quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Maria León com concerto acústico a 15 de Abril no Club Coliseu



O Coliseu Club recebe, no dia 15 de abril, a apresentação de "Brumas do Luar, Lisboa, Mar e Alma", o novo disco de Maria León, que traz alguns convidados especiais.

Com instrumentos acústicos e uma estética de som natural, o espetáculo cria uma atmosfera poética e emocional, atravessada por uma melancolia lisboeta entre o rio e o mar. Para este concerto, Maria León, convidou dois músicos de exceção e que têm carreiras exemplares dentro e fora de Portugal: o compositor e pianista Carlos Maria Trindade e o compositor e guitarrista, Pedro Jóia.

"Brumas do Luar, Lisboa, Mar e Alma" editado em janeiro de 2025, conta para além das colaborações de Carlos Maria Trindade e Pedro Jóia, também com Rão Kyao.

Maria León começou a sua carreira no mundo da música como vocalista dos Ravel. Depois da banda ter terminado, lançou álbuns a solo como "Caminhando até Ti" (2000) e "Coisas Simples" (2007), colaborando com artistas como Delfins , GNR , Pedro Ayres Magalhães e Rui Veloso. 

Hitler e o abuso de drogas



De que modo a ação nefasta de Adolf Hitler, que ditou o destino de milhões de pessoas, foi condicionada pelas drogas que o seu médico, Theodor Morell, lhe receitava? É esta a questão suscitada por Eric Frattini em O Médico e o Monstro, ensaio que aborda um novo ângulo da vida do ditador alemão: hipocondríaco vitalício, viveu os seus últimos anos completamente dependente do seu médico pessoal e de um receituário, no mínimo, duvidoso.

Estas são descobertas feitas a partir de uma recente e exaustiva desclassificação de documentos relacionados com a Alemanha Nazi, que surpreenderam a comunidade historiográfica e desmentem Joachim Fest. Há meio século, este historiador alemão afirmou perentoriamente, após investigar a fundo os derradeiros dias do Führer: «esta é a última palavra sobre este homem, porque não haverá novas revelações sobre Hitler que ainda não sejam do domínio público.»

Entre os milhões de páginas, os investigadores descobriram os diários meticulosos do Dr. Morell, onde o clínico registou as mudanças de humor de Hitler, os sintomas gastrointestinais, os problemas de pele e o diagnóstico de Parkinson que o ditador acreditava que não o derrubaria. «Mesmo que a minha mão trema, mesmo que até a minha cabeça trema, o meu coração nunca tremerá.»

O tratamento? Doses generosas de drogas, dos estimulantes aos sedativos, das hormonas aos multivitamínicos, dos esteroides à beladona e à cocaína, que Hitler viria a tomar até ao seu suicídio em abril de 1945.

Entre as notas, que provam igualmente a toxicodependência de membros do exército alemão, consta uma missiva que ajuda a entender a natureza destas prescrições. «Meu Führer, se, até agora, tivesse sido tratado por um médico comum, as suas atividades teriam sido interrompidas durante tanto tempo que o Reich teria corrido o risco de se desmoronar. Tive, portanto, de lhe administrar tratamentos curtos com doses elevadas de medicamentos, que roçavam os limites do que estava autorizado.»

Um documento histórico obrigatório, O Médico e o Monstro chega à rede livreira nacional no próximo dia 5 de fevereiro, com chancela da Bertrand Editora e tradução de Maria Ferro.

Sobre o Autor

Eric Frattini foi correspondente para o Médio Oriente e residiu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel). É autor de mais de 25 livros, traduzidos em 16 idiomas e publicados em 42 países. O seu livro Os Espiões do Papa foi incluído na biblioteca de estudos sobre serviços secretos da CIA, em Langley. Em 2013 recebeu o Prémio Nacional de Investigação Jornalística da revista italiana Terra Incognita pela sua investigação do caso Vatileaks, que serviu de base ao livro Os Abutres do Vaticano, e em julho do mesmo ano foi distinguido com o Prémio Anual Strillaerischia (Itália) para o Melhor Enviado Especial pelo seu trabalho no Afeganistão. Foi produtor de documentários para o Discovery Channel e o National Geographic.

Clientes decidem o próximo chocolate da Pedaços de Cacau



Ao longo de 34 edições, o Pedaços & Sentidos levou os participantes numa viagem por alguns dos chocolates mais marcantes do portefólio da Pedaços de Cacau — dos bestsellers às criações mais ousadas, com recheios inesperados e combinações improváveis. Mas esta edição traz uma novidade especial: pela primeira vez, o público terá voto, ajudando a decidir se um novo chocolate ficará, ou não, disponível no catálogo de produtos da marca.



Na 35.ª edição do Pedaços & Sentidos, o evento em que a Pedaços de Cacau desafia os sentidos ao harmonizar os seus chocolates artesanais com produtos fora do comum, a marca recebe A Licoreira Portuguesa para uma experiência que cruza tradição, intensidade e memória. O evento decorre no dia 6 de fevereiro, às 18h45, na Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia.

Durante a degustação, os participantes irão provar diferentes chocolates, harmonizados com licores artesanais. O evento inclui ainda a prova de uma novidade absoluta da marca, que será avaliada pelos presentes, definindo se ficará ou não disponível para venda.

Parceira desta edição, A Licoreira Portuguesa faz renascer sabores campestres, recuperando receitas e tradições que remontam ao século passado. A marca dedica-se à produção de licores artesanais que preservam o saber-fazer antigo, valorizando ingredientes naturais e processos manuais.

A 35.ª edição do Pedaços & Sentidos decorre a 6 de fevereiro, sexta-feira, às 18h45, na Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia. A entrada é gratuita, mas requer espírito crítico e mente aberta para avaliar o novo potencial produto da marca, e inscrição prévia através deste link: https://pedacosdecacau.zoholandingpage.eu/edicao35/



Pedaços de Cacau – Chocolataria
Morada: Rua da Junqueira de Baixo, n.º 28, Vilar do Paraíso, 4405-870 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 731 2031
Horário: de segunda a sexta, das 9h30 às 18h30 (exceto feriados)

José Luís Peixoto distinguido com o Prémio Vergílio Ferreira



A Universidade de Évora decidiu este ano distinguir o escritor José Luís Peixoto com o prestigiado Prémio Vergílio Ferreira. Em comunicado oficial, a Universidade de Évora indica que o júri desta edição, presidido por Antonio Sáez Delgado, decidiu, por unanimidade, atribuir a distinção a José Luís Peixoto «pela força criativa da sua ficção, que parte da experiência vital no Alentejo e chega ao mundo inteiro, com uma escrita rica em densidade emocional que aborda temas como identidade, memória, ruralidade e diáspora».

Considerando José Luís Peixoto como «uma das vozes contemporâneas mais marcantes da literatura em língua portuguesa», a Universidade de Évora enaltece o percurso literário do autor natural de Galveias, no coração do Alentejo, com destaque para obras como Morreste-me, Galveias, Almoço de Domingo e o mais recente romance A Montanha, entre muitos outros. Toda a obra literária de José Luís Peixoto é publicada em Portugal pela Quetzal Editores, sendo que os seus livros estão traduzidos em mais de trinta línguas.

Instituído em 1997, o Prémio Vergílio Ferreira destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou do ensaio. Nesta edição, o júri contou, além de Antonio Sáez Delgado, com os docentes universitários Cristina Robalo Cordeiro, Giorgio de Marchis e Carla Isabel Ferreira de Castro, bem como o crítico literário Frederico Pedreira. A cerimónia de entrega do Prémio Vergílio Ferreira está agendada para 2 de março.

António Zambujo lança “Oração ao Tempo” com Caetano Veloso



Ainda assim, acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo, tempo, tempo, tempo


“Oração ao Tempo”, a canção que dá título ao novo álbum de originais de António Zambujo, é um dueto gravado com Caetano Veloso, autor do tema original, e já pode ser escutada em todas as plataformas de streaming. É o primeiro single que antecipa o lançamento do disco homónimo, com edição prevista para a primavera de 2026, coincidindo com a sua apresentação ao vivo nos Coliseus, do Porto AGEAS dia 11 de abril, e de Lisboa, no dia 17 de abril, a que se junta agora uma nova data no Coliseu de Lisboa, no dia 16 de abril. Os bilhetes já estão disponíveis.

“Oração ao Tempo” é uma das canções mais emblemáticas de Caetano Veloso, lançada em 1979 no álbum Cinema Transcendental. Escrita como um diálogo com o tempo, personificado como “um senhor tão bonito quanto a cara do meu filho”, a canção reflete sobre as diferentes etapas da vida, da infância à velhice. Gravada originalmente com Caetano Veloso na voz e violão, Dominguinhos no acordeão e Vinícius Cantuária no violão de aço, a composição desenvolve-se em ritmo andantino, propício à introspeção, com uma harmonia contida, frequentemente associada à música sacra e que favorece a atenção à letra. A leveza, a suavidade e o caráter contemplativo da canção inspiraram interpretações de Maria Bethânia, Maria Gadú e Djavan, bem como uma “resposta” de Gilberto Gil na canção “Tempo-Rei”, em que duas visões distintas, a original mais filosófica, a outra mais religiosa, dialogam em torno da mesma matéria essencial: o tempo.

“Oração ao Tempo” marca o encontro entre António Zambujo e aquele que considera ser “o melhor cantor do mundo”. Com letra e música de Caetano Veloso, o tema é interpretado por António Zambujo e Caetano Veloso, e conta com arranjo e produção de André Santos. Em estúdio participaram ainda João Salcedo no piano, Bernardo Couto na guitarra portuguesa, João Moreira no trompete, Francisco Brito no contrabaixo, José Conde no clarinete baixo e André Santos na guitarra.



Realizado por Ernani Novo, o vídeo oficial acompanha as gravações de “Oração ao Tempo” no estúdio de Caetano Veloso, no Rio de Janeiro, testemunhando a cumplicidade entre os dois músicos.

“A Viola Beiroa” celebra a identidade musical da Beira Baixa em novo livro‑disco



“A Viola Beiroa” – Tradição e Identidade da Beira Baixa é um livro/disco que dá nova vida ao som ancestral da viola beiroa, instrumento único das violas de arame portuguesas.

Criado pelo projecto Violas EnCantadas (José Barros, Ricardo Fonseca e Fernando Deghi), reúne música, palavra e memória numa homenagem à cultura beirã.



Entre tradição e contemporaneidade
A Viola Beiroa e a Beira Baixa propõe-se ser um testemunho da identidade sonora da Beira, unindo gerações, geografias e sensibilidades. Entre Portugal e Brasil, entre o passado e o futuro, este projecto afirma a importância da Viola Beiroa como símbolo de resistência, pertença e criação artística.

A Viola Beiroa” é um livro/disco que celebra a identidade musical da Beira Baixa. Um projecto Violas EnCantadas – José Barros, Ricardo Fonseca e Fernando Deghi – que une tradição, memória e criação em torno da viola beiroa, símbolo vivo da cultura beirã.



Um gesto de preservação e criação
Mais do que um simples livro ou disco, esta obra é um gesto de preservação, recriação e partilha. Reúne músicas tradicionais da Beira Baixa, com arranjos e adaptações contemporâneos que respeitam a sua essência, acompanhadas por partituras, letras, textos históricos e fotografias.

O trabalho está a ser desenvolvido desde Julho de 2025, com residências artísticas, gravações e investigação etnomusicológica. Conta com a colaboração dos Professores Domingos Morais e Manuel Morais, e do engenheiro de som Tó Pinheiro da Silva, entre outros especialistas.

A Viola Beiroa, um dos mais antigos instrumentos de corda de Portugal, volta a ocupar o lugar que merece na história da música tradicional portuguesa. Originária da Beira Baixa, integra a família das violas de arame portuguesas, distinguindo-se pela sua requinta, característica única que lhe confere um timbre inconfundível e uma expressividade singular.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Manteigaria lança pastéis para aproveitar a meias



A partir de agora, pode ter um dos doces mais famosos do mundo e um dos maiores símbolos de Portugal aos seus pés. Chegaram as meias da Manteigaria, que permitem levar os Pastéis de Nata (mesmo) para todo o lado! Para assinalar o lançamento, a marca desenvolveu também um kit especial do Dia dos Namorados, para os casais que queiram celebrar o seu amor.

Fabricadas em Portugal, de algodão 100% orgânico, as novas meias, de edição limitada, chegam em dois tamanhos, 36-40 e 41-45, com a promessa de aquecer os pés aos fãs que aquecem todos os dias o coração a quem trabalha na marca. As meias têm um PVP de 10 €.

“Já tínhamos as chávenas e os tote bags, que faziam bastante sucesso entre os nossos fãs, portugueses e também estrangeiros, que queriam levar uma recordação de Portugal. Com as meias, quisemos continuar este conceito de ter um souvenir divertido e perfeito para que levem nos pés aquilo que já levavam no coração”, diz Lúcia Martins, Brand Manager da Manteigaria.



Com as meias chega também um kit especial de Dia dos Namorados, disponível de 9 a 16 de fevereiro, por 20 €, que inclui o saco de algodão da marca, duas caixas de dois Pastéis de Nata e dois pares de meias, para usar em casal, celebrando o amor “aos pares”.

A Manteigaria conta atualmente com 16 lojas em Portugal, que fazem soar o famoso sino que anuncia as novas fornadas de Pastéis de Nata quentinhos, em quatro concelhos (Braga, Cascais, Lisboa e Porto). As meias podem ser adquiridas em qualquer uma das lojas, ou por delivery, através da plataforma Uber Eats.



Sobre a Manteigaria

A Manteigaria - Fábrica de Pastéis de Nata, foi fundada em 2014 e a sua casa mãe está localizada no Chiado, na rua do Loreto nº2. Foi erguida num prédio cuja construção remonta a 1900, com uma fachada de Arte Nova. Este local foi um marco histórico da cidade, a sede da Manteigaria União, daí o nome da fachada que foi cuidadosamente preservada.

Com um produto único, a Manteigaria é uma marca cheia de simbolismo e atratividade. Um pastel de nata confecionado pelas mãos experientes de mestres pasteleiros, numa receita exclusiva e com uma criteriosa escolha de matérias-primas de qualidade superior.

Um processo de fabrico distinto e tradicional numa fábrica visível aos clientes, onde é possível assistir a toda atividade artesanal e que resulta num pastel de nata cuidadosamente criado e aperfeiçoado, que é hoje uma referência incontornável da doçaria tradicional portuguesa.

A cada fornada e em cada fábrica é tocado o sino que informa os clientes dos pastéis de nata acabadinhos de fazer.

«Pequenas Alegrias»: um livro para colorir os momentos mais felizes da vida



Pequenas Alegrias é o novo livro de colorir da ilustradora Anna-Laura Sullivan, pensado para celebrar os pequenos momentos que trazem alegria ao quotidiano. Com mais de 40 ilustrações acolhedoras, o livro convida a uma pausa tranquila, onde a cor surge como forma de descanso e bem-estar.

Longe de pressões ou expectativas, cada página propõe um momento sereno, livre de culpa ou preocupações, onde o simples ato de preencher formas com cor se transforma numa experiência calma e reconfortante. As ilustrações, cuidadas e originais, distinguem-se pelo detalhe e pela sensibilidade, acompanhadas por um conteúdo textual mais presente do que em outros livros do género.

Pequenas Alegrias responde a uma tendência que continua a crescer e a conquistar um público cada vez mais amplo, sendo pensado para quem procura desacelerar e valorizar as pequenas alegrias da vida.

Pequenas Alegrias estará disponível nas livrarias a partir de 5 de fevereiro.

“Arte em Ação” de Beatriz Albuquerque



O livro de artista Corpo em Ação, de Beatriz Albuquerque, será lançado e apresentado no dia 5 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Livraria do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. A sessão, de acesso gratuito mediante inscrição prévia, contará com uma conversa com Miguel von Hafe Pérez e Rosário Gambôa, enquadrando uma obra que se situa na interseção entre arte conceptual, performance, educação e ativismo, e que desafia as fronteiras tradicionais entre criação artística e transformação social.

Estruturado como um dispositivo de ação e reflexão, Arte em Ação articula exercícios de ativismo “faça você mesmo”, perguntas instigantes e reflexões críticas, convidando o leitor a tornar-se participante ativo em processos artísticos e sociais. Inspirado na teoria feminista, nas práticas de sustentabilidade e nas lutas contemporâneas pela justiça social, o livro propõe um conjunto de “partituras” — exercícios práticos que orientam a criação de ações pessoais ou coletivas, desde o ativismo de rua à intervenção em contextos educativos ou à produção de obras de arte que respondem a questões sociais atuais.

Ao abordar temas como feminismo, género, justiça social, ativismo, equidade e livro de artista, Arte em Ação funciona simultaneamente como guia para a mudança e ferramenta de pensamento crítico, incentivando os leitores a confrontar as problemáticas políticas, ambientais e sociais mais urgentes do nosso tempo. Mais do que um objeto editorial, o livro assume-se como um catalisador de ação criativa, diálogo e capacitação coletiva.

Publicado numa edição limitada, assinada e numerada por Beatriz Albuquerque. O livro conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, República Portuguesa: Cultura.
Este livro de artista será, também, lançado em Lisboa este Verão onde contará com uma conversa performativa de Beatriz Albuquerque com a curadora Angelika Li, na Dialogue Gallery.

Sobre a Autora

Beatriz Albuquerque (Porto, Portugal) é artista, performer, professore e investigadora. Doutorada pela Columbia University, em Nova Iorque, com apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e de uma Bolsa Fulbright / Fundação Luso-Americana. É licenciada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e concluiu o Master of Fine Arts no School of the Art Institute of Chicago, desenvolvendo um percurso académico e artístico de forte projeção internacional.

Ao longo da sua carreira foi distinguida com diversos prémios e menções, entre os quais o Myers Art Award, atribuído pela Columbia University, o Prémio Revelação da 17.ª Bienal de Cerveira, em Portugal, e o Prémio de Performance Ambient Series, no âmbito do PAC/edge Performance Festival, em Chicago. Paralelamente, tem colaborado com centros de investigação, cátedras e institutos europeus e norte-americanos, integrando projetos, proferindo conferências e publicando ensaios que articulam criação artística e investigação teórica.

O seu trabalho caracteriza-se por uma abordagem interdisciplinar, cruzando desenho, imagem em movimento, fotografia, instalação e, sobretudo, performance. Tem apresentado exposições individuais e coletivas em contextos nacionais e internacionais, destacando-se instituições como o Museum of Contemporary Art of Chicago, MoMA PS1, Queens Museum, The Kitchen e Anthology Film Archives em Nova Iorque; a Bienal de Istambul e a Bienal de Tessalónica; o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, em São Paulo; bem como o Museu de Serralves, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Nuno Centeno e a Plataforma Revolver, entre outros.

Poesia de Pessoa (e heterónimos) em inglês numa nova e muito especial edição em capa dura



Depois da edição em capa mole, I Am the Size of Whatever I See, seleção em língua inglesa da obra ortónima e heterónima de Fernando Pessoa, recebe uma nova edição especial. Em capa dura, com fitilho e com fotografias do poeta no interior, desde a infância até aos 40 anos, esta edição chega às livrarias a 5 de fevereiro.

A edição em capa mole, que chegou às livrarias em julho do ano passado e que tem um grafismo diferente, continua disponível. I Am the Size of Whatever I See reúne poemas de Fernando Pessoa e dos seus três principais heterónimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

A tradução dos poemas ortónimos e heterónimos ficou ao cuidado de Calvin Olsen, poeta norte -americano com obra publicada e tradutor premiado, que tem vindo a destacar-se no panorama da tradução contemporânea pela sua capacidade de recriar em inglês a complexidade e musicalidade de grandes autores da literatura portuguesa. Atualmente, é professor na Ohio State University, nos EUA.

I Am the Size of Whatever I See celebra Fernando Pessoa, um dos mais internacionais e internacionalmente reconhecidos autores da língua portuguesa. Esta nova edição, em capa dura, reforça a aposta da Bertrand Editora em levar a poesia de Pessoa a novos públicos e em promover a literatura portuguesa além-fronteiras.

A edição de I Am the Size of Whatever I See, de Fernando Pessoa, em capa dura chega às livrarias a 5 de fevereiro, com tradução de Calvin Olsen. A edição em capa mole mantém-se disponível.

Sobre o Autor

Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 e morreu nessa mesma cidade em 1935. Tal como a literatura e a vida eram uma e a mesma coisa para Pessoa, também Pessoa e Lisboa serão para sempre um só para o povo português. Como principal nome do Modernismo português e um dos autores fundamentais da literatura mundial do séculoXX, Pessoa ocupa, à semelhança do seu antecessor Luís de Camões, o lugar de expoente máximo da beleza, qualidade e importância da poesia portuguesa. Pessoa preferiu viver no anonimato, tendo publicado apenas um livro em vida: Mensagem, em 1934. No entanto, para além de escrever em nome próprio, criou vários heterónimos, através dos quais produziu inúmeras obras, que continuam a maravilhar milhões de leitores em todas as línguas.