quarta-feira, 13 de maio de 2026

Degustar gastronomia minhota sem sair da capital



O Hotel Meliá Lisboa Oriente continua a apostar na valorização da gastronomia portuguesa através da dinamização de experiências temáticas. Surge, assim, a Semana Gastronómica do Minho, uma iniciativa que visa dar destaque a uma das regiões mais emblemáticas de Portugal, reconhecida pela autenticidade da sua tradição culinária.



Até 15 de maio, ao almoço e ao jantar, o Restaurante Bistrô & Tapas convida a uma viagem pelos pratos mais icónicos da região, como o Bacalhau à Minhota, Rojões à Minhota e Polvo guisado à Minhota, entre outras opções tradicionais, confecionadas com respeito pelas receitas originais e apresentadas com um toque contemporâneo.

O menu principal tem o valor de 17€ por pessoa e inclui um prato à escolha, que pode ser complementado com entradas e sobremesas típicas, por 6€ cada. As reservas podem ser efetuadas pelo telefone 218 930 000.

5ª edição do Festival Futurama arranca esta semana em Beja



Pelo quinto ano consecutivo, o Baixo Alentejo volta a ser terreno fértil para o encontro entre artistas e a comunidade local. Artes visuais, música, performance, teatro e palavra são as linguagens artísticas que mapeiam três fins-de-semana de entrada totalmente livre em Beja, Mértola e Alvito.

Com arranque já esta sexta-feira, 15 de Maio, em Beja, o Festival Futurama dedica o seu primeiro dia a três momentos inaugurais.

Logo de manhã, às 11h30, na Biblioteca Municipal de Beja José Saramago, abre ao público a exposição de fotografia de David Infante com alunos do Instituto Politécnico de Beja, A Pele do Ecrã. 

Pelas 17h00, no Espaço Futurama, é a vez da mostra do artista plástico Horácio Frutuoso em colaboração com os utentes da CerciBeja, Mesa com natureza, a natureza posta, na qual imagens e processos colaborativos se afirmam como espaços de criação e reflexão colectiva.  

O dia encerra com o concerto de t.204, projecto a solo do talento local João Spencer. No Largo da Conceição, às 18h30, o músico apresenta o álbum Vale, fruto de um percurso criativo iniciado em 2012, com participação de Francisco Bettencourt.

A 16 de Maio, o festival prossegue com o workshop de artes visuais “Variações sobre a mesa: observação e pintura”, orientado por Horácio Frutuoso, durante a manhã (é necessária inscrição prévia para info@futurama-alentejo.com). À tarde, a partir das 16h30, o Clube UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial acolhe a instalação visual e sonora FACE ID, da artista natural de Beja Carincur, concebida em parceria com alunos da Escola Secundária Diogo de Gouveia, que propõe uma investigação sobre corpo, voz e tecnologia.

Ainda no sábado, pelas 18h00, o projecto âncora do Futurama, Cantexto, apresenta seis novos poemas escritos por Yara Nakahanda Monteiro, Bruno Vieira Amaral, Nástio Mosquito, Patrícia Reis, Hugo van der Ding e Cristina Taquelim, musicados e interpretados por grupos corais do Baixo Alentejo, com a composição de Ana Santos, Celina da Piedade, Clara Palma, Paulo Ribeiro e Pedro Mestre.

Popular é o nome do espectáculo-desafio com que Sara Inês Gigante encerra a programação em Beja. No Teatro Municipal Pax Julia, às 21h00, a criadora e intérprete parte da autoficção para questionar os limites entre a cultura de elite e a cultura de massas, bem como a relação entre a artista e o público, numa peça que cuza humor, sátira e reflexão crítica.

Mais do que assumir um compromisso de descentralização e de construir um acesso mais democrático, o Festival Futurama quer gerar o diálogo e um espaço de encontro relevante. Para a coordenadora artística Rita Fialho Valente, essa procura passa por “promover a literacia cultural e o pensamento crítico, criar oportunidades de capacitação e garantir que o festival funciona como um momento agregador, não apenas como um evento, mas como o culminar de um trabalho de proximidade desenvolvido ao longo do tempo”.

Depois de Beja, nos dias 15 e 16 de Maio, a 5.ª edição continua com a sua programação gratuita em Mértola, a 22 de Maio, e em Alvito, a 30 de Maio.

O Festival Futurama, Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, é financiado pela Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura, Fundação Millennium BCP, Fundo do Fomento Cultural e pelas Câmaras Municipais de Beja, Mértola e Alvito, com apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO e do Plano Nacional das Artes, e Alto Patrocínio da Presidência da República.

«Você Está Aqui» regressa às livrarias



Inicialmente publicado em 2013, há 13 anos, Você Está Aqui – um dos livros de poesia de João Luís Barreto Guimarães há muito esgotado – regressa às livrarias com nova edição, desta feita com um precioso pormenor do quadro A Galeria de Cornelis van der Geest, de Willem van Haecht, na capa. Uma reedição há muito aguardada de um dos nomes galardoados com o Prémio Pessoa, e unanimemente reconhecido como uma das grandes vozes da poesia portuguesa.

Você Está Aqui relembra-nos como a História continua a infiltrar-se no presente, convidando à releitura de uma cartografia de inquietações contemporâneas: o tempo e a velocidade, as heranças do século xx, a fragilidade humana diante do poder da linguagem, uma filosofia íntima e irónica do quotidiano que é, quase sempre, o lugar onde a verdade se esconde.

Os poemas de João Luís Barreto Guimarães, escritos entre 2009 e 2012, atravessam museus, cidades, fronteira, hotéis – mas também casas, rotinas, obstáculos e perdas, como se cada um deles abrisse o pórtico para uma pequena interrogação. A compaixão irónica e melancólica com que o autor observa o mundo ganha nestes tempos uma acuidade inesperada: Você Está Aqui recorda o modo o quotidiano, em particular o mais vulnerável, é o campo de forças onde se disputam sentido, memória e identidade.

Sobre o Autor

João Luís Barreto Guimarães nasceu no Porto em junho de 1967. Além de poeta e tradutor, é médico. Publicou os sete primeiros livros na Quetzal (Poesia Reunida) em 2011. Seguiu-se Você Está Aqui (2013), agora reeditado; Mediterrâneo (2016, Prémio  Nacional de Poesia António Ramos Rosa, Willow Run Poetry Book Award, EUA, e Tanssiva Tahru Poetry Prize, Finlândia); Nómada (2018, Prémio Livro de Poesia do Ano Bertrand e Prémio Literário Armando da Silva Carvalho); a antologia O Tempo Avança por Sílabas (2019); Movimento (2020, Grande Prémio de Literatura DST); Aberto Todos os Dias (2023, Prémio Literário Glória de Sant’Anna, Grande Prémio de Poesia APE/António Ramos Rosa, Prémio de Poesia de Oeiras Consagração e Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda); uma nova edição da Poesia Reunida (2023); e Claridade (2024). A peça Caravana recebeu o Prémio Carlos Avillez atribuído pela SPA e pelo Teatro Aberto. Os seus livros estão traduzidos e publicados em vinte países. Foi galardoado com o Prémio Pessoa em 2022.

LEGO® volta ao universo de Senhor dos Anéis



Em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products, o Grupo LEGO revelou o set LEGO® Icons O Senhor dos Anéis: Minas Tirith™ - 25th Anniversary Legacy Collection, um impressionante novo set de construção concebido para fãs adultos e colecionadores que celebram um quarto de século de O Senhor dos Anéis.

Construído com 8278 peças, este set altamente detalhado recria a majestosa cidade de Gondor – a lendária Cidade Branca de Minas Tirith™. Concebida como um modelo de exposição impressionante, a construção capta a arquitetura imponente, as paredes em camadas e a icónica cidadela, que definiram um dos locais mais memoráveis da Terra Média.



O set apresenta um design à escala híbrida, combinando uma paisagem urbana em microescala expansiva com cenas interiores em miniatura ricamente detalhadas. À distância, os construtores podem admirar o horizonte imponente e as muralhas defensivas de Minas Tirith. De perto, podem explorar espaços interiores fundamentais, incluindo a sala do trono da cidadela, onde se desenrolam momentos decisivos da história.



Para dar vida ao mundo da Terra Média, o set inclui 10 minifiguras e a lendária figura do cavalo Shadowfax™. As personagens apresentadas no conjunto incluem Gandalf™, o Branco, Faramir, Denethor, Peregrin Took™, Aragorn™ como Rei Elessar, Arwen™ e quatro Soldados de Gondor, juntamente com acessórios temáticos como capacetes, escudos e a coroa de Aragorn.

O set LEGO Icons O Senhor dos Anéis: Minas Tirith™ (11377) estará disponível em acesso antecipado para LEGO Insiders a partir de 1 de junho de 2026. O lançamento do set será a 4 de junho de 2026, com PVP recomendado de 649,99 €. Descubra mais e compre em LEGO.com/MinasTirith ou visite a loja LEGO mais próxima.



Os compradores que adquirirem o novo set (11377) entre 1 e 7 de junho de 2026 receberão o set LEGO Icons The Lord of the Rings: Grond (40893) como oferta em compras. Disponível até ao fim do stock, sujeitos aos termos e condições (T&C) aplicáveis.

Macacos do Chinês lançam “A Vida é Assim” em antecipação ao EP



“A Vida é Assim” é o novo single dos Macacos do Chinês que faz parte do EP “Bolos Depois da Noite” que será lançado a 14 de maio, com concerto no dia seguinte na Casa Capitão, em Lisboa.

“A Vida é Assim” é o terceiro single retirado do EP “Bolos Depois da Noite”, o regresso dos Macacos do Chinês (MDC) ao formato de canção hip-hop mais soulful e acústico, e à observação social pura. Com uma mensagem desencantada sobre a inevitabilidade dos momentos menos bons, mas com a esperança e a certeza de que quando caímos podemos levantar a cabeça e continuar o caminho, onde quer que eles nos leve.

O videoclipe, realizado e filmado por André Madeira em parceria com a banda, retrata o dia de um padeiro/pasteleiro, a vida silenciosa de alguém que inicia o seu trabalho às 4h da manhã. Jornadas longas e sacrifícios, uma realidade partilhada por tantos outros profissionais que trabalham a estas horas, em funções muitas vezes invisíveis, mas indispensáveis ao nosso dia a dia. É nesse retrato cru e honesto que a música se reconhece e se afirma. Sem romantizar nem fugir, a verdade é simples: a vida é assim, afirmam os MDC.



Após um hiato de quase 15 anos, os Macacos do Chinês (MDC) regressaram em 2025 para reafirmar o seu lugar como uma das propostas mais singulares da música nacional. No dia 14 de maio, a banda edita o novo EP “Bolos Depois da Noite”, assinalando o momento com uma festa de lançamento no dia seguinte, 15 de maio, na Casa Capitão, em Lisboa.

Nas palavras dos MDC: Quinze anos pode parecer muito tempo, como pode parecer que foi apenas ontem. Há amizades assim, tal como existem projectos assim. Estivemos longe sem estarmos separados. A vida espalhou-nos por projectos e até diferentes continentes. Mas a vida é assim e dá voltas para nos colocar juntos de novo a percorrer a mesma estrada. Bolos Depois da Noite é um EP de reencontros. Abrir os olhos e olhar de novo para o mundo e para a música enquanto Macacos do Chinês. A Vida é Assim fala disso mesmo, da inevitabilidade da vida, dos altos e baixos, alegrias e tristezas.

Formados em 2007, sempre assumiram a fusão como elemento central da sua identidade artística. A língua portuguesa e a guitarra cruzam-se com influências do universo cultural do Reino Unido, como o grime e a bass culture, enquanto o crioulo permanece uma expressão viva na sua música. Quinze anos depois, continuam a afirmar-se como uma banda progressista, atual e pertinente. Sem nostalgia, porque sempre olharam em frente.



O regresso aos palcos dos MDC ficou marcado por um concerto no palco WTF do Festival  NOS Alive.  O Jornal Expresso considerou-o o melhor espetáculo nacional da edição, destacando uma banda “fresca e inventiva”, enquanto o Observador sublinhou a sua atualidade e visão, apontando que “estavam de alguma forma à frente do seu tempo e voltam em altura certa”.

De seguida, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das mais progressistas bandas nacionais.

No final do ano passado, os Macacos do Chinês lançaram “´96”, o seu primeiro tema original, após mais de uma década de pausa. Este single foi distinguido como uma das músicas do ano pela Antena 3 e pela Rádio Oxigénio. Já em 2026, saiu “Desta Vez”, um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação. Agora apresentam “A Vida é Assim”, mais um tema que integra o EP que marca o regresso à edição de originais.  “Bolos Depois da Noite” é o resultado de muitos anos de hiato, e o primeiro cartão de visita para o que está para vir. 

Ao vivo o concerto de dia 15 de maio, na Casa Capitão será a primeira oportunidade para ouvir os temas de “Bolos Depois da Noite” e recordar alguns dos maiores sucessos da banda.

“MUAH! A Cabaret and Drag Affair” no Auditório do Casino Estoril



Com uma programação diversificada, o Auditório do Casino Estoril recebe, no dia 3 de julho, a partir das 22 horas, “MUAH! A Cabaret and Drag Affair”. Trata-se de um surpreendente espectáculo que reúne um notável elenco em palco.

Esqueça tudo o que sabe sobre “variedades”. MUAH! Está noutra liga. Há uma nova linhagem de artistas a conquistar os palcos, um affair assumido entre o glamour decadente do cabaret, a teatralidade do drag e a elegância do voguing.

MUAH! reúne artistas que transformam a vulnerabilidade em poder: Alejandro Beauty, Excita Lopram, Flawless Revlon,Fraulein Margret, Louise L’Amour, Miss Velvet, Morgana e Naomy Beauty, um verdadeiro all-star de atitude e carisma.

A direcção criativa, assinada por Queens Office e Alejandro Beauty, transforma o palco num espaço de celebração e confronto, onde cada performance é uma afirmação de identidade. É sexy, é político, é divertido. Imperdível para quem quer estar um passo à frente.

terça-feira, 12 de maio de 2026

É possível investigar a vida após a morte sem superstições nem ceticismos dogmáticos?



Será a morte o fim da nossa existência? Esta dúvida tem vindo a ser explorada por correntes de espiritualidade e de superstição. Tema que agora Álex Gómez-Marín se propõe trazer para a ciência. Físico teórico e neurocientista premiado, Gómez-Marín teve em 2021 um grave problema de saúde que culminou numa experiência de quase-morte em dois atos. «Primeiro, a visão do “fogo que não queima na minha cabeça” e, logo de seguida, “a luz ao fundo do túnel”.» Sobre o seu «encontro», conta: «Não senti medo. Ofereciam-me uma espécie de canas para sair do poço. Tive a certeza de que, se aceitasse a ajuda deles, não haveria regresso.»

O cientista recuperou a sua plena saúde, mas aquela experiência fez nascer nele a necessidade de investigar os limites entre o mensurável e o inexplicável da ciência. Afinal tem de haver explicação para o corpo estar morto e a consciência não. No livro A Ciência dos Limiares da Vida, Álex Gómez-Marín partilha a sua visita ao outro lado e faz uma reflexão profunda sobre os mistérios da existência, desbravando um terreno que até há pouco tempo era considerado pseudociência. «A ciência triunfou ao medir, matematizar e manipular a matéria, mas esses três “m” não se aplicam com a mesma facilidade ao mundo imaterial.» Felizmente, «a consciência deixou de ser um tabu científico. E o estudo das fronteiras da mente começa a ser aceite no seio da ortodoxia científica. O enigma tende a conviver com o estigma no início. Mas os tempos estão a mudar. Vamos a isso.»

Entusiasta e bem-humorada, a escrita de Gómez-Marín assume simultaneamente um rigor científico que não se deixa poluir pelo ceticismo dogmático. Facto amplamente elogiado no prólogo da obra, pelo Dr. Manuel Sans Segarra, médico cirurgião e autor do bestseller A Supraconsciência Existe: «Estou convencido de que terá impacto nos investigadores materialistas e ajudará muitas pessoas a pôr em causa o grande egocentrismo que impera na nossa sociedade.»

Uma viagem à consciência e às nossas últimas fronteiras, A Ciência dos Limiares da Vida chega às livrarias a 14 de maio com a chancela da Bertrand Editora e tradução de Hélder Guégués. O autor, que viveu em Portugal, domina a nossa língua e está disponível para responder a questões.
 
Sobre o Autor

Álex Gómez-Marín é um físico teórico e neurocientista. É formado em Física, mestre em Biofísica e doutorado em Física Teórica pela Universidade de Barcelona. Fez estágios de pós-doutoramento no Centro de Regulação Genómica (CRG), em Barcelona, e no Centro de Investigação para o Desconhecido da Fundação Champalimaud, em Lisboa. Desde 2016 é diretor do Laboratório de Comportamento de Organismos do Instituto de Neurociências de Alicante. Atualmente é professor associado do Consejo Superior de Investigaciones Científicas, em Madrid, e diretor do Centro Pari na Toscana. Amplamente considerado como uma das vozes mais promissoras na nova ciência da mente, foi nomeado uma das pessoas mais inspiradoras do mundo pelo OOOM 100.

“Spirit of the Dance - Tour 25 anos” encantou o público no Casino Estoril



Com créditos firmados a nível mundial, “Spirit of the Dance” esgotou, na passada quarta-feira, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril. No âmbito da celebração dos 25 anos da sua estreia internacional, “Spirit of the Dance” apresentou-se com uma produção renovada, encantando o público que aplaudiu a energia contagiante dos ritmos, as dinâmicas coreografias e os originais cenários do espectáculo.



Foi uma noite arrebatadora, em que este clássico mundial demonstrou, uma vez mais, a mestria dos seus bailarinos, reconhecidos pela sua impressionante técnica e sincronização, transformando o palco numa celebração universal do movimento e da cultura.

“Spirit of the Dance - Tour 25 anos” exibiu, durante duas horas, a força do sapateado irlandês que se fundiu com a paixão do flamenco, a sensualidade da salsa, a ousadia do hip hop e a pulsação eletrizante do street dance e do american tap.



Recorde-se que “Spirit of the Dance é considerado um fenómeno mundial de dança, tendo sido já distinguido com nove prémios internacionais, incluindo os de “Melhor Espectáculo de Dança” e “Melhor Produção Internacional”.

O Poder da Cultura de António Pinto Ribeiro



Figura destacada do panorama cultural nacional e internacional, António Pinto Ribeiro reuniu num só livro uma seleção de textos escritos ao longo de quase 30 anos. O Poder da Cultura: Questões Permanentes já se encontra à venda nas livrarias nacionais. 

Esta obra aborda a cultura enquanto testemunho dos desafios de diferentes tempos, e da memória, enquanto instrumento essencial para a compreensão do mundo atual e do talento coletivo de agir sobre ele.

“O primeiro dos textos deste volume foi escrito em 1996 e o último data de 2023”, escreve o autor. “Nestas quase três décadas, o mundo sofreu profundas alterações, com um forte impacto nos modos de conhecimento culturais, nos modos de acesso e de transmissão da informação, e consequentemente no modo como nos relacionamos com o mundo e uns com os outros.” 

As tecnologias, a sociedade em rede e a mediação da comunicação marcam novas realidades e a forma como nos relacionamos com o outro; o panorama geopolítico mundial transforma-se a cada minuto obrigando as democracias a exercícios de prova de vida; as migrações reconfiguram o patchwork social e cultural da Europa e as práticas artísticas são agora os abrigos de identidades individuais e coletivas.

Por tudo isso, o autor defende a fraqueza do termo “cultura”, tantas vezes instável e equívoco. Inspirado por Arjun Appadurai, propõe a adoção do conceito de «o cultural», enquanto ecossistema de relações em permanente movimento, um modelo aberto, poroso que integra diferentes histórias, identidades, divergências e práticas.

Um conjunto de ensaios sobre o poder da cultura e sobre a vitalidade do cultural enquanto sistema vivo e criativo, dotado de sentido, capaz de resistência, sustento e esperança coletiva. 

Sobre o Autor

António Pinto Ribeiro nasceu em Lisboa e viveu em várias cidades africanas e europeias. Tem formação em Filosofia e Estudos de Cultura. Combina a sua atividade de professor com a de investigador e programador cultural. Foi membro do grupo de investigação MEMOIRS − Filhos do Império e Memórias Pós-Europeias, CES (2017-2023), diretor artístico e programador cultural em várias instituições culturais portuguesas, incluindo a Culturgest, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e a Fundação Calouste Gulbenkian, e comissário-geral de Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura 2017. Foi curador de várias exposições, das quais destaca “Disturbance in the Nile: Arte Moderna e Contemporânea do Sudão”, cocuradoria com Rahiem Shadad (Brotéria, 2023) e “Europa Oxalá”, cocuradoria com Katia Kameli e Aimé Mpane, no Africa-Museum (Tervuren), Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée (Marselha) e Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2021-2023).   

Foi distinguido como Cidadão Honorário da Cidade de Buenos Aires pela cidade de Buenos Aires (2016), com a Ordem do Mérito Artístico e Cultural Pablo Neruda do Governo do Chile (2015) e como Cavaleiro das Artes e das Letras pelo Governo de França (2001).

Diogo Beatriz Santos protagoniza três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Diogo Beatriz Santos actua, no próximo dia 14, às 22h15, e nos dias 15 e 16, às 22h45, no Casino Lisboa. O artista protagoniza três espectáculos de música ao vivo no palco multiusos do Arena Lounge. A noite prolonga-se, pelas 23h55, na sexta-feira, dia 15, com Dj Hélder Russo; e no sábado, dia 16, com DJ Mago, que propõem os melhores sets até de madrugada.

Diogo Beatriz Santos nos dias 14, 15 e 16 de maio
Com mais de uma década de experiência no panorama musical nacional, Diogo Beatriz Santos apresenta-se como um cantor versátil com um repertório extenso que abrange vários géneros como o jazz, soul, r&b, pop e world music. Diogo Beatriz Santos assume-se como um storyteller. É, sempre, acompanhado por músicos de excelência e nos quais confia a tarefa de tornarem possível os momentos únicos que proporciona aos espectadores.



DJ Hélder Russo no dia 15 de maio
Hélder Russo é natural de Lisboa e tem-se afirmado na cena clubbing pela sua imensa paixão pelo soul, jazz, funk, disco e pelas sonoridades por eles influenciadas, como o house e o techno de Detroit. O seu trabalho como produtor é reflexo disso: um leque de influências distintas, mas sempre com a música negra, nas suas mais variadas vertentes, como denominador comum. Desde o jazz, passando pelo soul, funk, pelo electro e new wave dos anos 80.

DJ Mago no dia 16 de maio
MAGO é um DJ e produtor musical que combina o melhor do Melodic Oriental, Organic e Afro House criando uma viagem sonora intensa e emocional. Com influências orientais e étnicas, a sua música conecta o espiritual ao tribal, levando o público a uma experiência profunda, dançante e transcendental.