terça-feira, 4 de maio de 2021
Jogos do mês de maio no PlayStation®Plus
segunda-feira, 3 de maio de 2021
É ou não é? - O grande debate na RTP1
Campanha “Jogos por menos de 20€” regressa à PlayStation®Store
- STAR WARS™: Squadrons: 19,99€ (Antes 39,99€);
- Call of Duty: Black Ops III - Zombies Chronicles Edition: 19,59€ (Antes 69,99€);
- Shadow of the Tomb Raider: Definitive Edition: 14,99€ (Antes 59,99€);
- The Crew® 2 Edição Standard: 9,99€ (Antes 49,99€);
- Assassin’s Creed® IV Black Flag™ Standard Edition: 11,99€ (Antes 19,99€);
- Battlefield 4™: 5,99€ (Antes 19,99€);
- Call of Duty®: WWII - Gold Edition: 19,59€ (Antes 69,99€);
- Control: 17,99€ (Antes 29,99€);
- Fallout 4: 7,99€ (Antes 19,99€);
- Far Cry® New Dawn: 15,29€ (Antes 44,99€);
- Hunting Simulator 2: 19,79€ (Antes 59,99€);
- LEGO® Star Wars™: The Force Awakens: 14,99€ (Antes 59,99€);
- Metal Gear Solid V: The Definitive Experience: 3,99€ (Antes 19,99€);
- Mortal Kombat X: 10,00€ (Antes 19,99€);
- NASCAR Heat 5: 19,49€ (Antes 29,99€);
- The Crew® 2 - Edição Gold: 19,79€ (Antes 89,99€);
- The Division 2 – Edição Standard: 9,89€ (Antes 29,99€);
- The Sims™ 4: 9,99€ (Antes 39,99€);
- The Witcher 3: Wild Hunt: 5,99€ (Antes 29,99€);
- Conjunto Unravel Yarny: 4,49€ (Antes 29,99€);
- Vader Immortal: A Star Wars VR Series: 13,49€ (Antes 26,99€);
- Watch Dogs®2: 17,49€ (Antes 69,99€);
- WWE 2K20: 17,49€ (Antes 69,99€).
‘Eli Roth’s History of Horror’ no AMC
O canal AMC estreou, em exclusivo e por streaming, a primeira e segunda temporada de ‘Eli Roth’s History of Horror’, disponível em VOD (Vídeo on Demand) na MEO e NOS. Nesta série documental, o premiado realizador, guionista, produtor e ator Eli Roth reúne os ícones e narradores que definiram o género de terror para explorar as suas temáticas mais profundas e revelar as inspirações e lutas por trás do seu passado e presente.
Cada episódio da primeira temporada explora um subgénero do aspecto do terror, como zombies, filmes slashers, vampiros ou fantasmas, entre outros, para ver como evoluiu através da história e impactou a sociedade, respondendo à pergunta: porque é que os espectadores continuam a gostar do medo?
Na segunda temporada, ‘Eli Roth’s History of Horror’ analisa as casas assombradas, monstros, bruxas e mergulha nas catacumbas dos filmes de culto históricos e clássicos assustadores, desvendando as entranhas do cinema de terror recente.
A série documental explora o poder obscuro e a diversão perversa dos filmes de terror, o trabalho para os realizar e as formas como o género reflecte as ansiedades de cada época.
Trio de Mynda'Guevara, DJ Firmeza, João Grilo no TBA
Mynda’Guevara, DJ Firmeza e João Grilo são três artistas que se têm destacado em áreas musicais distintas, ainda que todas diretamente ligadas à cultura urbana: o rap, a música eletrónica e o jazz. A convite do TBA, juntam-se em palco pela primeira vez para apresentar o resultado de um processo de busca de um espaço comum de linguagem. Juntos, transpõem para a música aquela que tem sido a discussão em torno do fluxo dos movimentos e tensões das periferias e das suas identidades artísticas. A forma como expressões intimamente vinculadas aos seus locais de criação se projetam na produção de novas formas de música popular, como é o caso da síntese de ritmos e formas musicais produzidas pela diáspora africana em Lisboa, é a base deste convite. Neste caso, a colaboração materializa-se no talvez improvável cruzamento do rap crioulo e politicamente comprometido (enquanto mulher e enquanto afrodescendente) de Mynda’Guevara, com a percussão eletrónica de DJ Firmeza, produzida a partir da Quinta do Mocho e que tem chegado a todo o mundo através da Príncipe Discos, e a exploração e improvisação alicerçada no jazz e na folk onírica do pianista portuense João Grilo.
Mynda’Guevara
Vinda do bairro da Cova da Moura em Lisboa, Mynda’Guevara carrega no nome e na atitude uma sede de revolução que está intimamente ligada ao papel ainda muito minimizado das mulheres no rap. O seu Rap, em crioulo, como forma de expressão verdadeira e emancipatória, tem vindo a conquistar uma posição de respeito, por força de uma lírica em reflexo do seu papel enquanto mulher, afro-descendente e rapper no seio de uma sociedade estratificada.
DJ Firmeza é um mago a tocar a sua música ao vivo no domínio de enredos percussivos de uma outra dimensão, do mais pronto a conduzir uma pista de dança rumo ao transe comunal que sem esforço o seu âmago espiritual convoca. Nascido em Portugal de ascendência angolana e carismático residente no bairro da Quinta do Mocho, Fifaz destacou-se como uma presença regular no circuito apelidado da Noite Africana na Grande Lisboa e nas festas mensais Noite Príncipe no Musicbox.
Cofundador da crew Piquenos DJs do Guetto, viu editado o EP em vinil B.N.M. / P.D.D.G. na Príncipe no final de 2013, que recebeu atenção elogiosa da crítica musical nacional e internacional. Em 2015, saiu o seu mui aguardado EP Alma do meu pai em nome próprio na Príncipe, um autêntico caso de clássico instantâneo, tamanha vida e realidade revelada em ritmos & sons. Há dois anos chegou finalmente o sucessor Ardeu, novo avanço entusiasmante, incluindo fogosas animações vocais num par de temas, na sua expressão afro technómica crua e minimal.
Desde 2014 tem tocado regularmente pelo Velho Continente, com atuações épicas veraneias no terraço do Schinkel Pavillon em Berlim, num pavilhão geodésico num bosque na Suíça ou numa festa no Pavilhão da Alemanha na Bienal de Arquitetura de Veneza, para além de festivais como o Lowlands na Holanda ou RBMA Festival em Los Angeles, e digressões nos Estados Unidos, Canadá, México, China e Coreia do Sul.
No final de 2017 viu estreado online o filme Pai Nosso, uma curta ficção – ensaio a partir da sua vida quotidiana realizada pelo nova-iorquino Clayton Vomero, e mais recentemente contribuiu com música para a campanha The World Isn’t Everything para a colecção SS2020 da marca Telfar.
João Grilo é um pianista e compositor, que desenvolve trabalho em vários géneros musicais, influenciado pela música clássica contemporânea, o jazz e a música eletrónica. Para além disso mantém uma atividade que relaciona a música com as outras artes, tendo cocriado a sonoplastia da peça de dança Coexistimos de Inês Campos, Fios de Terra com a companhia DEMO e tendo trabalhado no seu mais recente projecto HVIT com o videasta Miguel C. Tavares. Está a tornar-se um músico cada vez mais ativo na cena musical portuguesa e colabora com artistas nacionais e internacionais como Christian Meaas Svendsen, Demian Cabaud, Pedro Melo Alves, João Hasselberg, Jo David Meyer, Quarteto Contratempus.
Lançou dois álbuns de composições originais, Como se chama o teu disco? (2016) e HVIT, 2019, com o carimbo Porta-Jazz. Participou como intérprete noutros álbuns como Aparicion, de Demian Cabaud, More Fun Please, Pal Nilson Love, e Voa a Pé de Retimbrar.
Um dia sonhou que brilhava da barriga. Na noite anterior, tinha visto um documentário sobre bioluminescência e desde então que é inteiramente apaixonado por esse fenómeno.
Voz e texto: Mynda’Guevara
Eletrónica: DJ Firmeza
Piano: João Grilo
Fotos: Diogo Simões
qui 6 maio 19h
Sala principal
12€ • Menores de 25 anos: 5€
Duração 50 min. • M/6
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Blacci e Murta colaboram no single “Vou Te Amar”
Blacci é a nova aposta da parceria da Klasszik com a Universal Music Portugal e promete surpreender com a nova canção
Murta já se tinha afirmado como uma das mais entusiasmantes novas vozes da música portuguesa com o álbum de estreia “D’ART VIDA”. Agora o artista junta-se a Blacci, cantora luso-brasileira da Klasszik que é claramente diferente de tudo o que se tem visto em Portugal, no novo single “Vou Te Amar”.
Este novo single conta com letra de Blacci e Murta, música de Blacci, Murta e Rodrigo Correia e produção de Gystavo Mello, Murta e Rodrigo Correia.
“Tudo começou quando o Rodrigo Correia, o baixista da banda do Murta, me mostrou uns acordes e fiz uma melodia por cima. A partir daí, desenvolvemos a ideia com o meu produtor, G Latto. O Murta ouviu a música e decidiu entrar”, conta Blacci.
“Vou Te Amar” é uma canção sobre um amor que ultrapassa quaisquer barreiras físicas, um amor repleto de boas energias.
“Espero que esta música contribua para alegrar a vidas das pessoas nesta fase difícil que todos estamos a passar, um sentimento de esperança e liberdade numa música intemporal”, refere Blacci.
Blacci, atualmente com 19 anos, é um dos novos talentos da Klasszik que certamente mais irá dar que falar.
As suas influências são muito variadas, do rap e trap ao r&b, indie ou pop mas, na verdade, é o seu pai que ainda hoje é a sua maior influência.
“Descobri a música quando era muito pequena. A música sempre esteve presente na minha vida e na vida da minha família porque o meu pai também é músico, toca baixo e teve uma banda no Brasil, durante 10 anos, quando era mais novo. Muitas vezes cantava com ele músicas que ele tocava no violão”, conta a cantora.
Blacci começou a escrever as suas canções aos 12 anos, mas durante muito tempo guardava as suas músicas só para si. Até que no início do ano passado teve a oportunidade de gravar as primeiras canções e trabalhar com produtores.
Artista autodidata, a sua criatividade surge nos momentos mais variados, tendo o ukelele como um dos seus instrumentos de eleição.
Agora mostra novas facetas do seu talento ao lado de Murta com o single imperdível “Vou Te Amar”.
Returnal recebe trailer de lançamento em português
- Arma Eletroestacadora
- Arma Atirador Cavo
- 1 consumível Estimulante Reflexo
- 1 artefacto Massa Pulsante
- 1 Reforço de Adrenalina
- Banda sonora digital









