quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Cuid'Arte no MAAT proporciona experiências de bem-estar através da arte a pessoas com demência e cuidadores



O MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia está a dinamizar um novo programa exclusivo para pessoas com diagnóstico de demência e seus seus cuidadores formais e informais. Chama-se Cuid’Arte e cria um ambiente de visita que privilegia a calma, a presença e a atenção ao ritmo de cada participante, promovendo experiências de encontro e bem‑estar através da arte.

Desenvolvidas em torno das exposições patentes no museu, convidando os intervenientes a explorar a arte de forma sensorial e acessível, através da observação, da conversa e de pequenas dinâmicas que incentivam a participação. O objetivo principal é criar tempo e espaço para que cada pessoa possa envolver-se com aquilo que vê e com o grupo que a acompanha, num contexto de acolhimento, escuta e relação.

As sessões do Cuid’Arte são gratuitas e realizam-se no primeiro e no terceiro sábado de cada mês. Apesar de terem participação aberta e não sequencial, a regularidade oferece continuidade e familiaridade, reforçando a relação com o museu e a sensação de pertença.

Os programas desenvolvidos pelo MAAT para pessoas com demência e seus cuidadores contam com a Alzheimer Portugal como parceiro de avaliação científica. As duas instituições trabalham juntas desde 2021, ano em que foi lançado o programa Marcar o Lugar - Alzheimer: Encontros no Museu, que ainda decorre no MAAT, também de participação gratuita, entretanto replicado em outras instituições.

Inscrições: visitar.maat@edp.pt

Sobre o MAAT

Inaugurado em outubro de 2016 no contexto da política de mecenato cultural da Fundação EDP, o MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia é uma instituição internacional que se dedica a promover o discurso crítico e a prática criativa com vista a suscitar novos entendimentos sobre o presente histórico e um compromisso responsável para com o futuro comum. Situado na frente ribeirinha da zona histórica de Belém, em Lisboa, o campus abrange uma área de 38 mil metros quadrados que engloba uma central termoelétrica reconvertida – a Central Tejo, edifício emblemático da arquitetura industrial construído em 1908 – e um novo edifício desenhado pelo estúdio de arquitetura londrino AL_A (Amanda Levete Architects – MAAT Central e MAAT Gallery, respetivamente. Ambos acolhem exposições e eventos programados pelo MAAT e estão ligados por um jardim projetado pelo arquiteto paisagista libanês Vladimir Djurovic.

O Fantasma do Rei Leopoldo



Finalista do Prémio The National Book Critics Circle, O Fantasma do Rei Leopoldo é o relato verdadeiro e assombroso do regime brutal do rei Leopoldo e do seu efeito duradouro numa nação arruinada, que, nesta nova edição, conta com uma introdução da premiada romancista Barbara Kingsolver.

No final do século XIX, sob o pretexto de uma missão civilizadora e humanitária, o rei belga apropriou-se de um território oitenta vezes maior do que o seu país. O chamado «Estado Livre do Congo» rapidamente se revelou um dos sistemas de exploração mais brutais da história moderna — uma máquina de saque e violência que enriqueceu o monarca à custa do sangue dos congoleses.

Pondo em cena personagens mais vívidas e sedutoras do que as de um romance, este livro brilhante inscreve para sempre na consciência humana um episódio brutal da História da colonização moderna.

Sobre o Autor

Adam Hochschild, escritor, jornalista, professor universitário e conferencista americano, ficou mundialmente célebre pela obra O Fantasma do Rei Leopoldo. Hochschild nasceu em 1942 na cidade de Nova Iorque e formou-se em História e Literatura na Universidade de Harvard.

Enquanto estudante universitário, passou um Verão a trabalhar num jornal que se opunha ao governo segregacionista da África do Sul e foi, em 1964, activista pelos direitos civis no Mississippi. Estas duas experiências políticas seriam cruciais na determinação da sua carreira como escritor. Mais tarde, fez parte do movimento contra a guerra do Vietname e, depois de vários anos a trabalhar como repórter num jornal diário, iniciou a actividade de escritor e editor da revista de esquerda Ramparts. Em meados da década de 70, foi um dos co-fundadores da revista Mother Jones.

Festival Mental - Cinema, Arte e Informação celebra 10ª edição



A 10ª edição do Festival Mental - Cinema, Artes e Informação - realiza-se entre 14 e 17 de maio, no Cinema São Jorge e outros locais a anunciar brevemente. Este ano assinalamos uma década de um projeto cultural singular, dedicado à promoção, prevenção e combate ao estigma em saúde mental através da plataforma da cultura.

Ano após ano, procuramos criar um espaço seguro onde a iliteracia dá lugar à compreensão e à empatia, utilizando a expressão artística como ponte para o diálogo e para a quebra de preconceitos. Mais do que um marco no calendário, estes dez anos representam um percurso de aprendizagem mútua e afirmam a extrema relevância pública do festival no nosso quotidiano.

Esta edição especial assume-se como um radar sobre o trajeto percorrido nesta década, reunindo vozes e textos de convidados que passaram pelo festival e que ajudam a construir uma leitura crítica e afetiva deste percurso. Num espírito de celebração, o festival revisita o caminho feito e o impacto consolidado no panorama da saúde mental em Portugal, fazendo simultaneamente um balanço crítico sobre as mudanças ocorridas no setor ao longo destes dez anos.

O cinema, com todas as histórias que nos chegam - íntimas, coletivas e universais - continua a ser um eixo central, a par das artes, da literatura, da dança, do teatro e da música, com destaque para o segmento muito particular "My Story, My Song", onde experiências de vida ganham expressão artística através da música.

Mantemos a coprodução da Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental, bem como as parcerias estratégicas que se fortaleceram ao longo da década. Estas colaborações reforçam o peso institucional e a relevância científica do evento, possibilitando-nos continuar a servir esta causa.

Dos inúmeros temas debatidos nas M-Talks do Mental - mesmo durante a pandemia - vários serão revisitados pelos próprios protagonistas. Estes deixarão uma reflexão sobre o que mudou (ou não) nos temas abordados, criando um ponto de situação particularmente válido para abrir novas perspetivas, sobretudo no âmbito da promoção e prevenção.

A edição comemorativa reforça ainda a sua dimensão intergeracional com as vertentes M-Sénior e M-Jovem. Ambas contam com programação específica, incluindo workshops, atividades participativas e a Mostra Internacional de Curtas-Metragens, promovendo o diálogo, a literacia e a expressão artística em diferentes fases da vida.

As novas ideias e abordagens emergentes regressam no segmento M-Click (iniciado em 2025), dando espaço a projetos inovadores, novos criadores e propostas experimentais, reforçando o compromisso do Festival Mental com o futuro e com as novas linguagens na área da saúde mental.

Festival Mental, Pense, Fale, Saiba, Reaja!

Instalação comemorativa do Ano Novo Chinês em destaque na Galeria de Arte do Casino Lisboa



O Casino Lisboa inaugurou, no passado dia 17, uma instalação comemorativa do Ano Novo Chinês que tem suscitado o interesse dos seus visitantes. Trata-se de uma imponente instalação que evoca o “Ano Novo Lunar 2026”, “Ano do Cavalo”, na Galeria de Arte, localizada na área circundante ao Arena Lounge. Com entrada gratuita, a não perder, até ao próximo dia 4 de março.

A instalação alusiva ao Ano Novo Chinês tem vários pontos de interesse, destacando-se, desde logo, um colorido cavalo que simboliza o signo que rege 2026, assim como um emblemático pórtico chinês e um icónico pessegueiro de dimensões reais. 



Os visitantes do Casino Lisboa podem observar uma instalação com cerca de 80 lanternas iluminadas e numerosos adornos chineses distribuídos pela Galeria de Arte. A celebração desta data tão especial está logo em evidência com vários apontamentos desta instalação na porta rotativa da entrada principal do Casino Lisboa.  

Recorde-se que foi, precisamente, no passado dia 17, que iniciou oficialmente o “Ano Novo Lunar”, uma data celebrada na China, na Ásia Oriental e por diversas comunidades da região espalhadas pelo mundo.

Coala Festival Portugal anuncia Caetano Veloso



Coala Festival Portugal anuncia um dos maiores nomes da música brasileira e mundial: Caetano Veloso. O artista sobe ao palco do festival num espetáculo que promete celebrar a sua trajetória histórica. O festival acontece nos dias 30 e 31 de maio, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

Com mais de cinco décadas de carreira, Caetano é um dos principais nomes da Tropicália e autor de um repertório que atravessa gerações, reunindo clássicos que marcaram a cultura brasileira e conquistaram reconhecimento internacional.

No Coala Festival Brasil 2025, Caetano deu um concerto memorável. Na próxima edição, o público português pode esperar um espetáculo que reúne sucessos consagrados e momentos de forte conexão poética e musical. 

A apresentação no Coala Festival Portugal vai transformar o palco num espaço de celebração coletiva e encontro entre culturas. Em sintonia com a curadoria e os pilares do festival, o concerto representa o diálogo entre música, cultura e identidade, a partir da língua portuguesa. Além de Caetano Veloso, o festival já anunciou como parte do cartaz, o português Slow J, os brasileiros João Gomes e Lulu Santos e o angolano Bonga.

Os bilhetes para o festival já estão disponíveis em na plataforma Fever em dois formatos: Passe Geral Relvado 2 dias (95€) e Passe VIP Tenda 2 dias (190€).

Sobre o Coala Festival

Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência, no icónico Hipódromo Manuel Possolo.

Casino Lisboa estreou “Dona Flor e Seus Dois Maridos”



O Casino Lisboa estreou, na semana passada, a peça “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, baseada no romance de Jorge Amado. Bruno Cabrerizo, Sofia Ribeiro e Vítor Hugo iniciaram um ciclo de representações de uma das histórias mais conhecidas da literatura brasileira. Os espectáculos renovam-se de quinta-feira a sábado, às 21h00; e aos domingos, às 17h00, no Auditório dos Oceanos.

Foram muitas as personalidades de relevo, nomeadamente da área do espectáculo e dos media, que marcaram presença na estreia de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” que esgotou o Auditório dos Oceanos.



A peça distingue-se, desde logo, por dissecar um conflito emocional de Dona Flor com a paixão, a estabilidade e o desejo. Durante uma hora e meia, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” convidou os espectadores a viajar até ao calor do Brasil, mergulhando no icónico Carnaval da Bahia e nos seus ritmos e melodias mais conhecidos. 

Uma história de amor arrebatadora. Às vezes desequilibrada, mas sempre carregada de paixão. Assim era a vida de Flor e do seu marido, Vadinho, um mulherengo e jogador inveterado, até ao dia em que ele morre repentinamente.



Algum tempo passado, Flor volta a casar. Com Teodoro, um marido exemplar, um farmacêutico metódico, dedicado e muito respeitador da sua amada mulher. Flor conhece então os dias mais tranquilos e estáveis de um casamento. Mas também os mais tediosos. Até ao dia em que o fantasma de Vadinho aparece na sua cama! 

A incomparável obra de Jorge Amado, uma das mais sensuais histórias de sempre da televisão, chega agora ao palco do Auditório dos Oceanos. As temperaturas vão subir!! O corpo vai pedir para dançar! E os corações vão bater mais depressa, apaixonados pela história de Flor, e os seus dois maridos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Não há romance tão estapafúrdio e delirante



A Quetzal Editores fez chegar às livrarias um dos romances mais divertidos e maravilhosos do grande mestre galego, Gonzalo Torrente Ballester. Fragmentos de Apocalipse é a prova de que a literatura nos transforma em personagens dos romances que lemos. «Eu nunca consegui disciplinar a minha imaginação e a minha fantasia», escreve o autor no prólogo esta edição, traduzida por António Gonçalves.

Não há romance tão estapafúrdio e delirante. Nem tão apocalíptico. Em Fragmentos de Apocalipse, Gonzalo Torrente Ballester oferece-nos uma visão amorosa, crítica, mordaz e divertida dos habitantes de Villasanta de la Estrella, cidade que pode ser vista como uma recriação romanesca de Santiago de Compostela. O escritor transforma-se em protagonista, herói, vítima, leitor, espectador e ator principal – tudo à medida das suas conveniências – e mostra-nos as possíveis formas de composição do próprio romance. Entrevistando as personagens (e revelando as suas favoritas) e voltando atrás quantas vezes lhe apetece. 

Pelo meio, assistimos a uma história de província onde alternam o real e o mágico, o humor e o sonho, a ironia e o amor, a melancolia galega e um erotismo paradoxal, tudo para nosso deleite intelectual, diversão e divertimento. Acompanhamos a vida de um bando anarquista que joga às cartas com o bispo, as deambulações de um arquiteto que viaja no tempo, um arcebispo capaz de voar, dragões, fantasmas de Cavaleiros Templários, a chegada de Sitting Bull, viagens astrais, um labirinto, a aparição do Dr. Moriarty, bonecas sexuais, a vida diária de um grupo de historiadores e amantes da cidade – mas também uma invasão viking, uma professora russa que sabe demais e a ressurreição de uma princesa adormecida. Como num apocalipse imprevisível.

Sobre o Autor

Gonzalo Torrente Ballester (El Ferrol, 1910-Salamanca, 1999) é um autor fundamental da literatura espanhola contemporânea. Estudou Filosofia e Letras na Universidade de Santiago (onde foi professor de Literatura a partir de 1940) e Direito nas Universidades de Santiago, Oviedo e Madrid. Dedicou quase toda a sua vida ao ensino e à literatura, em Espanha ou nos EUA (em Albany, NY). Dramaturgo, ensaísta, crítico e romancista, Torrente Ballester recebeu, entre muitos outros, os prémios Cidade de Barcelona, da Crítica, da Fundação March, Planeta, Nacional de Literatura, Príncipe das Astúrias em 1982 e o Miguel de Cervantes em 1985. Entre as suas obras mais importantes contam-se A Saga/Fuga de J.B. (1972), Filomeno (1988), A Ilha dos Jacintos Cortados (1981), Crónica do Rei Pasmado (1989), Fragmentos de Apocalipse (1977) ou a trilogia Os Prazeres e as Sombras e ainda A Morte do Decano. 

A Festa da Francofonia 2026 celebra a diversidade cultural francófona em Portugal sob o tema "Mulheres na Francofonia"



A Festa da Francofonia regressa a Portugal em março e abril de 2026, afirmando-se como um amplo programa cultural que celebra a riqueza e a diversidade das culturas francófonas através de múltiplas áreas artísticas e de pensamento. Durante mais de um mês, literatura, artes performativas, música, cinema, artes visuais, encontros académicos e iniciativas de sensibilização social e ambiental cruzam-se num conjunto de propostas acessíveis e descentralizadas, envolvendo instituições culturais, educativas e diplomáticas em todo o país, sob o tema “Mulheres na Francofonia”.
 
Celebrado a 20 de março em todo o mundo, o Dia Internacional da Francofonia é o mote para a Festa que, no sábado 21 de março, propõe uma visita ao Village Francophone, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada. A aldeia francófona é um espaço acessível e aberto a todos, em que os países participantes (Andorra, Bélgica, Cabo Verde, Canadá/Quebeque, Costa do Marfim, França, Líbano, Marrocos, Roménia, Senegal, Suíça, Tunísia) apresentam as suas tradições, a sua cultura e a sua gastronomia. A tarde será animada com jogos, quizz, sorteios, bem como animações culturais e pequenos concertos. Um momento convivial e familiar para descobrir, com alegria e boa disposição, a riqueza e a diversidade do mundo francófono.
 
A literatura e o pensamento assumem um lugar central na programação, através de conversas, encontros literários, lançamentos de livros, residências de autores e iniciativas académicas acolhidas por embaixadas, institutos culturais, universidades e bibliotecas. Entre os momentos de destaque contam-se a conversa inaugural entre Lídia Jorge e Leïla Slimani, os encontros com autores como Hervé Le Tellier e Éric Chacour no Institut Français du Portugal, ou o ilustrador e autor de banda desenhada libanês Kamal Hakim, a residência literária da escritora belga Veronika Mabardi na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, bem como debates e projetos educativos que reforçam o papel da língua francesa como espaço de criação, reflexão crítica e diálogo intercultural. A forte implicação das instituições de ensino superior e das redes culturais francófonas sublinha a dimensão formativa e intelectual da Festa.

As artes performativas e a música, em diálogo com o cinema e a performance, revelam a vitalidade contemporânea da criação francófona através de concertos, espetáculos, sessões de cinema, comédia e projetos híbridos apresentados em teatros, institutos culturais, residências diplomáticas e espaços públicos. Destacam-se propostas como o concerto intimista de Marie Warnant na Residência do Embaixador da Bélgica, o espetáculo Kumina, de Victor Oliveira, no Teatro do Bairro Alto, o evento de stand-up RIR’ à Lisbonne 100% Féminin (fotografia abaixo) bem como as sessões de cinema dedicadas à dança no Institut Français du Portugal. Estes eventos evidenciam a diversidade de linguagens artísticas e o papel das entidades de acolhimento enquanto espaços de proximidade e partilha cultural.

No campo das exposições e das artes visuais, a Festa da Francofonia apresenta um conjunto significativo de projetos acolhidos por galerias, centros culturais, universidades e pela rede das Alliances Françaises em várias cidades do país. Entre as exposições destacam-se Oliveira, Linhas de Vida, de Christine Enrègle, na Galeria Santa Maria Maior, a exposição coletiva de arte têxtil Fio da Mulher, com curadoria de Ana Maria Gonçalves, A História da França no Feminino, dedicada às mulheres que marcaram a história francesa, e Cores Mediterrânicas, de Inés  Romdhane. Estas propostas cruzam memória, identidade, criação contemporânea e reflexão histórica, afirmando as artes visuais como espaço de diálogo sensível e de construção de narrativas plurais.

A Festa da Francofonia marca também presença no Monstra – Festival de Animação de Lisboa. Entre 12 e 22 de março são exibidos filmes de animação da Bélgica, Canadá/Quebeque, França, Luxemburgo, Roménia e Suíça, entre outros filmes em coprodução.
 
A programação completa da Festa da Francofonia 2026 está disponível no site oficial da Festa da Francofonia em festadafrancofonia.com, no Instagram no Facebook.

Alguns eventos estão sujeitos a inscrição prévia.

Pensar como Um Filósofo



Pensar como Um Filósofo é um convite ao hábito de bem pensar conduzido pelo filósofo britânico Julian Baggini, e uma ferramenta preciosa no combate ao caos e à desinformação crescentes. Recorrendo ao estudo da razão inspirado pelos mais eminentes filósofos, Baggini ensina-nos a enfrentar estes perigos pensando melhor. O autor oferece doze princípios-chave para uma abordagem mais humana, equilibrada e racional do pensamento: prestar atenção; questionar tudo (incluindo as nossas próprias perguntas); verificar os factos; ter atenção à linguagem; ser ecléctico; identificar o que importa; deixar o ego de lado; pensar por si próprio, mas não sozinho; e não desistir. Cada capítulo está repleto de exemplos do mundo real que revelam estes princípios em acção e o modo como conduzem a conclusões mais ponderadas.

Mais do que um livro de conselhos e estratégias (ou formas de como ser insuportavelmente inteligente em festas), Pensar como Um Filósofo é uma proposta irresistível para desenvolver o hábito de pensar bem num mundo em que isso é cada vez mais necessário.

Sobre o Autor

Julian Baggini é um dos fundadores da revista inglesa The Philosophers’ Magazine e autor de mais de vinte livros, muitos dos quais para um público não especializado. Destacam-se os seus livros sobre os problemas do livre-arbítrio e também sobre a identidade pessoal. É colaborador regular da BBC Radio.

Concertos gratuitos de Raphael Lopes Duo no Casino Lisboa



Raphael Lopes Duo protagoniza, de 26 a 28 de fevereiro, às 22h35, um ciclo de três concertos no Arena Lounge do Casino Lisboa. A noite prolonga-se, às 23h45, na sexta-feira, 27, com DJ Sheri Vari; e no sábado, 28, com DJ Pan Sorbe, que escolhem os sets ideais até de madrugada. A entrada é gratuita. 

Raphael Lopes Duo nos dias 26, 27 e 28
Raphael Lopes duo apresenta um projecto acústico e intimista que percorre numerosos clássicos do Pop, Rock e Soul Music. Raphael Lopes (voz e guitarra) será acompanhado por Filipe Silva (Percussão).



DJ Sheri Vari no dia 27
Com um currículo extenso que se prolonga por mais de uma década atrás dos pratos, Mariana Cruz sintetiza a toda uma vasta experiência como residente de inúmeros espaços, bem como convidada frequente de tantos outros, num pseudónimo que evoca história, respeito, segurança descomplexada e conhecimento de causa.



DJ Pan Sorbe no dia 28
Viveu toda a agitação dos anos 2000 no Bairro Alto, onde tocou nos lugares mais emblemáticos como o Frémitus, Capela, Purex, Frágil, Clube da Esquina, Bicaense e ZDB. Foi residente no Lux durante sete anos com a noite mensal Fiasco. Destacam-se também outros clubes onde foi residente de norte a sul do país: Musicbox, Europa, Lounge, Alcantâra-Club, Maus Hábitos, Indústria, Plano B, Pitch. Passou por alguns dos principais festivais nacionais: Boom Festival, Super Bock Super Rock, Sudoeste, Sagres Surf Fest e Cosmopolis.