sexta-feira, 3 de julho de 2020

Sony apresenta iniciativa PlayStation Indies


A Sony Interactive Entertainment (SIE) apresenta a iniciativa “PlayStation Indies”, que tem como objetivo apoiar, dentro do mercado competitivo dos videojogos, os melhores títulos independentes para a PlayStation®, assim como a própria comunidade indie como um todo.

“O nosso objetivo é tornar a PlayStation® o melhor lugar para desenvolver, encontrar e jogar excelentes jogos independentes”, diz Shuhei Yoshida, Head of PlayStation Indies na SIE. E acrescenta: “A comunidade indie é cada vez mais importante para o futuro da indústria dos videojogos, já que o desenvolvimento de títulos AAA se tornou tão caro que é cada vez mais difícil as grandes empresas arriscarem e investirem em novos conceitos que podem ou não correr bem”.

A propósito, Yoshida disse ainda que “confiamos nos developers independentes com uma visão forte para nos mostrarem ideias nunca antes vistas (…) A PlayStation® sempre abraçou videojogos com novos conceitos, desde o PaRappa the Rapper, ao Katamari Damacy, LittleBigPlanet e Journey”.

Para além desta iniciativa, o Head of PlayStation Indies na SIE revelou ainda que um novo título independente juntar-se-á ao catálogo do PlayStation®Now todos os meses, começando pelo Hello Neighbor este mês. E que serão anunciados 9 novos títulos independentes para a PlayStation®4 e para a PlayStation®5.

Honda Civic Type R Limited Edition é o Safety Car oficial do WTCR 2020


A Honda estará na vanguarda da segurança e da competição no início da temporada do WTCR - FIA World Touring Car Cup, com o novo Civic Type R Limited Edition como Safety Car oficial para 2020. 

Apresentado em Fevereiro na sede de Milão, o Civic Type R Limited Edition é uma das duas novas versões a serem adicionadas à gama Type R para 2020, sendo a versão mais radical do hatchback icónico a ser produzido até aos dias de hoje.

Desenvolvido de acordo com a tradição do Type R e com a performance em pista como principal foco, o Type R inclui as mesmas tecnologias de segurança ativa e de assistência à condução, que ajudaram a gama Civic a receber as melhores classificações nos testes Euro NCAP.

Tomás Adrião e Cláudia Pascoal, juntos no novo single “Passo A Passo”



Tomás Adrião regressa aos lançamentos com “Passo A Passo”, o novo single que conta com a participação de Cláudia Pascoal.

“Passo A Passo”, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, foi escrito e composto por Tomás Adrião, LEFT. e Moisés Premoli. A produção ficou ao cargo de LEFT. e mistura e masterização de Márcio Silva, nos estúdios da Great Dane.

Nas palavras de Tomás Adrião, “’Passo A passo’ é uma canção que fala de amor. Da fase mais inicial do amor, de quando o amor se revela. Entre o espaço que há entre reparar e conhecer alguém, há sempre muitas perguntas sem resposta, medos e inseguranças. E ao mesmo tempo, uma boa sensação de nervosismo, o brilho inicial de simplesmente reparar em alguém.

Para esta canção senti que precisava de uma voz feminina, mas ao mesmo tempo, uma voz que me conhecesse bem, uma amiga. Tenho a sorte de chamar de amiga à Cláudia Pascoal. Ela, mais do que ninguém, conhece este sentimento em mim. Conhece estas minhas dúvidas e inseguranças, tal como eu conheço as dela. E assim, fizemos desta música, uma conversa igual a tantas outras que temos. Desta vez, em canção, sobre ser certo ou errado ir ‘passo a passo’”.

No vídeo oficial, realizado e editado por Tomás Adrião, podemos passar um dia de verão, numa breve roadtrip de amigos, do ponto de vista de todos os intervenientes.

Em Abril, Tomás lançou “À Procura de Alguém”, para mostrar música em tempo de quarentena e apresentar um novo tema do seu futuro álbum de estreia. “Com transparência e sinceridade, canto-vos sobre o quanto nos faz falta alguém para além de nós mesmos, que nem todas as respostas estão presas à nossa raiz e que nos encontramos muitas vezes noutro alguém. Porque talvez, só assim, não nos sintamos tão perdidos.” afirma Tomás Adrião.

Tomás Adrião começou o ano com “Perdido”. O single faz parte da banda sonora da novela da TVI, “Quer O Destino” e conta com airplay nas principais rádios portuguesas.

Estoril Sol reduz horário de funcionamento dos Casinos


Comprometida com o desígnio nacional de combate à crise pandémica do novo coronavírus (COVID-19) e cumprindo a Resolução do Conselho de Ministros, da passada sexta-feira, a Estoril Sol irá implementar, a partir desta quarta-feira, 1 de Julho, uma redução do horário de funcionamento do Casino Estoril e do Casino Lisboa. 

O Casino Estoril e o Casino Lisboa irão abrir às 11 horas, estando apenas disponíveis os acessos às áreas das salas de máquinas automáticas e respectivos bares de apoio. Posteriormente, às 15 horas, os visitantes poderão aceder às restantes áreas públicas do Casino Estoril e do Casino Lisboa, nomeadamente salas de jogos tradicionais, bares centrais e galerias de arte. O encerramento será às 20 horas. 

Recorde-se que, no cumprimento de todas as normas e recomendações estabelecidas pela Direcção-Geral da Saúde – DGS, os casinos da Estoril Sol reabriram, no passado dia 8 de Junho, com um rigoroso protocolo que privilegia a protecção da saúde e segurança todos os seus clientes e colaboradores.

É de referir, que o Casino Estoril e o Casino Lisboa foram distinguidos com o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal. Para obterem o Selo “Estabelecimento Saudável & Seguro”, foi adoptado um vasto conjunto de medidas e de rigorosos procedimentos de natureza sanitária, seguindo todas as orientações da DGS.

O Casino Estoril e o Casino Lisboa aderiram, ainda, ao serviço COVID OUT, Selo de Confiança, Clean Surfaces Safe Places, emitido pelo ISQ, o qual garante que foi avaliada a eficácia das medidas implementadas que permitem controlar a transmissão do SARS- CoV-2 e assegurar que os locais dos seus casinos estão seguros, através de uma exigente monitorização dos seus diferentes espaços.

Com uma reabertura bem-sucedida, desde o passado dia 8 de Junho, a Estoril Sol reorganizou as áreas públicas dos seus casinos, mais concretamente os espaços reservados ao jogo, zonas de restauração, e salas de espectáculos, implementando um conjunto de acções que garantem o distanciamento social e o controle de temperatura à entrada e o cumprimento das normas de etiqueta respiratória como, por exemplo, o uso de máscara ou a higienização das mãos. 

O Casino Estoril e o Casino Lisboa têm à disposição dos clientes, desde a reabertura, uma série de informações úteis sobre os procedimentos a adoptar para evitar o contágio do vírus que podem ser consultadas através do evoluído sistema de multimédia e em cartazes afixados em locais próprios.

A Estoril Sol manter-se-á atenta à evolução da Covid-19 em Portugal, continuando em estreita cooperação com as autoridades nacionais e disponibilizando-se para a alteração de procedimentos ou adopção de novas medidas que assim se justifiquem.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Os Guardiões é o mais recente thriller de John Grisham


O assassínio de um jovem advogado resulta na condenação de um jovem negro, Quincy Miller. Não havia testemunhas, nenhum suspeito, ninguém com um motivo. Vinte e dois anos depois, uma carta enviada ao Ministério dos Guardiões desencadeia uma série de descobertas. O mais recente thriller de John Grisham chega às livrarias a 3 de julho.

Keith Russo foi morto sem a existência de pistas, testemunhas, suspeitos ou motivo. Quincy Miller não demorou a ser detido e condenado injustamente. Quando quase já não restava esperança, escreveu uma carta ao Ministério de Guardiões, um grupo que luta contra condenações injustas, e estes descobrem que Russo foi assassinado por pessoas implacáveis que não querem que Quincy seja libertado.

Com todas as características legais e dramáticas a que John Grisham nos habituou, Os Guardiões é um livro inspirado em factos reais.

Sinopse 
Na pequena cidade de Seabrook, no norte da Florida, um jovem advogado chamado Keith Russo foi morto, baleado à queima-roupa no seu gabinete. Era tarde e estava sentado à secretária a trabalhar. O assassino não deixou pistas. Não havia testemunhas, nenhum suspeito, ninguém com um motivo. A polícia depressa se focou em Quincy Miller, um jovem negro que tinha sido cliente de Russo. Quincy foi julgado, condenado e enviado para a prisão. Durante vinte e dois anos ali definhou, sem advogado. Mas depois escreveu uma carta ao Ministério dos Guardiões, um pequeno grupo fundado por um advogado e pastor protestante chamado Cullen Post. O Ministério lida apenas com alguns casos de inocência de cada vez, e Post é o seu único investigador. Desloca-se pelo Sul a lutar contra condenações injustas e tomando nas mãos casos em que mais ninguém toca. Com Quincy Miller, porém, consegue muito mais do que esperava. Keith Russo foi assassinado por gente implacável que não quer que Quincy seja libertado.

Sobre o Autor 
John Grisham nasceu no Arkansas a 8 de fevereiro de 1955. Antes de se tornar escritor a tempo inteiro, licenciou-se em Direito, exerceu advocacia e tornou-se profundo conhecedor do sistema jurídico americano. Inspirou-se na sua experiência profissional em toda a sua obra literária, que se inicia em 1989 com a publicação de Tempo de Matar. Com mais de 350 milhões de exemplares vendidos e traduzido para mais de 45 línguas, é um autor que ocupa permanentemente os lugares cimeiros nas listas dos livros mais vendidos. A sua enorme popularidade e a mestria da sua escrita fazem de John Grisham um dos autores cujas obras literárias são frequentemente distinguidas com adaptações cinematográficas e televisivas de grande qualidade.

Celebrando o bicentenário da Revolução Liberal


A Porto Editora publica a primeira de uma série de três obras evocativas desta efeméride histórica. No ano em que se comemora o bicentenário da Revolução Liberal, a Porto Editora lança uma trilogia assinada por Vital Moreira e José Domingues. O primeiro volume, que abrange o período Da Revolução à Constituição | 1820-1822, está disponível nas livrarias a partir de hoje. No Bicentenário da Revolução Liberal terá continuação em Setembro e Outubro, com a edição dos restantes dois volumes deste projeto.

Há um antes e um depois da Revolução Liberal de 1820-1822 na nossa história política, institucional e constitucional (e não só). Tratou-se, antes de mais, de pôr fim ao despotismo da Monarquia absoluta, limitar o poder do Estado e instaurar as liberdades individuais; veio a seguir a institucionalização constitucional de um novo regime político, baseado na soberania da Nação, no poder político representativo, através de um parlamento eleito, na separação de poderes e na subordinação do Governo à lei. Com a nova era constitucional, os portugueses deixaram de ser súbditos de um poder alheio, sem direitos, para passarem a ser cidadãos de pleno direito, titulares de direitos políticos, nomeadamente o de elegerem a representação nacional.
A Revolução vintista edificou entre nós os alicerces do constitucionalismo democrático, que um século e meio depois a Constituição da República Portuguesa de 1976 veio recuperar e aprofundar. Por isso, o conhecimento da Revolução Liberal não releva somente da curiosidade ou da erudição histórica, pois ela continua a dizer-nos diretamente respeito, como beneficiários da liberdade política e da cidadania que nos legou.
É dessa história que trata este livro, o primeiro de uma série de três obras evocativas do bicentenário da Revolução Liberal.

Sobre os Autores

Vital Moreira
É professor catedrático jubilado da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC), sendo também professor na Universidade Lusíada – Norte (Porto). Conhecido como constitucionalista, entre os seus projetos de investigação em curso destacam-se aqueles ligados à história da Revolução Liberal de 1820 e da Constituição de 1822, à história do constitucionalismo eleitoral e à história constitucional portuguesa em geral, todos em parceria com o Professor José Domingues. É consultor da Câmara Municipal do Porto para as comemorações municipais do bicentenário da Revolução Liberal de 1820.

José Domingues
É professor auxiliar da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada – Norte (Porto). É membro do International Advisory Board da revista Glossae: European Journal of Legal History e da revista Initium: Revista Catalana d'Historia del Dret. É também investigador integrado do Centro de Estudos Jurídicos Económicos e Ambientais (CEJEA). O mais recente projeto em curso, em parceria com o Professor Vital Moreira, gravita em torno do bicentenário da Revolução Liberal de 1820 e, em simultâneo, da história constitucional portuguesa em geral, desde o século XII ao século XXI.

O Livro da Sabedoria, de Kahlil Gibran



A Albatroz faz chegar às livrarias de todo o país O Livro da Sabedoria, de Kahlil Gibran. Uma obra profundamente sensível e que oferece respostas para as grandes perguntas da Humanidade.

O que significa viver a vida de uma maneira sábia? Como podemos criar associações, sejam políticas ou religiosas, que nos sejam benéficas em vez de se tornarem prisões? Serão os relacionamentos uma troca ética? Estas sempre foram questões que fascinaram e atormentaram o escritor e às quais ele dedicou uma importante parte da sua reflexão e produção literária.

Associados a uma voz de conforto, conhecimento, amor e tolerância, os textos do poeta e ensaísta líbano-americano estão, neste volume, organizados em 5 grandes temas: Viver uma vida sábia; Sabedoria para a vida em comunidade; Trocas sábias; Uma vida em isolamento: sabedoria vinda da solidão e Sabedoria para lá das palavras.

O Livro da Sabedoria é o segundo título de uma colecção dedicada a Kahlil Gibran, organizada pelo Diretor do Edinburgh Institute for Advanced Learning, Neil Douglas-Klotz. A coleção, que coloca lado a lado passagens célebres e outras menos conhecidas, iniciou com O Livro da Vida, já publicado pela Albatroz, e terá continuidade no último trimestre deste ano com o lançamento de O livro dos Segredos. Também com o selo da Albatroz está disponível a obra mais icónica do poeta, O Profeta seguido de O jardim do Profeta.


Sinopse
«Seria mais sábio falar menos de Deus, que não podemos entender, e mais uns dos outros, que podemos compreender.»

Kahlil Gibran, um dos mais célebres autores do mundo, partilha neste livro a sabedoria simples para uma vida feliz e gratificante.
O quotidiano oferece-nos muitas oportunidades para aprendermos com os erros, só precisamos de saber transformar essas experiências em crescimento pessoal. Com uma escrita profundamente sensível, Gibran oferece respostas para as grandes perguntas que inquietam o ser humano. Saber viver em comunidade e saber tirar partido da solidão e do contacto com a Natureza são dois dos grandes segredos.
Um livro que encanta, informa e nos inspira a seguir por um caminho espiritual autêntico.

‘Annabel Langbein: The Free Range Cook’, no 24Kitchen



Em Julho, estão de volta ao 24Kitchen as três temporadas da série ‘Annabel Langbein: The Free Range Cook’, no dia 20, às 21h50. Esta série revela os prazeres e segredos do estilo de culinária sem limites de Annabel, com o magnífico cenário das paisagens da Nova Zelândia.

Aqui, a partir da cozinha simples da sua cabana de família perto do lago de Wanaka, Annabel mostra como é fácil inserir comida boa e nutritiva mesmo na correria do dia-a-dia, que caracteriza a nova geração e estilo de vida actual. Tendo como cenário as magníficas montanhas do sudoeste de Nova Zelândia e rodeada por uma abundância de produtos frescos, bons vinhos reconhecidos a nível mundial e pratos artesanais, Annabel revela os prazeres do seu estilo livre de cozinhar. A sua abordagem fresca, espírito livre e a fantástica localização natural onde Annabel prepara os seus pratos transmite-nos um sentimento de calma contagiante. Pelo caminho, Annabel vai partilhando os segredos de criar pratos caseiros sensacionais com o mínimo esforço e prometendo que qualquer um se pode transformar numa verdadeira estrela de cozinha.

Annabel, entre as saborosas receitas que confecciona ao longo das três temporadas da série, vai celebrar a primavera com carne de vaca grelhada numa vinha na margem do pitoresco Rio Tukituki, acompanhada com espargos e, para terminar, prepara as simples, mas espectaculares Tartes de Ruibarbo, tudo na solarenga Hawkes Bay. Já em casa, no seu jardim, Annabel colhe as primeiras ervilhas da estação para usar numa salada de cenoura tailandesa, e visita um chocolateiro artesanal, que é o seu convidado para um jantar de inspiração asiática: barriga de porco caramelizada com vegetais verdes e bolinhos de arroz. Para sobremesa, nada menos do que potinhos de chocolate artesanal complementados com laranja, directamente do jardim de Annabel.

REGRESSO: Segunda-feira, dia 20 de Julho, às 21h50, em duplo episódio
EMISSÃO: Segunda a sexta-feira, às 21h50, em duplo episódio

Regresso a casa com a nova Temporada do D. Maria II


O Teatro Nacional D. Maria II apresentou a programação da Temporada 2020/2021, que se inicia a 2 de Setembro e que marca o regresso da atividade a esta casa que é de todos os portugueses.

De Setembro de 2020 a Julho de 2021, o D. Maria II apresenta uma programação que inclui todos os espetáculos que foram cancelados entre Março e Julho de 2020 e cerca de 25 novos espetáculos e dezenas de atividades, como formações, leituras encenadas, sessões de poesia, conversas com artistas, lançamentos de livros, exposições e muito mais.

A reabertura de portas da Sala Garrett faz-se com uma verdadeira maratona de Tchékhov, em A vida vai engolir-vos, espetáculo dirigido por Tónan Quito, que se divide entre o D. Maria II e o São Luiz Teatro Municipal. Na Sala Estúdio, a temporada inicia-se com Aurora Negra, espetáculo vencedor da Bolsa Amélia Rey Colaço 2019, onde Cleo Tavares, Isabél Zuaa e Nádia Yracema questionam a invisibilidade dos corpos negros na sociedade portuguesa.

A nova temporada do D. Maria II desenrola-se ao longo de dois eixos essenciais na missão do Teatro: dar vida aos grandes textos da biblioteca teatral, ao mesmo tempo que se aposta nas novas histórias e novas dramaturgias. Eixos que se espelham em espetáculos como:

  • Última Hora, peça que Rui Cardoso Martins escreveu para o D. Maria II, que se desenrola na redação de um jornal, e que Gonçalo Amorim encena;
  • Fake, espetáculo de Inês Barahona e Miguel Fragata sobre o universo da verdade e da mentira;
  • Catarina e a beleza de matar fascistas, nova criação de Tiago Rodrigues que questiona se haverá lugar para a violência na luta por um mundo melhor;
  • Seis Meses Depois, novo espetáculo de Olga Roriz que se estreia no ano em que a Companhia assinala 25 anos de existência;
  • Carta, nova criação de Mónica Calle que conta com um elenco de mais de 30 atrizes e músicas;
  • Morte de um Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, numa produção dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo;
  • Off, encenação de Jorge Andrade a partir do texto que Chris Thorpe escreveu para a companhia Mala Voadora;
  • Tempo Para Refletir, da dupla Ana Borralho e João Galante;
  • Top Girls, com encenação de Cristina Carvalhal e Distante, com encenação de Teresa Coutinho, dois espetáculos que celebram as palavras de Caryl Churchill;
  • Calígula morreu, Eu não, um espetáculo de Marco Paiva, que junta intérpretes com e sem deficiência, numa coprodução com o Centro Dramático Nacional de Madrid.


Da temporada 2020/2021 fazem também parte alguns dos mais interessantes criadores da cena internacional, com destaque para o alemão Frank Castorf e a sua mais recente criação, a partir de Artaud e Racine - Bajazet, considerando O Teatro e a Peste. E ainda: da Suíça, Massimo Furlan e Claire de Ribaupierre trazem-nos Eurovisão da Canção Filosófica, um espetáculo-concurso de canções com letras escritas por filósofos de 11 países europeus; de França, David Geselson traz-nos O silêncio e o medo, e Antoine Defoort a sua nova criação, Achas para a Fogueira; Mathilde Monnier, La Ribot e Tiago Rodrigues apresentam Please Please Please, espetáculo com uma mensagem para as futuras gerações; e, pela primeira vez em Portugal, o japonês Michikazu Matsune traz ao D. Maria II All Together, e a moçambicana Edna Jaime estreia O Bom Combate.

A estes espetáculos, juntam-se ainda outros, assinados pelos Auéééu Teatro, Catarina Requeijo, David Pereira Bastos, Elmano Sancho, Elizabete Francisca, Jean Paul Bucchieri, Marlene Monteiro Freitas, Paula Diogo, Raquel André, Rui Horta, Sandro William Junqueira, Sara de Castro, Thierry Jolivet e Tiago Cadete. E também três dos mais importantes festivais de teatro portugueses: o Alkantara Festival, o Festival de Almada e o FIMFA Lx.

Nesta temporada, o D. Maria II reforça também o trabalho para a infância e juventude, com projetos como o Boca Aberta, que tem alargado cada vez mais a sua rede de atuação junto de jardins de infância da região de Lisboa; o PANOS – Palcos Novos, Palavras Novas, dirigido a grupos de teatro escolar/juvenil de todo o país; o K Cena, destinado a jovens dos 14 aos 18 anos; ou o Presente!, projeto que pretende combater ao insucesso escolar através da atividade teatral.

Em 2020/2021, o D. Maria II continuará a levar o teatro a outros países, projetando a criação portuguesa no mundo, ao mesmo tempo que se mantém um teatro aberto à comunidade, com vários projetos de digressão nacional e de incentivo à descentralização. Exemplo disso é a Rede Eunice Ageas que, em parceria com o Grupo Ageas Portugal, continuará a assegurar uma atividade teatral de qualidade em vários municípios, de norte a sul do país; e o novo projeto Próxima Cena que, em parceria com o BPI e a Fundação “la Caixa”, novos mecenas do D. Maria II, irá promover a criação e digressão de espetáculos em zonas do país de baixa densidade populacional.

Todos os espetáculos e atividades da nova temporada do D. Maria II respeitarão as normas definidas pela Direção Geral da Saúde, para um regresso ao Teatro em segurança.

O que esperar de Marvel’s Iron Man VR

A Sony Interactive Entertainment (SIE) revelou mais alguns detalhes sobre o combate e o mundo do aguardado Marvel’s Iron Man VR, que chegará em exclusivo ao PlayStation®VR no próximo dia 3 de Julho, e que recentemente recebeu um novo vídeo dos Bastidores, que pode ser visto aqui.



“Com o Marvel’s Iron Man VR criámos um robusto jogo de ação exclusivo para o PlayStation®VR, com uma história profunda e significativa sobre Tony Star”, disse Ryan Payton, diretor do estúdio Camouflaj, acrescentanto que, “inicialmente, tínhamos previsto que a campanha do jogo durasse entre quatro a cinco horas, mas de acordo com os resultados de playtest mais recentes, estamos felizes por anunciar que o tempo do jogo é quase o dobro disso”.

Relativamente aos ambientes do título, Ryan Payton afirmou que um dos maiores desafios para os seus colegas de estúdio foi o de criar ambientes “enormes e impressionantes, onde fosse possível voar a altas velocidades”.

O Diretor do estúdio Camouflaj admitiu ainda que o ambiente mais ambicioso de Marvel’s Iron Man VR, Shanghai, permite aos jogadores desfrutarem de uma sensação de voo única. Para além disto, Ryan Payton disse ainda que um dos seus ambientes preferidos é o que rodeia as Indústrias Stark que, apesar de ser um “espaço relativamente compacto, é um ótimo lugar para testar um dos nossos Combat Challenges”.

Relativamente ao combate, Payton afirmou que, como foi possível verificar através da demo gratuita que está disponível na PlayStation®Store, estes têm muita profundidade. O Diretor do estúdio Camouflaj falou ainda de algumas das mecânicas básicas que foram implementadas a este respeito: Boost, Rocket Punch, Armas Auxiliares, Ground Pound e Unibeam.

A garagem de Tony Stark que permite aos jogadores melhoraram as tecnologias para personalizarem a armadura de Iron Man e as suas habilidades incríveis, as diferentes personagens do jogo e, entre outras coisas, as interações que são potenciadas através da Realidade Virtual, foram alguns outros tópicos aprofundados por Ryan Payton nesta publicação do Blog Oficial da PlayStation®.

De lembrar que continua disponível na PlayStation®Store uma demo gratuita do título, que dá a oportunidade aos jogadores de vestirem a pele de Tony Stark, um génio multimilionário que, quando veste a sua poderosa armadura se transforma no Iron Man, um dos heróis da Marvel mais carismáticos de sempre. A demo, que os ajudará a ter uma ideia de como será o jogo completo, inclui:

  • Missão tutorial “Malibu”
  • Cinemática Stark Jet interativa apresentando Tony, Friday e Pepper Potts
  • Missão Stark Jet “Out of the Blue”
  • Desafio de Voo (missão opcional)
  • Desafio de Combate Avançado (missão opcional)
  • Qualquer pessoa que faça o download desta demo gratuita na PlayStation®Store e a jogue, terá a oportunidade de desbloquear uma decoração de armadura Lava exclusiva no jogo completo quando este for lançado no próximo dia 3 de Julho.


Em Marvel’s Iron Man VR, depois de vários anos a lutar contra o crime, Tony é atacado por Ghost, um pirata informático e ativista que reutiliza armas antigas da Stark Industries para derrubar o império de Tony, atacando instalações Stark por todo o mundo. Os jogadores terão de ajudar Tony Stark na sua luta contra o Ghost e usar os comandos de movimento PlayStation®Move para ativar os jatos repulsores do Iron Man e lançar-se aos céus com um arsenal de armas de alta tecnologia na ponta dos dedos. De salientar que, para além de contarem com toda a tecnologia da Stark Industries, os jogadores poderão ainda personalizar a armadura do Iron Man e melhorar as suas incríveis capacidades. Título chegará em exclusivo ao PlayStation®VR no próximo dia 3 de julho. No mesmo dia estará ainda disponível um bundle com o Marvel’s Iron Man VR, que estará disponível por 99,99€ (PVP estimado) e inclui dois comandos de movimento PlayStation®Move e o Disco Blu-Ray do jogo.

O PlayStation®VR, lançado a 13 de Outubro de 2016, já vendeu mais de 5 milhões de unidades em todo o mundo. O seu lançamento permitiu aos jogadores mergulharem de cabeça em mundos fantásticos e sentirem uma envolvência como nunca sentiram antes.