quarta-feira, 25 de outubro de 2023

A época mais assustadora do ano chegou ao AXN Movies



Este ano, a semana de Halloween chega recheada de filmes para todos os gostos que podes ver entre amigos ou familia! 

A partir de dia 27 de outubro, antecipamos o Halloween todos juntos, na companhia das personagens mais aterradoras do cinema. A começar com a sessão dupla Mitos Urbanos 1 e 2, em que uma universidade é devastada por uma onda de assassinatos sem explicação. Natalie Simon, uma jovem estudante, começa a perceber que existe um padrão nos crimes cometidos e decide investigar. Mas o que descobre vai para além da sua imaginação. No dia 28, vamos ficar encantados com As Novas Feiticeiras, e com as histórias de quatro jovens aspirantes a bruxas que descobrem um novo mundo novo ao utilizarem os seus poderes. Logo depois, um dos clássicos do cinema de terror que não precisa de introduções: A Orfã.

No dia seguinte, a partir das 21:10, temos a certeza que vai ficar agarrado ao ecrã com Segredos Ocultos, onde Tommy Carter, um life coach e autor, procura ajudar Angel a enfrentar os traumas do passado mas percebe que este, afinal, tem intenções sinistras e nem tudo corre como o esperado. No dia 30, ficamos a conhecer a história de O Pacto, sobre um grupo de jovens descendentes de bruxas poderosas que têm capacidades sobrenaturais únicas. No entanto, quando uma força negra do seu passado ressurge, as capacidades do grupo são postas à prova.

Para os mais pequenos, no dia 28, o canal traz um especial “Hotel Transilvânia”, em que as personagens mais horripilantes das histórias de terror ganham um lado mais fofinho em filme de animação. Com ínicio às 9:30, em familia, acompanhe todas as aventuras de Drácula e do seu clã numa maratona especial no canal. 

Já na noite de Dia das Bruxas está marcada uma maratona de filmes de terror, com início às 18:00, para uma meia-noite de cinema aterrorizante cheio de emoção e saltos do sofá. A partir das 21:10, pode preparar as pipocas para os filmes Nem Respires e Nem Respires 2, onde o suspense não faltará!

Violações de dados no setor da saúde aumentam mais de 50%



O setor da saúde está cada vez mais exposto às ameaças dos cibercriminosos, segundo a S21Sec, uma das principais empresas europeias de serviços de cibersegurança adquirida pelo Grupo Thales em 2022. A empresa analisou a evolução do cibercrime no âmbito da saúde ao longo do primeiro semestre do ano no seu relatório de referência Threat Landscape Report. O estudo, elaborado pela equipa de Threat Intelligence da empresa, revela que, durante o primeiro semestre de 2023, foram contabilizadas um total de 22 violações de dados relacionadas com o setor da saúde, um aumento de 54,54% em comparação com o último semestre de 2022.

A maioria destas violações de dados resulta de ciberataques do tipo ransomware ou de intrusões de nas redes internas das organizações. Além disso, pelo menos metade das violações de dados registadas no primeiro semestre de 2023 tiveram origem em fornecedores ou parceiros externos destas organizações que, inicialmente, foram alvo de um ciberataque e, posteriormente, tiveram a sua informação e a dos seus clientes do setor da saúde comprometida.

Entre esses fornecedores incluem-se empresas do setor industrial, empresas de software, empresas de tecnologia ou de consultoria, que trabalham para o setor da saúde na automação de processos e na implementação de melhorias tecnológicas internas. Os cibercriminosos aproveitam a intrusão de ferramentas externas para aceder aos sistemas e realizar os seus ataques maliciosos com diversas motivações, incluindo a obtenção de benefícios económicos, a realização de tarefas de ciberespionagem ou simples perturbação.

“Nos últimos dois anos, temos assistido a um aumento substancial na atividade cibernética contra o setor da saúde, especialmente após a pandemia, devido à crescente digitalização dos processos internos nos hospitais, centros de saúde e clínicas. Desde 2020, temos observado como cada vez mais hospitais, clínicas, instituições hospitalares e fornecedores de produtos médicos têm sido alvo de ciberataques de várias naturezas, afetando tanto as próprias instituições quanto as pessoas que delas fazem parte. Portanto, é essencial ter barreiras de segurança que possam impedir esses ataques, tanto dentro do próprio sistema de saúde quanto em todos os intervenientes do setor. A proteção da cadeia de saúde é necessária para preservar a integridade, segurança e privacidade de toda a sociedade.", refere Hugo Nunes, responsável da equipa de Intelligence da S21sec em Portugal.

Anonymous Sudan, KillNet e Noname057(16), protagonistas da atividade hacktivista contra o setor da saúde

Durante o primeiro semestre de 2023, três grupos destacaram-se pelas suas ações hacktivistas contra hospitais e centros médicos localizados em vários países da Europa e dos EUA. Por um lado, o Anonymous Sudan conduziu várias campanhas de ciberataques contra a Suécia, Dinamarca e França em resposta à queima do Corão realizada por diversos grupos nesses países. O grupo hacktivista realizou ataques DDoS contra mais de trinta hospitais públicos e privados. Trata-se de um tipo de ciberataque que tenta tornar um site indisponível, sobrecarregando-o com tráfego malicioso para que não possa funcionar corretamente, propagando esse ataque para outros dispositivos e causando danos em cadeia.

Por outro lado, outros grupos hacktivistas que protagonizaram ciberataques contra o setor da saúde são o KillNet e o Noname057(16). As suas ações foram dirigidas contra centros hospitalares nos EUA e na Europa em resposta ao envio de armamento militar ofensivo desses países para a Ucrânia no contexto do conflito com a Rússia. Além disso, o KillNet participou em outras operações internacionais que afetaram o setor da saúde, incluindo uma operação contra Israel em resposta à política deste país em relação à Palestina.

Ópera Nabucco de Giuseppe Verdi no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 3 de Novembro, pelas 21 horas, a ópera Nabucco de Giuseppe Verdi. Estará em evidência a Hesperian Symphony Orchestra.

Nabucco é a terceira ópera de Giuseppe Verdi, mas é a que marca um antes e um depois na sua carreira de compositor.  Com libreto de Temistocle Solera, foi escrita em 1842, durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por várias analogias, convocou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull’ali dorate, "Vai, pensamento, sobre asas douradas") tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época.



Nabucco é uma ópera em quatro atos que decorre nas ruínas da moderna Palmira e conta a história do rei Nabucodonosor II da Babilônia que defrontou os hebreus e saqueou a cidade.

Resumidamente, Fenena, filha do soberano invasor e Abigail, suposta filha de Nabucco, apaixona-se por Ismael, sobrinho do rei de Jerusalém. Abigail descobre que não é filha de Nabucco, mas uma escrava adotiva e jura vingança. Nabucco proclama-se não só Rei, mas também Deus dos hebreus. Um raio castiga esta irreverência, fazendo cair a sua coroa. Aproveitando-se das demonstrações de loucura do rei, Abigail proclama-se soberana absoluta, condenando os hebreus à morte. 

Cativos e acorrentados, os judeus evocam nostalgicamente a sua pátria perdida. É hora do famoso refrão “Va Pensiero”. Zaccaria aproxima-se e tenta confortá-los, dizendo-lhes que o fim da Babilónia está próximo. Fenena converte-se ao judaísmo e é levada ao cadafalso. Nabucco tenta socorrê-la e o rei ordena a destruição do templo do ídolo assírio e decreta liberdade imediata para os hebreus. Abigail aparece arrependida das suas más ações, é envenenada e tenta implorar perdão, no entanto, cai sem vida, enquanto Zaccaria coroa Nabucco como rei dos judeus.

Arroz Estúdios perdem espaço no Beato



Especulação imobiliária em Lisboa ditou que o Arroz Estúdios perca o espaço onde, ao longo de quatro anos, ajudou dezenas de artistas, projetos e conceitos, angariaram mais de uma centena de milhares de euros para projetos de Inclusão Social e organizaram diversos eventos que deram cor ao panorama cultural de Lisboa. Neste momento a associação sem fins lucrativos dava espaço a 85 artistas. 

A organização cultural sem fins lucrativos Arroz Estúdios, que conta com mais de 70 mil membros desde a sua criação, está em vias de perder o seu espaço, na Avenida Infante D. Henrique, no Beato. Criada em 2018 em Cacilhas, a associação mudou-se no final de 2019 para o atual local, onde durante quase quatro anos transformou um espaço industrial abandonado num polo de cultura e inovação, apesar da pandemia, dando um porto de abrigo para artistas e criadores sediados em Lisboa desenvolverem os seus projetos.

Com um espaço de quase 1500 m2, renovado pela associação, metade do qual ao ar livre, a associação integra 12 estúdios de trabalho para artistas, um espaço de concertos com 600m2, uma horta vertical e uma pizzaria, sempre com uma programação variada, com cinema ao ar livre, exposições, jams ao vivo, mercados, concertos e eventos de música eletrónica.

A decisão de vender o espaço que tinham arrendado deixou sem alternativa a associação que dá atualmente espaço a 85 artistas e projetos residentes, nacionais e internacionais, tendo criado 35 postos de trabalho, feito quase 900 eventos e exposições e angariado 124 mil euros para projetos de Inclusão Social ao longo destes quatro anos. A associação é também líder na interseção entre tecnologia e arte, através da web 3.0, NFT e criptomoedas.

«As associações culturais são mais do que apenas espaços, são incubadoras de criatividade, catalisadores de mudanças sociais, políticas e culturais e as plataformas que permitem a expressão de diversos artistas. Cada vez há mais associações a ficar sem espaço ou a ter de fechar portas e Lisboa está a ficar cada vez mais uma cidade descaracterizada e gentrificada.», diz Cátia Ciríaco, Gestora de Estúdios e Residências Artísticas dos Arroz Estúdios.

São várias as associações em Lisboa que se encontram em situações semelhantes, como o Largo Residências, a Casa Independente, a Sirigaita, os Anjos 70, a Zona Franca, a SMOP ou a Fábrica de Alternativas, todas à beira de perder o espaço onde operam, seja por aumentos de renda, final de contrato ou venda do espaço.

«É urgente alertar para esta situação. O preço do metro quadrado em Lisboa está proibitivo para este tipo de associações conseguirem encontrar espaços. Não só estamos a tirar espaço a artistas que de outra forma não terão onde desenvolver e expor o seu trabalho, mas, cada vez mais, a afastar a cultura e a identidade da própria cidade do seu centro.» continua Cátia Ciríaco.

Com o intuito de encontrar um espaço em tempo útil, o Arroz Estúdios lançou uma petição online, para que a Câmara Municipal de Lisboa os ajude a encontrar uma alternativa, que pode ser acedida através deste link.

Entrevista - Frederico Afonso, autor de “À Noite, Nunca Estarás Sozinho!”



O Cultura e Não Só conheceu o jovem escritor Frederico Afonso, autor de “À Noite, Nunca Estarás Sozinho!” durante uma ida à Feira do Livro de Lisboa.

Ao contrário de muitos outros autores de renome que esperam que os leitores venham até si, o Frederico fazia exatamente o contrário, abordava os leitores que passeavam na Feira e mostrava-lhes a sua obra literária.

Tivemos a sorte de ser abordados pelo Frederico e desde logo ficámos curiosos com a história do Tomás, editada pela Editora Flamingo, parte do grupo Chiado Editora. Depois de algumas dificuldades em conjugar agendas tivemos uma agradável conversa com o autor.



Cultura e Não Só (CNS) - Como começou a tua aventura na escrita?
Sempre gostei de ler, mesmo antes de entrar no ensino básico pedi à minha mãe para me ensinar a ler e aprender a escrever, não para estar à frente dos outros, mas porque queria saber mais sobre a vida.
Ao início achava a língua portuguesa massacrante a nível da gramática porque envolve a parte de decorar, no entanto, quando surge a parte da compreensão e da escrita atraiu-me mais porque permite-me voar para novos mundos.

CNS - Foi nesses voos que te surgiu o “Tomás” e as personagens desta história?
Vejo o mundo como um poço de pessoas, e as cidades são um pouco isso.
O Tomás foi criado no improviso, é órfão não só de pais mas também do mundo, pois ninguém lhe dá a atenção merecida, por isso pensei também no gato como animal de companhia para fugir ao cliché do cão como animal de estimação.
Joguei também com a noite, por ter um significado misterioso na literatura e no cinema, e o facto de ele estar órfão numa cidade para criar uma história que inspirasse jovens e adultos e os faça perceber que apesar de estarem sozinhos numa cidade na realidade não estão sozinhos.

CNS - Inspiraste-te em algum animal de estimação para a personagem do gato?
Tenho um pássaro, e apesar de dar-me bem com ele, só que não é um animal que se dê muito ao afecto, já o gato da minha tia é um gato muito afectuoso e já tem mais semelhanças de personalidade com o gato da história apesar de as parecenças físicas serem distantes.

CNS - Existe alguma semelhança entre o “Tomás” e o Frederico?
A parte de ter sonhos, eu tenho vários sonhos e tento sempre concretizá-los, e tal como o Tomás tenho em comum a iniciativa própria.
Apesar de ser órfão, o Tomás é capaz de viver sozinho numa cidade, de se desenvencilhar, de se alimentar sem conhecer ninguém, e todas estas características de ser curioso, de querer fazer mais e, ao mesmo tempo de sonhar com algo que é impossível.
Muitas pessoas ainda não acreditam que eu publiquei um livro com 15 anos de idade.

CNS - Porque julgas que existe essa descrença?
Para mim Portugal não está muito próximo da cultura e acabamos por investir o nosso dinheiro em outras actividades de lazer, as pessoas criaram por isso um estereótipo que um escritor é alguém que passa o seu tempo num quarto escuro, ou num café, a filosofar.
E quando me veem, mais comunicativo, jovem, e sem o tal perfil e idade para ser escritor julgam que é impossível.

CNS - Na tua opinião, porque não existem mais jovens escritores?
Talvez as pessoas não terem momentos de lazer em família, não irem a museus, não terem a sua curiosidade estimulada, acho que as pessoas vivem mais para mostrar aos outros e não vivem para eles próprios.
A cultura, a meu ver tem a tendência para ser desvalorizada ao menos que exista um grande investimento por parte do governo e das pessoas.

CNS - O teu percurso como escritor começou através de um concurso, correcto?
Sim, houve um concurso de literatura infantil de uma cadeia de supermercados, e apesar de eu ser menor de 16 anos consegui inscrever-me através do meu pai.
Sentei-me então ao computador, na nossa sala, e tal como os outros textos que escrevo e que me saem naturalmente, eu comecei a escrever esta história e enviei.
Apesar de não ter ganho o prémio pensei em enviar para uma editora, e após pesquisar o mercado literário português, contactei a Chiado Editora 

CNS - Qual a razão para fazeres um livro infantil em detrimento de outro tipo de escrita?
O concurso que referi levou-me a escrever para uma faixa etária dos 6 aos 12 anos, mas desde novo sempre escrevi histórias que depois representava na escola com os meus colegas.

CNS - Tens perspectiva de editar mais algum livro?
Eu já tenho outro livro para crianças terminado e estou prestes a terminar outro para adultos.
Este livro para adultos é de um estilo diferente do que está nos tops, vai ser algo vai puxar pela fantasia, traição, violento, e irá passar-se na era medieval.

CNS - Como leitor, estás a ler algum livro?
Livro dos sonhos roubados, de David Farr, fala de um tema que eu gosto que é sonhar, ter ambições para o futuro, sempre com uma mistura de mistério, romance, acção.
Vamos comprar um poeta, do autor Afonso Cruz, já o li e gostei muito da metáfora do poeta como animal de estimação.

CNS - Como encaixas a escrita, a leitura, a escola, os teus hobbies no teu dia-a-dia?
Não sou muito metódico, nem sou muito de horários.
Na escola sou bom aluno, mas não gosto de decorar matéria, prefiro falar com os professores, e deixo os assuntos da escola na escola e em casa aproveito o tempo para brincar com os meus irmãos, para ler, escrever, etc.
Quanto a ler e escrever varia dependendo das outras tarefas que tenho naquele dia, e acho que é muito importante ter também os meus momentos para de estar só a olhar para o tecto.

CNS - O sonho do Tomás é ir ver as estrelas e encontrar os pais, quais são os sonhos do Frederico?
Os meus sonhos vão variando, o meu livro, por exemplo foi um sonho até o ter publicado.
Se existir um concurso de magia na minha rua, e a magia é algo que gosto imenso, eu vou concorrer e o meu sonho vai ser ganhar aquele concurso.
Os meus sonhos são dificeis, mas que vou despender a minha energia num curto espaço de tempo para os alcançar, caso contrário tornam-se demasiado massacrantes.

CNS - Se pudesses deixar um conselho para outros jovens que queiram ser escritores, que conselho darias?
Nunca desistir, apesar dos falhanços mais cedo ou mais tarde vão conseguir
Se queres ser autor, tens de ter sempre alguma coisa pronta.

Entrevista conduzida em exclusivo para o Cultura e Não Só por Rui Costa

Concerto de Andrey Makarevich no Casino Estoril



O carismático músico russo Andrey Makarevich apresenta-se, no próximo dia 29 de Outubro, pelas 20 horas, no Casino Estoril. O artista sobe ao palco do Salão Preto e Prata para interpretar êxitos incontornáveis da sua carreira.

Nascido, em Moscovo, em 1953, Andrey Makarevich construiu, desde muito jovem, um notável percurso artístico, nomeadamente como líder do famoso grupo rock “Time Machine”.

Com uma assinalável versatilidade, Andrey Makarevich é reconhecido pelo seu talento como cantor, compositor, escritor, artista gráfico, apresentador de televisão, produtor e poeta. Para além de fundados dos “Time Machine”, foi criador dos projectos “Creole Tango Orchestra”, “Jazz Transformations”, “Yiddish Jazz” e “Your5”.

Em estreia absoluta no Casino Estoril, Andrey Makarevich assegura um concerto especial, repleto de composições que marcaram diferentes épocas. Há músicas que podemos ouvir vezes sem conta, há palavras que recordamos e amamos há muitos anos. Um concerto, a não perder, com as melhores canções de Andrey Makarevich que foram consonantes com a juventude e ficam connosco para sempre.

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Adega Velha dá um twist ao futuro da aguardente



Com o objetivo de rejuvenescer a categoria de aguardentes e recrutar novos consumidores, democratizando-a para todos os públicos, a marca Adega Velha apresenta-se agora com nova comunicação e um novo packaging, mais jovem, elegante e sustentável.

Adega Velha promete democratizar o consumo de aguardentes. A estratégia da marca está assente na criação de um movimento da categoria de aguardentes, democratizando-a através da desmistificação que as aguardentes são consumidas por um público mais velho e maioritariamente masculino, e que são para ser consumidas apenas no final da refeição como um digestivo. Através de uma comunicação mais inclusiva e centrada na partilha, acompanhada com um novo packaging nas referências 6 e 12 anos e através da introdução da mixologia e do food pairing, a marca vai dar um twist à categoria das aguardentes.



O “Twist” nasce como nome de um cocktail, em que a mistura de Adega Velha 6 anos com ginger ale e raspa de laranja, permite à aguardente entrar em novos momentos de consumo e recrutar novos consumidores. Mas para a marca, o “Twist” é muito mais do que um cocktail, é o movimento que quer criar na categoria, preservando a história e o heritage da marca, mas dando-lhe a possibilidade de explorar novos caminhos para o futuro. O cocktail Twist aparece como ilustração central do packaging da Adega Velha 6 anos, enquanto na Adega Velha 12 anos o foco é levar uma parte do histórico edifício da Adega Velha na Quinta da Aveleda para os consumidores, através da utilização dos veios da madeira da porta e da chave que abre este edifício. 

“Além da introdução da mixologia na estratégia da marca, vamos evoluir a nossa forma de estar desde a prateleira à carta do bar com um novo packaging nas referências 6 e 12 anos, passando pelo ecossistema digital, com uma comunicação mais jovem e inclusiva no novo site e nas redes sociais da marca” afirma Isabel Barbosa, Brand Manager da marca Adega Velha.



Fruto de um sonho de família, a Adega Velha é uma aguardente com mais de 50 anos de história, pertencente à empresa Aveleda, que permanece fiel ao seu perfil de excelência, acompanhando gerações e suas singularidades. Adega Velha é uma aguardente vínica, envelhecida em barricas de carvalho, obtida através da dupla destilação de um vinho proveniente da região dos Vinhos Verdes.

Jaqueline Carvalho celebra 35 anos de carreira no Casino Estoril



É já amanhã, quarta-feira, 25 de Outubro, pelas 22 horas, que Jaqueline Carvalho protagoniza um espectáculo especial no Casino Estoril. No âmbito da celebração dos seus 35 anos de carreira, a fadista sobe ao palco do Lounge D para homenagear grandes nomes da música portuguesa. A entrada é gratuita. 

Jaqueline Carvalho preparou um espectáculo especial para assinalar esta data única em que comemora 35 anos de um percurso musical dedicado ao fado. “Vou prestar homenagem a vários artistas nacionais com a interpretação de canções bem conhecidos do público”, revela a fadista.



“Estarão em destaque, por exemplo, temas como, por exemplo, “Nem às Paredes Confesso” de Amália Rodrigues, “Bairro Alto” e “Lisboa Menina e Moça” de Carlos do Carmo, “Cinderela” de Carlos Paião ou “Bruxa de Pinho” de António Mourão”, revela Jaqueline Carvalho.

Em noite de celebração, Jaqueline Carvalho será acompanhada por Luis Petisca na guitarra portuguesa, Armando Figueiredo na viola clássica e Sérgio Fiúza no contrabaixo. 

Com numerosas distinções, Jaqueline Carvalho venceu por duas vezes a “Grande Noite do Fado”, mais precisamente em 1992, tendo recebido o primeiro prémio das mãos de Amália Rodrigues; e em 2003 noutro memorável evento que decorreu no teatro São Luíz, em Lisboa. 

Dune chega à LEGO



O Grupo LEGO anunciou hoje a sua primeira experiência de construção do universo Dune, da Legendary Entertainment, baseada na adaptação cinematográfica de Denis Villeneuve da obra-prima de Frank Herbert, com o set LEGO® Icons Dune™ Atreides Royal Ornithopter, dando vida em forma de tijolos LEGO a uma das aeronaves mais famosas do emocionante épico de ficção científica.

Como parte da nova experiência de construção de 1369 peças, os fãs de Dune™ vão, como nunca, poder recriar o design dinâmico de um Ornithopter, inspirado na morfologia da libélula, numa aeronave com pás funcionais que podem bater e recolher-se com uma rotação de 180 graus.



Com 23 cm de altura, 57 cm de comprimento e 79 cm de largura, o set LEGO Icons Dune™ Atreides Royal Ornithopter apresenta um trem de aterragem dobrável, além de oito novas minifiguras LEGO de personagens-chave de Dune™, como Paul Atreides, Lady Jessica, Gurney Halleck, Chani, Leto Atreides, Liet Kynes, Duncan Idaho e o barão Harkonnen com o seu longo manto.

O set LEGO Icons Dune™ Atreides Royal Ornithopter dá um brinquedo ou peça de exposição incrível para os fãs dos romances originais de Dune, de Frank Herbert, ou da recente e bem-sucedida franquia cinematográfica de Denis Villeneuve, com Dune: Part Two™ previsto chegar aos cinemas a 15 de março de 2024.



«Tal qual os fãs mundo fora, ficámos completamente maravilhados quando o épico Dune se estreou — pelo que o nosso regresso a Arakkis em Dune: Part Two foi a oportunidade perfeita para dar vida a esta icónica nave em forma de tijolos LEGO», afirmou Michael Psiaki, Design Master no Grupo LEGO. «Os construtores podem agora recriar esta impressionante nave com pormenores incríveis, seja para a expor orgulhosamente ou recriar em casa as cenas favoritas da épica saga de Dune.»

«Transformar um acarinhado ícone de Dune numa obra-prima LEGO foi sempre um sonho para nós. O design único e criativo deste produto está perfeitamente alinhado com o espírito de Dune e da LEGO, e estamos entusiasmados por vermos fãs de todas as idades a desfrutar da experiência», declarou Amber Sheppo, Vice-President, Consumer Products and Partenerships, Legendary Entertainment.



O LEGO Icons Dune™ Atreides Royal Ornithopter está disponível para pré-venda a partir de hoje, 24 de outubro, e à venda a 1 de fevereiro de 2024, nas lojas e online, com PVP recomendado de 164,99 €.

O set LEGO Icons Dune™ Atreides Royal Ornithopter faz parte da gama LEGO Sets para Adultos, que proporciona aos adultos experiências de construção imersivas que lhes permitem mostrar a criatividade e construir obras-primas que podem orgulhosamente expor em casa.

Noite de duplo concerto com Wim Mertens e Francisco Sassetti no Casino Estoril



O Casino Estoril propõe, no próximo dia 16 de Novembro, a partir 21 horas, um duplo concerto no Salão Preto e Prata. O compositor belga Wim Mertens sobe ao palco para apresentar o seu novo álbum “Voice Of The Living e o compositor português Francisco Sassetti revela os melhores temas do seu álbum de estreia intitulado “Francisco Sassetti - Home”. São dois concertos, a não perder, inseridos na programação da 14ª edição do Misty Fest.

Wim Mertens 
Wim Mertens regressa ao Misty Fest com o seu novo trabalho “Voice Of The Living”, uma homenagem a todas as vítimas da guerra, que nasceu de uma encomenda da Chancelaria do primeiro-ministro belga como parte da comemoração da Grande Guerra (1914 - 18). Para este espectáculo, o músico belga faz-se acompanhar por um instrumento de sopro.

Recorde-se que, Wim Mertens começou a criar música em 1980, depois de trabalhar como musicólogo e produtor de rádio. “For Amusement Only”, o seu primeiro lançamento, é uma gravação de música eletrónica que utilizava exclusivamente o som das máquinas de pinball.

Nestes 40 anos, Wim Mertens desenvolveu uma linguagem musical variada, escrevendo para diferentes conjuntos instrumentais, composições vocais e até peças sinfónicas. Hoje, o seu catálogo de gravações conta com mais de 70 álbuns.

Francisco Sassetti
O compositor e pianista Francisco Sassetti apresenta o seu álbum de estreia em nome próprio com composições de sua autoria, “Francisco Sassetti - Home”. Este trabalho a solo marca uma nova etapa na sua vida, da qual a ligação ao piano já faz parte há 30 anos, mostrando-o também como compositor, abrindo as portas para um lado mais íntimo e secreto da sua personalidade.

“Na realidade", conta o músico, "a maioria dos temas já tem cerca de 10 anos. Depois da morte do meu irmão, em 2012, comecei a compor compulsivamente, quase como se quisesse continuar a obra dele, tão tragicamente deixada a meio. Era uma forma de lamento e, também, um espaço de paz e silêncio. Por outro lado, o exigente trabalho como concertista e professor (na Escola Superior de Música de Lisboa e na Orquestra Metropolitana entre outras instituições) não me deixava muito tempo para terminar as composições, o que, entretanto, consegui”, revela Francisco Sassetti.

De facto, não foi só no seu íntimo que o desaparecimento do seu irmão Bernardo Sassetti deixou um enorme vazio. Esse sentimento de perda ajuda a explicar o lado contemplativo e cinemático das suas peças, muito líricas, que se desenvolvem numa trama que soa quase mágica e que é indubitavelmente plena de emoção. Temas como "Dawn", "Home" ou "Goodbye" deixam transparecer o peso emocional que se enreda nas melodias que nos tocam no lado mais fundo. Triste, mas nunca sombria, introspetiva e nostálgica, esta música também vibra com vida e paixão e afirma o nome de Francisco Sassetti no entusiasmante panorama da cena neo-clássica.