terça-feira, 15 de setembro de 2026

John Legend anuncia novo álbum, Muse, produzido integralmente por Pharrell Williams



John Legend, artista e produtor multiplatinado e vencedor de um EGOT, anunciou o seu 11º álbum de estúdio, Muse, com lançamento marcado para 23 de outubro.

Produzido integralmente e coescrito por Pharrell Williams — músico vencedor de vários GRAMMY®, nomeado para um Óscar, realizador, filantropo e diretor criativo da linha masculina da Louis Vuitton —, Muse é o primeiro projeto que os dois artistas desenvolveram em conjunto ao longo de mais de duas décadas de amizade. Cinematográfico e exuberante, o álbum cruza diferentes vertentes da música negra, passando pelo gospel, standards, doo-wop, soul clássico, Afrobeat e hip-hop.

A acompanhar o anúncio, John Legend lançou “Daylight”, o primeiro single de Muse. O artista apresentou o tema ao vivo pela primeira vez na noite anterior, em Nashville, durante o especial America’s Tailgate, da CBS, que assinalou o arranque da temporada da NFL.

Muse revela uma faceta diferente de John Legend. Mais de duas décadas depois do início de uma carreira marcada por baladas que o público tornou suas, o artista decidiu criar um álbum que ninguém esperava — nem o próprio.



“Acho que o meu repertório sempre foi muito diversificado, mas foram as baladas ao piano que tiveram maior impacto ao longo da minha carreira”, explica John Legend. “Queria alterar a fórmula e fazer algo fresco e novo.”

O projeto começou a ganhar forma depois da participação de Legend no álbum de regresso dos Clipse, Let God Sort ’Em Out, produzido por Pharrell. A voz de Legend no tema “The Birds Don’t Sing” inspirou Pharrell a imaginar um álbum construído em torno daquela interpretação.

“Quando o Pharrell me ligou, pensei: vamos fazer isto”, recorda Legend. “Muitas pessoas provavelmente imaginariam que já tínhamos feito algo assim juntos, mas nunca tinha acontecido. Já estava mais do que na altura.”

Os dois juntaram-se em Paris, em janeiro de 2025, para escrever e gravar no estúdio de Pharrell na sede da Louis Vuitton, onde este assume o cargo de diretor criativo da linha masculina. Com referências que vão de Nina Simone a Nat King Cole e Marvin Gaye, o álbum combina uma estética clássica e cinematográfica com uma abordagem contemporânea.

“A ideia do Pharrell, desde o início, era criarmos algo com todos estes elementos clássicos e cinematográficos, com uma estética de ‘James Bond negro’, mas assente numa batida moderna”, explica Legend. “Conseguimos ouvir traços meus e dele, mas soa a algo novo para ambos. No papel, a combinação entre mim e o Pharrell parece-me uma boa ideia. E o resultado é ainda melhor.”

A colaboração foi antecipada pela primeira vez com “Pray For Ya”, um tema enérgico com influências gospel que integrou a banda sonora do desfile masculino Outono-Inverno 2026 da Louis Vuitton e, em junho, a campanha Moët Ice Impérial de Pharrell.

A diversidade de Muse atravessa todo o alinhamento. A faixa homónima abre o álbum e acompanha uma relação conturbada entre um homem e a sua musa, passando pelo desejo, compromisso e traição, tendo Paris e o universo da alta arte como cenário.

“Não havia nenhuma pessoa específica ou explícita”, explica Legend. “Criámos uma personagem sobre a qual podíamos escrever livremente.”

O título do álbum remete também para as Musas da mitologia grega, as nove deusas associadas à música, ciência, literatura e artes.

“Os nossos antepassados são as nossas musas”, acrescenta Legend. “A minha música sempre passou por canalizar aquilo que veio antes de nós, pegar no que nos foi deixado e criar algo novo.”

Noutros momentos do álbum, “Her” inspira-se no doo-wop e no gospel com que Legend cresceu, dando forma a um retrato terno e nostálgico de uma paixão. Já “Get Back”, com Pharrell Williams, assume plenamente a estética cinematográfica de Muse, combinando soul, metais e arranjos de cordas.

“Are You OK?” transforma uma discussão amorosa numa demonstração de amor mais firme, entre sarcasmo e inteligência emocional, enquanto “Bodies On The Floor”, com os Clipse, transporta a linguagem da violência entre gangues para uma relação tão tóxica quanto magnética.

Muse é, acima de tudo, uma verdadeira colaboração, e entregar a Pharrell um nível tão elevado de controlo criativo exigiu uma relação de confiança diferente daquela a que Legend estava habituado.

“Gravei algumas canções deste álbum que foram totalmente escritas por ele, algo que quase nunca faço”, revela.
Quando as misturas finais foram entregues, Pharrell enviou-lhe uma mensagem: “Obrigado por confiares em mim. Obrigado pela tua paciência.”
“Não se trata de ganhar uma discussão ou de ego”, afirma Legend. “Trata-se de deixar a música ganhar. Todas as batalhas devem ser ganhas pela arte.”

“Há muitos artistas que chegam a uma determinada fase da carreira e deixam de criar coisas novas. Podemos simplesmente tocar os êxitos; podemos ficar na nossa zona de conforto”, acrescenta. “Mas acredito que é importante manter a mentalidade de que tenho de continuar a provar o meu valor. Queria que este álbum tivesse esse sentido de urgência, que parecesse algo que precisava de ser feito e que merecesse verdadeiramente a atenção do meu público.”

Para além de Muse, John Legend encontra-se também a trabalhar em Imitation of Life, um novo musical que chega ao The Shed, em novembro. Com texto da duas vezes vencedora do Prémio Pulitzer Lynn Nottage e encenação da duas vezes nomeada para os Tony Awards Whitney White, o espetáculo assinala a estreia de Legend na criação de uma banda sonora original para teatro. Legend e Mike Jackson assumem a produção através da Get Lifted Film Co.



Sobre John Legend

John Legend é um artista e produtor multiplatinado, aclamado pela crítica e vencedor de um EGOT. Ao longo da carreira, conquistou 13 GRAMMY®, um Óscar, um Golden Globe, um Tony e quatro Emmy®, entre outras distinções.

Legend editou onze álbuns: Get Lifted (2004), Once Again (2006), Evolver (2008), Wake Up! (com The Roots, 2010), Love in the Future (2013), Darkness and Light (2016), A Legendary Christmas (2018), Bigger Love (2020), LEGEND (2022), LEGEND (Solo Piano Version) (2023) e My Favorite Dream (2024).

Depois de lançar Get Lifted (20th Anniversary Edition) — uma reedição expandida com novos remixes e colaborações com Lil Wayne, Killer Mike, Tems, Simi e Black Thought —, John Legend iniciou em 2025 uma digressão mundial que levou novamente aos palcos o aclamado álbum. Em 2026, regressou ao programa The Voice, da NBC, como mentor da 29.ª temporada.

Legend é também cofundador da produtora Get Lifted Film Co. e da editora Get Lifted Books. A produtora esteve por detrás de Cats: The Jellicle Ball, que conquistou três Tony Awards em 2026, após receber nove nomeações. Atualmente, encontra-se em produção Imitation of Life, o primeiro musical para teatro composto por John Legend, cuja estreia está prevista para o outono no The Shed.

Em 2023, Legend lançou a Loved01, uma marca de cuidados de pele unissexo, seguindo-se, em 2024, a Kismet, uma marca dedicada a produtos premium para cães, criada em conjunto com Chrissy Teigen.

Enquanto ativista, John Legend fundou a FREEAMERICA em 2015, com o objetivo de transformar o debate em torno das políticas de justiça criminal e combater o encarceramento em massa.

Entre os seus próximos projetos está também The Road Home, de Bill Condon, no qual interpretará Harry Belafonte ao lado de Thabo Rametsi, Johnny Flynn e Cynthia Erivo.

Diogo Pires Aurélio regressa à casa de partida



Só o Incêndio Lavra é apenas o segundo livro de poesia de Diogo Pires Aurélio e chega 48 anos depois do primeiro. A Herança de Hölderlin, publicado em 1978, marcou a estreia do autor e foi um dos primeiros títulos da então recém-criada coleção Poesia Inédita Portuguesa da Assírio & Alvim. Seguiu-se um percurso dedicado sobretudo à filosofia, ao ensino universitário, à tradução e à vida pública.

Quase cinco décadas depois, a poesia reaparece numa obra inevitavelmente marcada pelo tempo que separa os dois livros. Diogo Pires Aurélio regressa ao verso para fazer um balanço desses anos e de uma experiência intelectual construída, entretanto, noutros campos.

Doutorado em Filosofia Moral e Política, Diogo Pires Aurélio é professor jubilado da Universidade Nova de Lisboa e investigador do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto. Autor de uma vasta obra de ensaio, traduziu também vários textos clássicos, com destaque para a Ética, de Espinosa.

Só o Incêndio Lavra é publicado pela Assírio & Alvim e já está disponível em todas as livrarias.

Sobre o Autor

Diogo Pires Aurélio, doutor em Filosofia Moral e Política, é professor jubilado da Universidade Nova de Lisboa e membro integrado do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto. Autor de uma vasta obra e de traduções premiadas de vários textos clássicos, publicadas em Portugal e no Brasil, tais como, por exemplo, o Tratado Teológico-Político e o Tratado Político, de Espinosa, ou o Príncipe, de Maquiavel, entre os seus trabalhos mais recentes contam-se: Soberania Popular (V.N. Famalicão, Húmus, 2024), Ética, de Espinosa, edição bilingue, tradução, introdução e notas (São Paulo, Editora 34, 2025). Com André Santos Campos, editou Machiavelli’s Dicourses on Livy. New Readings (Leiden, Brill, 2022). É membro do Conselho Científico do Sive Natura, International Center for Spinozan Studies, Università di Bologna.

D. Maria II celebra reabertura no Rossio com três dias de programação aberta à cidade



Depois de um período de encerramento para obras de requalificação, o Teatro Nacional D. Maria II volta a abrir as portas do seu edifício, no Rossio. Entre 18 e 20 de setembro, o público é convidado a celebrar este regresso com um programa de três dias de festa, de entrada livre.

As celebrações arrancam a 18 de setembro com a estreia de Macbeth, de William Shakespeare, numa encenação e tradução de Pedro Penim. A escolha da peça recupera um episódio marcante da história do D. Maria II. Macbeth era o espetáculo que estava em cena na noite de 2 de dezembro de 1964, quando um incêndio deixou o Teatro em ruínas. Mais de 60 anos depois, a tragédia de Shakespeare regressa à Sala Garrett para assinalar a reabertura do edifício. No âmbito das celebrações, o espetáculo terá ainda apresentações nos dias 19 e 20 de setembro, às 18h, mantendo-se em cena até 31 de outubro. 

Nesse mesmo dia, a celebração estende-se à Praça D. Pedro IV. A partir das 21h30, o Rossio transforma-se numa extensão do Teatro, com uma festa de entrada livre e aberta à cidade. A fachada do D. Maria II recebe um espetáculo de videomapping criado pela United VJs para assinalar os 180 anos da instituição. A partir de imagens, sons e materiais de arquivo, a criação percorre diferentes momentos da história do Teatro, recordando pessoas, espetáculos e acontecimentos que fizeram parte dos seus 180 anos. Com direção criativa de Pedro Zaz, o videomapping será apresentado às 22h, 23h e 00h. Entre cada apresentação, a festa continua com DJ sets de ZenGxrl (22h10), Beatbombers (23h10) e Marfox (0h10). As atuações serão acompanhadas de VJ sets da United VJs.

Nos dias 19 e 20 de setembro, entre as 11h e as 15h30, o público é convidado a entrar e a conhecer o edifício renovado. As visitas passam por diferentes espaços do D. Maria II, incluindo zonas habitualmente reservadas a artistas e trabalhadores, e integram ainda a exposição 180 anos do Teatro Nacional D. Maria II, dedicada à história da instituição e às diferentes gerações de artistas e públicos que por ela passaram. 

No dia 19, às 16h, é lançada a nova edição de Macbeth, publicada pelo TNDM II e pela Bicho-do-Mato, na coleção "Textos de Teatro". A publicação apresenta a nova tradução de Pedro Penim, pensada para a cena e para a oralidade, e recupera também a ligação histórica entre a peça de Shakespeare e o D. Maria II.

No dia 20, às 16h, vários espaços do edifício recebem o Coro do Recomeço. Conduzido pela estrutura artística ondamarela e criado em junho de 2026, o projeto explora, através da música e da performance, formas de participação na vida do Teatro. Esta será a primeira oportunidade para o público conhecer o trabalho desenvolvido pelo coro ao longo dos últimos meses.

A programação de reabertura é de entrada livre, mediante levantamento de ingresso na bilheteira do Teatro Nacional D. Maria II (condições de acesso disponíveis no site do Teatro).  

A programação de reabertura conta com o apoio da Fundação ”la Caixa” e BPI.

Bertrand Editora publica «Um Defeito de Cor»



A Bertrand Editora anuncia a publicação em Portugal de Um Defeito de Cor, romance incontornável de Ana Maria Gonçalves, vencedor do Prémio Casa de Las Américas e eleito por leitores e críticos do jornal Folha de S. Paulo o melhor livro da literatura brasileira do século XXI.

Ana Maria Gonçalves foi, em 2025, eleita para integrar a Academia Brasileira de Letras, tornando-se a primeira mulher negra a entrar nesta instituição desde a sua fundação, em 1897. Um Defeito de Cor chega às livrarias portuguesas a 17 de setembro. Em outubro, a autora estará em Portugal para participar no FÓLIO – Festival Literário Internacional de Óbidos, que este ano tem como tema «Para além da Pele».

Um Defeito de Cor é um romance histórico monumental, que conta a saga de Kehinde, uma mulher negra que aos oito anos é sequestrada no Reino do Daomé (atual Benin) e levada para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

No livro, Kehinde narra, em detalhe, a sua captura, a vida como escravizada, os seus amores, as desilusões, os sofrimentos, as viagens em busca de um dos seus filhos e da sua religiosidade. Além disso, mostra como conseguiu a sua carta de alforria e, no regresso a África, se tornou uma empresária bem-sucedida. A personagem foi inspirada em Luísa Mahin, que teria sido mãe do poeta Luís Gama e participado da célebre Revolta dos Malês, movimento liderado por escravizados a favor da abolição que ocorreu em 1835, em Salvador (Bahia).

Um Defeito de Cor é um resgate histórico poderoso que apresenta a perspetiva de uma mulher negra escravizada e afirma aspetos essenciais da identidade brasileira. Cada capítulo é introduzido por um provérbio africano, que antecipa o que se lerá a seguir. Ana Maria Gonçalves trabalhou ao longo de vários anos nesta obra, publicada pela primeira vez em 2006 pela Editora Record. «Foram cinco anos ao todo, dois de pesquisa em que realmente eu só li e tomei notações [sic], um ano de escrita e mais dois anos de reescrita. Então foi um processo de imersão. Eu trabalhava todos os dias da semana, 10 a 12 horas por dia», disse a autora ao jornal O Globo.

O impacto de Um Defeito de Cor transcende as páginas do livro: teve uma exposição itinerante no Brasil e serviu de inspiração para o desfile de Carnaval de 2024 da Portela, uma das mais tradicionais escolas de samba brasileiras.

Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, chega às livrarias a 17 de setembro.

Sobre a Autora

Em 2002, Ana Maria Gonçalves (Ibiá, Minas Gerais, 1970) abandonou a agência de publicidade em que trabalhava em São Paulo e isolou-se na Ilha de Itaparica (Bahia), onde passou seis meses escrevendo o seu primeiro romance, Ao lado e à margem do que sentes por mim, marcado pelo registo intimista. O livro teve primorosa edição artesanal e foi vendido pela própria autora pela Internet. Em 2006, publicou Um Defeito de Cor pela Editora Record, livro pelo qual recebeu o prestigioso Prémio Casa de Las Américas, que, recentemente, foi eleito por leitores e críticos do jornal Folha de S. Paulo o melhor livro de literatura brasileira do século XXI. Mora no Rio de Janeiro e escreve também para cinema, teatro e televisão. Desde 2025 é imortal da Academia Brasileira de Letras. 

Dylan Moran no Coliseu dos Recreios



Dylan Moran, uma das maiores lendas da comédia internacional, estreia novo espetáculo Looking For Trouble no Coliseu dos Recreios. O premiado humorista irlandês, estrela de Black Books, apresenta-se em Lisboa, no dia 23 de março de 2027.

No dia 23 de março de 2027, o palco do Coliseu dos Recreios recebe uma das vozes mais únicas e reconhecíveis da comédia mundial: Dylan Moran. O artista irlandês traz a Portugal o seu espetáculo totalmente novo, Looking For Trouble, prometendo uma noite que vai muito além do stand-up comedy tradicional.

Vencedor dos prestigiados prémios BAFTA e Perrier, e aclamado globalmente como o protagonista da icónica série de culto Black Books, Moran construiu uma carreira singular. O seu estilo navega com maestria entre a poesia, a filosofia de café, a indignação existencial e o humor puro, tornando-o uma referência incontornável para várias gerações de espectadores e comediantes.

Sobre o espetáculo Looking For Trouble

Num mundo que parece cada vez mais absurdo, ninguém encontra sarilhos com tanta elegância como Dylan Moran. Em Looking For Trouble, o humorista regressa aos palcos com novas reflexões e obsessões, transformando de forma extraordinária as neuroses e as absurdidades do quotidiano em momentos de gargalhada coletiva.

A sinopse convida o público a um confronto divertido com a realidade moderna: vale a pena levantar para ir trabalhar ou o melhor é ficar na cama a tentar escapar a isto tudo? Entre críticas à nossa dependência de pequenos luxos diários – como um gigantesco latte gelado com caramelo – e sugestões hilariantes para recuperar o controlo da vida (como tornar-se um campeão letal de kickboxing e de xadrez), Moran promete um espetáculo deliciosamente cínico e provocador.

A vinda de Dylan Moran a Portugal é organizada pela H2N – Culture Connectors, agência criativa especializada na criação, produção e programação de projetos culturais. Ao longo dos últimos anos, tem sido responsável por formatos pioneiros como o The Famous Humor Fest, por todo o trabalho em teatro em Portugal do coletivo Porta dos Fundos, bem como pela estreia em Portugal de alguns dos maiores nomes da comédia internacional como Eddie Izzard, Louis C.K. ou Jimmy Carr. Foi ainda responsável pelos espetáculos de referência Todas as Coisas Maravilhosas, com Ivo Canelas, e O Céu da Língua, de Gregório Duvivier, cuja digressão percorreu Portugal e várias cidades europeias.

Do Trumpismo ao Chega



Gonçalo Ribeiro Telles é um reconhecido analista e comentador político com experiência nacional e internacional no estudo do crescimento dos extremismos.

Este livro faz um enquadramento interno e externo das razões que explicam o crescimento da extrema-direita em Portugal. Analisando as consequências do trumpismo, o autor explica a evolução do Chega na política e sociedade portuguesa.

Com um prefácio de Mário Centeno, Do Trumpismo ao Chega é uma leitura indispensável para compreender o mundo que está a emergir e os desafios que Portugal terá de enfrentar nas próximas décadas.

Em Do Trumpismo ao Chega: A contaminação, Gonçalo Ribeiro Telles afirma que o trumpismo nasceu nos Estados Unidos da América, mas que as ideias, os métodos e a linguagem que o tornaram numa força política não ficaram por lá.

Percorrendo os mecanismos que alimentam a política do ressentimento, a polarização permanente, a desinformação e a crescente influência da inteligência artificial na formação da opinião pública, Ribeiro Telles revela uma realidade inquietante: o extremismo moderno já não vive nas margens. Instala-se no centro do sistema, redefine a linguagem política, enfraquece a confiança nas instituições e apresenta-se como uma resposta legítima ao descontentamento e ao medo.

Mais do que um livro sobre Donald Trump ou sobre o Chega, esta é uma reflexão sobre o futuro da democracia. Porque a verdadeira ameaça surge quando o extremismo deixa de parecer radical.

Sobre o Autor

Gonçalo Ribeiro Telles nasceu em 1983, em Lisboa, tendo crescido entre Nova Iorque, Lisboa e Madrid.

Licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa, tendo uma pós-graduação em Comunicação e Marketing Político e um mestrado em Estudos Europeus pela Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica.

Iniciou a sua vida profissional na África Subsariana, no departamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, e, mais tarde, viveu na Guiné-Bissau, num percurso marcado por uma visão não linear dos caminhos que o moldaram.

Em 2016, iniciou a sua atividade de colunista e, desde 2024, passou também à análise política, intervindo regularmente em televisões nacionais e internacionais como analista e comentador político.
Dedicando-se ao estudo das transformações das democracias contemporâneas, da comunicação política e do crescimento dos extremismos, fundou a GRiT Communication & Political Risk, uma agência de consultoria em comunicação, assessoria e risco político. Antes disso, passou por consultoras de estratégia e comunicação como a Atrevia, Creative Minds, Hill and Knowlton Strategies e F5C.
Casado e pai de dois filhos, Do Trumpismo ao Chega: A contaminação é o seu primeiro livro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Porquê aguentar tanta m*rda?



«Calámo-nos por medo, sorrimos por hábito, fingimos estar bem para não incomodar. E, entretanto, culpávamos o mundo. Os outros. A vida. Tudo, menos nós próprias. Isto até, certo dia, uma psicóloga nos ter dito algo que ninguém até então se atrevera: Não tens a vida que tens por teres azar. Tens a vida que tens por causa das decisões que tomas.» É este o mote de A Minha Psicóloga Disse-me…, um livro de Yulibeth R. G. e Katherine Hoyer para quem «já não aguenta mais fingir que consegue lidar com tudo» e «perdoar o imperdoável».

Este guia prático, que se tornou um bestseller da Amazon, nasceu de conversas reais entre mulheres e as suas terapeutas. Conversas que as duas autoras resumiram e organizaram em 110 sessões para ler em contínuo ou em consultas pontuais para momentos de reflexão.

Conversas que podem inspirar «quem se cansou de ser forte o tempo todo, de ficar onde já não há espaço, de engolir o que sente para que não lhe digam que está a exagerar». Para isso, dizem as autoras, é necessário passar por «verdades incómodas», razão pela qual «aqui não vais encontrar respostas perfeitas […] vais encontrar-te a ti mesma».

Um guia que nos fala «sem medos e sem rodeios», A Minha Psicóloga Disse-me… chega à rede livreira nacional no dia 17 de setembro, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de João Silveira.

Sobre as Autoras

Yulibeth R.G. é autora de textos de grande sucesso que se tornaram um guia de esperança para muitas mulheres que, como ela, enfrentaram o desafio de recomeçar. As suas histórias não nos deixam esquecer que o amor-próprio e a resiliência podem transformar a dor num novo começo. 

A escrita de Katherine Hoyer surge com a intenção de acompanhar todas as pessoas que se sentem perdidas e convidá-las a serem fiéis ao que sentem, a deixarem de agradar ao mundo e a começarem a ser elas próprias. Nas suas palavras, Katherine procura ser aquele refúgio de que todos precisamos, por vezes; aquele abraço que nos lembra de que não estamos sozinhos. Acredita na escrita como uma ponte para o próprio eu e na vida como algo que merece ser vivido com intensidade, como se cada dia fosse o último. 

Casino Lisboa recebe nova etapa da Liga Nacional de Poker



O Casino Lisboa recebe, de 15 a 20 de setembro, mais uma etapa da Liga Nacional de Poker (LNP). Estarão presentes jogadores de diferentes níveis numa semana dedicada ao poker competitivo, com uma programação diversificada e vários torneios em destaque.

O evento arranca a 15 de setembro, com o torneio Bem-Vindo, seguindo-se, de 16 a 18 de setembro, os Dias 1A, 1B e 1C do Main Event da LNP, com buy-in de 250€, stack inicial de 50.000 fichas e níveis de 30 minutos.



O programa inclui ainda eventos paralelos como O Caçador, Omaha PL, NLH Super Sexta e Torneio de Encerramento, garantindo diferentes formatos e níveis de buy-in ao longo da semana.

O fim de semana será marcado pelos momentos decisivos do Main Event, com o Dia 2 no sábado, 19 de setembro, e o Dia 3 no domingo, 20 de setembro, acompanhado por um High Roller de 500€, com stack inicial de 80.000 fichas e níveis de 40 minutos.

A etapa contará ainda com um incentivo especial: os vencedores dos eventos do programa recebem um ticket no valor de 550€ para disputar a Grande Final do CNP 2026, no Casino Gran Madrid, em Espanha.

Uma semana de poker, competição e grandes oportunidades, com o Casino Lisboa como palco de mais uma etapa da Liga Nacional de Poker 2026.

O Espião Que Veio do Futebol estreia amanha na RTP1



O Espião Que Veio do Futebol, a nova série da RTP1 e RTP play sobre a história extraordinária e pouco conhecida de Cândido de Oliveira. Em 3 episódios, a série acompanha esta marcante figura do futebol e do jornalismo desportivo português, aqui interpretada por Tomás Alves.

Em 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, a vida de Cândido de Oliveira dividia-se entre o desporto e a espionagem militar secreta contra o regime nazi. Mas há uma faceta da sua vida que poucos conhecem: é o único espião português em quem os ingleses verdadeiramente confiam. Depois de intercetar correspondência nazi, Cândido recebe do adido Beevor (Filipe Vargas), uma nova missão: montar a rede de telégrafos que constituir o último reduto contra uma eventual invasão alemã. A partir do momento em que a conspiração é descoberta Cândido passa a ser perseguido pela polícia política (PVDE), pelo implacável agente Gaspar (Carloto Cotta), movido por uma vingança pessoal, e por Laura (Teresa Tavares), uma traiçoeira espia. Enquanto tenta cumprir a missão que lhe foi confiada, Cândido terá ainda de proteger aqueles que lhe são mais próximos, como a irmã e a sobrinha, o melhor amigo, as vizinhas e jornalistas da revista que dirige.

O Espião Que Veio do Futebol para ver entre 15 e 17 de setembro, às 22h30, na RTP1 e disponível na RTP play.




 

Exposição “Conversas em Tela” na Galeria de Arte do Casino Estoril



A exposição “Conversas em Tela” está patente na Galeria de Arte do Casino Estoril. Com entrada gratuita, esta mostra colectiva de pintura reúne trabalhos de 5 artistas plásticos. 

Participam nesta mostra colectiva de pintura 5 artistas, com 5 linguagens diferentes que agora se juntam para “Conversas em Tela” na Galeria de Arte do Casino Estoril.



Filipa Oliveira Antunes com 4 trabalhos de forte cromatismo; Maramgoní com cantos e recantos de Lisboa; Maria Flores com um surrealismo que não deixa ninguém indiferente; Mariola Landowska e a sua inconfundível paleta de cores e Rogério Tunes num claro exemplo de gestualismo de muita qualidade.