segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Coala Festival Portugal regressa a Cascais a 29 e 30 de Maio de 2027



O Coala Festival Portugal já tem datas confirmadas para 2027. A quarta edição do festival realiza-se nos dias 29 e 30 de maio, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, voltando a reunir artistas e públicos de diferentes geografias em torno da música em língua portuguesa.

Antes de serem conhecidos os primeiros nomes do cartaz, o festival abre a possibilidade de garantir antecipadamente a presença na próxima edição. Até 29 de outubro, o público pode inscrever-se na Lista Coala, através do site oficial www.coalafestival.pt, assegurando o acesso à fase de venda Early Bird, com condições especiais na aquisição de bilhetes.

A venda dos Early Bird terá início a 3 de novembro, sendo exclusiva para os inscritos na Lista Coala, e decorrerá até 9 de novembro, sujeita à disponibilidade dos bilhetes.

Nascido em São Paulo, em 2014, o Coala Festival chegou a Portugal em 2024, escolhendo Cascais como palco da sua primeira edição internacional. Desde então, tem vindo a afirmar-se como um dos principais festivais em Portugal,  com um grande foco na cultura e expressões musicais dos países de língua portuguesa. Ao longo das três edições realizadas em Portugal, o festival recebeu alguns dos nomes mais marcantes da música brasileira, portuguesa e africana.

A edição de estreia, em 2024, contou com atuações de Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Carminho, Mayra Andrade, BaianaSystem e Pongo, entre outros artistas, dando início a um projeto que procura criar novas pontes culturais entre os dois lados do Atlântico.

Em 2025, o festival voltou a reunir diferentes gerações e sonoridades, com nomes como Ney Matogrosso, Liniker, Xande de Pilares, António Zambujo, Timbalada + Afrocidade e Djodje.

Já a edição de 2026 contou com atuações de Caetano Veloso, Lulu Santos, Slow J, Bonga, Marina Sena, João Gomes e Ana Frango Elétrico, entre outros, reunindo mais de 28 mil pessoas ao longo dos dois dias.

Mais do que um festival de música, o Coala Festival Portugal tem procurado valorizar a diversidade artística e cultural do universo lusófono, promovendo o diálogo entre géneros musicais, gerações e territórios. A programação tem contado com a curadoria de Gabriel Andrade, um dos fundadores do festival, e do músico e escritor angolano Kalaf Epalanga.d

Para Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais, a continuidade do festival representa também uma aposta na valorização cultural e económica do concelho:

“Em Cascais, não queremos apenas receber grandes eventos, queremos acolher projetos que acrescentem valor ao nosso concelho, reforcem a nossa identidade cultural e contribuam para a economia local. O festival Coala é um exemplo dessa visão, é um importante ponto de encontro entre culturas, gerações e territórios unidos pela língua portuguesa, que projeta Cascais como destino de cultura e de experiências de qualidade. A chegada à quarta edição confirma a importância desta parceria e o contributo do festival para afirmar Cascais como um território aberto ao mundo, onde a cultura gera valor económico, turístico e social.”

Também Fernanda Pereira, sócia e head de operações do Coala, destaca o crescimento do festival e os resultados alcançados na última edição:

“Chegar ao quarto ano do Coala em Portugal, após uma edição histórica em 2026, marcada por recordes de público, patrocinadores e parceiros, reforça que o festival conquistou seu espaço e está consolidado no calendário português. É uma grande satisfação ver o Coala crescer internacionalmente, mantendo a essência de celebrar a música e a cultura da língua portuguesa.”

Com três edições realizadas em Cascais, o festival prepara agora um novo capítulo, mantendo a aposta numa programação que aproxima artistas e públicos através de uma língua e de diferentes identidades musicais.

Os primeiros nomes do cartaz de 2027 serão anunciados em breve.

Casino Estoril inaugura a 40ª edição do Salão de Outono



A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo dia 24 de outubro, às 17 horas, o 40º Salão de Outono. Participam nesta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é gratuita.

A 40ª edição do Salão de Outono reúne obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 27 artistas plásticos que habitualmente expõem na Galeria de Arte do Casino Estoril.



Participam os seguintes 20 pintores e 7 escultores
Pintura – Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, David Levy Lima, Diogo Navarro, Fernando Gaspar, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, Inês Galvão, João Feijó, Joaquim Canotilho, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Patel Rebelo, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.

Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.

Michael chega à SkyShowtime em Portugal



Depois de uma passagem pelos cinemas que arrecadou mais de mil milhões de dólares em receitas de bilheteira, o aclamado filme biográfico musical Michael, que acompanha a ascensão de Michael Jackson de estrela infantil a ícone mundial, estará disponível em exclusivo na SkyShowtime a partir de 24 de novembro.

Michael é um retrato cinematográfico da vida e do legado de um dos artistas mais influentes de todos os tempos. O filme conta a história de Michael Jackson para lá da música, acompanhando o seu percurso desde a descoberta do seu talento extraordinário como vocalista dos Jackson Five até se tornar um artista visionário, cuja ambição criativa alimentou uma busca incansável para se tornar o maior artista do mundo do espetáculo.

Ao dar a conhecer tanto a sua vida fora dos palcos como algumas das atuações mais icónicas do início da sua carreira a solo, o filme oferece ao público uma perspetiva privilegiada e inédita sobre Michael Jackson. É aqui que começa a sua história.

Michael conta com Jaafar Jackson, na sua estreia no cinema, Nia Long (Empire, saga The Best Man), Laura Harrier (BlacKkKlansman, Spider-Man: Homecoming) e Juliano Krue Valdi (The Loud House, Arco), a quem se juntam Miles Teller (Top Gun: Maverick, Whiplash) e Colman Domingo (Sing Sing, Rustin), nomeado duas vezes para os Óscares.

Realizado por Antoine Fuqua, o premiado cineasta responsável por Training Day, Olympus Has Fallen e pela saga The Equalizer, e com argumento de John Logan (Gladiator, The Aviator), nomeado três vezes para os Óscares, o filme é produzido por Graham King (The Departed, Bohemian Rhapsody), vencedor de um Óscar, John Branca (produtor executivo de This Is It e Thriller 40) e John McClain (produtor executivo de This Is It e Michael Jackson Live at Wembley July 16, 1988).

Michael junta-se ao crescente catálogo de grandes sucessos de cinema disponíveis na SkyShowtime, que inclui EPiC: Elvis Presley in Concert, Hamnet, Song Sung Blue, The History of Sound e Wicked: For Good.



SkyShowtime está disponível diretamente para o consumidor através da aplicação SkyShowtime em dispositivos Apple iOS, tvOS, Android, Android TV, Google Chromecast, TVs LG, Smart TVs Samsung, bem como Amazon Fire TV e Prime Video Channels em mercados selecionados. Também está disponível através do seu site www.skyshowtime.com. O preço mensal da SkyShowtime para o plano Standard com anúncios é de 6,99€, o preço mensal do plano Standard é de 8,99€ e o preço mensal do plano Premium é de 12,99€. A SkyShowtime está ainda disponível em parceiros de distribuição selecionados nalguns mercados em que opera.

Casino Estoril recebe de 27 de outubro a 1 de novembro última etapa do CNP Portugal 2026



É já a partir de amanhã, dia 27 de outubro, a partir das 17 horas, que o Casino Estoril recebe a última etapa do Circuito Nacional de Poker Portugal 2026. Centenas de jogadores participam no extenso programa do CNP que se prolonga até ao dia 1 de novembro. Serão seis dias repletos de emoção e durante os quais decorrerão 13 eventos: 11 torneios e 2 satélites.

As cartas começam a ser distribuídas no dia 27, com o torneio Bem-vindo. No dia 28, entra em jogo o High Roller de 1.100 €. A partir de quinta-feira, dia 29, é a vez do Main Event CNP Estoril de 550 €, São 2 dias de entrada nos dias 29 e 30, podendo ainda entrar no início do dia 2 que será dia 31 de outubro. Contamos com uma mesa final que promete emoção até à última mão. 



Com um diversificado programa, há, ainda, lugar para o Mystery Bounty, Mini CNP, O Caçador, Super Turbos e o Torneio de Encerramento. 

E, para quem não puder estar nas mesas, o dia 2 e o dia 3 do Main Event terão transmissão em directo.

Casino Estoril: De 27 de outubro a 1 de novembro com o Live streaming do Main Event a 31 de outubro e 1 de novembro.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Adiada inauguração do 40º Salão de Outono na Galeria de Arte do Casino Estoril



A Galeria de Arte do Casino Estoril adiou, por motivos de força maior, a inauguração da 40ª edição do Salão de Outono que estava agendada para amanhã, dia 24 de outubro. Será anunciada oportunamente uma nova data de inauguração desta exposição colectiva de pintura e escultura.

Recorde-se que o Salão de Outono é uma das exposições colectivas mais carismáticas da Galeria de Arte do Casino Estoril. A edição deste ano reúne obras de 27 artistas plásticos nas modalidades de Pintura e Escultura.

Há uma sociedade secreta nas sombras



Segredos, assaltos e uma organização clandestina dão o mote a Ladrões das Sombras, de Peter Burns, o primeiro livro da nova coleção da Porto Editora dirigida ao público juvenil.  

Tom tem 13 anos e aprendeu a sobreviver nas ruas de Londres a roubar carteiras. Quando os seus amigos são enviados para uma cruel casa de trabalho, aceita a proposta de um enigmático Corsário que promete ajudá-lo a salvá-los. Em troca, terá de entrar na Liga das Sombras, uma organização secreta onde os melhores ladrões ensinam jovens a aperfeiçoar a arte do crime.

O que começa por parecer uma oportunidade transforma-se rapidamente num jogo perigoso. Entre aulas pouco convencionais, assaltos e personagens em quem nem sempre é possível confiar, Tom percebe que há segredos escondidos nesta organização secreta e que talvez tenha sido levado para lá por uma razão muito diferente daquela que imaginava.

Com uma narrativa marcada pelo suspense e pelas reviravoltas, Peter Burns constrói em Ladrões das Sombras um universo de mistério, ação e sociedades secretas, onde cada descoberta levanta novas perguntas e ninguém parece estar completamente a dizer a verdade.

Sobre o Autor

Peter Burns é autor de dez livros de não ficção sobre desporto, amplamente aclamados pela crítica, e foi nomeado para vários prémios, incluindo duas nomeações para o prestigiado William Hill Sports Book of the Year. A verdade, porém, é que sempre quis escrever livros para crianças, por isso Ladrões das sombras é a concretização de um sonho. Estudou Inglês na Universidade de St. Andrews, e é mestre em Publicação Editorial pela Universidade Napier. Vive em Edimburgo com a esposa, os seus quatro filhos e um cocker spaniel ligeiramente nervoso. Ele não é um Ladrão, um Espião, um Assassino nem um Político. Ou será que é?

Renault E-Space Concept: uma visão contemporânea das “voitures à vivre”



"O E-Space Concept mostra como o nosso legado pode inspirar o futuro. Quando a Renault criou o Espace, em 1984, inventou uma nova forma de conceber automóveis, colocando as pessoas e as suas vidas no centro. Com o E-Space Concept, revisitamos esse espírito pioneiro para a era elétrica. Esta exploração de design eleva a filosofia da “voiture à vivre” a novos patamares, imaginando um automóvel versátil, espaçoso e totalmente elétrico, concebido em torno das necessidades, aspirações e estilos de vida do futuro." - Fabrice Cambolive, Diretor de Crescimento do Grupo Renault e CEO da marca Renault

Uma tela para as “voitures à vivre” do futuro
O Renault E-Space Concept é um monovolume elétrico que define os novos valores da marca. Um automóvel elegante e de alta tecnologia, que transmite naturalmente uma imagem de eficiência.

Rompendo com os SUV convencionais, o Renault E-Space Concept dá um toque contemporâneo às características de design originais de um monovolume, de que a Renault foi pioneira com o lançamento do Espace I, em 1984.

No âmbito de uma abordagem centrada na história da marca – e, consequentemente, no fator humano –, a primeira prioridade foi conceber o interior do automóvel a partir do espaço habitável, antes de o revestir com uma carroçaria que apresenta amplas superfícies vidradas nas laterais e no teto para deixar entrar a luz, tal como nos melhores projetos arquitetónicos.

Uma “voiture à vivre” com um forte apelo emocional, concebida para e em torno das pessoas, com tecnologias verdadeiramente úteis, como um sistema de propulsão elétrico. No fundo, o Renault E-Space Concept está em total sintonia com os valores sobre os quais a marca está a construir e a consolidar o seu futuro. Estes valores estão definidos em quatro princípios fundamentais que convergem numa visão partilhada das “voitures à vivre” – automóveis centrados nas pessoas que inspiram emoção e oferecem tecnologias úteis sustentadas pela eletrificação.

Na sequência do sucesso dos nossos modelos icónicos, concebemos este concept-car como uma homenagem ao Espace de 1984 – o primeiro monovolume de sempre –, que continua a encarnar, plenamente, os valores da Renault enquanto marca que concebe «voitures à vivre».

Por trás da forma da carroçaria, concebida para ser legível e facilmente identificável com as suas linhas excecionalmente limpas, captámos o carácter icónico do Espace. E, ao mesmo tempo, transportámo-lo para o futuro com tecnologia e um estilo de vanguarda.

No interior do automóvel, os elementos suaves – tais como os tecidos nos painéis das portas – transmitem uma sensação de conforto, criando um forte contraste com o acabamento de alta tecnologia dos ecrãs, da consola e de outros detalhes.

"No mundo em constante mudança do design automóvel global, atualmente dominado pelos SUV, o Renault E-Space Concept prova que a Renault tem tudo o que é necessário para deixar a sua marca com inteligência e apelo." - Alexandre Malval, Vice-presidente, Design da Renault

Uma linguagem de design formal com uma abordagem limpa e de alta tecnologia
Uma magnífica celebração da simplicidade, a linguagem de design do Renault E-Space Concept caracteriza-se por formas ágeis e limpas, estruturadas por linhas de tensão subtis. Uma linguagem visual altamente legível e imediatamente reconhecível, que reflete os valores da marca.

O Renault E-Space Concept apresenta uma nova assinatura luminosa, tanto na dianteira como na traseira. Como uma linha de luz, um grande “U” envolve toda a grelha, e no centro, um logótipo iluminado que parece flutuar, como se estivesse suspenso por um jogo de pixéis.

"Despojada de tudo o que possa distrair o olhar, a linguagem de design procura a simplificação até ao ponto em que tudo o que resta é o essencial, a clareza do tema, sem qualquer receio do vazio." - Alexandre Malval, Vice-presidente, Design da Renault

Proporções inspiradoras
O Renault E-Space Concept é um automóvel de dimensões generosas, com 4,70 m de comprimento, 2,02 m de largura e 1,67 m de altura. Para além destas proporções, a sua altura e a relação comprimento/largura são semelhantes às do primeiro Espace, mas com um toque moderno, ilustrado pelos vãos curtos, que posicionam as jantes de 23 polegadas nos quatro cantos da carroçaria.

Perto do solo, com uma linha de cintura baixa e uma distância ao solo moderada, o Renault E-Space Concept define as novas características do design contemporâneo, distinguindo-se claramente dos SUV. O para-brisas é uma extensão do capot, uma referência ao ADN do monovolume e, em particular, ao perfil tipo “comboio TGV” do primeiro Renault Espace de 1984. O lábio do para-choques é móvel e pode ser baixado para mais perto da estrada, a fim de otimizar a aerodinâmica a altas velocidades. Na traseira, as linhas verticais transmitem uma sensação de espaço e modularidade. Ao mesmo tempo, o spoiler na parte superior pode lembrar um elemento semelhante presente nos Espace 2 e 3.

Para reduzir o volume quando visto de lado, uma “prancha” preta sugere a presença dos sistemas técnicos – com a bateria e uma série de características aerodinâmicas – muito semelhante às carenagens laterais de um carro de F1. A ousada linha horizontal preta desta “base” técnica estende-se até ao design das rodas quando estas estão alinhadas. Este acabamento mais escuro na parte inferior da carroçaria também faz eco da ampla proteção lateral cinzenta do primeiro Renault Espace.

"O conceito Renault E-Space inspira-se no mundo da aeronáutica, com linhas suaves e uma generosa superfície vidrada para todos os passageiros." - Romain Gauvin, Diretor de Design Avançado e Concept-Cars da Renault

Um habitáculo com paredes de vidro
Colocando a luz natural no centro do projeto, os designers começaram por criar um habitáculo totalmente envidraçado, inspirada na arquitetura Bauhaus e, em particular, na obra de Ludwig Mies van der Rohe (Farnsworth House, Plano, Illinois, 1951). O teto de vidro e as janelas laterais estendem-se bem para além da linha de cintura, que já é muito baixa. A ideia é fixar os painéis da carroçaria a este habitáculo envidraçado, sem criar uma fronteira visual clara entre o vidro e o metal. Do exterior, é possível ver literalmente o vidro a estender-se para baixo por trás dos painéis da carroçaria, abaixo do nível da linha de cintura. Uma iluminação especialmente concebida realça o espaço poupado em termos de espessura entre o para-brisas e a carroçaria. Da mesma forma, o pilar traseiro parece flutuar, como se fosse um elemento acrescentado.

"Com a linha de cintura baixa, é possível ver o interior do habitáculo quando se está ao lado do automóvel. E, mais uma vez, é possível conduzir com os cotovelos apoiados na porta." - Romain Gauvin, Diretor de Design Avançado e Concept-Cars, Renault

"O Renault E-Space Concept assenta num chassis com uma linguagem de design técnica e precisa. Enquanto isso, o interior está envolto numa bolha de vidro revestida por painéis de carroçaria lisos e com linhas fluidas." - Romain Gauvin, Diretor de Design Avançado e Concept-Cars da Renault

Um interior banhado de luz
As portas duplas com dobradiças traseiras, sem pilar central, abrem-se para um interior que é simultaneamente de alta tecnologia e acolhedor, com uma sensação de grande amplitude. Apresenta seis bancos individuais num piso completamente plano. Afastando-se dos padrões do mundo automóvel, com os seus tradicionais bancos tipo bacquet, os bancos adotam o mundo do design de interiores, com estruturas lacadas que evocam o estilo de Pierre Paulin. Visualmente leves e particularmente estreitos na parte superior – tal como os bancos do Espace de 1984 –, parecem flutuar no habitáculo. De uma perspetiva mais técnica, o design dos bancos é simultaneamente modular e sofisticado. A par do espaço e da luz natural, um interior modular é uma parte essencial do ADN do Renault Espace – e ainda mais das “voitures à vivre”, a icónica assinatura da marca que continua tão relevante como sempre.

Idênticos em tamanho e design, os bancos rodam ligeiramente em torno do seu eixo, convidando os passageiros a sentarem-se e usufruírem. As características dos seis bancos variam consoante a fila. Os dois bancos da fila 2 rodam 180° para formar um “quadrado como no TGV” com a fila 3. Na posição padrão, virados para a frente, os passageiros da segunda fila têm acesso a mesas rebatíveis com um ecrã de 12,3 polegadas montado nos encostos dos bancos da primeira fila. Na configuração de quatro lugares, os dois bancos da segunda fila rebatem-se completamente para formar uma grande mesa à disposição dos passageiros da terceira fila. Nesta configuração, estes também podem ver os ecrãs nos encostos dos bancos da primeira fila.

A mesa pode ainda incluir uma consola de controlo remoto que desliza ao longo da coluna central da cabina. Esta consola inclui um purificador de ar, um pequeno frigorífico, comandos de videojogos e – contribuindo para o ambiente acolhedor tão importante nas “voitures à vivre” – um jogo convencional de “Connect 4”.

De design simples e elegante, os puxadores das portas são estofados em tecido acolchoado, conferindo ao interior uma sensação acolhedora, semelhante a um casulo, mas com uma acrescida noção de robustez. Com a linha de cintura baixa, os apoios de braços tornam-se desnecessários, permitindo que os passageiros apoiem os cotovelos diretamente “no parapeito da janela”.

A linha iluminada que percorre a parte inferior do habitáculo faz eco do design exterior ao nível da linha de cintura. A iluminação ambiente é ainda realçada por várias luzes mais suaves, bem como pelas luzes noturnas integradas nos altifalantes e pelas luzes de leitura montadas num trilho longitudinal no centro do teto de vidro.

"Inspirados mais no mobiliário do que nos automóveis, os bancos não sobrecarregam o espaço interior. Foram concebidos para rodar, facilitando o acesso ou criando uma área de estar acolhedora. Queríamos criar um ambiente no interior do automóvel que fosse, simultaneamente, futurista e acolhedor, com um toque de nostalgia." - Stéphane Maiore, Diretor de Design de Interiores, Renault

Um painel de instrumentos de alta tecnologia
A tecnologia marca a diferença sob a forma de um ecrã que se estende por toda a largura do habitáculo (dimensões: 1.130 x 110 mm). Denominado OpenR Panorama, este ecrã curvo, que vai “de pilar a pilar”, estará presente nos próximos modelos da gama executiva da Renault. Os modelos Rafale e Scenic da próxima geração serão os primeiros a incorporar esta funcionalidade.

Embora forneça toda a informação necessária – substituindo efetivamente o painel de instrumentos convencional –, o OpenR Panorama não foi concebido para ser tátil. Posicionado o mais próximo possível da estrada, melhora a ergonomia e a segurança de condução. Sem um painel de instrumentos à frente do passageiro da frente, este grande ecrã parece estar suspenso no habitáculo. Este design original liberta um espaço considerável na primeira fila, contribuindo para um interior ainda mais amplo.

Os controlos táteis para as funções do OpenR Panorama encontram-se em dois ecrãs flexíveis que giram em torno de uma base tubular na qual está posicionado o volante. Isto permite maximizar ou minimizar a quantidade de informação, conforme necessário. Esta disposição também maximiza o espaço à frente do passageiro da frente. A secção inferior da divisória, sob o painel de instrumentos, afasta-se dos elementos de design automóvel convencionais, adotando, em vez disso, uma unidade de arrumação curva que se estende por toda a largura do habitáculo, incorporando tanto a consola deslizante como os pedais, cujo mecanismo fica completamente oculto.

O volante compacto proporciona uma visão desobstruída do ecrã panorâmico. Dotado de tecnologia “steer-by-wire”, o volante não possui ligações mecânicas, pelo que os condutores podem controlar o ângulo de viragem conforme necessário.

"Graças à tecnologia “steer-by-wire”, conseguimos conceber um volante livre de todas as restrições físicas geralmente associadas à direção. A forma cilíndrica da barra transversal faz eco da utilizada no painel de instrumentos. Equipado com um cubo fixo, o volante dispõe também de comandos sensíveis ao toque que permitem ao condutor interagir com o ecrã multimédia OpenR Panorama." - Stéphane Maiore, Diretor de Design de Interiores, Renault

A cor está de volta
Famosa na década de 1970 pelos seus interiores pop vibrantes, a Renault está a trazer de volta este estilo característico, com uma carroçaria reluzente e interiores repletos de cor. “Cor” no singular, neste caso, com tons de vermelho, incluindo escarlate, roxo e até granada. O tapete com 3 cm de espessura chama imediatamente a atenção. O centro em tom de coral escurece gradualmente à medida que se espalha para o exterior, como se estivesse a difundir a cor intensa.

No habitáculo, os componentes e os comandos são principalmente em metal, com um acabamento de alta qualidade, fazendo lembrar mais joalharia do que tecnologia. Uma abordagem semelhante pode ser observada na utilização de marchetaria, particularmente nas mesas rebatíveis nas costas dos bancos. A marchetaria é feita de palha em vez de madeira, acrescentando um toque de artesanato requintado.

"Entre no habitáculo para mergulhar na cor! Com o painel de instrumentos e os painéis revestidos a tecido em tons de vermelho, e o tapete espesso de cor coral, com o seu efeito de gradiente, o habitáculo de cores vivas oferece um ambiente generosamente iluminado que estrutura o interior e lhe dá vida." - Eléonore Lebec, Designer de Cores e Materiais, Renault

Materiais próximos da natureza
Para além do notável compromisso da Renault de incluir 30% de materiais reciclados em toda a sua gama, o E-Space Concept pode ser visto como um exercício voltado para o futuro na utilização de materiais de base biológica. Renováveis e visualmente apelativos, estes materiais biológicos também cumprem elevados padrões de desempenho técnico.

Esta abordagem ganha um novo significado no E-Space Concept, que se afasta dos materiais de origem biológica mais frequentemente utilizados na indústria automóvel – couro e madeira – para explorar novas possibilidades.

Os acabamentos do habitáculo são feitos de palha tingida, aplicada diretamente sobre a estrutura de suporte. O pavimento está revestido com um tapete tufado de pelo comprido, 100% feito de lã. A pintura no interior do automóvel utiliza uma resina de origem biológica (18%). O volante é revestido, em parte, com tecido e, em parte, com um material utilizado na maioria dos modelos da Renault, contendo 26% de óleo de rícino e 25% de algodão biológico.

ProfJam esgota Coliseu dos Recreios e abre nova data



Em pouco mais de duas semanas, os bilhetes para dia 28 de Janeiro esgotaram. Dia 27 de Janeiro abre agora como segunda data de um concerto irrepetível para lá destas duas noites.

Não seria de estranhar, mas não deixa ainda assim de ser um feito assinalável — e simbólico do que ProfJam representa para os seus ouvintes. Numa questão de dias, os bilhetes para o seu concerto, anunciado para dia 28 de Janeiro no Coliseu dos Recreios, esgotaram. A ocasião, porém, merecia mais, desde logo para quem o acompanha pela estrada fora. Assim, uma noite irrepetível desdobra-se num déjà vu um dia antes, em que as portas de uma das mais emblemáticas salas do país se abrem uma segunda primeira vez, a 27 de Janeiro, para receber Mário Cotrim. Os bilhetes para esta segunda data em Lisboa já estão disponíveis.

De resto, a segunda data — e primeira noite — cumpre os termos da originária. Apesar da edição ainda recente do seu novo disco (LSD), o concerto não terá como fio condutor nem este nem nenhum outro álbum da sua discografia. Pelo contrário, do pouco que se pode antever, espera-nos um alinhamento que atravessará todas as eras da obra de ProfJam. Das primeiras canções que lhe deram nome às que ainda ninguém ouviu, passando pelas que ninguém deixa esquecer ou por outras que há demasiado tempo não são tocadas. E, como anunciado, Mário Cotrim não fará a travessia sozinho: juntar-se-lhe-ão companheiros de diferentes mundos e eras, reunidos para a ocasião.

São agora duas as noites em que as sete pedras se reúnem numa só luva: The Big Banger Theory, Mixtakes, #FFFFFF, SYSTEM, MDID, LONDON LP e LSD (Love Songs Die), cada uma lapidada no seu tempo, marcadas também por uma série de pares que marcarão presença a seu tempo. Tempo esse que, mais uma vez, ProfJam moldará ao fazer de duas noites uma só.

SYSTEM foi um dos projetos que marcou o caminho de ProfJam, um disco editado a meias com João Maia Ferreira em plena pandemia, que na passada sexta-feira foi editado em vinil e em menos de duas esgotou a primeira tiragem de 500 exemplares.

Miss Lava reeditam o primeiro álbum em Vinil



Os Miss Lava nascem no ano de 2005, em Lisboa. Quatro amigos com a mesma paixão e essência, que se resume a fazer rock honesto e genuíno numa dinâmica e sede de criar música focada no stoner rock como resultado descomprometido do exorcismo de quatro almas agitadas. 

A música que tocam é densa, quente e intensa capaz de provocar viagens por paisagens bucólicas que rasgam sonhos e inquietações. 

Com dois EP's e seis LP’s (cinco originais e um live) na bagagem, a banda teve os seus discos elogiados pela crítica especializada nacional e internacional e já levou os seus concertos exclusivos aos palcos no Reino Unido, Espanha, Alemanha e atuaram em festivais como Stoned From The Underground (Alemanha), Resurrection, Riff Ritual e Stonefest (Espanha), Desertfest London (UK), assim como o Sonic Blast Moledo, Festival Woodrock, Super Bock Super Rock, Rock In Rio Lisboa (Palco Vodafone Showcase), Reverence Valada, Vagos Open Air, Barroselas Metal Fest e a Concentração Motard de Faro. Passaram, também, pelo palco do histórico Whisky a Go-Go em Los Angeles e partilharam o palco com bandas como Queens Of The Stone Age, Graveyard, Ufomammut, Greenleaf, W.A.S.P., Kyuss Lives!, Fu Manchu, Valient Thorr, Entombed, Truckfighters, Slash e muitos mais. 

Os Miss Lava são o Johnny Lee na voz, o K. Raffah na guitarra, o Ricardo Ferreira no Baixo, o Pedro Gonçalves na bateria (desde 2021) e o Hugo Jacinto na Guitarra.

Como celebração dos 20 anos de banda, lançaram no ano de 2025  o seu mais recente disco Under A Black Sun, que carrega um peso emocional mais sombrio e pesado do que os seus trabalhos anteriores, o quinto álbum da banda foi lançado pela norte-americana Small Stone Recordings e pela germânica Kozmik Artifactz no dia 25 de abril. 



Lançam agora o primeiro álbum da banda Blues For The Dangerous Miles (2009) em vinil com uma nova capa e uma edição limitada de colecionador com o selo da Raging Planet.

O trabalho foi produzido por Samuel Rebelo e pela banda, tendo sido ainda misturado e masterizado nos Fascination Street Studios, em Örebro, pelo conceituado Jens Bogren, conhecido pelo seu trabalho com bandas como Opeth, Katatonia ou Paradise Lost. As gravações foram coordenadas pelo co-produtor Samuel Rebelo e por Ricardo Espinha (Fonzie, BlackSunrise, More than A Thousand, etc).

O Anzol é o novo romance de Asako Yuzuki



A Casa das Letras acaba de editar, O Anzol, o segundo romance da escritora japonesa Asako Yuzuki, autora do “bestseller” Manteiga. Regressa com a história de obsessão de uma executiva solitária por uma influenciadora que mais não é que análise da condição feminina contemporânea, da necessidade de pertença e das formas silenciosas e aparentemente banais como as nossas vidas podem sair do controlo.  Até onde estamos dispostos a ir para ser vistos – e o que acontece quando aqueles que nos veem não gostam daquilo que descobrem sermos? Ser e parecer, realidade e vida nas redes sociais, como se distinguem?

À primeira vista, a vida de Eriko é perfeita: tem um emprego de chefia numa empresa comercial japonesa, um apartamento impecável e pais dedicados. O seu mais recente projeto – reintroduzir no mercado japonês a controversa perca-do-nilo – é tão ambicioso quanto ela própria. Mas, por detrás desta fachada irrepreensível, esconde-se uma solidão profunda. Eriko nunca conseguiu manter uma amizade verdadeira, muito menos um relacionamento.

É então que surge Shoko, uma popular influenciadora de lifestyle, Hallie B, cuja vida Eriko acompanha obsessivamente. Shoko vive num caos cuidadosamente controlado: um apartamento desarrumado, refeições de take-away e um marido gentil e descontraído.

Quando Eriko encena um encontro «casual» com Shoko, nasce entre as duas uma improvável amizade. Durante um breve instante, Eriko acredita ter finalmente encontrado aquilo que sempre procurou. Porém, à medida que a fascínio se transforma em obsessão e a vida meticulosamente equilibrada de Shoko se começa a desfazer, ambas são empurradas para um ponto de rutura que nenhuma delas poderia prever.

Sobre a Autora

Asako Yuzuki, Tóquio, 1981. Ganhou o Prémio All Yomimono para novos escritores, com o conto «Forget Me, Not Blue» (que apareceu no seu romance de estreia, publicado em 2010), e o Prémio Yamamoto Shugoro, em 2015, tendo sido nomeada várias vezes para o Prémio Naoki. Os seus romances foram adaptados para a televisão, a rádio e o cinema. Manteiga foi o seu primeiro romance publicado tanto em inglês como em português. Segue-se agora O Anzol.