quinta-feira, 5 de abril de 2018

Novo restaurante “Le Buffet” do Casino Lisboa


Inaugurado recentemente, o restaurante ”Le Buffet” constitui já uma referência para os visitantes do Casino Lisboa. Em parceria com a empesa Cerger, o “Le Buffet” do Casino Lisboa acolhe jantares em serviço de buffet livre, sendo o preço por refeição de €16,00 por pessoa com bebidas incluídas. 

Com um ambiente acolhedor, “Le Buffet” distingue-se pelas suas novas ofertas gastronómicas, propondo, mensalmente, todas as primeiras Sextas-Feiras, de cada mês, o “Buffet Regional do Casino Lisboa” e, quinzenalmente, o ciclo “Cozido no Casino Lisboa”.

Em Abril, o “Le Buffet” propõe, na próxima Sexta-Feira, dia 6, “Buffet Regional do Casino Lisboa” com as melhores especialidades do Douro, estando ainda reservado para os dias 14 e 28, o ciclo gastronómico “Cozido no Casino Lisboa”.


Com largas tradições gastronómicas, o Douro abre, assim, o “Buffet Regional do Casino Lisboa”, uma iniciativa que irá apresentar, mensalmente, as melhores especialidades nacionais de norte a sul do País e ilhas.

HP Transforma Espaços de Reunião com Novo PC


A HP Inc. apresenta um conjunto de novas tecnologias de conferência e colaboração projetadas para o escritório do futuro, o mais recente anúncio de uma série de inovações da HP que reinventam a experiência do PC e o posicionam em espaços de reunião modernos. O PC HP Elite Slice para Meeting Rooms G2 e um novo monitor de conferência 4K de 55 polegadas, fazem parte do crescente ecossistema de ferramentas de conferência baseadas em PC da HP, criados para tornar a experiência de colaboração simples, escalável e versátil.

"Nós ouvimos dos nossos clientes que a tecnologia de conferência deve ser fácil de implementar e gerir, segura para informações confidenciais e, o mais importante, fácil de utilizar", afirma  Benoit Bonnafy, vice-presidente, Business Personal Systems EMEA, HP Inc. " A colaboração é uma ferramenta vital para a força de trabalho atual e a HP tem a missão de desenvolver tecnologia de colaboração - como o novo HP Elite Slice para salas de reunião - para uma experiência simples, significativa e pessoal ".

A força de trabalho de hoje funciona em vários locais dentro e fora do escritório, e as empresas inovadoras têm cinco vezes mais probabilidades de ter locais de trabalho que incluem áreas de trabalho individuais e de grupo.  Com um crescimento esperado de 34 por cento nos número de  espaços partilhados para os próximos 12 meses, há 40 milhões de espaços de reunião que precisam de uma solução de conferência que os departamentos de TI podem implementar, proteger e gerir tão facilmente quanto os seus PCs. Simultaneamente, estas soluções devem eliminar alguns dos problemas comuns da chamadas em conferência – como o tempo gasto na configuração de chamadas para lidar com dongles e cabos.

A tecnologia de colaboração baseada em Unified Communications (UC) - soluções que integram voz, vídeo e dados para colaboração em tempo real - está a crescer, e o HP Elite Slice para Meeting Rooms G2 com Skype Room Systems (SRS) proporciona uma experiência tecnológica perfeita para responder às necessidades das empresas e da sua força de trabalho. Este inovador PC de colaboração permite uma experiência de áudio e vídeo de alta qualidade utilizando o Skype for Business.

"A colaboração on-line continua a crescer em todo o mundo, e estamos satisfeitos pelo fato da HP Inc. trazer a próxima geração da solução Skype Room Systems para o mercado", afirma Bob Davis, vice-presidente corporativo da Microsoft. "A facilidade para implementar e utilizar o HP Elite Slice nas Meeting Rooms para o Skype Room Systems, transformará os espaços de reunião e possibilitará uma colaboração rica em Skype para Empresas e, em breve, experiências com Equipas da Microsoft".

Sendo ideal para a colaboração, o HP Elite Slice para Meeting Rooms SRS é projetado com uma variedade de recursos para tornar a experiência da reunião mais simples e sem problemas. Para reduzir o tempo gasto na configuração de chamadas, o Center of Room Control  opcional é um ecrã de toque de 12,3 polegadas que gere facilmente chamadas em conferência e inclui o HP Presence Sensor que deteta quando um participante entra na sala para iniciar a reunião. O controle inclui um cabo de 1,3 m para ser transportável facilmente pela sala e ser utilizado por vários participantes, permite vários ângulos de visão e é construído com revestimento de vidro resistente a manchas, para ajudar a reduzir as impressões digitais desagradáveis, que se podem acumular ao longo de um dia de utilização.

Para garantir que os participantes da reunião possam ser ouvidos com clareza e evitar o temível problema "Eu pensei que estava em mute", o dispositivo possui áudio de 90 dBa para som e clareza, um microfone que consegue capturar o som a cinco metros de distância, o HP Noise Cancellation para evitar sons / conversas indesejadas numa sala e um anel de luz colorido que indica o nível de volume e quando está mute.  Para evitar o drama dos acessórios e a falta de adaptadores, que acontece em muitas salas de conferência, o HP Elite Slice para Meeting Rooms SRS possui um módulo de exibição sem fios, que elimina o uso de cabos com fácil partilha por Skype para Empresas.  Existe também uma opção para permitir que os convidados se liguem diretamente ao dispositivo através da porta HDMI. 

O HP Elite Slice para Meeting Rooms SRS é tão fácil de implementar, proteger e gerir como um PC tradicional, com uma interface de utilizador standard, o HP Manageability Integration Kit e uma configuração sem ferramentas. Como os dispositivos de conferência geralmente são partilhados por vários utilizadores, sempre ligados, e muitas vezes sem estarem vigiados por longos períodos de tempo, o HP Elite Slice para Meeting Rooms SRS possui o HP Sure Start com proteção dinâmica e é a única solução de conferência com um BIOS  de auto-recuperação. O dispositivo tem também tampas das portas invioláveis, para evitar alterações ou danos por parte dos utilizadores. 

O HP Elite Slice para Meeting Rooms faz parte do crescente ecossistema de colaboração da HP, anunciado em setembro, que inclui: o: HP Elite Slice para Meeting Rooms G2 com Intel Unite , ideal para clientes que necessitam de um alto grau de personalização e flexibilidade com as suas soluções de colaboração; o HP ShareBoard para uma experiência de quadro interativo; o HP Thunderbolt Dock com um módulo de áudio para transformar qualquer pequeno espaço partilhado num espaço de reunião; o HP-EliteOne 1000 All-in-One para conferências on-demand; o HP Elite Presenter Mouse para gerir apresentações; e monitores de conferência da HP, incluindo o novo ecrã de grande formato HP LD5512 4K para uma experiência colaborativa mais interativa. Ideal para um espaço de reunião de um a quatro utilizadores, o HP LD5512 é um ecrã 4K de alta resolução com conectividade simples e colunas integradas para videoconferência.

Ensaio para uma cartografia


Depois de três semanas de apresentações esgotadas em 2017, Ensaio para uma cartografia regressa à Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, com mais caminho percorrido e um novo elenco. O espetáculo estará em cena de 11 a 29 de Abril.

Este trabalho, iniciado em 2014 e que terá o seu fim em 2021, partiu do espetáculo Os Sete Pecados Mortais, de Bertolt Brecht, e tal como nesse texto, serão sete anos a traçar este caminho, a traçar uma cartografia individual e de conjunto. Este espetáculo é também a construção de uma família, a procura de uma religação, através do erro, da falha, da insegurança, da inevitabilidade da imperfeição, da fragilidade e da transformação do corpo, mas também da força, da exigência e do rigor. Celebrar a vida.

Como é que se recomeça? Como é que se continua? A partir dos ensaios de orquestra de grandes maestros e dos movimentos do ballet clássico, um grupo de atrizes dança.

Foreign Poetry lançam primeiro single e estreiam-se ao vivo no NOS Primavera Sound


Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de 2011, quando tocavam em projetos diferentes mas se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton - Moritz com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny como metade dos Geffin Brothers. Moritz e Benjamin produziram o EP homónimo destes últimos e acabaram por tornar-se autónomos e tocar regularmente juntos numa banda de quatro elementos. Depois de alguns obstáculos e decisões de vida, as bandas separaram-se e seguiram a sua vida.

Os Foreign Poetry nasceram na produção de um EP de material de Danny, que nunca chegou a ser editado, resultado de muitas horas de trabalho com Moritz. Um dia, no inverno de 2016, Moritz envia a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribui dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de 12 meses neste sistema de trabalho, com alguns dias passados no estúdio por mês, destas canções nasceu uma continuidade e um caráter próprios. E a forma de um disco tornou-se evidente. A última peça no puzzle foi o polimento destas sessões nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas. E a magia que alguns amigos músicos acrescentaram na gravação: Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria).

Grace and Error on the Edge of Now é baseado numa história verdadeira. Uma brisa de sons confortáveis, uma viagem melancólica, relaxada, mas poderosa, sempre esperançada e inspirada. Escorregamos para dentro do disco, ele abraça-nos à chegada e fica connosco depois. Viajamos recostados nas suas orquestrações complexas e cuidadas, ao mesmo tempo descomplexadas e desarmantes, emocionantes e contemplativas. São paisagens sonoras com vistas largas. Sente-se Arthur Russell, Beck ou Surfjan Stevens, ombros encostados a Grizzly Bear, Alt-J, Tame Impala ou The National, mas nunca reclama familiaridade nem se perde em pastiches. Há tantos detalhes dentro destas canções que não têm tempo nem espaço, soam a algo maior e iluminado. Cheias de curvas, saltos, recantos, arestas, diferentes cores e pesos, podem ser nuvens de algodão ou caves recolhidas, mas sempre profundas, trabalhadas, iluminadas e frescas como uma janela acabada de abrir.

“O álbum é um conjunto de meditações sobre antigas práticas espirituais, a tensão entre fervores políticos divergentes, a celeridade tecnológica e o seu impacto humano, a disseminação da informação e as mudanças na nossa consciência, a doutrinação da juventude, a passagem pela adolescência e o medo de voar. O conteúdo é abstrato, tanto quanto é específico, nos temas centrais e inerentes ao estarmos vivos. Obscuro, mas de certa forma familiar no seu core, este álbum é uma viagem em aberto”, descreve Danny.

A banda estreia-se ao vivo no festival NOS Primavera, a decorrer no Parque da Cidade, Porto, Portugal, entre 7 e 9 de Junho de 2018.

Estreias de cinema de 5 de Abril de 2018


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Batalha do Pacífico: A Revolta

Deste sempre se previu que raças alienígenas surgiriam dos céus. Mas quando enormes seres, de nome kaiju, emergiram das profundezas do Oceano Pacífico, nenhuma nação estava preparada para a hecatombe que se aproximava. Os ataques, à escala global, deram origem a uma guerra que resultou na perda de milhões de vidas. Embora conscientes do poder dos seus inimigos, os seres humanos criaram máquinas de guerra aptas a uma luta corpo-a-corpo: os jaegar, robôs colossais comandados por pilotos neurologicamente conectados. Dez anos depois da invasão, a Humanidade tenta sobreviver num mundo quase totalmente destruído pelo constante conflito entre os kaiju e os jaegar. Jake, filho de Stacker Pentecost e outrora um dos pilotos de defesa mais promissores, abandonou o treino e sobrevive à custa de pequenos crimes. Quando é apanhado pelas autoridades a roubar, são-lhe dadas duas alternativas: cumprir pena ou liderar uma nova geração de pilotos e honrar o legado do seu pai. A ele juntam-se Lambert e Amara, dois jovens cheios de coragem que, com a ajuda de Jake, se poderão tornar a mais credível hipótese de sobrevivência de toda a vida terrestre.
Sequela do filme "A Batalha do Pacífico" (2013), um "thriller" de ficção científica realizado por Steven S. DeKnight – na sua estreia em cinema – e escrito por DeKnight, Emily Carmichael, Kira Snyder e T.S. Nowlin a partir da história da autoria de Guillermo del Toro. O elenco inclui John Boyega, Scott Eastwood, Rinko Kikuchi e Cailee Spaeny. 



Réplica Violenta

Quando Mia, a namorada de Roman MacGregor, é raptada numa movimentada rua de Cleveland (Ohio), ele e os seus irmãos, Brendan e Deklan, recentemente chegados do Iraque, decidem salvá-la por sua conta e risco. Durante o processo, os três irmãos unem forças com James Avery, um detective que já há muito tenta encontrar provas contra Maxwell Livingston, o perigoso líder de uma rede de tráfico humano. O que eles vão encontrar durante a missão de salvamento de Mia é algo para o qual nenhum deles estava preparado…
Escrito por Nicolas Aaron Mezzanatto e realizado por Brett Donowho ("O Sagrado", "5 Souls", "Salvation"), um filme de acção interpretado por Cole Hauser, Shawn Ashmore, Ashton Holmes, Melissa Bolona, Sophia Bush, Mike Epps e Bruce Willis. 



Encontro Silencioso

Cinco estudantes universitários organizam um encontro secreto numa aldeia isolada. Crentes de que obedecendo às regras do dux entrarão no mundo da verdadeira sabedoria, eles aceitam submeter-se cegamente às suas ordens. O que daí resulta é uma verdadeira visita ao inferno…
Um filme dramático sobre os rituais iniciáticos associados às praxes académicas, inspirado na tragédia da praxe do Meco quando, a 15 de Dezembro de 2013, seis estudantes se afogaram no mar. Estreia na realização em longa-metragem de Miguel Clara Vasconcelos (autor de "Documento Boxe" e "O Triângulo Dourado", duas curtas vencedoras do Curtas Vila do Conde, em 2005 e 2014, respectivamente), "Encontro Silencioso" recebeu o prémio de Melhor Longa-Metragem Portuguesa no IndieLisboa. 

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Povo reúne para decidir se em 2019 há Festa dos Tabuleiros em Tomar


Os habitantes do concelho de Tomar reúnem-se no próximo dia 6 de Abril, pelas 21h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, para decidir se há Festa dos Tabuleiros no próximo ano e, em caso afirmativo, proceder à escolha do respetivo mordomo.

Como manda a tradição, cabe aos munícipes deliberar sobre a realização da Festa dos Tabuleiros. De uma forma informal, o povo de Tomar, que, por norma, adere em grande número ao convite para esta reunião, decide, por votação de braço no ar, se há ou não Festa dos Tabuleiros no ano seguinte. 

Em caso afirmativo, num segundo momento é realizada também a Escolha do Mordomo, com nova votação de braço no ar, escolhendo aquele que vai liderar a comissão organizadora. Se o mordomo escolhido aceitar, são lançados foguetes para anunciar à população que haverá Festa em 2019.

Com mais de um ano de antecedência, e uma vez tomada a decisão, começa de imediato o trabalho de preparação da Festa, para garantir a construção de centenas de tabuleiros, a confeção das flores e a ornamentação das ruas com enfeites de papel criados pelos próprios moradores.

Única no mundo, a Festa dos Tabuleiros realiza-se de quatro em quatro anos, tendo a última edição, em 2015, sido considerada o melhor evento público realizado em Portugal nesse ano, em que desfilaram mais de cinco centenas de mulheres de todas as freguesias do concelho de Tomar.

Por entre colchas pendentes nas janelas, milhares de visitantes nas ruas e uma chuva de pétalas, este desfile dos tabuleiros é o momento alto da Festa. As raparigas desfilam com um tabuleiro de tamanho igual à sua altura, apoiado na cabeça, constituído por trinta pães em cinco ou seis canas que partem de um cesto de vime, rematado ao alto por uma coroa com a Pomba do Espírito Santo ou pela Cruz de Cristo.

Com um percurso de cerca de cinco quilómetros, a tradicional procissão de Tomar chama centenas de milhar de visitantes à cidade para assistir. Uma semana antes deste desfile, realiza-se também o Cortejo dos Rapazes, em que participa grande parte das crianças do concelho.

De regresso a 1986 às terças na RTP1


Um projeto da autoria de Nuno Markl, que nos leva numa viagem pela época de 1986. Um retrato do período que antecede as eleições mais renhidas da história portuguesa.

1986, uma série de época que acompanha a mais inesperada história de Tiago, um jovem tímido e filho de um comunista ferranho, que se apaixona por Marta, filha de um empresário de videoclubes que organiza festas para Freitas, num momento em que a segunda volta das eleições presidenciais se decide na mais intensa e renhida das lutas.

A adolescência é sempre difícil… mas em 1986 era mais ainda! Acompanhe 1986 às terças-feiras, pelas 22h00, na RTP1.

Um guia fundamental para viver até aos 99 anos (pelo menos)


Num país como Portugal, em que morrem diariamente quase 100 pessoas vítimas de doenças cardiovasculares, o livro Como (não) ter um ataque cardíaco, da autoria do prestigiado cardiologista francês Fabien Guez, é de leitura obrigatória. 
Durante anos, os pacientes do Dr. Fabien Guez aceitavam os seus conselhos mas, ao saírem do consultório, esqueciam tudo o que tinham ouvido e não cumpriam as indicações médicas. 
Por isso, o cardiologista – que tem também um programa de rádio e TV em França – decidiu mudar de método. Neste guia prático, que chegará às livrarias portuguesas na sexta-feira, dia 6 de abril, apresenta todos os ingredientes para um ataque cardíaco bem-sucedido: tabaco, falta de exercício, colesterol, hipertensão, diabetes, excesso de peso, stresse, álcool e poluição. No entanto, explica também tudo o que se deve fazer para mudar a sua vida e viver melhor… pelo menos até aos 99 anos. Tudo com muito humor, tanto em forma de texto como de ilustrações. 

«Não me imagino a dizer a um dos meus doentes transformado em vegetal por causa de uma hemiplegia ou contorcendo-se com dores no peito: «Vê, se me tivesse dado ouvidos?!» IMPOSSÍVEL! Veio-me então à mente a ideia de experimentar uma nova estratégia… drástica. Você decidiu ter um ataque cardíaco… pois eu vou ajudá-lo.»

Sobre o Autor

Fabien Guez é um prestigiado cardiologista francês, que exerce nos setores público e privado, e também jornalista, com um programa de rádio semanal sobre saúde, dirigido a profissionais desta área. Em 2017, começou também a colaborar com um canal de televisão. 

Está fechada a programação do IndieLisboa 2018


Serão mais de duas centenas de filmes que, entre 26 de Abril e 6 de Maio, farão o alinhamento final de mais um IndieLisboa Festival Internacional de Cinema. Dos heróis Independentes, Jacques Rozier e Lucrecia Martel, às competições principais, aos olhares singulares compilados na secção Silvestre, passando pelo cinema sobre o cinema do Director's Cut, as propostas extremas da Boca do Inferno ou o cinema infanto-juvenil do IndieJúnior, a escolha nesta 15ª edição do IndieLisboa volta a ser diversa, plural e actual.

Reforçando o compromisso do festival para com a produção nacional, serão 21 as obras que, na curta e longa metragem, concorrerão aos principais prémios da Competição Nacional. Rodado numa pequena aldeia de Boticas, Bostofrio, où le ciel rejoint la terre, de Paulo Carneiro, é uma viagem documental onde o próprio realizador procura saber quem era, e como era, o seu avô. A terceira longa metragem de Susana Nobre, Tempo Comum, mescla cinema e realidade, retratando intimamente um momento marcante na vida de um casal, o nascimento da sua primeira filha. Em Our Madness, João Viana prossegue o trabalho da sua primeira longa metragem, A Batalha de Tabatô (IndieLisboa 2013). Aqui o realizador acompanha Ernania na sua deriva espectral por Moçambique, à procura do seu marido e filho. Sandro Aguilar volta também ao IndieLisboa com Mariphasa, uma história que volta a ser prova da excelência do seu cinemaintrigante com laivos de ficção-científica. André Gil Mata estreia-se na longa metragem de ficção com A Árvore, depois das curtas Arca d’Água, Casa, O Coveiro e Num Globo de Neve terem passado pelo festival. Rodado integralmente na Bósnia, durante os rigorosos meses de Janeiro e Fevereiro, este é um filme onde o frio nos penetra em extraordinários planos sequência, filmados em película de 16mm.

Aposta forte também nas curtas metragens de produção portuguesa que, este ano, voltam a destacar os nomes que, acreditamos nós, marcarão a produção cinematográfica internacional e nacional dos próximos anos. Das visões mais experimentais de Num País Estrangeiro, de Miguel Seabra Lopes e Karen Akerman a partir do universo literário da obra de Herberto Helder, à voz única de The Great Attractor, de Rita Figueiredo, das experiências ficcionais Histórias de Fantasmas, de Carlos Pereira, ou Fortuna de Miguel Tavares, aos relatos documentais de Os Mortos, de Gonçalo Robalo, e Mapa-esquisito, de Jorge Vaz Gomes, um mais sério, o outro mais divertido. A ficção representada por Self Destructive Boys, de André Santos e Marco Leão (que depois de Pedrocontinuam a mostrar o seu potencial em progressão), Anjo, de Miguel Nunes (obra de estreia do actor na realização, a partir de uma história sua), Amor, Avenidas Novas, de Duarte Coimbra (um filme de escola - ESTC que é uma ode ao cinema independente), Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr. (do Bairro do Aleixo para Berlim e agora para Lisboa, uma personagem com uma força surpreendente), Sleepwalk, de Filipe Melo (feito a partir de uma banda desenhada sua e de Juan Cava), A Barriga de Mariana, de Frederico Mesquita (ou o eterno conflito - ter ou não ter), ou Instruções Para Uma Revolução, Tiago Rosa-Rosso (em Abril, é tempo de revolução). Na animação, duas surpresas em tom experimental, o trabalho de Maria Ferreira em Via e Manuel Brito em War of the Worlds.

Solidarizando-se com a defesa intransigente do principal legado do cinema português, da sua liberdade e autonomia face aos constrangimentos comerciais permitida pelo continuado apoio de políticas culturais públicas, o IndieLisboa vai pela primeira vez na sua história abrir e encerrar o festival com obras portuguesas: A Árvore, de André Gil Mata, marca a abertura, cabendo A Raiva, de Sérgio Tréfaut o encerramento. Entre uma e outra, haverá quase cinco dezenas de novos filmes portugueses para ver espalhados pelas várias secções do festival. Em destaque o olhar sobre o trabalho de Rino Lupo, no documentário homónimo de Pedro Lino, e a família do cineasta Tonino De Bernardi, em O Termómetro de Galileu, de Teresa Villaverde. Nas sessões especiais, Quantas Vezes Tem Sonhado Comigo?, de Júlia Buisel, O Passageiro, de Luís Alves de Matos, a par de O Homem Pikante, de Edgar Pêra, ou A Pedra Não Espera, de Graça Castanheira.

Casino Lisboa estreia Suite 647 a 11 de Abril


O Casino Lisboa estreia no próximo dia 11 de Abril, pelas 21h30, “Suite 647”. Trata-se de uma comédia repleta de momentos de suspense que promete conquistar, desde o primeiro minuto, os espectadores no Auditório dos Oceanos.

Com encenação de Fernando Gomes, “Suite 647” é uma história que se desenrola num quarto de hotel em 2038, mas também em mais dois registos temporais, em 2018 e em 1998.

E se, de repente, uma “porta” se abrisse e pudéssemos viajar no tempo? E se, nessa viagem, nos encontrássemos com pessoas que, só por se cruzarem connosco, teriam o seu destino alterado? Afinal, podemos ou não mudar a nossa “sina”?

De visita a um cliente, num hotel, Diana teme pela própria vida e foge pela primeira porta que encontra. Olhando à volta, descobre-se no mesmo quarto de hotel... 20 anos atrás. À sua frente, Renata, uma mulher que morreu há precisamente 20 anos, ou seja, nesse dia. 

Confuso? Nem por isso! As viagens continuam, rescrevendo a história de todos os personagens.  Ou não...