terça-feira, 2 de julho de 2019

Noite de Grande Concerto no Casino Estoril



David Fonseca está de volta aos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, no próximo dia 4 de Julho, para apresentar o novo álbum “Radio Gemini”. O artista sobe ao palco do Lounge D, a partir das 23 horas, para interpretar os melhores temas deste disco, não esquecendo, ainda, êxitos anteriores da sua carreira. A entrada é livre.

E uma vez mais, David Fonseca volta a surpreender. “Radio Gemini” é muito provavelmente o seu disco mais vibrante e refrescante. E sim, isto acontece duas décadas depois de se ter revelado em “Silence Becomes It”, o disco de estreia da banda Silence 4.

Se a propósito de “Radio Gemini” David Fonseca o referenciou como uma playlist em que se albergavam as sonoridades que actualmente vai explorando, que esperar de uma selecção musical que se alargará a 20 anos de canções, algumas delas autênticos hinos transgeracionais?

Para além dos adjectivos que possamos encontrar para classificar o último trabalho – de frenético a surpreendente, de inesperado a sólido, de arriscado a dinâmico – este é, e disso não temos dúvida, o seu trabalho mais vertiginoso. Efectivamente, escutar “Radio Gemini” transporta-nos em “mach 3” no seu imaginário criativo, do solo à última das nuvens, numa liberdade artística pouco vulgar actualmente, sem fronteiras estilísticas, numa verdadeira afirmação de “eclectismo pop”.

Adicionar às canções de “Radio Gemini”– “Oh My Heart”, “Get Up”, “Resist” ou “Tell Me Something I Don’t Know”, serão algumas das eleitas – outras, oriundas da sua discografia a solo, como “Superstars”, “The 80’s”, “What Life Is For” ou “Someone That Cannot Love”; ou das suas parcerias como nos Humanos; ou até revisitações ao repertório mais emblemático da história com os Silence 4, tudo isto faz deste espectáculo uma celebração da incomparável criatividade de David Fonseca. 

Rock in Rio celebra 15 anos com mega espetáculo


O Rock in Rio prepara-se para celebrar o seu 15.º aniversário em Portugal com um espetáculo majestoso, de entrada gratuita, que terá lugar nos dias 6, 7 e 8 de Setembro num dos ex-libris da cidade, a Torre de Belém. O espetáculo apresenta-se como uma simbiose de música, video mapping, pirotecnia e entretenimento, conduzido pelo Maestro Rui Massena (no dia 6 de Setembro), pelos britânicos James (a 7 de Setembro) e pelo “furacão” Ivete Sangalo (a 8 de Setembro). Além dos concertos inéditos, especialmente desenhados para esta celebração, haverá um espetáculo diário de video mapping e pirotecnia que conta a história de mais de uma década de Rock in Rio em Portugal, sendo que no primeiro dia o público poderá, ainda, assistir a um momento especial do maior fogo-de-artifício jamais visto no rio Tejo. 

“O Rock in Rio é parte da história de entretenimento do país e os portugueses são parte da história do Rock in Rio. Em setembro vamos celebrar estes 15 anos como gostamos e tão bem sabemos: mobilizando a cidade para uma grande festa, onde não faltará música e alegria” afirma Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

A Verdadeira Vida


Era uma casa igual às outras do quarteirão. Ou quase. A deles tinha quatro quartos: o seu, o do irmãozinho Gilles, o dos pais e o dos cadáveres. O pai é amante de caça grossa. A mãe é transparente, submissa aos humores do marido. Os sábados passam-se a brincar na sucata ali perto. Até que um dia se dá um acidente violento que faz tremer o presente.

Desde então, Gilles deixa de rir. Ela, com os seus dez anos, deseja anular tudo, voltar atrás. Apagar esta vida que lhe parece uma má versão da outra. A verdadeira. Então, em jeito de guerreira dos tempos modernos, arregaça as mangas e mergulha de cabeça, antes de todos os outros, na desordem da existência. Esquiva-se, passa entre os golpes e mantém a esperança insensata de que um dia tudo se recomporá.
Com uma escrita divertida e fulgurante, Adeline Dieudonné apresenta-nos personagens rebeldes, inteiras, num universo ácido e sensual. Um romance que é um murro no estômago.
Prémio Romance FNAC 2018 e Prémio Renaudot dos Estudantes 2018.

Sobre a Autora

Adeline dieudonné nasceu em 1982 e vive em Bruxelas. A sua novela Amarula venceu o Grande Prémio do concurso da Fédération Wallonie-Bruxelles. A Verdadeira Vida é
o seu primeiro romance. Com ele, venceu o Prémio Romance Fnac 2018 francês, cujo júri é unicamente constituído por livreiros e leitores, o Prémio Renaudot atribuído por estudantes do ensino secundário, o Prémio Première Plume e o Prémio Victor-Rossel.

É ainda autora de guiões cinematográficos e peças de teatro.

Novos copos reutilizáveis da Starbucks®



Para a nova estação, a Starbucks® apresenta a mais recente colorida colecção de copos com divertidos desenhos, para utilizar com as suas bebidas preferidas. Café, chá, iced coffee, iced tea... vai consigo para todo o lado este Verão!

Para os madrugadores
Quer seja para se manter acordado durante as manhãs quentes de trabalho ou para ir à praia cedo e enterrar o chapéu de sol à beira mar, a Starbucks® criou a opção perfeita para aproveitar o primeiro
café do dia de forma elegante! Encha-se de energia extra e positividade com as suas frases motivadoras!
Pack de 6 copos reutilizáveis com três modelos. P.V.P: desde 16€



Para os amantes das bebidas frias
Se as opções Iced Coffee ou Iced Chai Latte lhe parecem mais apelativas, estes copos com palhinha são o aliado perfeito para se manter hidratado durante o dia, com todo o glamour e um design mais estival. Experimente e defina tendências!
Disponível em dois modelos. P.V.P: desde: 9,90 €

Bolos de Luxo



Fazer bolos divertidos, deliciosos e diferentes pode ser mais simples do que parece. Frida Skattberg é autora de um dos blogues de doçaria de maior sucesso na Escandinávia, e o livro Bolos de Luxo é testemunho do trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos, que assim fica mais acessível a qualquer amante de bolos.

O sucesso dos bolos de Skattberg – que na sua página de Instagram são seguidos por mais de 80 000 pessoas –, deve-se à simplicidade da sua confecção e ao delicioso resultado que apresentam.
A partir de apenas 3 receitas base – chocolate branco, chocolate de leite e chocolate negro –, a autora sugere mais de 70 variações de bolos, desde bolo de laranja com caramelo e açafrão, passando por bolo de avelã com Ferrero Rocher®, a bolo morno num copo de vinho.

As possibilidades são infindáveis e, tal como Frida Skattberg demonstra, é fácil criar bolos únicos e dignos de constar das montras das melhores pastelarias, bolos para todos os gostos e que farão crescer água na boca. O limite? A imaginação.

Mila Dores lança novo single e EP


“Canções de Sedição”, é o novo EP de Mila Dores e traz-nos uma história contada em cinco canções que mostram o percurso criativo da artista, numa trajectória entre a audácia e o deleite, que não esconde a força da fragilidade, nem a sua persistência em arriscar no amor. “Alice” foi-nos revelada no ano passado. Agora é a vez de conhecermos “Levante”, o novo single. 

“Levante” é o tema que Mila Dores escolheu para acompanhar o lançamento do seu novo disco, o EP “Canções de Sedição”. A ilustrar, o videoclip realizado por Joana Linda e que conta com a participação especial do actor Hugo Olim.

Há cerca de um ano Mila Dores deu-nos a conhecer a história de “Alice”, aquele que seria o cartão de visita para a nova fase do seu percurso musical e que tem nas sonoridades de “Canções de Sedição” a sua materialização. Uma concretização a que não terá sido alheia a produção de Miguel Ferreira, produtor deste EP e que conta no seu currículo com colaborações com Samuel Úria, Mafalda Veiga ou Jorge Palma, entre outras.

A propósito do repertório de “Canções de Sedição”, Mila Dores destaca: ""Melaço" fala-nos sobre a dificuldade em exprimir o desejo sem rodeios, num tom poético, envolvido por uma sonoridade electrónica melancólica fresca; já "Outra Saia" vive de uma sonoridade crua e sem adornos, em que a voz livre e emocionada da protagonista nos conta uma história de traição embalada pelo riff repetitivo do piano, pretendendo conduzir o ouvinte a um estado de quase-transe , algo próximo do universo da canção tradicional portuguesa; a última canção, "Sol", é uma ode ao sol como símbolo da criação, da renovação e da sensação de bem-estar”.

Relativamente ao novo single – “Levante” -, mais do que dizer ao que vem, importa deixá-lo partir, chegar onde o aguardamos de ouvidos e coração, tal como ela, Mila - se nos dirige sem pudores: “Hey, tu”, diz-nos, numa interjeição intimíssima na voz de uma mulher que é “cantautora” de histórias. “Hey”, respondemos nós. Respondemos e escutamo-la, ouvintes, despertos e próximos. 




Seis Passeios nos Bosques da Ficção


Neste divertido livro, Umberto Eco é companheiro e guia do leitor, explorando com ele os caminhos da forma e do método ficcionais. Eco introduz-nos nesse mundo recorrendo às técnicas do romancista, fazendo-nos colaborar na criação do texto e na investigação de alguns dos mecanismos fundamentais da ficção. De que modo o texto «põe em cena», por intermédio do seu estilo e da sua voz, uma determinada versão do autor? De que modo a narrativa nos incita a continuar, nos convence a perdermo-nos nos seus meandros?

A variedade dos exemplos propostos por Eco é surpreendente – desde os contos de fadas a Flaubert, Poe e Manzoni.

Num capítulo, recorre ao romance policial e à pornografia como ponto de partida para a análise do ritmo da narrativa – a aceleração e o abrandamento estratégicos – e da relação entre tempo real e tempo da narrativa. Noutro capítulo, vamos com Eco na peugada do mosqueteiro D’Artagnan enquanto este percorre as ruas da Paris do século XVII, esbatendo as fronteiras entre história e História.

Com este livro, aprendemos a ser melhores leitores – a interrogar os textos, mesmo quando, subtilmente, começam a influenciar-nos – e também melhores escritores – os «truques do ofício» são aqui desvendados e explicados. Assim, na companhia de Eco, o bosque escuro converte-se num reino de curiosidade, descoberta e puro deleite.

Sobre o Autor

Umberto Eco (1932-2016) foi um eminente filósofo, medievalista e semiólogo italiano. Estreou-se na narrativa com O Nome da Rosa (Prémio Strega 1981), a que se seguiram O Pêndulo de Foucault, A IIha do Dia AntesBaudolino, A Misteriosa Chama da Rainha Loana, O Cemitério de PragaNúmero Zero.

Entre as suas numerosas obras ensaísticas (académicas e outras), destacam-se: O Signo, Os Limites da Interpretação, Kant e o Ornitorrinco, A Passo de Caranguejo, Construir o Inimigo e outros escritos ocasionais, Obra Aberta, Dizer Quase a Mesma Coisa - Sobre a Tradução, Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas e Aos Ombros de Gigantes. Organizou ainda os livros ilustrados História da Beleza, História do Feio e História das Terras e dos Lugares Lendários.

Exposição “Formas Intemporais” no Casino Estoril



O Casino Estoril tem patente, na Galeria de Arte, uma exposição individual de escultura de Marius Moraru, com o título “Formas Intemporais”.

Marius Moraru nasceu em 1963, na Transilvânia, Roménia. Formou-se em Escultura pela Escola Nacional de Belas Artes Sibiu (ENBAS), na Roménia. Estudou Restauração do património nacional. 

Em 1993 viajou para Portugal onde reencontrou as suas raízes latinas e a fascinante diversidade dos mármores, das pessoas e do sol português que o acolheram com a sábia universidade do sangue e do espírito lusitano. Desde então trabalha e reside em Portugal. Participou em mais de seis dezenas de exposições colectivas e realizou 28 mostras individuais.

Do texto de apresentação do catálogo, de autoria de Luís Filipe Sarmento, retira-se:
“(...)Facilmente se identificam as peças de Marius Moraru e paradoxalmente o artista nunca se repete, apresentando em cada nova exposição novas propostas de exaltação não só da pedra mas sobretudo do movimento do corpo que lhe dá vida, emoção e sensação.” 

A exposição individual de escultura “Formas Intemporais”, da autoria de Marius Moraru ficará patente ao público, até 23 de Julho, todos os dias, das 15 às 24 horas. A entrada é livre.
O acesso à Galeria de Arte do Casino Estoril é livre, sendo que a partir das 22 horas, é exclusivamente para maiores de 14 anos, e para maiores de 10 anos quando acompanhados pelos pais.

Do Estado Novo à Democracia - Memórias e Reflexões


Do Estado Novo à Democracia deve ser lido como livro de memórias e de reflexões subjectivas. Nisso consiste a sua originalidade, enriquecida pela personalidade do seu Autor, a sua lucidez, sentido crítico, rigor ético, vivência pessoal dos factos e acontecimentos narrados, espírito pragmático que valoriza as boas soluções e práticas sem se deixar enredar em ideologias ou lógicas partidárias. Como o próprio Autor adverte, não é um livro de história, mas antes uma confissão e um testemunho de alguém que acredita que as grandes transformações civilizacionais não dependem tanto de teorizações políticas e sociológicas mas têm de passar pelo âmago da vida e o coração do Homem. 

Sobre o Autor

Francisco Neto de Carvalho nasceu em Soure, em 22 de Junho de 1921, vindo a falecer em 15 de Junho de 2017, em Lisboa.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1943, foi assistente na disciplina de Economia e Finanças.
Ingressou na carreira diplomática em 1947, tendo sido Cônsul de Portugal em Cardiff entre 1948 a 1951.
A partir de 1955 exerceu as funções de Adjunto do Procurador-Geral da República, e Auditor Jurídico junto da Presidência do Conselho de Ministros.
Desempenhou o cargo de Diretor-Geral do Trabalho e Secretário-Geral do mesmo Ministério desde 1958, tendo nesse quadro sido representante de Portugal no Comité da Mão-de-Obra da OCDE, em Paris.
Assumiu a pasta como Ministro da Saúde e Assistência entre 1963 e 1968, e ainda, em 1968, como Diretor do Instituto de Estudos Sociais, a que viria a suceder o ISCTE.
Foi Presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses entre 1969 e 1974.
Desde 1974, foi vogal permanente do Conselho Superior de Acção Social, Diretor do Gabinete de Relações Internacionais do Ministério dos Assuntos Sociais, representante de Portugal no Comité Diretivo para os Assuntos Sociais do Conselho da Europa. Em 1980 foi ainda Professor Convidado da Universidade Livre, em Lisboa.
Entre 1983 e 1991 foi Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas.
Em 1991 foi ainda Professor Catedrático convidado de Filosofia do Direito, na Universidade Internacional, em Lisboa.
Agraciado com as seguintes condecorações: Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e Grã-Cruz do Cruzeiro do Sul.

Publicou os seguintes livros: Problemas da Saúde e Assistência, Direção-Geral dos Hospitais, Lisboa, 1964;O Homem, Ponta de Lança do Universo, Almedina, 1977; Direito, Biologia e Sociedades em Rápida Transformação, Almedina, 1992; A Pergunta da Inês – As Raízes do Bem e do Mal, Principia, 1999. Deixou ainda a obra inédita Do Estado Novo à Democracia – Memórias e Reflexões, que ora se publica.

Novo CLA Shooting Brake


O novo CLA Shooting Brake, disponível no mercado a partir de setembro, espelha um design de pureza sensual e está equipado com tecnologia digital inteligente, onde incorpora o MBUX com reconhecimento de voz e a função EASY-PACK de série, para um mais fácil acesso à bagageira. O novo modelo tem mais espaço no interior do que o seu antecessor, em particular nas zonas dos ombros, cabeça e cotovelos – mede mais 48 mm de comprimento e 53 mm de largura. Os preços iniciais do CLA Shooting Brake começam nos 39.300€ para a versão base 180 d com caixa manual.