A Mais Bela Maldição marca a estreia de Rui Couceiro na não ficção com uma homenagem aos leitores – «essa tribo mais ou menos rara» – cujas vidas foram irreversivelmente contagiadas pelo poder das palavras.
Dar o protagonismo à leitura e dedicar a vida aos livros é o que une as personalidades que Rui Couceiro dá a conhecer no seu novo livro. Espalhadas pelo globo, todas foram visitadas pelo autor e com ele partilharam o modo como os livros – essa invenção a que tantas vezes se vaticinou o fim – lhes mudaram a vida a ponto de ganharem nela um papel central. Embora o escritor, que já foi editor e se encontra a comissariar um festival literário, pudesse bem figurar como protagonista de um décimo primeiro texto, são sobre outros os relatos que podemos conhecer no seu novo livro.
Criar bibliotecas em prisões, promover residências literárias, salvar livros da destruição e disponibilizá-los à comunidade: muito tem a contar quem não escapou à «bela maldição» que dá título a este tributo aos livros e aos leitores. Nas palavras de Irene Vallejo, estamos perante «Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo.»
Depois de Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa – ambos aclamados pela crítica – a Porto Editora publica agora A Mais Bela Maldição, que já se encontra em pré-venda, chegando às livrarias a 16 de abril.
Sobre o Autor
Rui Couceiro nasceu no Porto, em 1984. Trabalhou no meio editorial durante duas décadas, primeiro como assessor de comunicação da Porto Editora e mais tarde como editor da Bertrand, onde criou e dirigiu durante dez anos a chancela Contraponto. Atualmente, encontra-se a comissariar o evento literário e cultural BABELL, promovido pela Fundação Livraria Lello, com o apoio da Câmara Municipal do Porto. É membro do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queiroz e colabora com a revista Visão. Como autor, publicou, em 2022, o seu primeiro romance, Baiôa sem Data para Morrer, distinguido com o Prémio Literário Manuel de Boaventura nesse ano e finalista do Prémio Pen Club Português no ano seguinte. Em 2024, lançou o seu segundo romance, Morro da Pena Ventosa, que obteve idêntico reconhecimento dos leitores e da crítica.
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