sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Venda de garagem da Casa do Marquês com preços a partir de 50 cêntimos



Amanhã, dia 28 de fevereiro, a Casa do Marquês, líder no segmento de Hotelaria e Restauração, volta a abrir portas para uma venda de garagem, onde estarão disponíveis mobiliário, decoração e outros materiais diversos utilizados em eventos e festas organizados pela empresa.

Depois do sucesso da primeira edição, a iniciativa regressa à sede da Casa do Marquês, no Prior Velho, e decorre entre as 10h00 e as 17h00.

Com preços a partir de 0,50€, estarão em destaque artigos como mobiliário (bares e sofás), materiais de hotelaria (pratos, copos, talheres e loiça de barro), artigos de lavandaria (toalhas, camilhas, chemins e tecidos variados), equipamentos de cozinha (pirex, termos de café e chá, carros de cozinha), além de várias peças de decoração.

Os interessados poderão aproveitar esta oportunidade para adquirir produtos de qualidade a preços acessíveis, ideais tanto para uso doméstico como para negócios do setor de hotelaria e restauração.

Como deixar um rasto que vale a pena seguir



A autobiografia de um dos fundadores do mundo moderno chega como um manual de carácter e visão. 

Benjamin Franklin foi tipógrafo antes de ser estadista, foi cientista antes de ser símbolo de uma nação. Participou na luta pela independência dos Estados Unidos e ajudou a desenhar a sua Constituição. Fundou instituições duradouras, sempre com a mesma ideia de base: deixar o conhecimento ao serviço da sociedade.

Mas, quando escreveu a sua Autobiografia, não o fez com o objetivo de se glorificar. Fê-lo, sim, para explicar como se forma um homem livre e para deixar o seu método como legado. O resultado é um livro direto e surpreendentemente atual, que combina uma reflexão prática sobre trabalho e responsabilidade individual.

As virtudes de Benjamin Franklin surgem como ferramenta, não como sermão. Servem para organizar a vida quotidiana e gerar consistência entre pensamento e ação. São um guia concebido há mais de 200 anos, mas que podem orientar-nos, hoje, a alcançarmos algo de maior.

O livro, editado pela Ideias de Ler revela a mente de um homem que acreditava no aperfeiçoamento contínuo e que tinha um espírito curioso. Já se encontra disponível em todas as livrarias.

Sobre o Autor

Benjamin Franklin (1706-1790) nascido em Boston, foi editor, escritor, cientista, inventor, diplomata e político. Da aprendizagem humilde à liderança política, o seu legado moldou os Estados Unidos: participou na independência do país, ajudou a criar a Constituição e fundou instituições pioneiras. Inovador e curioso, levou a cabo experiências bem-sucedidas com eletricidade e inventou o fogão Franklin e os óculos bifocais. Enquanto cultivador das 13 virtudes, tornou-se símbolo de autodisciplina, trabalho e serviço cívico. A sua vida permanece um exemplo inspirador de inovação, ética e influência duradoura no mundo moderno.

Artista espanhola expõe na Galeria Beltrão Coelho



A Galeria Beltrão Coelho inaugurou ontem a exposição “Um Brinde às Artes”, da artista espanhola Pilar Megias, uma criadora que há mais de 20 anos se dedica à pintura, à fotografia e à cerâmica com uma entrega profundamente emocional e intuitiva.

A mostra reúne um conjunto expressivo de obras que refletem a sua visão sensível do mundo natural, da matéria e da emoção humana, num diálogo forte entre cor, textura e movimento.

Nascida em Granada e radicada em Portugal há quatro décadas, Pilar Megias construiu um percurso artístico marcado pela autenticidade e pela experimentação constante. Trabalhando sobretudo com acrílico e óleo, mas explorando também superfícies e materiais menos convencionais, a artista afirma-se pela espontaneidade do gesto e pela busca de novas linguagens visuais. “Um Brinde às Artes” apresenta pintura, fotografia e azulejaria, celebrando a diversidade criativa que define o trabalho da autora e a sua relação profunda com a natureza — a grande fonte da sua inspiração.

“A obra de Pilar Megias mostra-nos uma arte indomável, arriscada e corajosa. É um verdadeiro “Brinde às Artes” e ao papel do artista na sociedade. É este espírito que a Galeria Beltrão Coelho procura destacar, reforçando a sua missão de apoiar artistas e promover o acesso à cultura.” Diz Ana Cantinho, Diretora-Geral da Beltrão Coelho.

“Um Brinde às Artes” estará em exposição na galeria Beltrão Coelho, com entrada livre, podendo ser visitada até 16 de março de 2026.

Exposição: Um Brinde às Artes
Artista: Pilar Megias
Local: Galeria Beltrão Coelho, Lisboa
Entrada: Livre
Disciplinas apresentadas: Pintura, fotografia e azulejo
Obras em destaque: “Galeão em Chamas”, “Fundo Marinho”, “Interlaçados”, “Um Brinde às Artes – Carcavelos”, “Olho de Deus”, entre muitas outras.

A vingança é um prato que se serve frio



Sem perdão, de André Braga, é um thriller frenético que promete conquistar os fãs do género. A tentativa de homicídio contra o empresário Luís Moreira é apenas o rastilho para uma explosão de segredos há muito guardados. A vida aparentemente perfeita de Luís desmorona-se numa noite de chuva, dando lugar a uma investigação liderada pelo inspetor David Branco, um homem atormentado pelos fantasmas de casos passados que, inexplicavelmente, parecem agora estar de volta.

André Braga convida o leitor a mergulhar nas sombras da alma humana, guiando-o por um labirinto de interrogatórios, incongruências e suspeitas que recaem sobre todos os envolvidos, sem exceção. A vingança é o motor que acelera o ritmo da narrativa, expondo a fragilidade das aparências da vida dos personagens e a impossibilidade de fugir às consequências de atos antigos.

Sem perdão já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 5 de março, com a chancela da Porto Editora.

Sobre o Autor

André Braga nascido na Póvoa de Varzim, é engenheiro de software de profissão. Desde muito cedo, descobriu na escrita a paixão por contar histórias e criar mundos que exploram os confins da mente humana. Admirador confesso de autores como Chris Carter, Lars Kepler e Carmen Mola, encontra nas suas obras uma fonte de inspiração.

Taguspark recebe concerto dos Hot Air Balloon



O Taguspark vai ser o palco do concerto de um dos projetos mais fascinantes e singulares da música portuguesa. Os Hot Air Balloon vão atuar no dia 22 de abril, no auditório Taguspark, num espetáculo profundamente intimista e que promete ficar marcado pela sonoridade acústica envolvente que os caracteriza.

O duo composto por Sarah-Jane (voz) e Tiago Machado (guitarra) constrói uma identidade artística marcada pela cumplicidade, honestidade emocional e por uma rara capacidade de criar pontes entre culturas, fundindo influências folk, indie e pop na sua música.

Os Hot Air Balloon lançaram o seu álbum de estreia em 2016. “Behind The Wall” conquistou a crítica e valeu uma nomeação na categoria de “Singer-Songwriter” nos Independent Music Awards, que contou com um júri composto, entre outros, por Tom Waits e Suzanne Vega.

No ano passado, editaram o álbum “Come This Far”, que se tornou um sucesso, tendo alcançado o 3º lugar no Top de Melhores Discos do Ano da Rádio Radar. Foi também amplamente destacado em rádios internacionais de referência, em países como os Estados Unidos, Reino Unido, México, Grécia, Canadá, França, Luxemburgo e Austrália.

Os Hot Air Balloon sobem ao palco do auditório Taguspark para apresentarem a sua essência musical. Uma oportunidade única para assistir a um concerto de um projeto internacionalmente reconhecido, onde cada canção é contada como uma história partilhada.

Os bilhetes estão à venda na BOL. Até dia 31 de março vai estar em vigor o preço promocional de 10€ por bilhete, passando para 15€ por bilhete a partir de 1 de abril.

Afinal, o que fazem as hormonas ao nosso corpo e à nossa cabeça?



Dores de cabeça frequentes, cansaço inexplicável, irritabilidade ou dificuldades em controlar o peso: muitas vezes, a explicação vem rapidamente: «Deve ser das hormonas!» Mas, afinal, o que são as hormonas e qual é o seu impacto real no corpo humano? Em A Culpa É das Hormonas!, livro publicado pela Contraponto, o endocrinologista Francisco Sousa Santos responde a estas perguntas com clareza, rigor científico e recorrendo a vários exemplos.

Este é o primeiro livro de um especialista português sobre hormonas para o público em geral. A obra aborda de forma objetiva e acessível o funcionamento do sistema endócrino e a sua influência em todas as fases da vida. O autor explica como as hormonas afetam áreas centrais da saúde – da fertilidade à menopausa, da gestão do peso aos estados de humor e à energia diária – e desmonta mitos através de uma linguagem simples e clara.

Numa altura em que cresce a procura por informação fiável sobre saúde hormonal, e muita da que circula é contraditória, confusa ou técnica de mais para a compreensão do leitor, Francisco Sousa Santos revela-nos tudo o que precisamos de saber sobre as hormonas. Neste livro, repleto de esquemas visuais claros, casos reais e exemplos do dia a dia, o autor mostra-nos como transformá-las em poderosas aliadas do bem-estar, em vez de serem as culpadas dos diversos problemas.

Mais do que um guia prático, este é um livro que reposiciona as hormonas no centro da conversa sobre saúde e convida à compreensão informada de quase tudo o que se passa no nosso corpo e também na nossa cabeça.

A Culpa é das Hormonas! já se encontra nas livrarias.

Sobre o Autor

Francisco Sousa Santos é mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, tendo-se especializado em Endocrinologia (reconhecido pela Ordem dos Médicos e European Union of Medical Specialists) em 2019. 

Médico assistente nos serviços de Endocrinologia do Hospital Egas Moniz e do Hospital CUF Descobertas, as suas áreas de maior interesse e diferenciação incluem diabetes, alterações das hormonas sexuais e reprodutivas, terapêutica hormonal na incongruência de género, obesidade, doenças da tiroide e doenças endócrinas na gravidez. Integra vários grupos de investigação, entre eles o Grupo de Estudos de Endocrinologia do Envelhecimento e da Longevidade (do qual é cocoordenador), Grupo de Estudos de Medicina Transgénero, Grupo de Estudo de Endocrinologia Desportiva e do Exercício Físico e Grupo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. 

É autor da página de Instagram «Hormonas em bom português», que procura descomplicar o funcionamento das nossas hormonas junto do grande público. 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Somos um «animal tribal»? Sim. E isso é bom



A nossa espécie é a única que vive em tribos: grupos unidos por culturas distintas que podem crescer e atingir uma dimensão muito superior à dos clãs e bandos. Entrelaçando pesquisas aprofundadas, acontecimentos atuais e passados e histórias do mundo dos negócios e da política, Michael Morris vai além do senso comum para reformular completamente a forma como pensamos sobre as nossas tribos. Estimulante e esperançoso, Tribal revela os segredos mais íntimos da nossa psicologia e dá nos as ferramentas para gerir o nosso superpoder incompreendido. Tribal já se encontra disponível e promete ser uma revelação.

Ao longo das duas últimas décadas a antropologia e a psicologia uniram-se para criar uma nova ciência − a psicologia cultural − e Michael Morris contribuiu muito para o crescimento deste campo com estudos inovadores. Os padrões culturais são mutáveis e maleáveis e, com os instrumentos certos, podem ser aproveitados. «Os nossos instintos tribais não são erros de programação do sistema que estorvam uma espécie inteligente sob outros aspetos. São características distintivas da nossa espécie que permitiram a sua ascensão evolutiva – e ainda impulsionam muitas das suas maiores realizações atuais. Não são fraquezas humanas que nos atrasam; são superpoderes humanos que criam as nossas culturas distintivas», defende o autor. 

«Pedindo desculpa a Aristóteles, é enganador chamar “o animal social” aos seres humanos. Somos, mais precisamente, “o animal tribal”», escreve o autor na introdução do livro. Morris argumenta que a nossa psicologia é moldada pela evolução de três maneiras distintas. Primeiro, pelo instinto dos pares, para agirmos em conformidade com o que faz a maioria das pessoas. Segundo, pelo instinto dos heróis, de contribuir para o grupo e imitar os mais respeitados. E terceiro, pelo instinto dos antepassados, de seguir os caminhos das gerações anteriores. Esses instintos tribais permitem-nos partilhar conhecimentos e objetivos e trabalhar em equipa para transmitir o acervo acumulado de conhecimento cultural à geração seguinte.

Países, Igrejas, partidos políticos e empresas são tribos, e os instintos tribais explicam a nossa lealdade para com eles e as formas ocultas como afetam os nossos pensamentos, ações e identidades. Em vez de ridicularizar os impulsos tribais pela sua irracionalidade, podemos reconhecê-los como alavancas poderosas que elevam o desempenho, curam divisões e desencadeiam ondas de choque de mudança cultural.

«Em Tribal, espero recuperar o sentido original da palavra como comunidade possibilitada pela cultura partilhada. Foi assim que a humanidade transcendeu pela primeira vez os vínculos estreitos de amigos e parentes para realizar coisas maiores em clãs e foi como nos aventurámos mais tarde no intercâmbio e colaboração com estranhos nas redes mais amplas chamadas “tribos”», escreve o autor na introdução o livro. «Ao mostrar que a vida tribal é a fonte de mudança e progresso sociais, espero dissipar qualquer associação persistente das tribos à estase e ao primitivismo. A vida tribal foi o que nos fez verdadeiramente humanos.»

O autor põe neste livro conhecimento adquirido ao longo de anos de experiência em diferentes trabalhos. Ensinou em faculdades de gestão de alto nível (tanto nos Estados Unidos como em capitais do mundo), trabalhou como consultor de empresas dos sectores tecnológico, bancário e da comunicação, colaborou com militares e com ONG e ainda foi assessor de campanhas políticas, entre as quais se contam as campanhas presidenciais de Barack Obama, Hillary Clinton e Joe Biden.

Sobre o Autor

Michael Morris é psicólogo cultural na Universidade de Columbia. Anteriormente, lecionou durante uma década na Universidade de Stanford. Morris doutorou-se em psicologia pela Universidade de Michigan, após obter licenciaturas em Ciências Cognitivas e Literatura Inglesa pela Universidade Brown.  A sua investigação identificou influências culturais nos estilos de cognição, comunicação e colaboração, bem como fatores situacionais que os desencadeiam e experiências sociais que os alteram. Fora do meio académico, o professor Morris é consultor em empresas, agências governamentais, ONG e campanhas políticas sobre temas culturais. 

Lee Ritenour regressa a Portugal para concertos na Casa da Música e no CCB



Há artistas para quem a ideia de “primeira vez” já não se aplica. Lee Ritenour é um deles. Com uma carreira que atravessa cinco décadas, o lendário guitarrista de Los Angeles empurrou continuamente os limites da música, movendo-se com naturalidade entre géneros, épocas e linguagens — sempre com uma identidade própria e inconfundível.

Enfant terrible do fusion nos anos 70, estrela da pop sofisticada nos anos 80, profundo conhecedor do jazz brasileiro e membro fundador do icónico supergrupo Fourplay nos anos 90, Lee Ritenour construiu um percurso absolutamente singular. O seu currículo impressiona: 45 álbuns editados, 16 nomeações para os Grammy, ex-aluno do ano da USC, homenageado pela Los Angeles Jazz Society em 2019 e milhares de colaborações com lendas como Frank Sinatra, Pink Floyd, B.B. King, Tony Bennett, entre muitos outros.

Em março, Lee Ritenour regressa a Portugal para dois concertos imperdíveis. No dia 25 de março, sobe ao palco da Casa da Música, no Porto, e no dia 26 de março apresenta-se no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Ao lado de músicos convidados, o espectáculo “Lee Ritenour & Friends” promete uma celebração vibrante de uma carreira excecional — onde o virtuosismo, a elegância e a liberdade criativa se encontram num momento único e irrepetível.

Do jazz ao fusion, da improvisação ao groove, estes concertos são uma oportunidade rara de ver ao vivo um dos guitarristas mais influentes da música contemporânea.

Não há corpo são, sem mente sã



Inflamação, dor, enxaqueca, dermatite, são alguns dos sintomas mais frequentes deste século. O que têm em comum? Podem, em muitos casos, ser respostas do corpo ao stresse, à ansiedade e ao trauma. Quem o diz é a psicóloga espanhola Natalia Seijo, especialista em psicossomática, no livro O Teu Corpo Tem Memória, que agora se anuncia em Portugal.

Trata-se de um guia completo para compreender a estreita relação entre a nossa saúde mental e física, porque o nosso corpo não é um mero espectador daquilo que vivemos e sentimos. Pelo contrário: o corpo está sempre presente e consciente e experimenta, recorda e exprime-se continuamente com sinais que nem sempre sabemos decifrar.

Apoiado em rigor científico, o livro oferece-nos, porém, uma abordagem muito prática ao tema, partindo de casos de pacientes que mudaram as suas vidas e viram os seus sintomas controlados graças à psicoterapia, esse rio que corre paralelo às especialidades clínicas. Pessoas como nós que, através desta abordagem multidisciplinar das suas maleitas, adquiriram ferramentas para validar o que sentem, identificaram a origem do mal-estar e hoje vivem melhor as suas vidas.

Um livro que procura devolver esperança a quem tem diagnósticos sem causa, O Teu Corpo Tem Memória chega à rede livreira nacional, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Michele Amaral, no próximo dia 5 de março.

Sobre a Autora

Natalia Seijo é uma das psicólogas com maior reconhecimento no panorama científico espanhol. É diretora da clínica NS Centro de Psicoterapia e Trauma, na Galiza, codiretora do mestrado em Transtornos Alimentares da Universidade Complutense de Madrid e professora associada no mestrado em Psicoterapia EMDR para Transtornos Psicossomáticos da UNED. É formadora, conferencista, autora de diversos artigos científicos e especialista em trauma complexo, apego, dissociação, transtornos alimentares e psicossomática médica.

“Ice Merchants” de João Gonzalez em exibição no Museu Studio Ghibli em Tóquio



A curta-metragem de animação “Ice Merchants”, realizada por João Gonzalez, atinge um novo e simbólico marco no seu percurso internacional com a exibição no Museu Studio Ghibli, em Tóquio (Japão), uma das instituições culturais mais prestigiadas do mundo dedicadas ao cinema de animação.

Esta exibição surge na sequência da atribuição, em 2024, do Grande Prémio do Tokyo Anime Award Festival (TAAF), distinção máxima do festival, que conferiu igualmente ao filme o Prémio do Governador de Tóquio, reconhecendo o seu excecional valor artístico e impacto internacional.

Em 2026, "Ice Merchants" regressa a Tóquio para uma exibição aberta ao público a 7 de março no Mitaka City Arts Center, como parte integrante do Mitaka Animation Festival, um evento dinamizado pelo Museu Studio Ghibli.

A apresentação no Museu Studio Ghibli assinala também uma nova etapa do percurso de “Ice Merchants” no circuito internacional de festivais, concretizando uma trajetória absolutamente ímpar para o cinema português. Ao longo deste percurso, o filme totalizou 420 seleções em festivais, 5.207 exibições e a impressionante marca de 151 prémios, consolidando-se como o filme português mais premiado de sempre. 

“Ice Merchants” (2022, Portugal/França/Reino Unido, ANI, 14 min) retrata a relação entre um pai e um filho que vivem numa casa suspensa numa montanha gelada, saltando diariamente de paraquedas para vender gelo na aldeia abaixo. A força da sua narrativa visual, aliada a uma identidade estética singular, conquistou públicos e júris em todo o mundo desde a sua estreia internacional em 2022.

Entre os inúmeros reconhecimentos, destaca-se ainda a histórica nomeação para o Óscar® de Melhor Curta-Metragem de Animação, um feito inédito para o cinema português, bem como premiações em alguns dos mais relevantes festivais internacionais de cinema como Cannes, Chicago ou Melbourne.

Coproduzido pela COLA Animation (Portugal), Wildstream (França) e Royal College of Art (Reino Unido), “Ice Merchants” afirma-se hoje como uma obra de referência no cinema de animação contemporâneo, deixando uma marca duradoura na história cultural portuguesa e internacional.