quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Vodafone Mexefest - Influenciadores partilham roteiros


A Vodafone convidou cinco personalidades de destaque no panorama artístico/cultural nacional, que em comum têm uma enorme paixão pela música e um conhecimento profundo do Vodafone Mexefest. Estas personalidades construíram o seu roteiro para os dias do festival e partilham-no, agora, com o público, através da App oficial do Festival, disponível para iOS e Android e na posição 10 da TV da Vodafone.

Ao mesmo tempo, desenvolveram diversas intervenções, que estarão presentes em vários pontos da Avenida da Liberdade, que têm como objectivo tornar ainda mais rico o festival, envolvendo o público com o evento. Olhares distintos sob o mesmo tema: “A música mexe na cidade”.

Inês Meneses, radialista e comunicadora, vai escrever um texto que será projectado na Praça dos Restauradores, junto à Grafonola Vodafone Mexefest.

Do seu roteiro faz parte uma ida ao Ribamar, onde não pode faltar um pratinho de presunto, ameijoas e camarões no lume com alho e uma ida à Carbono, para ouvir boa música antes de avançar para o festival. Salvador Seabra, Cave Story e Chairlift são algumas das bandas que não vai querer perder.

Joaquim Quadros, locutor da Vodafone FM e especialista em música indie, vai sugerir músicas de novas bandas portuguesas, que podem ser descarregadas gratuitamente através de QR Codes disponíveis no Estúdio Vodafone FM.

Da sua lista de sugestões consta o “Chinês Clandestino da Mouraria”, um “oásis” a dois quarteirões do Coliseu. Titus Andronicus, DJ Firmeza, Nicolas Godin e Bombino são apenas alguns nomes do seu roteiro.

André Tentugal, realizador e mentor dos We Trust, fez uma curta-metragem, que será exibida na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge, nos intervalos entre os concertos.
Para antes do festival, André aconselha um espaço acolhedor, onde se pode ouvir jazz e “tomar um copo” - o Primeiro Andar. Tó Trips, Villargers, Ducktails, Benjamin Clementine, Ariel Pink e Nicolas Godin são alguns dos artistas a não perder.

Paulo Segadães, fotógrafo, realizador e baterista de The Legendary Tigerman, vai expor fotografias de sua autoria, colocadas em mupis especiais na Avenida da Liberdade, entre a Praça dos Restauradores e o Cinema São Jorge.

Paulo Segadães sugere começar a noite saboreando um cachorro no Quiosque Hot Dog Lovers. Descendo a Avenida da Liberdade, vai assistir ao concerto de Tó Trips e de seguida ao de Villagers. Sugere ainda o café Beira Garde e os concertos de Roots Manuva, Benjamin Clementine e Patrick Watson. Diz que acabará a noite no restaurante Galeto, na Avenida da República.

Rui Miguel Abreu, jornalista, radialista e divulgador de música nova, associa-se ao Vodafone Mexefest com o Mercado de Música Independente, que tem lugar nos dias do Festival, entre as 12.00 e as 19.00, no Picadeiro Real do Antigo Colégio dos Nobres, espaço integrado no Museu de História Natural e da Ciência. Durante as tardes do festival haverá showcases e as editoras presentes oferecerão 10% de desconto a todos os portadores de bilhete para o Festival.

Rui Miguel Abreu considera a passagem pela Carbono, obrigatória. Sugere também o restaurante do Cinema São Jorge, segundo o próprio, uma das melhores varandas de Lisboa, e os concertos de Ariel Pink e Nicolas Godin, entre outros.

Os roteiros completos podem ser consultados  na App do Vodafone Mexefest, uma  parceria com a app Inviita, apoiada no Vodafone Power Lab. Para além de poderem aceder aos roteiros compostos por estas personalidades, os utilizadores podem criar o seu próprio roteiro e partilhá-lo.

O bilhete único para os dois dias do festival está à venda nos locais habituais a 45€, passando a 50€ nos dias do Festival.

A app do Vodafone Mexefest está disponível para download na App Store e Google Play. 

Casino Estoril e Casino Lisboa recebem Campeonato europeu de slot machines até ao próximo Domingo


Parceiros de um evento de dimensão internacional, os casinos da Estoril Sol convidam os seus visitantes a participarem na segunda edição do Campeonato Europeu de Slot Machines. Após o expressivo êxito registado, em 2014, o Casino Estoril e o Casino Lisboa acolhem, uma vez mais, este evento, recebendo, até ao próximo Sábado, dia 28, a fase de qualificação, e no dia seguinte, Domingo, 29 de Novembro, a aguardada final. 

Com inscrição gratuita, este Campeonato Europeu permite que todos os participantes conquistem numerosos prémios, mesmo que não sejam frequentadores habituais das áreas reservadas ao Jogo.

A segunda edição do Campeonato Europeu de Slot Machines realiza-se, em simultâneo, em mais de 29 casinos, distribuídos por 12 países europeus. “Trata-se de uma iniciativa que pretende ser o embrião de uma cooperação internacional mais estreita, entre casinos de vários países, com o objectivo de lançar um jackpot a nível europeu”, revela Rodrigo Silva, Chefe da Sala de Máquinas do Casino Estoril.

Com prémios diários para os três primeiros classificados, a fase de qualificação começou, no passado dia 19, no Casino Estoril, enquanto no Casino Lisboa foi no dia 24 de Novembro. Os frequentadores poderão tentar, até ao dia 28, apurar-se para a final. 


Ambos os casinos acolhem duas qualificações diárias, estando a primeira agendada das 17h00 às 19h00. Por sua vez, a segunda etapa de qualificação decorre, das 22h00 à meia-noite, no Casino Estoril e das 23h00 à 01h00 no Casino Lisboa.

O vencedor da prova, em cada um dos casinos, terá acesso directo à “Grande Final Europeia”, agendada para o próximo dia 12 de Dezembro, no casino Campione d’Itália, na região de Milão, onde será atribuída uma viagem a Las Vegas ao grande vencedor.

É de realçar, ainda, que os frequentadores que conquistem o segundo e terceiro lugares na final do Casino Estoril ganharão, respectivamente, a estadia de uma noite num Hotel de referência da região do Estoril e um Jantar para duas pessoas no restaurante Estoril Mandarim.

Por sua vez, o Casino Lisboa oferece ao segundo classificado a estadia de uma noite num Hotel de referência em Lisboa e um Jantar para duas pessoas no restaurante Hua Ta Li e ao terceiro classificado um Jantar para duas pessoas no restaurante Hua Ta Li.

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril e do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos. 

Curiosidades da Sony α7R II


A nova câmara α7R II da Sony de resolução ultra elevada aproxima-se neste inverno dos insectos e revela o pequeno grande mundo destes pequenos vizinhos. O “Hidden World of Bugs and Insects Report”, realizado pela Sony, dá destaque a dez insectos e bichos que vivem nas vossas casas no inverno, incluindo as aranhas de pernas longas, a bicha-cadela e a traça.

O espectáculo do incrível mundo da macro fotografia mostra close-ups extremos de algumas das menores criaturas com quem partilha a sua casa – tudo isto é possível com a câmara de resolução ultra elevada Sony α7R II combinada com a lente macro Sony 90mm e um macro filtro. Todos os detalhes que não são visíveis ao olho nu ficam proeminentes, como os pormenores dourados dos olhos verdes do crisopídeo, as tenazes únicas da bicha-cadela, a carapaça dura do bicho da conta e as pernas peludas das aranhas.

Galeria de Fotos

Fotografias realizadas com a câmara Sony α7R II combinada com a lente macro Sony 90mm e um filtro macro, as Incríveis fotografias macro da Sony revelam o “Hidden World of Bugs and Insects”. (clique nas imagens para aumentar)












Portugal - Um Dia de Cada Vez, o novo filme de João Canijo


Portugal - Um Dia de Cada Vez, o novo filme de João Canijo, realizado com Anabela Moreira, será exibido no PortoPostDoc, no Porto, que decorre de 1 a 8 de Dezembro.

O filme será exibido na quarta-feira, dia 2 de Dezembro, às 16h30, no cinema Passos Manuel e no sábado, dia 5 de Dezembro, às 22h30 no pequeno auditório do Rivoli, sendo esta última sessão apresentada pelos realizadores João Canijo e Anabela.

O filme teve a sua primeira apresentação na Competição Nacional do DocLisboa.

Numa viagem que percorre uma dúzia de aldeias, vilas ou lugares - desde o extremo interior Norte do país, através de Trás-os-Montes e do Alto Douro -, o filme é um retrato de gentes cada vez mais sós e esquecidas e que vivem o seu dia a dia, um dia de cada vez.  

Dois anos depois de É o Amor, este é mais um trabalho documental de grande fôlego, que faz parte de um projecto mais amplo e que será completado ao longo dos próximos anos (e que dará origem também a uma série de televisão de doze episódios de cinquenta minutos, que será vista na RTP).  

Resultado de um ano e meio de filmagens e de mais de trezentas horas de material, neste filme João Canijo e Anabela Moreira fazem um retrato extremamente agudo do Portugal do interior, destruído e abandonado, e do que ficou dos últimos quarenta anos, de paisagem física e humana.  

O filme teve apoio financeiro do ICA, participação da RTP e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e é uma produção da Midas Filmes. Depois da apresentação no DOCLisboa o filme estreará nas salas de cinema e começará a sua carreira internacional.  

João Canijo está neste momento nos trabalhos de produção da sua próxima longa-metragem de ficção.

Oferta de DVD com três filmes na compra de bilhete de cinema


Com a compra de um bilhete de 7 euros para o filme Montanha no Cinema Ideal, oferta do DVD III Filmes de João Salaviza – Arena, Cerro Negro e Rafa (limitado ao stock existente). Uma oportunidade única de descobrir as 3 obras que valeram ao realizador o reconhecimento internacional e a Palma de Ouro em Cannes e o Urso de Ouro em Berlim.

Arena é a história de Mauro, que vive em prisão domiciliária. As tatuagens ajudam-no a queimar o tempo. Três putos do bairro aproximam-se da sua janela. Lá fora, o sol bate com a força do meio-dia. PALMA DE OURO - Festival de Cannes

Em Cerro Negro, Anajara regressa do trabalho ao amanhecer. Hoje não poderá deixar Iuri na escola. A setenta quilómetros de casa, Allison espera pela mulher e o filho. Hoje é dia de visita na prisão de Santarém.

Rafa é a história de um rapaz que às seis da manhã descobre que a mãe está detida pela Polícia. Na mota de um amigo, cruza a ponte e vai a uma esquadra no centro de Lisboa para visitá-la e esperar pela sua libertação. As horas passam. E Rafa não quer voltar para casa sozinho.  URSO DE OURO - Festival de Berlim

Poster - Montanha de João Salaviza


O poster do filme Montanha de João Salaviza, feito a partir de uma pintura de Daniel Vasconcelos Melim, está à venda na livraria Fyodor, no Salão Ideal, por cima do Cinema Ideal (10 euros).

O filme estreou internacionalmente no Festival de Veneza, na Semana da Crítica e foi também já apresentado no Festival de San Sebastian. Venceu o prémio Antigone d’Or, galardão mais importante do Festival de Montpellier, que decorreu de 24 a 31 de Outubro.

Montanha de João Salaviza


Montanha, a primeira longa-metragem de João Salaviza, já está nas salas de cinema nacionais.

O filme estreou internacionalmente no Festival de Veneza, na Semana da Crítica e foi também já apresentado no Festival de San Sebastian. Venceu o prémio Antigone d’Or, galardão mais importante do Festival de Montpellier, que decorreu de 24 a 31 de Outubro. 

João Salaviza com as curtas Arena e Rafa conquistou a Palma de Ouro e o Urso de Ouro nos festivais de Cannes e Berlim. 

Em Veneza o jornal Libération escrevia que a Montanha pertencia “o plano mais belo” visto até à data no festival.

No Expresso, Jorge Leitão Ramos escreve que é um filme “de um rigor abissal, belissímo e triste” e que “ é também dilacerante”. Rui Pedro Tendinha, no Diário de Notícias, diz que se está perante a “confirmação de um grande cineasta” e que Montanha é “dos mais belos e comoventes filmes portugueses dos últimos anos”.
Vasco Câmara, do Público, diz que é um filme “de um sereno esplendor. O bairro dos Olivais, em Lisboa, como um Monument Valley para a cavalgada (anti-)heróica de uma personagem em busca do sopro épico que nunca (lhe) acontece”.

Um Verão quente em Lisboa. David, 14 anos, aguarda a morte iminente do avô, mas recusa-se a visitá-lo, temendo esta perda terrível. A mãe, Mónica, passa as noites no hospital. O vazio pela falta do avô obriga David a tornar-se o homem da casa. David não se sente pronto para assumir este novo papel, mas o fim da infância aproxima-se sem que ele se aperceba…

Montanha é produzido pela Filmes do Tejo II e pela les films de l’après-midi com o apoio da ZDF, arte, ICA, RTP, Câmara Municipal de Lisboa e do programa Eurimages.

O Tempo de Lluïsa Cunillé


O Tempo de Lluïsa Cunillé é um drama de personagens que mantém a tensão a partir de poucos elementos e do uso dos silêncios e das palavras, do que se diz e do que se cala. Obra subtil e delicada, conta a história de um homem e de uma mulher com as suas famílias e situações respectivas que, ao fim de algum tempo, coincidem de forma casual.

O desassossego que "O Tempo" produz não nasce daquilo que nos é oculto, mas da franca simplicidade daquilo que nos é mostrado. Ainda que o tema do tempo constitua um dos grandes temas da arte contemporânea e de todas as épocas anteriores, é um tema fácil; despi-lo de qualquer artifício é o grande êxito de Cunillé.

No Teatro da Politécnica até 12 de Dezembro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis das 10h às 18h)

7ª Arte - Estreias de cinema de 26-11-2015

Estreias de cinema de 26 de Novembro de 2015


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Ponte dos Espiões

Início da década de 1960. Os EUA e a União Soviética encontram-se em plena Guerra Fria. A 1 de Maio de 1960, um U-2 (avião de reconhecimento norte-americano) sobrevoava o território soviético quando é atingido pelo inimigo. Francis Gary Powers, o piloto, consegue sobreviver ao saltar de pára-quedas mas é posteriormente capturado e feito prisioneiro. A sua captura transforma-se num problema de Estado pois, se Powers ceder, pode revelar informações fundamentais que porão em causa muitas das estratégias militares dos EUA. É então que James B. Donovan, o advogado encarregado de defender Rudolf Abel, um espião do KGB capturado anos antes pelo FBI, é contactado para negociar a libertação do piloto em troca da libertação do seu ex-cliente, a cumprir 30 anos de pena de prisão. Mesmo sem experiência em negociações deste nível, Donovan viaja até Berlim (Alemanha), onde se torna numa peça essencial dos negócios entre os Estados Unidos e a União Soviética. Num esforço para fazer o que é correcto e cumprir a sua missão, Donovan vê-se enredado num ambiente de tensão política entre dois pólos inimigos. E ele sabe que qualquer passo em falso pode significar o início de uma guerra entre duas superpotências e a consequente morte de milhares de inocentes.
Com realização do veterano Steven Spielberg (“Os Salteadores da Arca Perdida”, “ E.T. - O Extra-Terrestre”, “Império do Sol”, “A Lista de Schindler”, “Apanha-me Se Puderes”, “Lincoln”) e argumento de Matt Charman e de Ethan Coen e Joel Coen (os irmãos responsáveis por filmes como “O Grande Lebowski”, “Irmão, Onde Estás?”, “Este País Não É para Velhos” ou “Indomável”, entre outros), um “thriller” político que se baseia em eventos reais ocorridos durante a década de 1960, hoje conhecido por “incidente do avião U-2”. O elenco conta com Tom Hanks, Mark Rylance, Amy Ryan e Alan Alda, entre outros. 



O Leão da Estrela

Anastácio é um fervoroso sportinguista que empreende uma viagem ao Norte com a família para ver a sua equipa enfrentar o FC Porto. Aproveitando para conhecer a cidade do Porto, ficam uns dias hospedados em casa dos Barata, uma família abastada que tinham conhecido algum tempo antes numas férias. Porém, teimando em esconder a sua baixa condição social, Anastácio faz-se passar por um homem de negócios. A situação complica-se quando Eduardo, o filho mais velho dos Barata, começa a namoriscar Juju, filha de Anastácio. Aquele namoro, apesar de muito bem-visto por Anastácio – que deseja que a filha case com alguém endinheirado –, vai complicar-lhes a vida, pois obriga-os a recebê-los na sua própria casa, em Lisboa. Decididos a não se deixarem levar pelo pânico, Anastácio e a família montam então um esquema para sustentar as aparências de riqueza. Mas os convidados vão revelar-se mais difíceis de contentar do que eles alguma vez poderiam imaginar…
Com assinatura de Leonel Vieira (“Zona J”, “A Bomba”, “Arte de Roubar”, “O Pátio das Cantigas”) segundo um argumento de Tiago Santos, este é o “remake” da comédia portuguesa realizada, em 1947, por Artur Duarte (“Os Fidalgos da Casa Mourisca” ,“O Costa do Castelo”, “Parabéns, Senhor Vicente”). Nesta versão, Miguel Guilherme, Sara Matos, Ana Varela, Dânia Neto, Manuela Couto, André Nunes e Aldo Lima dão vida às personagens, substituindo António Silva, Milú, Maria Eugénia, Curado Ribeiro, Laura Alves ou Artur Agostinho, os actores originais da história.



A Viagem de Arlo

Como seria o Mundo se, por um mero acaso do destino, o asteróide que chocou com a Terra há aproximadamente 65 milhões de anos tivesse passado ao largo? Neste cenário hipotético, os dinossauros e os seres humanos teriam de se habituar à presença uns dos outros, partilhando “habitats” e formas de sobrevivência. “A Viagem de Arlo” segue esta premissa e conta-nos a história de amizade entre Arlo, um jovem e pacífico apatossauro de 70 metros, e de Spot, uma pequena cria de Homo Sapiens. Juntos, enfrentando muitos perigos, os dois amigos embarcam numa épica aventura pelas paisagens assombrosas do planeta Terra onde as diferenças abissais entre eles apenas são superadas pelo enorme sentimento de companheirismo, generosidade e confiança mútua.
Produzida pelos estúdios Pixar, uma comédia de animação computorizada que conta com a realização de Peter Sohn (autor e realizador da curta “Parcialmente Nublado”) segundo uma ideia original de Bob Peterson (“Up – Altamente”). Na versão original, os actores Raymond Ochoa, Jack Bright, Jeffrey Wright, Frances McDormand e Sam Elliott, emprestam as suas vozes às personagens.