quarta-feira, 7 de maio de 2025

Mudar de Ideias com Julian Barnes



Ao longo da vida, Julian Barnes votou convictamente em seis partidos diferentes. Porquê? Porque, em cinquenta anos, mudou várias vezes de opinião. Ao longo dos anos mudamos frequentemente de ideias. Na nossa memória, ideias passadas parecem-nos por vezes absurdas; noutros casos, estão ligadas ao tempo que passou – e nos mudou. Um tema pouco abordado sobre o qual o escritor britânico discorre em Mudar de Ideias, de forma simples, divertida e confessional.

Mudar de Ideias reúne uma seleção de cinco ensaios sobre a arte de «mudar de ideias» e, também, sobre o que nos faz ser diferentes com essa mudança. Ao longo destas páginas, inicialmente pensadas para uma emissão de rádio, Barnes interroga-se sobre as implicações da mudança de ideias e das razões por que pensamos que mudámos; como muda a nossa linguagem; como viu a política ao longo dos últimos cinquenta anos (e o que o levou a votar em seis partidos diferentes); como lê e reavalia alguns dos livros da sua vida; e, finalmente, o tempo: como o pensamos, e como enfrentamos a sua natureza mutável ao longo de várias décadas. Sem isso, a vida não teria graça.

Sobre o Autor

Julian Barnes nasceu em Leicester em 1946. Licenciou-se em Oxford (com louvor) em Línguas Modernas. É autor de mais de vinte livros – e um dos mais notáveis escritores da sua geração. Ganhou, em 2011, o prémio Booker por O Sentido do Fim. Três dos seus romances foram, aliás, finalistas deste prémio, entre eles O Papagaio de Flaubert, também galardoado com os prémios Médicis e Femina. A obra de Julian Barnes está praticamente toda publicada na Quetzal, que, a par de cada título novo, recupera os mais importantes da sua backlist.  

Final do Cascais Ópera consagra talento português



A 2.ª edição do Cascais Ópera terminou no passado domingo, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com o anúncio dos vencedores — num encerramento que marcou mais do que o fim de uma competição: uma afirmação clara da vitalidade da ópera e da excelência artística das novas gerações.
 
Oito finalistas subiram ao palco para disputar os principais prémios. A portuguesa Ana Rita Coelho conquistou o Grand Prix Égide, no valor de 10 mil euros, que garante à vencedora um contrato com o Teatro Nacional de São Carlos. O Primeiro Prémio “Teresa Berganza”, destinado à melhor voz feminina, foi atribuído à mezzo-soprano israelita Anna Tetruashvili, enquanto o barítono sérvio Viktor Aksentijević recebeu o Primeiro Prémio “Maurício Bensaude”, para melhor voz masculina.

Ao longo de duas semanas, o Cascais Ópera reuniu 30 cantores de 18 países diferentes, escolhidos entre 340 candidaturas provenientes de 49 nacionalidades — números que reforçam o posicionamento internacional desta iniciativa. Entre provas, masterclasses, encontros com profissionais e momentos de partilha artística, Cascais voltou a afirmar-se como um lugar onde se desenha o futuro da ópera.
Nesta Final os finalistas atuaram acompanhados pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direção do maestro Antonio Pirolli. Em disputa estiveram mais de 40 mil euros em prémios e várias oportunidades profissionais com instituições nacionais e internacionais. Ana Rita Coelho (Mezzo-Soprano) recebeu também o Prémio do Público RTP. Manhan Qi, soprano chinesa  recebeu o Segundo Prémio e Defne Celik (Soprano) o Terceiro Prémio, bem como o Prémio de Melhor Cantora até 25 anos. O Prémio Talento de Palco foi atribuído a Oksana Pynchuk (Soprano).

Vários cantores foram também distinguidos com contratos com instituições culturais de prestígio: Madelena Oliveira Martins, Ester Ferraro, Milan Perišić e Jean Miannay com o Festival de Música de Mafra; Laura Brasó com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras; JaeWoung Lee com o Festival Internacional de Piano do Algarve; Ju Hyeok Lee com o Festival Internacional de Marvão; Sehyung Kyung com a Ópera Estatal de Istambul; e Sunu Sun com o Festival Amazonas de Ópera.

Mais do que uma competição, o Cascais Ópera é um espaço de encontro entre jovens intérpretes, instituições culturais e novos públicos. É também uma plataforma para o desenvolvimento de carreira, a formação artística e a partilha internacional de experiências no domínio do canto lírico.
Em 2026, o Cascais Ópera regressa com uma nova edição, marcada por um compromisso renovado com a excelência artística e com a consolidação da sua dimensão internacional.As novas datas serão anunciadas em breve.



Cascais Ópera – Onde nasce o futuro da ópera
O Concurso é co-organizado entre a Associação CIVOC, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luis I. Tem o apoio da Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI, Égide - Associação Portuguesa das Artes, Fundação Millennium bcp, Turismo de Cascais, Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Lisboa, SRS Legal, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Leitão & Irmão Joalheiros, Hotéis Pestana, Hyundai. Conta com a RTP como parceiro Media e o parceiro institucional deste concurso é o Teatro Nacional de São Carlos.

terça-feira, 6 de maio de 2025

Café Curto marca 200 sessões com celebração especial



O ciclo de showcases semanais, que acontecem no Café Concerto do Convento São Francisco, com curadoria da Blue House e coprodução da Divisão do Convento São Francisco, e financiamento da Câmara Municipal de Coimbra, comemora 200 sessões com uma edição especial inserida no Festival Santos da Casa. 

A 13 de maio, a Blue House assinala um marco simbólico: a realização da 200.ª sessão do Café Curto. O momento será celebrado com uma edição especial inserida no Festival Santos da Casa, que propõe um formato inédito — uma "Conversa-Concerto" protagonizada pela artista Yosune e pelo radialista Fausto Silva, parceiro deste ciclo, voz sempre presente na promoção da nova música portuguesa e figura incontornável da Rádio Universidade de Coimbra que comemora 42 anos de atividade radiofónica.

Neste Café Curto #200, a artista venezuelana Yosune — que vive em Portugal desde 2017 — apresentará temas do seu mais recente trabalho Madre Tierra, um disco produzido por Quico Serrano que celebra a vida, a liberdade interior e a ligação à terra-mãe. O concerto será entrelaçado com uma conversa informal conduzida por Fausto Silva, num formato fluído que se prolongará por cerca de 60 minutos — o dobro da duração habitual do Café Curto — criando um espaço de partilha entre palavra e música.

Este evento especial será também o encerramento simbólico da edição 2025 do Festival Santos da Casa, iniciativa com a qual o Café Curto mantém uma colaboração regular.

Valery Meladze celebra 30 anos de carreira no Casino Estoril



Com uma voz inigualável, Valery Meladze apresenta-se no dia 19 de junho, a partir das 20 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. No âmbito de uma nova digressão que celebra os seus 30 anos de carreira artística e o seu 60º aniversário, o carismático músico georgiano sobe ao palco para revisitar numerosos êxitos.

Valery Meladze é considerado um dos artistas mais brilhantes  meio russófono, sendo seguido por numerosos fãs e admiradores que esgotam, habitualmente, os seus concertos. 

Será num ambiente de alguma nostalgia, que o público poderá recordar os principais sucessos discográficos de Valery Meladze. Cada uma das canções tem uma história e um significado próprio, marcando um determinado momento da sua carreira. 

“How Beautiful You Are Today”, “Sera”, “I Can't Do Without You”, “Attraction No More”, “Foreigner”, “Tequila Love”, “In Defiance” e “Heaven” serão, apenas, alguns dos temas em destaque no Salão Preto e Prata. 

Um concerto especial que constitui uma oportunidade para os espectadores recordarem temas icónicos que conquistaram os corações de milhões de fãs de Valery Meladze. 

A democracia parece estar em queda livre e o mundo assiste em silêncio



O que acontece quando a verdade deixa de ser um valor e passa a ser uma ferramenta de poder? Com a reeleição de Donald Trump, os Estados Unidos deixam de ser símbolo de liberdade para se tornarem o espelho de um Ocidente em profunda crise. A manipulação da informação, o enfraquecimento das instituições e a normalização do autoritarismo estão a redesenhar o cenário político mundial e a ameaça paira sobre todos nós.

O Colapso da Verdade, de Germano Almeida, recusa a neutralidade cómoda e traça um diagnóstico inquietante: a democracia não está a ser atacada desde fora, mas corroída por dentro e com o consentimento de quem devia defendê-la. Depois, lança uma pergunta desconfortável, mas necessária: teremos perdido a capacidade de reconhecer o perigo?

Germano Almeida é uma voz incontornável no debate sobre geopolítica. Autor, jornalista e um dos mais reconhecidos analistas de política internacional, especialmente a norte-americana, é presença assídua na televisão e na imprensa escrita há quase 30 anos. Agora, apresenta-nos a sua obra mais contundente de sempre.

O Colapso da Verdade não é apenas um livro. É um aviso que não podemos ignorar e poderá ter um preço demasiado alto. Editado pela Ideias de Ler, o livro chega hoje às livrarias, num período em que o silêncio e a normalização do autoritarismo se tornaram as maiores ameaças à nossa liberdade.

Sobre o Autor

Germano Almeida é comentador e analista de política internacional há mais de duas décadas. Bolseiro da FLAD durante a reeleição de Barack Obama de 2012, possui uma sólida formação académica: é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, com formação complementar em Defesa e Segurança para Jornalistas (Instituto de Defesa Nacional, 2013) e Estudos Avançados em Geopolítica (IDN, 2023/2024). Quando, no ano 2000, acompanhou a controversa eleição Gore/Bush, tornou-se figura incontornável no panorama da análise de política norte-americana. É, atualmente, autor e apresentador do programa “Guerra e Paz” no canal televisivo Now, onde também comenta política internacional desde novembro de 2024, e assina semanalmente duas páginas de opinião na revista Sábado. Antes, destacou-se como comentador do mesmo tema na SIC Notícias e na TSF, entre 2020 e 2024. Durante esse período, fez o programa “Decisão América” na SIC Notícias, acompanhando de perto as presidenciais norte-americanas de 2024, e contribuiu com artigos no Diário de Notícias três vezes por semana. É autor de seis livros que exploram tanto as presidências dos EUA como assuntos de geopolítica internacional e coautor do podcast Radar USA, com a jornalista Ana Rita Guerra.

Luna Fest chama-se agora Rocketmen



O Luna Fest, festival que celebrou o rock em Coimbra em 2023 e 2024, passa, a partir desta data, a designar-se Rocketmen. O nome muda, o espírito e a identidade, assentes no rock, numa cidade onde ele está tão vincadamente presente, mantêm-se bem vivos.

Esta transformação surge em resposta a divergências de ordem estética, estratégica e conceptual entre os elementos que originalmente idealizaram e concretizaram o evento.

Uma das divergências incide sobre propriedade intelectual do nome, e as datas legais para a resolução desta disputa interferem nos compromissos já assumidos com os apoios oficiais e patrocinadores do evento. Assim, e após uma profunda reflexão, foi definido que esta alteração é, não só obrigatória, como fundamental para garantir a realização da edição 2025. É também importante para alinhar a identidade do festival com uma nova visão e um novo rumo para o futuro.

A organização do agora Rocketmen expressa o seu profundo agradecimento a todos quantos integraram a equipa original do festival e que, entretanto, seguiram outros caminhos. O seu contributo foi decisivo e inestimável para o sucesso e impacto das duas primeiras edições, lançando as bases sólidas para o crescimento e afirmação de um festival deste género no panorama musical da região e do país.

Com este novo nome, Rocketmen, a organização reafirma o compromisso de oferecer experiências musicais marcantes. Mantendo a qualidade da programação, há o desejo de alterar um conjunto de aspetos estéticos e estratégicos, com o objetivo primordial de organizar um evento diferenciado com um alinhamento mais eclético e simultaneamente transversal a gerações e tribos, com um denominador comum: o rock'n'roll. Foi essa a génese, em 2023, e assim se manterá, de olhos postos no futuro.

Para os três dias do Festival estão já confirmadas 17 atuações: os portugueses Mão Morta, MARTA REN, Maquina, Agressive Girls, The Pages e Táxi, as norte-americanas The Darts e Kate Clover, os britânicos 999 e Heavy Lungs, os espanhóis Biznaga, Putilatex e Sistema de Entretenimiento, o belga Landrose, os franceses La Boum Brute, os brasileiros Asfixia Social e os ugandeses Arsenal Mikebe Ft. HHY.

Cláudia Soares no Arena Lounge do Casino Lisboa



As noites de animação musical continuam em destaque no Arena Lounge do Casino Lisboa. Com um registo revivalista, Cláudia Soares Duo apresenta-se de 8 a 10 de maio, a partir das 22h15. A entrada é gratuita.

A vocalista Cláudia Soares será acompanhada ao piano por Renato Júnior, convidando o público a revisitar uma nova roupagem de canções que marcaram as décadas de 70, 80 e 90 do século XX.

Oceano, um apelo à proteção do «último reduto selvagem», por Sir David Attenborough e Colin Butfield




A leitura deste livro dispensa o uso de óculos de mergulho ou barbatanas, mas o leitor vai dar, certamente, por si a conter a respiração. Oceano - O Último Reduto Selvagem é o mais recente livro de Sir David Attenborough, em coautoria com Colin Butfield. O convite para esta viagem incluiu um desafio para cuidar dos oceanos no presente e no futuro. «“Oceano” é, de longe, uma designação mais adequada para o nosso mundo do que “Terra”», pode ler-se no início do livro. «Atualmente, pouco mais de 70 por cento da superfície do nosso planeta está coberta por água salgada, unindo-se num único oceano planetário.»

O livro terá lançamento mundial no dia 8 de maio, data em que Sir David Attenborough completa 99 anos. Um documentário com o mesmo nome terá estreia nos cinemas de alguns países também nesse dia. Oceano - O Último Reduto Selvagem combina a homenagem a um homem e um elogio à Natureza em geral.

O primeiro capítulo do livro dá pelo nome «No tempo de vida de uma baleia-azul» e é uma espécie de introdução em que os autores levam os leitores numa viagem pelos últimos 90 anos com uma abordagem histórica e científica. «No tempo de vida de uma só baleia-azul, descobrimos mais sobre o nosso oceano do que em toda a restante história da humanidade», escrevem no fim do capítulo, deixando a pergunta no ar: «No entanto, descobriremos a visão de futuro para ajudar o oceano a recuperar dos danos que lhe causámos nesse mesmo período?» E arranca de seguida uma viagem pelos oito habitats mais importantes do nosso oceano.

Os destinos de água salgada para onde esta aventura nos convida vão desde os mares gelados dos polos às remotas ilhas de coral, incluem florestas de laminárias, mangues e recifes de corais, assim como ecossistemas a 11 mil metros de profundidade. O leitor vai cruzar-se com tartarugas-verdes, baleias-azuis, peixes-palhaços e medusas luminescentes, assim como com a «lula-vampiro» e o «monstro-galinha-sem-cabeça»

Em mais de 400 páginas há experiências pessoais, história, ciência, muitos protagonistas e cenários incríveis. Dizem os autores que fizeram uso e buscaram inspiração no trabalho de centenas de cientistas de diferentes disciplinas e as várias páginas de referências no final do livro são o registo disso. O livro conta ainda com várias e impactantes fotografias a cores e também com ilustrações de Jennifer N. R. Smith a abrir cada capítulo. Ajudas preciosas para vermos o que só os exploradores e os cientistas conseguem.

Sir David Attenborough e Colin Butfield são colaboradores de longa data. Attenborough construiu durante décadas o estatuto de naturalista mais famoso da televisão e do mundo. Butfield ajudou a tornar realidade  alguns dos seus mais recentes projetos  e a colocá-los aos ecrãs do mundo. Tal como aconteceu em 2020 com Uma Vida no Nosso Planeta, também o livro Oceano – O Último Reduto Selvagem terá um documentário com o mesmo nome e o mesmo protagonista. O documentário terá estreia mundial em alguns países também no dia 8 de maio.

«Tive a felicidade de viver quase cem anos. Durante este tempo, ficámos a saber mais sobre o nosso oceano do que em qualquer outro período da história humana. As ciências marinhas revelaram maravilhas naturais que um rapazinho da década de 1930 jamais teria imaginado. As novas tecnologias permitiram-nos filmar comportamentos na vida selvagem que, nos primórdios da minha carreira, só em sonhos eu imaginaria poder registar, e transformámos tão profundamente o oceano, que os próximos cem anos poderão assistir a uma extinção em massa da vida nos mares ou então a uma recuperação espetacular.

Não estarei cá para assistir ao fim da história, mas, depois de uma vida inteira a explorar o nosso planeta, continuo convencido de que, quanto mais pessoas apreciarem e compreenderem o mundo natural, maior será a nossa esperança de o salvar, bem como a nós mesmos.» Sir David Attenborough

Sobre os Autores

Sir David Attenborough é um comunicador e naturalista cuja carreira televisiva está agora na sua sétima década. Durante este período impôs-se como o principal criador de programas de história natural a nível mundial, com múltiplas e notáveis séries de televisão da sua autoria. O seu livro mais recente, Uma Vida no Nosso Planeta, em coautoria com Jonnie Hughes, foi um bestseller internacional. 

Colin Butfield é cofundador e diretor dos Open Planet Studios. Trabalhou em numerosos documentários e curtas-metragens, entre os quais a série da BBC Earthshot, os documentários A Life on Our Planet e Breaking Boundaries, para a Netflix, e o documentário Ocean, para a National Geographic, também com David Attenborough. É coautor de Earthshot: How to Save Our Planet. 

segunda-feira, 5 de maio de 2025

Prémio Geek d'Ouro para curador do Museu LOAD ZX



João Diogo Ramos, curador do Museu LOAD ZX, um projeto pioneiro de Cantanhede, fundado pela Associação Geração SPECTRUM e o Município de Cantanhede, foi galardoado como Personalidade Geek de 2024 na VII Gala Geeks d’Ouro, realizada no Convento de S. Francisco na cidade de Coimbra, integrado no evento Coimbra BD.

Os Prémios GEEKS d'OURO surgiram em 2019 e são uma organização do Café Mais Geek, em colaboração com a Academia Portuguesa da Cultura Geek - um conjunto de meios de comunicação social independentes, especialistas nas várias áreas dos prémios – e visam premiar o melhor conteúdo lançado em Portugal nas mais diversas áreas da cultura Geek.



A categoria Personalidade Geek foi criada em 2023 e tornou-se entretanto especial e simbólica, em homenagem a Telmo Couto, o vencedor anterior que faleceu precocemente. De acordo com Eduardo Rodrigues do Café Mais Geek, que apresentou o prémio em questão, “esta categoria surgiu para homenagear as pessoas que todos os dias trabalham com dedicação, muitas vezes com poucos recursos, para que a Cultura Geek em Portugal seja mais rica, mais acessível e apaixonante”. Sobre o galardoado deste ano, apresentou-o como “alguém que tem movido mundos para colocar a região centro num mapa pouco esperado. Um nome que tem criado eventos únicos, projetado Portugal no cenário internacional de um nicho muito especial na nossa história e que tem alimentado junto dos mais novos a vontade de nunca esquecer um microcomputador que foi essencial para o desenvolvimento dos videojogos no nosso país”.

João Diogo Ramos, ao receber o galardão e visivelmente honrado pelo contexto especial desta categoria do prémio, destacou ser apenas “a face mais visível de um projeto que envolve um conjunto grande de voluntários, que trabalha com muita paixão e a quem agradeceu”. Estendeu ainda os agradecimentos às entidades que apoiam o museu, destacando a decisiva colaboração do Município de Cantanhede que acreditou no projeto desde o desafio inicial lançado em 2019. Continuou em jeito de balanço, referindo que o quinto ano de vida do Museu está a ser incrível, tendo o mesmo também já ganho o prémio “Comunidade” dos Spotlight Awards (os prémios da Indústria de Videojogos Portuguesa). “Não trabalhamos para os prémios, mas estes mostram que há impacto do trabalho que estamos a fazer!” concluiu agradecido.

Vanessa Ferreira com dois concertos de entrada livre no Casino Estoril



É já na próxima quinta-feira, dia 8, a partir das 22 horas, que Vanessa Ferreira actua no Casino Estoril. A intérprete regressa, ainda, no dia 29 de maio ao palco do Lounge D, sendo acompanhada pela banda residente do Casino Estoril. A entrada é gratuita.

Apaixonada pelo mundo da música, Vanessa Ferreira iniciou o seu percurso aos oito anos com uma base clássica, ao frequentar aulas de canto e piano. Esse foi o ponto de partida para uma carreira que se desenvolveu no universo do pop e do rock, onde actua de forma profissional. 

Com uma voz versátil, de grande alcance vocal e um timbre marcante, Vanessa Ferreira destaca-se pela capacidade de se adaptar a diversos géneros musicais. Ao longo dos anos, integrou projetos variados, oferecendo interpretações que refletem os seus conhecimentos, proporcionando ao público uma experiência musical rica e contagiante.