terça-feira, 1 de setembro de 2026

E se o desejo for tão perigoso quanto o inimigo?



Mercedes Ron regressa às livrarias e ao pequeno ecrã com uma história de amor proibido absolutamente viciante.

Marfil tem uma vida que muitas jovens sonham ter. Vive em Nova Iorque, é filha de um milionário, estuda numa prestigiada universidade e dedica-se de corpo e alma à sua grande paixão: o ballet. Mas há ameaças que a rondam, e um dia é raptada no Central Park. Para sua segurança, o pai contrata um guarda-costas, Sebastian, com quem a convivência se transforma numa batalha de vontades: Marfil procura recuperar a sua liberdade, enquanto Sebastian tenta cumprir a sua missão. Mas a atração que sentem um pelo outro é cada vez mais difícil de ignorar, assim como os segredos há muito guardados. À medida que a relação entre os dois se intensifica, cada nova revelação ameaça alterar aquilo que a jovem pensava saber sobre as pessoas à sua volta.

Marfil - Atraídos pelo destino é uma mistura de romance, suspense, segredos e glamour, com a assinatura da autora bestseller Mercedes Ron. Conhecida pela série de sucesso Culpados, recentemente adaptada pela Prime Video, Mercedes Ron apresenta agora o primeiro título desta duologia apaixonante. Uma história que nasceu de um desafio novo para a autora — mais intensa e cheia de perigo — e de uma protagonista em quem deixou um pouco de si, antes de a lançar nos braços do seu mais improvável oposto: o enigmático e impenetrável guarda-costas.

Para grande entusiasmo dos fãs, que receberam a autora de forma calorosa no nosso país em 2025, a história de Marfil e Sebastian está apenas a começar, com o próximo livro (Ébano – Separados pelo destino) e filme planeados para o início de 2027.

Marfil - Atraídos pelo destino chega às livrarias no dia 3 de setembro, mesmo a tempo da estreia na Prime Video no dia 9 do mesmo mês.

Sobre a Autora

Mercedes Ron nasceu na Argentina e aos nove anos mudou-se para Espanha. Formou-se em Comunicação Audiovisual na Universidade de Sevilha. Estreou-se como autora com a trilogia Culpados, que vendeu mais de seis milhões de exemplares em todo o mundo. Vive em Sevilha, com o marido e o seu adorado cão. Marfil - Atraídos pelo destino é o primeiro livro da duologia que marca entrada da autora no catálogo da Singular.

Concerto tributo “Tina Turner - Simply The Best” no Casino Estoril



Em noite de puro revivalismo, o Casino Estoril recebe, a 27 de outubro, pelas 21 horas, o concerto tributo “Tina Turner - Simply The Best”. Com a sua voz poderosa, Kika Cardoso sobe ao palco do Salão Preto e Prata para prestar homenagem a Tina Turner. Um concerto tributo muito dinâmico, a não perder, para os verdadeiros fãs da “rainha do rock’n’roll”.

Kika Cardoso irá conduzir os espectadores numa viagem por grandes êxitos que marcaram gerações como, por exemplo, "Proud Mary", "What's Love Got To Do With It" e, claro, "The Best".

Considerada uma das vozes mais singulares de sempre no panorama da música internacional, Tina Turner conquistou milhões de fãs por todo o mundo que se renderam a numerosos sucessos, que habitualmente também estão em destaque em diversos concertos tributo, como “I Don’t Wanna Lose You”, “We Don’t Need Another Hero”, “Let’s Stay Together”, “Private Dancer”, “I Don’t Wanna Fight” ou “Missing You”.



O Maior Tributo a Tina Turner chega, assim, ao Casino Estoril e promete surpreender o público com a contagiante energia da icónica artista norte-americana. Mais do que um concerto, será uma celebração imperdível do legado eterno da maior lenda do rock feminino.

Depois de ser a sua grande influência musical e, alguns anos mais tarde, sagrar-se vencedora do programa televisivo “Factor X”, a vocalista Kika Cardoso criou um Tributo à sua Diva. “Tina Turner - Simply The Best” é um espectáculo fiel ao original, repleto de uma contagiante energia.

Música que Salva-Vidas: Apoie a Ucrânia
Mais do que um concerto, esta é uma causa solidária. Uma parte da receita reverte directamente para a construção de um hospital pediátrico na Ucrânia. Apoie esta causa!

Paulo Sousa Costa descreve o musical EVITA como um marco no panorama mundial dos espetáculos



Com Sofia Escobar no papel de Eva Perón e Diogo Morgado como Che, a produção da Yellow Star Company leva ao palco uma das mais aclamadas histórias do teatro musical mundial. Depois de encher sala em Lisboa, Porto e Algarve, Evita chega a Sintra para duas noites que prometem emocionar o público e afirmar a força deste clássico do teatro musical.

O encenador, Paulo Sousa Costa, descreve este musical (ou a ópera, como foi identificado) como “mais do que um marco no panorama mundial dos espetáculos.” “EVITA é uma verdadeira ode a uma sociedade de ‘descamisados’ (o povo), sedento de um líder que lhes desse o ‘colo’ que tanto precisavam, numa época em que a Argentina passava de um país com uma das maiores reservas de ouro do mundo, para uma sociedade com convulsões sociais bastante comprometedoras, onde a fome e os conflitos internos começaram a imperar, e nem mesmo a mãe natureza ajudou, com um terramoto que dizimou e destruiu milhares de lares e de vidas”.

“Encenar um projeto desta envergadura, com tudo o que tem de histórico, é muito mais do que um grande desafio, é um enorme privilégio! Poder dar palco a esta mítica figura, desta feita cantada na língua de Camões é um sonho tornado realidade”, confidencia Paulo Sousa Costa.

Sinopse
O musical Evita, é uma das obras mais célebres de Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letra). O musical narra, em formato de ópera-rock, a ascensão e queda de Eva Perón, a carismática e controversa Primeira Dama da Argentina. Passado nas décadas de 1930 e 1940, o musical acompanha a trajetória de Eva Duarte, uma jovem ambiciosa que sai do interior em busca de fama e fortuna em Buenos Aires.

Determinada a vencer, Evita envolve-se com figuras influentes até conhecer Juan Perón, um oficial militar e político em ascensão. Casando-se com ele, Eva torna-se numa das figuras mais adoradas pelo povo, símbolo de esperança e progresso social — mas também odiada por muitos, alvo de críticas e acusada de manipulação política e sede de poder. A história é narrada por Che, revolucionário cético e uma espécie de consciência crítica, que observa e questiona as ações de Eva ao longo da sua vida. O musical culmina com a doença e morte prematura de Eva, aos 33 anos, quando a sua imagem já se havia tornado mítica.

A obra estreou originalmente no Prince Edward Theatre, em Londres, a 21 de junho de 1978, com Elaine Paige no papel de Eva Perón, conquistando grande aclamação da crítica e do público, tendo recebido o Laurence Olivier Award pela sua interpretação . Um ano depois, a produção chegou à Broadway, no Broadway Theatre, a 25 de setembro de 1979, protagonizada por Patti LuPone, que viria a receber o Tony Award pela sua interpretação.  Desde então, o papel de Evita foi desempenhado por várias atrizes de renome, incluindo Madonna, que o imortalizou na adaptação cinematográfica de 1996, e Elena Roger, estrela da  reposição londrina de 2006 e da produção da Broadway em 2012.

Casino Estoril estreia no Auditório o musical pop “O Feiticeiro de Oz”



O Auditório do Casino Estoril estreia, no dia 10 de outubro, pelas 15 horas, o musical pop “O Feiticeiro de Oz”. A Artfeist apresenta, numa versão contemporânea, um espectáculo de Valter Mira onde a magia acontece quando decidimos acreditar.

Quando uma misteriosa tempestade leva Dorothy para o deslumbrante mundo de Oz, começa uma aventura inesquecível cheia de magia, cor e música. Guiada pela bondosa Glinda e perseguida pela temível Bruxa Má do Oeste, Dorothy percebe que regressar a casa pode ser mais difícil do que imaginava.

Ao longo da brilhante Estrada Amarela, junta-se a um Espantalho que procura inteligência, a um Robô de Lata que deseja um coração e a um Leão que sonha encontrar coragem. Juntos, partem rumo à Cidade Esmeralda para encontrar o misterioso Feiticeiro de Oz, numa viagem onde surgem desafios, amizades improváveis e descobertas surpreendentes.

Inspirado no clássico intemporal, este musical pop reinventa a história que todos conhecem numa versão mágica e contemporânea, celebrando a amizade, a coragem e a importância de acreditarmos em nós próprios…  porque, no fim, não há nada como a nossa casa.

Café Curto regressa a 8 de setembro ao Convento São Francisco



Depois de uma primeira metade do ano com programação regular e de nove sessões do Café Longo integradas no Verão a 2 Tempos, o Café Curto regressa ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 8 de setembro, retomando a sua programação semanal, com direito a uma surpresa no final do ano.

O Café Curto está de regresso ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 8 de setembro, dando início à segunda etapa da programação de 2026. Com curadoria da Blue House, coprodução do Convento São Francisco e financiamento da Câmara Municipal de Coimbra, o ciclo retoma a programação regular que se prolonga até ao final do ano, mantendo a aposta na música emergente e no apoio à criação artística.

Programação Café Curto e Café Duplo
O Café Curto regressa após a pausa de verão no dia 8 de setembro com Dela Marmy, seguido de Sara Cruz no dia 15. A  22 de setembro, a Curadoria Emergentes apresenta Beatriz Madruga, e o mês termina com o Café Duplo de Carlos Raposo e de Mariana Camacho (29 de setembro). 

Em outubro, Bernardo Couto atua no dia 6, numa sessão associada ao Festival Correntes de Um Só Rio, seguindo-se a Mafalda no dia 13 de outubro. Já o MIC regressa a 20 de outubro com o Xanfana e o mês encerra, no dia 27, com o Café Duplo protagonizado por Inês Condeço e a italiana Giulia Gallina.

Em novembro, Catarina Branco atua no dia 3 e RUJO sobe ao palco a 10 de novembro. O ciclo prossegue com o Combo Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, a 17 de novembro, e o mês encerra com o Café Duplo de Rita Silva e Pedro Melo Alves, no dia 24. 

Já em dezembro, a programação inicia-se no dia 1 com um concerto Clara Maio, o último MIC do ano; segue-se, a 8 de dezembro, um Café Curto com Polar Opposites; a 15 de dezembro, um último momento do Tour Emergente com LIKA; e o ano encerra-se a 22 de dezembro com o último e muito especial Café Duplo de 2026, que será uma espécie de presente de Natal. O projeto vai encerrar a programação de 2026 com uma surpresa, mantendo em segredo os artistas convidados até ao momento da apresentação. A sessão vai ser, simultaneamente, uma forma de fechar o ano do Café Curto e um presente para assinalar o oitavo aniversário da Blue House, que se celebra em dezembro.

Crescimento do Café Curto 
Criado em outubro de 2020, em plena pandemia, o Café Curto nasceu como um ciclo de showcases regulares e foi crescendo ao longo dos anos, adaptando-se a diferentes contextos e incorporando novos formatos e parceiros. O projeto passou a integrar diferentes eixos de programação, entre os quais o Café Duplo, o MIC – Música Independente de Coimbra e o Café Longo, afirmando-se como um espaço de apresentação para artistas em diferentes momentos dos seus percursos.

Em 2026, o Café Curto entrou numa nova etapa, com uma programação mais alargada e o reforço das relações com entidades e projetos da cidade e do país. Entre as novas parcerias está o Festival Emergente, que vai trazer nesta segunda parte do ciclo duas datas dedicadas a artistas selecionados através da sua open call nacional. Mantém-se também a colaboração com o Curso Profissional de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, através de apresentações resultantes de processos de residência e criação e a apresentação de dois projetos saídos do MIC – Música Independente de Coimbra. 

O Café Duplo continua igualmente a integrar a programação. Criado em 2023, este formato propõe uma residência artística intensiva em que dois artistas que não se conhecem são convidados a trabalhar em conjunto durante 24 horas, apresentando depois o resultado desse encontro ao público. 

Ao longo dos seus quase seis anos de existência, o Café Curto tem acompanhado o percurso de centenas de artistas e de projetos, criando um espaço regular para a apresentação de trabalho e para o encontro entre diferentes agentes da música. O regresso em setembro dá assim continuidade a esse percurso e a uma programação que procura aproximar artistas emergentes, públicos e estruturas culturais.

La Vera Costanza no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 3 de outubro, pelas 18 horas, a estreia moderna de La Vera Costanza, de Jerónimo Francisco de Lima (1743–1822), numa produção do Laboratório de Ópera Portuguesa (LOP) que devolve ao público mais uma obra do património lírico nacional. Mais de 230 anos depois, uma ópera portuguesa do século XVIII voltará a ouvir-se em palco.

Estreada originalmente em 1785, no Teatro de Salvaterra, durante a temporada de Carnaval da corte, La Vera Costanza regressa, agora, na versão em dois atos, apresentada em 1789 no Palácio da Ajuda, por ocasião das comemorações do aniversário do Príncipe D. João, futuro Rei D. João VI.

Com libreto atribuído em algumas fontes a Francesco Puttini, também, musicado por compositores como Joseph Haydn, a obra revela a atratividade que este enredo alcançou na Europa do século XVIII. A versão portuguesa de Jerónimo Francisco de Lima constitui, assim, um testemunho relevante do dinamismo e atualidade da criação operática nacional da época.

A recuperação de La Vera Costanza resulta de um trabalho de investigação do jovem investigador Diogo Gaio Chaves, realizado no âmbito do CESEM – Centro de Estudos em Música da NOVA FCSH, parceiro científico permanente do LOP, concretizando os propósitos de promoção da investigação científica, criação artística e valorização do património musical português.

Entre intrigas familiares, equívocos e situações cómicas, La Vera Costanza acompanha a história de Rosina, uma jovem peixeira que casa secretamente com o Conde Errico. Pouco tempo depois, é abandonada pelo marido e obrigada a enfrentar sozinha a maternidade. Determinada a impedir qualquer aproximação entre os dois, a Baronesa Irene, tia de Errico, procura casar Rosina com Villotto, um rico, mas ingénuo camponês. O destino volta a cruzar os caminhos de Rosina e Errico, conduzindo a um inesperado reencontro.

A produção conta com a edição da partitura moderna de João Paulo Santos, a direção musical de João Tiago Santos, encenação de Jorge Balça e direção de arte de Nuno Esteves “Blue”, com a Orquestra Melleo Harmonia e um elenco constituído por Sofia Marafona (Rosina), Susana Gaspar (Baronessa), Inês Constantino (Conte), Joana Seara (Lisetta), Leonel Pinheiro (Ernesto), Christian Luján (Masino) e José Corvelo (Vilotto).

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

MOTELX 20 Anos - Lobo Mau: o lado mais fofo do terror



A secção Lobo Mau, lugar das crianças e famílias dentro do MOTELX, junta-se à celebração dos 20 anos do Festival. Duas longas-metragens em antestreia; os clássicos Sustos Curtos, Atelier Sensorial ALMA e Peddy Paper no Cinema São Jorge; mas ainda um cine-concerto, uma exposição de fotografia e um workshop para acabar com o medo do escuro. 

20 anos de MOTELX, 19 anos de Lobo Mau, o que significa que este é um lugar que pertence à génese do Festival e que é, por isso mesmo, um dos seus traços mais vincados de personalidade. O anfitrião dos petizes e das suas famílias preparou uma programação muito especial para esta 20.ª edição. Desde logo duas longas-metragens em antestreia nacional: o tão aguardado novo filme da Ovelha Choné, “Shaun the Sheep: The Beast of Mossy Bottom” (Reino Unido/França/EUA), de Steve Cox e Matthew Walker, desta vez explorando aventuras na noite de Halloween (12 de Set, 14h45, Cinema São Jorge; M/6); e “Dudley and the Invasion of the Space Slugs” (Luxemburgo/Bélgica/França/Índia/Reino Unido), de Cherifa Bakhti, filme de animação para todas as idades e dobrado em português que é, no fundo, um coming-of-age onde o sapo Dudley se define enquanto indivíduo, rasgando com a imagem que os seus pais criaram para si e buscando aprovação dos seus pares — título perfeito para ver em família (13 de Set, 14h00, Cinema São Jorge).

Os Sustos Curtos (5 e 6 de Setembro, Cinema São Jorge) — as habituais sessões de curtas-metragens para as várias idades (M/6 e M/10) — estão de regresso com a missão de sempre: permitir que os mais novos descubram o lado mais fofo do cinema de terror. No capítulo dos clássicos Lobo Mau, está também de regresso o nosso tão acarinhado Peddy Paper (12 de Set, 10h30, Cinema São Jorge) que já por aqui anda desde 2017 e que volta a desafiar os mais intrépidos investigadores a vasculhar os cantos e recantos do Cinema São Jorge na procura de pistas e segredos. E ainda o Atelier Sensorial ALMA, um espaço didáctico onde a criatividade é a chave que abre portas à fantasia. Através de actividades que privilegiam a exploração da cor, da forma e da textura, aqui os mais pequenos terão a oportunidade de dar vida a todos os seus sonhos e, este ano, de criar o seu próprio Monstrinho da Bondade (oficina que decorre dia 6 de Set, 11h, no Lounge MOTELX; para crianças dos 12 meses aos 10 anos) que os vai ajudar a espalhar a generosidade e a compaixão. A ALMA irá ainda proporcionar a Oficina Criativa de Máscaras Assustadoras com desfile para os mais pequenos (5 de Set, 14h, Lounge MOTELX, 4-15 anos) participarem igualmente no desfile do Monster Day.  



Mas as novidades são muitas, como a ocasião pede. Desde logo, a exposição “O meu Bairro”, com a Associação Passa Sabi, que partiu de um workshop de fotografia animado desenvolvido por Bernardo Gramaxo (realizador e artista plástico) com 8 jovens do Bairro do Rego. De máquina fotográfica na mão, o objectivo foi partilhar com os participantes as bases do olhar crítico e do poder da imagem como contadora de histórias. O resultado é uma coleção de fotografias polaroid que estará em exposição durante os 11 dias do Festival no Cinema São Jorge. 



E porque o cinema também é música, o Lobo Mau conta em 2026 com o Cine-Concerto com a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal (13 de Set, 16h00, Cinema São Jorge; M/6), onde um grupo de alunos da instituição vão explorar diferentes formas de storytelling musical em diálogo com a imagem, mais do que acompanhar a narrativa, pretende-se criar novas texturas, leituras e atmosferas numa experiência única de cinema ao vivo para todas as idades. O projecto, sob direcção de André Carvalho (que assume os teclados e o contrabaixo; e com os alunos Carolina Estrela na voz, Eduardo Aguilar no saxofone, Luís Beirão no saxofone e na voz), vai incidir sobre oito curtas-metragens que marcaram a secção ao longo dos anos.

Espaço ainda para o workshop “Quem tem medo do escuro?” (12 de Set, 14h-16h, Cinema São Jorge; 4-14 anos), criado em parceria com o Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (CE3C), a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), o Núcleo de Espeleologia da Costa Azul (NECA) e o Grupo de Espeleologia e Montanhismo (GEM) e que tem como ponto de partida o filme “Bats & Bugs”, de Lena von Döhren, que revela a maravilhosa biodiversidade das grutas, desmistificando os “monstros” que as habitam. Em seguida, em escuridão total, arranca uma experiência de imersão sonora: através de paisagens acústicas subterrâneas (ecos, gotas e ecolocalização de morcegos), os participantes exploram o mundo através do sentido da audição. Finalmente, dá-se a expedição prática: equipados com material real de espeleologia e fichas de identificação, os jovens exploradores investigam a sala às escuras para encontrar criaturas escondidas. 

Marisa Liz e os Vizinhos dão a voz à rentrée de espetáculos no Casino Chaves



A Solverde Casinos & Hotéis, a principal marca a atuar nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, anuncia a rentrée do Casino Chaves com dois concertos protagonizados por algumas das vozes mais marcantes da música portuguesa da atualidade: Marisa Liz, a 11 de setembro, e Os Vizinhos, a 2 de outubro.

No dia 11 de setembro, o Casino Chaves recebe a voz inconfundível de Marisa Liz, a artista que ganhou maior notoriedade   com os Amor Electro e afirmou-se numa respeitada carreira a solo. O álbum “Girassóis e Tempestades”, lançado em 2023, estreou nos lugares cimeiros das tabelas de vendas, enquanto o segundo álbum, “Relatos de Um Coração Confuso”, apresentou o seu lado mais pessoal ao público.

Os dois álbuns a solo, sem esquecer os sucessos incontornáveis como “Guerra Nuclear”, “Foi Assim Que Aconteceu” ou “É O Que É”, servem de base para um espetáculo no Casino Chaves que promete ser memorável.



No primeiro sábado de outubro, dia 2 , sobem ao palco Os Vizinhos, uma das mais surpreendentes histórias de sucesso da música portuguesa recente. Formada por David Mendonça, Francisco Cartaxo, Tomás Cartaxo e Miguel Brites, a banda nasceu em Évora e o single de estreia, “Pôr do Sol”, tornou-se um fenómeno nacional, alcançando o primeiro lugar das tabelas de streaming. 

Com sucessos como “Pobre Ex-Namorado” e “Casar É Para Esquecer”, Os Vizinhos são hoje um dos nomes mais populares da nova música portuguesa. Reconhecidos pela ligação ao Cante Alentejano, a banda de amigos transforma cada concerto numa celebração coletiva, onde acordeão, guitarras, bandolim e harmonias vocais se juntam para criar uma experiência de grande proximidade com o público.

De forma prática, cómoda e flexível, os espetáculos podem agora ser reservados à distância de um clique. No renovado site é possível aceder à secção Eventos e comprar lugar na experiência pretendida.  

Jantar Espétaculo: 75€ por pessoa (65€ para membros do Privilege Club)
Admissão jantar: 20:00 às 21:00
Concerto: 22:30

E se conseguisse esticar o seu salário?



É possível gerir o orçamento mensal sem gastar tudo e ainda pôr as poupanças a render? Como criar um fundo de emergência ou preparar uma reforma mais confortável, mesmo com um salário baixo? Estas são algumas questões que fazem parte do quotidiano de milhares de portugueses e a que Pedro Andersson procura responder no seu mais recente livro Dinheiro à Prova de Crises.

Neste livro, encontra estratégias práticas para organizar as suas finanças, gerir melhor as suas despesas, investir de forma segura, usar os juros compostos a seu favor e criar fontes de rendimento extra. O mais conceituado educador financeiro português explica ainda o porquê de algumas pessoas conseguirem construir património com salários normais enquanto outras vivem permanentemente aflitas com dinheiro.

Dinheiro à Prova de Crises inclui dúvidas reais de leitores e respostas a perguntas sobre temas como IRS, fundos de investimento, ETF, PPR, crédito à habitação, impostos e apoios sociais. Ao longo de mais de quinze anos a aconselhar milhares de famílias, Pedro Andersson demonstra que a resposta nem sempre está em quanto se ganha, mas sobretudo na forma como se utiliza o dinheiro. Este é um guia prático que reúne as melhores dicas do podcast Contas-poupança e que mostra como pequenas decisões o podem ajudar a organizar, gerir, e multiplicar o seu salário.

Dinheiro à Prova de Crises chega às livrarias a 3 de setembro.

Sobre o Autor

Pedro Andersson nasceu em 1973 e apaixonou-se pelo jornalismo ainda adolescente, na Rádio Clube da Covilhã. Licenciou-se em Comunicação Social, na Universidade da Beira Interior, e começou a carreira profissional na TSF. Em 2000, foi convidado para ser um dos jornalistas fundadores da SIC Notícias. Atualmente, continua na SIC, como jornalista coordenador, e é responsável desde 2011 pela rubrica Contas-poupança, dedicada às finanças pessoais e líder de audiências no seu horário. 

No seu todo, os vários livros publicados na Contraponto (cinco na série Contas-poupança e ainda Ganhar dinheiro – Como criar riqueza com um salário normal e Começa já – Ganhar dinheiro é mais simples do que pensas) já venderam mais de 100 mil exemplares. 

Em 2024, venceu os prémios de Influenciador Digital do ano do Prémio Cinco Estrelas, na categoria Negócios, e foi Escolha do Consumidor em 2024 e 2025 na categoria Educação Financeira. Em 2025, foi distinguido pela Euronext Lisbon (Bolsa de Valores portuguesa) pela divulgação da literacia financeira sobre o mercado de capitais. É autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal (Contas-poupança) e seguido por mais de 700 mil pessoas no Facebook, Instagram, LinkedIn, YouTube e TikTok. 

Pérola brilhou com Anselmo Ralph no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Foi na passada quinta-feira, que a cantora e compositora angolana Pérola subiu ao palco do Salão Preto e Prata para interpretar numerosos êxitos que marcaram diferentes épocas da sua carreira. Pérola brilhou num concerto único que teve, ainda, como convidado especial Anselmo Ralph. 

Considerada uma das referências do panorama da música angolana, Pérola interpretou grandes sucessos como, por exemplo, “Tudo Para Mim”, “Fala do Que Quiseres”, “Voltei a Respirar”, “Para Ser Feliz” ou “Não Custa Nada”. 



Com uma notória cumplicidade com o público, Pérola apresentou, também, outros êxitos discográficos mais recentes como as composições “Sincera”, “Goddess” e “Última Chamada”.

Um dos principais momentos da noite sucedeu quando Pérola convidou Anselmo Ralph a subir ao palco para interpretarem “Tens Sorte”, “Moço” e “Evita”. Com um cariz intimista, os artistas angolanos protagonizaram três duetos que conquistaram o público. 



Mas, a participação de Anselmo Ralph como convidado especial terminou com a interpretação do tema “Única Mulher”, um dos grandes sucessos do álbum “A Dor do Cupido”, lançado em 2013.

Aplaudida pelo público, Pérola prosseguiu com o concerto, evidenciando uma performance emotiva e demonstrando a sua firmeza vocal e presença singular, que a afirmam como um verdadeiro ícone da música angolana.