segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Fugiram de uma seita. Anos depois, o crime voltou a encontrá-los



A Singular, publica a 5 de fevereiro O último refúgio, o novo livro de Clémence Michallon, autora do bestseller internacional A hóspede silenciosa.

Frida e Gabriel partilham um passado difícil de imaginar: cresceram numa seita isolada, sob o controlo absoluto de um líder carismático e manipulador. Quinze anos passaram após terem escapado, e, nesse período, algo os afastou. Agora, reencontram-se num resort exclusivo no deserto do Utah, à procura de descanso e de um recomeço, até que uma mulher aparece morta e Gabriel se torna o principal suspeito.

Forçada a revisitar memórias que julgava enterradas, Frida regressa mentalmente à infância marcada pelo trauma, pela obediência e por uma ligação quase indestrutível ao irmão. Sempre acreditou na inocência de Gabriel, mesmo quando o passado foi manchado por tragédias e suspeitas. Agora, perante provas inquietantes, essa certeza começa a vacilar. Até onde pode ir a lealdade quando a verdade ameaça destruir tudo?

Alternando entre passado e presente, O último refúgio é um thriller psicológico intenso e atmosférico sobre laços de família, crime, traição e confiança. Com uma escrita hipnótica e um suspense que se constrói página após página até um final devastador, Clémence Michallon afirma-se como uma das vozes mais marcantes do thriller contemporâneo.

O livro já se encontra em pré-venda.

Sobre a Autora

Clémence Michallon nasceu e cresceu perto de Paris. Estudou jornalismo na City, Universidade de Londres, concluiu um mestrado em jornalismo na Universidade de Columbia e começou a trabalhar como jornalista no The Independent, em 2018. Atualmente é jornalista freelancer e os seus trabalhos já foram publicados na New York Times Book Review, na Time Magazine, na Cosmopolitan UK e em outros meios. Escreveu ensaios e peças sobre criminalidade, celebridades e literatura. É fã de policiais desde que, em adolescente, roubava os livros da mãe. Em 2023, publicou A hóspede silenciosa, o seu thriller de estreia, que se tornou um bestseller internacional. O último refúgio vem confirmar o seu talento como autora de thrillers psicológicos.

Dela Marmy revela canção “E Se For”



Dela Marmy revela a canção “E Se For”, o último single da trilogia iniciada com “Sem Prescrição” e continuada com “Luz Clara”, fechando assim o novo EP da artista. As primeiras datas para a apresentação deste trabalho foram também anunciadas: dia 21 de Fevereiro em Mondim de Basto, dia 16 de Abril em Lisboa, em Valpaços no dia 18 do mesmo mês e em Coimbra dia 8 de Setembro. Os bilhetes encontram-se à venda.

“E Se For” é uma viagem sensorial pela memória e pelo presente, onde se procuram pistas do que ainda permanece no corpo do “pós-amor”, mesmo quando o tempo passa. É, simultaneamente, um lugar de confluências, oposições, realidade, ficção, micro e macro escala. Fala-se de pele e, ao mesmo tempo, imagina-se uma pequena embarcação que enfrenta, heroicamente, a tempestade.

«O que fica guardado de alguém que já não está por perto? Onde fica, como fica e porque fica no (nosso) corpo? O que é essa marca infinita na pele – como sinédoque – que não debota com o tempo? Olhá-la bem de perto, através dos poros, na possibilidade de encontrar qualquer pista.
- - - - - - pele, a primeira matéria física de ligação ao outro, e que, por tal, terá muito para desvendar.» partilha Dela Marmy sobre este tema.

A canção tem letra, música, voz e teclados de Dela Marmy, produção, bateria, percussão, baixo, teclados, guitarra eléctrica e acústica por João Correia e Ana Gonçalves Albino na guitarra clássica. Chega acompanhada por um visualizer do fotógrafo Alípio Padilha.

Juntamente com as outras recentes, assim como algumas mais antigas, esta canção subirá ao palco do Favo das Artes em Fevereiro, da Casa Capitão e do Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira em Abril e do Café Curto Convento S. Francisco em Setembro.

“E Se For” pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.



«A Lenda das Marés Mansas»com ilustrações de Lina Vila



Já sabemos que Irene Vallejo é apaixonada por mitologia clássica. Já sabemos que os leitores e a crítica aplaudem o seu trabalho. O que esperar, então, do seu novo livro: A Lenda das Marés Mansas? O mito clássico recontado pela autora espanhola e ilustrado pela artista Lina Vila é, em resumo, um precioso livro recheado de cor e magia que, embora se dirija a jovens dos 10 aos 14 anos, é indicado para todas as idades. A Lenda das Marés Mansas chega às livrarias a 5 de fevereiro.

A autora de O Infinito num Junco baseou-se na fábula de Céix e Alcíone das Metamorfoses de Ovídio, para nos oferecer uma versão luminosa, cheia de poesia, em que o mar é protagonista. As ilustrações de Lina Vila transformam a leitura deste livro numa experiência imersiva. A tradução é de Rita Custódio e Àlex Tarradellas. 

Irene Vallejo conta uma história para leitores corajosos de qualquer idade que ousam embarcar no desconhecido. Para aqueles que guardaram segredos e ansiaram por alguém à beira-mar. Para aqueles que visitaram a terra dos sonhos e ficaram lá, mesmo depois de acordarem. Para os pais que se regozijam com o regresso das aves migratórias. Para os avós que esquecem o que fizeram ontem, mas recordam as histórias da sua infância. Para os amantes dos mitos clássicos e para os amantes da arte que querem mergulhar nas aguarelas de um ilustrador mágico. Para todos aqueles que viram com os seus próprios olhos a plumagem azul e laranja de um martim-pescador. 

A Lenda das Marés Mansas estará disponível nas livrarias a partir de 5 de fevereiro. 

Sobre as Autoras

Irene Vallejo é apaixonada pela mitologia grega e romana desde tenra idade. Estudou Filologia Clássica, doutorando-se nas universidades de Saragoça e Florença. É escritora, colunista do El País e do Heraldo de Aragón, palestrante e promotora de educação e do conhecimento sobre o mundo clássico. Recebeu o Prémio Nacional de Literatura, em Espanha, por aquele que viria a tornar-se um bestseller internacional, o ensaio O Infinito num Junco. Em Portugal, toda a obra da autora é publicada pela Bertrand Editora.

Lina Vila foi bolseira de Artes Plásticas Casa de Velázquez, entre 2002 e 2004. Realizou várias exposições individuais e coletivas em Espanha, Itália, Alemanha, Portugal e França. Conduz oficinas de formação em artes plásticas para adultos e crianças. O seu trabalho tem sido baseado numa reflexão sobre a fragilidade do ser humano, através de diferentes técnicas: desenho, pintura, gravura, fotografia e instalação.

A mais fascinante segunda volta da democracia portuguesa



Quatro décadas depois da eleição presidencial mais disputada da democracia portuguesa, A Segunda Volta revisita um país em transformação, marcado por instabilidade económica, alianças políticas improváveis e uma mobilização popular sem precedentes. Com base em relatos na primeira pessoa e num rigoroso levantamento da imprensa da época, João Reis Alves transporta os leitores para os bastidores de uma campanha que polarizou o eleitorado e redefiniu o papel do Presidente da República em Portugal.

Desde conselhos de Estado de emergência e reviravoltas estratégicas a debates televisivos decisivos e episódios que ficaram gravados na memória coletiva, como a agressão a Mário Soares na Marinha Grande ou o icónico sobretudo verde de Freitas do Amaral, este livro eterniza as memórias de um país politicamente em ebulição. A Segunda Volta estabelece ainda pontes claras com o presente, num momento em que o sistema político enfrenta novos desafios e o eleitorado revela sinais de fragmentação, e convida à reflexão sobre a evolução da democracia portuguesa, o peso das lideranças e o papel do Presidente da República enquanto fator de estabilidade ou de rutura política.

Ao revisitar figuras centrais da vida política portuguesa, como Mário Soares, Freitas do Amaral, Maria de Lourdes Pintasilgo, Salgado Zenha, Carlos Mota Pinto e Francisco Pinto Balsemão, é feita uma análise crítica do país que fomos e do país que somos, realçando continuidades, diferenças e ensinamentos que permanecem atuais

A Segunda Volta – 1986: As eleições que mudaram o país já nas livrarias.

Sobre o Autor

João Reis Alves nasceu em Chaves, em 1995, e cresceu em Alcochete. Licenciado em Comunicação e Jornalismo pela Universidade Lusófona, foi jornalista estagiário no jornal Record, em 2016, passando para A Bola TV, de 2019 a 2020, ano em que chegou à CMTV. Foi «pau para toda a obra», cobrindo um leque variado de notícias, desde os crimes à saúde, até transitar para a secção de política do Correio da Manhã, que se revelou uma paixão jornalística. Depois de seis anos ininterruptos em redações, enveredou pela consultoria de comunicação, mas o bichinho da escrita e a vontade de contar histórias permanecem.

“Se acreditares muito” com Sara Barradas e Diogo Martins no Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril acolhe, de 6 a 15 de março, a peça “Se acreditares muito”. Sara Barradas e Diogo Martins interpretam um casal improvável, cuja felicidade é abalada por uma perda irreparável. Trata-se de uma peça premiada da britânica Cordelia O’Neill com encenação de Flávio Gil.


Alex e Rupert são um casal a quem um encontro no metro fez despertar uma chama inabalável. Meses mais tarde já estão a discutir nomes de bebés, cores para o quarto da criança e formas de poupar dinheiro. Os sinais expectáveis de uma jovem família. Mas quando Alex entra em trabalho de parto, o impensável acontece e o mundo dos dois implode.



O que se segue é a luta de um casal para seguir em frente, para se manter unido e preservar a memória do filho. A narrativa de Cordelia O´Neil, pontuada por momentos de humor, leva-nos a mergulhar nas profundezas das emoções humanas e na extraordinária capacidade de acreditarmos no impossível, revelando-se uma experiência pungente e inspiradora.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O que fazer em Lisboa? A Roda de Oleiro está de volta ao Museu do Oriente



Trabalhar o barro, sentir o ritmo da roda e acompanhar a forma que nasce entre as mãos. Em Fevereiro, o Museu do Oriente volta a apostar numa das suas propostas mais procuradas: as oficinas de Roda de Oleiro, pensadas para quem procura abrandar, experimentar e aprender uma técnica com séculos de história.

Com raízes profundas nas culturas do Oriente, a roda de oleiro assenta numa relação directa com a matéria-prima, num processo de criação que valoriza o tempo, a atenção e a repetição do gesto. Essa é, precisamente, a lógica que orienta a oficina Roda de Oleiro – Iniciação, dirigida a quem procura ter um primeiro contacto com a cerâmica e perceber como o barro responde ao toque, à pressão e ao movimento.

Ao longo de quatro sessões intensivas, os participantes aprendem as bases da técnica, como centrar o barro, puxar, moldar e finalizar, e desenvolvem formas simples, como taças, cilindros ou recipientes fechados. A componente prática ocupa um lugar central nesta oficina, complementada por uma breve contextualização histórica que ajuda a enquadrar a cerâmica enquanto tradição artística e cultural.

Para quem já passou pela iniciação, o Museu propõe ainda a oficina Roda de Oleiro – Nível 2, dedicada ao aprofundamento técnico e criativo desta prática milenar. Aqui, o trabalho evolui para formas mais complexas, como jarras, potes, garrafas e pratos, e explora detalhes como gargalos, asas, tampas e acabamentos decorativos, num diálogo entre referências orientais e ocidentais.

Com grupos reduzidos e acompanhamento próximo, estas oficinas oferecem uma experiência imersiva, onde o erro faz parte do processo e o tempo deixa de ser um obstáculo. Num quotidiano marcado pela pressa e pelo digital, a Roda de Oleiro convida a fazer o contrário: parar, repetir e deixar que a forma surja ao seu próprio ritmo.

Oficina | RODA DE OLEIRO - Iniciação
Sexta a segunda | 20 a 23 Fevereiro [Turmas 2 e 3 ]
Turma 2 | 13.30 às 17.00 [sexta e segunda] e 9.30 às 13.00 [sábado e domingo]
Turma 3 | 18.00 às 21.30 [sexta e segunda] e 14.00 às 17.30 [sábado e domingo]
Público-alvo: M/ 16 anos [idade indicativa]
Participantes: Máx.7
Preço: 220€

Oficina | RODA DE OLEIRO – Nível 2
Sexta a segunda | 13 a 16 Fevereiro
18.00 às 21.30 [sexta e segunda] e 14.00 às 17.30 [sábado e domingo]
Público-alvo: M/ 16 anos [idade indicativa] | Frequência da oficina Roda de Oleiro – Iniciação
Participantes: Máx.7
Preço: 240€

Gladiator Poker Series com centenas de participantes no Casino Lisboa



Com um prémio garantido de 250 mil euros, a Gladiator Poker Series decorre, de 31 de janeiro a 8 de fevereiro, no Casino Lisboa. Centenas de jogadores participarão neste evento de poker de dimensão internacional que promete mais de uma semana repleta de emoções no Casino Lisboa.

A Gladiator Series é um festival de poker único, inspirado na Roma Antiga, onde todos os torneios são no formato Bounty: KO, PKO, Mystery Bounty, Bounty Quattro, Accumulator KO e muitos outros.

Com registo temático, a sala de poker distingue-se por uma atmosfera de um coliseu romano, em que os dealers se vestem de gladiadores e os troféus são inspirados em capacetes de gladiadores.

Na Gladiator Series, a vitória não significa, apenas, sobreviver, mas trata-se, também, de eliminar os outros participantes. Por isso mesmo, foi criado o Killer Rankings que consiste em duas tabelas de classificação exclusivas, projectadas para premiar os jogadores mais arrojados e destemidos. 



O Gladiator Poker Series oferece um extenso programa com seis torneios Bounty:
- €250 Opening [Bounty Quattro] - 25.000€ GTD
- €770 High Roller [PKO] - 50.000€ GTD
- €550 Main Event [Mystery Bounty] - 125.000€ GTD
- €550 Pot Limit Omaha [KO Accumulator] - 15.000€ GTD
- €250 Mini Me [KO Accumulator] - 25.000€ GTD
- €150 The Closer [Ultra KO] - 10.000€ GTD
- E muitos outros eventos paralelos



Com uma programação repleta de provas de poker, os participantes e o público em geral terão, ainda, à sua disposição um cartaz de índole cultural que inclui a stand-up comedy “Go Go” no próximo dia 1 de fevereiro, às 21h00, no Auditório dos Oceanos; a animação musical no Arena Longe, nos dias 31 de janeiro e 5, 6 e 7 de fevereiro, das 22h15 às 03h00, bem como a oportunidade de usufruir diariamente da qualidade da oferta de bares e de espaços de restauração do Casino Lisboa.

Torre dos Clérigos propõe roteiro especial para o Dia de São Valentim



O amor celebra-se de várias formas na Torre dos Clérigos, que assinala o Dia de São Valentim com um roteiro especial pensado para criar memórias inesquecíveis.

Nos dias 13 e 14 de fevereiro, os Clérigos convidam o público a viver o Porto, a partir de dois programas distintos: uma experiência artística a dois e uma subida noturna com um brinde no miradouro mais emblemático da cidade.

No dia 14 de fevereiro, a Torre dos Clérigos torna-se palco de um momento verdadeiramente mágico, com a iniciativa “Um brinde nas alturas”. Entre as 18h30 e as 22h30, decorrem sessões exclusivas de 30 minutos, em que cada casal é convidado a subir à Torre e a brindar com a cidade como pano de fundo. A experiência inclui uma garrafa de espumante Murganheira, uma caixa de chocolates em forma de coração da Arcádia e, ainda, uma surpresa especial, pensada para eternizar esta ocasião. Uma forma de celebrar o amor com vista privilegiada, no coração da Invicta.

Já nos dias 13 e 14 de fevereiro, a proposta passa pela criatividade e pela partilha, com a atividade “Pinta o teu Par”, promovida pelo atelier de cerâmica dos Clérigos, Ollarisca. Num ambiente descontraído, cada participante é convidado a pintar o seu par, seja ele amoroso, familiar, ou de amizade, numa experiência vivida a dois e acompanhada por um flute de espumante e uma caixa de chocolates em forma de coração, da Murganheira e da Arcádia respetivamente. No final, cada dupla leva consigo as peças criadas, como recordação de um momento marcado pela expressão artística e pela cumplicidade.

Ambas as iniciativas estão sujeitas a reserva prévia.
Valor: Um brinde nas alturas: 25€/ casal
Valor: Pinta o teu par: 45 €/ casal

A voz rebelde da literatura turca chega a Portugal



As Noites Frias da Infância é o primeiro livro de Tezer Özlü publicado pela Livros do Brasil. Frequentemente comparada a Sylvia Plath ou Virginia Woolf pela sua honestidade sobre a saúde mental e o papel da mulher na sociedade, Tezer Özlü é uma figura incontornável da literatura turca do século XX.

Mosaico fragmentado de memórias e sensações da autora, As Noites Frias da Infância foi o seu primeiro romance e configura em simultâneo um testemunho poderoso da Turquia do pós-Segunda Guerra Mundial. A narrativa acompanha uma mulher que se recusa a conformar com as estruturas rígidas da sociedade turca: a família conservadora, a educação puritana e o peso das tradições. Cada página é um grito de independência contra uma sociedade patriarcal e a opressão feminina.

Com uma prosa despida de artifícios, Özlü percorre a sombria infância num bairro pobre nos arredores de Istambul, o despertar sexual e a luta contra a depressão, que a leva a sucessivos internamentos psiquiátricos.

O livro encontra-se em pré-venda e chega às livrarias a 5 de fevereiro.

Sobre a Autora

Tezer Özlü nasceu em 1943 em Simav, na Turquia, e estudou no colégio austríaco de Istambul. Em 1978 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de contos, a que se seguiu, em 1980, o romance As Noites Frias da Infância. Com um estilo introspetivo e autobiográfico, as suas obras exploram temas como a saúde mental, as amarras sociais e a complexidade da psique humana. Tezer Özlü faleceu em 1986, na Suíça, vítima de cancro da mama. Incompreendida durante grande parte da sua curta existência, é hoje aclamada como uma figura proeminente da literatura turca, com obras traduzidas em mais de vinte línguas.

O caminho para o equilíbrio energético



Jennie Harding apresenta uma abordagem clara e acessível sobre a ligação entre os sete chakras principais e as propriedades energéticas dos cristais.

A utilização de cristais surge como uma ferramenta de equilíbrio energético e de promoção do bem-estar holístico. Para ajudar a compreender melhor este tema, Os cristais dos 7 chakras, de Jennie Harding, combina conhecimento ancestral com práticas contemporâneas de autocuidado.

A autora explica, de forma simples, o funcionamento de cada chakra, o seu impacto a nível físico, emocional e espiritual, e como os cristais podem ser utilizados para promover harmonia e alinhamento energético, tornando o livro adequado tanto para iniciantes como para praticantes experientes de terapias holísticas.

A obra inclui ainda sete cristais, permitindo que o leitor aplique de imediato os ensinamentos apresentados.

O livro já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 5 de fevereiro.

Sobre a Autora

Jennie Harding tem 20 anos de experiência como terapeuta, trabalhando com vários métodos de cura, incluindo cristais, óleos essenciais, ervas, tratamentos com energia dos cristais, incenso e técnicas de beleza naturais. É autora de 16 livros. De 1992 a 2005 foi professora de Terapias com Óleos Essenciais no Tisserand Aromatherapy Institute.