sexta-feira, 19 de junho de 2026

O fenómeno dos livros de autocolanteschega a Portugal



Depois dos livros de colorir, uma nova tendência criativa conquista leitores de todas as idades. A Minha Casa Fofinha e A Minha Loja Fofinha são dois livros de autocolantes que transformam a decoração de espaços em miniatura numa experiência divertida, relaxante e altamente viciante.

Cada livro inclui dez cenários para personalizar e várias folhas de autocolantes transparentes reutilizáveis.Em A Minha Casa Fofinha, os leitores podem decorar divisões acolhedoras como a sala de estar, a cozinha, o quarto ou o jardim. Já A Minha Loja Fofinha reúne espaços comerciais cheios de encanto, entre eles uma livraria, uma pastelaria, um café e uma florista.



O conceito é simples: escolher um cenário, pegar nas folhas de autocolantes correspondentes e criar um espaço único através da combinação de mobiliário, objetos decorativos, animais adoráveis e inúmeros pequenos detalhes. Como os autocolantes são reposicionáveis, é possível experimentar diferentes composições e reinventar cada espaço vezes sem conta.

Estes livros, considerados um fenómeno internacional e uma das grandes tendências criativas do momento, combinam o encanto dos universos em miniatura com a liberdade de decorar e personalizar cada cenário. O resultado é uma experiência envolvente e relaxante, com a garantia de horas de entretenimento para quem gosta de criar, imaginar e cuidar de cada detalhe.

Porto Pianofest já tem datas fechadas para a 11.ª edição



Depois de dez edições de crescimento, consolidação e formação, o Porto Pianofest está de regresso à cidade de 1 a 11 de agosto. Com todos os nomes confirmados, a 11.ª edição do festival regressa a palcos como a Casa da Música, a Reitoria da Universidade do Porto e o Museu de Serralves, convidando o público a descobrir a música através de diferentes atmosferas e contextos.
 
Com concertos que atravessam diferentes estados de espírito, dos mais enérgicos aos mais introspectivos, das grandes salas à descontração dos jardins, o Porto Pianofest volta a ocupar alguns dos espaços mais emblemáticos da cidade do Porto (e não só) com uma programação que privilegia a qualidade artística, a proximidade com o público e uma experiência cultural imersiva, cruzando artistas consagrados com jovens talentos em afirmação.
 
Com mais de 20 nomes a subir a palco, a programação desenha-se entre várias estreias no Porto Pianofest. O arranque do festival acontece a 1 de agosto, na Casa da Música, com a primeira apresentação em Portugal do Aaron Parks Trio, composto pelo pianista Aaron Parks, Anders Christensen no baixo e o baterista André Sousa Machado, numa atuação que cruza sofisticação e inovação no universo do jazz.
 
Já o encerramento, a 11 de agosto, leva o festival de regresso ao auditório do Museu de Serralves, com um concerto da pianista Tamara Stefanovich, uma das mais reconhecidas intérpretes do panorama internacional.
 
Ao longo de quase duas semanas, o calendário de estreias estende-se com o pianista canadiano Jaeden Izik-Dzurko, o mais recente vencedor do Concurso de Piano de Leeds a atuar a 2 de agosto, e com a pianista italiana Saskia Giorgini, que se estreia no Porto Pianofest a 8 de agosto, num concerto ao pôr do sol no cenário idílico do Pátio do Romântico, reforçando a relação entre a música, o espaço e a atmosfera que atravessa toda a programação.
 
“Ao fim de dez edições, sentimos que o Porto Pianofest atingiu uma nova fase de maturidade. Interessa-nos consolidar, garantir a qualidade artística e proporcionar uma experiência em que o público pode confiar: mesmo quem não conhece os artistas tem garantido um momento único de contacto com a música e a cidade. Para nós, é fundamental que cada concerto seja vivido desta forma próxima e significativa”, afirma Nuno Marques, pianista português que criou e dirige o Porto Pianofest.  
 
Para reavivar memórias da última década, o festival integra ainda regressos de artistas que têm marcado a sua história. Destaca-se o pianista José Ramón Méndez - a atuar no dia 3 de agosto no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto - presença constante desde a primeira edição e um dos nomes mais acarinhados pelo público. Já no dia seguinte, 4 de agosto, Nuno Marques, diretor artístico do festival, sobe ao mesmo palco com um programa de fados ao piano.
 
O festival apresenta também os concertos à hora de almoço, de entrada livre, protagonizados por jovens pianistas em ascensão, nos dias 6 e 7 de agosto, no Museu Romântico. Também inseridos na vertente pedagógica do Porto Pianofest, estão os concertos de dos Artistas em Residência, futuras estrelas da música, oriundos de todos os continentes, nos dias 5, 6 e 7 de agosto no CARA Matosinhos.
 
Há ainda lugar para os mais pequenos no Concerto para Famílias anual, no dia 8 de agosto, na Casa Comum da Universidade do Porto. Para quem queira antecipar a experiência Porto Pianofest, pode passar na Maratona de Piano no Mercado do Bolhão, a 30 de julho, e aproveitar um pouco das oito horas consecutivas de música tocadas no piano instalado junto à entrada da Rua Formosa.  
 
Além de ocupar os espaços mais emblemáticos da cidade do Porto, o Porto Pianofest leva o talento e a música erudita a outros lugares, regressando, a 5 de agosto, ao Conservatório de Música de Vila do Conde para apresentações de jovens artistas, fomentando um importante intercâmbio cultural e reforçando os laços com a comunidade. O Porto Pianofest desloca-se também ao Douro, apresentando um concerto na Régua, no Museu do Douro, no dia 27 de Julho.
 
Mais informações e bilhetes para a 11º edição disponíveis em: https://www.portopianofest.com/en/2026-events

Porto Pianofest além-fronteiras com concertos em Washington, Nova Iorque e Madrid
Com uma forte componente internacional, ainda antes de aterrar no Porto para a 11.ª edição, o Porto Pianofest voltou a apresentar-se nos Estados Unidos da América, regressando a Washington e Nova Iorque - pela quarta e nona vez, respetivamente -, com concertos protagonizados por Nuno Marques, diretor do festival, e pela pianista-compositora americana Mariel Mayz, bem como vários convidados musicais. Pela segunda vez, o festival passou ainda pelo Teatro Real de Madrid, com a participação especial da pianista espanhola Alba Ventura.
 
“Levar o Porto Pianofest além-fronteiras é uma forma natural de afirmar aquilo que o festival se tornou ao longo da última década: um projeto com identidade própria, capaz de dialogar com diferentes públicos e geografias. Estes concertos pretendem apresentar o festival e contribuir para enquadrar o Porto como um destino cultural ímpar”, explica Nuno Marques sobre as presenças internacionais que antecedem a programação de agosto.

“Smurfs” estão de regresso no Panda Plus



O Panda Plus, serviço de streaming de vídeo online pensado para famílias e crianças, está prestes a ser invadido pela onda azul! A partir de hoje, 19 de junho, os “Smurfs” estão de regresso com aventuras inesquecíveis protagonizadas pelas pequenas criaturas azuis que vivem numa aldeia mágica onde a vida está longe de ser aborrecida.

A primeira temporada de “Smurfs”, composta por 52 episódios, ficará disponível em blocos semanais de cinco episódios. Inspirada no filme “Smurfs: The Lost Village”, esta nova série em animação CGI traz um visual moderno, humor rápido e muitas confusões mágicas, sem perder o espírito de amizade e entreajuda que tornou estas personagens tão adoradas por várias gerações.



A série acompanha o quotidiano da aldeia liderada pelo Grande Smurf, a figura paternal que mantém os restantes Smurfs na linha. Em cada episódio, os fãs vão reencontrar personagens icónicas como a Smurfina, sempre curiosa e pronta para a aventura; o Smurf dos Óculos, que se considera o mais inteligente do grupo; e Gargamel, o feiticeiro humano obcecado em capturar Smurfs. A série apresenta ainda novas personagens, como a Smurfoliveira, a corajosa e sábia matriarca de uma nova tribo de raparigas Smurfs.

Ao longo da temporada, os Smurfs enfrentam experiências mágicas que correm mal, invenções malucas, rivalidades entre amigos, criaturas misteriosas da floresta e, claro, os planos mirabolantes de Gargamel para finalmente conseguir capturá-los.



Com episódios cheios de humor, fantasia e ação, “Os Smurfs” prometem conquistar tanto os fãs mais nostálgicos como uma nova geração de espectadores.

O livro sensação de Lucía Solla Sobral chega a Portugal



Comerás flores é a obra de estreia da autora, já vendeu mais de 200 mil exemplares no país vizinho e é um alerta para as relações tóxicas.  

Lucía Solla Sobral tinha apenas 32 anos (hoje tem 37) quando começou a escrever Comerás flores, o seu primeiro romance, uma história comovente que nos fala do abuso psicológico e do poder da amizade como refúgio, que se tornaria um dos livros mais falados em Espanha nos últimos meses e que agora é publicado pela Porto Editora.

E se o amor nos fizesse esquecer quem somos? Marina, a protagonista de 25 anos de Comerás Flores, acredita ter encontrado tudo o que sempre desejou numa relação quando se apaixona por Jaime, um homem 20 anos mais velho, com uma vida cheia de glamour. Mas, sem se aperceber, começa a perder-se nessa relação. «A violência dele era transparente», confessa. Ao mesmo tempo, lida com a dor de perder o pai e mergulha gradualmente num mundo que não é o seu, esquecendo, pouco a pouco, aquilo que antes a definia.

Sobral traça um retrato sincero da violência psicológica sem idealizar a vítima nem caricaturar o manipulador, desmontando os mitos do amor tóxico e questionando as razões pelas quais muitas vezes ficamos em relações desiguais ou abusivas.

Comerás flores já se encontra em pré-venda e chega às livrarias a 25 de junho.

Sobre a Autora

Lucía Solla Sobral nascida em Marín, Espanha, em 1989, vive atualmente em Oviedo, onde criou e coordena, desde 2022, o Clube das Letras Selvagens. Em 2023, foi selecionada para a Residência Literária da Cidade da Cultura de Santiago de Compostela, com direção do escritor Javier Peña. Comerás flores, o seu primeiro romance, recebeu os prémios Cálamo Livro do Ano 2025 e El Ojo Crítico 2025, e os direitos foram vendidos para cerca de 20 países.

Manteigaria abre loja no Rossio



A Manteigaria estreia-se no Rossio com uma nova fábrica, que, tal como todas as outras, permite aos amantes dos famosos Pastéis de Nata assistirem ao processo de fabrico totalmente artesanal, que se destaca pelo sabor e o aroma tipicamente português.

A nova fábrica permite desfrutar do Pastel de Nata acabado de sair, acompanhado do tradicional café, vinho do Porto, ginja, capilé e outras bebidas de cafetaria. Para quem preferir levar para comer mais tarde ou para oferecer, pode fazê-lo através das caixas de take away disponíveis. Os Pastéis de Nata da Manteigaria também estão disponíveis para entrega através da plataforma de delivery UberEats.
“O Rossio é uma das zonas mais icónicas de Lisboa e, como tal, o sítio perfeito para desfrutar daquele que é o doce mais famoso do país. Estamos sempre atentos a novos espaços e oportunidades para chegar às melhores localizações e o Rossio era já um objetivo antigo que conseguimos agora concretizar.”, explica Jaime Soares, Diretor-Geral da marca.




"Estar presente no Rossio representa uma oportunidade única para reforçar a ligação da Manteigaria a um dos locais mais emblemáticos da cidade. Queremos continuar a proporcionar uma experiência genuinamente portuguesa, tanto aos lisboetas como aos visitantes, celebrando diariamente a tradição e a qualidade que fazem parte da nossa identidade", acrescenta Lúcia Martins, Brand Manager da Manteigaria.

A nova Manteigaria fica situada na Praça D. Pedro IV, 66 a 68, em Lisboa, juntando-se a outras doze fábricas localizadas na grande Lisboa: no Chiado, Timeout Market, Rua Augusta, Alvalade, Belém, Campo de Ourique, Saldanha, Parque das Nações, Príncipe Real e Portas do Sol e Cascais. A marca conta também com três fábricas no Porto e uma em Braga. Além das lojas nacionais conta com presença em Paris, Madrid, Macau e Hong Kong.


 
Sobre a Manteigaria

A Manteigaria - Fábrica de Pastéis de Nata, foi fundada em 2014 e a sua casa mãe está localizada no Chiado, na rua do Loreto nº2. Foi erguida num prédio cuja construção remonta a 1900, com uma fachada de Arte Nova. Este local foi um marco histórico da cidade, a sede da Manteigaria União, daí o nome da fachada que foi cuidadosamente preservada.
 
Com um produto único, a Manteigaria é uma marca cheia de simbolismo e atratividade. Um pastel de nata confecionado pelas mãos experientes de mestres pasteleiros, numa receita exclusiva e com uma criteriosa escolha de matérias-primas de qualidade superior.
 
Um processo de fabrico distinto e tradicional numa fábrica visível aos clientes, onde é possível assistir a toda atividade artesanal e que resulta num pastel de nata cuidadosamente criado e aperfeiçoado, que é hoje uma referência incontornável da doçaria tradicional portuguesa.
 
A cada fornada e em cada fábrica é tocado o sino que informa os clientes dos pastéis de nata acabadinhos de fazer.

Beleza, obsessão e decadência: a Veneza de Thomas Mann



Inspirado por um episódio real vivido durante umas férias em Veneza, em 1911, Thomas Mann escreveu aquela que viria a tornar-se uma das obras mais célebres do século XX. Publicado pela primeira vez em 1912, Morte em Veneza é um clássico incontornável, cuja influência perdura até aos dias de hoje. Em 1971, Luchino Visconti adaptou este título ao cinema, num filme protagonizado por Dirk Bogarde.

Morte em Veneza, uma das obras de maior sucesso de Thomas Mann, escritor alemão agraciado com o Prémio Nobel de Literatura em 1929, chega a 25 de junho ao catálogo da Bertrand Editora. Esta edição conta com uma tradução de Sara Seruya, que revisitou acurada e propositadamente o texto para esta publicação.

Nesta edição de Morte em Veneza, à semelhança de Um Quarto Só para Si e Orgulho e Preconceito, a capa reproduz uma obra de arte. Para este livro foi escolhida a obra Venice, The Mouth of the Grand Canal, de Joseph Mallord William Turner, um original em aguarela sobre papel (1832), atualmente exposto no Yale Center for British Art da Universidade de Yale.

Num romance que, nas palavras de Mann, trata da «paixão como desequilíbrio e degradação», o escritor Gustav von Aschenbach viaja para Veneza à procura de uma trégua da angústia criativa que o aflige. É no átrio do seu hotel no Lido que observa pela primeira vez Tadzio, um rapaz excecionalmente belo que ali está hospedado com a família. À medida que os dias de Aschenbach começam a girar sobre um centro agora ocupado pelo rapaz, o espanto dará lugar à obsessão, num conflito silencioso entre ânsia e desejo, beleza e morte – e a busca por plenitude espiritual que o levou a Veneza transformar-se-á, afinal, na sua ruína. Irremediavelmente fascinado, o escritor ver-se-á preso a esta cidade hipnótica, num momento em que a mesma sucumbe a uma epidemia de cólera que ele, cego pela sua fixação, não verá chegar.

Morte em Veneza é uma obra que, escrita por Mann sob influência de Platão, aborda o fascínio fatal da beleza e explora objetivamente temas tabu à época, como a homossexualidade reprimida. A epidemia «escondida» de cólera em Veneza funciona como uma metáfora para a decadência moral do protagonista, Gustav von Aschenbach, e da sociedade europeia.

Morte em Veneza, de Thomas Mann, chega às livrarias a 25 de junho. A tradução é de Sara Seruya. Na capa, Venice, The Mouth of the Grand Canal, de Joseph Mallord William Turner.

Sobre o Autor

Thomas Mann nasceu a 6 de junho de 1875, em Lübeck, na Alemanha. É considerado um dos escritores mais importantes do século XX e, com ele, o romance alemão moderno alcançou o reconhecimento da literatura mundial, numa repercussão positiva difícil de ser superada. Estreou-se em 1898 com a coleção de contos Der Kleine Herr Friedemann, e publicou o seu primeiro romance, Os Buddenbrook, em 1901, com o qual obteve imenso sucesso. Seguiram-se-lhe outros romances, contos e novelas, incluindo Morte em Veneza (1912) e A Montanha Mágica (1924). Cinco anos após a publicação deste último, Thomas Mann recebeu o Prémio Nobel de Literatura. A partir de 1933, viveu no exílio, primeiro na Suíça, depois nos Estados Unidos. Só em 1952 é que Mann regressou à Europa, onde morreu, em Zurique, em 1955. 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Revelado novo trailer para a quarta temporada de Star Trek: Estranhos Mundos Novos




Enquanto os fãs de Star Trek fazem a contagem decrescente para o marcante 60.º aniversário da estreia da franquia, há ainda mais motivos para aguardar com expectativa: a SkyShowtime revelou o novo trailer da penúltima temporada da emblemática série Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos). O primeiro episódio da quarta temporada estreia em exclusivo na plataforma a 24 de julho, com novos episódios a sair semanalmente. 

Com a ambição de chegar onde mais ninguém chegou, a tripulação da U.S.S. Enterprise, liderada pelo Capitão Christopher Pike, embarca numa série de emocionantes e intensas aventuras entre as estrelas. À medida que viajam por mundos desconhecidos, terão de enfrentar demónios interiores e ameaças externas, conhecer novas personagens surpreendentes, reencontrar rostos familiares e confrontar extraterrestres aterradores. Perante todos estes desafios, esforçam-se por abraçar um futuro mais luminoso e cheio de esperança.



A quarta temporada é protagonizada por Anson Mount, Rebecca Romijn, Ethan Peck, Jess Bush, Christina Chong, Celia Rose Gooding, Melissa Navia, Babs Olusanmokun e Martin Quinn, juntamente com os convidados especiais Carol Kane e Paul Wesley.

A série é produzida pela CBS Studios, Secret Hideout e Roddenberry Entertainment. Akiva Goldsman e Henry Alonso Myers assumem o papel de co-showrunners. Alex Kurtzman, Akiva Goldsman, Henry Alonso Myers, Aaron Baiers, Dana Horgan, Alan McElroy, Robbie Thompson, Frank Siracusa, John Weber, Chris Fisher, Anson Mount, Rod Roddenberry e Trevor Roth são os produtores executivos da quarta temporada.



Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos) é distribuída pela Paramount Global Content Distribution.

As três primeiras temporadas de Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos) estão disponíveis em streaming na SkyShowtime, com a primeira temporada de Star Trek: Starfleet Academy (Star Trek: Academia Starfleet) também já disponível na plataforma.

SkyShowtime está disponível diretamente para o consumidor através da aplicação SkyShowtime em dispositivos Apple iOS, tvOS, Android, Android TV, Google Chromecast, TVs LG, Smart TVs Samsung, bem como Amazon Fire TV e Prime Video Channels em mercados selecionados. Também está disponível através do seu site www.skyshowtime.com.   



O preço mensal da SkyShowtime para o plano Standard com anúncios é de 6,99€, o preço mensal do plano Standard é de 8,99€ e o preço mensal do plano Premium é de 12,99€. A SkyShowtime está ainda disponível em parceiros de distribuição selecionados nalguns mercados em que opera.

Feridas da ausência



«As palavras que não nos disseram, o não termos sido vistos, o sentimento de que as pessoas significativas para nós não se importaram connosco, podem doer mais que um murro ou um insulto.» No livro O Que Nunca Foi, Anabel Gonzalez, psicóloga e autora bestseller em psicologia, traz-nos um novo olhar sobre o trauma: nem sempre são os acontecimentos que mais nos marcam. Muitas vezes, são as ausências.

Os efeitos desta vida não vivida são geralmente silenciosos, latentes e profundos. Mas como podemos perceber se temos traumas gerados pela ausência ou pela perda? A autora enumera onze situações que poderão estar relacionadas com lacunas, faltas, vazios e perdas: «Encontras-te desconectado das tuas emoções; estás sempre na defensiva; tentas agradar a toda a gente; quando tentam ajudar-te, não deixas; sentes uma vergonha intensa que te impede até de pensar com clareza; tentas tornar-te invisível; tens dificuldade em tomar decisões; escondes-te e mentes com frequência; sentes-te permanentemente insatisfeito; crias laços com parceiros ausentes; não te sentes parte do mundo.»   

Embora estes e outros indicadores possam estar ligados a historiais de trauma e abandono, Anabel Gonzalez alerta para o facto de as «dificuldades emocionais e relacionais não serem lineares» e que, além de ser imprescindível olhar para cada caso em particular, o objetivo «não é procurar traumas em todo o lado. […] Não se trata de esgravatar toda a tua vida nem te torturares, mas de olhar para trás para perceber a origem daquilo que te acontece e do que és hoje».

Acrescenta que, apesar da maioria destas «feridas do abandono» virem da infância, onde lhes chamamos negligência, «uma parentalidade saudável não é uma relação de sintonia perfeita entre pais e filhos, em que se previne e elimina todo o mal-estar. […] Os cuidadores suficientemente bons são aqueles que acompanham e acolhem o mal-estar da criança».

Um livro essencial para compreender o impacto da ausência e iniciar um verdadeiro processo de cura emocional, O Que Nunca Foi chega hoje à rede livreira nacional, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Michele Amaral. 

Sobre a Autora

Anabel Gonzalez é psiquiatra, psicoterapeuta e doutorada em Medicina. Desde cedo no seu percurso profissional e académico que se interessou por psicoterapia, sobretudo de grupo e familiar, e por EMDR, uma terapia orientada para o trauma. Aprofundando os efeitos das experiências vitais no desenvolvimento da personalidade e da patologia, especializou-se no tratamento de quadros pós-traumáticos graves, como os transtornos dissociativos, e na regulação emocional. Tem uma verdadeira paixão por comunicar e ensinar, tanto através da formação e do ensino universitário como dos livros que escreve, todos grandes sucessos de vendas.

A Queda da Baleia estreia em outubro nos cinemas



A 20th Century Studios divulgou um emocionante primeiro vislumbre de A Queda da Baleia. O teaser trailer e o poster já estão disponíveis. Este thriller de sobrevivência épico e comovente, que conta o encontro de um jovem com um enorme cachalote, estreia em outubro, só nos cinemas.

Após a morte do seu pai (Josh Brolin), Jay Gardiner (Austin Abrams) vai mergulhar ao largo da costa central da Califórnia em busca dos seus restos mortais, mas é engolido por uma enorme cachalote. Enquanto está preso no seu interior, com apenas uma hora de oxigénio restante, Jay percebe que as lições duramente aprendidas que o seu pai lhe ensinou podem ser a chave para a sua fuga.



A Queda da Baleia é realizado por Brian Duffield, com um argumento de Brian Duffield e Daniel Kraus, baseado no livro homónimo de Daniel Kraus e conta com Austin Abrams, Josh Brolin, Elisabeth Shue, John Ortiz, Jane Levy e Emily Rudd no elenco. Os produtores são Brian Grazer, Brian Duffield, Jeb Brody e Allan Mandelbaum, com Doug Merrifield, Richard Abate e Will Rowbotham a desempenharem as funções de produtores executivos.

«Quando os Lobos Uivam»: uma nova edição do livro que o poder tentou calar



Quando os Lobos Uivam, uma das obras mais marcantes de Aquilino Ribeiro, volta a estar disponível no mercado livreiro, numa reedição que é apoiada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva. As ilustrações da capa e dos 13 capítulos que compõem a obra são da autoria de alunos da Escola Secundária local.

Com prefácio de José Pacheco Pereira e introdução de Henrique Monteiro, esta nova edição de um livro publicado originalmente em 1958 chega às livrarias a 25 de junho. Cinco dias antes, a 20 de junho, há uma sessão de apresentação de Quando os Lobos Uivam em Vila Nova de Paiva. O evento decorre no Parque Botânico Arbutus do Demo, pelas 15h00.

José Pacheco Pereira, político, investigador, escritor e professor; Henrique Monteiro, jornalista e escritor; Paulo Marques, presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva, e Eduardo Boavida, diretor editorial da Bertrand Editora, são algumas das personalidades que vão marcar presença na apresentação.

Neste romance, um clássico de Aquilino Ribeiro, recuamos a finais dos anos 40. Uma aldeia enfrenta o Estado Novo para defender as suas terras. Entre medo e coragem, nasce uma revolta que mudará tudo. Quando os Lobos Uivam é uma obra poderosa sobre resistência, justiça social, identidade e abuso de poder, que representa a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

A primeira edição deste título foi apreendida pela censura, valendo a Aquilino Ribeiro um processo que se arrastou durante mais de dois anos e que José Pacheco Pereira recorda no prefácio: «O despacho da censura sobre Quando os Lobos Uivam mostra alguma perplexidade pela publicação de um livro que, se houvesse censura prévia, como nos jornais, nunca veria a luz do dia. Reconhece que a “prosa viril” do autor dava particular eficácia ao “odioso ataque à actual situação política”. Hesita, no entanto, na sua proibição, porque certamente muita gente já teria lido o livro e a sua censura poderia dar-lhe uma publicidade indesejada. Fica-se pela proibição da sua reedição e pela interdição da sua divulgação, e esta atitude hesitante é muito semelhante a algumas das personagens do romance. Alinham com a gente mole que não quer complicações, deixando o combate para os duros de um lado e outro. Fazem de conta que não ouvem os lobos a uivar.»

Por sua vez, Henrique Monteiro, na introdução, destaca Quando os Lobos Uivam como «uma obra que continua sempre a valer a pena, porque trata de algo tão atual como é a luta constante entre os defensores de um progresso, adotado sem critérios, e aqueles que vão sendo deixados para trás, os mais simples, os mais desprotegidos, os mais desfavorecidos».

Uma nova edição de Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro, chega às livrarias a 25 de junho. 

Sobre o Autor

Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, concelho de Sernancelhe, no ano de 1885, e morreu em Lisboa em 1963.
Deixou uma vasta obra, na qual cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, no dizer de Óscar Lopes, o primado das Letras portuguesas do século XX. Foi sócio de número da Academia das Ciências e, após o 25 de Abril, reintegrado, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado, aquando do seu centenário, pelo Ministério da Cultura.
Em setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no
Panteão Nacional.