segunda-feira, 27 de abril de 2026

O equilíbrio perfeito do novo OPPO Reno15 Pro 5G



O mercado dos smartphones atingiu um ponto de maturação onde, muitas vezes, as atualizações anuais parecem meros incrementos de software. No entanto, de tempos a tempos, surge um dispositivo que nos obriga a olhar duas vezes. O OPPO Reno15 Pro 5G é precisamente esse dispositivo. Lançado com a promessa de unir a portabilidade extrema a uma autonomia de elite, este modelo não quer ser apenas mais um na gama média-alta, quer definir o novo padrão para o que um "flagship compacto" deve ser em 2026.



Design e Ergonomia: A Revolução do Tamanho Certo
A primeira coisa que notamos ao segurar o Reno15 Pro é o quão refrescante é a sua ergonomia. Num mundo dominado por ecrãs que ultrapassam as 6,7 polegadas, a OPPO tomou a decisão audaz de apostar num painel AMOLED de 6,32 polegadas. Esta escolha não é um retrocesso, mas sim uma otimização. O ecrã, com resolução 1.5K, oferece uma densidade de píxeis soberba, tornando as cores vibrantes e os pretos profundos. Com uma taxa de atualização de 120Hz e um brilho de pico que atinge os 3600 nits, a visibilidade é impecável, mesmo quando estamos a tentar ler uma mensagem sob a luz direta do meio-dia. Além disso, a certificação IP69 confere-lhe uma durabilidade acima da média, protegendo-o contra imersões e jatos de água quentes.

Fotografia: Mais do que Apenas Megapíxeis
Se o design atrai pelo conforto, o sistema de câmaras convence pela performance. O sensor principal de 200 MP com Estabilização Ótica (OIS) é o protagonista, entregando imagens com um alcance dinâmico impressionante e uma nitidez que sobrevive a cortes generosos na edição. Mas o que realmente separa o Reno15 Pro da concorrência é a consistência.

Ao contrário de outras marcas que sacrificam as lentes secundárias, a OPPO equipou este modelo com uma ultra-grande angular de 50 MP e uma teleobjetiva também de 50 MP (zoom ótico de 3.5x). Isto significa que, quer esteja a fotografar uma paisagem vasta ou um detalhe distante, a fidelidade de cor e o detalhe permanecem constantes. Para os entusiastas de vídeo e redes sociais, a câmara frontal de 50 MP com suporte para 4K a 60fps garante que as vlogs e videochamadas tenham uma qualidade profissional, raramente vista nesta categoria.



Performance e a "Magia" da Bateria
No interior, o processador MediaTek Dimensity 8450 lida com todas as tarefas sem esforço. Desde sessões intensas de gaming em títulos exigentes até à edição de vídeo em tempo real, o Reno15 Pro mantém-se fresco e responsivo. Este desempenho é complementado pelo ColorOS 16, que integra ferramentas de Inteligência Artificial generativa para remoção de objetos em fotos, tradução em tempo real e uma gestão de bateria ultra-eficiente.

Por falar em bateria, este é talvez o ponto mais impressionante do equipamento. É difícil compreender como a engenharia da OPPO conseguiu comprimir uma célula de 6200 mAh num corpo tão esguio. Na prática, isto traduz-se em dois dias de uso moderado sem grandes preocupações. E quando chega a hora de carregar, o sistema 80W SUPERVOOC faz o seu trabalho em cerca de meia hora, permitindo ainda a conveniência do carregamento sem fios de 50W.

Veredito Final
O OPPO Reno15 Pro 5G é um testemunho de que não precisamos de telefones gigantes para ter tecnologia de ponta. Ele resolve o problema da autonomia, entrega um dos conjuntos de câmaras mais equilibrados do ano e mantém um formato que realmente cabe no bolso e na mão. Se procura um equipamento que não comprometa em nada, mas que respeite a ergonomia, este é, sem dúvida, o modelo a bater em 2026.

Mizzy Miles vence categoria de "Melhor Álbum do Ano" nos Prémios Play



O artista Mizzy Miles foi distinguido com o prémio de Melhor Álbum do Ano nos Play - Prémios da Música Portuguesa, com o projeto "Fim do Nada", lançado em janeiro de 2025 e que já obteve o Galardão de Disco de Platina. Mizzy Miles vê assim reforçado o seu papel como uma das atuais figuras centrais da música nacional.

O disco "Fim do Nada" afirmou-se como um dos projetos mais marcantes da nova geração, reunindo artistas, sonoridades e visões distintas num trabalho que espelha a diversidade e evolução da cultura urbana.

Com este reconhecimento, Mizzy Miles consolida, ainda mais, o seu percurso enquanto artista, assumindo um papel determinante na construção de uma identidade contemporânea da música urbana.

Este reconhecimento surge após um momento marcante na carreira do artista, com a realização do espetáculo "Mizzy Miles & Friends" no Sagres Campo Pequeno, em fevereiro passado, onde celebrou ao vivo o seu percurso e a ligação à cultura que representa, em conjunto com alguns dos artistas mais relevantes da música portuguesa e brasileira.

Para os próximos meses, o artista promete novos lançamentos e colaborações, dando seguimento a um percurso ímpar que continuará, certamente, a moldar o panorama musical.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

As primeiras coisas, o início e a memória



Aquando da divulgação de Os Últimos Dias de Roger e Outros Finais em Portugal, há três anos, a pergunta de um jornalista deixou Geoff Dyer a pensar, e a situação repetiu-se em Itália: o que queriam saber era se, depois de um livro sobre finais, o escritor britânico estaria a preparar um sobre começos. A resposta surge agora, com um livro de género único – como é apanágio do autor – em que Dyer percorre as suas mais antigas memórias, numa altura em que prepara o regresso a terras lusas, onde vai participar, já em maio, no Festival 5L, em Lisboa. Inícios que também marcam a estreia da dupla de tradução em Portugal, Bruno Vieira Amaral e Susana Almeida, com a chegada de Trabalho de Casa às livrarias a 7 de maio.

Com humor, ironia e inteligência, Geoff Dyer, filho único de uma cozinheira e um operário, nascido num mundo moldado ainda pelo rasto da Grande Depressão e da II Guerra Mundial, relata as suas memórias de início de vida, compondo um retrato de conjunto das mudanças sociais das décadas de 1960 e 1970, em particular, da classe trabalhadora britânica. Recua à primária e à secundária, ao percurso escolar que o levou a Oxford, e, longe de nos dar uma história de dificuldades, revela e celebra as oportunidades conquistadas no pós-guerra das quais beneficiou. E nunca perde o seu estilo cómico (por vezes, hilariante) e erudito, profundo e vivo: os costumes, a família, as casas, os lugares, as brincadeiras, a escola, os desportos, os pequenos interesses amorosos e a génese dos seus grandes e muito variados interesses, que mais tarde viria a desenvolver na escrita. Mostra, em suma, como se começa a viver e como se podem aproveitar as grandes transformações do mundo.

Sobre o Autor

Geoff Dyer nasceu em Cheltenham, Inglaterra, em 1958. Fez o ensino secundário na sua cidade e os estudos superiores em Oxford. É autor de vários romances e um dos mais originais escritores de não-ficção contemporâneos: um estudo crítico sobre John Berger, várias coletâneas de ensaios e mais de meia dúzia de títulos de género indefinível sobre jazz, fotografia, cinema, literatura, viagem. Foi distinguido com numerosos prémios – Somerset Maugham, John Llewllyn Rhys Memorial Prize, National Books Critics Circle Award, E.M. Foster Award; Escritor do Ano pela revista GQ (2009), Windham Campbell Prize, na categoria de Não-Ficção e o Bollinger Everyman Wodehouse Prize. É bolseiro honorário do Corpus Christi College, Oxford, e membro da American Academy of Arts and Sciences. As suas obras estão traduzidas em 26 idiomas. A Quetzal tem vindo a publicar as suas obras: Yoga Para Pessoas Que Não Estão Para Fazer Yoga (em duas edições, em 2013 e 2019); Mas é Bonito (2014), Areias Brancas (2018), Os Últimos Dias de Roger Federer e Outros Finais (2023) e Trabalho de Casa (maio de 2026). Depois de dez anos como Escritor Residente na University of Southern California em Los Angeles, Geoff Dyer voltou a viver em Londres.

Kehlani lança o muito aguardado álbum homónimo



A potência do R&B e vencedora de dois GRAMMY®, Kehlani, lança hoje o seu muito aguardado quinto álbum de estúdio, KEHLANI.

Um álbum homónimo é frequentemente a declaração mais pessoal de um artista, e KEHLANI não é exceção. O projeto capta-a no seu estado mais honesto, misturando narrativas que expõem a alma com o som exuberante e que mistura géneros, o que a tornou numa das vozes mais influentes do R&B moderno.

O álbum foi sustentado por um trio de singles marcantes, começando com “Folded,” um hino de sucesso que se tornou num dos registos de R&B mais importantes da década. “Folded” conquistou um reconhecimento notável em prémios, incluindo 2x vitórias no GRAMMY® para Melhor Canção de R&B e Melhor Performance de R&B, um iHeartRadio Music Award para Canção R&B do Ano (onde fez a sua estreia em atuações em cerimónias de prémios), nomeações para os NAACP Image Awards e três nomeações para os American Music Awards, incluindo Canção do Ano. A canção ultrapassou 800 milhões de streams globais, atingiu o pico no nº 6 da tabela Billboard Hot 100 e passou 43 semanas no chart. O “Folded Homage Pack” expandiu a sua pegada cultural com reinterpretações de ícones do R&B, incluindo Toni Braxton, Brandy, JoJo, Mario, Ne-Yo e Tank.

O ímpeto continuou com “Out The Window,” que destacou ainda mais a transparência emocional e a direção sonora de Kehlani. Mais recentemente, Kehlani lançou “Back and Forth” com Missy Elliott. A faixa combina a vulnerabilidade característica de Kehlani com a inovação e energia inconfundíveis de Missy Elliott, servindo como a última amostra antes do lançamento do álbum.

Kehlani celebra um ano marcante de impacto cultural, incluindo uma aparição surpresa durante a atuação de Giveon no palco principal do Coachella, para além da sua performance a solo no Revolve Festival.



Com mais de 20 certificações RIAA, mais de 5 mil milhões de streams globais e o estatuto de compositora e artista com 7x nomeações para o GRAMMY®, Kehlani continua a consolidar o seu lugar como uma das vozes mais essenciais do R&B contemporâneo. Este ano, foi também homenageada na Gala de Prémios “Give Her FlowHERS” do Femme It Forward 2025, recebendo o Prémio Alchemist, e reconhecida como Homenageada Mulheres Por Detrás da Música da ASCAP. Kehlani será também homenageada com o Prémio Impacto no próximo Billboard Women in Music, onde fará uma atuação especial em celebração da sua influência na música e na cultura.



A artista apresenta-se ao vivo na edição deste ano do Afro Nation Portugal.

Anatomia da Melancolia é próximo título da nova coleção da Quetzal



Publicado pela primeira vez no Reino Unido em 1621, Anatomia da Melancolia, de Robert Burton, é um clássico intemporal, um trabalho de filosofia e medicina, de literatura e autoajuda, de amor e de ironia. Um livro interminável, com 1500 páginas, que chega à nova coleção da Quetzal, A Biblioteca de Alexandria, numa edição condensada e acessível de uma obra monumental e nunca concluída que marcou toda a cultura europeia.

Imaginado para explicar e dar conta de todas as emoções e pensamentos humanos, Anatomia da Melancolia é o livro de todos os livros sobre a natureza da melancolia e sobre toda a literatura do género, não tivesse Robert Burton assumido a missão de reunir toda a informação sobre o tema disponível na Biblioteca de Oxford, no séc. XVII: o que é a melancolia, todos os seus tipos, causas, sintomas, diagnósticos e diversas curas.

Seja com origem em males de amor, inquietações religiosas, luto ou perda, doença ou ameaça de depressão, a informação recolhida em Anatomia da Melancolia é uma viagem pela condição humana que influenciou autores como Jorge Luis Borges, Laurence Sterne, Samuel Johnson, Keats, Beckett, Virginia Woolf ou Nick Cave.

Sobre o Autor

Robert Burton nasceu em 1577 no seio de uma família abastada da nobreza rural. Foi um erudito que estudou e trabalhou durante a maior parte de sua vida no Christ Church College, em Oxford. Nunca casou, raramente viajava a não ser com mapas ou pelas descrições dos outros, teve uma vida sedentária, solitária e discreta – e escreveu poemas em latim e duas peças de teatro (de que só conhecemos uma sátira). Confinado ao seu gabinete de trabalho na biblioteca da universidade, dedicou-se à sua grande obsessão: este livro, publicado em 1621, e no qual continuou a trabalhar durante duas décadas, não para o corrigir ou alterar, mas para o aumentar ao longo das cinco edições que teve em vida. Só a morte, em 1640, o impediu de continuar.

"Notas de Loucos” de Dmitry Krymov no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 29 de abril, pelas 20 horas, a peça “Notas de Loucos”. Trata-se de uma nova produção de Dmitry Krymov que será protagonizada pelos actores Chulpan Khamatova e Maxim Sukhanov. 

“Notas de Loucos” é a primeira produção, em russo, do director e cenógrafo Dmitry Krymov. A peça foi encenada no exílio com os dois populares actores Chulpan Khamatova e Maxim Sukhanov. A conceituada dupla que actuou no filme "País dos Surdos", de Valery Todorovsky, há quase 30 anos, partilha, agora, o palco pela primeira vez.

As produções de Dmitri Krymov distinguem-se pela sua linguagem criativa, numa fusão de estilos e géneros. Neste novo trabalho, Dmitri Krymov baseou-se num texto próprio - uma história fantasmagórica sobre pessoas perdidas no espaço e no tempo. 

Os protagonistas de "Notas de Loucos" são duas pessoas que se deparam com novas circunstâncias nas suas vidas. Contra a vontade de ambos, o conforto é, agora, coisa do passado. Por isso, precisam encontrar o seu lugar no estrangeiro e seguir um novo rumo na vida.

A peça “Notas de Loucos” é um um projeto europeu criado com o auxílio da fundação britânica "WE EXIST!"

AMC CRIME estreia minissérie documental "Massacre em Pike County"



Amanhã, 25 de abril, pelas 15h00, o AMC CRIME estreia em exclusivo “Massacre em Pike County”, uma minissérie documental de três episódios sobre os meandros da maior investigação de homicídio na história do estado de Ohio, nos Estados Unidos.

Em 2016, Ohio foi o palco do assassinato de oito membros da mesma família, brutalmente executados em quatro localizações diferentes, numa única noite, por outra família que consideravam amiga, no âmbito de um crime que chocou o mundo.

Este caso, descrito como o crime mais hediondo da história moderna de Ohio, expôs um lado obscuro de violência, colocando família contra família, mãe contra filho, irmão contra irmão, numa tragédia repleta de mentiras, segredos e traições.

Os tiroteios de abril de 2016, numa zona perto de Piketon, aterrorizaram os moradores daquela região rural de Ohio e, inicialmente, suscitaram especulações sobre o envolvimento de cartéis de drogas. A investigação e o processo judicial que se seguiram e que custaram milhões de dólares, estão entre os mais extensos do estado.

As vítimas foram Christopher Rhoden Sr., de 40 anos, a sua ex-mulher, Dana Rhoden, de 37 anos; os seus três filhos, Clarence “Frankie” Rhoden, de 20 anos, Hanna Rhoden, de 19 anos, e Christopher Rhoden Jr., de 16 anos; Hannah Gilley, de 20 anos, que era noiva de Clarence Rhoden; o irmão de Christopher Rhoden Sr., Kenneth Rhoden, de 44 anos; e um primo, Gary Rhoden, de 38 anos.

“Cada geração tem os seus próprios indivíduos que podem comprovar a profundidade da depravação da natureza humana e foi isso que este caso fez”, referiu o juiz antes de proferir as sentenças num tribunal de Waverly, a cerca de 130 quilómetros a sul de Columbus. “Ele demonstrou a depravação sem limites de pessoas que não têm respeito pelos outros, apenas pensam em seus próprios interesses”, acrescentou.

“MASSACRE EM PIKE COUNTY” 
Data de estreia: Sábado, 25
Horário: 15h00
Título Original: THE PIKE COUNTY MURDERS: A FAMILY MASSACRE
Ano de Produção: 2023
Nº de capítulos / Duração: 3 x 60’

Noite de humor com Carlos Vidal no Auditório do Casino Estoril



Carlos Vidal apresenta-se, no dia 10 de julho, pelas 22 horas, no Auditório do Casino Estoril. O jovem humorista sobe ao palco para protagonizar um espectáculo verdadeiramente hilariante. 

Naquela que será uma das últimas apresentações do seu mais recente solo de stand-up comedy, Carlos Vidal disseca a normalidade e exalta o absurdo do lado clínico e humano, que todo o médico também é.



Carlos Vidal, natural de Albergaria-a-Velha, é médico, humorista e músico, tudo baralhado e sem uma ordem específica. Venceu a rubrica "Speed Battle" do programa “5 Para a Meia-Noite” da RTP1 e organiza o "Risorius - Festival de Humor e Arte de Albergaria-a-Velha". 

Foi orador convidado na TEDx Youth Aveiro, com uma talk intitulada “Bolsa de Valores”, na qual abordou temas sensíveis, sempre com uma seriedade mascarada. Actuou um pouco por todo o país, inclusivamente no palco Comédia do NOS Alive, e a sua tese de Mestrado em Medicina fala sobre os "Benefícios Terapêuticos do Humor". 

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Maratonas Fotográficas FNAC celebram os 200 anos de fotografia



Em 2026, a FNAC assinala os 200 anos da fotografia com uma nova edição das Maratonas Fotográficas FNAC, uma iniciativa que percorre todo o país e a ilha da Madeira e convida participantes de todas as idades a sair à rua, olhar com atenção e fotografar o mundo à sua volta.
 
Sob o mote “200 anos de fotografia. A mesma paixão desde o início!”, esta edição especial cruza passado e futuro, num tempo em que o analógico e o digital coexistem, mas em que o mais importante continua a ser o mesmo: o olhar de quem fotografa. Uma visão que está na origem da própria FNAC, fundada em 1954 por André Essel e Max Théret, dois apaixonados pela fotografia, e que continua a guiar o compromisso da marca com a democratização do acesso à cultura e à criação artística.
 
Num momento de profunda transformação da fotografia, este projeto desafia os participantes a explorar cinco subtemas — Luz Primeira, Retratos do Século, Ruas em Movimento, Memórias em Papel e Pixels & Futuros — e a experimentar diferentes formas de ver e interpretar o mundo: desde a essência da luz e do retrato humano à vida nas ruas, passando pela memória impressa à imagem digital em constante evolução. Mais do que uma competição, as Maratonas Fotográficas FNAC são um convite a observar, interpretar e a descobrir novas formas de ver o mundo. Um exercício de atenção, criatividade e liberdade, aberto a todos os que acreditam que cada fotografia é uma forma única de contar uma história.
 
Entre 6 de junho e 1 de agosto, a iniciativa passa por Viana do Castelo, Gaia, Viseu, Coimbra, Lisboa, Sul do Tejo, Sintra, Algarve e Madeira, reunindo fotógrafos amadores e profissionais numa experiência criativa aberta a todos.
 
A avaliação dos trabalhos estará a cargo de um júri composto por fotógrafos profissionais e de renome do nosso país: José Goulão, Marisa Cardoso e Diana Tinoco irão distinguir a qualidade técnica, a criatividade e a coerência do conjunto de fotografias apresentado.
 
Os prémios incluem um cartão oferta FNAC no valor de 600€ para o vencedor de cada maratona, bem como a integração dos seus trabalhos numa exposição num Fórum FNAC. Será ainda atribuída uma Menção Honrosa, cujo vencedor será premiado com um cartão oferta FNAC de 150€  e também a oportunidade de participar numa exposição num Fórum FNAC.
 
As inscrições estão abertas até 1 de junho e podem ser efetuadas nas lojas FNAC, através do site ou pelo número 211 536 000. O custo de participação é de 45€, e de 40€ para aderentes FNAC.
 
Calendário das Maratonas Fotográficas FNAC 2026

06/06 – Viana do Castelo
13/06 – Gaia
20/06 – Viseu
27/06 – Coimbra
04/07 – Lisboa
11/07 – Sul do Tejo
18/07 – Sintra
25/07 – Algarve
01/08 – Madeira

Mais do que uma celebração dos 200 anos da fotografia, as Maratonas Fotográficas FNAC 2026 afirmam uma ideia simples e intemporal: independentemente do equipamento usado, a fotografia continua a ser um exercício de olhar, descoberta e liberdade. Todos os interessados poderão obter mais informações no site em https://www.fnac.pt/maratonas-fotograficas.

Smokie em concerto de rock inédito no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Com milhões de fãs em todo o mundo, os Smokie apresentam-se, no dia 2 de julho, pelas 20 horas, no Casino Estoril. No âmbito da “The Legacy Tour”, a famosa banda de rock britânica sobe ao palco do Salão Preto e Prata para interpretar numerosos êxitos que se destacam numa carreira ímpar. 

Foi em 2025, que os Smokie celebraram o 45º aniversário com uma digressão mundial, que os levou a visitar três continentes e a partilhar o som característico dos seus temas em concertos realizados em 19 países. Para assinalar esta efeméride, a icónica banda aceitou o desafio de interpretar com uma nova frescura e vigor diferentes sucessos que se tornaram clássicos da pop mundial. 

"Something's Been Making me blue", "I'll Meet You At Midnight", "Don't Play Your Rock 'n' Roll To Me", "If You Think You Know How To Love Me", "Livin' Next Door To Alice", "Wild Angels", "Oh Carol", "Needles and Pins", "Have You Ever Seen The Rain", "Mexican Girl", "For a Few Dollars More", "Boulevard Of Broken Dreams" são temas que integram, habitualmente, os seus concertos. Todas estas composições alcançaram o Top 10 mundial, proporcionando aos Smokie viajarem pelo mundo nas últimas décadas.

O concerto tem como matriz os “greatest hits” dos Smokie, não esquecendo outros temas de alguns álbuns recentes que produziram e que alcançaram assinaláveis sucessos nas tabelas de vendas em muitos países europeus.

Os Smokie estreiam-se no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, prometendo um espectáculo imperdível de som e iluminação. Os seus numerosos fãs irão comprovar porque os Smokie merecem o título de uma das maiores bandas "ao vivo" da indústria da música internacional.