quarta-feira, 24 de junho de 2026

Máquina de Pinball em LEGO



O Grupo LEGO revelou a primeira máquina funcional de pinball LEGO® de sempre, dando vida aos jogos de arcada retro num modelo construído com peças, onde se pode mesmo jogar. O set combina a mecânica do pinball com um tema espacial divertido e um aspeto apelativo.



Com 2 274 peças, os construtores podem montar uma máquina de pinball de mesa com um lançador acionado por mola, duas alavancas, amortecedores giratórios e uma ponte em rampa ascendente e descendente. Os fãs podem lançar a bola e tentar acertar nos alvos espalhados pelo campo de jogo, incluindo uma missão para reunir um astronauta com um bebé que vagueia pelo espaço, acertando num alvo-chave em forma de asteróide. A barra de progresso integrada pode ser reiniciada, permitindo repetir o jogo.

Combinando criatividade, engenharia e nostalgia, o set oferece uma experiência de construção interativa única. Inclui também duas minifiguras: um astronauta clássico e um bebé astronauta, carinhosamente conhecido pelos fãs como o «bebé espacial».



Concebido para adultos e fãs de jogos clássicos, e inspirado nas arcadas vintage, o modelo serve também como peça de exposição para casa, escritório, setup ou até mesmo para um salão de jogos.

Os construtores podem melhorar a sua experiência usando a aplicação LEGO Builder, que fornece instruções intuitivas de construção 3D, permitindo aos utilizadores ampliar, rodar e acompanhar o seu progresso ao longo da construção.



O set LEGO® Icons Máquina de Arcada de Pinball (11374) estará disponível para os membros LEGO Insiders com acesso antecipado, a partir de 1 de julho de 2026, e para todos a partir de 4 de julho de 2026, com um preço de 209,99 €. Descubra mais e compre em LEGO.com/Pinball ou visite as lojas LEGO.

"Megadoc": o caos segundo Coppola no doc que revela os bastidores de "Megalopolis"



A Filmin estreia em exclusivo a 1 de julho, um documentário intimista sobre um projeto de Francis Ford Coppola. que levou décadas a concretizar-se e que foi inteiramente autofinanciado dando origem a um dos épicos mais ambiciosos da história do cinema: Megalopolis. Esta viagem aos bastidores do mais recente filme de Francis Ford Coppola inclui ainda entrevistas com Adam Driver, Giancarlo Esposito e Aubrey Plaza, entre outros.

O realizador Mike Figgis (Morrer em Las Vegas) acompanha as filmagens conturbadas do último filme de Francis Ford Coppola. Neste documentário, assiste-se em pormenor aos conflitos entre o realizador e o seu elenco, bem como à sua luta incansável para impor a sua visão criativa ao resto da equipa.

O realizador britânico r acabou por integrar a produção de Megalopolis de forma quase inesperada. A ligação a Francis Ford Coppola remonta a várias décadas antes, quando realizou Morrer em Las Vegas premiado ao Óscar protagonizado por Nicolas Cage, sobrinho Coppola. Desde então, os dois mantiveram uma relação de amizade.

Quando soube que Coppola estava prestes a regressar à realização com um novo projeto, Figgis enviou-lhe uma mensagem informal de felicitações, sugerindo, em tom descontraído, que poderia acompanhar as filmagens como um observador discreto. Alguns meses depois, recebeu uma resposta simples e direta, típica de Coppola: Parece-me bem. Consegues estar cá dentro de três semanas? Sem contrato assinado e com pouca preparação prévia, Figgis juntou-se à equipa, acompanhando todo o processo de produção de Megalopolis.

O resultado dessa experiência é Megadoc, documentário que teve a sua estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza, sendo uma abordagem próxima, espontânea e observacional. A sua câmara acompanha Coppola em tempo real, registando os desafios quotidianos de uma produção de grande escala fortemente apoiada em efeitos visuais, as divergências criativas com alguns colaboradores, em particular com o ator Shia LaBeouf, e a forma como o realizador parece, por vezes, alimentar-se da energia gerada pelo caos e pela imprevisibilidade.

Ao longo do filme, momentos de tensão alternam com episódios de entusiasmo e cumplicidade. Desde a saída de elementos importantes da equipa criativa até à relação singular que se desenvolve entre Coppola e o elenco, Megadoc oferece um acesso raro aos bastidores de uma das produções mais ambiciosas dos últimos anos. Entre os protagonistas surgem ainda testemunhos e momentos íntimos com Adam Driver, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Nathalie Emmanuel, Dustin Hoffman e Jon Voight.

Numa conversa realizada por videoconferência antes da estreia em Veneza, Figgis refletiu sobre a aparente atração de Coppola pelo risco e pela desordem criativa, explicando também porque acredita que Megalopolis acabará por ser reconhecido como uma obra marcante do cinema experimental, apesar das críticas negativas que recebeu aquando da sua estreia. 

Com acesso privilegiado aos bastidores, imagens de arquivo inéditas e testemunhos do elenco e da equipa criativa, o documentário traça o retrato de um dos mais influentes realizadores da história do cinema enquanto dá forma à sua visão mais ousada. O resultado é simultaneamente uma crónica da produção e um retrato humano de um autor que continua a reinventar-se.

Mais do que um simples making-of, Megadoc revela o processo criativo de Coppola em tempo real, explorando as inspirações históricas, políticas e artísticas que moldaram o universo de Megalopolis.

O complexo de superioridade humana explicado por uma primatóloga



Darwin considerava os seres humanos uma parte da teia da vida, e não o ápice de uma hierarquia natural. No entanto, hoje muitos defendem que somos a espécie mais inteligente, virtuosa e bem-sucedida que já existiu. Este pensamento errado leva-nos a explorar a Terra para os nossos próprios fins, criando um perigoso desequilíbrio planetário. Mas serão esta visão e este modo de vida inevitáveis? Entre estudos científicos e episódios da sua própria experiência como primatóloga, Christine Webb alerta-nos para o perigo do antropocentrismo no livro O Símio Arrogante, que chegou às livrarias na passada quinta-feira.

Esta obra mostra que o excecionalismo humano é uma ideologia que assenta mais na cultura humana do que na nossa biologia, mais na ilusão e na fé do que em factos. «A tese deste livro é que o excecionalismo humano – vulgo, antropocentrismo ou supremacia humana – é a causa primordial da crise ecológica. Esta mentalidade generalizada proporciona aos humanos um sentimento de domínio sobre a Natureza, de que estamos separados dela e temos o direito de mercantilizar a Terra e as outras espécies para nosso benefício exclusivo», escreve a autora no primeiro capítulo. «E está a virar-se contra nós hoje em dia, promovendo os incêndios florestais, a subida do nível do mar, as extinções em massa e as pandemias como o coronavírus.»

A primatóloga de Harvard Christine Webb passou anos a investigar as riquíssimas vidas sociais, emocionais e cognitivas dos nossos parentes vivos mais próximos. Ela expõe as formas como muitos estudos científicos são tendenciosos em relação às outras espécies e revela complexidades subestimadas da vida não humana: desde a linguagem das aves canoras e dos cães-da-pradaria, passando pelas culturas dos chimpanzés e dos peixes de recife, até à perspicácia das plantas e dos fungos.

«Cada geração herda uma mundivisão que se esforça por ultrapassar. A revolução coperniciana revelou que os homens não eram o centro do cosmos. A revolução darwiniana mostrou que os humanos são uma espécie entre muitas, que evoluíram de origens comuns», resume Christine Webb. «Estamos no meio de uma outra revolução no modo como nos entendemos a nós mesmos em relação ao resto da Natureza – uma revolução que desafia os bastiões do antropocentrismo que continuam a existir na ciência ocidental.»

Com histórias cativantes e dados da investigação recente, proporciona-nos uma forma de olhar para outros organismos que muda paradigmas, e que está a revolucionar a nossa perceção tanto deles como de nós próprios.  

Sobre a Autora

Christine Webb é professora assistente no Departamento de Estudos Ambientais da Universidade de Nova Iorque, onde integra o programa de Estudos Animais. É uma primatóloga com formação abrangente e especialização em comportamento social, cognição e emoção. Trabalha com primatas não humanos em diversos contextos e colabora com académicos das ciências sociais e humanas para reimaginar o papel da ciência na tendência crescente de conceder estatuto moral a outros animais. O seu trabalho tem sido divulgado por meios de comunicação populares, incluindo The New York Times, The Washington Post, National Geographic e BBC. 

RioSul Shopping convida a comunidade a proteger a Baía do Seixal com a iniciativa "O Rio que nos Une"



O RioSul Shopping convida toda a comunidade do Seixal a participar na iniciativa "O Rio que nos Une", que terá lugar no próximo dia 26 de junho, entre as 10h00 e as 12h30, na Praia da Trindade (Praia da Velha). A ação desafia os participantes a juntarem-se numa manhã de limpeza do areal da Baía do Seixal, contribuindo ativamente para a preservação de um dos mais emblemáticos patrimónios naturais da região e para a promoção de hábitos mais sustentáveis.

A iniciativa conta com a participação especial de João Kopke, um dos nomes mais reconhecidos do surf português e uma voz ativa na promoção de estilos de vida ligados ao mar, à natureza e à sustentabilidade. A sua presença reforça a mensagem central da iniciativa: proteger aquilo que nos une a todos – a água, o ambiente e o futuro.

De acordo com Carla Ferreira, Marketing Manager do RioSul Shopping, “mais do que uma ação de limpeza, ‘O Rio que nos Une’ pretende reforçar a ligação entre as pessoas e o território que partilham, demonstrando que pequenos gestos podem gerar um impacto positivo quando realizados em conjunto. Queremos desafiar a comunidade a fazer parte desta missão e a contribuir ativamente para a preservação de um espaço que é de todos.”

A ligação de João Kopke à ação “O rio que nos liga” culmina com a construção de uma prancha de surf especial, que representa os detritos apanhados na areia e com a qual o surfista irá surfar uma das ondas que se formam no rio Tejo e que são geradas pela passagem dos catamarãs que fazem a ligação a Lisboa.

Com esta iniciativa, o RioSul Shopping reforça o seu compromisso com a promoção de práticas mais sustentáveis e com o envolvimento da comunidade em ações que contribuem para a preservação do ambiente e para a valorização do território.

A participação é gratuita e aberta a toda a comunidade.

E não viveram felizes para sempre



«Os meus dedos, sob os dele, estavam nus. Tirara os anéis, incluindo a aliança de diamantes, no dia anterior. Uma amiga dissera-me que o vírus podia alojar-se debaixo dos anéis, e escapar à ação do álcool-gel e ao sabão, por isso decidira tirá-los e colocá-los num frasco mergulhados num produto para limpar joias. Será que foi por ter tirado a aliança? Terei provocado algum desequilíbrio no universo?, pensei, por uma fração de segundo.» Não. Não foi por uma medida profilática em plena pandemia de covid-19 que o casamento de Belle Burden ruiu.

No livro Estranhos – Memórias de Um Casamento, a advogada norte-americana – neta de Babe Paley, um dos cisnes de Capote – confessa de forma comovente, mas lúcida e elegante, como o seu marido a abandonou sem explicação, revelando que tudo o que parecia seguro ao longo de vinte anos era, afinal, frágil. «Foi uma grande história de amor, daquelas para a vida toda. A rapidez com que tudo começou e a rapidez com que tudo acabou eram imagens inversas uma da outra. Ambas surgiram do nada. Ele quis tudo, quis-me a mim. E depois deixou de querer.»

A vida toda é muito tempo e a autora deste grande fenómeno apercebe-se, da pior forma, que o seu companheiro constante e (aparentemente) fiel tornou-se um estranho. Até para os três filhos do casal, Finn, Evie e Carrie. «Não incluiu um quarto para as crianças [no seu novo apartamento em Park Row]. Contactava com elas por mensagem, sempre de forma gentil, e levava-as a jantar fora uma vez por outra, mas continuava a recusar ser uma presença diária nas suas vidas.»

Em retrospetiva, a autora começa a descobrir padrões, silêncios e concessões que nunca questionara. E, nesse processo, encontra algo mais raro do que respostas: a própria voz. «Tínhamos criado uma teia complicada ao longo de vinte anos, em que todos os fios conduziam a ele. Tive de cortar cada fio e recomeçar do zero.»

Não-ficção que se lê como um romance, Estranhos traça, com lucidez e elegância, o choque, a luta, o trauma, mas também o poder de uma mulher que se recusa a desistir do amor. É, talvez por isso, considerado por Graydon Carter, autor bestseller do New York Times, «um clássico instantâneo maravilhosamente bem escrito. É um livro cativante e de partir o coração, uma leitura obrigatória para todas as mulheres casadas – e para todos os maridos.»

Um relato de vida profundamente comovente e de leitura compulsiva, Estranhos – Memórias de Um Casamento estará disponível na rede livreira nacional no próximo dia 2 de julho, numa edição Bertrand Editora, com tradução de Susana Sousa e Silva, mas pode ser adquirido, desde já, na pré-venda que decorre exclusivamente online.

Sobre a Autora

Belle Burden é licenciada em Direito pela Universidade de Nova Iorque e dedica-se a casos pro bono de imigração, sobretudo envolvendo menores. Colabora com o The New York Times e vive em Nova Iorque com os filhos. Estranhos  – Memórias de Um Casamento marca a sua estreia literária, revelando uma voz elegante, corajosa e profundamente honesta. 

“Rosaline, a Ex do Romeu” no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa



O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, a partir do dia 9 de setembro, pelas 21 horas, a comédia romântica musical “Rosaline, a Ex do Romeu”. Com texto e encenação de Renato Arroyo, este divertido ciclo de representações renova-se de quarta-feira a domingo e promete surpreender o público, revelando que “havia amor antes de Julieta”.

Rosaline, a ex do Romeu é uma comédia romântica musical onde a tragédia Romeu e Julieta, de William Shakespeare, leva um twist irresistível, sendo recontada através dos olhos de Rosaline, uma personagem brevemente mencionada no clássico original.

Na realidade, Rosaline foi a primeira paixão de Romeu e, para complicar, prima de Julieta! Afinal, o amor mais viral de sempre… não é bem como nos contaram.

Esta é a estória por trás da história: o que começa como uma tentativa desastrada de separar o casal mais icónico da literatura, transforma-se numa jornada inesperada de auto-descoberta e amor-próprio que vem provar que existem sempre dois lados de cada história, e que nem sempre o que parece perfeito é, de facto, verdadeiro.

Trágico, seria perder…

terça-feira, 23 de junho de 2026

Festival Instrumental Portugal regressa à Póvoa de Lanhoso



De 30 de julho a 2 de agosto, Póvoa de Lanhoso transforma-se no epicentro da criação original, cruzando nomes consagrados com novos talentos emergentes.

Festival Instrumental Portugal está de regresso para a sua segunda edição, consolidando-se entre os dias 30 de julho e 2 deagosto como um dos projetos artísticos mais dinâmicos do panorama nacional. Numa coprodução entre a Portugal Music 360 e aCâmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, o evento reafirma a importância crucial da descentralização cultural em territórios de baixa densidade, demonstrando que a vanguarda e o pensamento crítico não dependem dos grandes centros urbanos. A programação distribui-se pelo Theatro Club, Praça Eng. Armando Rodrigues e Centro Interpretativo Maria da Fonte.

Com um cunho vincadamente multigénero e etnocontemporâneo, o festival assume a missão de valorizar a música instrumental portuguesa através do ecletismo e do incentivo à criação original. O grande diferencial do evento reside na quebra de barreiras geracionais e estilísticas, promovendo o encontro direto entre músicos consagrados e artistas emergentes, potenciando a identidade cultural local através da arte participativa.

“MUAH! A Cabaret and Drag Affair” no Auditório do Casino Estoril



Com uma programação diversificada, o Auditório do Casino Estoril recebe, no dia 3 de julho, a partir das 22 horas, “MUAH! A Cabaret and Drag Affair”. Trata-se de um surpreendente espectáculo que reúne um notável elenco em palco.

Esqueça tudo o que sabe sobre “variedades”. MUAH! Está noutra liga. Há uma nova linhagem de artistas a conquistar os palcos, um affair assumido entre o glamour decadente do cabaret, a teatralidade do drag e a elegância do voguing.

MUAH! reúne artistas que transformam a vulnerabilidade em poder: Alejandro Beauty, Excita Lopram, Flawless Revlon,Fraulein Margret, Louise L’Amour, Miss Velvet, Morgana e Naomy Beauty, um verdadeiro all-star de atitude e carisma.

A direcção criativa, assinada por Queens Office e Alejandro Beauty, transforma o palco num espaço de celebração e confronto, onde cada performance é uma afirmação de identidade. É sexy, é político, é divertido. Imperdível para quem quer estar um passo à frente.

Viajar pelo mundo nunca foi tão relaxante



Chega às livrarias Os Melhores Destinos do Mundo, um livro para colorir por números que convida os leitores a embarcar numa viagem pelos quatro cantos do mundo, através de 40 ilustrações inspiradas em alguns dos destinos mais emblemáticos do planeta.

Da serenidade da baía de Ha Long à agitação de Nova Iorque, passando pelo mistério de Petra e pelas cores do Rio de Janeiro, cada página revela uma nova paisagem, que ganha vida à medida que as cores preenchem os espaços numerados. Uma experiência criativa que alia o prazer de colorir ao fascínio de descobrir alguns dos lugares mais extraordinários do mundo.

Com uma grande diversidade de cenários, este livro proporciona momentos de relaxamento, concentração e criatividade, sendo ideal para quem aprecia atividades manuais e sonha conhecer novos destinos.

Os Melhores Destinos do Mundo estará disponível nas livrarias a partir de 2 de julho. 

Anna Joyce em concerto intimista no Casino Estoril



Referência da música angolana, Anna Joyce apresenta-se, no dia 16 de julho, pelas 22 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Em concerto, intimista, Anna Joyce sobe ao palco para interpretar os seus principais êxitos como, por exemplo, “Eu Esperei”, “Destino”, “Puro” ou “Já Não Cabe”.

Anna Joyce convida o público a viajar pelos temas mais marcantes do seu repertório, prometendo uma experiência musical única, onde cada canção ganha uma nova dimensão. Da kizomba à pop africana, cada tema revela a autenticidade e o talento que a tornaram uma artista de relevo da música africana.

Com mais de uma década de sucessos que a consolidam como uma das vozes mais fortes e admiradas da música angolana contemporânea, Anna Joyce tem conquistado plateias e esgotado salas, construindo uma ligação cada vez mais intensa com o público.