segunda-feira, 4 de outubro de 2021

«O Ano do Dilúvio» de Margaret Atwood



Já está disponível desde quinta-feira, 30 de setembro, a nova edição de O Ano do Dilúvio, de Margaret Atwood, um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano: a nossa capacidade para a destruição e para a esperança.

Margaret Atwood cria um detalhado mundo futuro, crível e horripilante, de experimentação genética fora de controlo, de moral totalmente erodida e de corporações que controlam a vida de cada um. Nenhuma das mudanças tecnológicas ou políticas é tão rebuscada ao ponto de ser inacreditável. Este não é um futuro inteiramente imaginado, mas uma distopia com as suas rotas firmes nos dias atuais.

Sinopse 

Os tempos e as espécies estão a mudar rapidamente. A sociedade e a estabilidade ambiental estão a desmoronarse. Adão, o líder dos Jardineiros - uma seita dedicada à fusão de ciência e religião, bem como à preservação de toda a vida vegetal e animal - há muito previu um desastre natural que alterará a Terra como a conhecemos. Agora aconteceu, obliterando a maior parte da vida humana. O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém? Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano: a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor. 

Sobre a Autora

Margaret Atwood nasceu em Otava, em 1939. É a mais celebrada autora canadiana e, além de A História de Uma Serva – agora uma série de televisão multipremiada –, publicou mais de quarenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Arthur C. Clarke, o Booker Prize (em duas ocasiões, por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, em 2019), o Prémio Príncipe das Astúrias para a Literatura, o Pen Center USA Lifetime Achievement Award e o Prémio da Paz dos Editores e Livreiros Alemães. Foi ainda agraciada com o título de Chevalier da Ordem das Artes e das Letras de França e com a Cruz de Oficial da Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha. Uma das mais ativas vozes do feminismo moderno, na ficção e na não ficção, está traduzida para trinta e cinco línguas. Vive em Toronto. 

Crónica Coaching - Nuno Reis


QUAL O EXEMPLO

Bem vindos a mais esta partilha.

Somos a mensagem que enviamos a cada segundo ou será que o nosso verdadeiro Eu, é algo que não é possível estruturar em conceito científico?
Começamos com uma frase algo complexa e que foi construída para que crie o fluxo de reflexão e de reorientação de foco. Sendo que atravessamos um “deserto”, que sentimos estar sozinhos e desamparados; o voltar ao Eu inicial confirma-se como algo essencial para que aconteça a reestruturação interna e global. O desafio é a tolerância, interior e para com os outros, pelo facto de aparentemente terem desaparecido as causas e os heróis, de súbito ficamos a noção de que não podemos fazer nada.
Da mesma forma que o colibri dá a sua contribuição para apagar o fogo e através do seu exemplo cria o impulso para que todos os animais se juntem a ele e conseguirem (em união) parar o fluxo do fogo; cada um tem esse mesmo poder: acreditar. Para mim e em tudo o que desenvolvo, tanto na Consultoria Bem Estar como na Agência de Viagens, sinto a força que existe no nosso interior e no que conseguimos realizar através da energia da criação, criatividade e pró-actividade. Somos tanto e em demasia duvidamos, criando inúmeros bloqueios que se transformam em razões para “nada fazermos”. Até neste ponto damos fundamento ao poder de acreditarmos, por estarmos tão seguros e conscientes que esta é a única forma de sobreviver, assumimos e acreditamos que é assim e pronto.
Mas somos tão mais, que sinto que a maioria desconhece o seu real valor e potencial, escolhendo passar pela sua vida apenas a sobreviver aos dias até chegar ao momento em que deixa de cá estar.

Queres saber mais? Fala comigo através do +351 912 209 574.
Recebe Boa energia e até para a semana 😊

Apresentação Nuno Reis

Chamo-me Nuno e ajudo pessoas a ficarem mais confiantes, motivadas e a saberem como optimizar o imenso potencial que têm dentro de si. A minha vocação é simplificar o que é necessário ser desenvolvido, para que conheçam a forma mais adequada de aproveitar oportunidades.

O foco é o potencial que tens dentro de ti e a criação da estratégia personalizada que dê resposta às tuas reais necessidades e com isso, teres acesso a um nível superior de performance e de sucesso.

A preparação mental é fundamental e vamos criar um plano personalizado de melhoria, para que melhores a forma de como geres as tuas emoções, energia e motivação, fortalecendo a tua capacidade de resposta em toda e qualquer situação. O plano que iremos criar juntos tem previsto a expansão da tua influência e notoriedade nas redes sociais, para que aumentes a percentagem de seguidores e com isso, consigas mais contactos qualificados para alavancares o teu sucesso. Vamos planear reuniões enquadradas com o teu Plano estratégico, assim como programas e eventos de fortalecimento de imagem. O aconselhamento e a orientação de tudo o que envolve a base do sucesso que pretendes alcançar.







sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Sete dicas para recuperar de um erro de trabalho


Mesmo os melhores de nós cometem erros no trabalho. Uma gralha embaraçosa num e-mail, o esquecimento do envio de ficheiros importantes, a derrapagem de um prazo de entrega. Pode até ser algo mais grave e impactante, como adotar uma estratégia ineficaz ou tomar medidas que fizeram com que a sua empresa perdesse um cliente.

Cometer um erro pode ser embaraçoso, preocupante e pode fazer com que os outros o questionem ou ainda questionar-se a si próprio. A boa notícia é que se pode recuperar e que errar faz parte do crescimento e desenvolvimento da carreira. É inevitável que se cometam erros. A chave é aprender com eles e tornar-se um profissional melhor no futuro. É a forma como lida e entende a situação como uma oportunidade para progredir que determina o tipo de profissional é! Mas se acontecer, aplique estas dicas da Adecco Portugal para corrigir as consequências.

1. ASSUMIR A RESPONSABILIDADE

A primeira coisa que se deve fazer é assumir a responsabilidade do erro. Isto pode ser difícil, mas é um primeiro passo muito importante para corrigir a situação. Evitar arranjar desculpas e culpar outros ou circunstâncias atenuantes. Tudo isto é demasiado comum. Tome posse, as pessoas irão respeitá-lo por isso.

2. SER GENUINAMENTE APOLOGÉTICO

As pessoas são geralmente compreensivas quando se comete um erro. Se achar que é necessário um pedido de desculpas, torne-o genuíno. Comunicar imediatamente com as pessoas afetadas e dizer-lhes que lamenta o que aconteceu é a melhor opção. Seja breve e conciso. Não há necessidade de longas justificações ou de uma explicação das coisas que conduziram ao erro.

3. OFERECER UMA SOLUÇÃO

O que importa é a forma como se lida com o erro. Assim que notar que cometeu um erro, comece a pensar em formas de rectificar a situação. Ir à sala do gestor de equipa só para dizer que cometeu um erro é uma coisa, mas se oferecer também um leque de opções possíveis para resolver o problema é uma abordagem muito mais positiva. O seu gestor compreenderá que não só reconheceu o erro e pediu desculpa, mas que já está a tentar corrigi-lo.

4. MANTER A PERSPETIVA

Não exagere nem se castigue pelo facto de ter cometido um erro no trabalho. Manter as coisas em perspetiva e considerar a gravidade e o impacto do erro é fundamental para conter a ansiedade. Qual é o impacto? Se for menor, aceite-o e siga em frente. Se for mais grave, poderá ter algum motivo de preocupação, mas o leque de soluções que oferece para resolver ou atenuar as consequências que poderão ser positivas.

5. ANALISAR OS PROCESSOS QUE CONDUZIRAM AO ERRO

Isto é importante. Cometer um erro é perdoável, mas cometer o mesmo erro duas ou mais vezes não será aceite. Uma vez encontrada uma solução para corrigir o erro, veja os passos que levaram a que o erro fosse cometido no trabalho. Houve algum lapso? Saltou um passo? Apressou-se no seu trabalho e esqueceu-se de o verificar? Havia algo que pudesse ter feito para evitar que o erro acontecesse? Compreender como é que o erro foi cometido.

6. EVITAR QUE VOLTE A ACONTECER

Se não quiser cometer o mesmo erro duas vezes, precisa de compreender como evitar que isso volte a acontecer. Para erros menores, isto pode ser óbvio. No entanto, para erros maiores, pode não ser imediatamente óbvio. Não tenha receio de pedir ajuda. Fale com o seu gestor e colegas sobre formas de evitar que se repita. Se estiver a cometer o erro, outros também podem  cometer o mesmo erro no trabalho. Trabalhar com os outros para criar um plano para prevenir a sua ocorrência é fundamental.

7. RECONQUISTAR A CONFIANÇA

A confiança pode ser perdida quando se comete um erro no trabalho, mesmo que tenha tomado medidas para corrigir o problema. Pode haver algumas questões de confiança subjacentes que precisam de ser abordadas. Dizer que não voltará a cometer o mesmo erro é um bom começo, mas as ações são mais relevantes do que as palavras. Mostre às pessoas afetadas que aprendeu ao fazer um excelente trabalho. Mesmo os maiores erros podem ser esquecidos com o tempo.

A denúncia e o humanismo como musas


Edição simultânea, na coleção Dois Mundos, de Homenagem à Catalunha e O Caminho para Wigan Pier, duas referências na intervenção política e social de George Orwell.
 
Pioneira na publicação de Homenagem à Catalunha nos anos 70, a Livros do Brasil volta a disponibilizar no mercado português esta obra de George Orwell cujo tema principal é o combate ao totalitarismo e a defesa do socialismo democrático. Com uma nova tradução do poeta e dramaturgo Daniel Jonas, estes textos acompanham o momento em que o autor integrou as forças republicanas que lutavam na Guerra Civil Espanhola.

Em sincronia, é editado O Caminho para Wigan Pier, uma denúncia das condições de trabalho dos operários e da luta de classes, num momento em que o fascismo ameaçava a Europa. O presente volume, um dos primeiros títulos do autor, conta agora com uma nova tradução e nota prévia de José Lima. O livro reproduz, em 32 páginas, as fotografias que acompanharam a edição original da obra.

Os livros já se encontram em pré-venda e estarão disponíveis nas livrarias a 7 de outubro.

Sobre o Autor

George Orwell, pseudónimo do escritor Eric Arthur Blair, nasceu na cidade de Motihari, na então Índia britânica, a 25 de junho de 1903, tendo-se mudado para Inglaterra com a família, ainda durante a infância. Escritor e jornalista, Orwell é uma das mais influentes figuras da literatura do século XX. Defensor incondicional da liberdade humana e acérrimo opositor do totalitarismo, inscreve-se no panorama literário com as obras Dias Birmaneses (1934) e Homenagem à Catalunha (1938). Mas será, sem dúvida, com Quinta dos Animais (1945) e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (1949), duas narrativas com uma atualidade assombrosa, que o autor alcança o reconhecimento internacional. Morreu de tuberculose, em Londres, a 21 de janeiro de 1950.

Oração a que Faltam Joelhos vence Prémio John dos Passos

O romance Oração a que Faltam Joelhos, publicado pela Porto Editora, é o grande vencedor da 5ª edição do galardão John dos Passos.

O anúncio foi feito pelo Secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, numa cerimónia no Centro Cultural John Dos Passos, em Ponta do Sol, freguesia da Madeira. O Prémio John dos Passos honra o nome do grande escritor americano descendente de imigrantes portugueses da Madeira. No valor pecuniário de 7.500 euros, visa premiar obras publicadas no biénio anterior ao ano a que respeita. Na presente edição, estiveram a concurso 45 obras, na modalidade de prosa de ficção, romance ou antologia de contos.

Editado em setembro de 2020, Oração a que Faltam Joelhos apresenta-nos as reflexões interiores de Kate Souza – uma filha de emigrantes portugueses nos EUA –, os seus anseios e preces, e é o segundo livro de Jacinto Lucas Pires pela Porto Editora, depois de A Gargalhada de Augusto Reis.

Sinopse

Oração a que Faltam Joelhos

Órfã de mãe, desde cedo Kate Souza aprendeu a conviver com os silêncios do pai António e o espaço que estes ocupavam na ampla casa familiar, de madeira, com cerca e relvado à frente, igual a tantas outras, nessa terra das oportunidades para onde há muito os pais haviam emigrado. No entanto, quando António morre afogado no rio Lima, durantes as primeiras férias de Kate em Portugal, ela sente-se perdida, culpada e com uma história nas mãos. Uma história que é a sua vida. Talvez seja isso que, num mundo duro e doente, com cada vez menos capacidade de imaginação, faz dela escritora. Identidade e culpa, amizade e amor, jornalismo e literatura, totalitarismo e loucura, terrorismo e religião cruzam-se na história desta mulher, num tempo e num mundo onde, à falta de outro milagre, as velhas linguagens parecem querer renascer.

PVP: 17,70€


Carolina Deslandes estreia novo tema ECO

Carolina Deslandes acaba de lançar ECO, uma nova canção e vídeo, no prestigiado Colors, uma das mais importantes plataformas internacionais de música, no mesmo dia em que anuncia dois concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente a 21 e 22 de Janeiro de 2022. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais a partir da próxima terça-feira, 21 de Setembro.

ECO evoca e homenageia Amália através do refrão de “Grito”. Tem produção de AGIR e interpretação de Diogo Clemente e Ângelo Freire, e já está disponível em todas as plataformas Colors. Com uma estética singular e uma curadoria rigorosa, que mapeia o globo na procura dos artistas mais criativos e originais, Colors preconiza uma abordagem clara e serena da música num meio que considera fragmentado e saturado, oferecendo um palco minimalista para que os artistas desenvolvam performances no osso, sem artifícios.

Carolina Deslandes regressa aos Coliseus como uma das maiores artistas da actual geração de cantores e compositores portugueses. Foi distinguida, pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Cinco Estrelas “Personalidade na área da Música”, dias depois do lançamento do seu muito aguardado último EP, “Mulher”, que apresentou ao vivo num evento esgotado em horas e a que regressa agora nos Coliseus. O mais recente projeto de Carolina Deslandes é um EP, uma curta-metragem e a expressão máxima de uma artista de causas, que se transcende a cada passo que dá. A curta-metragem de ‘Mulher’, em que se podem ouvir as canções do EP e assistir à ficção escrita, narrada e protagonizada por Carolina Deslandes, representa várias gerações de mulheres vítimas de violência doméstica. “Mulher” foi #1 do iTunes, no dia de lançamento e o single “Não Me Importo” teve entrada direta para o top 100 do Spotify em Portugal.

“Mulher” sucedeu ao EP “Mercúrio”, lançado também em 2020, em parceria com Jimmy P, e ao álbum “CASA”, o terceiro disco de originais de Carolina Deslandes, editado em abril de 2018 e que entrou directamente para o 1.o lugar do Top nacional de vendas, tornando-se o álbum que mais vendeu na semana de estreia, nesse ano. “CASA” inclui três singles que atingiram os tops de vendas e streaming: “A Vida Toda”, que conquistou o Galardão de Dupla Platina e foi distinguido com o Globo de Ouro de Melhor Música, “Avião de Papel”, uma parceria com Rui Veloso, com certificado de Platina e “Adeus, Amor Adeus”, single de Ouro.     

Carolina Deslandes editou em 2014 “Blossom” e “Mountains”, o dueto com Agir, que se tornou num sucesso sem precedentes, contabilizando até hoje perto de 15 milhões de visualizações. Em 2012, “Não É Verdade” seria o primeiro single a chegar às maiores rádios nacionais, extraído do seu álbum homónimo, depois de em 2010 ser a artista revelação do programa “Ídolos”, em que conquistou o público português.

Museu do Oriente mostra a Ásia de “Outros Mundos. Fotografias de Ana Abrão”


Ao longo de um ano, um mês e uma semana, a fotógrafa Ana Abrão percorreu a Ásia, sem roteiro definido, registando pessoas, lugares e tradições. Este olhar sobre os “Outros Mundos” que encontrou pode agora ser visitado no Museu do Oriente, numa exposição de 60 fotografias que abre ao público a 15 de Outubro.

A exposição está organizada por núcleos temáticos, que destacam uma característica cultural, tribo ou minoria étnica de regiões específicas da Ásia: as práticas devocionais dos Naga Sadhus, ou sadhus nus, da Índia; um ritual xamânico da comunidade Hmong, no Vietname, ou a vida singular dos “nómadas do mar” da Ilha de Mabul, no Bornéu. 

Aliando a fotografia de retratos a uma grande experiência como viajante, Ana Abrão utiliza a fotografia como ferramenta de comunicação, registando a beleza de culturas diversas e, em simultâneo, pondo em evidência questões sobre Direitos Humanos.

Formada em Psicologia e doutorada em Psicologia/Informática, Ana Abrão reduziu o seu investimento na carreira de professora universitária, depois de onze anos a leccionar, para seguir a paixão pela Fotografia, que exerce profissionalmente há cerca de treze anos.

A autora luso-brasileira já representou Portugal em concursos internacionais de fotografia, tendo recebido os mais variados prémios (21 medalhas e 61 menções honrosas) e, pontualmente, participa em salões de fotografia como membro de júris nacionais e internacionais. Actualmente, é a representante da Photographic Society of America em Portugal e curadora do site de fotografia Olhares.com.


A imagem principal de “Outros Mundos. Fotografias de Ana Abrão” conquistou o 1º lugar no tema “Celebration of Humanity”, tendo sido seleccionada como a melhor imagem individual entre 20 mil, pelo Travel Photographer of the Year (TPOTY - Bélgica).

O livro da fotógrafa Ana Abrão que acompanha esta exposição, intitulado “Outros Mundos. Um ano, um mês e uma semana de aventuras e fotografias na Ásia”, é apresentado no Museu do Oriente no dia 23 de Outubro, 18.00, pelo fotógrafo André Boto.

“Outros Mundos. Fotografia de Ana Abrão” está patente no Museu do Oriente até 30 de Janeiro de 2022.

Site dos resorts VidaMar recebe prémio internacional


O renovado site dos VidaMar Hotels & Resorts acaba de ser reconhecido com o galardão “Outstanding Website” nos Web Awards de 2021, organizados pela Web Marketing Association e que se realizam desde 1997.

Desenvolvido pela UP Hotel Agency, empresa britânica de Marketing e Desenvolvimento Web, que trabalha com grandes hotéis a outras unidades de alojamento em todo o mundo, o site apresenta uma imagem dinâmica, moderna e visualmente impactante, com interface intuitiva quer na vertente desktop quer mobile, recebendo este prémio pelas suas características poucos meses depois de ter sido lançado.

O painel de jurados, composto por especialistas na área e oriundos de vários países, avaliaram sites de 97 entidades. As categorias de Websites de Hotéis e Lodging foram analisadas de acordo com o seu design, usabilidade, copywriting, interatividade, inovação e conteúdo.

“Apostar num novo site em pleno ano de pandemia, com as dificuldades que se conhecem no setor turístico, e vermos que este investimento foi reconhecido com um prémio tão prestigiante, enche-nos de orgulho e vontade de continuar a fazer mais e melhor pelos nossos clientes e pelas nossas marcas. No período de um ano, ganhámos o prémio de “Melhor Filme de Turismo do Mundo” com o filme de apresentação do VidaMar Algarve e o nosso website é considerado como Excelente, no principal concurso de prémios a websites. Todas as equipas envolvidas estão de parabéns e podem ver nestas conquistas a valorização do seu trabalho”, destaca Virgínia Saraiva, vice-presidente do Conselho de Administração do grupo português.

Resistência celebram 30 anos no CCB

Há trinta anos Portugal e o mundo eram diferentes. Mas algumas das canções que ainda hoje unem multidões, já ressoavam nas rádios e salas do país. Muitas foram elevadas por um coletivo de nome Resistência, que cumpre este ano três décadas de carreira. Para as comemorações, o supergrupo decidiu preparar um espetáculo especial que será apresentado em Dezembro em duas das mais importantes salas do país: dia 11 de Dezembro na Casa da Música, no Porto e dia 21 no CCB - Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

O projeto Resistência nasceu da intenção de juntar guitarras e vozes e reunir as melhores canções de uma geração. Os primeiros passos foram dados por Pedro Ayres de Magalhães, Fernando Cunha, Miguel Angelo e Tim, que depressa recrutaram Fernando Júdice, Yuri Daniel, Fred Mergner, Dudas, Alexandre Frazão e Olavo Bilac para se juntarem à aventura. Nasceu assim a primeira superbanda portuguesa. 'Palavras ao Vento' (1991), o álbum de estreia, 'Mano a Mano' (1992) e 'Ao Vivo no Armazém 22' são testemunhos do verdadeiro poder aglutinador de êxitos como 'Nasce Selvagem', 'Não Sou o Único' ou 'Lugar ao Sol'.  

Hoje, 30 anos volvidos, dão continuidade a esta história Fernando Cunha, Tim, Miguel Angelo, Olavo Bilac, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Mário Delgado e Pedro Jóia. Em Dezembro, este grupo de amigos voltará a apresentar-se em palco para cantar a uma voz e celebrar uma história já longa mas que está longe do fim.

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

STCP lança campanha com foco no público mais jovem


A pensar nos clientes das gerações mais jovens, a STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto lança, hoje, uma campanha publicitária, procurando romper com a habitual linguagem formal e institucional da empresa. Uma campanha irreverente, repleta de cor e energia que vai ao encontro dos interesses deste segmento de clientes.

A campanha pretende dar início a um movimento, no qual a STCP se envolve nesta comunidade. Trata-se de uma geração rica em criatividade, sem medo de expressar a sua individualidade, que luta por valores sociais e ambientais. Através do desenvolvimento de uma plataforma própria para este público, a STCP adota uma linguagem de proximidade e de reconhecimento, a partir da qual pretende prestar o seu tributo a esta geração.

Sob o mote “ONDE QUER QUE VÁ, É AQUI QUE COMEÇO”, a campanha pretende enunciar as várias vivências de uma viagem na STCP, onde para um jovem uma deslocação escola/faculdade ou o regresso a casa é muito mais do que uma simples viagem. É um momento de criação de memórias, de absorção de conhecimentos e formulação de pensamentos. Mais do que uma viagem, é “ONDE TUDO COMEÇA”.

O desafio da STCP é apresentar a este público mais jovem a oferta atualmente existente de títulos de transporte gratuitos ou com descontos até 60%, condição que permite que a mobilidade seja acessível para todos, mas também que a utilização frequente de transportes se traduz num contributo coletivo para mitigar as alterações climáticas, aumentar a qualidade de vida nas cidades e tornar a sociedade mais inclusiva.

A campanha “ONDE QUER QUE VÁ, É AQUI QUE COMEÇO” decorre até meados de novembro e estará presente em televisão (Porto Canal), digital (site, displays nos autocarros, facebook, instagram, Twitter, linkedin e TikTok da STCP), outdoors e no exterior de algumas viaturas da maior operadora de transportes coletivos da AMP – Área Metropolitana do Porto. A criatividade é da Bastarda.