quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Os Marialvas regressam ao Casino Estoril


Hoje a partir das 22 horas o Lounge D acolhe mais uma noite de fado. Com um estilo muito próprio, o trio “Fado Marialva” reencontra-se com os visitantes do Casino Estoril para interpretar os melhores temas do seu repertório. Em palco estarão, também, Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.

Com Os Marialvas, a “canção nacional” volta a ter no seu seio uma característica que quase sempre a acompanhou mas, que já há algum tempo, andava arredada, a Festa Brava. Este experiente trio presta homenagem a um elenco de artistas que se dedicou, durante décadas, a enaltecer essa mesma festa de gratas tradições culturais. 

Os Marialvas são três aficionados práticos que, no intuito de recuperarem essa tradição, reuniram-se em gravação para cantarem e encantarem em fados “castiços” de grande riqueza poética. Rodrigo Pereira, Carlos Pegado, antigos forcados dos grupos de Vila Franca e Montemor, e Manuel da Câmara, filho do consagrado Vicente da Câmara, decidiram avançar com este magnífico projecto, logo após a experiência que foi o espectáculo “Ribatejo em Festa”.

Recorde-se que, as noites de fados continuam em destaque no Lounge D do Casino Estoril. O ciclo renova-se às Quartas-Feiras: José da Câmara e Cláudia Leal apresentam-se no dia 9 de Novembro. Cristiano de Sousa e Ana Margarida sobem ao palco no dia 16, seguindo-se Peu Madureira e Ana Sofia Varela no dia 23. Gonçalo Castelbranco e Tânia Oleiro serão os protagonistas no dia 30 de Novembro.

Noite de pole dance no Casino Lisboa com Sara e Raquel


Com propostas de animação muito diversificadas, o Casino Lisboa acolhe amanhã um espectáculo de pole dance no palco central do Arena Lounge. Sara e Raquel são as protagonistas. Com entrada livre, a não perder, a partir das 23 horas.

Sara e Raquel são duas apaixonadas por pole dance. Essa paixão juntou-as em performances que combinam a dança com as forças combinadas, flexibilidade e acrobacia. 

Recorde-se que, o amplo espaço do Arena Lounge acolhe, de Quinta-Feira a Domingo, um versátil cartaz que engloba, ainda, espectáculos de música ao vivo e de novo circo.

Ariana Grande em Lisboa - Junho de 2017


A artista multi-platinada, nomeada para os Grammy, passa por Lisboa a 11 de Junho de 2017 com um concerto no MEO Arena e já pode comprar os bilhetes nos locais habituais.


Gustavo Sequeira - Corações Invisíveis, disco de estreia


“Corações Invisíveis” é o nome do álbum de estreia de Gustavo Sequeira, produzido por Manuel Paulo e no qual participam nomes como Mário Laginha, Marta Hugon, Alexandre Frazão, Mário Delgado, entre outros.

Gustavo Sequeira dá voz aos temas de “Corações Invisíveis”, assina a autoria de todas as letras do álbum e a composição de dez dos onze temas. O álbum começou a ser estruturado e produzido em 2014, em parceria com Luís Pedro Fonseca. O tempo não foi suficiente para que pudessem concluir o projecto, o qual acabou por ser produzido e gravado por Manuel Paulo que procurou preservar os registos que haviam sido desenvolvidos até então.

Embora o nome de Gustavo Sequeira seja desconhecido do grande público, a sua ligação à música não é nova. Ainda jovem, integrou várias bandas de garagem e cantou em bares míticos da década de 80 – como o “Cantador-Mor”.

É nesta época que surge a oportunidade de concorrer ao Festival da Canção, onde arrecada o prémio de melhor canção com “Esta página em branco”, cujo arranjo foi assinado por José Mário Branco – que o convida para integrar a sua banda, onde se manteve por longos anos.

Já na década de 90, Gustavo foi colaborando com diversos músicos e deu voz a inúmeros jingles de publicidade, que ainda hoje perduram na memória dos portugueses. É deste trabalho que surge a sua relação com nomes como Zé da Ponte, Guilherme Inês, Manuel Faria ou Luís Pedro Fonseca.

Tendo sempre a música como a sua grande paixão, Gustavo Sequeira não fez dela a sua actividade principal. O passar dos anos, a maturidade e a vontade crescente em entregar-se à composição fizeram surgir “Corações Invisíveis” – álbum que agora edita em nome próprio.


Atenção Porto, Tim no Coliseu amanhã


“Nem consigo explicar o prazer que é para mim tocar com estes músicos”, explica Tim, visivelmente entusiasmado. “Há o João Cardoso, que toca muito com o Jorge Palma e com o Sérgio Godinho, o Fred Ferreira que é outro companheiro muito ocupado, toca com Orelha Negra, por exemplo, e depois o Gabriel Gomes que tem andado na estrada com o Fandango. Há ainda o Fernando Júdice, que toca no Trovante e é meu companheiro na Resistência. Conseguir que todos me possam acompanhar, enche-me de orgulho. Depois, claro, terei ao meu lado o Moz Carrapa, que é o meu braço esquerdo”, explica, entre risos.

“Tocar com estes companheiros”, explica ainda Tim, “é muito bom, e traduz-se sempre num momento muito especial. Para quem faz estrada há tanto tempo como eu, por vezes vermo-nos rodeados de caras novas também é estimulante. Dá outra força às canções. E em palco é sempre fantástico, porque é uma outra forma de fazer a mesma coisa,  que é dar vida aquelas histórias todas. É sempre diferente. E sempre fantástico”, sublinha.

Na quinta-feira, Tim leva as canções que gravou em palco, no festival O Sol da Caparica, em 2015, e assinará uma noite especial, de partilha, com a música portuguesa a ser o centro de uma celebração intensa e verdadeira.

 Um homem, os seus amigos, as canções e o público.

 As histórias e as emoções. A amizade e as melodias.

 É de noites assim que se faz a vida.

Ciclo de conferências sobre a Tetralogia de Wagner


Em Novembro, o Goethe-Institut em Lisboa continua a apresentação do Ciclo de conferências em torno da Tetralogia O Anel do Nibelundo de Richard Wagner. Esta iniciativa é organizada pelo Círculo Richard Wagner em parceria com o Goethe-Institut Portugal. No dia 9 de Novembro, Carlos João Correia irá falar sobre o tema O Anel de Wagner e a mitologia nórdica: variações em torno do mito de Balder. No dia 16 de Novembro é a vez de João Paulo André com o tema A Forja d'O Anel do Nibelungo:  a contribuição da ciência, e no dia 30 de Novembro é Mário Vieira de Carvalho quem termina o ciclo com Parsifal: a última jornada de O Anel do Nibelungo.

Fack ju, Goethe


Enquanto esteve preso, Zeki Müller só pensava no saque dos seus últimos assaltos, que tinha escondido e que queria recuperar. Só que, após ser libertado, tem uma má notícia: por cima do esconderijo foi construído um pavilhão desportivo da Escola Secundária Goethe. Para poder recuperar o dinheiro, Zeki candidata-se ao cargo de zelador da escola, mas acaba por ser contratado como professor-substituto. Vê-se então obrigado a lidar com miúdos problemáticos que nem sequer “Fuck you, Goethe” são capazes de escrever corretamente. Começa assim, de forma inesperada, a carreira pedagógica de Zeki. Uma comédia divertida e um dos maiores sucessos de bilheteira na Alemanha em 2013.

O Kellerkino - Cinema na biblioteca é um ciclo de cinema dedicado ao melhor que o cinema alemão tem para oferecer. De duas em duas semanas, na terça-feira a partir das 19h30, poderão ver filmes alemães no confortável espaço da nossa biblioteca, acompanhados de umas deliciosas pipocas.

EUROPOLY


No dia 4 de Novembro às 21h30, Cláudia Dias e Pablo Fidalgo Lareo apresentam o seu mais recente trabalho Segunda-feira: Atenção à Direita! no âmbito do projeto EUROPOLY em colaboração com o Goethe-Institut Portugal no Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra.

EUROPOLY apresenta o primeiro espetáculo do ciclo de sete peças que Cláudia Dias criará ao longo dos próximos sete anos onde se propõe constituir um combate de boxe. Punhos cerrados, full contact, uma coisa parece certo: Cláudia e Jaime vão dar e levar na boca literal e metaforicamente. Pertencentes a uma comunidade levada ao tapete vezes sem conta, quando se esmurrarem com argumentos, entre os prometidos sangue, suor e lágrimas, far-se-á luz, como nas fábulas esclarecidas. Ao sentimento de opressão de que se libertam combatendo, opor-se-á o sentimento de solidariedade, entre pares, que se reforça no combate, quando se reconhecerem como iguais. Destas forças contrárias, sai atrito bastante para passar das palavras aos atos.

EUROPOLY é um projeto Europeu para teatro e cinema do Goethe-Institut em cooperação com Münchner Kammerspiele, Onassis Cultural-Centre Athens, Sirenos – Vilnius International Theatre Festival, Maria Matos Teatro Municipal e Tiger Dublin Fringe.

Carlos Bica & Azul


No dia 25 de Novembro, o agrupamento Carlos Bica & Azul, com Frank Möbus e Jim Black, passa pela Culturgest.

Vinte anos passados desde a edição de Azul, o primeiro disco do trio de Carlos Bica com Frank Möbus e Jim Black, eis que o trio está de regresso, em disco com selo Clean Feed e no palco da Culturgest. Com a solidez de projeto que o tempo transcorrido foi urdindo, mas também com a frescura decorrente de todos os três músicos quererem ir mais longe, não se repetindo nem se contentando com o que já fizeram – e foi, como se pode imaginar, muito. Com os Azul de 2016 reconhecemos a identidade da escrita de Bica e do som construído por estes três mestres do jazz do século XXI, mas descobrimos algo mais, entre o que estava já anunciado nos álbuns anteriores e o que não esperávamos de todo.

Red Hot Chili Peppers no 23º Super Bock Super Rock


Em 2017, o Super Bock Super Rock regressa ao complexo do Parque das Nações, num formato que precisou de apenas duas edições para se afirmar como vencedor, pela sua inovação, pelo conforto das suas infraestruturas e acessos, e pela forma como proporciona aos milhares de festivaleiros desfrutarem da fusão de espaços urbanos indoor e outdoor, exemplarmente adaptados à realização das dezenas de concertos.


Os primeiros convidados são, talvez, os melhores embaixadores do género que deu o nome ao Festival, e uma das maiores bandas ao vivo da atualidade. Red Hot Chili Peppers são os primeiros cabeças de cartaz confirmados para o 23º Super Bock Super Rock.

A constância no êxito é o predicado maior de uma das mais icónicas bandas de sempre do rock. Os Red Hot Chili Peppers têm uma história inigualável de três décadas. Constituídos por Anthony Kiedis na voz, Flea no baixo, Chad Smith na bateria e Josh Klinghoffer na guitarra, pela banda já passaram outros nomes de enormíssimo reconhecimento como Dave Navarro ou John Frusciante. Neste seu trajeto, venderam mais de 60 milhões de LPs e ganharam 6 Grammy Awards. Os holofotes, quase sempre focados nos irreverentes e explosivos Kiedis e Flea, iluminam um coletivo que faz do rock o elemento sonoro protagonista, mas que lhes juntou de forma única e absolutamente original funk, punk e psicadelismo, criando composições que são verdadeiros hinos de originalidade e marcos da música contemporânea, como “Under The Bridge”, “By The Way”, “Californication”, “Scar Tissue”, “Otherside” entre tantos, tantos outros.
Já este ano editaram um dos melhores álbuns da sua carreira, provando que o tempo é coisa que corre em favor dos californianos. O registo chama-se “The Getaway” e tem como primeiro single “Dark Necessities”, uma canção incrível que apresenta a imaculada qualidade de uma banda que cresce com o tempo, consolidando o seu lugar na história.



Ao vivo são absolutamente irrepreensíveis e uma das maiores bandas da actualidade. A não perder, dia 13 de Julho no Super Bock Super Rock.

Os bilhetes de 1 dia e os passes de 3 dias para o Festival estão já à venda na Blueticket e locais habituais. O Fã Pack exclusivo FNAC estará à venda a partir do próximo sábado, dia 8 de Novembro.