sexta-feira, 10 de julho de 2026

Sombras no Mar na RTP2



Série francesa de 6 episódios que acompanha a investigação de um inexplicável naufrágio. Sombras no Mar acompanha a história de Abigail, uma oceanógrafa que regressa a sua cidade natal para investigar o inexplicável naufrágio de um barco de arrasto e o desaparecimento dos seus pescadores.

À medida que a investigação avança, fenómenos cada vez mais estranhos começam a afetar o mar, tornando impossível a atividade da pesca e mergulhando a comunidade local numa crescente tensão.

Enquanto as autoridades, os pescadores e os ativistas ambientais entram em conflito, Abigail descobre indícios da presença de uma misteriosa e ameaçadora criatura submarina, capaz de perturbar o frágil equilíbrio entre o homem e a natureza. A cada nova revelação torna-se inevitável uma pergunta: e se a ameaça vier de algo que ainda desconhecemos?

Com uma narrativa que combina investigação criminal, suspense e questões ambientais, Sombras no Mar, de 6 episódios, traz-nos um thriller intenso e envolvente para acompanhar de segunda a sexta, às 22h, na RTP2 a partir de 13 de julho.

Bossa Market: uma viagem ao Brasil sem sair do Porto



Depois de sete edições de sucesso em Cascais, o Bossa Market chega finalmente ao Norte de Portugal. Nos dias 18 e 19 de julho, os jardins do WOW, em Vila Nova de Gaia, recebem pela primeira vez o evento que se tornou uma referência da cultura e do lifestyle brasileiro em Portugal, reunindo música ao vivo, gastronomia, moda, empreendedorismo e experiências para todas as idades.

Mais do que um mercado ou um festival, o Bossa Market é uma viagem ao Brasil sem sair de Portugal. É um lugar onde se vem sem pressa: para descobrir marcas, provar sabores, ouvir música, dançar, reencontrar amigos ou simplesmente deixar o dia passar. Há quem venha pelo acarajé, quem não dispense uma roda de samba e quem saia carregado com sacolas cheias de compras. No fim, todos levam a mesma coisa: a sensação de terem passado um dia inteiro num cantinho do Brasil.

E porque julho também é mês de futebol, o público poderá acompanhar a disputa de terceiro lugar e a final do Mundial da FIFA num espaço dedicado à transmissão dos jogos, enquanto desfruta de churrasco, caipirinhas, música e da boa disposição que nunca falta quando o público se junta para torcer. 

"O Bossa Market nasceu para apoiar empreendedores brasileiros que escolheram Portugal para viver e empreender, mas ao longo dos anos tornou-se muito mais do que isso. Hoje é uma plataforma de relacionamento entre marcas, artistas e um público que tem o Brasil como referência cultural, fortalecendo a economia local, criando oportunidades de negócio e promovendo encontros genuínos. Nesta primeira edição no Porto quisemos valorizar também quem faz a cultura brasileira acontecer na cidade todos os dias, privilegiando artistas e projetos locais que ajudam a manter viva essa ligação entre os dois países. É essa combinação entre empreendedorismo, cultura e afeto que faz do Bossa uma experiência tão especial", afirma Fabi Barcellos, fundadora do evento.

Sabores que sabem a Brasil
A gastronomia continua a ser uma das grandes protagonistas do Bossa Market. Do Acarajé da Carol  ao queijo coalho da Maria Maia, passando pela amada bananinha Tachão; por tapioca em formado doce, salgada e dadinho do Brasa, pela água de coco da VeroCoco, e ainda caldo de cana, sumos de fruta e Sacolé, tornando o percurso pelos sabores do Brasil completo.

Há ainda clássicos difíceis de encontrar em Portugal, como o cachorro-quente à moda brasileira com salsicha Perdigão, pão de alho, pão delícia, salsichão brasileiro e sandes de pão francês com queijo coalho. Para adoçar, chegam os brigadeiros e as sobremesas gourmet da Manger, como pudim e mousse de maracujá, servidas em potes individuais. Nos dias dos jogos, o ambiente promete ganhar ainda mais intensidade, com transmissão em direto num espaço pensado para que seja possível aproveitar ao máximo os petiscos, as bebidas e o clima brasileiro de festa e torcida.

Música do primeiro ao último minuto
A música nunca para no Bossa Market. Entre concertos, DJ sets e momentos de dança, o ambiente transforma-se ao longo do dia, mas a banda sonora mantém-se sempre brasileira. A acompanhar toda a programação estará o DJ Santos, músico formado na escola do Olodum e responsável pela trilha musical permanente do evento, durante o intervalo entre os concertos, conduzindo o público por uma viagem com muito samba rock e brazilian soul. 

No sábado, dia 18, o duo Nino e Viola abre a programação com um concerto que cruza bossa nova, jazz e MPB, numa elegante fusão entre a guitarra brasileira e a voz italiana. Segue-se Inah com o projeto Tanto Bate Até Que... Samba, uma roda de samba residente no Porto que celebra a música brasileira como espaço de encontro entre culturas e valoriza o protagonismo feminino em palco. Segue-se o DJ AllanBique, um dos principais nomes da cena do forró no Porto e residente da Quinta Clandestina, associação que transformou as suas noites semanais num dos maiores pontos de encontro da comunidade forrozeira da cidade. Ele será acompanhado pelos bailarinos Romário Rodrigues e Karinne Góis. Ao final da tarde, sobe ao palco Karla da Silva, uma das vozes mais autênticas da nova geração do samba brasileiro, com uma carreira internacional que inclui participações em festivais de referência em França, Suíça, Alemanha, Portugal e Itália, além de colaborações recentes com nomes como Angélique Kidjo e Jorge Aragão. A noite culmina com a transmissão da disputa do terceiro lugar do Mundial - mas o DJ Santos garante que a música siga a animar o evento enquanto a bola estiver em campo.

No domingo, dia 19, Giovanni Trecco apresenta um espetáculo que percorre diferentes ritmos da música brasileira, seguido de Adriana Ramalho, cantora carioca radicada no Porto e criadora do Back to Bahia Festival, que leva ao palco um repertório em que o forró, o samba e o axé se encontram. O encerramento fica a cargo da Batucada Radical, o mais antigo bloco de carnaval em atividade no Porto, há mais de três décadas a divulgar a música brasileira por meio de um importante trabalho artístico, educativo e comunitário. Muito mais do que um espetáculo de percussão, o grupo transforma cada atuação numa autêntica celebração coletiva, antes da transmissão da final da Copa do Mundo. E mesmo durante a exibição dos jogos, a música segue dando o tom da festa até o encerramento do evento, às 22h, à cargo do DJ Santos, com samba-rock, MBP remixes e muita brasilidade.

Moda com sotaque brasileiro
A moda continua a ser uma das grandes protagonistas do Bossa Market. Mais de 30 expositores dão vida ao mercado, reunindo vestuário, moda praia, fitness, acessórios, bijutaria, decoração e projetos criativos cuidadosamente selecionados, o que reafirma o evento como uma montra de marcas com identidade própria, onde criatividade, design e empreendedorismo com muito sotaque brasileiro caminham lado a lado.

Entre as marcas que regressam depois do sucesso em Cascais estão Goiaba Fit, Tuaré, TS Imports e BODI8, enquanto projetos como DWEAR-ON, CaCay, Montra 190, Urban Fashion, GaThor e Filipa Magalhães enriquecem a oferta de moda feminina e masculina. A curadoria inclui ainda marcas de biquínis e acessórios como Maria Bumbum, Puani, Juana, Kuore Fratella, Bloom Accessories e MA-GA Fashion Store, além da Candeō Shop, dedicada às velas artesanais.

Bossa kids
Enquanto os adultos passeiam entre concertos, gastronomia e compras, os mais pequenos terão um espaço pensado especialmente para eles. O Bossa Kids oferece oficinas criativas, pinturas faciais, balões, tatuagens temporárias, hora do conto, cabelo maluco, modelagem de balões e várias atividades ao longo dos dois dias, garantindo diversão para toda a família. No comando das brincadeiras estão a Liga da Bagunça e a K'Festa.

Sobre o Bossa Market
Pela primeira vez, o Porto vai poder viver o ambiente que fez do Bossa Market um fenómeno em Cascais: um evento para toda a família, em que a música se ouve, a gastronomia se prova e o Brasil se sente. Agradecemos ao WOW, MBWay e Alinea Oral Care pela parceria e confiança nessa estreia do Bossa Market no Norte do país.

Realizado desde 2018 no Estoril, em Cascais, o Bossa Market é um evento que cruza cultura, criatividade e empreendedorismo, reunindo o melhor do lifestyle brasileiro em Portugal. Criado por Fabi Barcellos com o objetivo de fomentar a integração de empreendedores brasileiros, tornou-se uma referência na programação cultural de Cascais e um ponto de encontro entre marcas, artistas e público. Ao longo de sete edições, o evento já recebeu milhares de visitantes, superando as 12 mil pessoas ao longo do fim de semana, e acolheu cerca de 100 artistas, entre os quais Vitor Kley, Fernanda Abreu, Paulo Miklos, Tiago Nacarato, Ana Vilela, Izabella Rocha (Natiruts), Sylvinho Blau Blau, além dos blocos Bué Tolo, Secretinho e Sardinha Imperial. Mais do que um evento cultural, o Bossa Market afirma-se também como uma plataforma de empreendedorismo, reunindo anualmente mais de 120 marcas - brasileiras e portuguesas - e promovendo oportunidades de negócio, visibilidade e conexão entre comunidades.

Fica a saber mais em https://www.bossamarket.com/   

Será que nos conhecemos realmente?



Ao longo da vida aprende-se Matemática e História, mas raramente se aprende a interpretar aquilo que acontece dentro de nós. Compreender as emoções, reconhecer os sinais do corpo, lidar com a ansiedade ou atravessar a dor são competências essenciais para o bem-estar, mas continuam ausentes da maioria dos percursos de aprendizagem. É precisamente para ocupar esse espaço que surge o primeiro livro da psicóloga Carla Lucas Correia: O Que Ainda Não Sei Sobre Mim – Como trabalhar a autoconsciência emocional ao longo da vida.

Escrito a partir da experiência clínica de quem acompanha diariamente pessoas nas mais diferentes fases da vida, este livro é um guia de autoconhecimento compassivo e acessível, que convida o leitor a compreender melhor aquilo que sente e a cuidar da relação mais importante da sua vida: a relação consigo próprio.

Ao longo de oito temas, Carla Lucas Correia aborda de forma clara e pragmática questões como a ansiedade, a autoexigência, o trauma e as diferentes formas de luto, incluindo a perda de um animal de estimação. Com reflexões orientadas, exercícios práticos e ferramentas validadas cientificamente, o livro ajuda a interpretar os pensamentos, a regular as emoções e a acolher a vulnerabilidade. Porque compreender quem somos pode ser o primeiro passo para viver com mais equilíbrio e maior consciência.

Num contexto em que a saúde mental assume uma importância crescente, este livro recorda que cuidar de si próprio não deve ser um recurso de última instância, mas uma escolha consciente.

O Que Ainda Não Sei Sobre Mim já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 16 de julho.

Sobre a Autora

Psicóloga clínica desde 2012 e psicoterapeuta em formação, Carla Lucas Correia é mestre em Psicologia Clínica pelo ISPA, especializada em neuropsicologia, terapias de terceira geração, perturbações do comportamento alimentar e da imagem corporal.  Atualmente, dedica-se ao acompanhamento psicológico individual e à coordenação da própria equipa de psicólogas. Acompanha pessoas em diferentes momentos das suas vidas, em questões relacionadas com ansiedade, problemas relacionais, apego e regulação emocional, luto e perturbações do comportamento alimentar, sempre com uma abordagem integrativa. Através da sua página de Instagram, partilha reflexões e conteúdos psicoeducativos sobre saúde mental. Entre as suas paixões e interesses estão a ecopsicologia, a conexão com a natureza e com os animais, e a forma como estes nos ajudam a estar mais presentes, a cuidar da saúde mental e a regressar ao essencial. 

Forum Madeira transforma-se em “Refúgio dos Sentidos”



O Forum Madeira acaba de anunciar o lançamento da Open Call em parceria com o Fractal. Esta iniciativa cultural desafia artistas emergentes e estabelecidos, a título individual ou em coletivo, a apresentarem propostas artísticas para uma exposição coletiva a realizar-se no Art in Forum.

Sob a premissa de que o Forum Madeira é um território que transcende a experiência comercial tradicional, o Open Call apresenta-se como uma plataforma de encontro e proximidade com a comunidade.

O tema: “Refúgio dos Sentidos” com curadoria de Tiago M. Rodrigues
A presente edição adota a temática “Refúgio dos Sentidos”, um conceito que reflete a essência do espaço enquanto lugar de pausa, bem-estar e contemplação no quotidiano urbano contemporâneo.

A escolha artística e o acompanhamento dos candidatos estarão a cargo do prestigiado curador e artista multidisciplinar Tiago M. Rodrigues (aka Timeq). Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) e com formação em Ilustração e Banda Desenhada pelo Ar.Co, Timeq traz para o projeto o seu percurso híbrido que cruza referências da arte urbana, do graffiti e da cultura visual contemporânea com uma abordagem profundamente intuitiva e emocional.

Disciplinas admitidas e elegibilidade
O projeto destaca-se pela sua abrangência e ecletismo, aceitando candidaturas em diversas áreas das artes visuais e plásticas, tais como:
  • Pintura, desenho e ilustração
  • Escultura e instalação
  • Fotografia
  • Arte digital e Arte têxtil
  • Técnicas mistas

O Open Call está aberta a todos os artistas de nacionalidade portuguesa ou estrangeira, desde que maiores de 18 anos à data de submissão da candidatura. Serão privilegiadas propostas que dialoguem diretamente com a relação entre o indivíduo e a cidade, a natureza e a experiência do espaço comum.

Cada artista individual ou coletivo artístico selecionado beneficiará de uma bolsa de criação no valor bruto de € 500,00 (quinhentos euros), destinada a apoiar a produção, preparação, instalação e apresentação do respetivo projeto expositivo no âmbito do Art in Forum.

Candidaturas e Prazos
As candidaturas devem ser formalizadas de forma inteiramente digital até às 23h59 do dia 31 de julho de 2026 (hora de Portugal). Os interessados deverão preencher o formulário oficial disponível no website do Forum Madeira. Para consultar o Regulamento completo da iniciativa e aceder ao formulário de inscrição, os candidatos devem visitar o site oficial do Forum Madeira.

As emoções são o novo capital da tecnologia




Se, por um lado, olhamos para a tecnologia, a inteligência artificial e a robótica como caminhos que estão a secar as emoções da humanidade, uma vez que as interações entre pessoas passam a ser dominadas por algoritmos e máquinas, por outro lado também é verdade que as emoções são a matéria-prima que permite à tecnologia lucrar. Eva Illouz explora a premissa de que a tecnologia e as emoções se coproduzem mutuamente e que isso vai continuar a acontecer, no futuro previsível, de pelo menos cinco formas diferentes. 

A tecnologia é convencionalmente vista como desumanizante. No entanto, como Eva Illouz demonstra neste livro conciso, a tecnologia tornou-se singularmente emocional, explorando e suscitando continuamente uma grande variedade de emoções. Desde emojis, GIF e «Gostos», até influenciadores, aplicações de meditação e mundos virtuais, a tecnologia imita e amplia cada vez mais a vida emocional, convertendo sentimentos em dados quantificáveis e gerando lucros extraordinários. O tecnocapitalismo, argumenta Illouz, já não explora o solo, mas extrai valor do eu e da subjetividade, transformando a energia emocional em capital. Esta intimidade maquínica entre humanos e tecnologia integra economia, cultura e psicologia numa única matriz, fazendo das emoções os novos canais económicos do tecnocapitalismo.  

«Estamos a assistir a uma emocionalização sem precedentes da tecnologia, em que as emoções têm sido transformadas na matéria-prima extraída pela tecnologia para se obter lucro», escreve a autora na introdução. «Se, até agora, o capitalismo industrial consistiu na extração de materiais da terra e na sua transformação pelas indústrias para produzir bens, o tecnocapitalismo extrai valor do eu para ser consumido pelo próprio eu, constituindo um eu capitalista.»

A emocionalização da tecnologia tem efeitos profundos: a perda da experiência, a solidão preenchida por interações e lazer vividos por outrem e a substituição da realidade pela performance da autenticidade. Através de uma variedade de exemplos, Illouz explora os mecanismos através dos quais o eu emocional se tornou o principal recurso económico do capitalismo, um mundo em que os nossos sentimentos passam pelas máquinas e são por elas fabricados, medidos e vendidos. 

Sobre a Autora

Eva Illouz é professora de Sociologia na Universidade Hebraica de Jerusalém e diretora de estudos no Centre européen de sociologie et de science politique em Paris. Recebeu várias distinções pelo seu trabalho, entre as quais o Prémio de Investigação Anneliese-Maier da Fundação Alexander von Humboldt e o Prémio EMET de Ciências Sociais. 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Falta um mês para as Festas do Povo de Campo Maior



Dentro de um mês, Campo Maior voltará a florescer pelas mãos da sua gente. Entre os dias 8 e 16 de agosto, mais de uma centena de ruas vestem-se de cor, criatividade e tradição, dando vida às Festas do Povo, um espetáculo cultural único, reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Ao longo de meses, mais de quatro mil voluntários, dedicaram-se à construção de um cenário com uma beleza sem paralelo. Milhões de flores de papel de várias formas, cores e padrões, feitas artesanalmente, revestem ruas inteiras com rosas, cravos, tulipas, glicínias e papoilas que transformam Campo Maior num autêntico jardim a céu aberto. À explosão de cor juntam-se as tradicionais saias, a música, a luz e a hospitalidade alentejana de uma comunidade que faz da festa uma das suas expressões de identidade.

Cada rua revela uma história, refletindo o empenho e dedicação de quem, geração após geração, mantém viva a tradição que encanta milhares de visitantes nacionais e internacionais.



Os bilhetes encontram-se à venda através da plataforma Ticketline. O bilhete diário tem o valor de oito euros em venda antecipada, sendo que posteriormente tem um custo de 10€. Já, o passe geral para os nove dias do evento custa 15€.

A contagem decrescente para esta edição, que promete ser histórica, entrou na reta final. Falta apenas um mês para Campo Maior voltar a florescer com mais de 100 ruas decoradas, num cenário inédito onde cada flor de papel representa o talento e a dedicação de uma comunidade.

As Festas do Povo de Campo Maior 2026 contam com o patrocínio da Delta Cafés, da Cerveja Sagres, da Sumol Compal, da Paladin, da MEO, do El Corte Inglés, do Crédito Agrícola e da Aquamaior, bem como com o apoio do Turismo de Portugal, da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e do Município de Campo Maior.

E se a vida que temos não for a vida que queremos?



Mariana Alvim estreia-se na ficção para adultos com um romance sobre amizade e a coragem de mudar de rumo.

A Porto Editora publica O amor que escolhemos, o primeiro romance de ficção para adultos de Mariana Alvim. Laura, Victoria e Catarina conhecem-se há tanto tempo que já fazem parte da história umas das outras. Com conquistas, desilusões e recomeços, aprenderam a reconhecer os medos e as fragilidades que nem sempre mostram ao mundo. Mas há perguntas que nenhuma amizade consegue responder por nós.

As três mulheres chegam a uma fase da vida em que já não conseguem ignorar as perguntas que foram adiando. Entre relações desgastadas e expectativas que pesam demasiado, cada uma terá de decidir até que ponto está disposta a continuar a aceitar menos do que merece.

Escrito ao longo de uma década, este é um romance sobre as escolhas que moldam uma vida e sobre a possibilidade de recomeçar quando percebemos que o caminho que seguimos já não nos faz felizes. Com uma escrita próxima e sensível, Mariana Alvim explora a amizade feminina e os desafios de uma fase da vida em que já não é possível adiar certas decisões.

Mariana Alvim é guionista, locutora do Café da Manhã da RFM, criadora do premiado podcast literário Vale a Pena e autora de uma coleção infantojuvenil. Com O amor que escolhemos, estreia-se na ficção para adultos e concretiza um sonho antigo, com um romance sobre as escolhas que nos definem e a coragem de recomeçar.

O livro já se encontra disponível nas livrarias. O lançamento está marcado para o dia 13 de julho, às 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa, e contará com a apresentação da atriz Ana Brito e Cunha.

Sobre a Autora

Mariana Alvim aos 13 anos, percebeu que queria ser escritora. Na faculdade, apaixonou-se pela rádio, mas o mundo deu voltas e trabalhou sete anos em marketing. Mais tarde, tornou-se guionista de televisão. Centenas de episódios depois, chegou à RFM, onde é locutora. Escreveu a coleção juvenil Os Fininhos – Estou Tramada e criou o premiado podcast literário Vale a Pena, no qual os convidados partilham leituras favoritas. Mãe de três rapazes, apesar da correria da vida e de acordar cedo de mais para animar as manhãs dos portugueses, está, sempre que pode, agarrada a um livro. Lança agora o seu primeiro romance para adultos que, como ela, veem a vida a acontecer demasiado depressa. Valha-nos O amor que escolhemos.

Kalú, dos Xutos & Pontapés, alerta para os riscos da música alta



Com a chegada do verão é inevitável falar do regresso dos grandes festivais de música, dos concertos ao ar livre e de fãs entusiasmados para ver os seus artistas favoritos. Contudo, esta onda de animação, traz consigo riscos invisíveis, com consequências permanentes: a exposição a níveis de ruído perigosos para a audição. A realidade de muitos músicos é a prova disso, como é o caso de Kalú.

Ao longo da sua carreira, o baterista dos Xutos & Pontapés esteve exposto à potência sonora do rock & roll em cima do palco. A sua paixão e profissão deixaram-lhe marcas que o acompanham todos os dias e que o levaram a procurar soluções para continuar a fazer aquilo que mais ama, desta vez em segurança.

A solução passou pelo acompanhamento profissional regular e pelo uso de proteção auditiva de alta fidelidade, desenvolvida a pensar nas necessidades específicas dos músicos.

“Quando comecei não havia qualquer tipo de prevenção. Quanto mais alto, melhor”, conta Kalú. “Comecei com 16 anos. Tocava com a bateria à frente e os amplificadores atrás. Ao fim da primeira música estava a sentir desequilíbrio. Mas ignorava os sinais e continuava. Hoje tenho perda auditiva. A principal mudança foi perceber que proteger os ouvidos não é deixar de ouvir, é garantir que podemos continuar a ouvir.”

A perda auditiva induzida por ruído (PAIR) ocorre quando os ouvidos são expostos a sons que ultrapassam os 80 decibéis (dB) – um limite facilmente superado num concerto, onde os níveis podem chegar aos 117 dB. Esta exposição prolongada danifica de forma irreversível as células ciliadas do ouvido interno, responsáveis pela audição, resultando em perda auditiva e zumbido permanente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de mil milhões de jovens adultos correm já o risco de perda auditiva permanente e evitável, devido a práticas de escuta inseguras.

Segundo Humberto Pintado, especialista em audição na Widex, “esta é uma preocupação crescente, sobretudo junto dos mais jovens, que frequentam festivais e concertos sem qualquer tipo de proteção. A perda auditiva por exposição a ruído é cumulativa, muitas vezes sem  darmos por ela, mas é possível prevenir. Para quem tem uma exposição regular, como músicos ou staff, a utilização de protetores auditivos personalizados é a recomendação mais segura e eficaz.”

Já para quem procura uma proteção de alta fidelidade, existem protetores auditivos feitos à medida do canal auditivo que integram filtros acústicos especiais, que reduzem o volume para níveis seguros sem abafar ou distorcer o som. Isto torna possível proporcionar uma experiência sonora clara, que permite a um músico ouvir a sua banda com precisão ou a um fã desfrutar de um concerto, eliminando apenas o risco.

Kalú acrescenta: “Tampões universais e uma solução feita à medida com filtros próprios são muito diferentes. Os protetores que uso permitem-me ouvir tudo, mas de uma forma mais limpa e segura. Isto não é só para músicos, aplica-se a toda a gente que goste de música ao vivo. Usem protetores, mesmo que achem que não precisam. Não esperem pelo zumbido para se lembrarem de que os ouvidos também precisam de cuidado.”

Conselhos para proteger os ouvidos num festival ou concerto:
  • Mantenha distância das colunas de som, onde a pressão sonora é mais intensa;
  • Faça pausas auditivas de 15 a 20 minutos a cada hora, afastando-se das zonas de maior ruído;
  • Use protetores auriculares. Para uma utilização frequente, opte pelos protetores feitos à medida com filtros acústicos, que garantem proteção, conforto e qualidade sonora;
  • Esteja atento a sinais de alerta como zumbido ou sensação de "ouvido tapado". Se os sintomas persistirem por mais de 24 horas, consulte um especialista.
  • Não espere pelos sinais. Faça um teste auditivo online gratuito em https://www.widex.pt/teste-auditivo-online/ e consulte um especialista para uma avaliação completa.

Sabia que há países que não querem o seu nome traduzido?



Sabia que existe um reino insular da Ásia descrito pelos chineses como habitado por imortais felizes? Um município português administrado por Espanha, na margem do Guadiana? Ou um pirata escolhido como líder único e com poder absoluto em Nassau? Estas são algumas das curiosidades reveladas por Gil Mendes da Costa, conhecido por General Knowledge no Youtube, onde tem quase 1 milhão de seguidores e 100 milhões de visualizações.

Mais do que um atlas ou uma enciclopédia, Os Países Que Quase Existiram leva-nos pelas fronteiras mais estranhas do mundo, os territórios mais disputados entre rivais, os continentes que desapareceram e as bandeiras mais interessantes. Escrito numa linguagem acessível, neste livro são reveladas mais de cem curiosidades da História e Geografia, capazes de despertar a sua atenção e de desbloquear uma conversa com qualquer pessoa. Inclui ainda exercícios de palavras cruzadas e um quiz de cultura geral, uma proposta entusiasmante que irá agradar a toda a família e que lhe permitirá pôr à prova os seus conhecimentos.

Os Países Que Quase Existiram chega às livrarias a 16 de julho.

Sobre o Autor

Gil Ferraz de Abreu Mendes da Costa é o criador do canal @General.Knowledge no Youtube, sendo um dos mais jovens e entusiastas comunicadores de História em Portugal. Com este projeto digital, já alcançou, desde 2017, mais de 900 mil subscritores e 100 milhões de visualizações em vídeos sobre História, Geografia, bandeiras e línguas. Licenciado em Comunicação e Mestre em Políticas Públicas, combina o seu gosto por estas áreas académicas com a sua paixão pelos temas que divulga nos seus vídeos. Residente em Lisboa, quando não está ocupado com curiosidades (ou com o seu cão salsicha, Socks), trabalha em comunicação política e produção audiovisual. 

Liliana Santos é a embaixadora da primeira edição do ROCK & DÃO



A atriz e apresentadora Liliana Santos é a embaixadora oficial da primeira edição do ROCK & DÃO, o novo festival que acontece nos dias 18 e 19 de setembro, no Parque de Santiago, em Viseu.

A escolha de Liliana Santos para representar o festival surge pela forte identificação com os valores do projeto e pela ligação pessoal que mantém à região. Com raízes familiares em Viseu, a atriz associa-se a um evento que pretende afirmar o território como um destino de referência para a cultura, o turismo e a valorização da identidade da região.



"Recebi este convite com uma enorme felicidade. Tenho uma ligação muito especial a Viseu e é um orgulho poder representar um festival que celebra não só a música, mas também a autenticidade, a gastronomia, os Vinhos do Dão e tudo aquilo que torna esta região tão especial. É muito bonito ver nascer um projeto com esta ambição e fazer parte da sua primeira edição", afirma Liliana Santos.

O ROCK & DÃO nasce com o objetivo de proporcionar uma experiência diferenciadora, unindo grandes nomes da música nacional e internacional à excelência gastronómica e vínica da região, num ambiente pensado para celebrar o estilo de vida contemporâneo.

Com o apoio institucional do Município de Viseu, da Comissão Vitivinícola Regional do Dão e do Turismo do Centro, o festival pretende afirmar-se como um novo marco no calendário nacional de eventos culturais.

A primeira edição contará com atuações de MIKA e UB40 como cabeças de cartaz, aos quais se juntam Delfins, David Bruno, Samuel Úria, Cassete Pirata, GANSO e Os Pontos Negros, reunindo diferentes gerações e estilos musicais num programa que promete atrair milhares de visitantes à cidade de Viseu.

Enquanto embaixadora, Liliana Santos será uma das principais vozes na promoção do festival, contribuindo para dar visibilidade a um projeto que pretende destacar não apenas a qualidade da sua programação, mas também o património, a hospitalidade e a riqueza cultural de toda a região do Dão.

Os bilhetes para o ROCK & DÃO já se encontram disponíveis, com preços a partir de 35 euros para o bilhete diário e 60 euros para o passe de dois dias.