quinta-feira, 29 de outubro de 2026

5120 suspeitos, 8 pistas e 1 assassino: consegue resolver «O Caso Noronha»?



E se, em vez de acompanhar uma investigação, fosse o leitor a ter de resolver o crime? Em O Caso Noronha, o investigador criminal José Falcão propõe um desafio de lógica e dedução em que há 5120 suspeitos, 8 pistas e apenas uma identidade a descobrir. Não basta folhear as páginas: é preciso cruzar informações, analisar os indícios e eliminar, um a um, todos os nomes que não correspondem ao perfil do assassino. O objetivo é simples, mas nada fácil: resolver o caso antes que este seja encerrado.

Henrique Noronha passou décadas a reunir uma das coleções de arte mais cobiçadas da Europa. Na noite em que decide apresentá-la ao mundo, o magnata é encontrado morto no gabinete privado do palácio que acolhe a sua fundação. Ao mesmo tempo, desaparece a peça mais valiosa da exposição: uma estatueta renascentista avaliada em centenas de milhões de euros. Mais de cinco mil convidados estiveram presentes na inauguração, mas quem teria motivos para cometer o crime? A polícia reuniu pistas cruciais. Cabe agora ao leitor descobrir o que escondem.

Cada pista é uma peça de um puzzle que exige atenção ao detalhe, raciocínio dedutivo e capacidade de cruzar informações. À medida que os suspeitos são eliminados, o círculo aperta-se até restar uma única identidade. Não há pistas falsas nem segredos escondidos, toda a informação necessária para resolver o mistério está nas páginas do livro.

Num quotidiano dominado pelos ecrãs, este desafio é também um convite ao leitor a desligar-se do digital e a dedicar tempo a um passatempo que estimula a concentração e a lógica. Uma experiência pensada para quem gosta de enigmas, histórias de crime e desafios mentais e para todos os que querem descobrir se têm o instinto de um verdadeiro detetive.

O Caso Noronha estará disponível nas livrarias a partir de hoje.

Sobre o Autor

José Falcão é o pseudónimo de um antigo investigador criminal português. Observador minucioso, vive obcecado por decifrar as facetas do comportamento humano e testar os limites da dedução. Apaixonado por enigmas e puzzles criminais interativos, decidiu criar o seu próprio desafio: um livro desenhado não só para testar a mente dos leitores, mas também para proporcionar o momento perfeito de detox digital.