quarta-feira, 3 de junho de 2026

Maria Guleghina, a “Rainha da Ópera”, atua no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no dia 17 de julho, pelas 21 horas, um concerto inédito da prestigiada soprano Maria Guleghina. Trata-se de um espectáculo imperdível da “Rainha da Ópera” que será acompanhada pelo conceituado pianista Ivari Ilja. 

Será, certamente, um concerto inesquecível para os amantes de música clássica. Estarão em destaque obras de grandes compositores como, por exemplo, Donizetti, Bellini, Rossini, Tchaikovsky e Rachmaninoff.

Maria Guleghina é uma das mais importantes sopranos dramáticas contemporâneas, sendo reconhecida pelas suas magníficas actuações em prestigiadas casas de ópera em todo o mundo.

Com um percurso ímpar, Maria Guleghina já partilhou o palco com os maiores nomes da ópera e conquistou o coração do público com o seu canto expressivo e presença em palco.

A sua longa colaboração com o pianista Ivari Ilja constitui um verdadeiro exemplo de harmonia artística e de amizade criativa. O público poderá acompanhar um diálogo musical único entre soprano e piano que deixará memórias inesquecíveis.

Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida estreia em Portugal



Lisboa prepara-se para receber a estreia nacional de uma viagem ao passado única: “Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida” é uma inovadora expedição imersiva em realidade virtual inspirada num dos mais fascinantes patrimónios arqueológicos do mundo. A partir de 18 de junho qualquer convidado poderá subir ao Machu Picchu através da sala subterrânea da Estação do Metro do Terreiro do Paço, em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis na app da Fever ou no website em https://machupicchuexp.com/lisbon.



Desenvolvida em colaboração com a Virtual Worlds, estúdio criativo especializado em experiências imersivas onde os visitantes estão em livre circulação, Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida oferece uma oportunidade única de explorar, a partir do interior, uma das mais icónicas Paisagens Culturais classificadas como Património Mundial da UNESCO.

Através de tecnologia de realidade virtual de grande escala e de uma narrativa cinematográfica envolvente, os visitantes são convidados a percorrer templos sagrados, terraços e antigos caminhos incas, recriados com extremo rigor a partir de drones, tecnologia LiDAR (ou Light Detection and Ranging, tecnologia com sensor de lazer para criar mapas 3D de alta precisão) e fotogrametria.

Do voo sobre os Andes ao lado de condores (uma das maiores aves voadoras do planeta, conhecida por planar por horas sem bater as asas) à entrada numa habitação inca durante um raro eclipse solar, a experiência capta de forma envolvente a dimensão, o mistério e o espírito de uma civilização perdida.



Um destino de realidade virtual em crescimento
Esta experiência inaugura no seguimento de “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito”, uma viagem imersiva que chegou a Lisboa em novembro de 2025 e que rapidamente se afirmou como um êxito: já 30 mil visitantes desfrutaram desta aventura ao Egito a partir de Lisboa. Agora, ao chegar ao Terreiro do Paço os visitantes podem viajar virtualmente do Antigo Egito até aos Andes, explorando o mundo sem sair do mesmo espaço com: 

o   Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito
o   Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida

Esta novidade reflete a missão global da Fever de democratizar o acesso aos lugares, culturas e momentos mais extraordinários do mundo. Através de storytelling imersivo e tecnologia de ponta, a empresa está a reinventar a forma como o público aprende, explora e vive novas experiências.



“Jardim de Cores” com entrada gratuita na Galeria de Arte do Casino Estoril



Está patente, até ao dia 20 de julho, a exposição “Jardim de Cores” na Galeria de Arte do Casino Estoril. Com entrada livre, esta mostra colectiva de pintura reúne 28 obras da autoria de cinco artistas plásticos.

Participam nesta mostra 5 artistas, com 5 linguagens diferentes, desde Mariola Landowska, artista polaca que há muito que escolheu Portugal para perseguir a sua brilhante carreira, João Feijó, autor multifacetado que domina quase todas as técnicas pictóricas com mestria, Olga Costas, com um rigor imaculado nas suas geometrias e simetrias que transporta para o papel em tinta da china, Filipa Oliveira Antunes, arquitecta de formação que através dos esboços que realizava para os seus projectos descobriu um dom invulgar para o desenho e Paulo Ossião, consensualmente considerado o melhor aguarelista português, que desta vez apresenta uma brilhante série de figuras femininas . 

São 5 artistas que agora se juntam no “Jardim de Cores” na Galeria de Arte do Casino Estoril.



Artistas participantes: Filipa Oliveira Antunes, João Feijó, Mariola Landowska, Olga Costas e Paulo Ossião.

terça-feira, 2 de junho de 2026

A herança de Portugal pelo mundo



A antropóloga norueguesa viajou por três continentes para cruzar o passado e o presente das antigas colónias portuguesas.

Os Navegadores é um livro de viagens e investigação, que se foca na herança extraordinária, complexa e duradoura que os portugueses deixaram no mundo na sequência da época das Descobertas.

Depois de ter explorado as periferias da Rússia em livros anteriores, Erika Fatland volta agora a atenção para o pioneirismo marítimo de Portugal. Nesta obra, a autora, não se limitando ao relato histórico, fez-se ao caminho para ver, ouvir e sentir o que resta desse império no século XXI.

De Madagáscar a Macau, de Angola a Goa, passando pelo Brasil, Moçambique e pequenas ilhas isoladas, Erika Fatland percorreu milhares de quilómetros para responder a uma questão central: como é que um pequeno país na extremidade da Europa moldou de forma tão profunda a cultura, a língua e a demografia de tantos lugares do mundo?

Com o seu olhar antropológico refinado, a autora conversa com historiadores locais, cidadãos comuns, herdeiros de impérios desaparecidos e descendentes de colonos. O resultado é um mosaico onde a grandiosidade da expansão marítima se cruza com as feridas do colonialismo, a miscigenação cultural, a gastronomia, a arquitetura e, acima de tudo, a persistência da língua portuguesa.

O livro já se encontra disponível nas livrarias.

Sobre a Autora

Erika Fatland é uma antropóloga e escritora norueguesa. Os seus livros foram traduzidos para mais de 20 línguas e publicados em 26 países. Deles, destacam-se os relatos de viagem que receberam o Prémio Kapuscinski de Reportagem Internacional, em 2021: Sovjetistan (Sovietistão), que retrata a jornada por cinco antigas nações soviéticas da Ásia Central, e Grensen (A Fronteira), a descrição de uma viagem pelas fronteiras da Rússia, desde a Coreia do Norte até à Noruega.

“Heart of a Dog” de Mikhail Bulgakov no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 12 de junho, pelas 19 horas, “Heart of a Dog”, de Mikhail Bulgakov. Com direção de Konstantin Kamensky, esta peça será protagonizada por Alexander Feklistov e Artur Smolyaninov, entre outros conceituados actores russos. Produção Alpha Music.

A famosa novela satírica “Heart of a Dog”, de Mikhail Bulgakov, completou 100 anos em 2025. É uma das poucas obras da era soviética que se tornou um clássico, transcendendo o seu tempo para a eternidade. 

Na época, foi proibida e circulava, apenas, clandestinamente. Mas, após o lançamento de um filme, estreado por Yevgeny Yevstigneyev, esta obra ganhou nova vida e tornou-se amplamente conhecida, atraindo a atenção de relevantes directores de teatro. “Heart of a Dog” é uma história que continua a interessar a diferentes gerações. 

“Heart of a Dog” de Mikhail Bulgakov assume, hoje em dia, um significado especial tendo em consideração os históricos acontecimentos que estão a ocorrer à escala global, influenciando a vida das sociedades contemporâneas. De facto, é o momento oportuno para uma nova interpretação teatral do texto de Mikhail Bulgakov. 

Aprenda a treinar a sua mente com o novo livro de Augusto Cury



De regresso à edição, Augusto Cury apresenta Alta Performance, um guia prático composto por quatro programas acessíveis para controlar o stresse, treinar a memória e a inteligência, desenvolver uma mente livre e saudável e cultivar a disciplina necessária para alcançar objetivos. Para o autor bestseller de Ansiedade – Como Enfrentar o mal do século, «só adquire maturidade quem usa as suas frustrações para a alcançar». 

Um livro contracorrente, impele o leitor a trabalhar as suas emoções num mundo que Cury diz ser uma «fábrica de pessoas tensas», repleta de paradoxos. Afinal, não existe produtividade sem bem-estar. «A nossa espécie está a adoecer coletivamente a nível mental. Eis alguns paradoxos doentios das sociedades modernas, dos quais precisamos de proteger a nossa emoção: dependência de estímulos, solidão, morte do diálogo, discriminação e preconceito, e a deterioração da qualidade de vida.»

Alta Performance chega à rede livreira nacional no dia 3 de junho, com a chancela da Editora Pergaminho. 

Sobre o Autor

Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Desenvolveu o conceito de inteligência multifocal, uma perspetiva inovadora do funcionamento da mente e da construção do pensamento. É investigador na área de qualidade de vida e de desenvolvimento da inteligência, abordando a natureza, a construção e a dinâmica da emoção e dos pensamentos. Os seus livros ocupam os lugares cimeiros nas listas de livros mais vendidos em todos os países onde são publicados. É considerado o autor mais lido do Brasil dos últimos anos e um verdadeiro fenómeno editorial, com mais de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Dirige o Instituto Academia de Inteligência, que dá formação a executivos, educadores, médicos, psicólogos, advogados, universitários e a qualquer pessoa interessada em expandir os horizontes da sua mente, em educar a sua emoção e em melhorar a sua qualidade de vida. Cury é patrono da Universidade da Criança em Portugal e doutor Honoris Causa da universidade Unifil, assim como membro de honra da academia de génios do Instituto da Inteligência, no Porto. 

“Era Uma Vez Bailarinos a Sonhar” leva a magia da Disney ao Casino Estoril



A academia Sulydance apresenta, no próximo dia 12 de julho, o espectáculo “Era Uma Vez Bailarinos a Sonhar” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Com duas sessões agendadas para as 15h00 e 18h30, a academia Sulydance convida o público a associar-se a uma grande celebração da dança, do teatro e da imaginação.

Inspirado no universo mágico dos filmes Disney, o espectáculo “Era Uma Vez Bailarinos a Sonhar” promete transportar o público para um mundo de fantasia, emoção e sonho, através de performances criadas pelas várias turmas da academia, reunindo alunos de diferentes idades e modalidades artísticas.

Ao longo da tarde, subirão ao palco coreografias e interpretações de ballet, dança contemporânea, danças latinas, sevilhanas e flamenco, hip-hop, dancehall e teatro, num espectáculo multidisciplinar que celebra a criatividade, o talento e a paixão pela arte performativa. Estarão presentes, também, vários convidados especiais.

“Era Uma Vez Bailarinos a Sonhar” é uma criação colectiva assinada por Ana Sofia Remígio, Catarina Pita, Carolina Malato, David “Turtle” Borges, Helena Vascon, Henrique Moreira, Joana Antunes, Nuno Loureiro, Marta Nunes, Raquel Lopes e Suly Barrera, refletindo o espírito colaborativo e artístico que caracteriza a Sulydance.

Mais do que um espectáculo de final de ano, esta produção representa meses de dedicação, crescimento e entrega por parte de alunos, professores e equipa criativa, proporcionando ao público uma experiência envolvente e inspiradora para toda a família.

Com cenários de sonho, música icónica e muita emoção em palco, “Era Uma Vez Bailarinos a Sonhar” convida os espectadores a redescobrir a magia de sonhar através da dança.

Se esta casa falasse…



Entre um conto de fadas e um manual prático de arrumação, Se Esta Casa Falasse… revela-nos uma faceta diferente da guru de arrumação, Mari Kondo:  a de ficcionista. Escrito em coautoria com o realizador e escritor bestseller Genki Kawamura, este é um romance de atmosfera mágica que nos convida, a partir de sete histórias, a descobrir o que é realmente importante nas nossas vidas.

A protagonista deste livro é Miko, uma organizadora profissional que ajuda as pessoas a trazer ordem às suas casas. Ao fazê-lo, também traz ordem às vidas dos seus clientes, que, a certa altura, ficaram estagnadas ou descarrilaram, e a desordem doméstica é o reflexo dessa falta de sentido existencial.

Mas o que torna Miko realmente especial é o seu dom: escutar os objetos que lhe contam os seus segredos, as suas histórias, e tudo aquilo de que foram testemunha. «Já arrumei mais de mil casas. E cada divisão dessas casas está inundada de memórias e pensamentos das pessoas que lá viveram e das coisas faladoras que possuem.»

São essas coisas que ajudam Miko a narrar cada uma das histórias «das divisões mais estranhas» com que se deparou, e que se reúnem neste livro. Um armário conversador cheio de roupa que já não é usada; um escritório que cantarola, cheio de livros com histórias para contar; uma cozinha resmungona, com gavetas de talheres mal-humorados. Cada um dos objetos – um livro, um brinquedo, um jarro de flores – evoca uma nova memória para a pessoa que ali vive, e aquilo que começa como uma simples arrumação passa a ser uma experiência profunda e transformadora.

Se Esta Casa Falasse... chega à rede livreira nacional no dia 3 de junho, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de João Silveira. 

Sobre os Autores

Marie Kondo é a guru de arrumação mais respeitada e de maior sucesso dos nossos dias. Os seus livros estão publicados em mais de 40 países e é fundadora da plataforma Konmari.com, através da qual ajuda a chegar o seu método revolucionário de arrumação a pessoas e empresas de todo o mundo. 

Genki Kawamura é produtor de cinema, realizador premiado e autor de diversos romances bestsellers internacionais, como Nunca Te Esqueças das Flores. O seu projeto mais recente é o filme e romance Exit 8.

Grande Gala de Flamenco no Casino Estoril



Com uma carreira brilhante que o coloca na elite do toque flamenco contemporâneo, Daniel Casares regressa aos palcos com “O poder do subtil”, apresentado como uma Grande Gala de Flamenco, onde guitarra, cante e baile se unem num espectáculo de grande intensidade artística. Dulce Pontes é a convidada especial de uma noite imperdível agendada para 27 de junho, a partir das 22 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

“O poder do subtil” é uma celebração da essência flamenca em toda a sua força e autenticidade. Cada composição nasce das vivências mais íntimas do guitarrista, da sua família, do seu meio e dessa raiz profunda que pulsa em cada nota. 

Para o acompanhar nesta viagem, Daniel Casares convida a grande artista e amiga Dulce Pontes, com quem tem vindo a colaborar ao longo dos anos.

Em palco, Daniel Casares faz-se acompanhar por artistas excecionais, que dão corpo e alma a esta viagem: Na segunda guitarra estará Julián Bedmar; no cante, Manuel Peralta; no baile, Sergio Aranda; no cajón, Miguel Ortiz “Nene”; e no baixo, José M. Posada “Popo”. Juntos, constroem uma gala vibrante, onde o virtuosismo da guitarra dialoga com a expressividade do cante e a força arrebatadora da dança.

Vencedor do Prémio Bordón Minero em La Unión aos 16 anos, desenvolveu uma trajetória singular marcada pelo talento e pela curiosidade musical, colaborando com nomes como Loreena McKennitt, Dulce Pontes, Toquinho, Chucho Valdés, Cuca Roseta, Nininho Vaz Maia e Cecilia Bartoli, entre muitos outros.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

O que acontece nos polos terrestres afeta todo o planeta!



No livro Os Confins da Terra, o paleontólogo Neil Shubin conta histórias das expedições no Ártico e na Antártida e proporciona aos leitores uma visão clara e abrangente da geologia, oceanografia, glaciologia, geopolítica e climatologia destas regiões, e das razões pelas quais a sua preservação é vital para o futuro coletivo da nossa espécie. 

«Neste livro, as ciências polares serão a lente pela qual observaremos o mundo natural e as extraordinárias formas como viemos a conhecê-lo. Veremos como o trabalho no Ártico e na Antártida revela profundas ligações entre os oceanos, o clima e todos os seres vivos – uma delicada rede que dará forma aos séculos vindouros do nosso planeta», explica o autor na introdução do livro.

Geladas, remotas e inóspitas, as regiões polares podem parecer muito distantes da nossa vida quotidiana. Mas esses reinos gelados e isolados exercem uma influência extraordinária na vida no resto da Terra. Com o aquecimento do planeta e o recuo do gelo, os polos estão agora no centro da crise climática. Perante esta nova realidade, a fauna nativa terá de se adaptar ou enfrentar a extinção. As comunidades indígenas assistem à transformação das suas terras no palco de uma acesa disputa ambiental e as relações internacionais azedam à medida que recursos minerais e gasosos inexplorados emergem do fundo do mar gelado. 

Os Confins da Terra foi considerado pela revista The Economist um dos melhores livros de 2025 e é uma leitura essencial para percebermos porque quer o presidente Trump anexar a Gronelândia. Viajando entre pinguins e ursos-polares, o reputado cientista Neil Shubin pinta um retrato inédito das regiões polares. Divulgando a investigação que físicos, climatologistas, geólogos, biólogos e paleontólogos intrépidos desenvolvem nessas condições extremas, Shubin dá vida à nova e fascinante ciência que está a ser realizada nos confins da Terra.

«Fazer ciência nas regiões polares significa enfrentar desafios emocionais, físicos e logísticos para podermos colocar questões fundamentais acerca do passado, do presente e do futuro da vida e do nosso planeta», escreve o autor no início do livro. «Desde que, nas últimas três décadas, progredi dessa experiência de principiante na Gronelândia até liderar as minhas próprias expedições no Ártico e na Antártida, a minha apreensão original foi substituída pela gratidão diante do privilégio de trabalhar nalgumas das mais extraordinárias paisagens da Terra. Quantas vezes temos a oportunidade de trabalhar em lugares que poucos humanos, se é que algum, alguma vez pisaram antes?»

No próximo dia 1 de julho, Neil Shubin toma posse como presidente eleito da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América (National Academy of Sciences).

Sobre o Autor

Neil Shubin é autor de Quando Éramos Peixes, Some Assembly Required e The Universe Within. Professor titular da cátedra Robert R. Bensley de Biologia e Anatomia dos Organismos da Universidade de Chicago, foi eleito para a National Academy of Sciences dos EUA em 2011. Em julho de 2026, passará a presidir a esta prestigiosa instituição.