terça-feira, 27 de janeiro de 2026

E se pudesse voltar atrás… e mudar só uma coisinha na pessoa que ama?



Em Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu, Josie Lloyd e Emlyn Rees misturam romance, viagens no tempo e nostalgia musical para provar que amar nunca é simples, nem mesmo com uma máquina do tempo.  

Adam e Jules estão casados há quase 25 anos. Têm filhos crescidos, demasiadas rotinas e uma relação que perdeu o brilho. Tudo muda quando Adam encontra, no barracão de casa, uma caixa de velhas cassetes, mixtapes que o casal foi gravando um para o outro ao longo da sua paixão. Ao carregar no play, acontece o impossível: Adam viaja no tempo e regressa ao instante em que ofereceu a primeira cassete a Jules.

De repente, os dois têm acesso ao passado e à tentação irresistível de o melhorar. Com a possibilidade de voltar a momentos decisivos da sua história, Adam e Jules embarcam numa busca pelo “amor perfeito” através de múltiplas versões da sua própria relação. O problema? Cada pequena alteração cria consequências inesperadas e o presente começa a transformar-se num verdadeiro caos emocional.

Publicado em Portugal pela Singular, Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu é um romance inteligente, divertido e agridoce sobre escolhas, arrependimentos e a beleza imperfeita do amor real. Escrito por Josie Lloyd e Emlyn Rees, que também se apaixonaram enquanto escreviam juntos e que celebram 25 anos de vida em comum, o livro combina humor, emoção e um toque irresistível de realismo mágico, numa história que prova que mesmo as segundas oportunidades podem ser um salto no escuro. No interior, os leitores podem encontrar uma playlist com todas as músicas mencionadas ao longo da história, perfeita para prolongar a experiência e reviver cada momento da narrativa.

Sobre os Autores

Josie Lloyd e Emlyn Rees publicaram o romance Novamente Juntos, bestseller do The Sunday Times, há vinte e cinco anos, e desde então escreveram mais seis comédias românticas de sucesso em conjunto. Tal como a Jules e o Adam de Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu, vivem com os filhos e o cão em Brighton, mas infelizmente ainda não descobriram uma forma de viajar no tempo – pelo menos, que se saiba...

Anthony Strong Trio em Portugal



Com o seu inconfundível fato de alfaiataria e um charme natural que o público reconhece de imediato, Anthony Strong assume com elegância o papel de “cavalheiro inglês” do jazz contemporâneo. Cantor e pianista britânico, apresenta-se no CCB, a 7 de fevereiro, às 19h, à frente do seu trio, num concerto que promete uma viagem vibrante pelos grandes clássicos do jazz.

Ao longo de mais de uma década de carreira internacional, Anthony Strong tem conquistado plateias um pouco por todo o mundo, do Hollywood Bowl a festivais na Europa e na Ásia. O seu repertório cruza swing intenso, baladas sumptuosas, blues e soul, com incursões pontuais na pop, sempre filtradas por uma sólida sensibilidade jazzística. Para além do brilho em palco, destaca-se como um músico completo: os arranjos e orquestrações são da sua autoria, assim como várias composições originais que revelam um profundo respeito pela tradição do jazz.

A sua forma de tocar piano denuncia a influência de mestres como Wynton Kelly, Oscar Peterson e Bill Evans, enquanto a voz, amadurecida por mais de 250 concertos internacionais, acrescenta personalidade e sofisticação a cada interpretação.

Nascido em Londres, em 1984, Anthony Strong cresceu rodeado de música. Desde cedo revelou um talento invulgar, que o levou a estudar piano jazz na Purcell School of Music e, mais tarde, na Guildhall School of Music & Drama, onde se afirmou também como arranjador e acompanhador de referência. Foi já na casa dos vinte anos que, com o seu trio, se tornou presença regular nos mais prestigiados clubes de jazz londrinos, como o Ronnie Scott’s.

Após o lançamento do primeiro EP, Delovely, e do reconhecimento da crítica e do público — impulsionado por passagens na BBC Radio 2 e pelo sucesso online de “Cheek To Cheek” — assinou contrato com a editora francesa Naïve Records, com a qual lançou álbuns marcantes como Stepping Out e On A Clear Day. O disco Me and My Radio confirmou a sua projeção internacional, ultrapassando os 10 milhões de reproduções no Spotify.

Domino Day: grande estreia no SYFY



Domino Day, a nova grande aposta do SYFY, já tem estreia marcada em Portugal: é já na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro, às 22h15 – e em episódio duplo, para te aguçar ainda mais o apetite!
Domino Day é um drama sombrio, sensual e sobrenatural sobre encontros nos tempos modernos. É criado e escrito por Lauren Sequeira, vencedora do prémio BAFTA Breakthrough, e protagonizado por Siena Kelly (Adult Material), também ela nomeada para os BAFTA.

A série – passada e filmada em Manchester – acompanha Domino, uma jovem que tem conta em todas as aplicações de encontros. Contudo, não está lá para encontrar a sua alma gémea – está a fazer ‘swipe right’ para caçar, pois sobrevive com energia das outras pessoas!

Uma bruxa com poderes extraordinários, Domino procura desesperadamente uma comunidade que a ajude a compreender quem é. No entanto, depressa descobre que já está a ser atentamente vigiada: um clã de bruxas segue todos os seus passos, convencido de que tem de a travar antes que os seus poderes destruam todos e tudo à sua volta. Quando uma figura perigosa do passado de Domino regressa para a assombrar, a questão passa a ser se tal vai marcar um recomeço na sua vida – ou um confronto final.

Ao lado de Siena Kelly no papel principal, a série conta com Babirye Bukilwa, Poppy Lee Friar, Alisha Bailey e Molly Harris no clã de bruxas, e ainda Sam Howard-Sneyd, Percelle Ascott, Christopher Jeffers, Jonah Rzeskiewicz, Maimuna Memon e Kris Hitchen.

A primeira temporada de Domino Day foi criada e escrita por Lauren Sequeira, com episódios individuais escritos por Charlene James e Haleema Mirza. A realização está a cargo de Eva Sigurdardottir e Nadira Amrani, com Nick Pitt como produtor da série e Megan Ott como produtora. Os produtores executivos são Lauren Sequeira, juntamente com Laurence Bowen, Chris Carey e Elinor Day pela Dancing Ledge Productions (uma empresa da Fremantle), e Lucy Richer e Ayela Butt pela BBC. A série é produzida pela Dancing Ledge Productions para a BBC, e a Fremantle é responsável pela sua distribuição global.

Não perca a grande estreia da primeira temporada de Domino Day, a sua nova série sobrenatural favorita! É já na segunda-feira, 2 de feveiro, às 22h15 e em episódio duplo – só no SYFY.

Artista russo Maxim Galkin com novo espectáculo no Casino Estoril



Maxim Galkin regressa, no dia 3 de março, a partir das 20 horas, ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril. É no âmbito de uma tournée europeia que o versátil artista russo protagoniza um novo espectáculo onde a criatividade e o humor inteligente se juntam, proporcionando uma experiência única aos espectadores.

Considerado o rei da sátira e do humor, Maxim Galkin tem um singular percurso artístico. Com piadas inteligentes, subtis e criativas, Maxim Galkin tem uma linguagem comum com os seus fãs, unindo diferentes gerações e derrubando fronteiras. 

Maxim Galkin define com mestria os detalhes dos seus espectáculos, transformando as experiências da sua vida em brilhantes momentos de humor com os quais o público se identifica. Na realidade, o seu humor é actual, irreverente e contagiante.  

Com um registo intimista, Maxim Galkin conversa e partilha ideias com o público como se estivesse a contar a sua vida a velhos amigos que recebe habitualmente em casa. 

O seu talento é impressionante e o sentido de humor faz sorrir até os mais sérios. É um “showman”, distinguindo-se como artista de stand-up comedy, autor de espectáculos de humor e cantor de excelência.

Os espectáculos de Maxim Galkin são um verdadeiro “fogo de artifício”, proporcionando aos seus fãs um vulcão de múltiplas emoções e a garantia de sucessivos momentos de humor.

Sandra Felgueiras apresenta "O Tribunal dos Poderosos"



A jornalista Sandra Felgueiras apresenta hoje, 27 de janeiro, às 18h30, na Buchholz, o livro “O Tribunal dos Poderosos”, do também jornalista António José Vilela,  as histórias dos casos judiciais mais mediáticos reveladas através de centenas de documentos confidenciais e das fontes com acesso privilegiado às mais sigilosas operações autorizadas pelo Tribunal Central de Instrução Criminal.

As histórias das guerras entre investigadores e juízes, dos processos disciplinares e acordos de circunstância, das cenas rocambolescas em interrogatórios, das birras e conversas indiscretas até em operações de busca, dos acordos de bastidores e denúncias anónimas que também visaram o juiz Ivo Rosa, das teias de ligações perigosas que juntaram espiões, magistrados, advogados, políticos e jornalistas. É uma viagem ao mundo dos segredos incríveis de inquéritos como a Operação Marquês, os casos Monte Branco e BES, as PPR rodoviárias, os vistos Gold, o Cartão Vermelho, o Prolongamento, a Altice/Picoas e muitas outras investigações que derrubaram bancos e banqueiros, colocaram na prisão ex-governantes como José Sócrates, penetraram nos negócios obscuros dos clubes de futebol, tiveram um impacto gigantesco até nos media e tornaram público inúmeros esquemas criminosos das elites políticas e financeiras do País.  Esta é a história nunca contada de um tribunal desmontado politicamente em 2022 e dos mais de 17 anos em que o Tribunal dos Poderosos foi também o tribunal do (super) juiz Carlos Alexandre.

Sobre o Autor

António José Vilela é jornalista desde 1992 na TSF, Correio da Manhã, Público, Euronotícias, O Independente e na revista Sábado, tendo nesta última exercido as funções de grande repórter e diretor adjunto. Colabora desde 2025 como comentador e jornalista de investigação na TVI/CNN Portugal. Escreveu centenas de artigos de investigação e venceu dois prémios nacionais de jornalismo: Prémio Reportagem Segurança Rodoviária (1999) e Prémio Reportagem Orlando Gonçalves (2004). Licenciado em Comunicação Social, mestre em Ciência Política e doutorando em Ciências da Comunicação pelo ISCSP-UL, universidade em que é Professor Auxiliar Convidado desde 1998. Foi durante vários anos o representante das universidades no Conselho Técnico-Pedagógico do Cenjor. É o autor dos seguintes livros: Viver e Morrer em Nome das FP-25 de Abril (2005); Segredos e Corrupção, O Negócio das Armas em Portugal (2009); Salazar e a Conspiração do Opus Dei (2011); Segredos da Maçonaria Portuguesa (2013); Os Códigos e as Operação dos Espiões Portugueses (2015); Apanhados, As Investigações Judiciais às Fortunas Escondidas dos Ricos e Poderosos (2017); e A Teia do Banif -Dos Negócios da Elite Angolana à Lava Jato (2023).

Orquestra Sinfónica Lords of the Sound leva “O Senhor dos Anéis” ao Casino Estoril



Em concerto agendado para o próximo dia 16 de fevereiro, a partir das 20 horas, a Orquestra Sinfónica Lords of the Sound apresenta "O Senhor dos Anéis" no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Com direcção de Shahroh Fatkhizadeh. Solista Yaroslav Radionenko.

Das melodias alegres dos hobbits aos sons sinistros de Mordor, passando pelas canções líricas dos elfos, a trilha sonora vencedora do Óscar de Howard Shore escrita para a mais famosa trilogia de filmes "O Senhor dos Anéis" soará com nova força, criando uma atmosfera inesquecível.

A Orquestra Sinfónica Lords of the Sound convida o público a mergulhar e apreciar uma jornada musical de duas horas, deixando-se envolver num verdadeiro conto de fadas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O lado obscuro da fama



Na sua estreia na literatura, Rute Lourenço leva o leitor ao mundo dos famosos, onde nem tudo o que reluz é ouro.

Telhados de vidro é o romance de estreia da jornalista Rute Lourenço, que apresenta uma história sobre fama, ilusões e aparências.

A trama acompanha a vida de um power couple português: Isabel, atriz de sucesso das novelas de prime time, e Manuel Bettencourt, apresentador de um programa da manhã líder de audiências. Entre eles, tudo parece perfeito. À luz dos holofotes, o casal tem uma vida com que muitos sonham. Mas, dentro de quatro paredes, a realidade na luxuosa mansão onde vivem é tudo menos cor-de-rosa. Isabel toma então a decisão de expor os segredos não só do casamento, mas também de toda a indústria…

A narrativa, que prende o leitor da primeira à última página, acompanha a vida de uma mulher corajosa, desde a infância no Alentejo até aos dias de hoje, que se vê enredada numa teia de opressão e violência.

Telhados de Vidro vai muito além do glamour e do lado obscuro da fama. A obra mergulha nos recantos mais difíceis da experiência feminina e da exposição mediática, abordando temas como a violência doméstica e o assédio sexual. Numa era em que o movimento Me Too expôs as dinâmicas de poder abusivas em todos os setores, incluindo o mundo do espetáculo, o livro ganha uma ressonância particular.

Sobre a Autora

Rute Lourenço nasceu em Faro, em 1982, mas o curso de Jornalismo, na Escola Superior de Comunicação Social, levou-a a mudar-se bem cedo para Lisboa, cidade que a foi apaixonando. Começou a trabalhar como jornalista em 2004, na revista Sábado; passou pelos jornais A Bola e 24 Horas e acabou por se estabelecer na redação do Correio da Manhã, onde foi editora da revista Vidas. Depois do nascimento da filha, em 2021, soube que estava na altura de abrandar. Passou a trabalhar como freelancer, colaborando atualmente com o site FLASH! e com a revista TV Guia, e conseguiu finalmente arranjar tempo para escrever outro tipo de histórias. Telhados de vidro é o seu primeiro romance.

Casino Lisboa estreia “Dona Flor e Seus Dois Maridos"



Baseado no romance de Jorge Amado, a peça “Dona Flor e Seus Dois Maridos” estreia, no dia 19 de fevereiro, pelas 21 horas, no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. Bruno Cabrerizo, Sofia Ribeiro e Vítor Hugo protagonizam uma das histórias mais conhecidas da literatura brasileira, convidando o público a seguir as emoções de um conflito entre paixão, estabilidade e desejo.

“Dona Flor e Seus Dois Maridos” é uma viagem ao calor do Brasil. Um mergulho no icónico Carnaval da Bahia e nos ritmos e melodias mais conhecidas do nosso país irmão.

Uma história de amor arrebatadora. Às vezes desequilibrada, mas sempre carregada de paixão. Assim era a vida de Flor e do seu marido, Vadinho, um mulherengo e jogador inveterado, até ao dia em que ele morre repentinamente.

Algum tempo passado, Flor volta a casar. Com Teodoro, um marido exemplar, um farmacêutico metódico, dedicado e muito respeitador da sua amada mulher. Flor conhece então os dias mais tranquilos e estáveis de um casamento. Mas também os mais tediosos.

Até ao dia em que o fantasma de Vadinho aparece na sua cama! A incomparável obra de Jorge Amado, uma das mais sensuais histórias de sempre da televisão, agora nos palcos portugueses!



As temperaturas vão subir!! O corpo vai pedir para dançar! E os corações vão bater mais depressa, apaixonados pela história de Flor, e os seus dois maridos.

De São Paulo a Cascais: Coala Festival celebra a música em português




Após o sucesso das edições anteriores, o Coala Festival regressa para mais uma edição marcada pela celebração da música em língua portuguesa. Nos dias 30 e 31 de maio, Cascais volta a receber um dos eventos mais aguardados, com atuações confirmadas de Slow J, Bonga, Lulu Santos, Maria Bethânia e João Gomes. Nos próximos meses serão anunciadas mais novidades no cartaz.

Com uma década de curadoria dedicada à música brasileira, o festival consolidou-se como uma referência no panorama musical. Em 2024, expandiu-se para Portugal, alargando a sua proposta e passando a abraçar a música em língua portuguesa numa perspetiva global. Na terceira edição consecutiva em território português, o Coala Festival afirma-se como o primeiro festival do verão, promovendo o intercâmbio cultural e aproximando artistas, marcas e públicos que acreditam no poder transformador da música. A aposta na diversidade sonora estende-se também à música eletrónica, com o Super Bock Club, um palco dedicado a DJs e produtores que exploram batidas lusófonas como afro-house, kuduro, techno tropical e funk carioca.

O evento decorre no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, um espaço verde com dez hectares que se transforma num verdadeiro oásis cultural. A cenografia alia uma linguagem minimalista e tecnológica à materialidade dos elementos naturais, traduzindo o espírito leve e visualmente marcante do festival.

Mais do que um festival, o Coala é uma experiência imersiva onde gastronomia, arte e bem-estar se cruzam. Em parceria com Super Bock, Revolut, Grupo Vila Galé, RTP e JCDecaux, a próxima edição promete surpreender pela fusão de ritmos, sonoridades e estéticas. Os bilhetes estão disponíveis na plataforma oficial de vendas Fever em dois lotes: 80€ (Passe geral relvado 2 dias) e 140€ (Passe VIP tenda 2 dias).

Sobre o Coala Festival

Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Na sua edição em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência, no icónico Hipódromo Manuel Possolo.

Datas: 30 e 31 de maio de 2026
Local: Hipódromo Manuel Possolo
Endereço: Av. da República 371, 2750-642 Cascais, Portugal

Dagu regressa com a stand-up comedy “Go Go” ao Casino Lisboa



O humorista Dagu regressa, no próximo dia 1 de fevereiro, pelas 21 horas, ao Casino Lisboa.  Com a sua habitual irreverência, Dagu sobe ao palco do Auditório dos Oceanos para apresentar, a solo, a stand-up comedy “Go Go”.

Após ter contagiado de bom humor os espectadores, em 2025, Dagu apresenta-se, novamente, a solo, com a sua saudável irreverência no Auditório dos Oceanos, prometendo outra noite repleta de momentos hilariantes. 

Com muita dose de humor, Dagu coloca uma série de questões aos espectadores: E se o teu maior poder fosse simplesmente seres tu e fazeres a tua cena? Sem armaduras a amparar as inseguranças em rebuliço ou capacetes a proteger as emoções em erupção? 

Há quem faça pontos de situação escrevendo pensamentos soltos, enquanto completa uma paisagem bucólica. Dagu, por sua vez, escreve um solo de stand-up. Depois de verões em Saint-Tropez a juntar trocos para comprar uma casa no Cacém, Dagu tem conquistado o público com “Go Go”, um espectáculo energético, explosivo, destilado e revelador.

Entre memórias de infância, sonhos esquecidos e confrontos com a realidade nua e crua, “Go Go” é uma bússola numa viagem que tem tanto de pessoal quanto de universal. O humorista leva-nos a dançar entre aquilo que fomos, quem fingimos ser e quem, afinal, sempre estivemos a tentar encontrar.  “Go Go” é uma ode à autenticidade e ao direito (dever!) de existir sem máscara.