quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz Ano Novo



O "Cultura e Não Só" deseja a todos os amigos, leitores e colaboradores um Feliz Ano Novo com muita saúde, paz, música, cinema e cultura.

Estamos de volta dia 6 de Janeiro.

Estreias de cinema de 1 de Janeiro de 2026




Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Hora Silenciosa

O detective Frank Shaw, um homem totalmente dedicado às causas em que acredita, sofreu um acidente que o fez perder a audição quase por completo. Isso tornou-o inapto para a maioria das missões. Mas agora que tem aprendido a linguagem gestual, foi contactado por Doug Slater, seu companheiro das forças policiais, para ser intérprete de Ava Fremont, uma jovem surda que presenciou um assassinato e que agora corre risco de vida. 

Um “thriller” policial realizado por Brad Anderson e escrito por Dan Hall que conta com Joel Kinnaman, Mark Strong e Sandra Mae Frank nos papéis principais.



A Criada

Adaptado do romance homónimo de Freida McFadden, este “thriller” psicológico e erótico conta com Sydney Sweeney como uma mulher de passado misterioso e tumultuoso que começa a trabalhar como criada interna para a família abastada da personagem de Amanda Seyfried. Há segredos que vêm então ao de cima. Um filme de Paul Feig, criador da série cómica dos anos 1990 “A Nova Geração” e responsável por comédias como "A Melhor Despedida de Solteira", "Armadas e Perigosas" ou "Spy", além dos dos dois "thrillers" "Um Pequeno Favor".




Os Enforcados

Valério é filho do maior chefe criminoso do Rio de Janeiro. Mora com Regina na Barra da Tijuca e não quer saber do mundo do crime. Quando o pai morre e o casal é assolado por dívidas, fica seriamente tentado a tomar conta do império que o pai montou, mesmo contra a sua própria vontade. Um neo-noir de Fernando Coimbra com Leandra Leal, Irandhir Santos ou Pepê Rapazote. 

Casino Lisboa celebra o réveillon com The Black Mamba em concerto gratuito



A banda The Black Mamba é a cabeça de cartaz do réveillon no Casino Lisboa. Tatanka e Miguel Casais sobem ao palco central do Arena Lounge, meia hora depois da chegada de 2026, para revisitar os principais êxitos da sua carreira. A entrada é livre.

Com um genuíno ambiente de Passagem de Ano, o Casino Lisboa acolhe, logo às 22h00, uma actuação especial da banda Dynamite. Já pelas 23h45, será a vez de MC Ricky assegurar a animação, seguindo-se a aguardada celebração da meia-noite. Após os primeiros minutos de 2026, a festa prossegue com DJ Rui Remix. No final do concerto dos The Black Mamba, o icónico DJ Rui Remix regressa ao Arena Lounge para prolongar a animação pela noite dentro. 



Concerto The Black Mamba
Em noite de celebração, a banda The Black Mamba dá as boas-vindas a 2026 no Arena Lounge do Casino Lisboa. O grupo apresenta o seu quinto álbum “Lost in London”, no qual revisita algumas das composições mais emblemáticas dos seus quatro álbuns anteriores, agora apresentadas num registo live on tape e intimista. Estarão em destaque temas como “It ain’t you”, “Ride The Sun”, “She”, “Slow It Down”, “Grey Eyes”, “DFA”, “Love Is Dope”, “Sweet Amsterdam” e “Crazy Nando”.

Gravado nos lendários Abbey Road Studios, em Londres, o álbum “Lost in London” com uma nova e vibrante roupagem, foi também lançado como uma forma de assinalar os 15 anos de história do grupo.

The Black Mamba são uma fusão sofisticada de soul, funk e blues com um ADN profundamente português, afirmando-se como uma das bandas mais carismáticas e consistentes da música nacional, com uma sonoridade intensa e sedutora.

Animação musical com a banda Dynamite
Com um repertório muito diversificado, os Dynamite iniciam, às 22h00, o programa de réveillon do Casino Lisboa. A banda sobe ao palco-multiusos do Arena Lounge para apresentar um conjunto de covers inspirados no do pop, funk e disco.

Os Dynamite são a garantia de um começo de festa explosivo! “Somos uma banda cheia de energia, com mais de 20 anos de experiência a dar vida aos maiores sucessos do pop, funk e disco. Prepara-te para vibrares ao som das músicas que adoras, com uma performance dinâmica que fará os seus convidados dançarem a noite toda.”, referem os Dynamite.

Animação musical com o DJ Rui Remix
Rui Remix seleciona, pouco depois da meia-noite, os melhores ritmos e sonoridades para dar as boas-vindas a 2026. Após a actuação dos The Black Mamba, o icónico DJ Rui Remix regressa ao Arena Lounge para conduzir a animação pela madrugada dentro.

DJ Rui Remix dispensa apresentações...figura incontornável da noite portuguesa com uma carreira solida de 42 anos ao serviço do djing, animação e também da divulgação musical. DJ Rui Remix ao qual muitos carinhosamente tratam por mestre é um DJ com uma cultura e conhecimento musical muito vasto, e continua a ser uma referência para muitos jovens e até alguns dos novos valores do panorama nacional. O encontro está reservado para a noite de réveillon no Arena Lounge. 

Com entrada livre, o programa de réveillon do Casino Lisboa é o seguinte:
- 22h00/23h45: Animação musical com a banda Dynamite
- 23h45/00h05: MC Ricky / Celebração da meia-noite
- 00h05/00h30: Animação musical com o DJ Rui Remix
- 00h30/02h00: Concerto The Black Mamba
- 02h00/04h00: Animação musical com o DJ Rui Remix

Mas, para os que desejarem, também, existe a alternativa de concerto com reserva de mesa. Preço por pessoa: 100 €. Informações/reservas: E-mail: vduarte@estoril-sol.com ou Tlm: 912 457 178

Programa com reserva de mesa
22h00 
Receção: Gin & Cocktails 
Partilhar: Tábua variada composta por queijo amanteigado, foie gras bloc, presunto ibérico pata negra, compota de mirtilo e figo violeta, seleção de tostas, crackers e grissinis 
Degustar - a servir antes do final do ano: Prego do lombo no pão 80gr 
Bebidas: Vinho branco: Taboadella Unoaked 2024 – Dão Doc., Vinho tinto: Quinta Nova Unoaked 2023 – Douro Doc., Àgua mineral, cerveja & refrigerantes, Café e chá
00h00 - Feliz Ano Novo: Champanhe Laurant Perrier - ½ garrafa por pessoa
01h00h – Ceia: Caldo verde e pão com chouriço

O Casino Lisboa abre às 15h00 e encerra às 03h00. Mas, no dia 31 de dezembro, abre 16h00 e encerra às 04h00. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos.

Sinfonia n.º 4 de Tchaikovsky no CCB



A colisão de dois mundos numa poderosa tarde sinfónica: um governado pelo destino; o outro pela danação. Sob a direção de José Eduardo Gomes, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos navegarão os conflitos existenciais de Schnittke e Tchaikovsky, revelando como, através da música, a angústia se transforma em revelação.

A Faust Kantate: «Seid nüchtern und wachet» (1983) de Alfred Schnittke redescobre a mais antiga versão da lenda de Fausto – Historia von D. Johann Fausten (1587) – através de uma intensa fusão de estilos que só Schnittke poderia gizar. Composta para quatro solistas, coro e orquestra, a obra justapõe linguagens sacras e profanas, ecos do Barroco e um modernismo brutal, à medida que o erudito condenado enfrenta a própria aniquilação. O seu infame final – um tango grotesco cantando, gritado e rosnado pelo Diabo – troça da tolice humana e celebra o caos na mesma medida.

Se o Fausto de Schnittke se insurge contra a eternidade, a Sinfonia n.º 4 de Tchaikovsky confronta o próprio destino. Composta em 1877, numa fase de turbulência pessoal, esta sinfonia marca um despertar artístico do compositor, bem como um ajuste de contas emocional. A fanfarra de abertura declara a inexorável força do destino, enquanto momentos de terno lirismo e luminosa orquestração revelam um espírito dividido entre o desespero e a afirmação. No último andamento, a exuberância folclórica surge da luta interior, um abraço desafiante à vida, apesar da sombra inexorável do destino.

Juntas, as duas obras iluminam o eterno drama humano: a busca de sentido no meio da inevitabilidade, o grito da alma entre a rendição e a transcendência.

Programa

Alfred Schnittke (1934-1998) Faust Kantate: «Seid nüchtern und wachet»
Piotr I. Tchaikovski (1840-1893) Sinfonia n.º 4 em Fá menor, Op. 36

I. Andante sostenuto - Moderato con anima 
II. Andantino in modo di canzona
III. Scherzo. Pizzicato ostinato: Allegro
IV. Finale: Allegro con fuoco

Ficha Artística
Meio-soprano Cátia Moreso
Contratenor Jan Wouters
Tenor Marco Alves dos Santos
Baixo Christian Luján
Direção Musical José Eduardo Gomes

Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Orquestra Sinfónica Portuguesa

Revista “Egoísta - Ana e Camilo” celebra o bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco



Propriedade da Estoril Sol, a revista “Egoísta” acaba de lançar uma nova edição que celebra o bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco. “A “Egoísta - Ana e Camilo” é uma homenagem a Camilo Castelo Branco e a Ana Plácido, dois nomes que se entrelaçam numa cumplicidade literária, vivencial, amorosa”, revela a editora Patricia Reis.

“Pedimos a Ana Vidigal que pensasse uma exposição para as páginas desta edição da Egoísta e o resultado é esse: viajar na página como quem admira as paredes de um museu. Convidámos Filipa Leal para nos brindar com poesia, Luisa V Lopes com uma perspectiva amorosa do cérebro e a Rita Ferro um exercício epistolar que nos transporta para a voz do próprio Camilo. Os portfólios de artistas incluem Rita Magalhães, Nuno Nunes Ferreira, Roberto Farba. O retrato do escritor que foi tão amado quanto polémico, é tecido por Inês Pedrosa”, explica Patricia Reis.

Escreve Mário Assis Ferreira, Director da “Egoísta”, no editorial “É tempo de recordar”: Mais de um quarto de século separa este editorial daquele outro, já longínquo, que me trouxe, pela primeira vez, a estas páginas. Corriam os idos de 2000 quando a Patrícia Reis, consagrada Curadora, e Henrique Cayatte, visionário Designer, me confrontaram com um repto tão aliciante quão desmesurado: nada menos do que dar corpo a uma revista de arte e cultura que fosse mais do que um veículo, mais do que uma vitrine, mas uma entidade viva, capaz de reflectir o país e o mundo, de potenciar pensamento, de acolher talento, de resistir ao tempo, em vocação de eternidade. E eu, que resisto a tudo menos às tentações, nem sequer hesitei em fugir ao risco de abraçar tão aliciante desafio. Assim nasceu a Egoísta: bem mais que uma simples revista, ela era a crónica palpitante do seu tempo, luzeiro da liberdade opinativa, objecto de culto e desejo, qual tesouro disputado e não raro cobiçado. 

“Enfim, graças à pertinácia e ao génio criativo da Patrícia Reis, foram vinte e seis anos vividos na obstinação de erguer uma Obra que se impôs pelas virtualidades do seu mérito e deixou − ouso dizê-lo – uma marca indelével na História da imprensa portuguesa. Aliás, não apenas em função dos 94 prémios outorgados em terra pátria: a Egoísta resplandeceu além-fronteiras, coroada com múltiplas distinções que a consagraram como uma incontornável publicação europeia de excelência! Perdoe-se este irreprimível exercício recordatório que a névoa das circunstâncias poderá justificar…”, sublinha Mário Assis Ferreira. 

E, talvez por isso, pouco espaço me resta para abordar o tema central desta Egoísta dedicado à celebração do bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco. O que, porventura, até seria redundante, pois que essa é matéria já profusamente elaborada pelos autores, nossos “cúmplices”, na feitura desta edição. Mas, de Camilo, não resisto a evocar esse escritor sublime, tão enaltecido na Obra quão vilipendiado na vida, cuja existência foi tormento e chama, num vórtice de paixões abrasadoras, tragédias insolúveis, dívidas remidas na sombra fria da prisão… Mas nem o cárcere logrou calar-lhe a pena, nem as grades lhe detiveram o fervor de uma imaginação sem freio. Camilo soube mostrar que a criatividade é indómita, que a palavra resiste aos açoites da vida e, nesse resistir, se converte em eternidade! Assim como a Egoísta, cronista de um mundo convulso, vive suspensa entre o esplendor alcançado e a incerteza do porvir, respirando as angústias de um tempo em que se enredam as marés do seu destino. Mas, tal como Camilo, a Egoísta não abdica de si própria: ingente na libertária ânsia de imaginar, pujante no festivo devaneio da arte de recriar. Ciente, embora, de que a Cultura é travessia precária, mas pertinaz na saudade dos tempos em que era publicação trimestral… E por isso, solitária nessa evocação à saudade… Até porque a saudade é a memória vestida de solidão!… Votos de um Feliz Natal e até sempre!”, conclui Mário Assis Ferreira. 

Lançada em 2000, a revista “Egoísta” foi já galardoada com 94 prémios nacionais e internacionais na área do jornalismo, design, edição, criatividade e publicidade, o que a torna na publicação mais premiada a nível europeu.

Em mais uma edição de colecionador, a “Egoísta – Ana e Camilo”, como as restantes, é para guardar. Os leitores da revista “Egoísta” podem encontrá-la à venda no Casino Estoril e Casino Lisboa.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O Festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley está de regresso em 2026



Em 2026 o festival mantém a fórmula de sucesso, oferecendo propostas repletas de charme e sofisticação, sem perder de vista o melhor das novas tendências musicais e reafirmando Oeiras como um dos destinos culturais mais elegantes e vibrantes do verão português.   

E a primeira proposta para a edição de 2026 tem tanto de arrojada como de segura: Baco Exu do Blues, um dos artistas mais influentes, visionários e inquietos da música contemporânea brasileira, passa por Portugal no festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley, no dia 26 de Junho de 2026.

Sobre o Artista
Ao longo da última década, Baco Exu do Blues tornou-se uma das vozes centrais da música brasileira atual. Baiano, poeta e dono de uma estética singular que cruza rap, MPB, literatura e imagética afrodiaspórica, o artista conquistou projeção internacional com álbuns como "Esú", "Bluesman" e "QVVJFA?". Somando prémios, críticas entusiásticas e milhões de streams ao longo dos anos, Baco venceu ainda um troféu no festival Cannes Lions, superando Beyoncé e Jay-Z, e consolidou-se como uma das figuras mais inventivas, cinematográficas e provocadoras da sua geração. 

A presença de Baco em Oeiras coincide com o lançamento do seu novo álbum, "HASOS", uma obra de 18 faixas que coloca a terapia, a vulnerabilidade e o mergulho interior como eixo criativo e existencial. Entre canções e textos profundos, o artista expõe falhas, cicatrizes e a possibilidade de cura, num registo visceral e estético que ele domina como ninguém. 

O álbum traz participações de Vanessa da Mata, Teto, Zeca Veloso, Sued Nunes, Joyce Alane, Mirella Costa, IVYSON e Carol Biazin. Nos interlúdios, destacam-se as interpretações de Fabrício Boliveira, Luiz Carlos Persy, Raphael Logam, Wesley Reis e Luellem de Castro. Produzido por Marcelo Delamare, Marcos Maurício, Dactes e JLZ, HASOS reafirma a força poética e musical de um artista que redefiniu a cena do rap brasileiro e já levou os seus versos a diversos continentes. 

O concerto que Baco Exu do Blues leva ao palco do festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley 2026 promete ser um momento singular, que celebra um novo capítulo criativo num dos palcos mais emblemáticos do verão português. 

Fernando Pereira & The New Age Band celebram o réveillon no Casino Estoril



Fernando Pereira & The New Age Band serão os grandes protagonistas do réveillon do Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O “Senhor das Vozes” estará em destaque num programa especialmente concebido para dar as boas-vindas a 2026. Piano Clássico & Glamour Singers, Laboratório, DJ Jade e The Glamour Light Orchestra serão outras atracções que garantem o ambiente festivo de Passagem de Ano até de madrugada. 

Fernando Pereira & The New Age Band celebram o réveillon no Salão Preto e Prata 
Fernando Pereira apresenta um espectáculo único e muito divertido, numa genuína festa de música, animação e glamour. Com um espectáculo, romântico, elegante e também muitíssimo animado, Fernando Pereira apresenta aqui o melhor do seu percurso musical, em mais de 40 anos de excelência, ao serviço da cultura, do entretenimento e da surpreendente magia das vozes. 

Um grande senhor dos palcos nacionais, de carreira internacional, que mantém até hoje um lugar absolutamente incontornável na memória e no coração de todos os portugueses. Acompanhado pela sua New Age Band, um grupo composto por excelentes músicos, cantoras, bailarinas e VJ, o singular artista conta ainda com uma fantástica produção audiovisual e a participação da conhecida soprano polaca Patrycja Gabrel, que pontifica em palco belíssimos momentos deste grandioso espetáculo de réveillon. 

Revivendo o passado com olhos de futuro, explorando de forma inovadora os melhores momentos de uma carreira recheada de sucessos, a par de várias surpresas e novidades, esta original e ousada produção, sublinha ainda as múltiplas facetas do cantor, em toda a sua plenitude, abrindo sempre espaço para a boa música, da clássica ao fado, assim como as imitações, a poesia, a sátira e um imenso cardápio de contagiantes gargalhadas.

O programa de animação inicia-se, logo às 20h30, com a animação de Piano Clássico & Glamour Singers, Laboratório e DJ Jade. Posteriormente, Fernando Pereira & The New Age Band sobem ao palco pelas 22h45, assegurando um espectáculo repleto de animação. Será uma actuação especial que culmina com a celebração da meia-noite. Já em 2026, após o espectáculo de Fernando Pereira, a festa prossegue com The Glamour Light Orchestra e DJ Jade.

Programa de réveillon no Salão Preta e Prata
20h00: Welcome Drink no hall Principal
20h30: Jantar no Salão Preto e Prata
20h45: Animação musical com Piano Clássico & Glamour Singers, seguindo-se performances circenses de Laboratório e actuação de DJ Jade.
22h45: Fernando Pereira & The New Age Band
00h30 e 02h00: The Glamour Light Orchestra
01h30 e 03h00: DJ Jade

O programa inicia-se, às 20h00, com o Welcome Drink, seguindo-se, a partir das 20h30, o Jantar no Salão Preto e Prata. À meia-noite, a chegada de 2026 será comemorada com champanhe e “Passas de Bom Ano”. Pelas 01h45, será servida a ceia no foyer panorâmico. O traje recomendado para esta noite é o smoking. M/6. O preço é de 450 € por pessoa.


Animação musical assinala o Ano Novo no Lounge D
Com uma sugestão mais informal, o Casino  Estoril preparou outro programa de Réveillon repleto de animação musical e várias surpresas no Lounge D. O público poderá, ainda, acompanhar a melhor música ao vivo da banda residente do Casino Estoril, banda Glorious Anthology e DJ João Alves. Estão reservadas, ainda, performances cirsenses do colectivo Laboratório e do mágico Vegas. A entrada é livre.

O Lounge D do Casino Estoril recebe uma noite de puro brilho e sofisticação com o Colectivo Laboratório. A celebrar a entrada no novo ano, o público é conduzido por uma sequência de atuações que elevam a arte e o entretenimento a outro nível.

A festa inicia-se com a banda residente do Casino Estoril, seguindo-se a atuação da banda Glorious Anthology, liderada pela presença carismática de Catarina Clau e Artur Guimarães, acompanhados por uma formação de três músicos de excelência. Um concerto vibrante que abre a noite com intensidade e elegância.

Durante a noite o palco é entregue aos grandes bailarinos do Laboratório, que apresentam quatro performances distintas, cada uma com a sua identidade, beleza e impacto visual - momentos que transformam o Lounge D num verdadeiro laboratório de movimento e glamour.

Para encerrar a celebração com chave de ouro, entra em cena o DJ João Alves, responsável por um set final que promete manter a energia no auge e levar o público até às primeiras horas do novo ano. Uma noite inesquecível, desenhada para surpreender, envolver e celebrar - como só o Casino Estoril sabe fazer.

Programa de Réveillon no Lounge D
- 21h00 - Banda residente do Casino Estoril
- 23h00 - Banda Glorious Anthology
- 00h45 - DJ João Alves
*Estão agendadas ao longo da noite diversas actuações circenses do projecto Laboratório e do mágico Vegas.

Maxime Boutique Hotel apresenta “EightTease” para dar palco a 2026



O marco da vida boémia da cidade e que hoje é um irreverente Hotel Boutique em plena Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, a proposta do Maxime na sua localização única é um Réveillon burlesco, vibrante e sem filtros para entrar em 2026 com brilho, atrevimento e palco que celebra a arte.  

O cabaret mais icónico da capital prepara-se para virar o ano à moda de Maxime: luzes baixas, glitter no ar e um espetáculo que cruza música, humor, burlesco e provocação. O Maxime Boutique Hotel - o enfant terrible do portefólio do Real Hotels Group - apresenta EightTease: Especial Réveillon, uma edição única que homenageia o espírito exuberante dos cabarets dos anos 80, agora reinterpretado para a Lisboa contemporânea.



A curadoria artística da noite fica nas mãos de Vanity Redfire e do coletivo Voix de Ville, que orquestram um dinner-show feito para incendiar a sala. Ruby Monroe lidera o cartel: uma estrela internacional que respira “Old Hollywood” na estética, na presença e naquele piscar de olho sugestivo que só as divas dominam. O palco recebe ainda Veronique Divine, com performances elegantes que desarmam até os corações mais cínicos; Ritto Wanderlust, movimento subtil e provocador que aquece o ambiente; e um momento boylesque que leva o frenesim a outro nível. A própria Vanity Redfire sobe também a palco, diva nata, voz inconfundível e fiel guardiã do espírito cabaret, sempre entregue a emoções à flor da pele. Um alinhamento que junta burlesco, circo, storytelling, humor e o glamour descarado que faz parte da história da casa com três atos: cocktail, dinner-show e festa até às 02h00.

O programa começa às 20h00, com um Welcome Cocktail com DJ, seguido do dinner-show às 20h30, onde o espetáculo se mistura com um menu especial criado para a noite, destacando propostas como o Tártaro de Novilho Trufado, a Bisque de Lavagante, a Corvina com Molho Alvarinho e o Pato com Terrina de Foie. À meia-noite, há champagne para o countdown e, até às 02h00, DJ e bar aberto com seleção de bebidas tão espirituosas como é o Maxime.

O conceito EightTease inspira-se na estética vibrante dos anos 80: excesso no melhor sentido, luzes de néon, brilho, ritmo e a ideia de que o palco e a pista pertencem a todos. É uma celebração para quem quer virar o ano com energia, espetáculo e uma boa dose de irreverência.  A entrada para a noite de Réveillon no Maxime está disponível desde 250€, incluindo welcome cocktail, dinner-show, bebidas durante o jantar, Champagne à meia-noite e bar aberto até às duas da manhã.

Midus - Happy News Year



“Happy New Year” é a segunda amostra do novo álbum de Midus, a sair no final de janeiro de 2026.

Mais que os – aparentes - votos de um “Feliz Ano Novo”, no que ao ano civil diz respeito, “Happy New Year” aborda a procura, a mudança, a procura de uma “nova” vida, de um “novo” amor, de uma “nova” forma de olhar a própria vida, com confiança no futuro, suportados pelo ritmo pop rock, imagem de marca da baixista Midus, mais uma vez com a cumplicidade da guitarra do músico britânico Tim Alford, parceiro musical de referência na sua carreira por terras de sua Majestade.

Que “Happy New Year” (que sucede a “Porto de Abrigo”, que contou com a guitarra de João Cabeleira, dos Xutos) seja a banda sonora de tudo o que de novo possamos procurar para as nossas vidas.



segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Slow J, Bonga e Lulu Santos são as primeiras confirmações do Coala Festival Portugal



Nos dias 30 e 31 de maio, o Coala Festival regressa a Cascais para a terceira edição em Portugal, com encontro marcado no Hipódromo Manuel Possolo. O festival revela agora os primeiros nomes do cartaz: Slow J, Bonga e Lulu Santos. Os bilhetes já se encontram disponíveis para venda, para o relvado e VIP.

Na próxima edição, o rapper, produtor musical e compositor luso-angolano Slow J é uma das atrações confirmadas. Considerado uma das vozes mais influentes da música contemporânea em Portugal, o artista sobe ao palco com “Afro Fado”, um concerto onde junta as suas raízes africanas e portuguesas.

O cartaz conta ainda com Bonga, uma figura incontornável da música lusófona, reconhecido pelo seu papel enquanto ativista histórico da independência de Angola. Um dos principais nomes do semba, iniciou a sua carreira musical durante o período de exílio, no contexto da ditadura colonial. Em 1972, lançou o emblemático álbum Angola 72, um marco político e cultural da música africana. Aos 83 anos, soma quase 40 discos editados e mantém uma notável produção artística.

O autor de clássicos como “Apenas Mais Uma de Amor” e “Um Certo Alguém”, Lulu Santos também marcará presença no evento. O compositor, produtor musical e guitarrista iniciou a sua carreira na banda Vímana e, a partir da década de 1980, afirmou-se como um dos artistas mais bem-sucedidos e influentes da música brasileira.

A curadoria é assinada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, em conjunto com o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga, dando origem a uma programação marcada pela diversidade estética e por um diálogo constante entre Brasil, Portugal e África.

Em 2026, o Coala Festival Portugal reafirma a proposta de criar encontros, conectar gerações e ampliar o diálogo entre música, cultura e identidade, tendo a língua portuguesa como ponto de partida.