sexta-feira, 13 de março de 2026

"Economia Comestível" do sul-coreano Ha-Joon Chang



A Casa das Letras editou, "Economia Comestível, Um Economista Faminto Explica o Mundo", do sul-coreano Ha-Joon Chang, "um fascinante guisado de comida, história e economia". O que  terá o quiabo a ver com a economia de mercado livre? Sabia que a história do camarão na alimentação pode demonstrar a relevância do protecionismo económico nos países em desenvolvimento? E que o frango nos pode ensinar o significado da igualdade e justiça económica, e precisamos repensar, urgentemente, a obsessão por carne de vaca a bem da economia mundial.

O economista sul-coreano usa vários alimentos para tornar acessível ao grande público os principais conceitos da economia. Defende que os melhores economistas devem ser, tal como os melhores cozinheiros, capazes de combinar diferentes teorias para ter uma visão mais equilibrada. Porque tal como experimentar uma grande diversidade de gastronomias nacionais contribui para uma alimentação mais interessante e equilibrada, também é essencial conhecermos uma variedade de perspetivas económicas.

Para Chang, a economia precisa ser como o cardápio de uma cultura gastronómica rica e diversa — quando há várias alternativas na mesa, somos capazes de escolher a mais adequada para a ocasião, em vez de ficar restritos a uma mesma regra universal. Oferece, pois, um banquete de ideias ousadas sobre globalização, alterações climáticas, imigra­ção, austeridade, automação, mas também a razão pela qual as cenouras não precisam de ser cor de laranja. E que os sul-coreanos consomem 10 vezes mais alho do que os italianos. Explica que compreender a economia é como aprender uma receita: quando a percebemos, conseguimos adaptá-la e melhorá-la – e compreen­der melhor o nosso mundo.

"Gostaria que os meus leitores, os meus amigos intelectuais, partilhassem alguma da satisfação que sinto ao digerir, misturar e fundir diferentes teorias económicas que me ajudam a compreender como o nosso mundo é governado e que me dão as ferramentas para pensar e construir um mundo melhor."

«O único livro que li que me fez rir, salivar e reavaliar os meus pensamentos sobre economia – tudo ao mesmo tempo. Um volume divertido, profundo e apetitoso.» Brian Eno, compositor
 
Sobre o Autor

Ha-Joon Chang foi professor na Universidade de Cambridge por mais de três décadas e hoje leciona na Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres, cidade para onde se mudou em 1986. Nascido e criado numa Coreia do Sul com sérias limitações financeiras, viu a política protecionista do governo transformar produtos aparentemente baratos e universais, como a banana, em artigos de luxo. Por outro lado, também presenciou exemplos de que a falta de recursos faz alimentos considerados incomestíveis passarem a integrar a dieta básica de uma população.  Um dos economistas mundiais de referência, entre os seus livros publicados incluem-se As Nações Hipócritas, 23 Coisas que Nunca Lhe Contam sobre a Econo­mia e Economia – Guia do Utilizador. Chang já foi distinguido com prémios como o Gunnar Myrdal Prize e o Wassily Leontief Prize.

O Gato dos Sete Nomes




Um conto moderno sobre amizade, solidão, renascimento e o vínculo especial que só existe entre seres humanos e animais de companhia. 

Um romance doce e comovente sobre o poder transformador de um pequeno gato que entra na vida de várias pessoas e as muda para sempre.

Entre solidão, perda e sonhos por cumprir, as histórias de todos os personagens acabam por se cruzar de formas surpreendentes. Para cada um, o mesmo gato tem um nome - e um significado - diferente. O Gato dos Sete Nomes mostra como até o mais pequeno encontro pode mudar tudo.

«Uma leitura agradável e fluida, em que as sete histórias, tal como as famosas sete vidas dos gatos, nos fazem refletir sobre como um gato, mesmo que não salve o mundo, é capaz de mudar silenciosamente o curso das pequenas coisas.» Il Messaggero

«Um fenómeno com milhões de visualizações, Federico Santaiti, realizador e conceituado criador de conteúdos, leva o leitor numa viagem pelo extraordinário e singular mundo dos gatos. Através de um enredo envolvente, as histórias de sete pessoas entrelaçam-se na perfeição com as “sete vidas” de um gato preto que, nas diferentes vidas dos protagonistas do romance, surge como resposta no preciso momento em que alguém precisa dele.» Libero

Nas livrarias a 16 de março.

Sinopse

Esta história começa com um gatinho de seis semanas, de nariz sujo, olhos verdes brilhantes e pelo preto eriçado, a vaguear sozinho, à chuva, pelas ruas de uma cidade. Não sabe aonde o levará o seu percurso ou com quem se cruzará, mas são muitas as histórias e as pessoas que já o esperam, para juntos percorrerem esse caminho: a jovem Matilde, vítima de bullying pelos colegas de escola; Diana e Paolo, almas solitárias destinadas a unir-se; Mario, um estafeta que ficou sem emprego e sem casa; Demir, um rapaz de coração enorme e grandes sonhos; Teresa, uma idosa que precisa de companhia; e Elena, uma mulher com uma carreira brilhante, mas infeliz. Para eles, o protagonista desta fábula será o fiel companheiro que lhes trará conforto nos momentos difíceis, a presença que os ajudará a encontrar coragem para dar aquele passo importante, o amigo em quem poderão confiar nos momentos de solidão. Mas ele não sabe tudo isto, porque ainda é um gatinho e isto é apenas o começo. O começo da história do gato dos sete nomes. 

Sobre o Autor

Federico Santaiti é realizador, criador de conteúdos e autor, conhecido pelo seu estilo irónico e autêntico. É o «humilde servo» dos seus três gatos – Blacky, Thorin e Ragù -, os quais são as estrelas indiscutíveis do seu conteúdo. Considerado uma figura de destaque no entretenimento pet em Itália, construiu uma comunidade fiel de mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, graças à sua capacidade de narrar o mundo dos animais e dos seus humanos com empatia e leveza.

Começando em 2017, foi o primeiro pet influencer de Itália, pioneiro numa nova categoria no panorama digital.

Abrandar em Lisboa: três oficinas criativas no Museu do Oriente



Desligar do telemóvel, observar uma obra de arte com tempo ou repetir gestos intencionais até o desenho surgir. Num momento em que práticas como o mindfulness, o slow art e o trabalho manual ganham cada vez mais adeptos, o Museu do Oriente propõe três actividades que convidam a abrandar o ritmo e a concentrar-se no gesto criativo. Entre papel tingido em padrões artísticos, visitas meditativas às exposições e técnicas têxteis inspiradas no Japão, estas sessões transformam o tempo e a atenção em matéria de criação.

Orizome | Tingimento em padrão simétrico
Dobrar, mergulhar, revelar. Na técnica japonesa Orizome, o papel transforma-se numa superfície de descoberta onde cada dobra esconde um padrão. Cruzando práticas tradicionais de tingimento e os princípios do origami, o Orizome permite criar composições simétricas de grande detalhe. Após uma breve introdução à história desta técnica, cada participante experimenta diferentes formas de dobrar e tingir o papel. O resultado surge apenas no momento em que as folhas se desdobram, revelando padrões únicos construídos através da repetição, da cor e da surpresa.

Orizome | Tingimento em padrão simétrico | Oficina
Sábado | 21 Março
Horário: 10.00 às 13.00
Público-alvo: M/16 anos [idade indicativa]
Participantes: Máx.15
Preço: €40 [materiais incluídos]



Mindfulness no Museu | Visitas em meditação
A maioria dos visitantes passa apenas alguns segundos diante de cada obra de arte. Esta visita propõe fazer exactamente o contrário. Inspirada no movimento internacional Slow Art, a sessão introduz práticas de mindfulness aplicadas à observação artística. Ao longo do percurso pelas exposições do Museu do Oriente, exercícios de atenção plena ajudam a prolongar o olhar e a aprofundar a relação com as obras. A experiência transforma a visita numa pausa consciente, onde cada detalhe ganha tempo para ser descoberto.

Mindfulness no Museu | Visitas em meditação
Sábado | 21 Março
Horário: 10.00 às 11.30
Público-alvo: M/16 anos [idade indicativa]
Participantes: Mín.10; Máx.15
Preço: €20



Crochet de inspiração japonesa
Um fio, duas cores e um padrão que surge ponto a ponto. Nesta oficina, o crochet encontra a estética japonesa inspirada na tradição Sashiko, conhecida pelos seus desenhos geométricos repetitivos e pela simplicidade elegante das formas. Ao longo de duas sessões, os participantes aprendem a técnica de crochet mosaico sobreposto e aplicam-na na criação de um acessório têxtil que pode assumir a forma de lenço ou gola. A repetição dos pontos e a construção gradual do padrão transformam o processo numa experiência de concentração, ritmo e criação manual.

Crochet de Inspiração Japonesa: Lenço/Gola Sashiko |Oficina
Sábados | 28 Março e 11 Abril
Horário: 10.00 às 13.00
Público-alvo: M/16 anos [idade indicativa]
Participantes: Máx.8
Preço: €65

Grandes tecnológicas e grandes egos encontram-se no explosivo trailer de "The Audacity"



A AMC Networks acaba de lançar o trailer e poster oficial da nova e aguardada série dramática ‘The Audacity’, criada pelo vencedor dos prémios Emmy® Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Bad Sisters’, ‘Better Call Saul’). A série, composta por oito episódios, estreia em Portugal quinta-feira, 16 de abril, em exclusivo no canal AMC e no serviço de streaming AMC SELEKT, com novos episódios disponíveis todas as quintas-feiras.



Ambientada na bolha de Silicon Valley, ‘The Audacity’ aborda os sonhos distorcidos, os egos desmedidos e os lapsos éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Num mundo de multimilionários desencantados, psiquiatras-gurus, “tech bros” biohackeados, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos que são “otimizados” em escolas privadas de elite, um audaz diretor-executivo especializado em mineração de dados (Billy Magnussen) luta para converter conhecimento e influência em benefício e poder. Sarah Goldberg interpreta a Dra. JoAnne Felder, uma terapeuta mal remunerada dos titãs tecnológicos de Silicon Valley, enquanto Zach Galifianakis interpreta Carl Bardolph, um antigo idealista pioneiro que fez a sua fortuna com spam. Este drama com toques de humor negro confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam o nosso mundo em constante mudança.



Sugestões Pedaços de Cacau para o Dia do Pai



Neste Dia do Pai, a Pedaços de Cacau celebra todos os tipos de pai: dos mais vaidosos aos que estão sempre prontos para acompanhar os filhos em cada passo. A chocolataria apresenta várias sugestões para todos os gostos, pensadas para ajudar os filhos a expressar o seu amor.

Ao pai que é o maior, ao que está sempre presente e ao que não deixa o estilo em casa, neste Dia do Pai, a Pedaços de Cacau celebra todos. Dos que adoram contar piadas aos que vão à bola com os filhos, sem esquecer os que têm paciência de santo para sessões de manicure improvisadas.

A chocolataria artesanal apresenta três sugestões especiais para ajudar os filhos a expressar, através do chocolate, o amor que sentem pelos seus pais.

Cabaz: Chocolate e um Pai Estiloso
Do pai que não sai de casa sem gravata ao que prefere o conforto, cada um tem o seu estilo, e este cabaz foi pensado para todos. A Pedaços de Cacau reúne numa só proposta: uma caixa de 5 napolitanas de chocolate negro, uma tablete de chocolate negro com café da Etiópia, uma com laranja e noz, outra com hortelã-pimenta e ainda um postal personalizável com napolitana.

PVP Recomendado: 39,00 €



Caixa 9 Chocolates Pai - Sempre ao meu lado
Não falha um treino, ajuda nos trabalhos de casa e nunca se esquece do beijinho de boa noite. Neste Dia do Pai, a Pedaços de Cacau sugere uma caixa especial com bombons premiados de chocolate negro com recheio de limão e laranja, além de três chocolates brancos personalizados com a mensagem: “Pai, és o melhor do mundo!”

PVP Recomendado: 17,50 €



Caixa de Chocolates “Pai, és o Maior!”
Ele já sabe, mas nunca é demais repetir: “Pai, és o maior!”. E quando faltarem as palavras, esta caixa da Pedaços de Cacau fala por si. Com crocantes de café, bombons de chocolate com recheio de limão e de frutos silvestres, e napolitanas de amêndoa torrada e flor de sal, é o presente perfeito para celebrar tudo o que sente por ele.

PVP Recomendado: 22,00 €

Neste Dia do Pai, a Pedaços de Cacau convida os filhos a celebrarem quem está sempre presente com chocolates que transformam carinho em sabor e palavras em memórias. Todos os produtos podem ser adquiridos online, em https://pedacosdecacau.pt/para-oferecer/pai/, ou na Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia.

Chocolataria Pedaços de Cacau
Morada: Rua da Junqueira de Baixo, n.º 28, Vilar do Paraíso, 4405-870 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 731 2031
Horário: de segunda a sexta, das 9h30 às 18h30 (exceto feriados)

quinta-feira, 12 de março de 2026

Quando os livros são pátria e símbolo de resistência



Quando tudo parece desaparecer, há um último refúgio de liberdade, esperança e humanidade: uma pequena livraria em Gaza. Mesmo num lugar onde as bombas desejam ter a última palavra, há um livreiro que resiste. Porque ele sabe que a cada palavra lida, a cada palavra dita, será mais livre. Tal como nós.

O Homem Que Lia Livros é um pequeno e magnífico romance, que comoveu editores, livreiros e leitores em todo o mundo e que chega hoje a Portugal, com chancela da Bertrand Editora. Neste livro, Rachid Benzine transporta-nos até Gaza e dá-nos a conhecer um velho livreiro, Nabil, que, antes de ser fotografado por Julien, um jovem fotojornalista francês, pede para lhe contar, e a nós, a história da sua vida.

É um testemunho de quem tudo viveu e nada esqueceu: a fuga, o desenraizamento, a prisão, os filhos e o enorme amor que o unia a eles, a família que perdeu, as pequenas alegrias e o sofrimento. A memória, a dignidade e a resistência frente aos mais cruéis dramas humanos são alguns dos temas que o encontro entre Nabil e Julien permite ao autor explorar.

O Homem Que Lia Livros é uma homenagem poderosa à literatura como forma de afrontamento, humanidade e sobrevivência diante dos horrores da guerra. Este é um romance profundamente comovente sobre os livros enquanto últimos bastiões de resistência contra o naufrágio do mundo. Com exceção do primeiro e do último, cada capítulo recebe o nome de um título de um livro, desde Hamlet, de William Shakespeare, a Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.

Rachid Benzine é um autor marroquino, que atualmente vive em França. O Homem Que Lia Livros é já um bestseller em França e em Itália e tem publicação prevista em mais de 15 países, incluindo Reino Unido e Estados Unidos. Para Benzine, escrever é uma forma de desobediência moral: «As palavras não nos salvam das bombas, mas salvam o princípio da humanidade. Recordam-nos que a morte não tem a última palavra.»

O Homem Que Lia Livros, de Rachid Benzine, chega hoje às livrarias, com tradução de João Cardoso.

Sobre o Autor

Rachid Benzine é escritor, professor e investigador associado do centro Fonds Ricœur, em Paris. Figura de destaque do islamismo liberal aberto ao diálogo entre religiões, é autor de várias obras aclamadas pelos leitores e pela crítica, e foi já galardoado com o Grand Prix du Roman Métis, pelos seus valores de humanismo e multiculturalismo. O Homem Que Lia Livros, fábula inesquecível que comoveu editores, livreiros e leitores em todo o mundo, tornou-se um êxito e será publicado em mais de quinze países. 

Drama policial Under Salt Marsh estreia em exclusivo na SkyShowtime



Os dois primeiros episódios do novo e envolvente drama policial Under Salt Marsh, protagonizado por Kelly Reilly (Yellowstone, Pride & Prejudice) e Rafe Spall (Trying, Life of Pi), estarão disponíveis em exclusivo na SkyShowtime a partir de 2 de abril, com novos episódios disponibilizados semanalmente.

Criada, escrita e realizada por Claire Oakley (Make Up), a série de seis episódios decorre na fictícia localidade galesa de Morfa Halen e começa quando uma tempestade rara, daquelas que acontecem uma vez por geração, se aproxima vinda do mar. Jackie Ellis (Reilly), ex-detetive que agora é professora, faz uma descoberta chocante que reabre as feridas de um caso arquivado há três anos - um caso que lhe custou tanto a carreira como a confiança da família.

Forçada a reunir-se com o seu antigo parceiro na polícia, Eric Bull (Spall), de quem se afastou, Jackie vê-se novamente envolvida numa investigação que irá abalar Morfa Halen até aos seus alicerces. Juntos, terão de enfrentar uma comunidade assombrada por segredos e marcada pelo luto, antes que a tempestade iminente apague para sempre as provas.

Com um elenco secundário de excelência, que inclui Naomi Yang (Chimerica), Jonathan Pryce (The Crown), Dinita Gohil (Treason), Brian Gleeson (Bad Sisters), Kimberley Nixon (Fresh Meat) e Harry Lawtey (Industry), Under Salt Marsh combina uma narrativa policial atmosférica com um retrato profundamente humano de resiliência e comunidade.

O elenco adicional inclui ainda Mark Stanley (Happy Valley, The Reckoning), Dino Fetscher (Fool Me Once, Foundation), Lizzie Annis (The Witcher: Blood Origin, Extraordinary), Rhodri Meilir (Pren Ar y Bryn, Craith) e Julian Lewis Jones (House of the Dragon, Wheel of Time).

Under Salt Marsh é produzida pela Little Door Productions em associação com a Sky Studios. A produção contou com o apoio do Governo do País de Gales, através da Creative Wales. A série é escrita por Claire Oakley, com produção de Scott Bassett e Emma Duffy. Os produtores executivos são Elwen Rowlands, pela Little Door Productions, Megan Spanjian, pela Sky Studios, Claire Oakley e Kelly Reilly.




SkyShowtime está disponível diretamente para o consumidor através da aplicação SkyShowtime em dispositivos Apple iOS, tvOS, Android, Android TV, Google Chromecast, TVs LG, Smart TVs Samsung, bem como Amazon Fire TV e Prime Video Channels em mercados selecionados. Também está disponível através do seu site www.skyshowtime.com. O preço mensal da SkyShowtime para o plano Standard com anúncios é de 6,99€, o preço mensal do plano Standard é de 8,99€ e o preço mensal do plano Premium é de 12,99€. A SkyShowtime também está disponível em parceiros de distribuição selecionados nos seus mercados.

Sara Barradas e Diogo Martins regressa ao Casino Estoril



Sara Barradas e Diogo Martins regressam, nos próximos dias 13, 14 e 15 de março, ao Auditório do Casino Estoril. A dupla de actores sobe ao palco para protagonizar a peça “Se acreditares muito”, da britânica Cordelia O’Neill com encenação de Flávio Gil.

“Se acreditares muito”, que já esteve em cena, nos passados dias 6, 7 e 8, no Auditório do Casino Estoril, valeu a Sara Barradas o Prémio de Melhor Atriz de Teatro do Ano, em 2025, atribuído pela SPA (Sociedade Portuguesa de Autores).



Em “Se acreditares muito”, Sara Barradas (Alex) e Diogo Martins (Rupert) são um casal improvável, cuja felicidade é abalada por uma perda irreparável. Tudo começa num encontro no metro que fez despertar uma chama inabalável. Meses mais tarde já estão a discutir nomes de bebés, cores para o quarto da criança e formas de poupar dinheiro. Os sinais expectáveis de uma jovem família. Mas quando Alex entra em trabalho de parto, o impensável acontece e o mundo dos dois implode.

O que se segue é a luta de um casal para seguir em frente, para se manter unido e preservar a memória do filho. A narrativa de Cordelia O´Neil, pontuada por momentos de humor, leva-nos a mergulhar nas profundezas das emoções humanas e na extraordinária capacidade de acreditarmos no impossível, revelando-se uma experiência pungente e inspiradora.



Jesus, o homem que ninguém conhece



Figura primordial do cristianismo e uma das personalidades mais influentes da História, Jesus de Nazaré continua a inspirar fé, inquietação e debate, mais de dois mil anos depois da sua morte. Com base em décadas de investigação, António de Abreu Freire propõe uma leitura crítica dos textos do Novo Testamento, recorrendo a mais de 600 citações, e cruzando a narrativa bíblica com a investigação histórica, numa abordagem inovadora que questiona a narrativa construída ao longo dos séculos, sem nunca perder de vista o homem por detrás da lenda.

Este não é um tratado apologético nem um exercício devocional, nem tampouco uma investigação académica convencional. Em Jesus, o Cristo, o autor assume uma posição de independência intelectual, expondo com rigor as incongruências dos discursos religiosos mais difundidos, e desmontando cenários amplamente enraizados na cultura popular, num texto que desafia o leitor a revisitar a sua própria relação com a figura de Jesus e a tradição cristã.

«Impus-me a tarefa de procurar por Jesus, o Cristo, não por compromisso de justificar a fé, de corroborar a crença ou por dever de missão, mas por ter encontrado, pelas rotas e caminhos do mundo por onde andei, outros peregrinos como eu que partilham as mesmas dúvidas, esperanças e inquietações, os mesmos desejos e fascínios», escreve António de Abreu Freire, sublinhando a dimensão profundamente pessoal, mas igualmente universal, desta busca. Não obstante o número de obras já publicadas sobre Jesus, esta continua a ser uma das figuras mais enigmáticas da História. Esta biografia é um retrato honesto e independente, que permite conhecer o homem, o seu tempo e o seu legado.

Jesus, o Cristo – A biografia de um homem chega às livrarias a 19 de março.

Sobre o Autor

António de Abreu Freire nasceu na Murtosa, em 1943. Emigrou, estudou nas universidades de Lovaina, de Paris e Laval, no Québec, Canadá. É doutorado em Física e em Ciências Humanas. Professor universitário e investigador no Canadá, Brasil e Portugal, conferencista e navegador, publicou duas dezenas de livros nas áreas das ciências humanas e da divulgação científica, entre eles Ação e Palavra – Vida e obra do Padre António Vieira (Afrontamento, Porto, 2010); Padre António Vieira – Uma quase biografia (Academia Maranhense de Letras, São Luís, 2019); e O Advento do Quinto Império – Pelos 400 anos da canonização da Rainha Santa Isabel (MIL, Lisboa, 2025). Organizador dos Festivais Internacionais de poesia popular (FESTCORDEL) é ainda curador da exposição Portugueses pelo Oriente (UA, 2023) e guionista da série televisiva sobre o Padre António Vieira, A Pedra e a Palavra (São Luís/São Paulo, 2022).

Casino Estoril lança novo festival internacional de Poker em Maio



O Casino Estoril irá organizar, de 12 a 17 de maio, a primeira edição do Estoril Poker Fest no Salão Preto e Prata. Será um festival internacional de poker ao vivo que promete, durante uma semana, suscitar o interesse dos visitantes do Casino Estoril.

Com um extenso programa, o Estoril Poker Fest contará com um Main Event de 500€ e vários torneios paralelos, reunindo jogadores de diferentes países num ambiente, simultaneamente, competitivo e acolhedor.

Idealizado como um festival de poker de nova geração, o Estoril Poker Fest será em exclusivo no formato 6-Max, apreciado pelo seu ritmo dinâmico, bem como a diversas animações destinadas a enriquecer a experiência dos participantes fora das mesas. 

Organizado pelo Casino Estoril, o festival insere-se numa vontade de desenvolver eventos de poker ao vivo acessíveis, festivos e abertos a uma comunidade internacional.

Situado a poucos quilómetros de Lisboa, o Estoril é conhecido pelo seu casino histórico, pelas suas praias e pela sua atmosfera elegante, oferecendo o cenário ideal para acolher um evento desta dimensão.

O programa do Estoril Poker Fest já está disponível para consulta, com qualificações a arrancarem a 15 de março. Fique atento!

Mais informações disponíveis no site oficial do Casino Estoril em https://casino-estoril.pt/pt/estoril-poker-fest