segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Casino Lisboa recebe o Gladiator Poker Series



Com um prémio garantido de 250 mil euros, a Gladiator Poker Series começa, hoje, dia 21, no Casino Lisboa. Centenas de jogadores participão neste evento de poker de relevo internacional que se prolonga, até ao dia 27 de setembro, prometendo mais de uma semana repleta de emoções. O Casino Lisboa transforma-se num autêntico coliseu romano onde cada torneio é uma batalha pela obtenção de prémios. 

Será uma experiência única no circuito europeu. O Gladiator Series é o festival onde todos os torneios são disputados em formato bounty: KO, PKO, Mystery Bounty, Bounty Quattro, KO Accumulator e muitos mais. Cada eliminação é uma recompensa, cada torneio é uma oportunidade de triunfar.

E a experiência vai muito além das mesas: a sala e os dealers estão decorados com a temática da Roma Antiga, e até os troféus são autênticos capacetes de gladiador. Sete dias para viver o poker como algo nunca visto, num ambiente único que combina a intensidade dos formatos bounty com o espírito épico do Império Romano.



Uma abordagem inovadora a seis conhecidas revoluções



Donald Sassoon escolheu seis revoluções, em diferentes épocas e geografias. Tendo um profundo conhecimento e uma abordagem iconoclasta, o historiador aborda-as num contexto histórico de longa duração. Revoluções – Uma Nova História chega às livrarias a 24 de setembro.

O eminente historiador Donald Sassoon analisa numa perspetiva de longo prazo algumas das revoltas mais célebres: a Guerra Civil Inglesa, que implantou uma república durante cerca de uma década; a Guerra da Independência Americana, que expulsou os britânicos mas permitiu que a escravatura persistisse; a Revolução Francesa, que produziu a Declaração dos Direitos do Homem e muitos anos de instabilidade; as revoluções nacionais que unificaram a Itália e a Alemanha; e as revoluções russa e chinesa, que transformaram o século XX. Donald Sasson compara habilmente estes marcos históricos gigantes às numerosas rebeliões, golpes de Estado e tumultos que o tempo esqueceu.

Além disso, não esquece que a história das revoluções é rica em ironia e surpresas. A popular melodia «Yankee Doodle Dandy» foi cantada pela primeira vez por soldados ingleses que troçavam dos colonos americanos maltrapilhos, enquanto a Longa Marcha dos comunistas chineses em retirada assumiu uma dimensão mítica comparável à travessia do Delaware por Washington. Porém, como Sassoon demonstra neste relato magistral, as revoluções costumam surpreender os próprios revolucionários, com consequências difíceis de compreender.

Revoluções – Uma Nova História, com tradução de Pedro Vidal, chega às livrarias a 24 de setembro. 

Sobre o Autor

Donald Sassoon nasceu no Cairo em 1946. Lecionou História Comparada da Europa na Queen Mary University of London durante muitos anos. Entre os seus livros contam-se Morbid Symptoms, The Anxious Triumph, The Culture of the Europeans, One Hundred Years of Socialism e Mona Lisa, todos eles amplamente traduzidos. 

Filhos felizes? O segredo está na Finlândia



«Perguntei aos pais quantos desejavam que os seus filhos viessem a tornar-se adultos felizes e emocionalmente equilibrados. Para minha ligeira surpresa, todas as mãos se levantaram. Esperava que pelo menos alguns mencionassem o desejo de ver os filhos tornarem-se bem-sucedidos ou talentosos.» Reputada pedopsiquiatra com mais de três décadas de carreira, Kaija Puura partiu da experiência com pais finlandeses numa palestra que deu em Tampere, em 2015, para analisar o que faz das crianças daquele país as mais felizes do mundo.

Será por viverem num país rico que os pais finlandeses contrariam a ideia geral de que o sucesso guiará os seus filhos para uma vida adulta realizada? A resposta é não. É que o país está sempre entre os países mais bem cotados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).

Segundo Kaija Puura, que agora publica o livro Os Filhos Mais Felizes do Mundo em Portugal, os pais finlandeses educam as suas crianças para serem bem-adaptadas, empáticas e bondosas. O sucesso? É consequência natural, porque o mundo precisa dessas «skills». «As pessoas felizes e emocionalmente equilibradas são também valorizadas pelos outros. Quem é capaz de cooperar, de reconhecer o valor alheio e de demonstrar empatia torna-se essencial em qualquer comunidade ou grupo. […] A preocupação com os outros e a capacidade de gerir conflitos de forma construtiva são o verdadeiro motor da sociedade.»

A partir desta premissa, a especialista convida-nos a compreender como educar as crianças para serem felizes e reguladas com vista a terem uma autoestima saudável, adquirirem autonomia e adaptarem os seus sentimentos e comportamento a diversas situações. No livro que agora se apresenta, pais e educadores vão aprender como dar o exemplo, adaptar o seu comportamento, encetar formas produtivas de comunicação e criar um convívio familiar acolhedor e livre de tensões desde o primeiro dia de vida da criança.

Um verdadeiro kit de ferramentas de saúde emocional, Os Filhos Mais Felizes do Mundo chega à rede livreira nacional no dia 24 de setembro, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Ana Nereu Reis.

Sobre a Autora

Kaija Puura, pedopsiquiatra há mais de 30 anos, é docente desta especialidade na Universidade de Tampere, na Finlândia, e diretora clínica do hospital universitário dessa mesma instituição. É diretora executiva da World Association for Infant Mental Health (Associação Mundial de Saúde Mental Infantil) e foi vice-presidente da International Association for Child and Adolescent Psychiatry and Allied Professions (Associação Internacional de Psiquiatria Infantil e Adolescente e Similares). 

“Saída de Emergência” com Paula Neves, Marta Gil e Rafael Medrado no Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe, de 1 a 4 de outubro, “Saída de Emergência”. Paula Neves, Marta Gil e Rafael Medrado protagonizam esta comédia cheia de enredos, regras muito estranhas, companheiros impossíveis e muitas gargalhadas. Com texto de Agustí Franch e encenação de Flávio Gil.

No seu primeiro dia de trabalho como directora de recursos humanos numa importante Multinacional, Lídia enfrenta um enorme desafio: terá de despedir alguém ou será despedida!

Manu e Sónia são dois funcionários da empresa, do mesmo departamento, que chegam ao escritório prontos para a ajudar… ou complicar ainda mais as coisas. Mas… o que estará cada um deles disposto a fazer para manter o seu posto de trabalho?...

“Saída de Emergência” demonstra que se há algo que nos une, é saber que, no trabalho, o verdadeiro talento é sobreviver. Esta comédia promete colocar os espectadores à gargalhada no Auditório do Casino Estoril à semelhança do que tem acontecido um pouco por todo o mundo.

A misoginia sob forma de grande literatura



David Foster Wallace, nome incontornável da literatura pós-moderna norte-americana, explora os limites da ficção com um humor inimitável e inteligência sedutora no livro de contos Breves Entrevistas a Homens Hediondos, que a Quetzal publica a 24 de setembro, com tradução de Vasco Teles de Menezes. 

O autor do portento A Piada Infinita escreve aquele que é considerado, para muitos críticos, como o seu livro mais envolvente, brilhante e completo. Breves Entrevistas a Homens Hediondos foi lançado em 1999 e inclui vinte e três contos onde Wallace explora alguns dos seus temas favoritos, como a dependência de drogas, a depressão, o sexo, a misoginia, os relacionamentos amorosos, os média e as barreiras de comunicação que impedem as pessoas de partilhar os seus sentimentos. O seu estilo, mesmo quando trata a masculinidade tóxica, é paródico, sarcástico e experimental.

As histórias de David Foster Wallace retratam um mundo onde o bizarro e o banal se entrelaçam e onde homens horrendos aparecem sob as mais diversas formas – como uma ameaça ou um tormento, mas sempre apresentados com atenção ao pormenor e ao virtuosismo, sem temer as armadilhas da linguagem e os seus labirintos.

Sobre o Autor

David Foster Wallace nasceu em 1962 em Ithaca, Nova Iorque. Estudou Inglês e Filosofia e, durante a adolescência, foi praticante federado de ténis, uma atividade que viria a ser essencial na sua obra de ficção e não ficção. Publicou em 1987 o primeiro romance, The Broom of The System, a que se seguiu, nove anos depois, na forma de mais de mil páginas, o colossal, delirante e inovador A Piada Infinita (Quetzal, 2012), que a revista Time considerou um dos 100 melhores romances de língua inglesa publicados desde 1923. Wallace deu aulas de literatura no Emerson College, em Boston, e escreveu contos e artigos para a imprensa. As coletâneas de ensaios e artigos jornalísticos (alguns deles reunidos em Uma Coisa Supostamente Divertida Que Nunca Mais Vou Fazer, Quetzal, 2013) confirmaram Wallace como um dos escritores mais originais da sua geração. A depressão que Wallace enfrentou ao longo de toda a vida levou-o ao suicídio com apenas 46 anos. Com base no trabalho que deixou incompleto, o seu editor norte-americano decidiu lançar em 2011 o romance póstumo O Rei Pálido, publicado pela Quetzal em 2014. 

Agora É Que São Elas!” de Fábio Porchat no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no dia 25 de setembro, pelas 21h30, “Agora É Que São Elas!”. Escrita e encenada por Fábio Porchat, esta comédia é protagonizada pelas actrizes brasileiras Maria Clara Gueiros, Júlia Rabello e Priscila Castello Branco.

Em “Agora É Que São Elas!”, as atrizes e comediantes ultrapassam as questões de género e dão vida a mais de vinte personagens, femininas e masculinas, protagonistas de nove sketches que combinam humor, crítica social e reflexões sobre a sociedade, a política e os comportamentos do dia a dia. Tudo isto interpretado por um elenco feminino de excelência, que conquista o público pela sua versatilidade e talento.



Em cena estão Maria Clara Gueiros, conhecida do grande público pelo seu trabalho em “Zorra Total”; Júlia Rabello, uma das figuras mais populares da comédia brasileira e destaque da produtora “Porta dos Fundos”; e Priscila Castello Branco, actriz e comediante que se tem afirmado no universo da stand-up comedy, onde alcançou um enorme sucesso com o espectáculo a solo “Tô Quase Lá”.

Segundo Fábio Porchat, autor da peça, o segredo do sucesso está na cumplicidade artística entre as intérpretes: “A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes em palco, que conhecem o seu potencial e sabem exactamente como explorar cada texto. Elas acrescentam muito às piadas e elevam o espectáculo a outro nível.”

Os sketches — pequenas histórias com princípio, meio e fim — destacam-se pelo ritmo acelerado, pelos diálogos incisivos e pela constante mudança de personagens e situações. Um formato que continua a conquistar gerações de espectadores pela sua frescura e dinamismo.

“Agora É Que São Elas!” distingue-se pelo humor espontâneo e pela liberdade para a improvisação, criando uma ligação única com o público. Como acontece com os melhores espectáculos de comédia, cada sessão ganha uma vida própria, tornando cada apresentação numa experiência diferente e irrepetível.

Após o enorme sucesso registado em 2025, com sessões esgotadas e milhares de espectadores rendidos ao seu humor, “Agora É Que São Elas!” regressa a Portugal, apresentando-se, desta vez, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Cidade FM e Oceanário de Lisboa estreiam Cidade Comedy Club



Uma visita ao Oceanário de Lisboa que termina com uma noite de stand-up. É esta a proposta do Cidade Comedy Club, o novo formato de humor ao vivo criado pela Cidade FM, em parceria com o Oceanário de Lisboa, que se estreia no dia 24 de setembro, às 21h00, no Auditório Mar da Palha.

A primeira edição é protagonizada por João Miguel Costa e Joana Miranda, duas vozes da Cidade FM com percurso no stand-up. João Miguel Costa anima as tardes da estação ao lado de Catarina Silva e atua regularmente em palcos de comédia de todo o país. Joana Miranda integra diariamente o Acorda!, programa das manhãs da Cidade FM, com Artur Simões e Pedro Góias, e tem vindo a desenvolver o seu percurso no stand-up desde 2022.

O alinhamento conta ainda com humoristas convidados, cujas identidades só serão conhecidas quando subirem ao palco. Num formato espontâneo, os convidados terão também a oportunidade de testar material novo diretamente perante o público.

O Cidade Comedy Club integra um novo capítulo da parceria “Que Fish És Tu?”, através da qual a Cidade FM e o Oceanário de Lisboa têm vindo a criar conteúdos e experiências destinados a aproximar o público jovem do mundo marinho. A iniciativa incluiu recentemente uma emissão especial do Acorda! a partir do Oceanário de Lisboa.

Com este novo formato, a Cidade FM leva para o palco o humor e a irreverência que marcam a sua programação, criando um ponto de encontro com a sua comunidade fora da antena e dos canais digitais.

“O Cidade Comedy Club traduz a essência irreverente, surpreendente e criativa da Cidade FM. Em conjunto com o Oceanário de Lisboa, criámos uma experiência inesperada, que começa com uma visita a um dos espaços mais emblemáticos da cidade e termina com uma noite de humor ao vivo. A Joana e o João serão os protagonistas desta primeira edição, acompanhados por convidados surpresa”, afirma Manuel Cabral, Diretor da Cidade FM.

Os bilhetes custam 15 euros e dão acesso a uma visita ao Oceanário de Lisboa e ao espetáculo Cidade Comedy Club. Estão disponíveis em tickets.oceanario.pt.

Nascer já é meio caminho andado



Ninguém escolhe a família onde nasce, o bairro onde cresce ou o meio social a que pertence, mas essas circunstâncias continuam a influenciar o percurso de vida muito antes de entrarem em jogo o talento ou o esforço. Se a altura se herda, também a classe social. Ao cruzar memória e investigação, Gente Como Nós, de Miguel Herdade, mostra que a pertença a um determinado meio se constrói através de códigos discretos, como a linguagem, os hábitos, as referências ou os relacionamentos (que continuam a abrir portas).

A partir dessa experiência, Miguel Herdade revisita a ideia de meritocracia e pergunta até que ponto todos começam realmente do mesmo lugar. O livro expõe de que forma essas desigualdades se reproduzem e porque continuam a atravessar gerações. Trabalhadores do McDonald's, alunos de escolas de elite, habitantes de bairros segregados, imigrantes, professores e grávidas dão rosto a uma reflexão – sustentada por investigação e dados – sobre o peso que a origem ainda tem nas oportunidades de cada um.

Miguel Herdade viveu durante uma década em Londres, onde trabalhou nas áreas da desigualdade na educação e da integração social. Criou organizações sem fins lucrativos e colaborou no desenvolvimento de programas e políticas públicas.

O livro já está disponível nas livrarias. A apresentação está marcada para 20 de setembro, às 17:00, na Festa do Livro em Belém, com apresentação de Susana Peralta.

Sobre o Autor

Miguel Herdade viveu vários anos em Londres, onde trabalhou em desigualdades na educação e integração social. Criou e dirigiu várias organizações sem fins lucrativos no Reino Unido e em Portugal, tendo implementado projetos que venceram prémios nestes dois países e a nível europeu. Gosta de ajudar a desenhar políticas públicas e de escalar projetos de inovação social. É mais uma pessoa de Lisboa a escrever um livro, a cidade onde calhou nascer em 1991.

Há muitas Indonésias para descobrir no Museu do Oriente



Setembro é, para muitos, tempo de renovação. Na Indonésia, rituais e tradições ancestrais mostram outras formas de pensar a relação entre quotidiano, espiritualidade, comunidade e natureza. É este universo que o Museu do Oriente convida a descobrir na nova edição de “O Museu Convida…”, com uma exposição e atividades para todas as idades. O programa arranca a 22 de Setembro, dia de entrada gratuita e da inauguração, às 18h, da exposição Invocar o Silêncio. Equilíbrios Bioculturais na Indonésia.

Com mais de 17 mil ilhas e centenas de grupos étnicos, a Indonésia é um território tão vasto quanto diverso. 
A exposição Invocar o Silêncio. Equilíbrios Bioculturais na Indonésia foca a importância do silêncio enquanto prática de equilíbrio e regeneração, que estabelece relações de harmonia entre os seres humanos, a natureza e o cosmos. Para conhecer, há rituais, celebrações, oferendas, momentos de oração e práticas de silêncio como Nyepi e Tapa Bisu, e o Subak, sistema tradicional de irrigação de Bali reconhecido pela UNESCO, onde agricultura, religião e organização comunitária estão intimamente ligadas.

Para dar a conhecer esta realidade, a exposição revela peças raramente expostas do acervo da Fundação Oriente, em diálogo com duas peças convidadas do Museu das Convergências, que serão apresentadas às 18h pelo seu director, Rui Oliveira Lopes. Patente até 13 Dezembro, a exposição será alvo de visitas orientadas pelos co-curadores, Rui Oliveira Lopes (Museu das Convergências) e Sofia Campos Lopes (Museu do Oriente), nos dias 30 outubro, 20 novembro e 11 dezembro. Para além de “O Museu Convida… Indonésia”, a exposição integra o projecto Museu das Convergências: Um Museu em Viagem.

Nos dias 26 e 27 de setembro, um programa de oficinas revela diferentes facetas desta procura de harmonia, “A Deusa do Arroz – Teatro de Sombras” conta a história desta divindade através do teatro de sombras indonésio, enquanto “A Canção de Sri Devi” parte de um simples grão para dar a conhecer aos mais pequenos as histórias e tradições ligadas ao arroz, alimento sagrado na Indonésia. Há ainda tambores, sinos e movimento, e a luta entre o bem e o mal na oficina “A Dança do Barong” e, em “As Viagens do Arroz”, acompanha-se o percurso deste alimento sagrado na Indonésia, da plantação à mesa.

A 27 de setembro, a Embaixada da Indonésia promove duas oficinas gratuitas: depois da demonstração de Angklung que marca o arranque do programa, o público terá oportunidade de experimentar o instrumento e descobrir como diferentes notas, tocadas em conjunto, dão forma a uma peça musical. A segunda proposta dá a conhecer o Pencak Silat, arte marcial tradicional indonésia, através de uma demonstração e da aprendizagem de alguns movimentos e técnicas básicas.

Depois da China, da Tailândia e do Japão, a Indonésia é o novo destino de “O Museu Convida…”, ciclo de programação que ao longo do ano destaca diferentes países asiáticos através das suas datas festivas e expressões culturais, em colaboração com embaixadas, museus e outras instituições.

«Os Diários de Emma M. Lion»: romances perfeitos para os fãs de Jane Austen e Bridgerton



Com uma protagonista, um tom e uma aura que parecem saídos diretamente das obras de Jane Austen ou Charlotte Brontë, mas com uma voz absolutamente contemporânea, a autora Beth Brower criou uma série que é um verdadeiro fenómeno e tem vindo a conquistar um público cada vez mais fiel. Com milhares de fãs em todo o mundo, Os Diários de Emma M. Lion são a leitura ideal para os fãs de Orgulho e Preconceito ou O Monte dos Vendavais, mas também para quem não dispensa um episódio de Bridgerton ou Downton Abbey. O melhor dos dois mundos!

Beth Brower sempre sonhou ser escritora e soube que queria escrever livros «antes mesmo de ter aprendido a ler». A autora estima que a coleção de Os Diários de Emma M. Lion venha a contar com 25 títulos. Os primeiros três chegam a Portugal, com chancela da Bertrand Editora, até ao final do ano.

O primeiro volume de Os Diários de Emma M. Lion já está disponível, o segundo a 1 de outubro e o terceiro a 12 de novembro. Em cada livro, composto por capítulos curtos que correspondem às entradas de um diário que se lê como um romance, o leitor acompanha dois meses da vida de Emma M. Lion. Determinada e inteligente, apaixonada por literatura e com um imenso desejo de independência, esta protagonista explora tudo o que sente nas páginas do diário, documentando a curiosa realidade da sua vida e dos seus amores.

Nestes três primeiros volumes, Emma M. Lion faz-nos viajar até 1883, entre março e agosto, apresentandonos o excêntrico bairro londrino de St. Crispian e os seus personagens. Entre passeios de carruagem mais ou menos soporíferos, chás cuidadosamente orquestrados e bailes onde cada gesto é calculado, tudo começa com o regresso de Emma à sua adorada Casa Lápis-Lazúli após três anos ao cuidado de uma prima tão rica como detestável. Prestes a atingir a maioridade vitoriana dos 21 anos, está determinada a recuperar o que é seu por direito e a assumir o controlo da sua vida desfrutando da maior liberdade possível.

Já Archibald, o seu insuportável primo, e Lady Eugenia Spencer, a sua temível tia, têm outros planos… Porém, entre profecias do além e encontros desastrados, uma nova e inesperada luz começará a despontar no coração de Emma. Como manter a sanidade tanto dentro quanto fora dos salões londrinos? Pois bem, à força de golpes da pena no papel.

Com charme à maneira de Jane Austen, mas um humor decididamente atual, Emma M. Lion é a Elizabeth Bennet dos tempos modernos e partilha, sem pudores, confissões comprometedoras e relatos das suas aventuras e desventuras. Guiada pela pena rebelde e provocadora desta protagonista memorável, a Londres vitoriana nunca foi tão cativante e divertida.

Sobre a Autora

Beth Brower é licenciada em estudos literários e autora de várias obras, incluindo a série Os Diários de Emma M. Lion, que em breve contará com um total de 25 livros. Escreve mensalmente o «St. Crispian’s Gazette», jornal baseado nas personagens da sua série dedicada à personagem de Emma M. Lion, e a sua conta «Beth Brower Scribbles Away» na plataforma Substack ocupa os lugares no top da categoria de «ficção». Vive no Utah com o marido.