quinta-feira, 15 de outubro de 2026

D. Manuel Clemente apresenta Deus e a Ciência, de Carlos Fiolhais, no El Corte Inglés



Será a ciência capaz de dizer a última palavra sobre Deus? E fará sentido procurar Deus nas equações, no ADN, no Big Bang ou nas partículas elementares?

D. Manuel Clemente apresenta na próxima segunda-feira, 19 de outubro, às 18h30, na Sala de âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa, "Deus e a Ciência - Diálogos para a Salvação do Mundo", do físico Carlos Fiolhais, que analisa disputas religiosas na história da ciência e o papel da Igreja na história da ciência em Portugal, da revolução científica do padre António Vieira ao Papa Português, passando pela expulsão dos Jesuítas até ao  "milagre do sol". 

Será a ciência capaz de dizer a última palavra sobre Deus? E fará sentido procurar Deus nas equações, no ADN, no Big Bang ou nas partículas elementares? Ou estaremos perante domínios diferentes, com perguntas distintas e linguagens independentes? 

Carlos Fiolhais conduz, pois, o leitor através de uma das mais decisivas inquietações da condição humana: como articular o que a ciência revela sobre o mundo com a dimensão transcendente da nossa existência. Com a clareza de um grande divulgador e a autoridade de um dos mais respeitados físicos portugueses, convoca Darwin, Einstein, Hawking e muitos outros para iluminar um debate onde se cruzam cosmologia, biologia, filosofia e religião.

Combinando rigor histórico, precisão científica e grande capacidade de comunicação, oferece ao leitor um percurso exigente, mas acessível, em que cada capítulo abre novas perguntas e convida a rever certezas. Um livro para quem não se contenta com respostas fáceis e quer  pensar o que significa ser humano num Universo que a ciência procura explicar.

Fiolhais tem mantido, ao longo de décadas, diálogos públicos com crentes e não crentes, incluindo figuras centrais da Igreja Católica como os cardeais Tolentino  Mendonça e D. Manuel Clemente. Esses encontros, em que ciência, fé e cultura se cruzam, estão na origem de muitas das perguntas que animam Deus e a Ciência.

«Há quem pergunte com inteira legitimidade: o que existia antes do instante inicial do Big Bang? O que havia antes de haver partículas de energia e de matéria no espaço-tempo? Será que existia Deus, como defendia Santo Agostinho, fora do espaço e antes do tempo? Para muitas pessoas é necessário um Deus Criador. Acreditam num Deus que tudo possibilitou. Para outras bastam, a respeito do mundo material, as respostas que a ciência consegue dar. É lícito perguntar, mas não podemos saber. No início do mundo, estamos no fim da nossa física.» 

Sobre o Autor

Carlos Fiolhais (1956) é físico e um dos mais reconhecidos divulgadores de ciência em Portugal. Professor catedrático emérito da Universidade de Coimbra, doutorou-se em Física Teórica pela Universidade Goethe, em Frankfurt. Em 2005, recebeu o Globo de Ouro de Mérito e Excelência em Ciência da SIC e foi distinguido pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D. Henrique, grau de Grande-Oficial. Autor de dezenas de livros de divulgação científica, publica pela primeira vez na Dom Quixote com Deus e a Ciência. Serão Deus e ciência inconciliáveis? O físico português Carlos Fiolhais dá a sua opinião sobre esta questão controversa que está em debate há vários séculos.

Campanha de sensibilização para a segurança digital na infância já disponível em todas as plataformas digitais



“Digo Não” é o novo projeto de sensibilização dirigido a crianças dos 5 aos 10 anos que transforma a prevenção no mundo digital numa mensagem que se ouve, canta, dança e memoriza. O single e videoclipe contam com a participação do Coro Infantil e Juvenil de Pevidém e da BW Crew.

Num mundo em que os ecrãs e os dispositivos digitais fazem cada vez mais parte do quotidiano das crianças, é são uma das maiores preocupações de pais e educadores, surge “Digo Não”, uma campanha portuguesa de sensibilização e prevenção digital dirigida especificamente aos mais novos, entre os 5 e os 10 anos. Criado por Daniella Starfield, autora e intérprete da música, o projeto encontra na arte uma forma próxima e acessível de falar com as crianças sobre os desafios do mundo digital, dando-lhes ferramentas para se protegerem sem lhes incutir medo.



“Digo Não” parte de uma ideia simples: a melhor proteção digital não passa pelo medo, mas pela capacidade de a criança reconhecer situações, dizer não, pedir ajuda e confiar em quem a protege. A campanha assenta em quatro mensagens fundamentais: “Eu sei dizer não. Eu peço ajuda. Eu penso antes de partilhar. Eu confio em quem me protege”, que dão forma à própria letra da música e transformam princípios de prevenção em frases simples, fáceis de compreender e memorizar.

A música torna-se, assim, o veículo central da campanha. Mais do que acompanhar uma mensagem de sensibilização, a própria canção ensina comportamentos de proteção digital, permitindo que estes sejam assimilados através de uma experiência que faz parte do universo das crianças: ouvir, cantar, dançar e repetir.

“A arte está na minha essência e está presente em tudo o que faço. Quando pensei nesta campanha, não queria falar com as crianças através do medo, mas através da voz delas. Queria criar uma mensagem que lhes desse ferramentas para dizer não, pedir ajuda, pensar antes de partilhar e confiar em quem as protege. A música surgiu naturalmente e tornou-se a forma de transformar estes princípios numa experiência que uma criança pode ouvir, cantar, dançar e guardar na memória. Foi assim que nasceu o “Digo Não””, explica Daniella Starfield.

O projeto ganha uma dimensão visual através de um videoclipe que junta a artista a crianças do Coro Infantil e Juvenil de Pevidém e aos bailarinos da BW Crew, numa criação que cruza música, movimento e sensibilização. Com direção de Andreia Barbosa, direção criativa da Agência Saywe e produção da Feat.Films, o vídeo assume uma linguagem infantil, mantendo uma forte dimensão artística e humana, dando vida à mensagem através de pessoas reais.



“Digo Não” terá também uma versão em português do Brasil, interpretada pela cantora brasileira Aline Araújo. A colaboração permite estender o projeto ao público brasileiro, alargando o alcance da mensagem.

Para além do single, o projeto estende-se às escolas e comunidades educativas através de um workshop: “Protejo-me”. Acompanhado por um kit pedagógico, levará a mensagem e permitirá a professores e educadores trabalhar os conteúdos de forma autónoma e prolongar a sensibilização para além da música.

Dirigido a uma faixa etária particularmente importante no desenvolvimento da literacia digital, “Digo Não” procura responder a uma necessidade concreta: preparar as crianças para um mundo cada vez mais digital, não através da imposição do medo, mas dando-lhes voz, confiança e ferramentas para agir.
Porque saber dizer “não”, pedir ajuda, pensar antes de partilhar e saber em quem confiar também se aprende.

Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura a 40ª edição do Salão de Outono



A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo dia 24 de outubro, às 17 horas, o 40º Salão de Outono. Participam nesta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é gratuita.

A 40ª edição do Salão de Outono reúne obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 27 artistas plásticos que habitualmente expõem na Galeria de Arte do Casino Estoril. 



Participam os seguintes 20 pintores e 7 escultores
Pintura – Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, David Levy Lima, Diogo Navarro, Fernando Gaspar, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, Inês Galvão, João Feijó, Joaquim Canotilho, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Patel Rebelo, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.



Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.

Para o caminhante, tudo é caminho.Para os cães, também



«Não será uma lição sobre Deus, não sou teóloga. Não será uma lição sobre o saber, não sou filosófica. Nem sequer sou uma treinadora de cães […] mas pareceu-me ter vislumbrado a Vida na vida graças à presença de um cão e pareceu-me justo partilhá-lo convosco.» Na História de Um Cão Que Fala de Deus, a psicoterapeuta italiana Marta Monfrinotti convida-nos a entrar no seu Alfa Romeu 147 em segunda mão e desfrutar de uma viagem transformadora onde vai conhecer Ruth, uma cadelinha preta e castanha que a aproxima ainda mais da fé.

No início, a ideia seria ir a Zagarolo «só ver» três crias que estavam para adoção, mas rapidamente transformou-se numa peregrinação que lhe mudou a vida e Marta terá de se esforçar para ganhar a confiança do animal. Afinal escolheu a mais tímida das irmãs. Certamente não foi por acaso. Seguem-se quilómetros de bosques e betão, que vão fortalecendo a relação de ambas. Passeios em que Ruth mostrará a Marta o caminho para pequenos e ocultos sinais de Vida.

Das lições que aprende com a sua companheira de jornada, Marta retira dez lições sobre a existência, o amor, a amizade e a relação com Deus que dão título a cada um dos dez capítulos do livro que agora se apresenta. «Não são lições que eu tenha vivido e assimilado de uma vez por todas. Pelo contrário, devem ser cultivadas todos os dias, a cada momento e, sinceramente, nem sempre consigo. Felizmente tenho uma cadela que me recorda onde estou e quem sou.»

Ruth não lhe fala dos segredos do Jardim do Éden, mas de ternura, benevolência, paciência e lealdade. Há algo que toque mais a santidade do que esta nobreza de espírito? Bem dizia Camilo Castelo Branco que se o Céu estivesse a concurso, o Homem teria forte concorrência no cão.

Um livro comovente que nos diz que a felicidade autêntica está nas pequenas coisas, História de Um Cão Que Fala de Deus, já se encontra na rede livreira nacional, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Igor Lobão.

Sobre a Autora

Marta Monfrinotti nasceu em Roma. Um encontro casual aos 17 anos fê-la aproximar-se da fé. Antes de se formar em Psicologia pela Universidade La Sapienza, fez trabalho de missão no Cazaquistão. Trabalha como psicoterapeuta, como consultora vocacional numa escola profissional e na associação que cofundou, Venite Benedetti, um espaço de encontro e partilha que convida à descoberta da vocação.

Estreias de cinema de 15 de Outubro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



O Pecado Mora em Cima

Pedro e Inês são um casal de portugueses que vive o amor e o sexo de forma descomplexada. No apartamento por baixo do deles, vivem os brasileiros Iara e Lusa, um casal mais velho que, bastante a contragosto, começa a ouvir sons que lhes despertam a curiosidade, mas também suscitam muitas inseguranças em relação à sua própria vida conjugal.

Quando, um dia, os quatro se juntam para um jantar, o que começa como um encontro descontraído rapidamente se transforma em algo bastante desconfortável. Observar de perto a química entre Pedro e Inês acaba por realçar as fragilidades do relacionamento de Iara e Lusa. Com o avançar da noite, a conversa envereda por temas cada vez mais íntimos, até culminar numa proposta inesperada: troca de casais e sexo em grupo. 

Entre a comédia de costumes e de desconforto, “O Pecado Mora em Cima” é a adaptação luso-brasileira de “Sentimental”, em que o espanhol Cesc Gay levou ao grande ecrã a sua própria peça de teatro e que foi também adaptado por Olivia Wilde no bem-sucedido “O Convite” (2026).

Realizado por Rui Pedro Sousa (“Revolução (Sem) Sangue”) segundo um argumento de Edson Athayde, o filme reúne Pedro Carvalho, Inês Aires Pereira, Marisa Orth e Miguel Falabella. 



The Money Maker - O Falsificador

Depois de se refugiar em França durante a Segunda Grande Guerra, Jan Bojarski, um jovem engenheiro polaco, usa as suas habilidades para fabricar documentos falsos para a Resistência francesa e salvar inúmeras pessoas. Terminada a guerra, a falta de registo civil força-o a uma vida remediada, sobrevivendo à custa de pequenos trabalhos. Até ser abordado por um conhecido que, sabendo do seu talento e da precisão dos documentos que falsificou, lhe propõe um novo negócio: fabricar notas falsas.
Bojarski aceita e inicia uma vida dupla, escondendo da mulher e dos filhos as suas actividades ilícitas. Enquanto aperfeiçoa cada vez mais as falsificações, é perseguido por André Mattei, um comissário da polícia cuja maior obsessão é encontrar o “Cézanne do dinheiro falso”. Durante anos, os dois ficam ligados por uma espécie de jogo do gato e do rato, em que o engenho de um é posto à prova pela persistência do outro.

Inspirado numa história verídica, este drama policial foi realizado por Jean-Paul Salomé (“Arsène Lupin - O Ladrão Sedutor”, “Agente Haxe”, “A Sindicalista”), com um argumento seu e de Bastien Daret. No elenco estão Reda Kateb, Sara Giraudeau, Bastien Bouillon e Pierre Lottin.



Histórias Paralelas

Em busca de inspiração para o seu novo romance, Sylvie passa os dias atenta aos vizinhos que vivem no prédio em frente ao seu, no centro de Paris. A partir do que vê através da janela, começa a imaginar as suas vidas, os seus segredos e as relações que mantêm entre si. Um dia, Sylvie contrata Adam para a ajudar nas tarefas do dia-a-dia. Não tarda até que este se aperceba de que ela observa os vizinhos e inventa histórias a partir do que vê. Intrigado com o que Sylvie escreveu, decide abordar Nita, uma das vizinhas, e mostrar-lhe o rascunho, fazendo-a crer que é ele o autor. A partir desse momento, a ficção começa a interferir na realidade: o que ela imaginou leva Adam a agir, acabando por alterar a vida dos vizinhos e, por consequência, a forma como a escritora os observa e continua a construção da história.

Um drama que cruza realidade e ficção, realizado pelo iraniano Asghar Farhadi (“Uma Separação”, “O Cliente”, “Um Herói”), com argumento escrito em colaboração com o irmão, Saeed Farhadi, e inspirado no filme “A Short Film About Love” (1988), de Krzysztof Kieślowski. Em competição no Festival de Cannes de 2026, conta com um elenco de peso, encabeçado por Isabelle Huppert, Virginie Efira, Vincent Cassel, Pierre Niney e Adam Bessa, e inclui ainda a participação de Catherine Deneuve.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Quem somos e de onde vimos?



Embora os seres humanos apresentem uma enorme similaridade com outras espécies animais do planeta, destacam-se por uma extraordinária singularidade naquilo que são e naquilo que fazem. No livro Estranhamente Humanos, Paulo Gama Mota, professor de evolução, biologia do comportamento e antropologia evolutiva, reflete sobre este «primata sofisticado e complexo […] capaz de se interrogar e interrogar o mundo».

Porque somos tão faladores? O que é a beleza? Porque envelhecemos? Como nos lembramos das coisas? Porque gostamos de sexo? Somos mesmo muito cooperativos? E isso decorre da ética? Embora à primeira vista não pareça, estas questões podem ser analisadas e explicadas à luz dos conhecimentos da biologia moderna e da evolução. É isso que o autor faz nos nove capítulos desta obra.

O resultado? Um texto que cruza biologia, história e cultura e que nos intriga a cada resposta. Por exemplo, sabia que somos inteligentes e «faladores» porque somos bípedes? Explica o autor que «a libertação dos membros anteriores possibilitou a evolução de uma mão com notável destreza, capaz de movimentos muito precisos e de talvez tudo o que lhe seguiu. Há várias teorias que ligam precisamente a evolução dessa mão à do cérebero e mesmo da linguagem.»

Um livro essencial para compreender o que é isto de se ser humano, Estranhamente Humanos – Histórias de Evolução, Biologia e Cultura, estará disponível na rede livreira nacional no dia 15 de outubro. 

Sobre o Autor

Paulo Gama Mota, biólogo, professor da Universidade de Coimbra, onde leciona matérias de evolução, biologia do comportamento e antropologia evolutiva, investigador do CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, presidente da Sociedade Portuguesa de Etologia entre 2013 e 2023, publicou muitas dezenas de artigos científicos e vários livros de investigação e orientou dezenas de teses de Doutoramento e de Mestrado. Manteve sempre um grande interesse pela divulgação científica, tendo presidido ao Museu Antropológico da Universidade de Coimbra, ao Museu Nacional da Ciência e da Técnica e ao muito premiado Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, de cujo projeto foi responsável e diretor, da sua abertura, em 2006, até 2015. 

A última etapa do CNP Portugal 2026 decorre no Casino Estoril



O Casino Estoril recebe, de 27 de outubro a 1 de novembro, a última etapa do Circuito Nacional de Poker Portugal 2026. Centenas de jogadores participarão no extenso programa do CNP que se prolonga durante seis dias e inclui 13 eventos: 11 torneios e 2 satélites.

As cartas começam a ser distribuídas no dia 27, com o torneio Bem-vindo. No dia 28, entra em jogo o High Roller de 1.100 €. A partir de quinta-feira, dia 29, é a vez do Main Event CNP Estoril de 550 €, São 2 dias de entrada nos dias 29 e 30, podendo ainda entrar no início do dia 2 que será dia 31 de outubro. Contamos com uma mesa final que promete emoção até à última mão. 

Com um diversificado programa, há, ainda, lugar para o Mystery Bounty, Mini CNP, O Caçador, Super Turbos e o Torneio de Encerramento. 

E, para quem não puder estar nas mesas, o dia 2 e o dia 3 do Main Event terão transmissão em directo.



Casino Estoril, de 27 de outubro a 1 de novembro  com o Live streaming do Main Event a 31 de outubro e 1 de novembro.

Rasputin além do mito




«O meu fascínio por Rasputin vem de longe […] Como é que um camponês da Sibéria, mal alfabetizado, pode ter tido um efeito tão devastador no curso da História?» No seu novo livro, Rasputin e a Queda dos Romanov, que agora chega a Portugal, o historiador britânico Antony Beevor aproxima os leitores da escandalosa vida de Rasputin, para lá das lendas, mitos e boatos.

Tudo começou com um pesadelo premonitório. «Quando a Imperatriz Viúva estava grávida do seu primogénito, o futuro Czar Nicolau II, diz-se que ficou traumatizada com uma previsão […]. Aterrorizou-a a possibilidade de o seu filho ser morto por um camponês russo.» Trinta e oito anos depois, Maria Feodorovna veria o seu filho e a sua nora fascinados por um camponês místico chamado Grigory Rasputin, e ficou horrorizada, liderando uma oposição à sua influência.

Apesar dos esforços da Imperatriz Viúva, a crença naquele homem levou a que os Czares lhe atribuíssem cada vez mais poder, ainda que não oficial. Tudo alimentado por um oportunismo desenfreado. Mas e o resto da história, envolta em teorias da conspiração que ditaram o fim dos Romanov? Até que ponto é real? E os relatos de corrupção política e financeira? E a devassidão com a Imperatriz e com as suas filhas? E a vitimização de mulheres pobres e vulneráveis? Antony Beevor tenta esclarecer tudo isso através da análise de relatórios, entrevistas e interrogatórios até agora inéditos.

Uma história fascinante de perversidade humana, «antecipa os nossos próprios tempos desafiados pela verdade, quando o mito e as notícias falsas podem ser mais poderosos do que a realidade». Di-lo o escritor e jornalista do The Guardian, Luke Harding, e sublinha-o a jornalista, Prémio Pulitzer, Anne Applebaum, que considera este livro «um conto de declínio autocrático com muitas analogias contemporâneas, para leitores que estejam dispostos a vê-las».

Parte thriller político, parte mistério gótico, Rasputin e a Queda dos Romanov estará disponível na rede livreira nacional a partir do dia 15 de outubro com a chancela da Bertrand Editora e tradução de António Costa Santos. 

Sobre o Autor

O livro anterior de Antony Beevor foi Rússia – Revolução e Guerra Civil (1917-1921). No conjunto da sua obra incluem-se A Segunda Guerra Mundial, Estalinegrado, Dia D – A Batalha da Normandia, A Queda de Berlim – 1945, A Guerra Civil de Espanha, entre muitos outros títulos. Os seus trabalhos, que receberam inúmeros prémios, têm sido publicados em trinta e sete línguas e já venderam mais de nove milhões de exemplares. Membro da Royal Society of Literature e da Royal Historical Society, recebeu doutoramentos honoris causa e bolsas de estudo de cinco universidades. Foi distinguido com o título de Cavaleiro em 2017. 

Casino Estoril oferece novos espectáculos no Lounge D



O Casino Estoril oferece uma nova série de espectáculos gratuitos no Lounge D até ao final de outubro. Às Terças-feiras, às 22h00, estará em destaque o ciclo fado tropical, enquanto de Quarta-feira a Domingo, também às 22h00, será a vez de subirem ao palco jovens intérpretes acompanhados pela banda residente do Casino Estoril. O programa prolonga-se, ainda, com o ciclo DJ Sessions, de Quinta-feira a Sábado, das 00h30 às 02h30, e aos Domingos, das 19h00 às 21h00. A entrada é gratuita.

Fado Tropical - Às terças-feiras
Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin: Dias 20 e 27
Fado Tropical continua em destaque na animação musical no Lounge D. Nani Medeiros e João Pita e Fernando Dalcin apresentam uma nova abordagem musical, designada de fado tropical. Os experientes músicos propõem uma viagem sonora pelo mundo da lusofonia. O espectáculo visita o samba-canção, o fado, o choro e até as mornas, criando um encontro vibrante entre saudade, ritmo e tradição, num ambiente elegante e intimista.

Artista convidado com a banda residente do Casino Estoril - De quarta a domingo
Joana Alfaiate (pop rock dos anos 90 à actualidade): Dias 16, 24, 25 e 30
Joana Alfaiate integrou diversos projectos musicais, tendo participado em dois programas de talentos musicais da RTP, “Não Te Esqueças da Letra” e “The Voice Portugal”. Lidera os “The Black Glitters”, um projecto acústico e intimista, com o qual apresenta temas intemporais do rock e do pop nos mais diversos palcos de norte a sul do país, actuando também no mercado corporate. “Freed From Desire” de Gala, “Can’t Get You Out of my Head” de Kylie Minogue ou “You Gotta Be” de Des’ree estarão em evidência.

Vanessa Ferreira (clássicos dos anos 60 e 70): Dia 22
Vanessa Ferreira propõe dois espectáculos repletos de grandes clássicos dos anos 60 e 70, numa versão smooth. Apaixonada pelo mundo da música, Vanessa Ferreira iniciou o seu percurso aos oito anos com uma base clássica, ao frequentar aulas de canto e piano. Esse foi o ponto de partida para uma carreira que se desenvolveu no universo do pop e do rock, onde actua de forma profissional. 

Carla Ribeiro (as vozes das divas): Dias 17 e 31
Das bandas à presença constante em televisão, quer como cantora residente quer como concorrente, tudo surgiu de uma forma natural. Finalista do Chuva das Estrelas (edição 96 como Tina Turner), Canções da Nossa Vida, são apenas alguns dos programas no início do seu percurso musical. Em 2012 foi semi-finalista da Voz de Portugal, pela equipa dos Anjos. Em 2014 participou no Festival RTP da Canção, como solista com o tema "Mais para dar”, tendo sido eleita melhor interprete pela ESC Portugal.

Nuno Gonçalo de Matos (Clássicos Intemporais): Dia 23
Nuno Gonçalo de Matos iniciou a sua carreira no projecto "Spell Choir" com o qual venceu o programa “Acapella” da RTP1, levando-o mais tarde a representar Portugal na Rússia. Posteriormente, criou o trio acústico Jazzway e os Soundbox, dos quais é vocalista. Nuno Gonçalo de Matos esteve 6 meses na Grécia como parte integrante do elenco do espectáculo de teatro musical "Jersey Tones", tendo regressado, recentemente, aos palcos nacionais. 

Rita Rice (do pop ao soul): Dias 15 e 28
Rita Rice, sobe ao palco Lounge D Casino Estoril, com o seu repertório repleto de temas clássicos e intemporais. É uma artista conhecida pela combinação da sua voz rouca e doce, a cantar melodias que viajam desde o universo indie, pop e rock ao soul e ao jazz. É no gospel que inicia o seu percurso musical, em 2008. Encontra-se como coralista e solista nos coros: Gospel Collective e TuneUp Voices. Como vocalista, conta com mais de uma década de apresentações de música ao vivo, em diversas formações: duo, trio, quarteto, etc. Como backvocal, participa no Festival da Canção de 2014, na gravação de álbuns de Zukatuga, Francisco Vicente e Tiago Nacarato. Em 2021, integra a banda de Bárbara Tinoco. 

Miguel Cruz (Pop / Rock Nacional): Dias 18 e 29
Miguel Cruz iniciou o seu percurso, em simultâneo, na música e no teatro, participando em projectos de música etnográfica e tradicional portuguesa com dois álbuns gravados e produzidos por José Barros. Paralelamente, participou em vários projectos de covers, dos quais se destaca os Popkorn, Radiofive e Bad Name, tendo passado pela maior parte dos bares do distrito de Lisboa. É fundador e cantor do projecto de originais Namorados da Cidade, com o qual já gravou dois CD editados pela Farol Música, assinando a autoria de algumas das letras. 

GUTTA (dos anos 80 à actualidade): Dia 21
Filha de músicos e produtores, GUTTA, teve contacto com o mundo do espectáculo desde muito cedo, acompanhando os pais nos seus espetáculos e produções. Fez parte da banda State of Mind, com a qual actuou por diversas vezes no Casino Estoril. Actualmente lidera a banda “The Mystifyers”, com a qual actua em casinos, hotéis e eventos corporate. GUTTA apresenta um repertório bastante actual e que conta com inúmeros êxitos nacionais e internacionais, dos últimos 25 anos, como “Maniac” de Michael Sembello, “Smooth Operator” de Sade ou “Don’t You Forget about Me” de Simple Minds.



DJ Sessions - De quinta a domingo
A animação musical oferece, ainda, o ciclo DJ Sessions. Estarão em evidência sets dos DJ’s Fonz, Rui Remix e Chenandoad. De quinta-feira a sábado, das 00h30 às 02h30, e aos domingos, das 19h00 às 21h00. O cartaz é o seguinte:

DJ Fonz actua às quintas-feiras e aos sábados, das 00:30 às 02:30
Fonz é um DJ português movido pela paixão pela música desde os 14 anos, conhecido pelos seus sets envolventes que fundem Deep, Afro Funky, Melodic e Organic House.

DJ Rui Remix será residente às sextas-feiras, das 00:30 às 02:30
DJ Rui Remix é uma figura incontornável da noite portuguesa com uma carreira de 45 anos ao serviço do djing, animação e, também, da divulgação musical. Rui Remix, que muitos carinhosamente tratam por mestre, é um DJ com uma cultura e conhecimento musical muito vasto, e continua a ser uma referência para muitos jovens e até alguns dos novos valores do panorama nacional.

DJ Chenandoah actua aos domingos, das 19:00 às 21:00
DJ e Produtor musical, Chenandoah distingue-se pelo seu estilo musical abrangente, mas predominante em Soulful House, Disco House e Latin House.  

Acordar sem nada que aperte o coração



«Quando se está cansado da vida, até o comum se torna um sonho.» Para Tae Soo partir numa desenfreada conquista da felicidade é o oposto do que precisamos para sermos felizes. No livro Uma Felicidade Mais Tranquila, o autor bestseller sul-coreano afirma que uma boa vida é aquela que «mesmo sem grandes momentos, conseguimos viver sem cortes e mantendo o sorriso». Sustenta ainda que o objetivo passa essencialmente por «não ficar infeliz». Citando uma famosa atriz sul-coreana, Hong Jin-kyung, Tae Soo diz-nos que ter uma boa vida é «dormir e acordar sem nada que aperte o coração».

Neste guia – que oferece 58 soluções para viver de um modo inabalável num mundo tumultuoso – respira-se o «menos é mais» e aprende-se a cultivar o bem-estar. Como? Adotando bons hábitos de sono, treinando a empatia e a gentileza e vivendo como um tolo feliz (em vez de um esperto infeliz).

São práticos, simples e divertidos os conselhos que Tae Soo nos oferece nesta leitura transformadora que nos incita a privilegiar a tranquilidade de espírito, o único caminho para alcançar a tão necessária felicidade sustentável.

Sobre o Autor

Tae Soo é autor de vários bestsellers com mais de 500 000 exemplares vendidos na Coreia do Sul. Formado em Língua e Cultura Japonesa e em Media e Comunicação, trabalhou em marketing de conteúdo numa start-up antes de se dedicar à sua presente paixão, o marketing de livros e conteúdo literário.