quarta-feira, 13 de maio de 2026

Macacos do Chinês lançam “A Vida é Assim” em antecipação ao EP



“A Vida é Assim” é o novo single dos Macacos do Chinês que faz parte do EP “Bolos Depois da Noite” que será lançado a 14 de maio, com concerto no dia seguinte na Casa Capitão, em Lisboa.

“A Vida é Assim” é o terceiro single retirado do EP “Bolos Depois da Noite”, o regresso dos Macacos do Chinês (MDC) ao formato de canção hip-hop mais soulful e acústico, e à observação social pura. Com uma mensagem desencantada sobre a inevitabilidade dos momentos menos bons, mas com a esperança e a certeza de que quando caímos podemos levantar a cabeça e continuar o caminho, onde quer que eles nos leve.

O videoclipe, realizado e filmado por André Madeira em parceria com a banda, retrata o dia de um padeiro/pasteleiro, a vida silenciosa de alguém que inicia o seu trabalho às 4h da manhã. Jornadas longas e sacrifícios, uma realidade partilhada por tantos outros profissionais que trabalham a estas horas, em funções muitas vezes invisíveis, mas indispensáveis ao nosso dia a dia. É nesse retrato cru e honesto que a música se reconhece e se afirma. Sem romantizar nem fugir, a verdade é simples: a vida é assim, afirmam os MDC.



Após um hiato de quase 15 anos, os Macacos do Chinês (MDC) regressaram em 2025 para reafirmar o seu lugar como uma das propostas mais singulares da música nacional. No dia 14 de maio, a banda edita o novo EP “Bolos Depois da Noite”, assinalando o momento com uma festa de lançamento no dia seguinte, 15 de maio, na Casa Capitão, em Lisboa.

Nas palavras dos MDC: Quinze anos pode parecer muito tempo, como pode parecer que foi apenas ontem. Há amizades assim, tal como existem projectos assim. Estivemos longe sem estarmos separados. A vida espalhou-nos por projectos e até diferentes continentes. Mas a vida é assim e dá voltas para nos colocar juntos de novo a percorrer a mesma estrada. Bolos Depois da Noite é um EP de reencontros. Abrir os olhos e olhar de novo para o mundo e para a música enquanto Macacos do Chinês. A Vida é Assim fala disso mesmo, da inevitabilidade da vida, dos altos e baixos, alegrias e tristezas.

Formados em 2007, sempre assumiram a fusão como elemento central da sua identidade artística. A língua portuguesa e a guitarra cruzam-se com influências do universo cultural do Reino Unido, como o grime e a bass culture, enquanto o crioulo permanece uma expressão viva na sua música. Quinze anos depois, continuam a afirmar-se como uma banda progressista, atual e pertinente. Sem nostalgia, porque sempre olharam em frente.



O regresso aos palcos dos MDC ficou marcado por um concerto no palco WTF do Festival  NOS Alive.  O Jornal Expresso considerou-o o melhor espetáculo nacional da edição, destacando uma banda “fresca e inventiva”, enquanto o Observador sublinhou a sua atualidade e visão, apontando que “estavam de alguma forma à frente do seu tempo e voltam em altura certa”.

De seguida, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das mais progressistas bandas nacionais.

No final do ano passado, os Macacos do Chinês lançaram “´96”, o seu primeiro tema original, após mais de uma década de pausa. Este single foi distinguido como uma das músicas do ano pela Antena 3 e pela Rádio Oxigénio. Já em 2026, saiu “Desta Vez”, um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação. Agora apresentam “A Vida é Assim”, mais um tema que integra o EP que marca o regresso à edição de originais.  “Bolos Depois da Noite” é o resultado de muitos anos de hiato, e o primeiro cartão de visita para o que está para vir. 

Ao vivo o concerto de dia 15 de maio, na Casa Capitão será a primeira oportunidade para ouvir os temas de “Bolos Depois da Noite” e recordar alguns dos maiores sucessos da banda.

“MUAH! A Cabaret and Drag Affair” no Auditório do Casino Estoril



Com uma programação diversificada, o Auditório do Casino Estoril recebe, no dia 3 de julho, a partir das 22 horas, “MUAH! A Cabaret and Drag Affair”. Trata-se de um surpreendente espectáculo que reúne um notável elenco em palco.

Esqueça tudo o que sabe sobre “variedades”. MUAH! Está noutra liga. Há uma nova linhagem de artistas a conquistar os palcos, um affair assumido entre o glamour decadente do cabaret, a teatralidade do drag e a elegância do voguing.

MUAH! reúne artistas que transformam a vulnerabilidade em poder: Alejandro Beauty, Excita Lopram, Flawless Revlon,Fraulein Margret, Louise L’Amour, Miss Velvet, Morgana e Naomy Beauty, um verdadeiro all-star de atitude e carisma.

A direcção criativa, assinada por Queens Office e Alejandro Beauty, transforma o palco num espaço de celebração e confronto, onde cada performance é uma afirmação de identidade. É sexy, é político, é divertido. Imperdível para quem quer estar um passo à frente.

terça-feira, 12 de maio de 2026

É possível investigar a vida após a morte sem superstições nem ceticismos dogmáticos?



Será a morte o fim da nossa existência? Esta dúvida tem vindo a ser explorada por correntes de espiritualidade e de superstição. Tema que agora Álex Gómez-Marín se propõe trazer para a ciência. Físico teórico e neurocientista premiado, Gómez-Marín teve em 2021 um grave problema de saúde que culminou numa experiência de quase-morte em dois atos. «Primeiro, a visão do “fogo que não queima na minha cabeça” e, logo de seguida, “a luz ao fundo do túnel”.» Sobre o seu «encontro», conta: «Não senti medo. Ofereciam-me uma espécie de canas para sair do poço. Tive a certeza de que, se aceitasse a ajuda deles, não haveria regresso.»

O cientista recuperou a sua plena saúde, mas aquela experiência fez nascer nele a necessidade de investigar os limites entre o mensurável e o inexplicável da ciência. Afinal tem de haver explicação para o corpo estar morto e a consciência não. No livro A Ciência dos Limiares da Vida, Álex Gómez-Marín partilha a sua visita ao outro lado e faz uma reflexão profunda sobre os mistérios da existência, desbravando um terreno que até há pouco tempo era considerado pseudociência. «A ciência triunfou ao medir, matematizar e manipular a matéria, mas esses três “m” não se aplicam com a mesma facilidade ao mundo imaterial.» Felizmente, «a consciência deixou de ser um tabu científico. E o estudo das fronteiras da mente começa a ser aceite no seio da ortodoxia científica. O enigma tende a conviver com o estigma no início. Mas os tempos estão a mudar. Vamos a isso.»

Entusiasta e bem-humorada, a escrita de Gómez-Marín assume simultaneamente um rigor científico que não se deixa poluir pelo ceticismo dogmático. Facto amplamente elogiado no prólogo da obra, pelo Dr. Manuel Sans Segarra, médico cirurgião e autor do bestseller A Supraconsciência Existe: «Estou convencido de que terá impacto nos investigadores materialistas e ajudará muitas pessoas a pôr em causa o grande egocentrismo que impera na nossa sociedade.»

Uma viagem à consciência e às nossas últimas fronteiras, A Ciência dos Limiares da Vida chega às livrarias a 14 de maio com a chancela da Bertrand Editora e tradução de Hélder Guégués. O autor, que viveu em Portugal, domina a nossa língua e está disponível para responder a questões.
 
Sobre o Autor

Álex Gómez-Marín é um físico teórico e neurocientista. É formado em Física, mestre em Biofísica e doutorado em Física Teórica pela Universidade de Barcelona. Fez estágios de pós-doutoramento no Centro de Regulação Genómica (CRG), em Barcelona, e no Centro de Investigação para o Desconhecido da Fundação Champalimaud, em Lisboa. Desde 2016 é diretor do Laboratório de Comportamento de Organismos do Instituto de Neurociências de Alicante. Atualmente é professor associado do Consejo Superior de Investigaciones Científicas, em Madrid, e diretor do Centro Pari na Toscana. Amplamente considerado como uma das vozes mais promissoras na nova ciência da mente, foi nomeado uma das pessoas mais inspiradoras do mundo pelo OOOM 100.

“Spirit of the Dance - Tour 25 anos” encantou o público no Casino Estoril



Com créditos firmados a nível mundial, “Spirit of the Dance” esgotou, na passada quarta-feira, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril. No âmbito da celebração dos 25 anos da sua estreia internacional, “Spirit of the Dance” apresentou-se com uma produção renovada, encantando o público que aplaudiu a energia contagiante dos ritmos, as dinâmicas coreografias e os originais cenários do espectáculo.



Foi uma noite arrebatadora, em que este clássico mundial demonstrou, uma vez mais, a mestria dos seus bailarinos, reconhecidos pela sua impressionante técnica e sincronização, transformando o palco numa celebração universal do movimento e da cultura.

“Spirit of the Dance - Tour 25 anos” exibiu, durante duas horas, a força do sapateado irlandês que se fundiu com a paixão do flamenco, a sensualidade da salsa, a ousadia do hip hop e a pulsação eletrizante do street dance e do american tap.



Recorde-se que “Spirit of the Dance é considerado um fenómeno mundial de dança, tendo sido já distinguido com nove prémios internacionais, incluindo os de “Melhor Espectáculo de Dança” e “Melhor Produção Internacional”.

O Poder da Cultura de António Pinto Ribeiro



Figura destacada do panorama cultural nacional e internacional, António Pinto Ribeiro reuniu num só livro uma seleção de textos escritos ao longo de quase 30 anos. O Poder da Cultura: Questões Permanentes já se encontra à venda nas livrarias nacionais. 

Esta obra aborda a cultura enquanto testemunho dos desafios de diferentes tempos, e da memória, enquanto instrumento essencial para a compreensão do mundo atual e do talento coletivo de agir sobre ele.

“O primeiro dos textos deste volume foi escrito em 1996 e o último data de 2023”, escreve o autor. “Nestas quase três décadas, o mundo sofreu profundas alterações, com um forte impacto nos modos de conhecimento culturais, nos modos de acesso e de transmissão da informação, e consequentemente no modo como nos relacionamos com o mundo e uns com os outros.” 

As tecnologias, a sociedade em rede e a mediação da comunicação marcam novas realidades e a forma como nos relacionamos com o outro; o panorama geopolítico mundial transforma-se a cada minuto obrigando as democracias a exercícios de prova de vida; as migrações reconfiguram o patchwork social e cultural da Europa e as práticas artísticas são agora os abrigos de identidades individuais e coletivas.

Por tudo isso, o autor defende a fraqueza do termo “cultura”, tantas vezes instável e equívoco. Inspirado por Arjun Appadurai, propõe a adoção do conceito de «o cultural», enquanto ecossistema de relações em permanente movimento, um modelo aberto, poroso que integra diferentes histórias, identidades, divergências e práticas.

Um conjunto de ensaios sobre o poder da cultura e sobre a vitalidade do cultural enquanto sistema vivo e criativo, dotado de sentido, capaz de resistência, sustento e esperança coletiva. 

Sobre o Autor

António Pinto Ribeiro nasceu em Lisboa e viveu em várias cidades africanas e europeias. Tem formação em Filosofia e Estudos de Cultura. Combina a sua atividade de professor com a de investigador e programador cultural. Foi membro do grupo de investigação MEMOIRS − Filhos do Império e Memórias Pós-Europeias, CES (2017-2023), diretor artístico e programador cultural em várias instituições culturais portuguesas, incluindo a Culturgest, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e a Fundação Calouste Gulbenkian, e comissário-geral de Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura 2017. Foi curador de várias exposições, das quais destaca “Disturbance in the Nile: Arte Moderna e Contemporânea do Sudão”, cocuradoria com Rahiem Shadad (Brotéria, 2023) e “Europa Oxalá”, cocuradoria com Katia Kameli e Aimé Mpane, no Africa-Museum (Tervuren), Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée (Marselha) e Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2021-2023).   

Foi distinguido como Cidadão Honorário da Cidade de Buenos Aires pela cidade de Buenos Aires (2016), com a Ordem do Mérito Artístico e Cultural Pablo Neruda do Governo do Chile (2015) e como Cavaleiro das Artes e das Letras pelo Governo de França (2001).

Diogo Beatriz Santos protagoniza três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Diogo Beatriz Santos actua, no próximo dia 14, às 22h15, e nos dias 15 e 16, às 22h45, no Casino Lisboa. O artista protagoniza três espectáculos de música ao vivo no palco multiusos do Arena Lounge. A noite prolonga-se, pelas 23h55, na sexta-feira, dia 15, com Dj Hélder Russo; e no sábado, dia 16, com DJ Mago, que propõem os melhores sets até de madrugada.

Diogo Beatriz Santos nos dias 14, 15 e 16 de maio
Com mais de uma década de experiência no panorama musical nacional, Diogo Beatriz Santos apresenta-se como um cantor versátil com um repertório extenso que abrange vários géneros como o jazz, soul, r&b, pop e world music. Diogo Beatriz Santos assume-se como um storyteller. É, sempre, acompanhado por músicos de excelência e nos quais confia a tarefa de tornarem possível os momentos únicos que proporciona aos espectadores.



DJ Hélder Russo no dia 15 de maio
Hélder Russo é natural de Lisboa e tem-se afirmado na cena clubbing pela sua imensa paixão pelo soul, jazz, funk, disco e pelas sonoridades por eles influenciadas, como o house e o techno de Detroit. O seu trabalho como produtor é reflexo disso: um leque de influências distintas, mas sempre com a música negra, nas suas mais variadas vertentes, como denominador comum. Desde o jazz, passando pelo soul, funk, pelo electro e new wave dos anos 80.

DJ Mago no dia 16 de maio
MAGO é um DJ e produtor musical que combina o melhor do Melodic Oriental, Organic e Afro House criando uma viagem sonora intensa e emocional. Com influências orientais e étnicas, a sua música conecta o espiritual ao tribal, levando o público a uma experiência profunda, dançante e transcendental. 

Ricardo Costa regressa com uma nova forma de encarar o sucesso, a liderança e a felicidade no trabalho



Reconhecido pelo seu sucesso como líder do Grupo Bernardo da Costa e como chairman do Kuantokusta, entre muitas outras funções que tem vindo a assumir, Ricardo Costa partilha agora em O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso, ideias e práticas transformadoras sobre a forma como se encara sucesso, a gestão de equipas e a progressão profissional e pessoal. Empresário de referência nas áreas da liderança, inovação e felicidade corporativa, aborda sem tabus, e com uma perspetiva humanizada e progressista, os comportamentos que são decisivos para impulsionar, ou comprometer, a realização dos objetivos profissionais.

Ricardo Costa reúne um conjunto de 50 atitudes que fazem a diferença e constrói um guia prático, versátil e útil para líderes de empresas, gestores, quadros intermédios ou para quem quer evoluir na sua carreira e assumir as rédeas do seu percurso profissional. Escrito na primeira pessoa, este livro propõe uma abordagem realista do sucesso, entendendo-o não como uma medalha ou um lugar no pódio, mas como uma consequência das escolhas, valores e comportamentos adotados ao longo do tempo, que têm um impacto positivo nas pessoas com que lidamos.

Depois do sucesso do seu primeiro livro, A Felicidade É Lucrativa, o autor reforça o seu posicionamento como uma das vozes mais influentes do ecossistema empresarial português. O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso, com nota introdutória de Pedro Passos Coelho e prefácio de Pedro Chagas Freitas, percorre os territórios mais importantes da liderança, como a cultura empresarial, as relações interpessoais e o crescimento sustentável. Ao trabalhar a literacia corporativa, informando e elucidando muitas pessoas sobre estes temas, Ricardo Costa transmite as ferramentas necessárias para que possamos assumir o controlo das nossas carreiras e atingir os resultados que sempre desejámos.

O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso chega às livrarias a 21 de maio.

Sobre o Autor

Ricardo Costa é presidente do Grupo Bernardo da Costa e chairman do Kuantokusta, exerce funções de liderança em várias empresas e atua como board advisor em diferentes sectores. Com um MBA Internacional pela Católica Porto Business School e uma licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial, é também professor convidado em escolas de negócios, tornando-se uma referência no mundo da liderança, inovação e felicidade corporativa graças à sua experiência e visão estratégica. É cronista nos jornais Expresso, Comunidade Cultura e Arte e Record, cônsul honorário do Kosovo e presidente do Conselho Geral da AE-Minho – Associação Empresarial do Minho. É orador internacional e destaca-se ainda como a personalidade em Portugal com maior influência no LinkedIn. Com a Contraponto publicou o livro A Felicidade É Lucrativa, que vai já na sua quarta edição. O Que Fazer e não Fazer para Ter Sucesso é o seu segundo livro. 

Russ Ballard e Tyketto conquistaram o público no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril esgotou, na passada sexta-feira, para receber dois nomes ímpares do rock mundial: Russ Ballard e Tyketto. Foi uma noite electrizante e revivalista repleta de clássicos de diferentes épocas que levaram o público ao rubro. 

Compositor e intérprete icónico, Russ Ballard continua a ser uma referência incontornável no rock. O artista britânico brindou o público com os temas dos seus álbuns de maior culto e mais conhecidos pelo público português: Russ Ballard (1984) e The Fire Still Burns (1985).

"Voices", "In The Night", "I Can’t Hear You No More", “Two Silhouettes”, "The Fire Still Burns", “A Woman Like You”, “Day To Day”, “Playing With Fire” e “Your Time Is Gonna Come” estiveram em destaque. 



Mas, a noite iniciou-se, logo pelas 21h30, quando o vocalista Danny Vaughn subiu ao palco para liderar os Tyketto num memorável concerto. A banda de hard rock norte-americana estreou-se no Casino Estoril para interpretar os seus grandes êxitos do álbum “Don’t Come Easy” entre outros sucessos que marcaram mais de trinta anos de carreira. 

“Forever Young”, “Wings”, “Burning Down”, “Bad For Good”, “Standing Alone”, “Lay Your Body”, “Rescue Me”, “Strenght”, “We Rise”, “Higher Than High” foram, apenas, alguns temas que conquistaram o público. 

O Salão Preto e Prata foi palco de um encontro histórico que reuniu duas gerações e estilos do rock: Russ Ballard dominando o palco com a força criativa dos seus álbuns clássicos tocados na totalidade, e os Tyketto carregando a tocha do hard rock moderno. 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial



O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, de Samuel P. Huntington, mostra como os confrontos entre civilizações e religiões constituem a maior ameaça à paz mundial, mas também como uma ordem internacional baseada nessas mesmas civilizações pode ser a melhor salvaguarda contra a guerra.

Os ataques de 11 de Setembro de 2001 e as guerras no Iraque e no Afeganistão evidenciaram o risco dos choques civilizacionais. Com o fim das diferenças ideológicas, as diferenças culturais passaram a moldar a política mundial, alterando a ordem da Guerra Fria.

A obra mostra ainda como a explosão demográfica nos países muçulmanos e a ascensão económica do Leste asiático fragmentou o equilíbrio global. Estes desenvolvimentos desafiam a predominância ocidental e intensificam tensões sobre temas como a imigração, os direitos humanos e a democracia.

Sobre o Autor

Samuel P. Huntington (1927-2008) foi um influente cientista político norte-americano, conhecido pelo impacto duradouro dos seus estudos sobre política e relações internacionais. Ao longo da sua carreira, destacou-se como académico, consultor de instituições governamentais dos Estados Unidos da América e comentador nos debates sobre política externa no final do século XX e início do século XXI.

Formado pela Universidade de Yale, com estudos posteriores na Universidade de Chicago e com um doutoramento em Harvard, universidade onde viria a leccionar durante grande parte da sua vida, Huntington desempenhou cargos de relevância académica, incluindo a direcção de importantes centros de estudos internacionais.

A sua obra abrange áreas como política comparada, relações internacionais, democratização e estratégia de segurança. Entre os seus trabalhos mais relevantes destacam-se The Soldier and the State (1957) e Political Order in Changing Societies (1968). Foi, no entanto, com O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial que alcançou maior notoriedade.

Huntington fundou também a revista Foreign Policy e presidiu à Associação Americana de Ciência Política. Figura central e frequentemente controversa, Samuel P. Huntington deixou um legado incontornável na forma como compreendemos os conflitos e as dinâmicas do mundo contemporâneo.

João Baião protagoniza “Baião d’Oxigénio” no Salão Preto e Prata



João Baião apresenta, nos dias 31 de julho e 1 de agosto, pelas 21 horas, “Baião d’Oxigénio” no Casino Estoril. João Baião sobe ao palco do Salão Preto e Prata para protagonizar um espectáculo inovador, cheio de música, humor e energia contagiante.

Desta vez, o público é convidado a espreitar os bastidores da criação artística, num divertido e inesperado processo de casting para encontrar os novos bailarinos do seu próximo grande projecto. 

Entre passos de dança e coreografias, João Baião vai partilhando com os candidatos – e com o público – as suas ideias para o espectáculo que tem em mente. Cada ideia ganha vida no palco, transformando-se em quadros surpreendentes e hilariantes, como se o espectáculo já estivesse a acontecer. 

Do teatro musical à comédia, da dança contemporânea ao delírio mais improvável, esta é uma viagem única pela mente criativa de João Baião. Um espectáculo dentro do espectáculo, onde realidade e imaginação se misturam para criar momentos mágicos, cheios de emoção e gargalhadas. 

Prepare-se para uma noite inesquecível, com muita música, talento e a energia inconfundível de João Baião com a sua companheira de muitas aventuras teatrais a extraordinária atriz Cristina Oliveira, talentosos cantores e bailarinos. Um verdadeiro balão de oxigénio para a nossa vida.