Música da NOVA FCSH, parceiro científico permanente do LOP, concretizando os propósitos de promoção da investigação científica, criação artística e valorização do património musical português.

Entre intrigas familiares, equívocos e situações cómicas, La Vera Costanza acompanha a história de Rosina, uma jovem peixeira que casa secretamente com o Conde Errico. Pouco tempo depois, é abandonada pelo marido e obrigada a enfrentar sozinha a maternidade. Determinada a impedir qualquer aproximação entre os dois, a Baronesa Irene, tia de Errico, procura casar Rosina com Villotto, um rico, mas ingénuo camponês. O destino volta a cruzar os caminhos de Rosina e Errico, conduzindo a um inesperado reencontro.

A produção conta com a edição da partitura moderna de João Paulo Santos, a direção musical de João Tiago Santos, encenação de Jorge Balça e direção de arte de Nuno Esteves “Blue”, com a Orquestra Melleo Harmonia e um elenco constituído por Sofia Marafona (Rosina), Susana Gaspar (Baronessa), Inês Constantino (Conte), Joana Seara (Lisetta), Leonel Pinheiro (Ernesto), Christian Luján (Masino) e José Corvelo (Vilotto).

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

MOTELX 20 Anos - Lobo Mau: o lado mais fofo do terror



A secção Lobo Mau, lugar das crianças e famílias dentro do MOTELX, junta-se à celebração dos 20 anos do Festival. Duas longas-metragens em antestreia; os clássicos Sustos Curtos, Atelier Sensorial ALMA e Peddy Paper no Cinema São Jorge; mas ainda um cine-concerto, uma exposição de fotografia e um workshop para acabar com o medo do escuro. 

20 anos de MOTELX, 19 anos de Lobo Mau, o que significa que este é um lugar que pertence à génese do Festival e que é, por isso mesmo, um dos seus traços mais vincados de personalidade. O anfitrião dos petizes e das suas famílias preparou uma programação muito especial para esta 20.ª edição. Desde logo duas longas-metragens em antestreia nacional: o tão aguardado novo filme da Ovelha Choné, “Shaun the Sheep: The Beast of Mossy Bottom” (Reino Unido/França/EUA), de Steve Cox e Matthew Walker, desta vez explorando aventuras na noite de Halloween (12 de Set, 14h45, Cinema São Jorge; M/6); e “Dudley and the Invasion of the Space Slugs” (Luxemburgo/Bélgica/França/Índia/Reino Unido), de Cherifa Bakhti, filme de animação para todas as idades e dobrado em português que é, no fundo, um coming-of-age onde o sapo Dudley se define enquanto indivíduo, rasgando com a imagem que os seus pais criaram para si e buscando aprovação dos seus pares — título perfeito para ver em família (13 de Set, 14h00, Cinema São Jorge).

Os Sustos Curtos (5 e 6 de Setembro, Cinema São Jorge) — as habituais sessões de curtas-metragens para as várias idades (M/6 e M/10) — estão de regresso com a missão de sempre: permitir que os mais novos descubram o lado mais fofo do cinema de terror. No capítulo dos clássicos Lobo Mau, está também de regresso o nosso tão acarinhado Peddy Paper (12 de Set, 10h30, Cinema São Jorge) que já por aqui anda desde 2017 e que volta a desafiar os mais intrépidos investigadores a vasculhar os cantos e recantos do Cinema São Jorge na procura de pistas e segredos. E ainda o Atelier Sensorial ALMA, um espaço didáctico onde a criatividade é a chave que abre portas à fantasia. Através de actividades que privilegiam a exploração da cor, da forma e da textura, aqui os mais pequenos terão a oportunidade de dar vida a todos os seus sonhos e, este ano, de criar o seu próprio Monstrinho da Bondade (oficina que decorre dia 6 de Set, 11h, no Lounge MOTELX; para crianças dos 12 meses aos 10 anos) que os vai ajudar a espalhar a generosidade e a compaixão. A ALMA irá ainda proporcionar a Oficina Criativa de Máscaras Assustadoras com desfile para os mais pequenos (5 de Set, 14h, Lounge MOTELX, 4-15 anos) participarem igualmente no desfile do Monster Day.  



Mas as novidades são muitas, como a ocasião pede. Desde logo, a exposição “O meu Bairro”, com a Associação Passa Sabi, que partiu de um workshop de fotografia animado desenvolvido por Bernardo Gramaxo (realizador e artista plástico) com 8 jovens do Bairro do Rego. De máquina fotográfica na mão, o objectivo foi partilhar com os participantes as bases do olhar crítico e do poder da imagem como contadora de histórias. O resultado é uma coleção de fotografias polaroid que estará em exposição durante os 11 dias do Festival no Cinema São Jorge. 



E porque o cinema também é música, o Lobo Mau conta em 2026 com o Cine-Concerto com a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal (13 de Set, 16h00, Cinema São Jorge; M/6), onde um grupo de alunos da instituição vão explorar diferentes formas de storytelling musical em diálogo com a imagem, mais do que acompanhar a narrativa, pretende-se criar novas texturas, leituras e atmosferas numa experiência única de cinema ao vivo para todas as idades. O projecto, sob direcção de André Carvalho (que assume os teclados e o contrabaixo; e com os alunos Carolina Estrela na voz, Eduardo Aguilar no saxofone, Luís Beirão no saxofone e na voz), vai incidir sobre oito curtas-metragens que marcaram a secção ao longo dos anos.

Espaço ainda para o workshop “Quem tem medo do escuro?” (12 de Set, 14h-16h, Cinema São Jorge; 4-14 anos), criado em parceria com o Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (CE3C), a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), o Núcleo de Espeleologia da Costa Azul (NECA) e o Grupo de Espeleologia e Montanhismo (GEM) e que tem como ponto de partida o filme “Bats & Bugs”, de Lena von Döhren, que revela a maravilhosa biodiversidade das grutas, desmistificando os “monstros” que as habitam. Em seguida, em escuridão total, arranca uma experiência de imersão sonora: através de paisagens acústicas subterrâneas (ecos, gotas e ecolocalização de morcegos), os participantes exploram o mundo através do sentido da audição. Finalmente, dá-se a expedição prática: equipados com material real de espeleologia e fichas de identificação, os jovens exploradores investigam a sala às escuras para encontrar criaturas escondidas. 

Marisa Liz e os Vizinhos dão a voz à rentrée de espetáculos no Casino Chaves



A Solverde Casinos & Hotéis, a principal marca a atuar nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, anuncia a rentrée do Casino Chaves com dois concertos protagonizados por algumas das vozes mais marcantes da música portuguesa da atualidade: Marisa Liz, a 11 de setembro, e Os Vizinhos, a 2 de outubro.

No dia 11 de setembro, o Casino Chaves recebe a voz inconfundível de Marisa Liz, a artista que ganhou maior notoriedade   com os Amor Electro e afirmou-se numa respeitada carreira a solo. O álbum “Girassóis e Tempestades”, lançado em 2023, estreou nos lugares cimeiros das tabelas de vendas, enquanto o segundo álbum, “Relatos de Um Coração Confuso”, apresentou o seu lado mais pessoal ao público.

Os dois álbuns a solo, sem esquecer os sucessos incontornáveis como “Guerra Nuclear”, “Foi Assim Que Aconteceu” ou “É O Que É”, servem de base para um espetáculo no Casino Chaves que promete ser memorável.



No primeiro sábado de outubro, dia 2 , sobem ao palco Os Vizinhos, uma das mais surpreendentes histórias de sucesso da música portuguesa recente. Formada por David Mendonça, Francisco Cartaxo, Tomás Cartaxo e Miguel Brites, a banda nasceu em Évora e o single de estreia, “Pôr do Sol”, tornou-se um fenómeno nacional, alcançando o primeiro lugar das tabelas de streaming. 

Com sucessos como “Pobre Ex-Namorado” e “Casar É Para Esquecer”, Os Vizinhos são hoje um dos nomes mais populares da nova música portuguesa. Reconhecidos pela ligação ao Cante Alentejano, a banda de amigos transforma cada concerto numa celebração coletiva, onde acordeão, guitarras, bandolim e harmonias vocais se juntam para criar uma experiência de grande proximidade com o público.

De forma prática, cómoda e flexível, os espetáculos podem agora ser reservados à distância de um clique. No renovado site é possível aceder à secção Eventos e comprar lugar na experiência pretendida.  

Jantar Espétaculo: 75€ por pessoa (65€ para membros do Privilege Club)
Admissão jantar: 20:00 às 21:00
Concerto: 22:30

E se conseguisse esticar o seu salário?



É possível gerir o orçamento mensal sem gastar tudo e ainda pôr as poupanças a render? Como criar um fundo de emergência ou preparar uma reforma mais confortável, mesmo com um salário baixo? Estas são algumas questões que fazem parte do quotidiano de milhares de portugueses e a que Pedro Andersson procura responder no seu mais recente livro Dinheiro à Prova de Crises.

Neste livro, encontra estratégias práticas para organizar as suas finanças, gerir melhor as suas despesas, investir de forma segura, usar os juros compostos a seu favor e criar fontes de rendimento extra. O mais conceituado educador financeiro português explica ainda o porquê de algumas pessoas conseguirem construir património com salários normais enquanto outras vivem permanentemente aflitas com dinheiro.

Dinheiro à Prova de Crises inclui dúvidas reais de leitores e respostas a perguntas sobre temas como IRS, fundos de investimento, ETF, PPR, crédito à habitação, impostos e apoios sociais. Ao longo de mais de quinze anos a aconselhar milhares de famílias, Pedro Andersson demonstra que a resposta nem sempre está em quanto se ganha, mas sobretudo na forma como se utiliza o dinheiro. Este é um guia prático que reúne as melhores dicas do podcast Contas-poupança e que mostra como pequenas decisões o podem ajudar a organizar, gerir, e multiplicar o seu salário.

Dinheiro à Prova de Crises chega às livrarias a 3 de setembro.

Sobre o Autor

Pedro Andersson nasceu em 1973 e apaixonou-se pelo jornalismo ainda adolescente, na Rádio Clube da Covilhã. Licenciou-se em Comunicação Social, na Universidade da Beira Interior, e começou a carreira profissional na TSF. Em 2000, foi convidado para ser um dos jornalistas fundadores da SIC Notícias. Atualmente, continua na SIC, como jornalista coordenador, e é responsável desde 2011 pela rubrica Contas-poupança, dedicada às finanças pessoais e líder de audiências no seu horário. 

No seu todo, os vários livros publicados na Contraponto (cinco na série Contas-poupança e ainda Ganhar dinheiro – Como criar riqueza com um salário normal e Começa já – Ganhar dinheiro é mais simples do que pensas) já venderam mais de 100 mil exemplares. 

Em 2024, venceu os prémios de Influenciador Digital do ano do Prémio Cinco Estrelas, na categoria Negócios, e foi Escolha do Consumidor em 2024 e 2025 na categoria Educação Financeira. Em 2025, foi distinguido pela Euronext Lisbon (Bolsa de Valores portuguesa) pela divulgação da literacia financeira sobre o mercado de capitais. É autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal (Contas-poupança) e seguido por mais de 700 mil pessoas no Facebook, Instagram, LinkedIn, YouTube e TikTok. 

Pérola brilhou com Anselmo Ralph no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Foi na passada quinta-feira, que a cantora e compositora angolana Pérola subiu ao palco do Salão Preto e Prata para interpretar numerosos êxitos que marcaram diferentes épocas da sua carreira. Pérola brilhou num concerto único que teve, ainda, como convidado especial Anselmo Ralph. 

Considerada uma das referências do panorama da música angolana, Pérola interpretou grandes sucessos como, por exemplo, “Tudo Para Mim”, “Fala do Que Quiseres”, “Voltei a Respirar”, “Para Ser Feliz” ou “Não Custa Nada”. 



Com uma notória cumplicidade com o público, Pérola apresentou, também, outros êxitos discográficos mais recentes como as composições “Sincera”, “Goddess” e “Última Chamada”.

Um dos principais momentos da noite sucedeu quando Pérola convidou Anselmo Ralph a subir ao palco para interpretarem “Tens Sorte”, “Moço” e “Evita”. Com um cariz intimista, os artistas angolanos protagonizaram três duetos que conquistaram o público. 



Mas, a participação de Anselmo Ralph como convidado especial terminou com a interpretação do tema “Única Mulher”, um dos grandes sucessos do álbum “A Dor do Cupido”, lançado em 2013.

Aplaudida pelo público, Pérola prosseguiu com o concerto, evidenciando uma performance emotiva e demonstrando a sua firmeza vocal e presença singular, que a afirmam como um verdadeiro ícone da música angolana.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Ruy de Carvalho está de volta ao Taguspark



Depois de sucessivas sessões esgotadas e do enorme carinho do público, Ruy de Carvalho regressa ao Auditório do Taguspark, em Oeiras, com novas apresentações de “Ruy, A História Devida”, um espetáculo intimista que celebra a vida, a carreira e o legado de um dos maiores nomes do teatro português.

Mais do que uma peça de teatro, “Ruy, A História Devida” é uma conversa aberta com o público. Ao longo de cerca de 75 minutos, Ruy de Carvalho partilha episódios inéditos da sua extraordinária carreira, histórias de vida, momentos de humor, emoção e bastidores que marcaram décadas dedicadas aos palcos. No final, há ainda espaço para uma interação única com os espectadores, tornando cada sessão diferente e especial.

Com texto de Paulo Coelho, encenação de Paulo Sousa Costa e interpretação de Ruy de Carvalho e Luís Pacheco, a produção da Yellow Star Company continua a conquistar públicos de todas as idades.

Espetáculo: Ruy, A História Devida
Local: Auditório do Taguspark, Oeiras
Data: 6 de setembro
Hora: 16h00

Rui Xará em noite de stand-up comedy com entrada gratuita no Casino Estoril



O Casino Estoril oferece, amanhã, 29 de agosto, um extenso programa de animação no Lounge D. Logo pelas 22h00, a cantora Vanessa Ferreira, acompanhada pela banda residente do Casino Estoril, sobe ao palco para protagonizar o 1º set inspirado em “clássicos dos anos 60 e 70”. Posteriormente, pelas 23h00, será a vez de Rui Xará apresentar o seu espectáculo de stand-up comedy repleto de momentos de humor. Pela meia-noite, Vanessa Ferreira regressa ao palco para um 2º set, seguindo-se a contagiante “DJ Session” com as sonoridades envolventes de DJ Fonz.

Rui Xará protagoniza espectáculo de stand-up comedy
Com uma carreira iniciada em 1998, Rui Xará é um dos pioneiros de stand-up comedy em Portugal e um dos seus mais prolíferos comediantes, tendo realizado mais de duas mil e quinhentas actuações por todo o país. 

Rui Xará esteve presente em quase todos os cartazes de renome na comédia em Portugal, tendo-se distinguido, ainda, com variadas participações tanto em programas de televisão como de rádio.

Hortus Musicalis regressa em setembro ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra



Hortus Musicalis regressa ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra nos dias 4, 5 e 6 de setembro para a segunda parte da edição de 2026. Fish Dish, Lantana e Made of Bones encerram um programa dedicado à música improvisada e à criação contemporânea, sob o tema “Plantar Liberdade”. Os três concertos têm início às 18h00 e entrada livre.

Depois do primeiro fim de semana de programação, realizado em julho, o Hortus Musicalis regressa ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra nos dias 4, 5 e 6 de setembro, sempre às 18h00, para a segunda parte da edição de 2026. Promovido pelo Jardim Botânico da Universidade de Coimbra em parceria com o Jazz ao Centro Clube (JACC), com curadoria de Marcelo dos Reis, o ciclo mantém o mote “Plantar Liberdade” e volta a aproximar música, natureza e criação contemporânea. Todos os concertos têm entrada livre.



A programação de setembro começa a 4 de setembro, com Fish Dish, seguindo-se, no dia 5, Lantana. O ciclo encerra a 6 de setembro com Made of Bones. Três propostas que dão continuidade a um programa dedicado à experimentação, à improvisação e à exploração de novas linguagens sonoras, reunindo diferentes percursos e abordagens à criação musical contemporânea.

Ao longo de dois fins de semana, o Hortus Musicalis propõe o Jardim Botânico como espaço de escuta e encontro, onde a música dialoga com a paisagem e com as características singulares deste património natural. Sob o tema “Plantar Liberdade”, o ciclo parte da improvisação e da música livre enquanto práticas de criação, partilha e transformação, abrindo espaço para a descoberta de diferentes formas de construir e experimentar a música.

Com esta segunda parte, o Hortus Musicalis conclui a sua edição de 2026, reafirmando a vontade de apresentar no Jardim Botânico projetos que exploram os limites da criação musical e que encontram na liberdade artística um território de experimentação e diálogo.

Comédia romântica musical “Rosaline, a Ex do Romeu” no Casino Lisboa



O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, a partir do dia 9 de setembro, pelas 21 horas, a comédia romântica musical “Rosaline, a Ex do Romeu”. Com texto e encenação de Renato Arroyo, este divertido ciclo de representações renova-se de quarta-feira a domingo e promete surpreender o público, revelando que “havia amor antes de Julieta”.

Rosaline, a ex do Romeu é uma comédia romântica musical onde a tragédia Romeu e Julieta, de William Shakespeare, leva um twist irresistível, sendo recontada através dos olhos de Rosaline, uma personagem brevemente mencionada no clássico original.



Na realidade, Rosaline foi a primeira paixão de Romeu e, para complicar, prima de Julieta! Afinal, o amor mais viral de sempre… não é bem como nos contaram.

Esta é a estória por trás da história: o que começa como uma tentativa desastrada de separar o casal mais icónico da literatura, transforma-se numa jornada inesperada de auto-descoberta e amor-próprio que vem provar que existem sempre dois lados de cada história, e que nem sempre o que parece perfeito é, de facto, verdadeiro.

Trágico, seria perder…