sexta-feira, 4 de julho de 2025

Alain Corbin faz a «História do Silêncio»



Numa época em que o ruído invade todos os espaços e ameaça a nossa vida, o historiador Alain Corbin, conhecido pela enorme sensibilidade no tratamento de temas menos convencionais (como a história dos ventos, da sombra ou do prazer e da paisagem), traça agora uma genealogia do silêncio, desde o Renascimento até aos nossos dias.

História do Silêncio é um livro de uma erudição clara e simples, escrito num tom leve e muito acessível, que aborda a dimensão histórica da ideia de silêncio e do seu valor ao longo da história moderna. Numa altura em que imperam a pressa, o frenesim e o cansaço permanente que daí advém para todos, o silêncio assume importância capital. Redescobrir a escola do silêncio é o desafio de Alain Corbin que, visitando a história e a cultura europeias, convida também à meditação e à contemplação. A hipermediatização do século XXI obriga-nos a fazer parte do todo em vez de nos ouvirmos a nós próprios e ao silêncio do mundo.

Com tradução de Antonio Sabler, chega às livrarias a 10 de julho. 

Sobre o Autor

Alain Corbin nasceu na Normandia em 1936 e foi professor da Universidade de Tours e da Sorbonne, em Paris, tendo-se dedicado especialmente ao século XIX. É um dos grandes mestres da «história das representações e das sensibilidades» e as suas obras dedicam-se ao estudo do desejo, da paisagem, do silêncio, da ignorância (Terra incognita: une histoire de l’ignorance), da relação com o mar e o céu (La mer: terreur et fascination), ou da paixão pelo vento (La rafale et le zéphyr. Histoire des manières d’éprouver et de rever le vent) e pela meteorologia. No ano passado, a Quetzal publicou a sua História do Repouso.

Arte acessível ganha força no mercado de leilões



O mercado de arte contemporânea registou, em 2024, o segundo ano consecutivo de crescimento no número de obras vendidas, apesar da queda no valor global das transações. Segundo o Relatório de Arte Contemporânea 2025 da Hiscox, as vendas de obras criadas após 2000 caíram 27%, com uma quebra mais acentuada nas peças acima de 1 milhão de dólares. A tendência reflete os efeitos da atual conjuntura económica – marcada pela inflação e subida das taxas de juro – e o fim do crescimento especulativo pós-pandemia. Em contraste, o segmento de arte mais acessível, com obras abaixo dos 50 mil dólares, demonstrou forte vitalidade, com um aumento de 20% no número de lotes vendidos e um crescimento de 5% no valor total das vendas.

O relatório também destaca uma queda acentuada no mercado de artistas com menos de 45 anos, cujas vendas recuaram 49% em valor. Ainda assim, esta faixa etária continua mais representada nos leilões do que antes da pandemia. A desaceleração nas vendas não se limita à arte contemporânea, afetando também segmentos como o pós-guerra, impressionistas e mestres antigos. Em paralelo, a Geração Z começa a marcar presença como nova força de colecionadores, investindo mais de metade do seu capital em artistas emergentes. Para a Hiscox, estes dados indicam não um declínio, mas uma transformação do mercado, com maior foco na acessibilidade, na diversidade e na renovação geracional.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

João Svayam edita novo single e anuncia concerto de apresentação



João Svayam edita "Cantigas de Ser" e faz um concerto de apresentação em Lisboa, dia 6 de julho no Bota - Anjos. 
 
"Cantigas de Ser" é o álbum de estreia de João Svayam, músico multi-instrumentista e polivalente, com um caminho marcado pela busca das suas raízes na música, e na sua aplicação comunitária. Nas palavras do músico e compositor, este é "um conjunto de 8 cantigas, com foco em temas focados na existência, no contacto com a Natureza, com os mundos visíveis e invisíveis das nossas relações, parte de um cancioneiro maior, e inspiradas pelas Ilhas dos Açores, por Arruda dos Vinhos, pelas Beiras e as suas paisagens visuais, imaginárias e musicais, pela infância, pelo presente e pela vida".

"Cantigas de Ser", foi criado em residência artística, na StartUp Cultural de Arruda dos Vinhos, no fim de 2023, no momento em que João Svayam convidou Bárbara de Sá, Rui Miguel Aires, João da Mata, Hugo “Vicky” Marques e José Lencastre, para tocar 8 temas da sua autoria. Ao longo de três meses a banda criou arranjos únicos para cada tema, com concerto de apresentação como meta. Em Dezembro de 2023 o concerto deu-se no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos.

O primeiro single a sair de "Cantigas de Ser" é o tema Plantio que nas palavras de João Svayam, nos fala de "sobre como as relações entre seres humanos podem, quando vividas de forma consciente, aberta e com vontade de um mergulho na profundidade, funcionar como as sementes do nosso futuro. Uma cantiga de viagem, que fala sobre conhecer-se a si mesmo através das histórias que criamos sobre os outros e com os outros".

O concerto de apresentação é este próximo dia 6 de julho pelas 21:00 no espaço BOTA-Anjos em Lisboa. 

"Licença para Espiar" de Carmen Posadas



A Casa das Letras edita na próxima terça-feira, 8 de Julho, "Licença para Espiar", da escritora urugauaia Carmen Posadas, romance sobre as mulheres que se dedicaram à perigosa arte da espionagem. Da bíblica Raabe, cuja intervenção foi decisiva para conquistar a Terra Prometida, à Balteira, a jogralesa galega que se viu envolvida em mil e uma intrigas durante o reinado de Afonso X por aqui passam muitas aventuras enfrentadas por mulheres ao longo dos séculos. 

Pela sua mão, ela que viveu em Moscovo na década de 70 e se cruzou com muitos espiões, conhecemos as singulares e temíveis envenenadoras da Índia, é-nos dado um ponto de vista insólito sobre o assassínio de Júlio César. Por estas páginas desfilam rainhas como Catarina de Médici e o seu Esquadrão Voador, aventureiras como a inevitável Mata Hari, mas também princesas que colocaram o seu talento ao serviço de Hitler.  Todas elas, e mais algumas cujos nomes não podem ser mencionados, compõem um livro que se lê como o melhor romance de aventuras e onde, uma vez mais, se demonstra que o talento feminino é inesgotável e não conhece limites.

«Sempre me considerei uma espia. Escrever é observar os outros através do buraco da fechadura, mas, além de ser a minha profissão, creio que também é a minha mais antiga ocupação. Quando penso em mim enquanto criança, vejo-me com cinco ou seis anos, agarrada aos balaústres da escadaria da nossa casa no Uruguai, esforçando-me por ver sem que me vissem. Eu designava esta operação por observar as pessoas grandes. Conto tudo isto para explicar que a razão de ser deste livro é o meu fascínio por aqueles que escolhem ver sem serem vistos. Sem serem vistas, deveria dizer-se, porque uma boa parte das vidas que vou recriar são femininas. Não porque pretenda contribuir para a inesgotável lista de romances de mulheres, para mulheres, sobre mulheres, mas porque penso que aquelas que ao longo da História se dedicaram a estas atividades fizeram-no de modo mais discreto (outro atributo essencial de qualquer bom espião) do que os homens e, não obstante, as suas conquistas são menos conhecidas. Porque se eles escreveram a História e mexeram destramente os cordelinhos, elas, pelo contrário, escolheram as artes não menos eficazes da astúcia.» escreve Carmen Posadas, na «Introdução».
 
Sobre a Autora

Uruguaia de nascença, Carmen Posadas vive em Madrid desde 1965, embora tenha passado longos períodos em Moscovo, Buenos Aires e Londres, cidades onde o pai exerceu cargos diplomáticos. Começou por escrever para crianças e, em 1984, recebeu o Prémio do Ministério da Cultura espanhol para o melhor livro infantil desse ano. É também autora de ensaios, guiões de cinema e de televisão, de relatos e de vários romances, entre os quais se destacam Pequenas Infâmias, galardoado com o Prémio Planeta de 1998 – e objeto de críticas excelentes no The New York Times e no The Washington Post –, A Filha de Cayetana, A Mestre de Marionetas e A Lenda de La Peregrina. É ainda coautora, com o irmão Gervasio Posadas, do livro Hoje Caviar, Amanhã Sardinhas, um relato divertido das aventuras e desventuras da família Posadas. Traduzidas para trinta línguas, todas as suas obras têm tido um acolhimento internacional incomparável, por parte dos leitores e da imprensa especializada. Em 2003, a revista Newsweek aclamou Carmen Posadas como «uma das autoras latino-americanas mais relevantes da sua geração.

Odisseia estreia em exclusivo série documental "Animais Assassinos"



A 4 de julho, o Odisseia estreia em exclusivo a série documental “Animais Assassinos”, uma viagem fascinante ao longo de 14 episódios sobre o mundo dos animais mais mortíferos do planeta, para ver em episódio duplo, pelas 16h00, às sextas-feiras dos meses de julho e agosto.

“Animais Assassinos” explora as diversas armas que os animais selvagens usam para caçar as suas presas e para sobreviver na natureza, desde a utilização de veneno a técnicas impressionantes de camuflagem que lhes conferem uma excepcional capacidade de se esconder dos inimigos.  



No primeiro episódio, para ver a 4 de julho, os espectadores vão conhecer de perto alguns dos animais mais venenosos do planeta como a serpente mais venenosa da América do Norte ou a aranha mais mortífera do mundo. Da australiana aranha-teia-de-funil – entre os aracnídeos mais venenosos do mundo – à serpente mais temida da América – a cascavel-diamantina – veremos como perseguem as presas, se preparam para atacar e, por fim, utilizam o veneno, a sua paralisadora e mortífera arma de eleição.

Do choco camuflado ao hipopótamo escondido, passando pelo feroz tubarão-branco, por aranhas e serpentes venenosas, ou animais que já existiam 30 milhões de anos antes dos dinossauros, esta série apresenta todas as armas mortíferas que lhes permitem aniquilar as presas. 

“Animais Assassinos” conduz-nos numa viagem por terra, mar e ar, para conhecer os astutos homicidas que aí habitam. Na Natureza, impera a lei do mais forte e todas estas criaturas têm capacidades singulares que lhes permitem manter-se no topo da cadeia alimentar.

Festival Mimo Amarante



Com mais de 20 anos de história e um público fiel que já ultrapassa os dois milhões de espectadores entre Portugal e o Brasil, o MIMO Festival regressa em 2025 com entusiasmo à encantadora cidade de Amarante para a sua 6.ª edição com uma programação de topo, onde a cultura e a música voltam a assumir um lugar de destaque — sempre com entrada gratuita para toda a experiência do festival. 

Lu Araújo, fundadora e diretora do MIMO Festival não esconde a satisfação com o sucesso do MIMO em Amarante: “realizar um festival gratuito com essa dimensão nos dias de hoje é um verdadeiro ato de resistência e compromisso com a cultura. Acreditamos na arte como ferramenta de transformação social — e é isso que nos impulsiona a seguir em frente, com o mesmo entusiasmo de sempre.”

Jorge Ricardo, presidente da Câmara Municipal de Amarante, destaca o facto de o festival afirmar o município enquanto “destino de cultura, criatividade e partilha” e realça que “enquanto Cidade Criativa da UNESCO na categoria Música, Amarante tem também a responsabilidade de proporcionar experiências diferenciadoras e enriquecedoras, sendo o MIMO um exemplo desse propósito, ao promover a democratização da cultura, transformando os nossos espaços públicos, monumentos e ruas num encontro de culturas, saberes e sonoridades. Isto porque, para além da dimensão cultural, o festival contribui para a valorização turística e social de Amarante, trazendo à cidade visitantes de diferentes origens e proporcionando novas dinâmicas económicas e culturais” e conclui que “a realização de mais uma edição do MIMO reforça a posição de Amarante enquanto cidade criativa e atenta à importância da cultura na construção de uma comunidade mais participativa e plural.”

A edição deste ano reúne mais de 60 atividades ao longo de três dias. Com uma programação verdadeiramente transcultural — que inclui concertos e DJ sets com artistas de treze nacionalidades, como Portugal, Brasil, Reino Unido, México, Espanha, Palestina, Senegal, EUA, Venezuela, Argentina, França, Gâmbia e Cuba — o festival também apresenta palestras, workshops, oficinas, cortejos, sessões do MIMO Bem-Estar, MIMO para Crianças e roteiros culturais. Tudo isso ocupa não só os palcos, mas também as ruas, parques, igrejas, praias fluviais e recantos da cidade, num verdadeiro mergulho sensorial e comunitário.

Fiel à sua vocação cosmopolita, o Festival Mimo Amarante 2025 apresenta uma edição ainda mais global, inclusiva, arrojada e plural, com propostas que atravessam fronteiras e estilos. Entre grandes nomes consagrados e talentos emergentes, o festival oferece um retrato dinâmico do que de mais relevante e inovador se faz na música contemporânea, tanto em Portugal como no resto do mundo.

Nesta edição, o MIMO traz a Amarante nomes incontornáveis, de Portugal e de vários outros países, num leque abrangente, que vai de Ana Moura e Chief Adjuah formerly Christian Scott, de José James a Aja Monet, de Sona Jobarteh a Roberto Fonseca, de Daddy G (Massive Attack) DJ Set a Carlos Malta & Pife Muderno… passando ainda por  Fogo Fogo, Momi Maiga, Gustavo Beytelmann & Philippe Cohen Solal (Gotan Project), Juliana Linhares, Mocofaia ou Natascha Falcão ou ainda pela roda de samba com o grupo carioca Casuariana.

Em 2024, o MIMO Amarante reuniu 70 mil pessoas, confirmando o carinho do público e a força do evento no panorama cultural. Este ano, a programação foi cuidadosamente  pensada para os habitantes e visitantes da cidade, curiosos, calorosos e participativos, e conta com o apoio imprescindível do Município de Amarante, principal promotor do evento.

Mais do que um festival, o MIMO é um encontro de culturas, gerações e ideias, que transforma a cidade num palco vivo, celebrando a diversidade cultural e a criatividade em todas as suas expressões.

Está a chegar uma nova edição inesquecível do MIMO Festival — gratuito, vibrante e transformador. Uma celebração da música, da cultura e da partilha que promete ficar na memória de todos.

Panda e os Caricas estreiam novo vídeo “Mah-na Mah-na”



O Panda e os Caricas acabam de lançar um novo vídeo no seu canal de YouTube: uma versão animada e divertida do clássico “Mah-na Mah-na”, originalmente popularizado pelos Marretas.  

Depois de uma estreia exclusiva na app Panda+, o vídeo está agora disponível para todos os fãs no YouTube, prometendo contagiar miúdos e graúdos com o seu ritmo cativante e a energia característica do grupo. A canção integra o álbum “Na Selva”, que já se encontra disponível em CD e nas principais plataformas digitais, incluindo Spotify.  

“Na Selva” consolida o sucesso do Panda e os Caricas, com temas como: “Fungagá da Bicharada” (já com mais de 844 mil visualizações no YouTube) ou “Eu Gosto de Dançar” (versão do clássico “I Like to Move It”, de “Madagáscar”).

Com mais de 3,28 milhões de subscritores no YouTube e espetáculos esgotados por todo o país, o Panda e os Caricas continuam a ser uma referência incontornável no entretenimento infantil português, unindo gerações através de melodias animadas e coreografias irresistíveis.  

Veja o novo vídeo “Mah-na Mah-na” aqui.



Estreias de cinema de 3 de Julho de 2025



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Completamente Deslocados

Redouane Mahrez trabalhava numa fábrica de colchões em França quando, justamente na altura em que lhe foi prometida uma promoção a chefe de equipa, vem a descobrir que a empresa iria ser transferida para a Índia. Depois de reclamar com os superiores, fica combinado que, se aceitar o cargo, passaria a ganhar o dobro. Determinado a amealhar dinheiro para melhorar de vida, convence a namorada a acompanhá-lo e aceita o desafio. Mas, assim que recebe o primeiro ordenado em solo indiano, apercebe-se de que foi enganado: o salário duplicado será pago em rupias, e não em euros. Fiel ao espírito combativo francês, Redouane decide ensinar aos seus novos colegas uma das especialidades do seu país: as aguerridas técnicas de fazer greves e manifestações.

Esta comédia social tem realização dos irmãos Ali e Redouane Bougheraba – que também protagoniza e assina o argumento juntamente com Germain Blot e Cédric Dosne. O elenco conta ainda com Vanessa Guide, Antoine Gouy, Josiane Balasko e Ahassan Uddin. 



Mundo Jurássico - Renascimento

Cinco anos após o caos que alterou para sempre o curso da história em “Mundo Jurássico: Domínio”, os dinossauros foram confinados a um local bem distante e inacessível. Agora, com o objectivo de desenvolver um medicamento revolucionário capaz de salvar milhões de vidas, Zora Bennett é escolhida para liderar uma missão de alto risco, acompanhada pelo prestigiado paleontólogo Dr. Henry Loomis e pelo especialista em sobrevivência Duncan Kincaid. 
A expedição leva-os à Ilha Saint-Hubert – outrora centro de pesquisa da InGen e berço do lendário Parque Jurássico – onde deverão recolher ADN das três maiores criaturas pré-históricas alguma vez conhecidas. Mas nada os poderia preparar para o que estavam prestes a enfrentar.

Quarto filme da série “Mundo Jurássico” e sétimo da saga "Parque Jurássico" (que tem por base os livros do escritor Michael Crichton), este filme de aventura é realizado por Gareth Edwards e escrito por David Koepp, argumentista dos dois primeiros capítulos da trilogia original. O elenco de actores reúne Scarlett Johansson, Jonathan Bailey, Mahershala Ali, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise, David Iacono, Audrina Miranda, Bechir Sylvain, Ed Skrein, Philippine Velge, Niamh Finlay e Dylan Bickel, entre outros. 



Comboio do Árctico

Verão de 1941. No auge da Segunda Guerra Mundial, quando as forças alemãs pareciam invencíveis, um comboio de 35 navios civis, transportando abastecimentos, deixou a Islândia rumo à União Soviética. Apesar da protecção da marinha aliada, falhas graves de comunicação expuseram as embarcações aos ataques  implacáveis da aviação e da armada alemãs. Isolados no Árctico e sem alternativas de fuga, os marinheiros são então encorajados pelo seu comandante a enfrentar o medo e prosseguir viagem, de modo a entregarem o carregamento que poderá salvar inúmeras vidas.

Inspirado em factos verídicos, o filme é realizado por Henrik Martin Dahlsbakken (“Munch”) e conta com argumento de Harald Rosenløw-Eeg e Lars Gudmestad. No elenco figuram os actores Tobias Santelmann, Anders Baasmo, Heidi Ruud Ellingsen, Adam Lundgren, Olav Waastad e Preben Hodneland. 

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Livraria Lisboa Cultura inaugurada no Rossio



A Livraria Lisboa Cultura, um espaço para contar a cidade, é inaugurada no dia 4 de julho, às 15h00, numa iniciativa que conta com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.

Sublinhando a importância que o livro tem na política cultural da cidade, a Livraria Lisboa Cultura abre portas no centro da cidade, oferecendo um olhar variado sobre tudo o que a Lisboa diz respeito: a história, a arquitetura, as artes, a poesia, o ambiente, entre outros temas. A Livraria Lisboa Cultura será uma âncora para o conhecimento e descoberta da cidade.

A nova Livraria Lisboa Cultura conta com um catálogo com mais de 1500 títulos de edição ou coedição municipal, de temáticas muito variadas, tendo sempre Lisboa como mote.  Aos títulos municipais somam-se outros, de variados editores, sempre com foco na cidade. Em cada publicação, em cada livro, se conta uma face de Lisboa. 

E porque uma livraria se quer viva e vivida e tomando sempre os livros como ponto de partida, a Livraria Lisboa Cultura contará ainda com um programa regular de conversas, apresentações e atividades, e colaboração na promoção cultural da cidade. Este programa será eco das atividades dos agentes municipais – valorizando-os – em colaboração permanente.

Para o dia de inauguração estão agendadas duas iniciativas: uma conversa sobre o catálogo da Livraria (às 18h) e um passeio ao Rossio Literário, descobrindo as referências literárias que esta praça nobre da cidade tem (às 16h).

A Livraria Lisboa Cultura ocupa os números 22 e 23 da Praça D. Pedro IV (Rossio), num espaço que já foi livraria, lado a lado com os emblemáticos Tabacaria Mónaco e Café Nicola. O seu horário de funcionamento será de segunda-feira a sábado, das 10h às 19h. Este projeto municipal é desenvolvido em colaboração pela Direção Municipal de Cultura e a empresa municipal Lisboa Cultura.

FNAC dá um level up aos aderentes mais interessados na nova App Cartão FNAC



A FNAC acaba de revolucionar a forma como os seus aderentes se relacionam com a cultura, a tecnologia e os seus próprios interesses. A nova App Cartão FNAC redefine a experiência dos seus aderentes com uma abordagem mais dinâmica, interativa e cheia de vantagens. No centro desta evolução está uma funcionalidade inédita: um sistema de gamificação que transforma cada compra e cada interação num passo em direção a mais benefícios. Cada utilização da app é agora uma oportunidade para evoluir, desbloquear vantagens e acumular benefícios.
 
“A narrativa por trás desta grande novidade é clara: ‘Com a nova App Cartão FNAC, quanto mais interessante fores (com cultura e paixões FNAC), mais interesseiro ficas (com vantagens em Cartão FNAC).’ Esta filosofia reflete o nosso compromisso em recompensar a curiosidade e o envolvimento dos clientes”, explica Inês Condeço, diretora de marketing e comunicação da FNAC Portugal.
 
Com esta nova aplicação, a relação com a FNAC ganha ritmo, movimento e recompensa. Ao acumular compras, o aderente progride entre níveis — Liker, Lover e Addicted — em categorias como Tecnologia, Gaming, Livros e Papelaria, Jogos e Brinquedos, Música e Filmes, e ainda Clínica FNAC, com os serviços de reparação. Cada avanço desbloqueia vales de desconto exclusivos, que podem atingir um total de 190€ por ano.
 
A aplicação valoriza quem vive a cultura com intensidade e acompanha o universo FNAC com entusiasmo. Quanto maior o envolvimento, maior a recompensa. A cultura, a tecnologia e o entretenimento tornam-se agora ainda mais próximos, com uma app que acompanha cada passo e reconhece cada escolha.
 
Esta dinâmica é complementada por uma experiência digital integrada, pensada para simplificar a experiência do Aderente. A aplicação permite o acesso direto à agenda cultural dos Eventos FNAC, aos talões digitais e ao saldo atualizado do Cartão FNAC, reunindo tudo num único espaço de forma prática e intuitiva.
 
Para celebrar o arranque, está em curso uma ação especial com oferta de bilhetes para o NOS Alive, acessível a quem aderir ao Cartão FNAC. Basta aderir ao cartão, instalar a nova App Cartão FNAC e fazer uma compra na Bilheteira FNAC, passando a app, até ao dia 6 de julho.
 
A App, já está disponível para download em Google Play e na APP Store IOS.