terça-feira, 12 de maio de 2026

Ricardo Costa regressa com uma nova forma de encarar o sucesso, a liderança e a felicidade no trabalho



Reconhecido pelo seu sucesso como líder do Grupo Bernardo da Costa e como chairman do Kuantokusta, entre muitas outras funções que tem vindo a assumir, Ricardo Costa partilha agora em O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso, ideias e práticas transformadoras sobre a forma como se encara sucesso, a gestão de equipas e a progressão profissional e pessoal. Empresário de referência nas áreas da liderança, inovação e felicidade corporativa, aborda sem tabus, e com uma perspetiva humanizada e progressista, os comportamentos que são decisivos para impulsionar, ou comprometer, a realização dos objetivos profissionais.

Ricardo Costa reúne um conjunto de 50 atitudes que fazem a diferença e constrói um guia prático, versátil e útil para líderes de empresas, gestores, quadros intermédios ou para quem quer evoluir na sua carreira e assumir as rédeas do seu percurso profissional. Escrito na primeira pessoa, este livro propõe uma abordagem realista do sucesso, entendendo-o não como uma medalha ou um lugar no pódio, mas como uma consequência das escolhas, valores e comportamentos adotados ao longo do tempo, que têm um impacto positivo nas pessoas com que lidamos.

Depois do sucesso do seu primeiro livro, A Felicidade É Lucrativa, o autor reforça o seu posicionamento como uma das vozes mais influentes do ecossistema empresarial português. O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso, com nota introdutória de Pedro Passos Coelho e prefácio de Pedro Chagas Freitas, percorre os territórios mais importantes da liderança, como a cultura empresarial, as relações interpessoais e o crescimento sustentável. Ao trabalhar a literacia corporativa, informando e elucidando muitas pessoas sobre estes temas, Ricardo Costa transmite as ferramentas necessárias para que possamos assumir o controlo das nossas carreiras e atingir os resultados que sempre desejámos.

O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso chega às livrarias a 21 de maio.

Sobre o Autor

Ricardo Costa é presidente do Grupo Bernardo da Costa e chairman do Kuantokusta, exerce funções de liderança em várias empresas e atua como board advisor em diferentes sectores. Com um MBA Internacional pela Católica Porto Business School e uma licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial, é também professor convidado em escolas de negócios, tornando-se uma referência no mundo da liderança, inovação e felicidade corporativa graças à sua experiência e visão estratégica. É cronista nos jornais Expresso, Comunidade Cultura e Arte e Record, cônsul honorário do Kosovo e presidente do Conselho Geral da AE-Minho – Associação Empresarial do Minho. É orador internacional e destaca-se ainda como a personalidade em Portugal com maior influência no LinkedIn. Com a Contraponto publicou o livro A Felicidade É Lucrativa, que vai já na sua quarta edição. O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso é o seu segundo livro. 

Russ Ballard e Tyketto conquistaram o público no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril esgotou, na passada sexta-feira, para receber dois nomes ímpares do rock mundial: Russ Ballard e Tyketto. Foi uma noite electrizante e revivalista repleta de clássicos de diferentes épocas que levaram o público ao rubro. 

Compositor e intérprete icónico, Russ Ballard continua a ser uma referência incontornável no rock. O artista britânico brindou o público com os temas dos seus álbuns de maior culto e mais conhecidos pelo público português: Russ Ballard (1984) e The Fire Still Burns (1985).

"Voices", "In The Night", "I Can’t Hear You No More", “Two Silhouettes”, "The Fire Still Burns", “A Woman Like You”, “Day To Day”, “Playing With Fire” e “Your Time Is Gonna Come” estiveram em destaque. 



Mas, a noite iniciou-se, logo pelas 21h30, quando o vocalista Danny Vaughn subiu ao palco para liderar os Tyketto num memorável concerto. A banda de hard rock norte-americana estreou-se no Casino Estoril para interpretar os seus grandes êxitos do álbum “Don’t Come Easy” entre outros sucessos que marcaram mais de trinta anos de carreira. 

“Forever Young”, “Wings”, “Burning Down”, “Bad For Good”, “Standing Alone”, “Lay Your Body”, “Rescue Me”, “Strenght”, “We Rise”, “Higher Than High” foram, apenas, alguns temas que conquistaram o público. 

O Salão Preto e Prata foi palco de um encontro histórico que reuniu duas gerações e estilos do rock: Russ Ballard dominando o palco com a força criativa dos seus álbuns clássicos tocados na totalidade, e os Tyketto carregando a tocha do hard rock moderno. 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial



O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, de Samuel P. Huntington, mostra como os confrontos entre civilizações e religiões constituem a maior ameaça à paz mundial, mas também como uma ordem internacional baseada nessas mesmas civilizações pode ser a melhor salvaguarda contra a guerra.

Os ataques de 11 de Setembro de 2001 e as guerras no Iraque e no Afeganistão evidenciaram o risco dos choques civilizacionais. Com o fim das diferenças ideológicas, as diferenças culturais passaram a moldar a política mundial, alterando a ordem da Guerra Fria.

A obra mostra ainda como a explosão demográfica nos países muçulmanos e a ascensão económica do Leste asiático fragmentou o equilíbrio global. Estes desenvolvimentos desafiam a predominância ocidental e intensificam tensões sobre temas como a imigração, os direitos humanos e a democracia.

Sobre o Autor

Samuel P. Huntington (1927-2008) foi um influente cientista político norte-americano, conhecido pelo impacto duradouro dos seus estudos sobre política e relações internacionais. Ao longo da sua carreira, destacou-se como académico, consultor de instituições governamentais dos Estados Unidos da América e comentador nos debates sobre política externa no final do século XX e início do século XXI.

Formado pela Universidade de Yale, com estudos posteriores na Universidade de Chicago e com um doutoramento em Harvard, universidade onde viria a leccionar durante grande parte da sua vida, Huntington desempenhou cargos de relevância académica, incluindo a direcção de importantes centros de estudos internacionais.

A sua obra abrange áreas como política comparada, relações internacionais, democratização e estratégia de segurança. Entre os seus trabalhos mais relevantes destacam-se The Soldier and the State (1957) e Political Order in Changing Societies (1968). Foi, no entanto, com O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial que alcançou maior notoriedade.

Huntington fundou também a revista Foreign Policy e presidiu à Associação Americana de Ciência Política. Figura central e frequentemente controversa, Samuel P. Huntington deixou um legado incontornável na forma como compreendemos os conflitos e as dinâmicas do mundo contemporâneo.

João Baião protagoniza “Baião d’Oxigénio” no Salão Preto e Prata



João Baião apresenta, nos dias 31 de julho e 1 de agosto, pelas 21 horas, “Baião d’Oxigénio” no Casino Estoril. João Baião sobe ao palco do Salão Preto e Prata para protagonizar um espectáculo inovador, cheio de música, humor e energia contagiante.

Desta vez, o público é convidado a espreitar os bastidores da criação artística, num divertido e inesperado processo de casting para encontrar os novos bailarinos do seu próximo grande projecto. 

Entre passos de dança e coreografias, João Baião vai partilhando com os candidatos – e com o público – as suas ideias para o espectáculo que tem em mente. Cada ideia ganha vida no palco, transformando-se em quadros surpreendentes e hilariantes, como se o espectáculo já estivesse a acontecer. 

Do teatro musical à comédia, da dança contemporânea ao delírio mais improvável, esta é uma viagem única pela mente criativa de João Baião. Um espectáculo dentro do espectáculo, onde realidade e imaginação se misturam para criar momentos mágicos, cheios de emoção e gargalhadas. 

Prepare-se para uma noite inesquecível, com muita música, talento e a energia inconfundível de João Baião com a sua companheira de muitas aventuras teatrais a extraordinária atriz Cristina Oliveira, talentosos cantores e bailarinos. Um verdadeiro balão de oxigénio para a nossa vida.

Super Bock Club regressa ao Coala Festival com dois dias de eletrónica e liberdade criativa



O Super Bock Club regressa ao Coala Festival Portugal para mais um fim de semana dedicado à eletrónica, afirmando-se como um espaço onde a batida se cruza com a identidade e a liberdade.

Com uma equipa de curadoria que inclui  Kalaf Epalanga, dos Buraka Som Sistema, o palco volta a reunir um alinhamento que reflete a diversidade das pistas de dança atuais, com artistas de diferentes origens e percursos. No sábado, 30 de maio, sobem ao palco S4DO, FVBRICIA, DJ Danifox, Indi Mateta, SoundPreta e Gayance. No domingo, 31 de maio, a programação continua com bieu s2, Chima Isaaro, Rita Maia, Maribell, Banu e Idiesa.

“O Coala Festival afirma-se como um dos principais encontros da música em língua portuguesa em Portugal, destacando-se pela diversidade artística e pela ligação cultural, num contexto de crescente relevância da música brasileira no país. O Palco Super Bock Club reforça este posicionamento como um espaço de descoberta, encontro e convívio, ampliando a experiência do festival.”, afirma Bruno Albuquerque, Diretor de Marketing (Cervejas e Patrocínios) do Super Bock Group. “Para a Super Bock, esta associação reflete o seu compromisso com a música enquanto território estratégico. Sendo a marca nº1 da música, tem vindo a construir uma relação consistente com artistas, festivais e públicos, promovendo a criação artística, a proximidade e a música como espaço de partilha, expressão cultural e convívio.”, acrescenta.

Mais do que um palco, o Super Bock Club afirma-se como um território de expressão e partilha, onde a música acompanha novas linguagens. Com os passes VIP já esgotados, ainda é possível garantir presença no Festival através de bilhetes diários (69€) e do passe geral de dois dias (119€), disponíveis na plataforma Fever.

Casino Estoril organiza torneio de poker de dimensão internacional



É já amanhã, dia 12, que se inicia a primeira edição do Estoril Poker Fest no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Trata-se de um festival internacional de poker ao vivo que promete, até 17 de maio, suscitar o interesse dos visitantes do Casino Estoril.

Com um extenso programa, o Estoril Poker Fest contará com um Main Event de 500€ e vários torneios paralelos, reunindo jogadores de diferentes países num ambiente, simultaneamente, competitivo e acolhedor.



Idealizado como um festival de poker de nova geração, o Estoril Poker Fest será em exclusivo no formato 6-Max, apreciado pelo seu ritmo dinâmico, bem como a diversas animações destinadas a enriquecer a experiência dos participantes fora das mesas. 

Organizado pelo Casino Estoril, o festival insere-se numa vontade de desenvolver eventos de poker ao vivo acessíveis, festivos e abertos a uma comunidade internacional.

Situado a poucos quilómetros de Lisboa, o Estoril é conhecido pelo seu casino histórico, pelas suas praias e pela sua atmosfera elegante, oferecendo o cenário ideal para acolher um evento desta dimensão.

Sporting Play Day assinala o Dia da Criança



De forma a celebrar o Dia da Criança (1 de Junho), o Sporting Clube de Portugal e a Fundação Sporting vão organizar mais uma edição do Sporting Play Day a 31 de Maio, domingo. As inscrições estão disponíveis aqui. (https://sportingplayday.pt/site/?local=register)

A realizar no Estádio Universitário de Lisboa, a iniciativa é destinada a crianças e jovens dos 3 aos 18 anos e tem como principal objectivo proporcionar um dia cheio de desporto, incutir um estilo de vida saudável e incentivar a actividade física.

Ao longo do dia, os inscritos vão poder praticar algumas das seguintes modalidades: andebol, atletismo, boxe, basquetebol, capoeira, esgrima, futsal, ginástica (aparelhos, parkour e trampolins), judo, karate, kickboxing, patinagem - hóquei em patins, paintball, rugby, rope skipping, skate, taekwondo, ténis de mesa, voleibol e xadrez.



Cada participante deve ser, obrigatoriamente, acompanhado por um adulto, sendo possível levar mais acompanhantes. O valor começa nos 15€ para Sócios do Sporting CP (o número de Associado a considerar é o da criança ou jovem) e de 17€ para não-Sócios. Por cada acompanhante, ao valor acrescem 3€.

Cada inscrição no Sporting Play Day inclui o kit da criança (pulseira, dorsal e t-shirt), o kit do acompanhante (pulseira e senha para água) e, quando aplicável, o kit do acompanhante extra (pulseira + senha para água).

As entregas dos kits de participação vão acontecer na Loja Verde nos dias 29 e 30 de Maio das 10h00 às 20h00. Não se realizaram inscrições nem entregas de kits no dia do evento.

“Heart of a Dog” de Mikhail Bulgakov no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 12 de junho, pelas 20 horas, “Heart of a Dog”, de Mikhail Bulgakov. Com direção de Konstantin Kamensky, esta peça será protagonizada por Alexander Feklistov e Artur Smolyaninov, entre outros conceituados actores russos. Produção Alpha Music.

A famosa novela satírica “Heart of a Dog”, de Mikhail Bulgakov, completou 100 anos em 2025. É uma das poucas obras da era soviética que se tornou um clássico, transcendendo o seu tempo para a eternidade. 

Na época, foi proibida e circulava, apenas, clandestinamente. Mas, após o lançamento de um filme, estreado por Yevgeny Yevstigneyev, esta obra ganhou nova vida e tornou-se amplamente conhecida, atraindo a atenção de relevantes directores de teatro. “Heart of a Dog” é uma história que continua a interessar a diferentes gerações. 

“Heart of a Dog” de Mikhail Bulgakov assume, hoje em dia, um significado especial tendo em consideração os históricos acontecimentos que estão a ocorrer à escala global, influenciando a vida das sociedades contemporâneas. De facto, é o momento oportuno para uma nova interpretação teatral do texto de Mikhail Bulgakov. 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Estamos a perder histórias de vida e quase ninguém está a falar sobre isso



Rita Seara, fundadora do projeto Jardim das Memórias, redigiu um artigo de opinião que aborda de forma clara e acessível como, apesar de estarmos cada vez mais ligados e documentados, continuamos a perder aquilo que realmente nos define, as histórias, as conversas e as memórias vivas das pessoas que nos são próximas. 




Vivemos numa altura em que tudo parece estar registado. Tiramos fotografias todos os dias, gravamos vídeos, guardamos mensagens e acumulamos milhares de memórias no telemóvel, organizadas por datas, locais e momentos. À primeira vista, poderíamos achar que nunca estivemos tão próximos de preservar o que vivemos. E, no entanto, há algo essencial que está a desaparecer e quase ninguém está a falar sobre isso. 

As histórias de vida estão a perder-se. Não de forma repentina, mas de forma silenciosa, quase impercetível. Não desaparecem quando alguém parte. Desaparecem muito antes disso, nas conversas que vão sendo adiadas, nas perguntas que nunca chegam a ser feitas, nos momentos em que dizemos “um dia falo com mais calma”. O problema é que esse dia, muitas vezes, não chega. E quando percebemos isso, já não há forma de recuperar aquilo que ficou por dizer. 

Há uma ilusão que nos acompanha: a ideia de que temos tempo. Tempo para ouvir melhor, para perguntar, para dar atenção às histórias que parecem sempre disponíveis. Mas o tempo não funciona assim. O tempo passa, independentemente da nossa vontade, e leva consigo aquilo que nunca foi verdadeiramente guardado. 

Se olharmos para a forma como as famílias preservam memória, percebemos um padrão claro. Guardamos fotografias, álbuns antigos, caixas cheias de recordações, pastas no telemóvel com momentos importantes. Conseguimos rever aniversários, viagens, encontros. Mas há uma dimensão da memória que raramente é preservada. A forma como alguém fala, a pausa antes de responder, o brilho no olhar quando se lembra de algo importante, a maneira única como conta uma história que já repetiu tantas vezes. Esses detalhes, que parecem pequenos, são precisamente aquilo que mais nos liga às pessoas. E são também os primeiros a desaparecer. 

Estamos tão focados em guardar momentos que esquecemos de guardar histórias. E há uma diferença importante entre os dois. Os momentos mostram o que aconteceu. As histórias revelam o que aquilo significou. São as histórias que dão contexto, emoção e continuidade às nossas memórias. Sem elas, ficamos apenas com imagens, mas não com o verdadeiro sentido do que vivemos. 

Talvez este seja um tema desconfortável porque nos obriga a reconhecer algo simples: há coisas importantes que estamos constantemente a adiar. Não por falta de amor ou de interesse, mas porque vivemos num ritmo que valoriza o imediato e o urgente, deixando pouco espaço para aquilo que exige tempo e presença. E, nesse processo, vamos assumindo que haverá sempre uma oportunidade mais à frente. 

Mas há histórias que não voltam. E há perguntas que, quando não são feitas a tempo, ficam para sempre por fazer. É precisamente por isso que este tema é tão pouco falado. Porque implica parar, ouvir e dar importância a algo que não é urgente, mas que é profundamente essencial. 

Num mundo onde tudo parece estar guardado, talvez esteja na altura de refletir sobre aquilo que está a ficar por guardar. Porque as histórias de vida não desaparecem de repente. Desaparecem aos poucos, entre dias que passam demasiado rápido e conversas que ficam sempre para depois. 

E, na maioria das vezes, sem ninguém dar por isso. 

Rita Seara
Fundadora do Jardim das Memórias 

Azores Burning Summer revela cartaz para 2026



O Festival Azores Burning Summer regressa à Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, nos dias 28 e 29 de agosto de 2026, com um cartaz que reúne nomes como Lura, Paulo Flores, Capitão Fausto, Zé Ibarra, Tabanka Djaz e Throes + The Shine.

Com mais de uma década de percurso, o Azores Burning Summer mantém a sua identidade enquanto eco Festival, cruzando música, natureza e sustentabilidade, e promovendo o encontro entre diferentes culturas em pleno território açoriano.

A edição de 2026 volta a destacar a música da lusofonia e das diásporas africanas, reunindo nomes consagrados e projetos contemporâneos.

No dia 28 de agosto atuam Lura, uma das vozes mais emblemáticas da música cabo-verdiana contemporânea, reconhecida pela forma como tem levado a tradição crioula a públicos internacionais; Paulo Flores, figura maior da música angolana e autor incontornável na afirmação do semba e da canção de intervenção; e Tabanka Djaz, formação histórica da música guineense, símbolo da sua identidade cultural e da força das sonoridades da África lusófona.

No dia 29 de agosto, o Festival apresenta Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da música portuguesa atual, com um percurso marcante na renovação do pop e do rock nacional; Zé Ibarra, uma das vozes mais interessantes da nova geração da música brasileira, onde tradição e experimentação se cruzam; e ainda Throes + The Shine, projeto luso-angolano de grande energia cénica, reconhecido pela fusão singular de kuduro, rock e eletrónica.

A diversidade musical continua a ser uma das marcas do festival, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, num ambiente que privilegia a proximidade entre artistas e público, em ligação direta com a paisagem natural da praia dos Moinhos no Porto Formoso.

Mais do que um evento musical, o Azores Burning Summer mantém o seu compromisso com práticas sustentáveis e com a valorização do território, através das iniciativas ambientais, culturais e comunitárias que integram a experiência do Festival.

“O Azores Burning Summer nasce da ligação profunda à Praia dos Moinhos, ao território e às pessoas que nele se cruzam — comunidade local, turistas e residentes estrangeiros. Entre natureza, música e consciência ecológica, o Festival é um momento e lugar de encontro, pertença e união nos Açores. A qualidade, o conforto, a segurança e a sustentabilidade estão no centro de toda a experiência que pretendemos proporcionar”, afirma Filipe Tavares, diretor do Festival.

O anúncio do cartaz marca o início da comunicação da edição de 2026, estando previstas novas divulgações nas próximas semanas, incluindo programação complementar e iniciativas paralelas.



Já se encontra disponível online a primeira fase de venda de bilhetes, com passes gerais a 30€ e bilhetes diários a 20€, até 30 de junho.

O Azores Burning Summer contribui para a descentralização cultural e dinamização turística na ilha de São Miguel, afirmando os Açores como destino relevante no circuito de festivais alternativos e não massificados.

O evento conta com o apoio institucional da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Governo dos Açores, Governo de Cabo Verde e Junta de Freguesia do Porto Formoso. Tem como patrocinadores principais a marca Terra Nostra, NOS Açores, KIA / Grupo Moniz de Sá, EDA e SATA. O festival tem o apoio à divulgação da PDL26 - Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura, estando integrado na sua programação complementar.