terça-feira, 3 de maio de 2022

O encantamento do crime às avessas



A Livros do Brasil publica O Mistério da Laranja Chinesa , o sétimo título de Ellery Queen na coleção Vampiro.
 
História surpreendente que joga com o conceito de inversão, apresentando um cenário do crime em que tudo está ao contrário, O Mistério da Laranja Chinesa foi originalmente publicado em 1934. Então como hoje, a obra cativa o leitor pela excecionalidade da história que lhe serve de esqueleto: «O caso do homicídio mais extraordinário dos tempos modernos», nas palavras de J.J. McC, que assina a introdução. Um pequeno exagero talvez, bem ao gosto do espírito travesso de Ellery Queen , a quem cabe a responsabilidade exclusiva da invenção deste prefaciador anónimo. Ainda assim, dois anos depois da publicação original, o livro serviu de inspiração ao filme The Mandarin Mistery . Em 1981, foi eleito um dos dez melhores «mistérios de quarto fechado de todos os tempos», numa votação de um painel composto por especialistas como Julian Symons, Edward D. Hoch, Howard Haycraft e Otto Penzler.

O livro já se encontra em pré-venda e estará disponível nas livrarias a 5 de maio.

Sobre o Autor

Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). Ambos com experiência em publicidade e leitores ávidos das histórias de Sherlock Holmes, a dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano , em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. A par desta obra abundante e de qualidade, Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine , famosa revista policial ainda hoje em atividade.

AMC Crime exibe em Portugal “Madeleine McCann: Caça ao Suspeito Principal”



Portugal acaba de formalizar a constituição do alemão Christian Brückner como suspeito no caso de Madeleine McCann, uma investigação desenvolvida em paralelo para a minissérie de três episódios “Madeleine McCann: Caça ao Suspeito Principal”, que o AMC Crime estreia hoje, dia 3 de maio, às 23h25.

“Madeleine McCann: Caça ao Suspeito Principal”, conta com o testemunho de vários portugueses, entre os quais advogados, jornalistas e familiares das vítimas, e promete revelar provas desarmantes sobre o desaparecimento de Madeleine há 15 anos na Praia da Luz, no Algarve.

CIN pinta a história de monumentos icónicos na cidade de Lisboa



A pintura dos edifícios da Estação de Santa Apolónia e do Teatro Nacional de São Carlos contou com o vasto conhecimento da CIN, num processo que permitiu a devolução dos tons originais a ambos os projectos.

A Estação de Santa Apolónia e o Teatro Nacional de São Carlos voltaram às suas cores originais graças à fusão entre o passado e a inovação tecnológica da CIN.

O tom avermelhado, que agraciava a Estação Ferroviária de Santa Apolónia em 1967 voltou a tomar cor na fachada deste icónico edifício. Esta mudança contou com o apoio da CIN e surge no seguimento de um projecto criado no interior da estação, onde foi construído um novo empreendimento hoteleiro. Ainda no coração de Lisboa, o Teatro Nacional de São Carlos regressou à sua cor original, um azul envolvente que também espelha o alto nível de envolvimento da CIN na reabilitação urbana e transformação das cidades.

A história da reabilitação urbana tem feito um longo caminho na devolução do lado tradicional de cada edifício, com impacto em inúmeros projectos - muitos dos quais na cidade de Lisboa. Entre os edifícios mais emblemáticos encontram-se monumentos icónicos da capital, como por exemplo a Estação Ferroviária de Santa Apolónia. A intervenção, que fez já parte de uma ambição maior de se criar um empreendimento hoteleiro, devolveu às fachadas a cor vermelha após terem sido encontrados vestígios deste tom original numa imagem que remonta a 1967.

Liliana Leis Soares, Directora-Adjunta de Marketing da CIN, esclarece que “o encontro do tom certo foi um grande desafio para a nossa equipa de colorimetria e prescrição, tendo em consideração toda a história que o projecto representa. A cor original que, tal como refere o arquitecto José Aguiar, em tudo se assemelha um vermelho óxido de ferro, remonta a uma época específica da Revolução Industrial, pelo que teríamos de conciliar os melhores produtos de reabilitação e afinar um tom que pudesse contar a magia e a importância de um edifício como a Estação de Santa Apolónia para o desenvolvimento de todo um País e na aproximação das suas gentes a uma capital que todos idealizavam.”

Nos anos 90, a Estação Ferroviária de Santa Apolónia mudava a sua cor para um azul claro, numa pretensão de harmonia entre a vista rio e o tom do céu. O retorno do vermelho a Santa Apolónia, pelo atelier de arquitectura Saraiva e Associados (S+A) para a construção do novo hotel The Editory Riverside, foi aprovado pela Infraestruturas de Portugal, que detém o edifício. O licenciamento passou pela Câmara Municipal de Lisboa (Santa Apolónia não é monumento nacional, mas imóvel de interesse público).

Por outro lado, as fachadas do Teatro Nacional de São Carlos, que eram amarelas desde 1940, retomaram a sua cor azul original após o encontro de vestígios desse mesmo tom nas paredes do edifício. Contudo, este facto não foi suficiente para que a Direcção-Geral do Património da Cultura (DGPC) desse o parecer positivo quanto à alteração da cor. Os arquitectos João Aguiar e João Pernão, da equipa da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa elaboraram, com o apoio da CIN, um relatório que definia a cor original do Teatro Nacional de São Carlos – que, posteriormente foi pintado com Cinoxano Mineral da CIN, cor E563.

Liliana Leis Soares explica que “mais do que um projecto de reabilitação urbana, o processo inerente ao Teatro Nacional de São Carlos pressupôs uma investigação histórica e exaustiva que evidenciou o saber-fazer centenário da marca CIN no que à cor diz respeito. Colocámos o nosso conhecimento ao serviço da Direcção-Geral do Património da Cultura, encontrando uma cor que corresponde, em detalhe, ao que havia sido projectado na sua inauguração em 1973”. Liliana Leis Soares acrescenta que “é um enorme orgulho poder associar a marca CIN a estes projectos de enorme impacto cultural, que concede às cores este poder singular de contar as histórias de cada edifício e de cada lugar, numa perfeita simbiose entre o passado e o futuro”.



Nova Exposição “Campos Minados” de Alice Miceli



“Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” é o nome da mais recente exposição da artista brasileira Alice Miceli, com curadoria de Luiz Camillo Osorio, que estará patente na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. A inauguração, agendada para 5 de maio às 18h15, contará com um momento de conversa entre a artista e o curador, seguido de uma visita guiada à exposição e de um EA Dashed Concert do artista de som de Beirute Mhamad Safa. 

A exposição da artista tem por base a captação de imagens em territórios que passaram por conflito e com a existência de minas subterrâneas que continuam ativas até os dias de hoje mesmo depois de declarada a paz. “Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” é composta por quatro conjuntos de imagens que se complementam, um em cada Continente, nomeadamente nos países: Camboja, Bósnia, Colômbia e Angola. Duas destas séries, referentes à Bósnia e Angola serão expostas na Escola das Artes. A mostra deste trabalho surge precisamente num momento como o atual, em que está a decorrer uma guerra em território europeu com potencial nuclear. 

“Não há drama nas imagens, parecem paisagens prosaicas e ao mesmo tempo estranhas, intrigantes. Se o espectador passar rápido por elas, não vai ver nada. É aí que sempre mora o perigo. A ameaça iminente está nos detalhes”, refere Luiz Camillo Osorio descrevendo a exposição. 

Esta obra desdobra uma interrogação que já era muito clara no projeto anterior da artista, sobre Chernobyl – o de encontrar alguma visibilidade para o que nos ameaça concretamente e que não é percetível a olho nú, nem tampouco através da câmara. É precisamente transformar em imagens esta invisibilidade que a artista concebe para esta exposição.  

A viver entre Beirute e Londres, Mhamad Safa é um produtor/arquiteto de som e investigador que se já apresentou o seu trabalho performativo no Goethe Institute em Beirut, no Arab Center for Architecture, no Institute for Contemporary Art in London, no Centre for Research Architecture in London, e no Sharjah Architecture Triennial, entre outros. O EA Dashed Concert do artista realizar-se-á pelas 21h30. 

A exposição “Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” que será inaugurada a 5 de maio, está inserida no Spring Seminar “Traumatic Landscape”, que decorre de 4 a 6 de maio, na Escola das Artes onde Alice Miceli será uma das artistas convidadas 

EXPOSIÇÃO “EM PROFUNDIDADE” (CAMPOS MINADOS) 
Alice Miceli · 5 de MAIO · 23 de junho 
Curadoria de Luiz Camillo Osorio 
Entrada Livre · de terça a sexta · 14H00 – 19H00 
Sala de Exposições da Escola das Artes da Católica 
Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto 

Nova Famel E-XF finalmente revelada



É portuguesa, é elétrica e é o revisitar de um clássico, a nova Famel E-XF será finalmente revelada de 5 a 8 de maio na Expomoto, podendo os fãs reservar a sua a um valor especial durante a feira, na Exponor, em Matosinhos. Esta será a primeira vez que o modelo final, que será lançado em 2023, será mostrado ao público.

Corria o ano de 1975 e o rugido da recém-lançada Famel XF-17 espalhava-se por Portugal, daquela que mais do que uma motorizada, se tornaria um objeto de culto nas décadas seguintes. Foram-lhe dedicadas músicas, imagens e criados slogans, tornando-se um dos ícones do país no final do século XX, até ao encerramento da marca em 2002.

Relançada em 2017, a Famel tem vindo a desenvolver o novo modelo: “Foi um processo longo, porque queríamos garantir não só a qualidade do produto final, mas também a fidelidade ao modelo que encantou os fãs da marca durante décadas. Estamos muito satisfeitos com o resultado.” Diz Joel Sousa, (re)fundador da Famel.

A nova E-XF tem dois modelos, a Café Racer (que dá para apenas um ocupante) e a Clássica (para dois ocupantes), podendo ambas vir em duas versões, equivalentes a cilindradas de 50 e de 125 centímetros cúbicos, com preços estimados entre os 4.499€ e os 5.899€. O modelo de 50cc tem uma autonomia estimada de 70km (podendo ir aos 120km com uma segunda bateria) ao passo que o de 125cc, com duas baterias, tem autonomia estimada de 120km.

Ambos os modelos, na sua versão 125, têm também a versão exclusiva e limitada de Embaixador, numerada de 1 a 300, com detalhes de design únicos e que serão as primeiras a ser entregues no primeiro trimestre de 2023, e a entrega das restantes estima-se para o segundo trimestre.

A versão Embaixador tem um valor total estimado de 5.499€ e o valor de pré-encomenda de 600€, sendo que, as reservas realizadas na Expomoto terão um desconto de 10% no valor total da mota, com a reserva feita numa landing page própria disponibilizada no evento, que pode também ser consultada em www.famel.pt .

Curiosidades sobre a nova FAMEL E-XF

- Custa menos de 1€ a carregar e a carga total - dos 0% aos 100% - demora, em média, 5 horas;
- Os novos modelos atingem até 100km/h;
- A principal diferença entre o modelo Café Racer e a Clássica é a posição de condução e o número de lugares:  Café Racer leva um ocupante e a Clássica dois;
- A versão Embaixador – apresentada na Expomoto – é uma edição limitada e, mediante disponibilidade, o cliente pode escolher o seu número preferido entre 1 e 300.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Festa das Chagas na vila de Sesimbra - Calema



Os Calema foram o principal destaque neste passado fim de semana no cartaz da Festa das Chagas, que decorre até ao próximo dia 8 de maio, na vila de Sesimbra.

Os irmãos Calema, que alcançaram sucesso com os temas Tudo por Amor e Vai. Em 2020, lançaram Yellow, uma lufada de ar fresco, não só pela alegre e contagiante sonoridade, mas também pela mensagem positiva que está implícita em cada batida. O espaço reservado à festa foi pequeno para receber todos os fãs que fizeram questão de estarem presentes neste espetáculo que já vinha a ser adiado à dois anos como os próprios cantores fizeram questão de explicar.

Sempre bastante comunicativos com o público a dupla cabo-verdiana subiu ao palco acompanhado por um naipe de quatro excelentes músicos que levaram ao rubro a plateia durante a cerca de hora e meia de espetáculo.

Para esta semana está ainda agendado o espetáculo de Matay (adiado para dia 5 devido ao mau tempo), já no dia 7, o palco volta a receber uma dupla de irmãos, desta vez os Anjos, que dispensam apresentações. 

A Festa das Chagas está associada às celebrações religiosas em honra do Senhor Jesus das Chagas, que têm o seu momento alto no dia 4 de maio, feriado municipal, com a procissão, que percorre as principais ruas da vila.

Galeria de Fotos:













Noble com concerto marcado no Teatro Tivoli BBVA



NOBLE irá estrear-se pela primeira vez, em nome próprio, numa das salas mais emblemáticas de Lisboa, o Teatro Tivoli BBVA, num espectáculo que promete ser inesquecível; onde não faltaram os seus maiores sucessos, os temas do seu mais recente álbum e que contará com a presença das vencedoras do desafio #RFMNobleDuetos. A data do concerto é o dia 25 de Junho e os bilhetes para assistir ao espectáculo já se encontram disponíveis nos locais habituais.

Dono de uma voz poderosa e inconfundível, em 2019, NOBLE arrebatou o público português, com o seu primeiro single, “Honey”. A canção atingiu o primeiro lugar da tabela dos temas mais tocados nas rádios nacionais e foi escolhida para o genérico de uma novela de enorme sucesso. “Honey” conta com mais de 3 milhões de visualizações no Youtube. 

No final desse ano, apresentou-se na Casa da Música do Porto num concerto completamente esgotado e poucas semanas depois o álbum “Honey” atingiu o primeiro lugar do Top nacional de vendas. 
Em Abril de 2021, deu a conhecer um novo single “Beautiful”, uma canção memorável que segue os passos de sucesso dos singles anteriores como um dos temas mais tocados nas rádios portuguesas e o videoclip desta música com quase 2.5 milhões de visualizações no Youtube. 

Em Fevereiro deste ano, Noble lançou o tão aguardado segundo álbum de originais. “Secrets” nasceu de um desafio lançado pelo artista em conjunto com a rádio RFM, como uma forma de descobrir novas vozes e dar-lhes uma oportunidade de se lançarem no mundo da música pela mão de ambos. A este desafio juntou-se a vontade de criar um disco onde pudesse agradecer a todos os que de forma pessoal ou profissional o têm ajudado no seu percurso até ao momento.

“Secrets” conta com 10 temas originais, 5 deles em dueto com as vencedoras do #RFMNobleDuetos e alcançou o segundo lugar do Top nacional de vendas.
Noble é considerado uma grande promessa do música nacional. Ninguém vai ficar indiferente à sua voz e carisma, num espectáculo que será uma experiência única para vivenciar o talento do cantor.



Novo romance de Pedro Chagas Freitas



O escritor Pedro Chagas Freitas lança, amanhã, 3 de maio, o seu novo romance – A Raridade das Coisas Banais. 

Esta história, que ensina os leitores a nunca se sentirem sozinhos, procura revelar a criança que há dentro de cada um.
 
– O que queres ser quando fores grande?
– Pequeno outra vez.
 
Assim começa o livro com o qual o autor propõe mudar a maneira como os leitores veem a vida. Trata-se de uma história que mostra como somos viciados no que amamos, uma lição sobre aquilo que devia ser sempre o mais importante componente da existência.
 
Zambé, o “miúdo traquina” e a “criança filósofa”, e Zé Pedro, são personagens de quem o Narrador nos fala e às quais vão sendo colocadas perguntas ao longo de todo o livro. As curtas mas iluminadas respostas, rematadas com estórias e pequenos exemplos, levam o leitor a refletir sobre a infância, os filhos, a morte, o ser adulto, o amor…. É esta muito original organização que o autor deu ao seu novo livro que o torna tão diferente e tão especial. E, talvez por isso, para Pedro Chagas Freitas este é o romance mais marcante que escreveu até hoje.
  
«Pedro Chagas Freitas é um escritor incrível. (...) Este livro é uma wake up call para todas as crianças enjauladas em corpos de adultos dormentes. Para todos os adultos que precisam de resgatar o seu brilho. A sua fonte. Os seus sonhos.» Valete, músico e letrista
 
Quando terminou de escrever o livro, Pedro Chagas Freitas desafiou algumas figuras públicas – muitas delas suas desconhecidas – a lê-lo e a dar a sua opinião, mesmo que fosse má. Dos músico Valete e Zé Manel ao escritor brasileiro André Machado de Azevedo, passando pelo humorista Eduardo Madeira, pelo jornalista desportivo António Simões ou pelo realizador Luís Ismael, as opiniões foram claras. Chamaram ao livro “wake up call”, “primeiros socorros”, “uma festa e uma celebração”, “uma sublime lição de vida”, “manifesto ao amor, à liberdade, ao perdão” e até “obra prima”. Leia aqui todas as opiniões recolhidas.
 
Sobre o Autor

Pedro Chagas Freitas nasceu em Guimarães em 1979. É escritor, jornalista, formador na área da escrita criativa e orador. Com quase 40 livros publicados, é um dos autores mais lidos em Portugal e em países como a Itália, o Brasil ou o México, com vendas superiores a um milhão de cópias em todo o mundo. Vencedor do Prémio Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura em 2006, é o fundador do Campeonato Nacional de Escrita Criativa. Além da escrita, é palestrante e é o autor da stand-up tragedy Sim, eu Empurro Portas que Dizem Puxe, com a qual tem percorrido o país. Criou dois jogos de escrita criativa — A Fábrica da Escrita e o Supergénio. Publicou, entre muitos outros, livros como Prometo Falhar, um dos seus romances mais conhecidos e publicado em vários países, O Amor não Cresce nas Árvores, M#rda! Amo-te, É Urgente Amar ou Foste a Maneira Mais Bonita de Errar.

Odisseia estreia “Grandes Viagens de Comboio”



É já a partir de hoje, pelas 22h30, que o Odisseia estreia “Grandes Viagens de Comboio”, uma surpreendente série de dez episódios, conduzida por Michael Portillo, que revela o impacto da via férrea na política, na nacionalidade, na divulgação da cultura e a revolução desde a sua invenção há menos de 200 anos, bem como as mais incríveis experiências pessoais, recolhidas ao longo de uma década de viagens de comboio por todo o globo.

Todas as segundas-feiras, pelas 22h30, e em episódio duplo, Michael Portillo leva-nos até algumas das suas viagens mais fascinantes pela Grã-Bretanha e Irlanda, Europa, EUA, Canadá, Índia, Austrália e Sudeste Asiático. 

Numa retrospetiva pessoal, Michael recorda os extraordinários povos locais, com as suas culturas e história, com quem ele se cruzou ao fazer a tão adorada série “Grandes Vias Ferroviárias” ao longo dos anos.

Há quem viva "Uma vida entre marés"



Depois de ter conquistado os leitores com Dias de Outono, José Rodrigues regressa com Uma vida entre marés, um romance inspirador sobre amores perdidos, segundas oportunidades e, como é habitual no autor, a busca da felicidade. Com chancela Porto Editora, o livro estará disponível nas livrarias de todo o país a partir de 5 de maio.

Fiel ao seu registo assumidamente emotivo e à valorização das relações humanas em detrimento de uma visão materialista da vida, José Rodrigues parte de uma história familiar para explorar temas como o vício do jogo, peça central na narrativa, as difíceis e imprevisíveis relações familiares e o confronto entre a felicidade do passado e as dolorosas lutas do presente.

Pontuado pelo talento de Sara Augusto, cujas fotografias ilustram cada capítulo, oferecendo aos leitores um cenário ou um detalhe visual a partir do qual podem acompanhar a história de Sofia, Leonor, Edgar e Sebastião.

Sinopse

Num quotidiano sem sobressaltos, Sofia divide o seu tempo entre a vida profissional e a dedicação a Leonor, a filha adolescente.
Quando Edgar, ex-marido de Sofia e pai de Leonor, reaparece determinado a reconquistar o coração da filha, regressam também os fantasmas do passado, marcados pelo vício do jogo e pela consequente perda de tudo o que Sofia herdara dos pais.
Entre o passado feliz vivido à beira-mar e o presente que ameaça a paz entretanto reencontrada, Sofia depara-se com uma nova e dolorosa luta pela felicidade. No momento em que as forças ameaçam faltar, o mar parece querer devolver-lhe o mundo perfeito da sua juventude, quando a amizade e o amor se uniam de forma intensa, muito antes da chegada de Edgar à sua vida…

Sobre o Autor

José Rodrigues nasceu em Viseu, cidade onde ainda vive. Com formação superior na área da Gestão, é cofundador e administrador do Grupo Visar e da Escola de Negócios das Beiras. Ocupa os seus dias no mundo da consultoria empresarial, dos seguros e da formação, acreditando que o capital humano é o mais valioso dentro das organizações. As noites e os tempos livres trazem-lhe a família, os amigos, o desporto e os livros que lê e escreve. Na sua escrita procura criar personagens simples e imperfeitos, de carne e osso, que vivem, atuam, sentem e sofrem como cada um de nós, fazendo com que cada leitor sinta que também faz parte da história.