quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

NOS Alive'26 acaba de confirmar que o dia 11 de julho está esgotado



O NOS Alive'26 acaba de confirmar o último dia do festival esgotado com os artistas já confirmados: Florence + The Machine, Buraka Som Sistema, Lorde, Teddy Swims, Pixies, Florence Road, Alessi Rose, Noiserv, Don West, Arthu, Deize Trigona, Fidju Kitxora, Modeselektor, Pedro da Linha e Titica.
Os bilhetes para os dias 9 e 10 de julho, continuam disponíveis e contam com atuações de Foo Fighters, Twenty One Pilots, Nick Cave & The Bad Seeds, Zara Larsson entre muitos outros.  A edição de 2026 promete ser uma das mais memoráveis de sempre, com mais de 60 artistas distribuídos por vários palcos e uma experiência musical e cultural incomparável.

Este é o sinal para quem ainda não garantiu o seu bilhete: não fiquem de fora da experiência única que é o NOS Alive. Os bilhetes para os dias 9 e 10 estão disponíveis nos pontos de venda oficiais. Junta-te aos sonho que transforma o Passeio Marítimo de Algés no epicentro da música ao vivo em Portugal.
Em 2026, O NOS Alive volta abrir portas a um grande cartaz, com Foo Fighters, Twenty One Pilots, Nick Cave & The Bad Seeds, Florence + The Machine, Lorde, Teddy Swims entre outros, reforçando o mote pelo qual é conhecido: O Melhor Cartaz. Sempre!

O Passeio Marítimo de Algés volta a ser casa d'O Melhor Cartaz. Sempre!, com os artistas já confirmados: A Perfect Circle, Alabama Shakes, Alessi Rose, Arthi, Buraka Som Sistema, Chris Luno, Deize Trigona, Digitalism (Hybrid Live Set), Dogstar, Don West, Fidju Kitxora, Fiona Kraft, Florence + The Machine, Florence Road, Foo Fighters, Jehnny Beth, La Fleur, Lorde, Matt Berninger, Modeselektor, Nick Cave & The Bad Seeds, Noiserv, Palaye Royale, Pedro da Linha, Pixies, SBTRKT (DJ Set), Skunk Anansie, Stresshead, Teddy Swims. The Royston Club, The War On Drugs, The Warning, Titica, Tomora, Twenty One Pilots, Wolf Alice, Zara Larsson

Casino Estoril propõe “Uma Vida de Amizade”



Com um elenco de luxo, “Uma Vida de Amizade” estará em cena, no dia 15 de março, pelas 21 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. As actrizes brasileiras Adriana Garambone, Sílvia Pfeifer e Helena Fernandes protagonizam uma comédia sobre as alegrias, aventuras e desafios de três amigas de uma vida.

Estarão em evidência os risos sinceros, as discussões fortes, os desejos e as descobertas que agora as desafiam por serem mulheres que escolhem os seus caminhos e procuram viver com intensidade.

Em palco, Adriana Garambone, Sílvia Pfeifer e Helena Fernandes dão vida a Gilda, Yasmin e Renée, três mulheres com mais de 40 anos, ativas, bonitas e vibrantes, que enfrentam as contradições de uma sociedade que insiste em chamá-las de “maduras”.

Entre risos, confissões e copos de vinho, estas amigas partilham segredos, desabafos e memórias, revendo com humor e ternura as suas próprias vidas e as diferentes formas de encarar a maturidade. O resultado é uma comédia inteligente, emotiva e espirituosa, que celebra a força feminina, o valor da amizade e a beleza de envelhecer sem perder o brilho.

Com texto de Gustavo Pinheiro, autor do sucesso de bilheteiras “Dois de Nós”, e direcção de Fernando Philbert, “Uma Vida de Amizade” é um espectáculo que combina humor e sensibilidade, prometendo fazer o público rir e pensar.

A Sony expande a sua gama de gira-discos com novos modelos sem fios



A Sony Europe B.V. anunciou dois novos modelos de gira-discos— o PS-LX3BT e o PS-LX5BT — concebidos para tornar simples e fácil desfrutar do som rico e autêntico dos discos de vinil. Criados para satisfazer tanto quem só agora começou a ouvir vinil como os melómanos mais exigentes, os novos gira-discos combinam um funcionamento simples e intuitivo com tecnologia de áudio sem fios avançada e uma qualidade de fabrico excecional.
 


Características comuns do PS-LX3BT e do PS-LX5BT
Ambos os modelos oferecem reprodução totalmente automática com um único botão e conectividade Bluetooth® com suporte para aptX™, aptX™-Adaptive e áudio de alta resolução sem fios, permitindo aos utilizadores desfrutar de um som detalhado, sem fios e também através de uma ligação com fios. Um cartucho de alta qualidade, controlo de ganho de três níveis, prato de alumínio e tampa protetora transparente proporcionam uma reprodução estável e proteção. Suportam discos de 33⅓ e 45 RPM (7" e 12") e são fornecidos em embalagens recicladas, refletindo o compromisso contínuo da Sony para com a sustentabilidade.

PS-LX3BT – A sua viagem pelo vinil começa aqui
Perfeito para quem está a dar os primeiros passos no universo do vinil ou para quem procura uma configuração simples e adequada ao seu estilo de vida, o PS-LX3BT apresenta um design elegante e refinado, que o torna ideal para os espaços do dia a dia e se adapta perfeitamente a qualquer estilo de vida. Comece a ouvir imediatamente com o cabo de áudio incluído e o equalizador phono integrado. Oferece um som analógico caloroso e com um seguimento suave, perfeito para desfrutar todos os dias.


PS-LX5BT – Faça um upgrade à sua viagem pelo vinil
Para quem procura melhorar o seu som, o PS-LX5BT apresenta melhorias premium que reforçam a precisão do desempenho áudio. Cada elemento — desde o corpo rígido de uma só peça e o braço em alumínio até ao tapete de borracha e ao design do circuito — foi cuidadosamente criado para eliminar vibrações indesejadas e preservar a pureza do som. Fiel a esta sólida base de precisão, está equipado com um cartucho de alta qualidade que proporciona um som rico, com uma ampla envolvência sonora — ideal para uma audição focalizada e dedicada, que supera a simples utilização diária. A tomada de áudio banhada a ouro suporta uma ligação com fios de alta qualidade, enquanto o design sofisticado e minimalista se integra facilmente em qualquer interior, valorizando tanto o som como o ambiente.

Disponibilidade
O PS-LX3BT estará disponível por um preço de venda ao público recomendado de 299 € em https://www.sony.pt/audio-components/products/ps-l​x3bt e o PS-LX5BT estará disponível por 399 € em https://www.sony.pt/audio-components/products/ps-l​x5bte em revendedores autorizados.

Cânone de Câmara Escura, novo romance de Enrique Vila-Matas



A Dom Quixote editou na passada terça-feira, 3 de fevereiro, "Cânone de Câmara Escura", o novo romance do escritor espanhol Enrique Vila-Matas, traduzido por J. Teixeira de Aguilar, um livro sobre livros, sobre a impossibilidade de escrever e sobre o sentido último da escrita.

Vidal Escabia, o protagonista desta história, selecionou 71 livros num quarto escuro da sua casa no intuito de escrever um cânone deslocado, intempestivo e inatual, dissidente dos oficiais. Todas as manhãs escolhe ao acaso um deles e traz à luz um fragmento destinado ao cânone, mas o que a sua leitura desentranha influi na sua vida e também na sua escrita.

Crescem as suspeitas de que narrador de Cânone de Câmara Escura seja um andróide, um Denver-7 infiltrado entre as pessoas comuns de Barcelona, ou, pelo contrário, utilize o cânone para dar sentido à sua vida perante o amor exarcebado que sente pela filha ausente.

Um Vila-Matas extremo que vai mais além na sua indagação sobre o não-sentido, o simulacro e a ficção como estranhas formas de vida, e também na sua visão da arte literária como transmissão, colaboração e modificação de ideias alheias. Uma busca, em suma, de um sentido último da escrita, ao mesmo tempo que se exploram temas como o duplo ou a ausência infinita que deixam aqueles que amamos, «a mesma ausência que Eurídice deixou a Orfeu e da qual muitos julgam que a escrita nasceu».

O melhor Enrique Villa-Matas regressa ao registo do celebrado Bartleby & Companhia com um livro sobre livros, sobre a impossibilidade de escrever e sobre o sentido último da escrita.

Sobre o Autor

Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) é um dos mais consagrados escritores espanhóis da atualidade. Traduzido em 37 línguas, da sua vasta obra destacam-se História Abreviada da Literatura Portátil, Suicídios Exemplares, Filhos sem Filhos, Bartleby & Companhia, O Mal de Montano, Doutor Pasavento, Paris nunca Se Acaba, Exploradores do Abismo, Diário Volúvel, Dublinesca, Chet Baker Pensa na Sua Arte, Ar de Dylan, Kassel não Convida à Lógica, Marienbad Eléctrico, Mac e o Seu Contratempo, Esta Bruma Insensata e Montevideu (considerado livro do ano pelo El Mundo, em 2022). Cavaleiro da Legião de Honra francesa, recebeu os mais importantes prémios literários, entre os quais o Prémio FIL, o Prémio Rómulo Gallegos, o Prix Médicis Étranger, o Prémio Nacional de Cultura da Catalunha, o Prémio da Real Academia Espanhola e o Prix du Meilleur Livre Étranger. "Cânone de Câmara Escura" é o seu mais recente romance.

Ninguém pode roubar a alegria que merecemos



Este é um romance profundamente comovente. A história inesquecível de uma mulher que se recusa a desistir até encontrar a alegria que merece. Danielle Steel, dona de uma das maiores carreiras do mundo da literatura, com mais de mil milhões de exemplares vendidos, regressa hoje às livrarias portuguesas com Alegria. Este título, fruto da mais recente produção literária da autora, terá agora a sua edição em língua portuguesa.

Para encontrar um amor que seja digno do seu coração, Allegra Dixon terá de sobreviver a uma infância marcada pelo abandono da mãe e pela indiferença do pai. A vida dela dará uma reviravolta quando, já num colégio interno, conhece um elegante cadete de escola militar chamado Shepherd Williams. Rapidamente, a amizade transforma-se numa intensa paixão.

Depois da faculdade, Allegra singra como editora de livros e Shepherd sobe na carreira militar. Quando ele recebe ordem de transferência para o Afeganistão, os dois casam-se antes de ele partir. Mas os horrores da guerra vão transformar o marido num homem fraturado, que Allegra deixa de reconhecer. Ela volta a sentir-se completamente sozinha, precisamente quando pensava ter encontrado a felicidade tão desejada. Contudo, nunca devemos perder a esperança, nem mesmo perante os maiores desafios da vida, e será precisamente neste momento que Allegra tomará por fim as rédeas do seu destino e lutará pela alegria que nunca nada nem ninguém nos pode roubar.

Alegria é um romance comovente e altamente romântico, que, ao navegar por temas como o abandono, o trauma, a resiliência feminina ou a coragem, tocará profundamente o coração dos leitores. Danielle Steel é a autora viva que mais livros vendeu e vende no mundo inteiro e nome por excelência da ficção romântica. Em Portugal, a Bertrand Editora tem a honra de publicar as obras da autora em exclusivo.

Alegria, de Danielle Steel, chega hoje às livrarias portuguesas, com tradução de Susana Serrão.

Sobre a Autora

Danielle Steel já escreveu mais de 200 livros, entre ficção, não ficção, poesia e livros infantis. Ultrapassou recentemente a marca dos mil milhões de livros vendidos em todo o mundo e é publicada em inúmeros países e muitas línguas. Todo e cada um dos seus livros é um bestseller, e escreveu o primeiro aos 19 anos. Steel entrou também para o Guinness Book of World Records por ter tido um ou mais livros seus durante 381 semanas consecutivas na lista de bestsellers do New York Times. Foram adaptadas para filme ou para série televisiva vinte e uma obras suas. 

Steel nasceu em Nova Iorque, filha de mãe portuguesa e pai alemão, frequentou sempre liceus franceses e passou grande parte da juventude em França, sendo o francês a sua língua-mãe. Apaixonada pela arte e pelo design, frequentaria mais tarde a New York University e a Parsons School of Design. Em 2002, a autora foi galardoada com a prestigiante Ordre des Arts et des Lettres de França, no grau de Officier, por extraordinário contributo literário, e, em 2014, seria condecorada pelo governo francês com a Ordre National de la Légion d’Honneur – a condecoração máxima da nação francesa –, no grau de Chevalier, pelo contributo de uma vida para a cultura mundial. A autora é ainda fundadora e dirigente de duas instituições de solidariedade dedicadas à saúde mental, ao apoio dos sem-abrigo e à prevenção do suicídio e dos maustratos infantis, tendo visto este seu trabalho inspirador ser reconhecido com os mais variados prémios. 

Mãe de nove filhos, vive entre Paris e São Francisco. 

Estreias de cinema de 5 de Fevereiro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Louca-mente

Nesta comédia romântica, acompanhamos o primeiro encontro entre Piero, um professor de meia-idade desiludido com o amor, e Lara, uma restauradora de móveis de 35 que tenta recomeçar após um relacionamento particularmente traumático. Ao longo da noite, no apartamento de Lara, penetramos nas mentes de ambos – onde inseguranças, dúvidas e receios ganham forma humana, moldando gestos e palavras numa sucessão de hesitações e mal-entendidos cujo desfecho poderá alterar, ou não, o rumo das suas vidas.

Um dos maiores sucessos de bilheteira em Itália em 2025, este filme é realizado por Paolo Genovese (“Amigos, Amigos, Telemóveis à Parte”), que assina o argumento – assumidamente inspirado no filme “Divertida‑mente” (2015) – com Francesco Piccolo, Isabella Aguilar, Lucia Calamaro, Paolo Costella e Flaminia Gressi. O elenco inclui Edoardo Leo e Pilar Fogliati como protagonistas, bem como Emanuela Fanelli, Maria Chiara Giannetta, Claudia Pandolfi, Vittoria Puccini, Marco Giallini, Maurizio Lastrico, Rocco Papaleo e Claudio Santamaria. 



Capitão Dentes de Sabre e a Condessa de Gral

Raven e Pinky são inseparáveis e fazem parte da tripulação do Capitão Dentes de Sabre, o corajoso líder de um navio pirata. A vida a bordo muda por completo quando Sibylla, a condessa de Gral, rapta Pinky, dando início a um plano para atrair o Capitão, que possui um artefacto que ela deseja há muito e que lhe poderá dar o poder de dominar a terra dos piratas. Determinado a salvar Pinky da crueldade da condessa, Raven embarca numa perigosa perseguição ao lado do Capitão e de um poderoso dragão.

Realizado por Rasmus A. Sivertsen, Yaprak Morali e Are Austnes, esta sequela de animação continua as aventuras do Capitão Dentes de Sabre, uma conhecida personagem de ficção criada pelo cantor, actor e dramaturgo norueguês  Terje Formoe. 



Stray Kids: The dominATE Experience

Stray Kids é um grupo sul‑coreano de K‑pop formado por oito rapazes — Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, HAN, Felix, Seungmin e I.N — cuja carreira se tem destacado pela fusão de hip‑hop, electrónica e pop, pela participação na composição das suas próprias músicas e pela capacidade de comover comunidades de fãs em todo o mundo desde a sua estreia, em 2018, com com o álbum “I Am NOT”.

Este filme‑concerto, realizado por Paul Dugdale e Farah Khalid, apresenta imagens captadas durante os espectáculos da dominATE World Tour, que passou por Los Angeles em 2025.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Maria León com concerto acústico a 15 de Abril no Club Coliseu



O Coliseu Club recebe, no dia 15 de abril, a apresentação de "Brumas do Luar, Lisboa, Mar e Alma", o novo disco de Maria León, que traz alguns convidados especiais.

Com instrumentos acústicos e uma estética de som natural, o espetáculo cria uma atmosfera poética e emocional, atravessada por uma melancolia lisboeta entre o rio e o mar. Para este concerto, Maria León, convidou dois músicos de exceção e que têm carreiras exemplares dentro e fora de Portugal: o compositor e pianista Carlos Maria Trindade e o compositor e guitarrista, Pedro Jóia.

"Brumas do Luar, Lisboa, Mar e Alma" editado em janeiro de 2025, conta para além das colaborações de Carlos Maria Trindade e Pedro Jóia, também com Rão Kyao.

Maria León começou a sua carreira no mundo da música como vocalista dos Ravel. Depois da banda ter terminado, lançou álbuns a solo como "Caminhando até Ti" (2000) e "Coisas Simples" (2007), colaborando com artistas como Delfins , GNR , Pedro Ayres Magalhães e Rui Veloso. 

Hitler e o abuso de drogas



De que modo a ação nefasta de Adolf Hitler, que ditou o destino de milhões de pessoas, foi condicionada pelas drogas que o seu médico, Theodor Morell, lhe receitava? É esta a questão suscitada por Eric Frattini em O Médico e o Monstro, ensaio que aborda um novo ângulo da vida do ditador alemão: hipocondríaco vitalício, viveu os seus últimos anos completamente dependente do seu médico pessoal e de um receituário, no mínimo, duvidoso.

Estas são descobertas feitas a partir de uma recente e exaustiva desclassificação de documentos relacionados com a Alemanha Nazi, que surpreenderam a comunidade historiográfica e desmentem Joachim Fest. Há meio século, este historiador alemão afirmou perentoriamente, após investigar a fundo os derradeiros dias do Führer: «esta é a última palavra sobre este homem, porque não haverá novas revelações sobre Hitler que ainda não sejam do domínio público.»

Entre os milhões de páginas, os investigadores descobriram os diários meticulosos do Dr. Morell, onde o clínico registou as mudanças de humor de Hitler, os sintomas gastrointestinais, os problemas de pele e o diagnóstico de Parkinson que o ditador acreditava que não o derrubaria. «Mesmo que a minha mão trema, mesmo que até a minha cabeça trema, o meu coração nunca tremerá.»

O tratamento? Doses generosas de drogas, dos estimulantes aos sedativos, das hormonas aos multivitamínicos, dos esteroides à beladona e à cocaína, que Hitler viria a tomar até ao seu suicídio em abril de 1945.

Entre as notas, que provam igualmente a toxicodependência de membros do exército alemão, consta uma missiva que ajuda a entender a natureza destas prescrições. «Meu Führer, se, até agora, tivesse sido tratado por um médico comum, as suas atividades teriam sido interrompidas durante tanto tempo que o Reich teria corrido o risco de se desmoronar. Tive, portanto, de lhe administrar tratamentos curtos com doses elevadas de medicamentos, que roçavam os limites do que estava autorizado.»

Um documento histórico obrigatório, O Médico e o Monstro chega à rede livreira nacional no próximo dia 5 de fevereiro, com chancela da Bertrand Editora e tradução de Maria Ferro.

Sobre o Autor

Eric Frattini foi correspondente para o Médio Oriente e residiu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel). É autor de mais de 25 livros, traduzidos em 16 idiomas e publicados em 42 países. O seu livro Os Espiões do Papa foi incluído na biblioteca de estudos sobre serviços secretos da CIA, em Langley. Em 2013 recebeu o Prémio Nacional de Investigação Jornalística da revista italiana Terra Incognita pela sua investigação do caso Vatileaks, que serviu de base ao livro Os Abutres do Vaticano, e em julho do mesmo ano foi distinguido com o Prémio Anual Strillaerischia (Itália) para o Melhor Enviado Especial pelo seu trabalho no Afeganistão. Foi produtor de documentários para o Discovery Channel e o National Geographic.

Clientes decidem o próximo chocolate da Pedaços de Cacau



Ao longo de 34 edições, o Pedaços & Sentidos levou os participantes numa viagem por alguns dos chocolates mais marcantes do portefólio da Pedaços de Cacau — dos bestsellers às criações mais ousadas, com recheios inesperados e combinações improváveis. Mas esta edição traz uma novidade especial: pela primeira vez, o público terá voto, ajudando a decidir se um novo chocolate ficará, ou não, disponível no catálogo de produtos da marca.



Na 35.ª edição do Pedaços & Sentidos, o evento em que a Pedaços de Cacau desafia os sentidos ao harmonizar os seus chocolates artesanais com produtos fora do comum, a marca recebe A Licoreira Portuguesa para uma experiência que cruza tradição, intensidade e memória. O evento decorre no dia 6 de fevereiro, às 18h45, na Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia.

Durante a degustação, os participantes irão provar diferentes chocolates, harmonizados com licores artesanais. O evento inclui ainda a prova de uma novidade absoluta da marca, que será avaliada pelos presentes, definindo se ficará ou não disponível para venda.

Parceira desta edição, A Licoreira Portuguesa faz renascer sabores campestres, recuperando receitas e tradições que remontam ao século passado. A marca dedica-se à produção de licores artesanais que preservam o saber-fazer antigo, valorizando ingredientes naturais e processos manuais.

A 35.ª edição do Pedaços & Sentidos decorre a 6 de fevereiro, sexta-feira, às 18h45, na Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia. A entrada é gratuita, mas requer espírito crítico e mente aberta para avaliar o novo potencial produto da marca, e inscrição prévia através deste link: https://pedacosdecacau.zoholandingpage.eu/edicao35/



Pedaços de Cacau – Chocolataria
Morada: Rua da Junqueira de Baixo, n.º 28, Vilar do Paraíso, 4405-870 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 731 2031
Horário: de segunda a sexta, das 9h30 às 18h30 (exceto feriados)

José Luís Peixoto distinguido com o Prémio Vergílio Ferreira



A Universidade de Évora decidiu este ano distinguir o escritor José Luís Peixoto com o prestigiado Prémio Vergílio Ferreira. Em comunicado oficial, a Universidade de Évora indica que o júri desta edição, presidido por Antonio Sáez Delgado, decidiu, por unanimidade, atribuir a distinção a José Luís Peixoto «pela força criativa da sua ficção, que parte da experiência vital no Alentejo e chega ao mundo inteiro, com uma escrita rica em densidade emocional que aborda temas como identidade, memória, ruralidade e diáspora».

Considerando José Luís Peixoto como «uma das vozes contemporâneas mais marcantes da literatura em língua portuguesa», a Universidade de Évora enaltece o percurso literário do autor natural de Galveias, no coração do Alentejo, com destaque para obras como Morreste-me, Galveias, Almoço de Domingo e o mais recente romance A Montanha, entre muitos outros. Toda a obra literária de José Luís Peixoto é publicada em Portugal pela Quetzal Editores, sendo que os seus livros estão traduzidos em mais de trinta línguas.

Instituído em 1997, o Prémio Vergílio Ferreira destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou do ensaio. Nesta edição, o júri contou, além de Antonio Sáez Delgado, com os docentes universitários Cristina Robalo Cordeiro, Giorgio de Marchis e Carla Isabel Ferreira de Castro, bem como o crítico literário Frederico Pedreira. A cerimónia de entrega do Prémio Vergílio Ferreira está agendada para 2 de março.