sexta-feira, 30 de outubro de 2026

A VianaCon está a chegar!



Viana do Castelo recebe, de 6 a 8 de novembro, mais uma edição da VianaCon, um evento dedicado ao universo dos jogos de tabuleiro, que reúne torneios, workshops, demonstrações, apresentações de jogos e atividades para para todos os públicos. 

Depois de em 2025 termos recebido perto de 4000 visitantes, este ano preparamos um programa ainda mais apelativo: ao longo de três dias, a programação inclui torneios de vários títulos, como Magic: The Gathering, Yu-Gi-Oh!, Unmatched e Flesh and Blood, desafios de puzzles, sessões de RPG e workshops dedicados à criação e ilustração de jogos. O evento contará ainda com espaços dedicados aos mais novos, à experimentação de jogos e à apresentação de protótipos (v. abaixo).

A VianaCon continua a promover o convívio, a criatividade e a partilha de experiências, aproximando jogadores, famílias, criadores e todos os interessados em descobrir este hobbie. Trata-se de uma iniciativa da ArtMatriz - Associação Cultural e Artística com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.



Informações do evento
Datas: 6, 7 e 8 de novembro
Horários: sexta-feira, das 14h00 às 19h00; sábado, das 10h00 à 01h00; domingo, das 10h00 às 19h00
Local: Centro Cultural de Viana do Castelo

Júlio Machado Vaz e Manuel Sobrinho Simões enchem Teatro Rivoli para o lançamento de «Entre Nós»



O Teatro Rivoli, no Porto, recebeu o lançamento de Entre Nós, o livro que reúne Júlio Machado Vaz e Manuel Sobrinho Simões numa conversa sobre amizade, medicina, família e a sociedade portuguesa. Perante uma sala cheia no coração do Porto, os dois médicos revisitaram memórias e episódios de uma vida marcada por várias décadas de amizade A sessão contou ainda com a presença de Jorge Sobrado, vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, e figuras como Manuel Ferreira da Silva, presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves.

Entre Nós resulta de várias conversas entre os dois autores e percorre diferentes etapas dos seus percursos pessoais e profissionais, da infância aos anos de universidade e à experiência hospitalar. No palco do Teatro Rivoli abordaram temas como a saúde mental, as relações familiares, o envelhecimento e a desigualdade de género na investigação científica, cruzando memórias pessoais com reflexões sobre a sociedade portuense das últimas décadas. Publicado pela Contraponto Editores, este livro assume-se como o legado de dois dos maiores humanistas contemporâneos, que nos oferecem ainda uma leitura crítica, lúcida e fundamentada dos tempos que vivemos.

«Não pode existir discriminação, é impensável que doentes sejam “chutados” para o SNS, porque a sua patologia é crítica ou não rentável, como tantas que afligem sobretudo os mais velhos. Não tenho nada contra o lucro, mas ele não se pode sobrepor aos direitos dos cidadãos e às necessidades do país», afirma Júlio Machado Vaz.

«As mulheres são muito diferentes dos homens em tudo. E muito mais complexas. Hoje fala-se muito de menopausa, mas até aqui nunca foi suficientemente valorizada» elucida Manuel Sobrinho Simões.

Sobre os Autores

Júlio Machado Vaz (1949) nasceu no Porto. Médico psiquiatra, professor universitário e autor de quase vinte livros, colabora há várias décadas com a imprensa, a rádio e a televisão. De entre os livros que publicou, destaca-se Era uma Vez um Professor; na rádio, marcou gerações com O Sexo dos Anjos; e, na televisão, ninguém esquece Sexualidades. Depois dos êxitos O Amor É, em coautoria com Inês Meneses, À Escuta dos Amantes e Outonecer (lançado em Julho de 2025), Entre Nós é o seu quarto livro na Contraponto. 

Manuel Sobrinho Simões (1947) é médico, professor emérito da Universidade do Porto, especialista no diagnóstico e na investigação em cancro. É fundador do IPATIMUP, criado em 1989, e seu director deste então. Presidiu ao Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos, ao Conselho de Curadores da A3ES e, entre 1999 e 2001, à Sociedade Europeia de Patologia, tendo criado centros da Escola Europeia de Patologia em vários países. Foi eleito pelos seus pares, em 2015, o «Patologista mais influente do mundo». Entre outras distinções, recebeu o Prémio Bordalo (1996), o Prémio Seiva (2002), o Prémio Pessoa (2002), o Grande Prémio Ciência Viva (2016) e o Prémio Gago pelo Desenvolvimento da Ciência na Europa (2018). É administrador não executivo da Fundação Serralves e membro do Conselho Social da EAPN. Foi o primeiro protagonista da coleção A Última Lição, obra assinada por Luís Osório. 

Novo projeto do vocalista dos Hands on Approach lança novo single "Na cauda do tempo"



“Na Cauda do Tempo”, revisita a infância e a felicidade que tantas vezes encontramos nas memórias de um tempo em que a liberdade parecia não ter limites e as coisas mais simples eram suficientes para nos fazer felizes.

O novo single de AMOR MEDO, parte de uma reflexão sobre a passagem do tempo e sobre a forma como a vida adulta nos afasta, por vezes, da espontaneidade e da leveza com que vivemos os primeiros anos. Através de uma viagem pela memória, a canção recupera a essência de uma infância feita de descobertas, brincadeiras e pequenos momentos de felicidade, sem se prender à nostalgia, mas procurando reencontrar a liberdade de quem ainda não conhece os limites que o tempo e a vida acabam por impor.

“Neste tema procuro mergulhar na infância com a mesma liberdade da criança que nela habitou, sem complicar, sem avaliar, apenas observar, sentir e partilhar o que vejo nessa viagem mental no tempo”, explica Rui David Luís sobre a inspiração para a canção.

O processo de criação nasceu, também ele, de uma vontade de recuperar essa espontaneidade. “Sempre gostei de iniciar o processo de criação de uma canção da mesma forma que uma criança pega num lápis e de forma livre e espontânea começa a fazer rabiscos numa folha em branco. Penso que foi daí que surgiu a ideia de falar sobre a infância”, revela o músico.

Com um videoclip de abordagem orgânica, construído a partir de materiais caseiros, “Na Cauda do Tempo” prolonga a  simplicidade e a proximidade que atravessam a canção, acompanhando uma viagem pessoal às memórias de infância.

“Na Cauda do Tempo” integra o universo de AMOR MEDO, projeto a solo de Rui David Luís, conhecido do grande público enquanto mentor e vocalista dos Hands on Approach, no qual o artista explora novos territórios musicais e assume a língua portuguesa como ponto de partida para a escrita das suas canções. Num registo intimista e introspetivo, o projeto dá voz a emoções e experiências universais, cruzando a sensibilidade do cantautor com uma abordagem musical própria. Rui Sequeira, na guitarra, e Miguel Amorim, nas teclas, colaboram neste percurso.

O novo single antecipa “LILA”, o álbum de estreia de AMOR MEDO, que já se encontra disponível para Pré-venda, em formato físico, em CD e PEN, e que chega às plataformas digitais a 11 de novembro.



Sobre Rui David Luís A.K.A. AMOR MEDO
 
Rui David Luís nasceu em Setúbal (1977) e só aos 15 anos de idade estabeleceu uma ligação mais concreta e assídua com a música. Começando pelo canto e pela guitarra acústica, e mais tarde pela bateria e percursão, sempre numa abordagem autodidata. 

Em inícios de 1996, e após o seu ingresso na Universidade do Algarve, onde frequentou o primeiro ano do curso de Engenharia do Ambiente, é encontrado a tocar na praia por um locutor de rádio (Rui Santos, Antena 3) que o convida para uma atuação ao vivo no seu programa. Com alguns temas originais em carteira decide formar uma banda para o acompanhar no dito programa de rádio. Nascem assim os Hands On Approach, cuja carreira se estenderá por mais de 20 anos.

Em 2004 é convidado por Shahryar Mazgani a integrar um projeto que mais tarde ficaria conhecido por “Mazgani” , onde assume o papel de baterista. Em 2007, juntamente com Mazgani, grava e produz o álbum de estreia "Song of the New Heart".

Como produtor tem trabalhado com inúmeros nomes reconhecidos da música nacional portuguesa tais como: Mazgani "Song of the New Heart" (2007); Arsha "Será" (2008); Hands on Approach "High&Above" (2010); Santos & Pecadores "Energia" (2010); Darko “Borderline Personality Disorder” (2011); October Flight "The Closing Doors" (2012); Um Corpo Estranho "De Não Ter Tempo" (2014) e "Pulso" (2016); Claraboia "Letters" (2019); Cidadela "Fora de Escala" (2024), entre outras participações em variados projectos como músico e também como misturador e masterizador.

«A Beleza do Caminho» À descoberta dos lugares mais deslumbrantes do mundo



Há lugares que nos deixam sem palavras e outros que nos fazem olhar para o mundo de maneira diferente. No livro bilingue A Beleza do Caminho – The Wonder of Wandering, Gonçalo Cadilhe reúne fotografias das suas viagens pelos cinco continentes, acompanhadas de textos inspiradores, aforismos, reflexões e pensamentos incomuns sobre o ato de viajar. Com edição da Contraponto, em parceria com a Pinto Lopes Viagens, que assinala 50 anos de história, este livro celebra a beleza do mundo e a experiência de o percorrer.

Ao longo de décadas, Gonçalo Cadilhe espantou-se não só com os sítios deslumbrantes que visitou, mas também com as pessoas que conheceu e as experiências que estas viagens lhe proporcionaram. O autor atravessou o Kalahari à boleia, dormiu ao relento no Fish River Canyon e esteve a pouco passos de leões no Botsuana, entre muitas aventuras. Memórias extraordinárias que fazem parte de um percurso marcado pela curiosidade e pela vontade de conhecer o mundo para lá do cenário. Neste livro, o escritor-viajante partilha um arquivo fotográfico pessoal e inédito, acompanhado de palavras que revelam um olhar maduro e reflexivo sobre os lugares, as pessoas e as experiências que dão sentido a cada viagem.

Entre fotografias de paisagens marcantes, frases que convidam à contemplação e textos que aprofundam a experiência de viajar, A Beleza do Caminho – The Wonder of Wandering propõe uma forma diferente de descobrir o mundo.

Pensado para ser folheado sem pressa, aberto ao acaso e revisitado ao longo do tempo, este livro combina uma edição cuidada, em formato de coffee table book, com fotografias e palavras que convidam à descoberta. Um livro para ter na sala de estar, para partilhar e para oferecer a quem viaja, a quem sonha partir ou a quem encontra nas imagens e nas palavras uma forma de explorar o mundo sem sair de casa.

A Beleza do Caminho – The Wonder of Wandering já se nas livrarias.

Sobre o Autor

Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz, em 1968, onde continua a residir com a mulher e o filho. É escritor, documentarista, fotógrafo e autor de viagens de grupo. Iniciou a atividade profissional em 1992, o mesmo ano em que se licenciou em Gestão de Empresas pela Universidade Católica do Porto. Tem quinze livros publicados. Viagens, biografias históricas, surf e encontros de vida são os seus temas de eleição. Entre os vários títulos, destacam-se Planisfério Pessoal e África Acima já reeditados pela Contraponto, Nos Passos de Magalhães e Nos Passos de Santo António e Passagem para o Horizonte. É autor de vários documentários de viagem para a RTP. 

Menos scroll, mais olhar: A FUJIFILM X/GFX lança campanha que convida a redescobrir o mundo através da fotografia



Num quotidiano marcado pelo ritmo acelerado e pelo tempo passado em frente aos ecrãs, a FUJIFILM convida a abrandar, levantar o olhar e redescobrir o mundo através da fotografia. É este o ponto de partida de «Look up and take it in», a campanha desenvolvida para a Europa, que chegou a Portugal a 28 de outubro, com presença nas redes sociais e em publicidade exterior, incluindo mupis de rua e estações de metro do Porto e de Lisboa, até ao final de novembro.

Mais do que promover câmaras, a campanha procura dar à fotografia um lugar mais significativo na vida das pessoas. A estratégia afasta-se de uma comunicação centrada nas especificações técnicas para construir uma ligação emocional com quem fotografa ou deseja começar: reforçar a confiança na marca, reconhecer as aspirações de quem encontra na fotografia uma forma de expressão e despertar o desejo de explorar um olhar próprio.

Da perfeição técnica à liberdade de expressão
Para quem está a começar ou quer desenvolver a sua linguagem visual, a complexidade técnica e a pressão para conseguir a imagem perfeita podem tornar a fotografia menos acessível. Com esta campanha, a FUJIFILM procura contrariar essa perceção, incentivando os entusiastas a experimentar, explorar e fotografar sem a pressão de regras rígidas sobre o que está certo ou errado.

O foco passa, assim, para a experiência de quem fotografa: aquilo que observa, sente e deseja transmitir. A fotografia surge como uma forma de descoberta e expressão pessoal, acessível a quem quer explorar a criatividade e desenvolver um olhar próprio, independentemente do seu nível de experiência.

Olhar para cima. Estar presente. Transformar emoções em imagens
O conceito «Look up and take it in» propõe uma mudança de atitude perante o quotidiano. «Look up» convida a interromper o automatismo do dia a dia e a prestar atenção ao mundo à nossa volta. «And take it in» acrescenta uma dimensão mais profunda: não basta olhar, é preciso absorver o momento, envolver-se com ele e encontrar uma forma pessoal de o registar.

Esta filosofia encontra expressão no design e na experiência de utilização das câmaras FUJIFILM. Os controlos físicos, a experiência tátil e a escolha do enquadramento convidam a fotografar com intenção. Nas câmaras da Série X, as Simulações de Filme permitem explorar diferentes interpretações da cor e da atmosfera das imagens, estabelecendo uma ligação entre a herança analógica e a fotografia digital. No sistema GFX, o grande formato acrescenta profundidade e riqueza à imagem. Duas propostas que convergem no mesmo propósito: dar a cada pessoa liberdade para transformar a sua forma de ver e sentir em fotografias.

Apesar das suas diferenças, ambos os sistemas refletem a mesma ideia: a tecnologia deve estar ao serviço da visão de quem fotografa, dando-lhe liberdade para explorar e expressar a sua perspetiva do mundo.

Uma campanha europeia com presença nas cidades portuguesas
Em Portugal, «Look up and take it in» será divulgada através das redes sociais e de publicidade exterior, com presença em mupis de rua e no metro do Porto e de Lisboa. A campanha prolonga-se até ao final de novembro, levando aos espaços do quotidiano um convite simples: levantar o olhar, prestar atenção ao que nos rodeia e descobrir na fotografia uma forma de estar mais presente.

Com esta iniciativa, a FUJIFILM X/GFX coloca as pessoas e a sua relação com o mundo no centro da comunicação, procurando inspirar não apenas aquilo que uma câmara permite fotografar, mas também a forma como cada pessoa vê, sente e interpreta o que a rodeia.

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

No Forum Montijo vai encontrar 14 mulheres que provam que a beleza não tem idade



A beleza nunca se mediu pelo tempo e há histórias que não devem ficar por contar. Por isso, de 29 de outubro a 12 de novembro, o Forum Montijo recebe a exposição fotográfica “A Beleza Não Tem Idade”, uma iniciativa que celebra a individualidade, a autoestima e a beleza de 14 mulheres residentes no Lar Montepio, da União Mutualista Nossa Senhora da Conceição (UMNSC).

Instalada na Praça do Moinho, a exposição pode ser visitada gratuitamente e convida os visitantes a descobrir os rostos e as histórias destas mulheres, desafiando estereótipos associados ao envelhecimento e mostrando que a idade não apaga a identidade, a beleza ou a vontade de continuar a ser protagonista da própria história.

Este projeto nasce de uma parceria entre o Lar Montepio, da UMNSC, e o Laboratório de Som.nhos, contando com o trabalho da equipa da Susana Brilhante Fotografia. Mais do que uma sessão fotográfica, a experiência foi pensada para dar voz à personalidade de cada uma das protagonistas: cada mulher escolheu a roupa com que mais se identificava, foi maquilhada e penteada e teve a oportunidade de se apresentar diante da câmara à sua maneira.

O resultado é uma coleção de retratos que celebra a beleza sem fórmulas ou limites de idade, dando visibilidade a 14 mulheres com percursos, experiências e histórias únicas. Para além de sensibilizar a comunidade para uma visão mais positiva e humanizada do envelhecimento, a iniciativa proporcionou às participantes um momento de valorização pessoal e de reencontro com a própria imagem.

“No Forum Montijo, acreditamos que os espaços comerciais também têm um papel importante na comunidade, criando oportunidades para dar visibilidade a histórias que merecem ser contadas e a causas que nos aproximam enquanto sociedade. É com muito orgulho que recebemos a exposição ‘A Beleza Não Tem Idade’, que nos recorda que a beleza não se define pela idade, mas pela individualidade, pelas experiências e por tudo aquilo que torna cada um de nós, uma pessoa única”, afirma Miguel Ramos, Territory Director do Forum Montijo.

Com esta iniciativa, o Forum Montijo, entidade gerida pela Nhood, promove mais um momento de partilha junto da comunidade, refletindo os seus valores core como representatividade, inclusão e cultura.

Nem as joias da Coroa escaparam ao terramoto de 1755



Quando Lisboa foi atingida pelo terramoto de 1755, nem o Tesouro da Coroa portuguesa escapou à destruição. Entre os edifícios que ruíram e as inúmeras perdas provocadas pela catástrofe, desapareceu também uma parte significativa do património régio. Mas o que aconteceu aos objetos preciosos da família real depois daquele dia? Mais de 270 anos depois, o Museu Tesouro Real recupera esta história menos conhecida e convida o público a descobrir como a monarquia reconstruiu e voltou a enriquecer o seu tesouro.

A viagem começa precisamente a 1 de novembro, com a visita especial “Terramoto de Lisboa e o Tesouro Real”. Depois da catástrofe, D. José I transferiu a residência régia para a Ajuda e deu início a uma nova etapa na história do património da Coroa. Entre as joias expostas no terceiro núcleo do Museu e a Baixela Germain, no décimo, o percurso revela como o Tesouro Real se transformou após um dos acontecimentos mais marcantes da história de Lisboa e como algumas das peças que hoje podemos admirar ajudam a contar essa reconstrução.

Mas nem todos os tesouros da realeza tinham grandes dimensões. Alguns cabiam na palma da mão e, apesar do tamanho, diziam muito sobre quem os possuía. É este o ponto de partida de “Tesouros de Bolso”, uma palestra com visita marcada para 7 de novembro, que transporta os participantes até à Paris do século XVIII, onde pequenas caixas para rapé, estojos e outros objetos de luxo eram muito mais do que simples acessórios. Revelavam gostos, modas, estatuto social e até relações diplomáticas.



Conduzida por André Afonso, a sessão parte da caixa para rapé de D. José I, uma das peças emblemáticas do Museu, para explorar o universo dos objetos preciosos que circulavam entre as elites europeias. Pelo caminho, surgem técnicas de ourivesaria, esmaltes pintados e nomes como Jean Ducrollay, Fabergé ou Cartier, numa viagem que cruza peças do Tesouro Real com referências à Coleção Gulbenkian e a outras coleções internacionais. Uma oportunidade para perceber como alguns dos códigos do luxo que hoje conhecemos começaram a ganhar forma há vários séculos.

E porque um museu também pode ser descoberto depois de anoitecer, novembro reserva uma experiência fora do horário habitual. No dia 28, a “Noite Branca” abre as portas do Tesouro Real para uma visita noturna à coleção, seguida de um concerto do Carreiro-Williams Guitar Duo. Formado pelos guitarristas José Carlos Carreiro e Torrin Williams, o duo apresenta um espetáculo de música de câmara que transforma a visita ao Museu numa experiência diferente, entre peças históricas e música ao vivo.

O mês termina já com o espírito natalício. A 29 de novembro, a oficina “Joias para a árvore de Natal” convida as famílias a descobrir como era celebrado o Natal na corte portuguesa. Havia árvore de Natal? Quem a decorava? E como chegou esta tradição à família real? As respostas passam por D. Fernando II, que decorava a árvore com os filhos na véspera de Natal. Depois de conhecerem esta história e visitarem a coleção, crianças e adultos podem criar as suas próprias joias para decorar a sua própria árvore.

Ao longo do mês, mantêm-se também as visitas orientadas regulares à coleção permanente, em português e inglês, com diferentes datas e horários. Sob gestão da Associação Turismo de Lisboa, o Museu Tesouro Real encontra-se aberto diariamente, entre as 10h00 e as 19h00, com última entrada às 18h00.

5120 suspeitos, 8 pistas e 1 assassino: consegue resolver «O Caso Noronha»?



E se, em vez de acompanhar uma investigação, fosse o leitor a ter de resolver o crime? Em O Caso Noronha, o investigador criminal José Falcão propõe um desafio de lógica e dedução em que há 5120 suspeitos, 8 pistas e apenas uma identidade a descobrir. Não basta folhear as páginas: é preciso cruzar informações, analisar os indícios e eliminar, um a um, todos os nomes que não correspondem ao perfil do assassino. O objetivo é simples, mas nada fácil: resolver o caso antes que este seja encerrado.

Henrique Noronha passou décadas a reunir uma das coleções de arte mais cobiçadas da Europa. Na noite em que decide apresentá-la ao mundo, o magnata é encontrado morto no gabinete privado do palácio que acolhe a sua fundação. Ao mesmo tempo, desaparece a peça mais valiosa da exposição: uma estatueta renascentista avaliada em centenas de milhões de euros. Mais de cinco mil convidados estiveram presentes na inauguração, mas quem teria motivos para cometer o crime? A polícia reuniu pistas cruciais. Cabe agora ao leitor descobrir o que escondem.

Cada pista é uma peça de um puzzle que exige atenção ao detalhe, raciocínio dedutivo e capacidade de cruzar informações. À medida que os suspeitos são eliminados, o círculo aperta-se até restar uma única identidade. Não há pistas falsas nem segredos escondidos, toda a informação necessária para resolver o mistério está nas páginas do livro.

Num quotidiano dominado pelos ecrãs, este desafio é também um convite ao leitor a desligar-se do digital e a dedicar tempo a um passatempo que estimula a concentração e a lógica. Uma experiência pensada para quem gosta de enigmas, histórias de crime e desafios mentais e para todos os que querem descobrir se têm o instinto de um verdadeiro detetive.

O Caso Noronha estará disponível nas livrarias a partir de hoje.

Sobre o Autor

José Falcão é o pseudónimo de um antigo investigador criminal português. Observador minucioso, vive obcecado por decifrar as facetas do comportamento humano e testar os limites da dedução. Apaixonado por enigmas e puzzles criminais interativos, decidiu criar o seu próprio desafio: um livro desenhado não só para testar a mente dos leitores, mas também para proporcionar o momento perfeito de detox digital. 

AP Eva Senses abre as portas da cozinha ao som da música clássica com “Sinfonia na Cozinha”



O AP Eva Senses realizou, no passado dia 26 de outubro, o evento privado “Sinfonia na Cozinha”, uma experiência que conjugou a gastronomia de autor com a música clássica ao vivo. Dirigida a empresas e instituições de referência da cidade de Faro, a iniciativa decorreu a partir das 18h30 e teve como ponto alto a abertura da cozinha do hotel aos convidados.

A receção decorreu no hall do hotel, junto à entrada do Adão Bistro Bar, conceito de inspiração portuguesa criado pelo Chef Alberto Carvalho, com música de vibrafone interpretada por Vasco Ramalho, da Orquestra do Algarve. Os convidados foram recebidos com uma bebida de boas-vindas, que incluiu vinhos selecionados da Quinta de São Sebastião, propriedade do grupo AP Hotels & Resorts.

Seguiu-se a visita ao 5.º piso, onde se situam o restaurante Harune, o Senses Bar e o Chef’s Table, espaços que integram a oferta gastronómica do hotel, assinada pelo Chef Alberto Carvalho. A entrada fez-se pelo Chef’s Table, sala exclusiva com vista privilegiada sobre a Ria Formosa, dedicada a jantares privados, para grupos de 6 a 12 pessoas, com menus de degustação e harmonização de vinhos.

A experiência central da noite decorreu no corredor de acesso à cozinha, onde foi servida uma seleção de canapés confecionados em tempo real, distribuídos por três estações: xarém de mariscos e alheira com dióspiro; bochecha em vinho tinto com puré trufado e peixe-galo com arroz de limão; cremoso de bacalhau com espinafres e broa e magret de pato com batata-doce e laranja.

A ambiência, marcada por luz baixa, tons quentes e velas, foi acompanhada por um dueto de violino e violoncelo, interpretado por Alma Ramirez e Carolina Correia, também da Orquestra do Algarve, que atuaram com a farda de cozinheiro, numa alusão à ligação entre as duas artes.

O percurso terminou no restaurante Harune, onde o pianista residente, Fernando Newton, recebeu os convidados. Neste espaço, com vista panorâmica sobre a Marina de Faro, o Chef Alberto Carvalho apresentou as propostas do Harune e do Adão Bistro Bar e os menus festivos do hotel para o Natal e o Ano Novo.

"O Quebra-Nozes” no gelo no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no dia 16 de novembro, às 19 horas "O Quebra-Nozes” no gelo, um espectáculo natalício para adultos e crianças da Alpha Music e a Agenda Production Berlin. Com uma fascinante combinação de artes circenses, patinagem artística e ballet clássico, interpretada pelo Wiener Stadtballett, este espectáculo é baseado no conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos" de E. T. A. Hoffmann. Música: Pyotr Tchaikovsky, Libreto: Marius Petipa.

"O Quebra-Nozes” no gelo é um conto de fadas festivo para toda a família que combina o ballet no gelo com as artes circenses de tirar o fôlego, apresentadas por artistas circenses de Cuba e do México, cativará o público de todas as idades.

Um elenco de artistas consagrados de Cuba e do México – vencedores de inúmeros festivais internacionais de circo, incluindo os de Monte Carlo, Paris, Latina (Itália), Girona (Espanha) e Zhuhai Hengqin Chimelong (China) – apresentam um espectáculo acrobático cativante para o público. 

Após um sucesso estrondoso na Alemanha, Espanha, Holanda, Bélgica, França, Áustria, Itália, Suíça e Liechtenstein, “O Quebra-Nozes” no gelo chega a Portugal com um espectáculo único no Casino Estoril. 

O público poderá acompanhar surpreendentes performances de patinadores artísticos, acrobatas circenses sobre patins, ginastas, ciclistas, malabaristas e equilibristas, tudo realizado sem equipamentos de segurança. Estarão em destaque mais de 300 figurinos e um imponente cenário multimédia com painéis de LED que proporcionam um espectáculo grandioso e elegante.

No conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos", em véspera de Natal, Marie recebe um quebra-nozes e uma figura mágica dançante do misterioso tio Drosselmeyer. A casa enche-se de luzes cintilantes e de aromas de pinheiro e de canela. Marie adormece sob a árvore com o quebra-nozes na mão e é transportada para um sonho de conto de fadas: a árvore cresce até ao céu, os relógios param e os brinquedos ganham vida, transformando-se em personagens de uma história mágica...

O espectáculo realiza-se em gelo artificial, um material ecológico que não necessita de ser congelado. Serão utilizadas novas tecnologias de gelo artificial.