segunda-feira, 4 de outubro de 2021
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sexta-feira, 1 de outubro de 2021
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Oração a que Faltam Joelhos vence Prémio John dos Passos
O romance Oração a que Faltam Joelhos, publicado pela Porto Editora, é o grande vencedor da 5ª edição do galardão John dos Passos.
O anúncio foi feito pelo Secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, numa cerimónia no Centro Cultural John Dos Passos, em Ponta do Sol, freguesia da Madeira. O Prémio John dos Passos honra o nome do grande escritor americano descendente de imigrantes portugueses da Madeira. No valor pecuniário de 7.500 euros, visa premiar obras publicadas no biénio anterior ao ano a que respeita. Na presente edição, estiveram a concurso 45 obras, na modalidade de prosa de ficção, romance ou antologia de contos.
Editado em setembro de 2020, Oração a que Faltam Joelhos apresenta-nos as reflexões interiores de Kate Souza – uma filha de emigrantes portugueses nos EUA –, os seus anseios e preces, e é o segundo livro de Jacinto Lucas Pires pela Porto Editora, depois de A Gargalhada de Augusto Reis.
Sinopse
Oração a que Faltam Joelhos
Órfã de mãe, desde cedo Kate Souza aprendeu a conviver com os silêncios do pai António e o espaço que estes ocupavam na ampla casa familiar, de madeira, com cerca e relvado à frente, igual a tantas outras, nessa terra das oportunidades para onde há muito os pais haviam emigrado. No entanto, quando António morre afogado no rio Lima, durantes as primeiras férias de Kate em Portugal, ela sente-se perdida, culpada e com uma história nas mãos. Uma história que é a sua vida. Talvez seja isso que, num mundo duro e doente, com cada vez menos capacidade de imaginação, faz dela escritora. Identidade e culpa, amizade e amor, jornalismo e literatura, totalitarismo e loucura, terrorismo e religião cruzam-se na história desta mulher, num tempo e num mundo onde, à falta de outro milagre, as velhas linguagens parecem querer renascer.
PVP: 17,70€
Carolina Deslandes estreia novo tema ECO
Carolina Deslandes acaba de lançar ECO, uma nova canção e vídeo, no prestigiado Colors, uma das mais importantes plataformas internacionais de música, no mesmo dia em que anuncia dois concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente a 21 e 22 de Janeiro de 2022. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais a partir da próxima terça-feira, 21 de Setembro.
ECO evoca e homenageia Amália através do refrão de “Grito”. Tem produção de AGIR e interpretação de Diogo Clemente e Ângelo Freire, e já está disponível em todas as plataformas Colors. Com uma estética singular e uma curadoria rigorosa, que mapeia o globo na procura dos artistas mais criativos e originais, Colors preconiza uma abordagem clara e serena da música num meio que considera fragmentado e saturado, oferecendo um palco minimalista para que os artistas desenvolvam performances no osso, sem artifícios.
Carolina Deslandes regressa aos Coliseus como uma das maiores artistas da actual geração de cantores e compositores portugueses. Foi distinguida, pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Cinco Estrelas “Personalidade na área da Música”, dias depois do lançamento do seu muito aguardado último EP, “Mulher”, que apresentou ao vivo num evento esgotado em horas e a que regressa agora nos Coliseus. O mais recente projeto de Carolina Deslandes é um EP, uma curta-metragem e a expressão máxima de uma artista de causas, que se transcende a cada passo que dá. A curta-metragem de ‘Mulher’, em que se podem ouvir as canções do EP e assistir à ficção escrita, narrada e protagonizada por Carolina Deslandes, representa várias gerações de mulheres vítimas de violência doméstica. “Mulher” foi #1 do iTunes, no dia de lançamento e o single “Não Me Importo” teve entrada direta para o top 100 do Spotify em Portugal.
“Mulher” sucedeu ao EP “Mercúrio”, lançado também em 2020, em parceria com Jimmy P, e ao álbum “CASA”, o terceiro disco de originais de Carolina Deslandes, editado em abril de 2018 e que entrou directamente para o 1.o lugar do Top nacional de vendas, tornando-se o álbum que mais vendeu na semana de estreia, nesse ano. “CASA” inclui três singles que atingiram os tops de vendas e streaming: “A Vida Toda”, que conquistou o Galardão de Dupla Platina e foi distinguido com o Globo de Ouro de Melhor Música, “Avião de Papel”, uma parceria com Rui Veloso, com certificado de Platina e “Adeus, Amor Adeus”, single de Ouro.
Carolina Deslandes editou em 2014 “Blossom” e “Mountains”, o dueto com Agir, que se tornou num sucesso sem precedentes, contabilizando até hoje perto de 15 milhões de visualizações. Em 2012, “Não É Verdade” seria o primeiro single a chegar às maiores rádios nacionais, extraído do seu álbum homónimo, depois de em 2010 ser a artista revelação do programa “Ídolos”, em que conquistou o público português.
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Resistência celebram 30 anos no CCB
Há trinta anos Portugal e o mundo eram diferentes. Mas algumas das canções que ainda hoje unem multidões, já ressoavam nas rádios e salas do país. Muitas foram elevadas por um coletivo de nome Resistência, que cumpre este ano três décadas de carreira. Para as comemorações, o supergrupo decidiu preparar um espetáculo especial que será apresentado em Dezembro em duas das mais importantes salas do país: dia 11 de Dezembro na Casa da Música, no Porto e dia 21 no CCB - Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
O projeto Resistência nasceu da intenção de juntar guitarras e vozes e reunir as melhores canções de uma geração. Os primeiros passos foram dados por Pedro Ayres de Magalhães, Fernando Cunha, Miguel Angelo e Tim, que depressa recrutaram Fernando Júdice, Yuri Daniel, Fred Mergner, Dudas, Alexandre Frazão e Olavo Bilac para se juntarem à aventura. Nasceu assim a primeira superbanda portuguesa. 'Palavras ao Vento' (1991), o álbum de estreia, 'Mano a Mano' (1992) e 'Ao Vivo no Armazém 22' são testemunhos do verdadeiro poder aglutinador de êxitos como 'Nasce Selvagem', 'Não Sou o Único' ou 'Lugar ao Sol'.
Hoje, 30 anos volvidos, dão continuidade a esta história Fernando Cunha, Tim, Miguel Angelo, Olavo Bilac, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Mário Delgado e Pedro Jóia. Em Dezembro, este grupo de amigos voltará a apresentar-se em palco para cantar a uma voz e celebrar uma história já longa mas que está longe do fim.
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.











