segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Pode um nome mudar o destino de uma vida?



Os Nomes é a aclamada estreia literária de Florence Knapp, um romance que explora três versões possíveis de uma mesma existência. Uma narrativa sobre identidade, destino e as infinitas ramificações das escolhas humanas.

A história começa no inverno de 1987. Na sequência de uma tempestade devastadora, Cora vê-se confrontada com uma decisão aparentemente simples: escolher o nome do seu filho recém-nascido. Optar por Gordon, em homenagem à tradição familiar, ou por um nome diferente, como Bear ou Julian, irá desencadear percursos distintos não só na vida da criança, mas também na da sua família, com consequências profundas e inesperadas.

Estruturado em três partes, o romance materializa a ideia de que cada escolha abre um novo universo. O leitor acompanha, assim, três versões daquele bebé — da infância à idade adulta — percebendo como identidade e destino podem ser moldados por decisões mínimas.

Amplamente elogiado pela crítica, Os Nomes destaca-se pela sua estrutura imaginativa, pela profundidade emocional e pela forma sensível como aborda a complexidade das relações familiares.

Conceptualmente ambicioso e, ao mesmo tempo, profundamente humano, o romance de estreia de Florence Knapp é uma leitura envolvente e terna sobre as múltiplas vidas que podem nascer de um único gesto.

Os Nomes já se encontra em pré-venda e chega às livrarias a 19 de fevereiro.

Sobre a Autora

Florence Knapp mora nos arredores de Londres com o marido, o cão e, às vezes, um (ou dois) dos filhos já adultos. Algumas das suas coisas favoritas são: palavras, cabines de fotos, azulejos antigos, chuva, longas chamadas telefónicas, roupas com bolsos, capas de livros, covinhas, casas iluminadas à noite, a palavra “edredão”, cadernos, caleidoscópios, sopa caseira, Itália, tirar fotografias, conversar sobre livros, húmus, barre, plantas de interior, um edredão grosso com mantas de lã empilhadas por cima, costura à mão, fazer listas.

Deixar comida no prato num encontro é “red flag” para 74% dos portugueses



Se há algo que realmente une os portugueses, é a comida. Das conversas à partilha de experiências, a Too Good To Go, a maior app do mundo no combate ao desperdício alimentar, revela como a comida se tornou uma verdadeira linguagem do amor em Portugal. Os dados mostram o que é valorizado nos encontros, quais as refeições mais escolhidas e quais os hábitos mais comuns no país quando se trata de romance à mesa.

Para os portugueses, os gestos simples falam mais alto do que pratos sofisticados: 64% acredita que partilhar comida é a verdadeira linguagem do amor. Ao dividir uma refeição, não só se criam momentos de conversa e cumplicidade, especialmente úteis em primeiros encontros, onde nem sempre é fácil quebrar o gelo, como também se transmite cuidado e atenção. Não é por acaso que 5 em cada 10 sentem-se mais amados quando alguém se lembra da sua comida favorita, reforçando a importância de pequenos gestos que demonstram proximidade e cuidado. 

Também muitas vezes é difícil encontrar as palavras certas para o que sentimos, e é aqui que a comida se torna numa linguagem própria de carinho: cerca de 40% acredita que preparar, partilhar ou oferecer comida é uma forma de transmitir afeto. Esta dedicação é consistente em Portugal, onde mais de metade cozinha uma refeição especial todas as semanas, sendo os adultos entre 45 e 54 anos os mais assíduos, com mais de 60% a concretizar este ato de amor regularmente.

Essa ligação emocional à comida reflete-se também na forma como os relacionamentos começam e evoluem. Nos primeiros encontros, sete em cada dez portugueses escolhem um restaurante ou bar como local preferencial, mas à medida que a intimidade cresce, 32% preferem cozinhar juntos, transformando a cozinha num espaço de cumplicidade. Além disso, “conquistar pelo estômago” continua a ser relevante, mas hoje faz-se a quatro mãos. Entre os mais jovens (25–34 anos), quase 40% vão além de partilhar a refeição: querem também partilhar a experiência de a cozinhar.

Desperdiçar comida é uma “red flag”, mas levar sobras ainda gera desconforto
Se a comida é uma forma de demonstrar cuidado, aquilo que fazemos com ela também comunica. Gestos simples, tais como pedir para levar sobras ou deixar comida no prato, começam a ser avaliados num contexto de dating. 

"A comida é uma das mais significativas linguagens do amor, presente deste sempre em momentos românticos. Através dela cuidamos, demonstramos afeto, conquistamos o outro, mostramos presença e partilhamos momentos de intimidade e cumplicidade. Mas no amor, mais do que aquilo que dizemos, importa aquilo que os nossos gestos comunicam e as pessoas estão cada vez mais alerta para as red flags dos valores desencontrados com o seu par romântico. No que à comida diz respeito, quando escolhemos não desperdiçar e respeitar os recursos e aqueles que os produzem, estamos a mostrar algo sobre nós que pode ser uma grande green flag para o outro." afirma a Doutora Catarina Lucas, psicóloga clínica, psicoterapeuta individual e de casal e sexóloga.

Para 74% dos portugueses, deixar comida no prato após um encontro é uma “red flag”, no entanto, levar sobras para casa ainda causa algum constrangimento. Cerca de 3 em 10 ainda evitam levar as sobras para casa por receio da perceção da outra pessoa. Os adultos entre os 35 e os 65 anos são os que mais hesitam, revelando que a pressão social muitas vezes ainda pesa mais do que a consciência contra o desperdício alimentar. 

No entanto, entre os mais jovens, a sensibilidade é maior em relação a este tema. Evitar desperdício passa a ser encarado como uma “green flag”, um sinal positivo de responsabilidade, consciência e cuidado, tanto com a pessoa ao nosso lado como com o mundo à volta.

O que pedir num encontro? Os pratos que fazem sucesso 
Quando chega o momento de escolher o prato ideal para um encontro, os portugueses tendem a optar por opções que equilibram conforto, prazer e partilha. Os pratos de carne lideram as preferências (38%), seguidos de sushi (26%), sobremesas (17%), pizza (17%) e risotto (16%).

A pizza, por exemplo, mantém-se como uma escolha frequente para encontros descontraídos, seja para dividir à mesa, num piquenique ou para levar para casa. Cadeias conhecidas como a Pizza Hut ou a Telepizza estão disponíveis na app da Too Good To Go, permitindo que estes momentos aconteçam de forma mais espontânea e económica, sem grandes planos combinados.

Choremance: romance no quotidiano
Mais do que jantares formais ou encontros planeados, entre a Geração Z cresce a tendência do “choremance”: momentos românticos que acontecem enquanto se realizam tarefas do dia a dia, como passear o cão, ir às compras ou cozinhar juntos. Estes encontros privilegiam a autenticidade, a cumplicidade e o contacto natural, em vez da sofisticação ou formalidade.

No meio destas pequenas aventuras do quotidiano, os casais podem salvar uma Surprise Bag através da app da Too Good To Go e deixar que o momento decida. Pode ser uma Surprise Bag de um supermercado, como o Auchan, com ingredientes para improvisar um jantar e cozinhar em conjunto em casa; uma sandes rápida da Loja das Sopas, entre compromissos; ou alguns salgados e algo doce do Pans Cafe ou do Jeronymo para partilhar numa pausa inesperada. São escolhas simples que transformam tarefas banais em momentos de proximidade, tornando o dia a dia mais leve, mais cúmplice e sem desperdício ou grandes gastos.

Sobre a Too Good To Go

A Too Good To Go é uma empresa de impacto social com selo B Corp que liga os utilizadores a lojas parceiras para salvar alimentos não vendidos e impedir que sejam desperdiçados. 
Com mais de 100 milhões de utilizadores registados e 175.000 parceiros ativos em 19 países da Europa e da América do Norte, a aplicação de Too Good To Go é a app número 1 do mundo para salvar excedentes alimentares. Desde o seu lançamento em 2016, a Too Good To Go salvou mais de 400 milhões de refeições do desperdício, o equivalente a mais de  1 milhão de  toneladas de CO2e evitadas. 
A app chegou a Portugal em outubro de 2019 e já conta com uma comunidade de mais de 2 milhões de utilizadores e mais de 4000 estabelecimentos. Uma comunidade que junta já salvou mais de 5 milhões de Surprise Bags um pouco por todo o país, o equivalente à emissão de 13.500 toneladas de CO2e. 
De acordo com o Project Drawdown (2020), o combate ao desperdício alimentar é a principal solução para resolver a crise climática.

Alunos a aprender Português no estrangeiro refletem sobre os Direitos Humanos



O concurso «Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa», promovido pela Porto Editora, o Camões, I.P. e o PNL2027, tem candidaturas abertas até 20 de março .

Já está a decorrer o período de submissão de participações na 6.ª edição do concurso Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa, dirigido aos milhares de estudantes que frequentam cursos de Português na rede de Ensino Português no Estrangeiro, leitorados, universidades e Centros de Língua Portuguesa.

A iniciativa, promovida pela Porto Editora em articulação com o Camões, I.P. e o PNL2027, desafia os participantes a escrever um conto original em língua portuguesa, subordinado ao tema "Direitos Humanos: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades?".

O período de submissões termina a 20 de março, data a partir da qual os trabalhos serão avaliados pelo júri, composto por elementos das três entidades promotoras e pela escritora Maria Inês Almeida, madrinha desta edição.


Os vencedores serão anunciados a 5 de maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa, e publicados, juntamente com as menções honrosas, na página de Ensino Português no Estrangeiro da Porto Editora e no portal institucional do Camões, I.P..

Um Estar Aqui Cheio de Vera Mantero no CCB



Um Estar Aqui Cheio é uma peça de 2001 que foi apresentada apenas em três salas. Vinte e cinco anos após a estreia, é apresentada pela primeira vez em Lisboa, no Centro Cultural de Belém, com o elenco original.

Para a residência proposta em 2001 pelo Le Quartz e pela Capital Europeia da Cultura Porto 2001, Vera Mantero propôs-se pensar em conjunto (uma das sua atividades favoritas). Reuniu vários artistas durante um mês em Brest, com o objetivo de pensar com eles: os coreógrafos/performers Sabina Holzer, Litó Walkey, João Samões e Martin Nachbar, o escritor-performer António Poppe, o músico Boris Hauf e, no campo das artes visuais, Nadia Lauro e Helena Inverno. Durante quatro semanas, as questões giraram à volta de: como surge a energia? O que nos faz mover na vida, o que é que põe um ser humano em movimento? O que é que cria a curiosidade, o que é que a põe em movimento? Como atravessar uma vida que de facto aproveita a força de toda a sua potência?

Estes nove artistas quiseram habitar, e fazer habitar (pelo público), esses outros lugares da existência, menos palpáveis, menos lineares, menos funcionais, mas igualmente necessários. Ou mais necessários ainda, pois que não encontramos sentido para as nossas «funções» sem os habitarmos. Estas coisas inexplicáveis e indescritíveis através da nossa linguagem quotidiana, mas dizíveis por estas outras línguas que estão no nosso corpo, na nossa perceção, na existência de todos nós. Precisamos desta prática de «afinarmos» os nossos seres a estas outras línguas, de emitir e de entender o que nos atravessa através delas.

Num processo de um mês refletiram, falaram, improvisaram, observaram, trocaram e criaram ligações entre palavras, acções, movimentos, sons, espaços ou objectos. Um espetáculo criado por artistas de diferentes campos e que toma, sucessivamente ou simultaneamente, várias formas: o concerto, a conferência, a coreografia, a instalação… e onde o público encontrará assim também o seu lugar sob diferentes formas, seja em termos de espaço, de tempo ou de perceção.

Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)



A Casa das Letras edita hoje, 16 de janeiro, "Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)", da física norte-americana Sarah Alam Malik. Publicado, em simultâneo, com o lançamento mundial, esta é uma viagem, escrita de forma acessível, pelas descobertas que incentivaram e que continuamente revolucionaram a nossa perceção sobre o universo. Da perspetiva de uma existência sideral centrada na Terra de Aristóteles à revolução copernicana, até à união das partes terrestres e celestiais sob as leis da gravidade de Isaac Newton tudo é explicado de modo a ser entendido pelo grande público.  

Sempre olhámos para o céu e nos questionámos. Desde que os babilónios começaram a sondar os céus e a mapear os seus objetos celestes em tabuinhas de barro, que toda a pesquisa científica tem sido impulsionada pela vontade inata do ser humano de compreender o que existe no firmamento e qual a nossa posição nele.

Sarah Alam Malik propõe uma viagem pelas descobertas que incentivaram e que continuamente revolucionaram a nossa perceção sobre o universo. Porque, de facto, umas das experiências mais extraordinárias é podermos ficcionar tantos mundos além do nosso, desde a morte incandescente de sóis distantes até às complexidades desconcertantes do subatómico.

"Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)" é simultaneamente uma história extraordinária sobre descobertas e uma surpreendente celebração da nossa curiosidade infinita.  

"Não deixa de ser uma maravilha da existência humana o facto de sermos capazes de compreender mundos tão distantes do nosso – da extinção ardente de sóis longínquos às complexidades desconcertantes do subatómico. Participar numa realidade misteriosa, muito maior do que nós, pode ser um dos grandes privilégios que a vida tem para oferecer. Foi isto que procurei expressar numa série de cartas aos meus filhos, cartas essas que resultaram no livro que agora têm em mãos – um apelo para nos compenetrarmos do magnífico prodígio do mundo, para apreendermos a natureza da realidade que habitamos e do universo que, por inteiro, produziu a nossa génese. Em breve, a natureza dissolverá a nossa essência como tem feito com todos aqueles que vieram antes de nós, reclamando os átomos do nosso corpo para criar inúmeras outras entidades. Contudo, saber que a totalidade do nosso ser é inextricável da totalidade do universo pode ser reconfortante. Fazemos parte deste cosmos e temos um lugar na sua história." explica a autora.

Sobre a Autora

Sarah Alam Malik é física de partículas e especialista internacional em matéria negra. O seu trabalho com o Grande Colisor de Hadrões do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), em Genébra, pô-la na linha da frente na exploração dos mistérios do universo e das tecnologias que nos permitem estudar as suas leis fundamentais. É licenciada em Física pela Universidade de Oxford, doutorada em Física de Partículas pela Universitiy College London, professora associada na Universidade de Rockefeller, nos Estados Unidos, e no Imperial College London, no Reino Unido, além de bolseira de investigação da Royal Society University. Este é o seu primeiro livro. 

Revista Electra número 31



A Electra inicia 2026 com uma pergunta essencial: o que revela a cor sobre nós e sobre o tempo e espaço que habitamos? No número 31, o dossier mergulha num dos fenómenos mais antigos e enigmáticos da experiência humana. A cor impõe-se ao olhar, atravessa práticas, geografias, discursos e cronologias, surge neste dossier como presença, como omissão e como signo.

O dossier explora através de contributos de Michel Pastoureau, Elena Manferdini, Andrea Cavalletti, Anna Lafont, Ricardo Vieira Lisboa, David Kastan e António Guerreio o que a cor diz sobre a natureza humana, sobre os tempos que vivemos e sobre as formas de ver e interpretar o mundo. A pluralidade de leituras dá corpo a um pensamento plural sobre a cor enquanto linguagem e campo de uma disputa entre o visível e o invisível.

Essa pluralidade estende-se a Tamar Garb, a reconhecida curadora e historiadora de arte, e feminista, que é entrevistada por Afonso Dias Ramos para a secção “Primeira Pessoa”. Nesta conversa, realizada em Lisboa, Garb reflete sobre as múltiplas geografias que traçaram a sua vida e trabalho, da Cidade do Cabo até Paris e Londres, e o desafio de encarar a cultura em África e na Europa de outras formas, em tempos de grande tensão e instabilidade política.

O número apresenta ainda desenhos inéditos de Henri Michaux, figura central da vida intelectual europeia do século XX. Escritor, poeta e artista visual, Michaux atravessou constantemente fronteiras entre disciplinas, linguagens, géneros e estados de consciência.

Na secção “Portfolio”, os curadores João Mourão e Luís Silva apresentam o trabalho de uma das artistas com maior projeção internacional, Sonia Gomes, que intervém e recria um livro guiado pela sua imaginação e sabedoria. A edição assinala ainda o centenário de Marilyn Monroe com um ensaio de Mario Pezzella, sobre a construção simbólica da atriz, entre a inocência e a culpa, entre o rosto desejado e o rosto imposto, entre a época que a moldou e o imaginário que dela fez um mito.

Este número inclui ainda reflexões que cruzam arquitectura, literatura, filosofia e arte, com textos de Neil Leach, Kaya Genç, Jorge Martins, Jeremy Fernando e Damiano Palano.

A primeira Electra de 2026 questiona qual, afinal, a cor do nosso tempo. A cor está em todo o lado, mas questiona o que vemos quando vemos, na realidade, A cor.

Sobre a Electra

A Electra é uma revista de pensamento e cultura contemporânea, publicada pela Fundação EDP. Com duas edições, em português e em inglês, tem periodicidade trimestral. Pode ainda ser acompanhada no Instagram, em @electra.magazine, e no website electramagazine.com

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Coala Festival é o presente ideal para oferecer neste Dia dos Namorados



Com o Dia dos Namorados a aproximar-se, o Coala Festival Portugal destaca-se como a opção ideal para surpreender a cara metade com um presente fora do comum. Mais do que um simples bilhete, escolher esta experiência é oferecer dois dias de celebração da cultura lusófona, num ambiente descontraído pensado para criar memórias especiais.

A edição de 2026, que se realiza nos dias 30 e 31 de maio, em Cascais, reunirá artistas incontornáveis de diferentes gerações e geografias. Estão já confirmados Slow J, Bonga, Lulu Santos, Maria Bethânia e João Gomes, nomes que refletem a diversidade e riqueza da música em língua portuguesa. Os bilhetes encontram-se disponíveis nos formatos Passe Geral Relvado (2 dias) a 95€ e Passe VIP Tenda (2 Dias) a 190€, que inclui acesso à área coberta com vista privilegiada para o palco, bar aberto e zonas exclusivas de restauração. Até 15 de fevereiro é possível aproveitar a campanha exclusiva de 10% de desconto na compra de dois passes de qualquer modalidade.

Neste Dia dos Namorados, a escolha é simples: optar por uma experiência partilhada, ao som de uma programação diversa, num ambiente rodeado pela natureza, com o Coala Festival.

O lado menos conhecido do Carnaval chega ao Museu Tesouro Real



Muito antes de ganhar forma nas ruas, o Carnaval era vivido entre salões, bailes e festas que atravessavam a noite nos palácios reais. Essa dimensão mais festiva (e menos conhecida) da história da corte portuguesa é o ponto de partida para Carnaval Real, uma visita-oficina à coleção do Museu Tesouro Real, pensada para famílias e marcada para o dia 15 de fevereiro.

Inspirada nas celebrações vividas pela realeza, a iniciativa convida miúdos e graúdos a entrar no universo festivo dos reis e rainhas, onde o disfarce era sinónimo de criatividade, estatuto e imaginação. A Rainha D. Maria Pia, figura incontornável da vida social do século XIX e conhecida pelo gosto pela moda e pelo brilho, serve de ponto de partida para descobrir como o Carnaval era vivido no Palácio da Ajuda e que joias e ornamentos ajudavam a transformar estas festas em momentos memoráveis.

Entre histórias, curiosidades e objetos da coleção do Museu Tesouro Real, a visita revela a importância do Carnaval na vida da corte revela a importância do Carnaval na vida da corte, não apenas como festa, mas como palco de afirmação social e expressão estética.

É a partir desta viagem pelo passado que surge o momento mais prático da atividade: criar uma máscara inspirada no esplendor do Tesouro Real e na fantasia carnavalesca. Uma forma de levar para casa o espírito festivo que, durante séculos, animou os palácios.

O Museu Tesouro Real, gerido pela Associação Turismo de Lisboa, está aberto todos os dias, das 10h00 às 18h00. Quem visitar Lisboa pode usufruir de entrada gratuita com o Lisboa Card, que também dá acesso a museus, monumentos e transportes da capital.

Carnaval Real | Visita-Oficina | 15 de fevereiro
Horário: 15h00 - 17h00
Duração: 2h05
Público: Famílias
Valor: 16€ - adulto + criança | 11€ adulto extra | 2,50€ criança extra
Lotação: 20 participantes

OPPO celebra o Dia dos Namorados com duas sugestões de presentes



Para este Dia dos Namorados, a OPPO, marca líder em inovação de dispositivos inteligentes a nível mundial, convida a celebrar os pequenos gestos que fazem a diferença: as mensagens ao longo do dia, as chamadas inesperadas, as fotografias espontâneas e os planos a dois que ficam na memória. A OPPO apresenta duas sugestões de presente pensadas para acompanhar todos os momentos – seja para quem vive sempre em movimento, para quem não dispensa saúde e bem-estar, ou para casais que querem manter-se ligados, mesmo quando o dia não abranda.

OPPO A6 Pro 5G
Para quem vive sempre em movimento – entre trabalho, ginásio, viagens e planos a dois – o OPPO A6 Pro 5G foi pensado para acompanhar um ritmo exigente sem falhar quando mais importa. Destaca-se pela sua autonomia de longa duração, com uma grande bateria de 6.500mAh e tecnologia de Carregamento Flash, garantindo energia para acompanhar o dia (e a noite) sem preocupações.
O ecrã AMOLED de 120Hz oferece uma experiência fluida e envolvente, ideal para ver séries a dois, jogar, editar conteúdos ou simplesmente navegar sem interrupções.O ColorOS 15, com Trinity Engine e Luminous Rendering Engine, assegura desempenho consistente ao longo do tempo.

Com apenas 8mm de espessura, 185g de peso e um design elegante disponível em Cinzento Titânio e Preto Oceano, é uma proposta que alia desempenho e estilo. Para quem gosta de viver sem medo de imprevistos, a certificação IP69 contra água e poeiras e a elevada resistência a impactos tornam-no um smartphone robusto, ideal para acompanhar qualquer plano – mesmo os mais espontâneos.
PVP recomendado: 299.99 EUR

OPPO Watch S
Para casais que gostam de partilhar rotinas – uma caminhada ao final do dia, um treino em conjunto ou simplesmente a vontade de cuidar mais de si –, o OPPO Watch S junta bem-estar e sofisticação, sem abdicar de funcionalidades inteligentes.

Com um design ultrafino em aço inoxidável e um ecrã ultra brilhante de 3.000 nits, adapta-se facilmente a diferentes estilos e acompanha qualquer ocasião, do escritório ao jantar a dois. Inclui monitorização avançada de saúde e exercício, com mais de 100 modos desportivos, acompanhamento do sono e funcionalidades como a Visão Geral de Bem-Estar em 60 segundos, para quem gosta de acompanhar o corpo e a mente ao longo do dia.

Um dos grandes destaques é a possibilidade de ligação a dois smartphones em simultâneo, incluindo compatibilidade com iOS – uma funcionalidade especialmente útil para quem alterna entre dispositivos, mas também para casais que utilizam sistemas operativos diferentes.

A bateria permite até 10 dias de autonomia em utilização normal, e uma carga rápida de 10 minutos garante energia para um dia inteiro. Com resistência IP68 e classificação 5ATM, é adequado também para atividades aquáticas. Está disponível nas versões Prata, com bracelete em nylon entrançado, e Preto, com bracelete em fluoroelastómero – perfeito para duas pessoas com estilos diferentes, mas a mesma vontade de ter um relógio leve e perfeito para o dia a dia.
PVP recomendado: 199.99 EUR

Sr. Lisboa celebra o Dia dos Namorados n’O Jardim com um menu especial



Há histórias que não se contam com palavras. Vivem-se. Sentem-se. Saboreiam-se. Amanhã, 14 de fevereiro, o Sr.Lisboa abre as portas d’O Jardim e transforma o jantar de Dia dos Namorados numa narrativa íntima, onde cada momento à mesa corresponde a um capítulo de uma história de amor.

A experiência começa com um Encontro, um gesto de partilha, pão de fermentação natural da Padaria do Beco, manteiga de levedura e miso e azeitonas do Douro marinadas, que prepara o ambiente para o Primeiro Passo. Aqui, o mar surge em destaque com robalo acompanhado por aji amarillo, óleo de aneto, milhos crocantes, tagetes e holófitas, num prato fresco e equilibrado que marca o início da história.



Segue-se Paixão, um momento mais intenso e envolvente. As lulas grelhadas no carvão encontram um arroz cremoso de coentros e algas da nossa costa, num contraste entre fumo, frescura e textura que traz profundidade à experiência.

Em Romance, o ritmo abranda. A bochecha de porco preto, com alecrim, puré de batata-doce e especiarias, traz conforto e elegância, convidando a permanecer à mesa e a prolongar a noite.
O jantar termina com A Despedida, onde a pêra em vinho do Porto é servida com crumble de avelã e gelado de baunilha, um final doce, equilibrado e memorável.



Disponível exclusivamente na noite de 14 de fevereiro, o menu de Dia dos Namorados tem o valor de 40€ por pessoa (sem bebidas), inclui água lisa e café.

Mais do que assinalar uma data, o Jardim propõe um momento para abrandar, partilhar e desfrutar do prazer simples de estar à mesa. Uma celebração discreta do Dia dos Namorados, onde o foco está no produto, no tempo e na experiência, fiel à identidade d’O Jardim e à forma como entende a gastronomia.