quinta-feira, 8 de outubro de 2026

«Henrique, o Terrível» está de volta para espalhar o caos



Henrique, o Terrível e Henrique, o Terrível e o clube secreto são os dois primeiros volumes da coleção que já deu origem a uma série de animação. Com histórias cheias de humor, rivalidades e situações inesperadas, os livros acompanham as travessuras de um rapaz determinado a fazer tudo à sua maneira.

Cada livro apresenta quatro histórias curtas e divertidas, pensadas para proporcionar uma leitura acessível e envolvente, especialmente a quem está a dar os primeiros passos na leitura autónoma. O humor, as situações inesperadas e as ilustrações de Tony Ross contribuem para uma experiência de leitura dinâmica, em que cada capítulo reserva um caos hilariante.

Esta coleção é um convite irresistível à leitura onde a autora explora também a rivalidade entre irmãos e as expectativas que as famílias podem criar em relação aos seus filhos, colocando em contraste Henrique e o seu irmão Pedro Perfeito.

Henrique, o Terrível e Henrique, o Terrível e o clube secreto são leituras recomendadas para crianças dos 6 aos 10 anos, especialmente para quem procura histórias de humor, personagens irreverentes e aventuras repletas de confusão.

Spanish Flamenco Ballet no Casino Estoril



A prestigiada companhia Spanish Flamenco Ballet apresenta, no dia 31 de outubro, pelas 22 horas, o espectáculo Flamenco Fusión no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Integrado na XIII Festival Flamenco Estoril, este espectáculo convida o público a celebrar a riqueza da dança espanhola com uma abordagem contemporânea e arrojada. 

Flamenco Fusión é um espectáculo que reinventa a tradição da dança espanhola e do flamenco através de uma linguagem artística inovadora, onde a força do movimento se funde com a energia do jazz e a expressividade da música ao vivo. 

Com um elenco de 9 bailarinos e 5 músicos em palco, a produção deste espectáculo transporta o público numa viagem intensa e emocionante, onde a paixão, o ritmo e a elegância se unem numa experiência visual e sonora inesquecível.

Flamenco Fusión promete uma noite de emoção, virtuosismo e beleza, afirmando-se como uma das mais marcantes produções de flamenco da atualidade. Música de Ara Malikian, José Luis Montón, Roberto Pacheco e Fernando Egozcue.

“O Pecado Mora em Cima”, uma comédia luso-brasileira sobre amor e as suas fragilidades



A nova comédia “O Pecado Mora em Cima”, com estreia marcada para dia 15 de outubro no cinema, é o primeiro filme de Miguel Falabella e Marisa Orth em Portugal, contracenando com Inês Aires Pereira e Pedro Carvalho, dois grandes nomes do teatro e cinema português. O filme, produzido por Sónia Resende e realizado por Rui Pedro Sousa, promete ser palco de gargalhadas e muitas revelações, abordando temas como as relações extraconjugais, estereótipos, desejo e compromisso. 

“O Pecado mora em cima” retrata a história de dois casais- um português e um brasileiro – que veem as suas vidas entrelaçadas por paredes finas, mal-entendidos culturais e tensões íntimas. Iara e Lusa, brasileiros, enfrentam o silêncio e o desgaste de um casamento marcado pela rotina e pela distância emocional e do seu país. No andar de cima, Pedro e Inês, portugueses e mais jovens, vivem uma relação intensa, marcada por impulsividade e uma intimidade ainda vibrante.  O filme é um remake de "Sentimental" de Cesc Gay, tendo sido readaptado para a cultura portuguesa e brasileira pelo conhecido e premiado comunicador Edson Athayde.  

Para Sónia Resende, fundadora da STATION e produtora do filme, a ideia surge da vontade de fazer uma comédia capaz de unir Portugal e Brasil através do humor e de um tema universal como as relações humanas. “O reencontro entre o Miguel Falabella e a Marisa Orth, aliado à energia de Inês Aires Pereira e Pedro Carvalho, tornou-se o ponto de partida para criar uma obra de drama-comédia sofisticada e profundamente humana.” explica a produtora.  “Não quis apenas transpor a história para Portugal: quis recriá-la a partir daquilo que Portugal e Brasil têm em comum, mas também daquilo que os distingue.", acrescenta Sónia.  

A antestreia decorre já no dia 12 de outubro no Teatro Tivoli e vai contar com a presença de todo o elenco, assim como de várias personalidades que marcam o setor artístico e político em Portugal e também no Brasil.  



Mais do que uma antestreia, uma homenagem à vida e carreira de Miguel Falabella
Além da apresentação oficial do filme, a antestreia pretende homenagear Miguel Falabella que celebra a 10 de outubro o seu aniversário. Com mais de quatro décadas dedicadas ao teatro, cinema e televisão, o ator tornou-se particularmente conhecido por sucessos como Sai de Baixo, A Partilha e Toma Lá, Dá Cá, exercendo um papel fundamental na aproximação de diferentes linguagens e públicos das artes cénicas no Brasil. Já os portugueses também não conseguiram ficar indiferentes à versatilidade e carismado ator, que regressa a Portugal com frequência para peças de teatro como "A Mentira”, “Fica comigo esta noite” e “Como tudo menos se espera”.  

A antestreia será, por isso, uma noite de celebração e muitas surpresas, que reunirá família, amigos e nomes ligados ao percurso de Miguel Falabella, num momento que assinala não só a chegada de “O Pecado Mora em Cima” aos cinemas, mas também mais de 40 anos de uma carreira que atravessou gerações e fronteiras. 

Entre o humor e o desejo, entre Portugal e Brasil, “O Pecado Mora em Cima” leva ao grande ecrã uma história sobre aquilo que todos reconhecemos, mas nem sempre temos coragem de dizer: o amor, a rotina, a tentação e os segredos que podem existir mesmo do outro lado da parede. 

“Era Uma Vez o Fado” no Auditório do Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe “Era Uma Vez o Fado” nos próximos dias 5, 6 e 7 de novembro, às 21h30. Valter Mira, Marta Alves e Henrique Feist recuperam a história do fado num curto ciclo de três espectáculos.

“Era Uma Vez o Fado” convida o público a percorrer a história do fado, desde o seu nascimento nos bairros históricos lisboetas no século XIX. Expressão máxima da alma e identidade nacional, o fado é reconhecido pela UNESCO, desde 2011, como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Será, na realidade, um curto ciclo de três espectáculos recheados de fados nas suas diversas expressões musicais, em busca das origens e da essência deste género tão português.

Em “Era Uma Vez o Fado” Valter Mira, Marta Alves e Henrique Feist partilham o palco com Manel Ferreira, na guitarra portuguesa, e Miguel Silva na viola de fado. 

O que é uma mulher?



Numa tentativa de escrever sobre si própria, a inconformista Simone de Beauvoir – nascida em 1908 – redigiu aquilo que se transformou num verdadeiro tratado sobre a condição da mulher ao perceber que, para dar conta do seu objetivo inicial, teria de responder à pergunta «o que é uma mulher?». O Segundo Sexo, escrito entre 1948 e 1949, nasce desta necessidade. O texto, que ainda hoje sustenta a base das maiores correntes feministas e dos estudos de género, é já um clássico e, por isso, integra o catálogo da coleção A Biblioteca de Alexandria, com tradução de Sérgio Milliet. Chega às livrarias a 8 de outubro.   

«A mulher determina-se e diferencia-se em relação ao homem e não este em relação a ela; a fêmea é o não-essencial perante o essencial. O homem é o ser, o Absoluto; ela é o Outro», lê-se na Introdução. Mais de 70 anos volvidos desde a sua primeira publicação, em 1949, os temas que Simone de Beauvoir discute em O Segundo Sexo continuam a ser pertinentes e a manter aceso o debate sobre a condição da mulher: «Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres.»

Entretecendo argumentos da Biologia, da Antropologia, da Psicanálise e da Filosofia, Simone de Beauvoir revela os desequilíbrios de poder entre os sexos e a posição que as mulheres ocupam no mundo: o feminino, frisa, não é um «destino» biológico, mas uma construção através da qual a sociedade patriarcal reduz a mulher a um papel de «outro», subordinado ao homem.

Sobre a Autora

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908, no seio de uma família burguesa, e era a mais velha de duas irmãs. Morreu em Paris, em 1976. Estudou Filosofia na Sorbonne, onde conheceu Sartre, companheiro de toda a vida e com quem viveu uma relação célebre pelos seus padrões de abertura e honestidade. No final da Segunda Guerra Mundial, editou a revista política Les Temps Modernes, fundada por Sartre e por Merleau-Ponty, entre outros. Foi ativista no movimento francês de emancipação das mulheres, nos anos de 1970, e serviu de modelo e de influência aos movimentos feministas posteriores. Simone de Beauvoir ganhou o Prémio Goncourt em 1954 com Os Mandarins, cujo herói se inspira na figura de Nelson Algren, com quem manteve um longo e intenso romance. Autora de uma vasta obra literária, filosófica e autobiográfica, Simone de Beauvoir publicou, em 1949, O Segundo Sexo, texto basilar do feminismo contemporâneo que agora se disponibiliza n’A Biblioteca de Alexandria. 

Estreias de cinema de 8 de Outubro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



De Gaulle: Resistência

Junho de 1940. A França é derrotada pelos alemães e, a 22 de Junho, forçada a assinar o armistício, que entrega à Alemanha cerca de três quintos do seu território. Com o exército francês fortemente reduzido e desarmado, um general ainda pouco conhecido recusa dar-se por vencido e parte para Londres. O seu nome é Charles de Gaulle (1890-1970). A 18 de Junho, através da BBC, lança o seu célebre apelo à resistência, procurando convencer os franceses de que a luta não está perdida e de que o país não se rendeu ao nazismo. É o primeiro passo para a criação da França Livre.

Se, num primeiro momento, tudo parece perdido, a esperança de libertar novamente o país ganha força à medida que homens e mulheres, militares e civis, se juntam à Resistência, dispostos a lutar por uma França livre do jugo inimigo. Entre Londres, a França ocupada e os vários territórios do império colonial francês, uma luta que começa por ser a de um homem solitário transforma-se num movimento de resistência política e militar.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Cannes, este drama histórico é realizado e co-escrito por Antonin Baudry, em parceria com Bérénice Vila, a partir da biografia “De Gaulle: une certaine idée de la France”, de Julian T. Jackson. A segunda parte, “De Gaulle: Liberdade”, mostra os principais eventos que decorreram entre os anos 1943 e 1944 e vai estrear-se a 29 de Outubro.
Simon Abkarian interpreta De Gaulle, acompanhado por Simon Russell Beale, Benoît Magimel, Niels Schneider, Anamaria Vartolomei, Florian Lesieur e Mathieu Kassovitz. 



Primavera - As Quatro Estações

Veneza, 1716. Cecilia (Tecla Insolia) é uma jovem órfã de 20 anos que vive no Ospedale della Pietà, uma instituição que acolhe raparigas abandonadas e onde as mais talentosas são educadas para a música. Apesar do seu grande talento para o violino, Cecilia só pode actuar atrás de uma grade, perante os ricos benfeitores da instituição. O seu futuro parece estar limitado às paredes da Pietà ou a um casamento que lhe permitirá deixar o orfanato, mas que poderá pôr fim à sua carreira musical.

A chegada de Antonio Vivaldi (Michele Riondino), sacerdote e compositor, contratado como novo professor de violino, altera profundamente a sua vida. Entre os dois nasce uma relação de admiração e cumplicidade artística, que leva Cecilia a descobrir não só o seu talento, mas também a liberdade de escolher a vida que quer para si.
Primeira longa-metragem de Damiano Michieletto, “Primavera” é um drama de época que adapta livremente o romance “Stabat Mater”, de Tiziano Scarpa que, por sua vez, se inspira na passagem de Antonio Vivaldi (1678-1741), pelo Ospedale della Pietà. 



Noite e Dia

Londres, 1910. Pertencente a uma família tradicional e muito respeitável, Katharine Hilbery (Haley Bennett) é uma mulher à frente do seu tempo. Pouco disposta a corresponder às expectativas dos outros, está determinada a estudar Astronomia na Universidade de Cambridge. Quando consegue escapar a um noivado que não deseja e realizar o sonho de frequentar a universidade, tenta conciliar os seus sentimentos com a vontade de construir uma vida à medida dos seus desejos. Nesse caminho, conhece Mary Datchet (Lily Allen), uma corajosa sufragista que sabe exactamente o que quer, e Ralph Denham (Elyas M’Barek), um rapaz por quem se apaixona e que não pretende desviá-la dos seus propósitos.

Uma comédia romântica assinada pela realizadora britânica de origem iraniana Tina Gharavi (“I Am Nasrine”) que retrata uma época em que as mulheres estavam sujeitas a muitas restrições sociais. O filme adapta o romance homónimo de Virginia Woolf (1882-1941), escritora feminista e uma das mais proeminentes figuras da literatura do século XX. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Lisboa assina compromisso europeu por uma cultura mais sustentável e inclusiva



O vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Diogo Moura, assinou, em Gotemburgo, na Suécia, o Eurocities Call for Action on Sustainable Culture durante a participação no Eurocities Culture Forum 2026, encontro que reúne responsáveis políticos e técnicos de 66 das principais cidades europeias para debater desafios comuns das políticas culturais urbanas.

O “Compromisso de Lille” prevê a partilha de conhecimento e boas práticas através da rede Eurocities, a criação de projetos conjuntos e o envolvimento de instituições, associações, artistas e públicos. A “Call to Action” estrutura-se em dois pilares – a sustentabilidade ambiental e inclusão social – e define 16 prioridades de ação.

A cidade de Lisboa comprometeu-se a avançar duas prioridades concretas. No âmbito da sustentabilidade ambiental, a cidade assume a prioridade “Preservar a natureza nos espaços urbanos que recebem eventos”. O objetivo é reduzir o impacto ambiental dos eventos culturais realizados em espaços naturais ou com valor ambiental, através da consideração da biodiversidade, da avaliação prévia das condições dos locais e da sua recuperação após a realização dos eventos.

No pilar da inclusão, Lisboa assume a prioridade “Garantir o acesso de todos à programação cultural e eliminar barreiras de acesso”. Esta prioridade procura criar condições para que todas as pessoas possam aceder, criar e participar na cultura, independentemente da sua origem ou condição social, enfrentando barreiras socioculturais, geográficas, económicas e tecnológicas.

“Acreditamos que o futuro da política cultural em Lisboa deve reunir as duas responsabilidades: cuidar dos lugares onde a cultura acontece e garantir que todos possam fazer parte dela. Esta adesão reforça a vontade de Lisboa em continuar a trabalhar com outras cidades europeias, partilhar experiências e desenvolver novas respostas, contribuindo para cidades mais sustentáveis, inclusivas e culturalmente fortes”, salienta o vereador Diogo Moura.

A presença no Fórum constitui, assim, uma oportunidade para posicionar Lisboa no debate europeu sobre cultura, democracia, sustentabilidade e inclusão e reforça, simultaneamente, a cooperação e a projeção internacional das políticas culturais da cidade de Lisboa.

De referir que Lisboa tem vindo já, durante a presidência de Carlos Moedas, a desenvolver medidas concretas neste domínio, nomeadamente através do Passe Cultura, que garante o acesso gratuito a uma parte significativa da oferta cultural municipal a jovens e a pessoas com 65 ou mais anos. Desde 2022, mais de 40 mil pessoas já beneficiaram desta medida.

A cidade tem igualmente reforçado a acessibilidade da programação cultural, através de recursos como Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição e legendagem, bem como de apoio especializado e gratuito aos profissionais do setor cultural nesta área. Para Lisboa, a sustentabilidade cultural deve ser entendida nas suas dimensões ambiental e social, que se complementam e reforçam mutuamente.

Eros Prado em “Pagode da Ofensa” no Casino Estoril



Eros Prado apresenta, no dia 4 de novembro, pelas 21 horas, “Pagode da Ofensa” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Trata-se de um espectáculo ao vivo irreverente, repleto de humor, improviso e interação que chega aos palcos portugueses depois de ter obtido milhões de visualizações na internet e conquistado o público por todo o Brasil.

Liderado por Eros Prado, humorista reconhecido pelo seu percurso em programas como “Pânico” e “A Praça é Nossa”, e pelo enorme sucesso do “Pagode da Ofensa” no YouTube, o espectáculo leva para o palco toda a irreverência e espontaneidade que transformaram o projeto num dos maiores fenómenos do humor digital brasileiro.

Entre paródias, números de humor inéditos, rimas, improvisação e histórias inspiradas no quotidiano, cada apresentação ganha vida própria graças à constante interação com o público, tornando cada sessão única, imprevisível e repleta de momentos memoráveis.

Com piadas afiadas, momentos inesperados e muito improviso, “Pagode da Ofensa” - Como Você Nunca Viu promete uma noite de gargalhadas do primeiro ao último minuto. Um espectáculo imperdível para os fãs e para todos os que procuram uma experiência de comédia ao vivo, dinâmica, descontraída e absolutamente inesquecível.

As novas memórias de J. Rentes de Carvalho



J. Rentes de Carvalho, agora com 96 anos, dá continuidade à publicação dos seus diários depois de Recordações e Andorinhas, editado no final do ano passado. Mantendo a obsessão com os portugueses e Portugal, o nosso romeiro sem romaria (é esse o seu ex-libris) mostra-nos o país através de pequenos apontamentos sobre as personagens e vidas comuns com que se vai cruzando. Voltas e Disfarces fica disponível esta semana, a 24 de setembro.

Mais intimista do que nunca, este novo volume de textos devolve-nos aos anos 2010 e 2011, viajando entre Amsterdam e Trás-os-Montes, entre a cidade e as montanhas, a literatura e o grande silêncio, o país mergulhado nas suas miudezas e a recordação de dias que passaram há muito.

Trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, estas memórias de J. Rentes de Carvalho retratam o país com humor, cumplicidade, atrevimento, ou uma compreensão que não pede distância, mas proximidade. A sua obra é um dos melhores retratos de todos nós. E estes diários compõem uma das versões mais originais do memorialismo português de hoje. J. Rentes de Carvalho é uma consciência livre e independente, e as suas palavras sobre o país são escutadas com atenção. «Por um nada se nos marejam os olhos.»

Sobre o Autor

De ascendência transmontana, J. Rentes de Carvalho nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia, onde viveu até 1945. Obrigado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris, trabalhando para jornais como O Estado de São Paulo, O Globo e o Expresso. Em 1956 passou a viver em Amsterdam, onde se licenciou (com uma tese sobre Raul Brandão) e foi docente de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988. Dedica-se desde então exclusivamente à escrita e a uma vasta colaboração em jornais, além de várias revistas literárias. Escreveu romances, contos, diário, crónica e guias de viagem ou ensaios. Vive entre Amsterdam e Estevais (Mogadouro), metade do ano em cada sítio. Recebeu, entre outros, os prémios D. Diniz da Fundação Casa de Mateus (2024), o da Fundação Inês de Castro (2026), ou os Grandes Prémios de Crónica (2013) e de Literatura Biográfica (2014) da Associação Portuguesa de Escritores.

Casino Estoril recebe ABBA MIA - Tributo a ABBA



Com um registo revivalista, os ABBA MIA – Tributo a ABBA regressam, no dia 11 de outubro, às 17 horas, ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril. A banda convida o público a viajar pelos principais êxitos do famoso quarteto sueco que encantou milhões de fãs por todo o mundo. 

“Mamma Mia”, “Chiquitita”, “Waterloo”, “Fernando”, “One of Us”, “Voulez-vous”, “I Have a Dream”, “Thank You For The Music”, The Winner Takes It All” ou “Dancing Queen” são, apenas, algumas das canções intemporais que conquistam, habitualmente, os aplausos do público.

ABBA MIA – Tributo a ABBA prestam, assim, uma homenagem aos icónicos Agnetha Fältskog, Anni-Frid Lyngstad, Benny Andersson e Björn Ulvaeus. Estarão em destaque os grandes êxitos dos ABBA que marcaram o panorama da música internacional. É de registar que a emblemática banda sueca vendeu 350 milhões de álbuns em apenas 10 anos de existência, mais concretamente de 1972 a 1982.

Com uma carreira iniciada em 2012, os ABBA MIA apresentam o único Tributo a ABBA em Portugal. Um concerto que recorda a discografia dos ABBA na companhia das mais doces e simpáticas vozes femininas. Muito acarinhados e já conhecidos pelo público nacional, os ABBA MIA garantem um espectáculo ousado, bastante interativo e excêntrico.