terça-feira, 21 de abril de 2026

Dia dedicado ao rock da 11.ª edição do Rock in Rio Lisboa já está esgotado



A cerca de dois meses da abertura de portas, o dia dedicado ao rock da 11.ª edição do Rock in Rio Lisboa já está esgotado! A 21 de junho, a Cidade do Rock prepara-se para receber milhares de fãs para um dia que reúne algumas das maiores referências do rock mundial e artistas que continuam a reinventar o género, incluindo os Linkin Park, Cypress Hill, Kaiser Chiefs, Hoobastank, Sepultura e P.O.D., prometendo fechar em grande o primeiro fim de semana daquela que será a maior edição de sempre do festival em Portugal.

O dia 21 de junho será, sem dúvida, histórico. Estamos extremamente felizes com a extraordinária adesão do público, é o dia que mais rapidamente esgotou em toda a história do Rock in Rio Lisboa. Este resultado reforça que a aposta em experiências pensadas para diferentes públicos tem sido um sucesso. Sentimos um entusiasmo enorme por parte das pessoas e tudo aponta para uma celebração absolutamente inesquecível.” explica Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.

Entre os destaques do cartaz estão os lendários Linkin Park, que regressam a Portugal para um concerto muito aguardado pelos fãs, bem como os Cypress Hill, The Pretty Reckless e Grandson, artistas que marcaram gerações e diferentes vertentes do rock, do metal e do rap rock. Ao longo do dia, a energia estende-se também a outros palcos da Cidade do Rock, com atuações de nomes como Sepultura, P.O.D., Dealema, Kaiser Chiefs, Hoobastank, Blasted Mechanism, Tara Perdida, e muito mais.

Recorde-se que o Rock in Rio Lisboa prepara-se para quatro dias de programação diversificada que cruza estilos musicais, gerações e experiências. A 11ª edição do festival em Portugal arranca a 20 de junho com um dia pop pensado para toda a família, com artistas como Katy Perry, Pedro Sampaio, Charlie Puth e Calema, seguindo-se a 21 de junho com um dia dedicado ao rock, com nomes como Linkin Park, Cypress Hill, The Pretty Reckless e Grandson. No segundo fim de semana, a 27 de junho acontece o Legends Day, com ícones como Rod Stewart, Cyndi Lauper, Shaggy e 4 Non Blondes, e o evento encerra a 28 de junho com música urbana protagonizada por 21 Savage, Central Cee, Rema e Matuê. 

Entre as novidades, e com ainda muitas surpresas por desvendar, destaca-se o espetáculo aéreo “The Flight”, com acrobacias de cinco aeronaves Yak 52 sincronizadas com música e pirotecnia, além do reforço das áreas de hospitalidade e experiências premium, pensadas para um público internacional e corporativo.

O Rock in Rio Lisboa regressa à Cidade do Rock nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026. Os bilhetes para os dias 20, 27 e 28, e o passe para o segundo fim de semana, ainda se encontram à venda em tickets.rockinriolisboa.pt (powered by Fever), feverup.com, lojas Worten e worten.pt.

Escola de Dança Ana Köhler traz Ratatouille ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Em Gala de final de ano, a Escola de Dança Ana Köhler - EDAK regressa, no dia 31 de maio, ao Casino Estoril para apresentar Ratatouille. Trata-se de um espectáculo que estará em cena, às 10h30 e às 16h30, no Salão Preto e Prata. 

A EDAK promove, desde 2005, espectáculos que transportam os seus alunos para o universo artístico e da experiência vivida em palco através da arte da dança. 

No final de cada ano, a EDAK partilha com famílias e amigos, as vivências e aprendizagens anuais através de histórias que os remetem para o mundo da imaginação e da criatividade. 

Ratatouille é a história de um ratinho que, apesar da sua condição animal, luta incessantemente pelo reconhecimento e pelo seu valor no mundo da culinária.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Era uma vez uma árvore com quatro mil milhões de anos que une todos os seres vivos do planeta



Quem se atreve a embarcar numa viagem de quatro mil milhões de anos pela evolução da vida no nosso planeta? Em A Árvore da Vida Max Telford conta a fascinante história da gigantesca árvore genealógica que regista as relações entre todos os seres vivos: dos humanos, dos peixes e das borboletas até aos carvalhos, aos cogumelos e às bactérias. A Árvore da Vida chega às livrarias a 23 de abril.

Compreender como surgiu a incrível diversidade da vida na Terra é um dos maiores enigmas da biologia. E este livro, repleto de histórias vivas e fascinantes, leva-nos diretamente ao seu interior: descobrimos por que motivo os lobos estão mais próximos das baleias do que dos lobos-da-tasmânia; como as mudanças geológicas e as catástrofes ambientais deixaram as suas marcas no genoma; por que não temos caudas, mas somos a única espécie com queixo; e acompanhamos os cientistas que optaram por caminhos evolutivos sinuosos e ocasionalmente sem saída nas suas tentativas de resolver o maior de todos os enigmas.

«Para contar a história da vida, será preciso levarmos a cabo a tarefa épica que é reconstruir a árvore da vida – uma árvore que mostra como todas as espécies vivas estão ligadas, desde os carvalhos às orcas», escreve o autor na introdução. «Esta árvore da vida é uma representação visual de afinidades cuja simplicidade intuitiva esconde um profundo poder descritivo.» Ao longo da viagem, veremos como, longe de ser uma representação árida dos que já morreram, a árvore da vida é um ser vivo que altera constantemente a nossa perspetiva sobre o passado, o presente e o futuro da vida na Terra.

«Pretendo revelar como uma comunidade de mundial de cientistas tem vindo a trabalhar para desenvolver a árvore da vida de uma forma que conte a história completa da evolução da diversidade biológica», explica Max Telford. «Veremos que são as próprias propriedades das espécies vivas que usaremos como pistas para descobrir a forma correta da árvore da vida.» Desde os primeiros esboços de Darwin até aos vastos diagramas gerados por computador que os cientistas constroem na atualidade, este livro explica como podemos conhecer a nossa árvore genealógica e conta a história épica das várias maneiras pelas quais foi possível existirem seres vivos.

Esta é a nossa história muito pessoal, que começou com o minúsculo antepassado de toda a vida há milhares de milhões de anos e termina consigo e comigo. 

Sobre o Autor

Max Telford é biólogo evolucionista e titular da Cátedra Jodrell de Zoologia e Anatomia Comparada no University College London, onde fundou o Centre for Life’s Origins and Evolution e o Telford Lab. Max ganhou vários prémios pela sua investigação, como o EMBO Young Investigator Award, a Bicentenary Medal da Linnean Society e o Royal Society Wolfson Research Merit Award, e passou as últimas três décadas a investigar a forma da árvore da vida, com o objetivo mais amplo de descobrir os primeiros acontecimentos na evolução do reino animal. Este é o seu primeiro livro.

Estreia mundial de "The Dark Knot at the Center" no Festival de Tribeca



A curta-metragem The Dark Knot at the Center, da realizadora Inês Pedrosa e Melo, integra a seleção oficial da 25.ª edição do Festival de Cinema de Tribeca, onde terá a sua estreia mundial.

O anúncio foi feito na passada quinta-feira, aquando da divulgação do programa completo do Festival de Tribeca, que inclui também a presença da curta de animação Porque Hoje é Sábado, de Alice Eça Guimarães.

Após um percurso académico desenvolvido no Mestrado em Produção de Documentários e Vídeo na Universidade de Stanford — onde realizou obras como Home, Revised, Variations e Notes on Living — Inês Pedrosa e Melo apresenta agora o seu primeiro filme independente profissional. The Dark Knot at the Center contou com o apoio da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, e da San Francisco International Film Festival (SFFILM).

Produzido por uma parceria entre a Olhar de Ulisses (Portugal) e a VACATIONLAND (Estados Unidos), o filme acompanha as viagens de mulheres anónimas que atravessam o território norte-americano em busca de acesso a serviços de aborto. Através dos seus testemunhos, revela-se um percurso marcado por obstáculos, distâncias e memórias duradouras, compondo um retrato íntimo e político de uma realidade contemporânea nos Estados Unidos da América.

Nas palavras da realizadora, “o filme situa-se na fronteira entre o arquivo e a paisagem”, propondo uma abordagem que cruza cartas, vozes e imagens captadas nos locais percorridos pelas protagonistas. O resultado é uma obra que articula memória e território, dando forma cinematográfica a experiências frequentemente invisibilizadas.



The Dark Knot at the Center (Portugal/USA, 2026, DOC, 18’) integra o programa Whatever It Takes da secção de curtas-metragens do festival, assinalando a presença do cinema português num dos mais relevantes eventos do panorama internacional.

Também na secção de curtas, “Porque Hoje é Sábado” (Alice Eça Guimarães, 2025, Portugal/Espanha/França, ANI, 12’) será exibido num programa com curadoria da atriz e comediante norte-americana Whoopi Goldberg, reforçando a diversidade e visibilidade da animação portuguesa contemporânea.

Lucas Ortet lança Me & My Guitar em disco de vinil



Depois da edição digital que marcou o arranque oficial da sua carreira discográfica, Lucas Ortet prepara-se para um novo capítulo com o lançamento em disco de vinil de Me & My Guitar, já disponível nas lojas. A edição em formato físico recupera o alinhamento original do álbum digital e responde ao entusiasmo crescente do público que tem acompanhado a ascensão do jovem cantor, compositor e guitarrista português.
                             
Com uma identidade assente na proximidade entre voz e guitarra, Me & My Guitar revelou um artista capaz de transformar experiências pessoais em canções geracionais, cruzando influências da pop, do r&b e da música urbana contemporânea. Produzido por Sebastian Crayn, colaborador habitual de alguns dos nomes mais relevantes da música nacional, o disco consolidou a maturidade artística de Lucas Ortet e destacou a sua escrita autoral.
                 
Entre os temas em maior evidência encontram-se “Nosso Love” e “Mantém Distância”, canções que conquistaram forte adesão do público e alcançaram difusão nas rádios, ajudando a ampliar a presença de Lucas Ortet junto de novas audiências. Ambos os temas se assumiram como momentos centrais do álbum e reforçaram a capacidade do artista para criar refrões imediatos e narrativas com forte poder de identificação.
              
O percurso de Lucas Ortet começou a ganhar expressão nas redes sociais, onde as suas canções somaram milhões de visualizações e criaram uma comunidade fiel antes mesmo da chegada às plataformas de streaming. Esse crescimento orgânico encontrou em Me & My Guitar a sua tradução definitiva: um disco de estreia que confirmou o talento de uma nova geração de autores portugueses.
                 
Natural de Lisboa, criado na Linha de Sintra e com ascendência angolana e cabo-verdiana, Lucas Ortet tem vindo a afirmar-se pela autenticidade da sua abordagem e pela forma como cruza referências urbanas com uma sensibilidade melódica própria. A edição em disco de vinil de Me & My Guitar sublinha agora a relevância desse percurso e oferece aos fãs uma nova forma de experienciar um álbum que marcou o início de uma carreira promissora.
                 
Alinhamento de Me & My Guitar
1 “Intro”
2 “Resposta Positiva”
3 “Nosso Love”
4 “Interlúdio”
5 “Mantém Distância”
6 “Na Saúde e na Doença”
7 “És Única”
8 “Nha Aldina”

Fado Tropical com entrada gratuita no Lounge D do Casino Estoril



Prosseguem as noites de Fado Tropical no Lounge D do Casino Estoril. Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin propõem uma nova abordagem musical que tem conquistado os visitantes do Casino Estoril. O ciclo de espectáculos renova-se, às terças-feiras, mais concretamente nos dias 21 e 28 de abril, a partir das 22 horas. A entrada é gratuita.

O renovado espaço do Lounge D acolhe Fado Tropical, onde cada actuação revisita o samba-canção, o fado, o choro e até as mornas, criando um encontro vibrante entre saudade, ritmo e tradição, num ambiente elegante e intimista.



Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin constituem um trio de talentosos músicos que se complementam pelas suas diferentes formações e projectos, oferecendo uma viagem sonora pelo mundo da lusofonia. 

Pão de Anjos, as memórias de Patti Smith



É um dos mais aguardados livros do ano: a quase octogenária Patti Smith partilha as suas memórias mais antigas e íntimas num livro autobiográfico que complementa Apenas Miúdos, esse primeiro êxito dedicado aos anos que viveu com Robert Mapplethorpe. Pão de Anjos, traduzido para português por João Pedro Vala, chega às livrarias portuguesas a 23 de abril.

Amplamente elogiado pela crítica internacional, Pão de Anjos mantém o conhecido registo literário da música e escritora que conquistou a distinção de lenda viva do rock ‘n’ roll, e que, neste livro, é «uma viajante singular em busca do jardim da sua infância». Um livro íntimo que nos leva através da sua adolescência, em que os primeiros vislumbres da arte e da poesia começam a surgir com Arthur Rimbaud, primeiro, e mais tarde com Bob Dylan, duas das suas figuras inspiradoras.

«Todos estão mortos, tudo foi esquecido, ecoa uma voz. Inventario os que ainda me acompanham». Feito de memória familiar, Pão de Anjos é um relato comovente da vida de Patti Smith, assim como das pessoas que amou, perdeu e continua a amar. Uma série de perdas profundas marca a sua vida. A gratidão e o luto ajudam-na a transformar o comum em mágico, e a dor em esperança. Pelo meio, o seu percurso artístico e musical revelando a plena maturidade literária da autora, o lirismo e a erudição da sua escrita. Como um alimento espiritual. 

Sobre a Autora

Patti Smith é escritora e artista musical e visual. Começou a ser reconhecida durante os anos 1970 pela fusão revolucionária de rock ‘n’ roll e poesia do seu trabalho. O disco seminal, intitulado Horses, mostrando na capa a célebre fotografia tirada por Robert Mapplethorpe, foi aclamado como um dos 100 melhores álbuns de sempre. Patti Smith gravou duas dezenas de álbuns. Os seus desenhos foram expostos no Gotham Book Mart, em 1973, e no Andy Warhol Museum, em 2002. Foram também alvo de uma mostra, juntamente com fotografias e instalações da sua autoria, na Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, em Paris, em 2008.  Smith é autora de vários livros que a Quetzal tem vindo a publicar: Apenas Miúdos, em 2011, M Train, em 2016, Devoção, em 2019, e O Ano do Macaco, em 2020. Recebeu, em 2005, a mais alta distinção da República Francesa no campo das artes, Commandeur de l’ordre des Arts et des Lettres. Em 2007, passou a integrar o Rock & Roll Hall of Fame. Patti Smith casou-se com o já desaparecido Fred «Sonic» Smith, em Detroit, em 1980. Tiveram um filho, Jackson, e uma filha, Jesse. Patti Smith vive atualmente em Nova Iorque. 

Casino Lisboa abriu com vídeo mapping programa comemorativo do 20º aniversário



Foi na passada quinta-feira, dia 16, que o Casino Lisboa inaugurou o programa comemorativo do seu 20º aniversário com a projecção de um vídeo mapping na fachada principal do edifício. Concebido pela empresa OCUBO, o ciclo de exibições do vídeo mapping prolonga-se, das 21h00 às 03h00, até hoje, dia 20 de abril. 

O público pode acompanhar uma viagem visual imersiva pelas principais atracções do Casino Lisboa. A fachada do edifício ganha vida, transformando-se no coração pulsante da cidade para celebrar o 20º aniversário do Casino Lisboa onde a celebração e as emoções nunca dormem.

O vídeo mapping é construído sobre movimento contínuo, onde cada nova cena desencadeia uma explosão de emoções: desde os jackpots das máquinas e dos prémios das salas de jogos até à sofisticação dos restaurantes e diversidade dos espectáculos.

Em data a anunciar brevemente, será inaugurada, ainda, a exposição “Casino Lisboa: 20 Anos em Movimento – Turismo, Animação, Jogo e Cultura” na Galeria de Arte. 









sexta-feira, 17 de abril de 2026

O novo Mercedes Benz GLE: Inteligência moderna aliada a desempenho dominante



Com o Classe M, antecessor do GLE, a Mercedes‑Benz abriu caminho para o segmento dos SUV premium em 1997. Desde então, vários milhões de clientes optaram por um SUV desta série de modelos. O GLE deve a sua agilidade excecional em estrada e a sua superior capacidade fora de estrada, sobretudo, às mais modernas tecnologias de tração, nas quais a Mercedes‑Benz voltou agora a alcançar progressos significativos.

Com um total de cerca de 3.000 componentes novos ou revistos, o novo GLE apresenta‑se de forma plenamente modernizada. Detalhes de iluminação distintos conferem à frente um carácter mais marcante. Dois motivos de estrela dispostos horizontalmente nos faróis criam uma assinatura visual arrojada. A estrela central iluminada e a iluminação de contorno da grelha de maiores dimensões, disponíveis opcionalmente, asseguram uma presença impressionante. O Mercedes‑Benz Operating System (MB.OS), igualmente novo nesta gama, transforma o GLE num companheiro ainda mais inteligente, capaz de compreender, antecipar e evoluir com o condutor. O MB.OS integra e controla todos os domínios funcionais do veículo. Este supercomputador utiliza inteligência artificial (IA) e chips de elevada performance, estando ligado à Mercedes‑Benz Intelligent Cloud.

O MBUX Superscreen, de série, traz o universo digital para o interior do GLE. Estão disponíveis estilos de ambiente como temas de fundo numa aplicação dedicada, permitindo aos clientes criar uma atmosfera personalizada no veículo e usufruir da sensação tipicamente associada à marca de Welcome home. Os novos elementos de acabamento, a tonalidade quente “Beech Brown” e outros equipamentos de conforto contribuem igualmente para reforçar esta impressão.

Desde que Carl Benz registou a patente do primeiro automóvel há exatamente 140 anos, a Mercedes‑Benz tem impulsionado continuamente a inovação, criando veículos que estabelecem referências e são desejados em todo o mundo. Com o novo controlo de amortecimento baseado na nuvem em combinação com o AIRMATIC, o novo GLE antecipa de forma proativa as irregularidades da estrada e ajusta eletronicamente o amortecimento com antecedência — mais um exemplo de como a Mercedes‑Benz continua a definir padrões no setor automóvel, mesmo passados 140 anos.



O novo Mercedes‑Benz GLE: potente, imponente, intuitivo e preparado para a aventura. Totalmente renovado: O GLE foi profundamente aprimorado ao nível do design, do conforto e da tecnologia, apresentando‑se agora mais potente, mais intuitivo e mais confiante do que nunca. 140 anos após Carl Benz ter inventado o automóvel, o GLE materializa uma interpretação moderna do ADN Mercedes — combinando robustez, precisão e uma sensação intemporal de acolhimento.

Mais potência, maior requinte: A nova gama de motores confere ao GLE um desempenho e agilidade claramente superiores, mantendo ao mesmo tempo um conforto excecional em termos de NVH (noise, vibration, harshness — ruído, vibração e aspereza).

Assistência de nova geração: Capacidades de computação avançadas e um conjunto alargado de sensores — dez câmaras, até cinco sensores de radar e 12 sensores ultrassónicos — garantem o mais elevado nível de segurança e assistência.

Supercomputador com IA: O MB.OS torna este modelo no GLE mais inteligente de sempre, integrando todas as funções e mantendo o veículo continuamente atualizado através de atualizações over‑the‑air.

Conceito de visualização moderno: De série, o MBUX Superscreen estende‑se pelo cockpit como uma superfície única em vidro, criando um palco harmonioso para três displays de 12,3 polegadas, dispostos de forma clara e intuitiva.

Assistente atento: O MBUX Virtual Assistant é capaz de conduzir diálogos complexos e multifásicos, com avatares expressivos que proporcionam uma interação mais pessoal.

Sempre no rumo certo: A navegação combina a tecnologia Google Maps com a interface e os serviços MBUX amplamente reconhecidos pelos clientes Mercedes‑Benz.



Design modernizado: Detalhes luminosos distintos conferem à dianteira um caráter mais marcante. Dois motivos em forma de estrela, dispostos horizontalmente nos faróis, definem a nova assinatura visual, enquanto a estrela central iluminada e a iluminação de contorno da grelha criam uma presença particularmente impressionante (dependente do mercado).

Luxo analógico e digital: Novos elementos de design e funcionalidades de conforto elevam o interior, enquanto o volante adota o apreciado conceito de controlo rocker‑and‑roller.

Mais brilhante e eficiente: A mais recente tecnologia DIGITAL LIGHT gera um campo luminoso de alta resolução cerca de 40% maior, consumindo até menos 50% de energia face ao módulo anterior.

Conforto de condução significativamente superior: O E‑ACTIVE BODY CONTROL regula individualmente cada roda e estabiliza a carroçaria praticamente em qualquer situação. As unidades de controlo analisam a dinâmica de condução 1.000 vezes por segundo e ajustam a suspensão em conformidade. Em lombas artificiais mais longas, o GLE desliza com suavidade, quase como se estivesse a flutuar. Graças ao novo controlo de amortecimento baseado na cloud com AIRMATIC, o veículo ajusta automaticamente a força de amortecimento antes de encontrar a irregularidade.

Panorâmica privilegiada: Com mais de um metro quadrado de superfície envidraçada, um dos maiores tejadilhos panorâmicos deslizantes do segmento é agora de série, inundando o habitáculo de luz e ar fresco.

Preparado para tudo: Com uma capacidade de reboque até 3,5 toneladas, o GLE lida com atrelados de grande dimensão com total facilidade.

Ambiente renovado: Para uma atmosfera mais agradável e limpa, o ENERGIZING AIR CONTROL utiliza um novo filtro elétrico que purifica o ar interior a cada 90 segundos.

Silêncio, natureza e três dias fora do ritmo



Entre a serra e o mar, há um convento onde o tempo abranda. É no cenário idílico da Arrábida que o Museu do Oriente propõe um Retiro de Yoga de três dias, pensado para quem procura sair do ritmo acelerado do quotidiano e recuperar tempo para si.

Entre 15 e 17 de maio, o Convento da Arrábida recebe um grupo limitado de participantes para um fim-de-semana que combina práticas de yoga, silêncio e contacto directo com a natureza. A proposta é simples: trocar a rotina por um espaço de pausa, num lugar onde a envolvente natural convida a desacelerar.

O programa distribui-se ao longo dos três dias entre sessões de yoga somático, meditação e respiração consciente, intercaladas com tempo livre para caminhar na serra, descansar ou simplesmente usufruir da paisagem. A experiência inclui também uma introdução prática a princípios de Ayurveda, bem como refeições vegetarianas e estadia no próprio Convento.

Mais do que a intensidade das práticas, o retiro valoriza o ritmo individual. Cada participante é convidado a adaptar a experiência ao seu próprio tempo, num ambiente pensado para reduzir estímulos externos e criar espaço para descanso e foco.

A orientação está a cargo de Filipa Veiga, professora de yoga com mais de duas décadas de estudo das tradições védicas, com trabalho nas áreas do yoga, meditação e Ayurveda. A sua abordagem centra-se na consciência corporal e na criação de práticas que possam ser integradas no dia-a-dia.

Promovido pelo Museu do Oriente, no âmbito da sua programação ligada às culturas asiáticas e ao bem-estar, este retiro reforça a ligação entre práticas ancestrais e contextos contemporâneos, transportando-as para um dos cenários naturais mais marcantes da região de Lisboa.

Num momento em que o descanso se torna cada vez mais difícil de alcançar, esta proposta parte de uma ideia concreta: sair por três dias, reduzir o ritmo e experimentar um tempo diferente, longe da pressão habitual.



RETIRO DE YOGA NO CONVENTO DA ARRÁBIDA
Sexta, Sábado e Domingo | 15,16 e 17 Maio
Local: Convento da Arrábida
Participantes: Mín. 10; Máx. 20
Preço: Alojamento em single €390 | Alojamento em duplo €350
Inclui alojamento, todas as refeições e práticas