segunda-feira, 8 de junho de 2026

Como falar de dinheiro com crianças e jovens: Um guia por idades



Falar de dinheiro com crianças e jovens continua a ser, para muitas famílias, um tema difícil de introduzir. Por receio de transmitir preocupações, por falta de à-vontade ou simplesmente por se considerar que “ainda é cedo”, o assunto acaba muitas vezes por ficar fora das conversas do dia a dia.

No entanto, a relação com o dinheiro começa a formar-se muito antes da idade adulta. A forma como as crianças observam os adultos a comprar, a poupar, a fazer escolhas ou a lidar com limites contribui para criar hábitos, atitudes e emoções que as podem acompanhar toda a vida.

A pensar nas famílias que pretendem começar a abordar este tema de forma simples e ajustada a cada idade, o Doutor Finanças reuniu um conjunto de recomendações para ajudar a promover uma relação mais saudável com o dinheiro desde a infância até à idade adulta.

Dos 3 aos 5 anos: Descobrir o dinheiro através da brincadeira
Entre os 3 e os 5 anos, o dinheiro entra na vida das crianças sobretudo através da observação. Nesta fase, o objetivo não passa por explicar conceitos financeiros, ensinar regras ou falar de poupança de forma estruturada. O mais importante é criar familiaridade com o tema.
Ver os adultos pagar no supermercado ou nos restaurantes, “brincar às lojas”, identificar moedas e notas ou ouvir expressões simples como “comprar” e “pagar” ajuda a criança a perceber que o dinheiro existe e serve para trocar por bens ou serviços.

Dos 6 aos 9 anos: Aprender a escolher e a errar
Entre os 6 e os 9 anos, as crianças começam a fazer escolhas mais conscientes e a perceber que nem todas produzem o resultado esperado. Esta é uma fase importante para introduzir pequenas decisões sobre dinheiro e, sobretudo, para permitir que a criança aprenda com elas.
Gastar tudo de uma vez, arrepender-se de uma compra ou mudar de ideias são situações normais e úteis. Em vez de evitar todos os erros, faz sentido criar espaço para que a criança compreenda as consequências das suas escolhas num ambiente seguro. Nesta fase, pode ser introduzida uma pequena semanada ou um valor simbólico para gerir em situações concretas.

Dos 10 aos 12 anos: Aprender a lidar com limites
Entre os 10 e os 12 anos, a criança já consegue compreender que nem todas as escolhas são possíveis ao mesmo tempo. O dinheiro começa a ser vivido com maior consciência e surge uma aprendizagem essencial: existem limites.
Definir um valor máximo para gastar, comparar preços simples, perceber que escolher uma coisa implica abdicar de outra e guardar dinheiro para um objetivo concreto são exercícios importantes nesta fase. Consoante a maturidade, esta pode também ser uma boa altura para fazer uma transição progressiva da semanada para mesada.

Dos 13 aos 15 anos: Definir prioridades perante a pressão social
Entre os 13 e os 15 anos, a comparação com amigos, as redes sociais, a publicidade online e os influenciadores digitais podem aumentar a pressão para comprar, acompanhar tendências ou gastar por impulso. Nesta fase, torna-se essencial ajudar o jovem a distinguir necessidades de desejos e a perceber o que é realmente importante.

A mesada pode ser uma ferramenta útil para planear o dinheiro ao longo de várias semanas, decidir o que deve ser gasto primeiro e identificar que objetivos justificam poupança. Conversas sobre compras por impulso, comparação de preços e influência externa ajudam a desenvolver pensamento crítico e escolhas mais conscientes.

Dos 16 aos 18 anos: Pensar antes de decidir
Entre os 16 e os 18 anos, a autonomia financeira começa a ganhar outro peso. Nesta fase, podem surgir as primeiras experiências de gestão de dinheiro próprio, seja através de uma mesada mais alargada, de trabalhos durante os períodos de férias ou de um part-time, ao mesmo tempo que aumentam as decisões com impacto no orçamento, como compras online, subscrições, transportes, saídas ou outras despesas recorrentes.

Pequenos gastos regulares, quando repetidos todos os meses, podem condicionar o orçamento disponível. Ajudar o jovem a perceber quanto custa uma decisão no total, quanto sobra até ao fim do mês e que outros planos podem ficar comprometidos contribui para uma maior autonomia financeira.

Um apoio extra: Aprender com jogos, histórias e desafios
Além das conversas adaptadas a cada idade, também podem ser usadas estratégias simples, como mealheiros, jogos, histórias ou pequenos desafios familiares, para tornar a aprendizagem mais concreta.
Mais do que ensinar fórmulas, o objetivo é ajudar crianças e jovens a construir uma relação saudável com o dinheiro, assente em escolhas conscientes, responsabilidade, autonomia e capacidade de adaptação.

O manual completo “Como falar de dinheiro com os mais novos” está disponível no portal do Doutor Finanças, com orientações práticas por faixa etária e sugestões de atividades para ajudar famílias a introduzir a literacia financeira de forma simples, gradual e ajustada ao desenvolvimento de cada criança ou jovem.

Leonardo Padura revisita 50 anos da história cubana



Publicado em Portugal pela Porto Editora, Morrer na Praia, de Leonardo Padura, escritor distinguido com o Prémio Princesa das Astúrias das Letras em 2015, encontra-se já à venda naslivrarias.

Rodolfo é um homem marcado pela guerra em Angola e por uma tragédia doméstica que nunca deixou de o perseguir. Quando o irmão é libertado da prisão e regressa à casa de família – gravemente doente e décadas depois de ter cometido o homicídio que destruiu todos os laços familiares –, é confrontado com um passado que deixa de ser apenas uma memória. O possível reencontro entre os irmãos reabre conflitos antigos e expõe segredos ligados ao crime que marcou a família.

Inspirado em factos reais, o romance evoca os últimos 50 anos de transformações sociais e políticas em Cuba, servindo-se para isso de um conjunto de personagens cujas vidas foram definitivamente marcadas por tais mudanças. A crítica espanhola sublinha essa dimensão ao reconhecer no livro um olhar direto e sem cedências sobre uma realidade onde a desilusão se tornou estrutural. Num país marcado pela escassez, a emigração e uma profunda crise social, num tempo descrito pelo próprio autor como sendo de «incerteza total» e um dos períodos mais frágeis da história cubana, Padura transforma, nesta obra, o drama familiar numa metáfora ampla: a de uma geração que acumulou promessas e hoje vive com o peso da frustração.

O autor cubano é uma das vozes mais reconhecidas da literatura contemporânea em língua espanhola, traduzido em mais de quinze países, e tem uma relação próxima com os leitores portugueses. Regressa ao nosso país este ano para apresentar Morrer na Praia na Feira do Livro de Lisboa, no dia 13 de junho, às 16H, no Auditório Sul.

Sobre o Autor

Leonardo Padura nasceu em Havana em 1955. Licenciado em Filologia, trabalhou como guionista, jornalista e crítico. Os seus romances policiais protagonizados pelo detetive Mario Conde alcançaram êxito internacional, tendo sido traduzidos para inúmeras línguas e recebido prestigiados galardões literários como o Prémio Café Gijón, o Prémio Dashiell Hammett, o Prémio Raymond Chandler, entre muitos outros. Em 2012, em Cuba, venceu o Prémio Nacional da Crítica, e, no ano seguinte, foi distinguido em França com a Ordem das Artes e das Letras. Em 2015, recebeu o Prémio Princesa das Astúrias das Letras pelo conjunto da sua obra.

Morrer na Praia – o seu novo romance – junta-se agora a outros títulos já publicados pela Porto Editora: O Homem que Gostava de Cães, Hereges, A Transparência do Tempo, Quarteto de Havana I e II, Como Poeira ao Vento, Pessoas Decentes e Ir a Havana.

A Sony impulsiona a fotografia de alta resolução com a Alpha 7R VI



A Sony apresentou a Alpha 7R VI, a sexta geração da sua aclamada série Alpha 7R. Baseada no legado da série em termos de resolução de ponta, esta câmara mirrorless full-frame combina um sensor CMOS Exmor RS™ retroiluminado e totalmente empilhado de, aproximadamente, 66,8 megapíxeis efetivos com o novo motor BIONZ XR2™. Resultado: uma resolução excecional, cores precisas e um desempenho fiável em objetos que incluem desde pessoas em movimento, passando pela vida selvagem, até paisagens extensas.
 
A Sony apresenta também o adaptador XLR-A4 para ampliar as capacidades de áudio integradas na câmara em produções profissionais, incluindo a gravação em 32 bits com precisão de ponto flutuante.
 
"A série Alpha 7R é sinónimo de qualidade de imagem em que pode confiar no ecrã, em impressão, ou mesmo nas condições mais exigentes. A Alpha 7R VI vai ainda mais longe, oferecendo a velocidade, a inteligência, a autonomia da bateria e a qualidade do visor que os nossos criadores têm vindo a pedir. Cada decisão reforça o que esta série faz de melhor e faz com que ela se empenhe ainda mais em prol das pessoas que nela confiam", afirmou Yoshioka Naoto, Diretor de Marketing, Imagem, Produtos e Soluções da Sony Europe.



Principais características da Alpha 7R VI
 
Captação de alta resolução ampliada 
  • Sensor Exmor RS full-frame totalmente empilhado de 66,8 MP (efetivos, aproximadamente) com até 16 incrementos de gama dinâmica e ruído reduzido na gama de sensibilidade média
  • Estabilização de imagem ótica precisa de 5 eixos, proporcionando até 8,5 incrementos no centro e 7,0 incrementos na periferia
  • Equilíbrio de brancos automático, baseado em sensores de luz visível e infravermelhos (IV) e na estimativa de iluminação através de aprendizagem profunda, para uma cor natural e estável em cenários com sombra ou interiores
Inteligência em cada fotograma com captação contínua de alta velocidade e elevada precisão 
  • Motor BIONZ XR2 com unidade de processamento de IA integrada e uma leitura do sensor aproximadamente 5,6 vezes mais rápida do que no modelo anterior, permitindo uma captação contínua sem interrupção a uma velocidade de até cerca de 30 fps6, para até 60 cálculos de AF/AE por segundo com seguimento de AF/AE
  • Real-time Recognition AF+ (Plus) com estimativa e seguimento da postura humana com base no esqueleto, para uma focagem fiável em objetos em movimento rápido, incluindo atletas e cenas dinâmicas
Concebida para responder às exigências profissionais 
  • A nova bateria de alta capacidade NP-SA100 (2670 mAh) permite captar até 710 fotografias através do ecrã LCD ou 600 através do visor (norma CIPA), reduzindo a necessidade de trocar de bateria durante sessões fotográficas prolongadas
  • Visor OLED de aproximadamente 9,44 milhões de pontos, com gama de cores equivalente a DCI-P3 e HDR de 10 bits — o brilho máximo é cerca de três vezes superior ao dos modelos convencionais para uma visibilidade nítida em ambientes luminosos
  • A gestão eficaz do calor permite a gravação ininterrupta de vídeos em 8K até 120 minutos
  • Duas portas USB Tipo C🄬 para carregamento e transferência de dados em simultâneo; botões traseiros iluminados para utilização em condições de pouca luz
  • Liga de magnésio para um corpo leve e resistente; ecrã LCD multiângulo de 4 eixos para ângulos de gravação flexíveis; o seletor de modo "Memory Recall" associa configurações de captação a botões personalizáveis
  • É compatível com a Camera Authenticity Solution da Sony, incluindo a norma C2PA, que permite verificar se as fotografias e os vídeos foram captados com uma câmara (e não gerados por IA)
 


Vídeo profissional 
  • Gravação 8K a 30p com sobreamostragem de 8.2K e gravação full-frame 4K a 60p e 120p sem recortes
  • A função Dual Gain Shooting, uma novidade na série Alpha, otimiza o desempenho do sensor para reduzir o ruído sem perder detalhes nas sombras, proporcionando uma gradação suave e latitude ampla
  • A estabilização redesenhada integrada na câmara duplica a gama de compensação da direção de rolamento; O Modo Dinâmico Ativo permite gravações sem tripé suaves e estáveis
  • Gravação interna de áudio em 32 bits com precisão de ponto flutuante na câmara quando emparelhada com o adaptador XLR-A4, eliminando a necessidade de ajustes precisos no local

Principais características do adaptador XLR-A4 
  • Suporta gravação de áudio digital integrada na câmara com até 4 canais; microfones XLR, como o ECM-778 (até 2 canais), e microfones com conector mini-jack estéreo de 3,5 mm (2 canais estéreo) através do Suporte Multi-interface (MI)
  • Os conversores analógico-digitais duplos digitalizam os sinais do microfone numa ampla gama dinâmica, captando com nitidez tanto ambientes silenciosos como cenas de ação ruidosas
  • Grava áudio digital a até 96 kHz, 32 bits de precisão flutuante e 4 canais em câmaras compatíveis, tirando o máximo partido da qualidade dos microfones XLR de gama alta. O formato de 32 bits com precisão de ponto flutuante elimina a necessidade de ajustes finos de ganho no local, reduzindo significativamente o risco de distorção do áudio
  • Design com um perfil mais baixo e uma estrutura de armação reforçada em comparação com o XLR-K3M, garantindo gravações estáveis em diversos cenários de captação no local
  • O cabo de extensão de áudio fornecido permite a colocação a uma distância de até, aproximadamente, 60 cm da câmara; o encaminhamento lateral minimiza a interferência com os suportes e acessórios
  • Compatível com USB Audio Class 2.0; funciona como uma interface de áudio de 2 canais com 96 kHz e 24 bits quando ligado a um PC, para a monitorização e edição de áudio no local


Preços e disponibilidade
 
A Alpha 7R VI (ILCE-7RM6) estará disponível a partir de junho de 2026 por aproximadamente 5.100 EUR. O novo adaptador XLR-A4 estará disponível a partir de junho de 2026 por aproximadamente 750 EUR.

A longa história dos "Valores Europeus" num livro de Jaime Nogueira Pinto



A Dom Quixote edita amanhã, 9 de junho, "Valores Europeus, Uma Longa História", de Jaime Nogueira Pinto, uma revisitação de três milénios de percurso europeu para responder a uma pergunta: o que são hoje os tão invocados “valores europeus”? No ano em que o ensaísta comemora 80 anos regressa a um dos temas que atravessa toda a sua obra: o lugar da Europa, da sua tradição e das suas crises no mundo de hoje.

De Que Falamos Quando Falamos de Valores Europeus? Mas haverá valores europeus capazes de atravessar os tem­pos? E se os houver, de onde vêm e como é que caracterizam um modo europeu de ser e de estar no mundo? Em que prin­cípios e modelos se fundamenta essa eventual concepção de vida? 

Terá aquilo que fez a Europa de alguma forma sobrevivido, condicionando o movimento de centralização dos Estados soberanos nos séculos XVI e XVII? E como conviveram esses valores com as novas ideias do Século das Luzes e do Despotismo Ilumi­nado? E com as revoluções que, contra esse e outros despo­tismos, abalaram a Europa e o mundo eurocêntrico, da Revolução Inglesa à Revolução Francesa? Qual foi depois o impacto de Marx e da Revolução Soviética? O que aconteceu aos ditos «valores europeus» quando das respostas do fas­cismo e do nacional-socialismo ao comunismo, na idade dos totalitarismos? E como se adaptaram ao fim do mundo euro­cêntrico e à Guerra Fria, ao eclipse dos Impérios coloniais e do sovietismo e a esta espécie de paz perpétua kantiana, posta em causa pela invasão da Ucrânia e pelas guerras do Médio Oriente?  

Entre Homero e a Comissão Europeia, "Valores Europeus" mostra como se foram construindo – e hoje se procuram reescrever – as referências que fizeram da Europa um espaço único: leis e interditos, memória e tradição, comunidades e instituições, liberdade, Estado de direito, nação, direitos fundamentais, mas também razão de Estado, império, terror revolucionário e engenharia social. Jaime Nogueira Pinto explica as actuais batalhas entre soberanistas e globalistas, populistas e tecnocratas, e segue o fio das continuidades e rupturas que moldaram o Ocidente, marcado pela tensão entre fé, pertença e liberdade individual.   Invocar “valores europeus” e tomar partido num conflito em aberto. Este livro obriga o leitor a saber de que lado está.

Sobre o Autor

Jaime Nogueira Pinto nasceu no Porto em 1946, estudou Direito em Lisboa e doutorou‑se em Ciências Sociais e Políticas. Foi professor no ISCSP, dirigiu o jornal O Século, passou pela edição na Bertrand e trabalha hoje em consultoria estrátegica. Preside a FLAC – Fundação Luso‑Africana para a Cultura, dirige com Rui Ramos a revista Crítica XXI e é presença regular na imprensa, rádio e televisão. Autor de mais de 20 livros sobre história, politica e ideias – entre eles De Que Falamos Quando Falamos de Direita, Ideologia e Razão de Estado – Uma História do Poder, Portugal – Ascensão e Queda e os romances Novembro e Os Passageiros da Sombra.

Football Classics vai decorrer no Museu LOAD ZX



Cantanhede vai ser o palco de dois dias dedicados à história dos videojogos do futebol e a entrada é totalmente gratuita. Football Classics é o evento que vai juntar, a 13 e 14 de junho, grandes nomes dos videojogos como Kevin Toms (Football Manager), Jon Hare (Sensible Soccer) e Jon Ritman (Match Day).

O evento Football Classics vai decorrer no Museu LOAD ZX, projeto do Município de Cantanhede e da Associação Geração SPECTRUM, e vai permitir entrevistas ao vivo, sessões de Q&A e convívio direto entre estes três convidados de renome e o público.

Títulos como Football Manager, Sensible Soccer e Match Day continuam a reunir comunidades ativas em Portugal, décadas depois do seu lançamento. Fóruns, torneios informais e coleções preservadas por entusiastas, mostram que o interesse não é apenas nostalgia: é uma ligação genuína a jogos que moldaram a forma como gerações inteiras viveram o futebol. 

A vinda dos seus criadores a Portugal é, por isso, um momento significativo para essa comunidade. O programa inclui também uma participação em vídeo de Richard Moss, jornalista e autor de A Tale of Two Halves: The History of Football Video Games (Bitmap Books), e uma conversa com Luís Filipe, ex-futebolista profissional, natural de Cantanhede, que passou entre outros por Benfica, Sporting ou Braga e que vai dar o seu testemunho pessoal de como viveu a ascensão dos videojogos de futebol durante a sua carreira. 

No domingo, Ritman e Toms partilham o mesmo palco numa mesa-redonda sobre o que significa criar jogos que perduram décadas na memória dos jogadores.

Destaques do programa

• Sábado, 13 de junho: entrevistas com Kevin Toms, Jon Hare e Jon Ritman, meet & greet para fotografias e autógrafos, quiz de futebol e sessões de jogo livre de títulos históricos em diversos computadores e consolas do espólio do museu.

  • Sábado à noite: Come to Play "Match Day 2": sessão de jogo livre após o jantar
  • Domingo, 14 de junho: mesa-redonda com Jon Ritman & Kevin Toms sobre a criação de videojogos profissionalmente; entrevista em vídeo com Luis Filipe; encerramento musical a carga de elementos da banda Level Up. 
  • Troca de cromos de futebol: os apaixonados que estejam a completar a sua coleção podem trazer repetidos e aproveitar a concentração expectável de colecionadores.
  • Entrada livre nos dois dias

"O Football Classics demonstra a capacidade de Cantanhede de organizar iniciativas de dimensão internacional ligadas à cultura dos videojogos. É um privilégio trazer ao nosso concelho alguns dos nomes mais influentes da história dos videojogos de futebol e proporcionar ao público português uma oportunidade única de os conhecer e ouvir." explica João Diogo Ramos, co-fundador e curador do Museu LOAD ZX.

“Numa altura em que os portings estão em franco crescimento, é fácil focarmo-nos apenas no presente. Mas proteger a história dos videojogos e garantir que existem espaços para a celebrar, é tão importante quanto construir o futuro tal como estamos a fazer na Redcatpig. O Museu LOAD ZX faz exatamente isso, e com o nível de excelência que o meio exige. Patrocinar o Football Classics é a forma mais direta de dizermos que este trabalho importa." afirma Marco Bettencourt, CEO da Redcatpig.

Manzwine recebe Roda de Choro de Lisboa



A Manzwine volta a abrir as portas da sua adega, em Cheleiros, para mais uma edição do já habitual Concerto na Adega, uma experiência que junta música ao vivo, vinho e enoturismo num ambiente intimista rodeado pelas vinhas da região.

No próximo dia 26 de junho, às 21h30, o palco será entregue aos Roda de Choro de Lisboa, coletivo que celebra um dos mais ricos géneros musicais brasileiros, numa atuação marcada pela improvisação, virtuosismo e proximidade com o público.

Mais do que um concerto, a iniciativa foi pensada para proporcionar uma experiência completa aos visitantes. O bilhete, com o valor de 25 €, inclui três copos de vinho Manzwine e ainda acesso exclusivo e antecipado ao Feirão Manzwine, logo a partir das 19:00, um mercado de oportunidades onde estarão disponíveis garrafas de vinhos premium a preços especiais.

Neste feirão, os visitantes poderão adquirir referências habitualmente indisponíveis para venda, devido a pequenas imperfeições estéticas, como rótulos defeituosos, ausência ou danos nas cápsulas, ou erros de rotulagem, sem qualquer impacto na qualidade dos vinhos.

A iniciativa reforça a aposta da Manzwine em criar experiências diferenciadoras que unem cultura, património e vinho, transformando a adega num espaço de encontro para apreciadores de música e enoturismo.

O evento decorre no Jardim da Manzwine, em Cheleiros, e os bilhetes já se encontram disponíveis para venda.

Concerto na Adega – Roda de Choro de Lisboa
Data: 26 de junho de 2026
Hora: 21h30
Local: Jardim da Manzwine, Cheleiros
Bilhete inclui: concerto, 3 copos de vinho Manzwine e acesso antecipado ao Feirão Manzwine a partir das 19:00

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Rock in Rio Lisboa apresenta uma rede de parceiros estratégicos na área do turismo de experiência



Para a maior edição de sempre, o Rock in Rio Lisboa apresenta uma rede de 25 parceiros estratégicos na área do turismo de experiência, composta por museus, projetos ligados ao património cultural português e iniciativas de turismo experiencial e imersivo, entre os quais o Oceanário de Lisboa, o Quake – Museu do Terramoto de Lisboa e o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. 

Esta parceria oferece até 50% de desconto e condições exclusivas aos portadores de bilhete para o festival no acesso a estes espaços e experiências, posicionando o turismo de experiência como um eixo central do Rock in Rio Lisboa e reforçando a ligação entre música, cultura e cidade, muito para além dos dias do evento.

Através destas parcerias, o Rock in Rio Lisboa, um dos maiores festivais de música e entretenimento do mundo, ativa o ecossistema contínuo de descoberta da cidade de Lisboa, respondendo também à procura crescente por vivências mais autênticas, participativas e memoráveis, nas quais o público deixa de ser apenas espectador para passar a viver a cidade de forma imersiva.

Com esta rede de 25 parceiros na área do turismo de experiência, pretendemos criar um ecossistema vivo de ligação à cidade, que seja positivo e benéfico para todos os parceiros. Trata-se de uma visão de longo prazo, às quais se juntam parcerias com entidades estratégicas como o Turismo de Portugal, a Associação de Turismo de Lisboa, a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, a Embratur e a Tap Air Portugal, que permitem potenciar a marca Rock In Rio Lisboa em Portugal e além-fronteiras.”
Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio

Para Ricardo Clemente, co-fundador do Quake – Museu do Terramoto de Lisboa, “o Rock in Rio Lisboa é uma celebração global de cultura, criatividade e partilha, capaz de atrair pessoas de todo o mundo em torno de momentos memoráveis. Essa capacidade de criar conexões autênticas está profundamente alinhada com a missão do Quake: assegurar que a memória do terramoto de 1755 perdure, proporcionando uma compreensão mais profunda da história e da identidade de Lisboa, através de uma experiência imersiva e transformadora. Esta parceria traduz uma visão comum do turismo do futuro, onde os grandes eventos não se esgotam em si mesmos, mas funcionam como pontos de partida para descobertas mais significativas, enriquecendo a experiência dos visitantes e reforçando a valorização cultural da cidade”.

Segundo Marta Cabral – Diretora de Marketing do Oceanário de Lisboa, “os grandes eventos têm hoje a capacidade de gerar um impacto que vai muito além do momento em que acontecem. É precisamente essa visão que partilhamos com o Rock in Rio Lisboa. Queremos que a energia, a emoção e a capacidade de mobilização do festival sejam também uma porta de entrada para uma descoberta mais profunda da cidade. Quando conseguimos associar um evento desta dimensão à cultura e à identidade que definem um destino, como é o caso do Oceanário de Lisboa, criamos valor duradouro para os visitantes e contribuímos para uma relação mais autêntica com a cidade”.

O Rock in Rio Lisboa e o Turismo
O Rock in Rio é hoje uma das maiores plataformas de música, cultura e entretenimento do mundo. Na edição de 2024, o festival recebeu cerca de 300 mil visitantes e gerou um impacto económico de 120 milhões de euros, contribuindo para a criação de 2.200 postos de trabalho. Estes resultados evidenciam o papel dos grandes eventos internacionais na dinamização de setores estratégicos relacionados com o turismo, bem como na projeção internacional dos destinos que os acolhem.

Neste contexto, o Rock in Rio Lisboa tem vindo a consolidar o seu posicionamento como uma plataforma internacional de promoção cultural e turística, estabelecendo parcerias estratégicas com entidades de referência como o Turismo de Portugal, a Associação de Turismo de Lisboa, a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, a TAP Air Portugal e a Embratur. Estas colaborações reforçam a capacidade do festival para ligar territórios, culturas e audiências globais, contribuindo simultaneamente para a promoção de Lisboa e de Portugal junto de públicos nacionais e internacionais.
Com 60% dos visitantes a chegarem ao festival vindos de fora de Lisboa, a parceria com a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa assume relevância ao promover as potencialidades turísticas da região e a experiência única proporcionada pelo festival, valorizando a riqueza cultural, patrimonial e gastronómica da cidade. Esta colaboração reforça o posicionamento de Lisboa como um destino turístico de referência e um palco privilegiado para grandes eventos de dimensão global, contribuindo para a dinamização económica e para a projeção internacional da região.

Já a parceria com a TAP Air Portugal reforça a ligação entre turismo, mobilidade e entretenimento, promovendo Lisboa como um destino internacional de excelência para grandes eventos, o festival contará na edição de 2026 com a presença de 123 nacionalidades. Através desta colaboração, a companhia aérea contribui para aproximar visitantes de diferentes mercados ao festival, potenciando a atratividade turística da cidade e consolidando o seu papel como hub global de cultura, música e experiências.

Por sua vez, a parceria com a Embratur tem como objetivo promover o Brasil como destino turístico junto do público europeu, valorizando a diversidade cultural, gastronómica e natural do país. A colaboração reforça ainda os laços entre Portugal e o Brasil através da música, da cultura e do entretenimento, potenciando a visibilidade internacional do destino junto dos milhares de visitantes e da audiência global do Rock in Rio Lisboa.

As parcerias firmadas com estas entidades, assim como a campanha Road to Rock In Rio - que iniciou em Londres, passou por Madrid antes de chegar a Portugal, concretamente ao Porto, Braga, Viseu e Lisboa - aproximam o festival das comunidades, criam momentos de ligação com o público e convidam novas audiências a viver a experiência do festival, contribuindo para aumentar a notoriedade e a atratividade do evento junto de diferentes públicos.

Recorde-se que a Cidade do Rock regressa ao Parque Tejo nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho e contará com as atuações de Katy Perry, Linkin Park, Rod Stewart e 21 Savage, além de nomes como Charlie Puth, Cyndi Lauper, Central Cee, Pedro Sampaio e Alok, entre outros. Os bilhetes para os dias 27 e 28, e o passe para o segundo fim de semana, ainda se encontram à venda em tickets.rockinriolisboa.pt , feverup.com, lojas Worten e worten.pt.

Primavera Sound Porto 2026 abre-se à cidade antes de chegar ao Parque da Cidade



A poucos dias da abertura de portas da maior edição de sempre, o Primavera Sound Porto reforça a sua ligação à cidade com uma programação especial nos Jardins do Palácio de Cristal. A edição de 2026 espera receber 120 mil pessoas e registar o maior número de passes gerais vendidos desde a chegada do festival ao Porto.

O Primavera Sound Porto e a Câmara Municipal do Porto voltam a levar o espírito do festival para a cidade, com uma nova edição do Primavera na Galeria. No próximo dia 10 de junho, a Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal recebe três concertos de entrada gratuita, com Ela Minus, Marquise e Giovani Cidreira.

A iniciativa antecipa a edição de 2026 do Primavera Sound Porto e reforça a relação do festival com a cidade, aproximando a sua curadoria musical de novos públicos e ocupando um dos espaços culturais mais emblemáticos do Porto.

“O Primavera Sound continua a ter vontade de, para além de trazer a cidade para dentro do festival, levar também o festival para a cidade. Fica feito o convite às famílias do Porto para desfrutarem da curadoria musical que nos caracteriza”, afirmou José Barreiro, diretor do Primavera Sound Porto, durante a visita aos bastidores do festival.

A poucos dias da abertura de portas, o Parque da Cidade prepara-se para receber aquela que será a maior edição de sempre do evento. São esperadas cerca de 120 mil pessoas ao longo dos três dias, numa média diária de 40 mil espectadores.

Segundo José Barreiro, as vendas estão a superar as expectativas, com um crescimento particularmente significativo nos passes gerais. “Tivemos de aumentar o número de passes gerais disponíveis, porque a procura era superior à dos bilhetes diários. Esta será a edição com o maior número de passes gerais vendidos desde sempre”, revelou.

O festival mantém também uma forte capacidade de atração internacional, com 40% do público proveniente do estrangeiro, sobretudo de mercados como Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha, Irlanda, França, Estados Unidos e Holanda. Os restantes 60% correspondem a público nacional, com destaque para o Porto e Lisboa.

“Está garantida a presença de 12 a 13 mil estrangeiros no festival. É um público fiel, que se tem mantido ao longo das últimas edições. Onde continuamos a crescer é sobretudo na captação de público nacional”, acrescentou José Barreiro.

O responsável pelo festival destacou ainda “o orgulho de organizar um evento que contribui para a vitalidade económica e cultural do Porto”, sublinhando que muitos dos visitantes regressam posteriormente à cidade para a descobrir com mais tempo e prolongar a sua estadia enquanto turistas.

Pedro Duarte, Presidente da Câmara Municipal do Porto, sublinhou igualmente o papel do Primavera Sound Porto na afirmação internacional da cidade.

“Este festival tem um contexto de diferenciação enorme, para não dizer único no mundo. Contribui para a projeção da cidade, para o seu cosmopolitismo e para a sua afirmação económica e cultural, em Portugal e no estrangeiro”, afirmou.

Para o autarca, o Porto entra agora numa nova fase de atração turística: “Depois do grande boom do turismo, que ajudou muito a cidade, estamos no momento de encararmos a atratividade do Porto pela qualidade das experiências que oferece a quem nos visita. Este festival, pela satisfação que gera, faz com que as pessoas regressem noutras ocasiões, e esse é um retorno que não é quantificável.”

Primavera na Galeria – 10 de junho
A programação deste ano reúne três projetos de diferentes geografias e universos sonoros, refletindo a diversidade da criação musical contemporânea.

Ela Minus, nome artístico da colombiana Gabriela Jimeno Caldas, é uma das figuras mais singulares da eletrónica atual. A artista apresenta-se a solo, recorrendo a sintetizadores, máquinas de hardware e voz para criar espetáculos imersivos onde a improvisação assume um papel central.

Os Marquise, banda portuense, recuperam a energia do rock alternativo dos anos 90 através de guitarras intensas, melodias marcantes e uma forte identidade própria, afirmando-se como uma das propostas emergentes da cena nacional.

Giovani Cidreira, uma das vozes mais inventivas da música brasileira contemporânea, cruza canção popular, ritmos afro-brasileiros e sonoridades pop e eletrónicas. Em 2026 apresenta “Coração Disparado I” e “Coração Disparado II”, um projeto duplo que aprofunda a dimensão mais íntima e confessional da sua obra.

Com esta iniciativa, o Primavera Sound Porto reafirma o compromisso de aproximar artistas, públicos e cidade, promovendo o acesso à cultura num contexto aberto e inclusivo.

José Luís Peixoto convidado para residência literária na casa onde Gabriel García Márquez escreveu Cem Anos de Solidão




José Luís Peixoto foi convidado pela Fundación para las Letras Mexicanas para integrar o prestigiado Programa de Residências da Casa Estudio Cien Años de Soledad, na Cidade do México, tornando-se o primeiro escritor português a receber este convite.

A residência decorrerá durante os meses de junho e julho de 2026 e surge na sequência do amplo reconhecimento internacional da obra de José Luís Peixoto.

Localizada no sul da Cidade do México, a Casa Estudio Cien Años de Soledad ocupa um lugar singular na história da literatura universal: foi ali que, entre 1965 e 1966, Gabriel García Márquez escreveu Cem Anos de Solidão, romance fundamental da literatura do século XX. Em 1982, o autor colombiano viria a receber o Prémio Nobel da Literatura, distinção que consagrou a sua obra literária, decisiva para a afirmação da literatura latino-americana no mundo.

Desde 2020, após ter sido doada à Fundación para las Letras Mexicanas, a casa transformou-se num centro internacional de promoção da literatura, acolhendo programas de formação, encontros literários, conferências e residências de criação. O programa de residências tem recebido escritores de reconhecido mérito, provenientes de diversos países, permitindo-lhes desenvolver projetos literários no espaço onde García Márquez escreveu a sua obra-prima.

Durante a residência, José Luís Peixoto irá dedicar-se ao desenvolvimento de novos projetos, beneficiando de um contexto de trabalho particularmente simbólico para qualquer autor.

A obra de José Luís Peixoto, traduzida em 34 idiomas e distinguida com diversos prémios nacionais e internacionais, tem vindo a conquistar leitores em múltiplas geografias, afirmando-se como uma das vozes mais relevantes e difundidas da literatura portuguesa contemporânea.

Noivos dos Casamentos de Santo António visitaram o Casino Lisboa



Foi num ambiente romântico que o Casino Lisboa recebeu os noivos dos Casamentos de Santo António. Em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC, o Casino Lisboa acolheu, pelo 18 ano consecutivo, um evento único na tradição popular da cidade de Lisboa. A noite festiva culminou quando os 16 casais de noivos, da edição deste ano, assistiram ao musical “Rent” no Auditório dos Oceanos. 

Os Noivos dos Casamentos de Santo António foram recebidos, ao final da tarde, pela equipa de Relações Públicas, que presenteou cada casal com uma oferta do Casino Lisboa. Foi um momento especial para os noivos que ficou registado com várias fotografias de grupo em frente à fachada principal e, posteriormente, no hall do Casino Lisboa.



Após uma visita guiada às instalações do Casino Lisboa, decorreu um cocktail dînatoire no Arena Lounge com a animação musical a cargo de Catarina Teng que interpretou vários temas plenos de romantismo. 



Posteriormente, os noivos assistiram ao musical “Rent” que proporcionou, mais de duas horas, repletas de animação no Auditório dos Oceanos. Seguiu-se um "meet & greet" com o elenco que desejou as melhores felicidades aos 16 casais, revelando, ainda, várias curiosidades sobre a gratificante experiência de levar à cena este musical da Broadway.