sexta-feira, 9 de outubro de 2026

MOP e Artcrush transformam cidades portuguesas em galerias de arte



A MOP estabeleceu uma nova parceria com a Artcrush, uma galeria internacional dedicada à arte digital e à presença no espaço urbano, que vai levar uma curadoria mensal de obras à rede de suportes digitais da MOP, de Norte a Sul do país. A iniciativa pretende  transformar os suportes digitais em espaços de exposição e aproximar a arte do quotidiano das pessoas, com novas temáticas todos os meses.

“Esta parceria com a Artcrush reforça uma dimensão da MOP muito relevante: a ligação à cultura e à criatividade. Ao levarmos a arte para a nossa rede digital, criamos novos pontos de contacto entre artistas e público, dando às suas obras espaço fora dos circuitos tradicionais e integrando-as no quotidiano das cidades”, afirma Vasco Perestrelo, CEO da MOP. “Para nós, o outdoor é muito mais do que publicidade: faz parte da paisagem e da experiência urbana. E este projeto é um excelente exemplo dessa visão, ao cruzar OOH, arte e cultura e transformar a nossa rede numa galeria a céu aberto, dando visibilidade aos artistas e aproximando a cultura das pessoas.”

A parceria integra-se na estratégia da MOP de continuar a reforçar a sua proximidade à cultura, à criatividade e à inovação, desempenhando um papel cada vez mais ativo no espaço público e transformando paisagens urbanas em plataformas de criatividade e comunicação, capaz de tornar cada jornada mais inspiradora. Desta forma, a rede da MOP deixa de ser apenas espaço de comunicação, passando a atuar também numa nova dimensão de palco de descoberta e experiência cultural.

A colaboração arrancou no passado dia 1 de outubro com a primeira seleção dedicada a 12 artistas nacionais ou que vivem em Portugal, colocando, assim, a criatividade portuguesa no centro da rede digital da MOP. O primeiro mês reúne obras de Nelson Zina, Ender Diril, Nicole Vichier , Ambi, Albert Tannat, Ricardo Alves, Tania Rivilis, João Gomes Gago, Camila Nogueira, Ritchelly Oliveira, ParadigmStories e Irina Vidineeva.

Estoril Folk Fest no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Casino Estoril recebe, no dia 28 de novembro, o Estoril Folk Fest 2026. Com um extenso programa que se inicia, logo pelas 18h00, no foyer panorâmico e se estende, a partir das 21h30, ao Salão Preto e Prata, o Festival Folk da linha está de volta com uma edição dedicada às Polifonias. 

Referência da música portuguesa, Vitorino, é o cabeça de cartaz do programa com o concerto de celebração dos seus 50 anos de carreira “Moda Impura”, acompanhado pelos Cantadores do Redondo.

Protagonistas, também, da 4ª edição do Estoril Folk Fest são as Moçoilas que convidam Ana Laíns, acompanhadas por Paulo Loureiro e José Salgueiro, numa viagem ao sul.

Noutra proposta, a não perder, Vozes da Terra trazem Arouca inteira nas suas vozes e nas Cantas que definem o canto polifónico feminino na região.

Será, ainda, entregue o 2º prémio “Armando Carvalheda”. Vitorino é o laureado desta edição, ou não fora ele o grande embaixador da terra do vagar.

Mas, o Estoril Folk Fest abre as portas, logo pelas 18h00, com um colóquio sobre a região de Arouca - “Arouca a Botar Cantas” no foyer panorâmico do Salão Preto e Prata. Estarão em destaque o Convento de Arouca, a história da mítica figura da Rainha Santa Mafalda, e as Cantas tradicionais arouquenses. 



Programa no foyer panorâmico
18h00 - Colóquio de Abertura “Arouca a Botar Cantas”
18h50 - Concerto Vozes da Terra 

Programa no Salão Preto e Prata
21h30 - Abertura Festival com Vozes da Terra
21h45 - Actuação de Moçoilas com Ana Lains 
22h45 - Entrega do Prémio Armando Carvalheda 
22h55 - Concerto Vitorino

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

«Henrique, o Terrível» está de volta para espalhar o caos



Henrique, o Terrível e Henrique, o Terrível e o clube secreto são os dois primeiros volumes da coleção que já deu origem a uma série de animação. Com histórias cheias de humor, rivalidades e situações inesperadas, os livros acompanham as travessuras de um rapaz determinado a fazer tudo à sua maneira.

Cada livro apresenta quatro histórias curtas e divertidas, pensadas para proporcionar uma leitura acessível e envolvente, especialmente a quem está a dar os primeiros passos na leitura autónoma. O humor, as situações inesperadas e as ilustrações de Tony Ross contribuem para uma experiência de leitura dinâmica, em que cada capítulo reserva um caos hilariante.

Esta coleção é um convite irresistível à leitura onde a autora explora também a rivalidade entre irmãos e as expectativas que as famílias podem criar em relação aos seus filhos, colocando em contraste Henrique e o seu irmão Pedro Perfeito.

Henrique, o Terrível e Henrique, o Terrível e o clube secreto são leituras recomendadas para crianças dos 6 aos 10 anos, especialmente para quem procura histórias de humor, personagens irreverentes e aventuras repletas de confusão.

Spanish Flamenco Ballet no Casino Estoril



A prestigiada companhia Spanish Flamenco Ballet apresenta, no dia 31 de outubro, pelas 22 horas, o espectáculo Flamenco Fusión no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Integrado na XIII Festival Flamenco Estoril, este espectáculo convida o público a celebrar a riqueza da dança espanhola com uma abordagem contemporânea e arrojada. 

Flamenco Fusión é um espectáculo que reinventa a tradição da dança espanhola e do flamenco através de uma linguagem artística inovadora, onde a força do movimento se funde com a energia do jazz e a expressividade da música ao vivo. 

Com um elenco de 9 bailarinos e 5 músicos em palco, a produção deste espectáculo transporta o público numa viagem intensa e emocionante, onde a paixão, o ritmo e a elegância se unem numa experiência visual e sonora inesquecível.

Flamenco Fusión promete uma noite de emoção, virtuosismo e beleza, afirmando-se como uma das mais marcantes produções de flamenco da atualidade. Música de Ara Malikian, José Luis Montón, Roberto Pacheco e Fernando Egozcue.

“O Pecado Mora em Cima”, uma comédia luso-brasileira sobre amor e as suas fragilidades



A nova comédia “O Pecado Mora em Cima”, com estreia marcada para dia 15 de outubro no cinema, é o primeiro filme de Miguel Falabella e Marisa Orth em Portugal, contracenando com Inês Aires Pereira e Pedro Carvalho, dois grandes nomes do teatro e cinema português. O filme, produzido por Sónia Resende e realizado por Rui Pedro Sousa, promete ser palco de gargalhadas e muitas revelações, abordando temas como as relações extraconjugais, estereótipos, desejo e compromisso. 

“O Pecado mora em cima” retrata a história de dois casais- um português e um brasileiro – que veem as suas vidas entrelaçadas por paredes finas, mal-entendidos culturais e tensões íntimas. Iara e Lusa, brasileiros, enfrentam o silêncio e o desgaste de um casamento marcado pela rotina e pela distância emocional e do seu país. No andar de cima, Pedro e Inês, portugueses e mais jovens, vivem uma relação intensa, marcada por impulsividade e uma intimidade ainda vibrante.  O filme é um remake de "Sentimental" de Cesc Gay, tendo sido readaptado para a cultura portuguesa e brasileira pelo conhecido e premiado comunicador Edson Athayde.  

Para Sónia Resende, fundadora da STATION e produtora do filme, a ideia surge da vontade de fazer uma comédia capaz de unir Portugal e Brasil através do humor e de um tema universal como as relações humanas. “O reencontro entre o Miguel Falabella e a Marisa Orth, aliado à energia de Inês Aires Pereira e Pedro Carvalho, tornou-se o ponto de partida para criar uma obra de drama-comédia sofisticada e profundamente humana.” explica a produtora.  “Não quis apenas transpor a história para Portugal: quis recriá-la a partir daquilo que Portugal e Brasil têm em comum, mas também daquilo que os distingue.", acrescenta Sónia.  

A antestreia decorre já no dia 12 de outubro no Teatro Tivoli e vai contar com a presença de todo o elenco, assim como de várias personalidades que marcam o setor artístico e político em Portugal e também no Brasil.  



Mais do que uma antestreia, uma homenagem à vida e carreira de Miguel Falabella
Além da apresentação oficial do filme, a antestreia pretende homenagear Miguel Falabella que celebra a 10 de outubro o seu aniversário. Com mais de quatro décadas dedicadas ao teatro, cinema e televisão, o ator tornou-se particularmente conhecido por sucessos como Sai de Baixo, A Partilha e Toma Lá, Dá Cá, exercendo um papel fundamental na aproximação de diferentes linguagens e públicos das artes cénicas no Brasil. Já os portugueses também não conseguiram ficar indiferentes à versatilidade e carismado ator, que regressa a Portugal com frequência para peças de teatro como "A Mentira”, “Fica comigo esta noite” e “Como tudo menos se espera”.  

A antestreia será, por isso, uma noite de celebração e muitas surpresas, que reunirá família, amigos e nomes ligados ao percurso de Miguel Falabella, num momento que assinala não só a chegada de “O Pecado Mora em Cima” aos cinemas, mas também mais de 40 anos de uma carreira que atravessou gerações e fronteiras. 

Entre o humor e o desejo, entre Portugal e Brasil, “O Pecado Mora em Cima” leva ao grande ecrã uma história sobre aquilo que todos reconhecemos, mas nem sempre temos coragem de dizer: o amor, a rotina, a tentação e os segredos que podem existir mesmo do outro lado da parede. 

“Era Uma Vez o Fado” no Auditório do Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe “Era Uma Vez o Fado” nos próximos dias 5, 6 e 7 de novembro, às 21h30. Valter Mira, Marta Alves e Henrique Feist recuperam a história do fado num curto ciclo de três espectáculos.

“Era Uma Vez o Fado” convida o público a percorrer a história do fado, desde o seu nascimento nos bairros históricos lisboetas no século XIX. Expressão máxima da alma e identidade nacional, o fado é reconhecido pela UNESCO, desde 2011, como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Será, na realidade, um curto ciclo de três espectáculos recheados de fados nas suas diversas expressões musicais, em busca das origens e da essência deste género tão português.

Em “Era Uma Vez o Fado” Valter Mira, Marta Alves e Henrique Feist partilham o palco com Manel Ferreira, na guitarra portuguesa, e Miguel Silva na viola de fado. 

O que é uma mulher?



Numa tentativa de escrever sobre si própria, a inconformista Simone de Beauvoir – nascida em 1908 – redigiu aquilo que se transformou num verdadeiro tratado sobre a condição da mulher ao perceber que, para dar conta do seu objetivo inicial, teria de responder à pergunta «o que é uma mulher?». O Segundo Sexo, escrito entre 1948 e 1949, nasce desta necessidade. O texto, que ainda hoje sustenta a base das maiores correntes feministas e dos estudos de género, é já um clássico e, por isso, integra o catálogo da coleção A Biblioteca de Alexandria, com tradução de Sérgio Milliet. Chega às livrarias a 8 de outubro.   

«A mulher determina-se e diferencia-se em relação ao homem e não este em relação a ela; a fêmea é o não-essencial perante o essencial. O homem é o ser, o Absoluto; ela é o Outro», lê-se na Introdução. Mais de 70 anos volvidos desde a sua primeira publicação, em 1949, os temas que Simone de Beauvoir discute em O Segundo Sexo continuam a ser pertinentes e a manter aceso o debate sobre a condição da mulher: «Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres.»

Entretecendo argumentos da Biologia, da Antropologia, da Psicanálise e da Filosofia, Simone de Beauvoir revela os desequilíbrios de poder entre os sexos e a posição que as mulheres ocupam no mundo: o feminino, frisa, não é um «destino» biológico, mas uma construção através da qual a sociedade patriarcal reduz a mulher a um papel de «outro», subordinado ao homem.

Sobre a Autora

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908, no seio de uma família burguesa, e era a mais velha de duas irmãs. Morreu em Paris, em 1976. Estudou Filosofia na Sorbonne, onde conheceu Sartre, companheiro de toda a vida e com quem viveu uma relação célebre pelos seus padrões de abertura e honestidade. No final da Segunda Guerra Mundial, editou a revista política Les Temps Modernes, fundada por Sartre e por Merleau-Ponty, entre outros. Foi ativista no movimento francês de emancipação das mulheres, nos anos de 1970, e serviu de modelo e de influência aos movimentos feministas posteriores. Simone de Beauvoir ganhou o Prémio Goncourt em 1954 com Os Mandarins, cujo herói se inspira na figura de Nelson Algren, com quem manteve um longo e intenso romance. Autora de uma vasta obra literária, filosófica e autobiográfica, Simone de Beauvoir publicou, em 1949, O Segundo Sexo, texto basilar do feminismo contemporâneo que agora se disponibiliza n’A Biblioteca de Alexandria. 

Estreias de cinema de 8 de Outubro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



De Gaulle: Resistência

Junho de 1940. A França é derrotada pelos alemães e, a 22 de Junho, forçada a assinar o armistício, que entrega à Alemanha cerca de três quintos do seu território. Com o exército francês fortemente reduzido e desarmado, um general ainda pouco conhecido recusa dar-se por vencido e parte para Londres. O seu nome é Charles de Gaulle (1890-1970). A 18 de Junho, através da BBC, lança o seu célebre apelo à resistência, procurando convencer os franceses de que a luta não está perdida e de que o país não se rendeu ao nazismo. É o primeiro passo para a criação da França Livre.

Se, num primeiro momento, tudo parece perdido, a esperança de libertar novamente o país ganha força à medida que homens e mulheres, militares e civis, se juntam à Resistência, dispostos a lutar por uma França livre do jugo inimigo. Entre Londres, a França ocupada e os vários territórios do império colonial francês, uma luta que começa por ser a de um homem solitário transforma-se num movimento de resistência política e militar.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Cannes, este drama histórico é realizado e co-escrito por Antonin Baudry, em parceria com Bérénice Vila, a partir da biografia “De Gaulle: une certaine idée de la France”, de Julian T. Jackson. A segunda parte, “De Gaulle: Liberdade”, mostra os principais eventos que decorreram entre os anos 1943 e 1944 e vai estrear-se a 29 de Outubro.
Simon Abkarian interpreta De Gaulle, acompanhado por Simon Russell Beale, Benoît Magimel, Niels Schneider, Anamaria Vartolomei, Florian Lesieur e Mathieu Kassovitz. 



Primavera - As Quatro Estações

Veneza, 1716. Cecilia (Tecla Insolia) é uma jovem órfã de 20 anos que vive no Ospedale della Pietà, uma instituição que acolhe raparigas abandonadas e onde as mais talentosas são educadas para a música. Apesar do seu grande talento para o violino, Cecilia só pode actuar atrás de uma grade, perante os ricos benfeitores da instituição. O seu futuro parece estar limitado às paredes da Pietà ou a um casamento que lhe permitirá deixar o orfanato, mas que poderá pôr fim à sua carreira musical.

A chegada de Antonio Vivaldi (Michele Riondino), sacerdote e compositor, contratado como novo professor de violino, altera profundamente a sua vida. Entre os dois nasce uma relação de admiração e cumplicidade artística, que leva Cecilia a descobrir não só o seu talento, mas também a liberdade de escolher a vida que quer para si.
Primeira longa-metragem de Damiano Michieletto, “Primavera” é um drama de época que adapta livremente o romance “Stabat Mater”, de Tiziano Scarpa que, por sua vez, se inspira na passagem de Antonio Vivaldi (1678-1741), pelo Ospedale della Pietà. 



Noite e Dia

Londres, 1910. Pertencente a uma família tradicional e muito respeitável, Katharine Hilbery (Haley Bennett) é uma mulher à frente do seu tempo. Pouco disposta a corresponder às expectativas dos outros, está determinada a estudar Astronomia na Universidade de Cambridge. Quando consegue escapar a um noivado que não deseja e realizar o sonho de frequentar a universidade, tenta conciliar os seus sentimentos com a vontade de construir uma vida à medida dos seus desejos. Nesse caminho, conhece Mary Datchet (Lily Allen), uma corajosa sufragista que sabe exactamente o que quer, e Ralph Denham (Elyas M’Barek), um rapaz por quem se apaixona e que não pretende desviá-la dos seus propósitos.

Uma comédia romântica assinada pela realizadora britânica de origem iraniana Tina Gharavi (“I Am Nasrine”) que retrata uma época em que as mulheres estavam sujeitas a muitas restrições sociais. O filme adapta o romance homónimo de Virginia Woolf (1882-1941), escritora feminista e uma das mais proeminentes figuras da literatura do século XX. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Lisboa assina compromisso europeu por uma cultura mais sustentável e inclusiva



O vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Diogo Moura, assinou, em Gotemburgo, na Suécia, o Eurocities Call for Action on Sustainable Culture durante a participação no Eurocities Culture Forum 2026, encontro que reúne responsáveis políticos e técnicos de 66 das principais cidades europeias para debater desafios comuns das políticas culturais urbanas.

O “Compromisso de Lille” prevê a partilha de conhecimento e boas práticas através da rede Eurocities, a criação de projetos conjuntos e o envolvimento de instituições, associações, artistas e públicos. A “Call to Action” estrutura-se em dois pilares – a sustentabilidade ambiental e inclusão social – e define 16 prioridades de ação.

A cidade de Lisboa comprometeu-se a avançar duas prioridades concretas. No âmbito da sustentabilidade ambiental, a cidade assume a prioridade “Preservar a natureza nos espaços urbanos que recebem eventos”. O objetivo é reduzir o impacto ambiental dos eventos culturais realizados em espaços naturais ou com valor ambiental, através da consideração da biodiversidade, da avaliação prévia das condições dos locais e da sua recuperação após a realização dos eventos.

No pilar da inclusão, Lisboa assume a prioridade “Garantir o acesso de todos à programação cultural e eliminar barreiras de acesso”. Esta prioridade procura criar condições para que todas as pessoas possam aceder, criar e participar na cultura, independentemente da sua origem ou condição social, enfrentando barreiras socioculturais, geográficas, económicas e tecnológicas.

“Acreditamos que o futuro da política cultural em Lisboa deve reunir as duas responsabilidades: cuidar dos lugares onde a cultura acontece e garantir que todos possam fazer parte dela. Esta adesão reforça a vontade de Lisboa em continuar a trabalhar com outras cidades europeias, partilhar experiências e desenvolver novas respostas, contribuindo para cidades mais sustentáveis, inclusivas e culturalmente fortes”, salienta o vereador Diogo Moura.

A presença no Fórum constitui, assim, uma oportunidade para posicionar Lisboa no debate europeu sobre cultura, democracia, sustentabilidade e inclusão e reforça, simultaneamente, a cooperação e a projeção internacional das políticas culturais da cidade de Lisboa.

De referir que Lisboa tem vindo já, durante a presidência de Carlos Moedas, a desenvolver medidas concretas neste domínio, nomeadamente através do Passe Cultura, que garante o acesso gratuito a uma parte significativa da oferta cultural municipal a jovens e a pessoas com 65 ou mais anos. Desde 2022, mais de 40 mil pessoas já beneficiaram desta medida.

A cidade tem igualmente reforçado a acessibilidade da programação cultural, através de recursos como Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição e legendagem, bem como de apoio especializado e gratuito aos profissionais do setor cultural nesta área. Para Lisboa, a sustentabilidade cultural deve ser entendida nas suas dimensões ambiental e social, que se complementam e reforçam mutuamente.

Eros Prado em “Pagode da Ofensa” no Casino Estoril



Eros Prado apresenta, no dia 4 de novembro, pelas 21 horas, “Pagode da Ofensa” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Trata-se de um espectáculo ao vivo irreverente, repleto de humor, improviso e interação que chega aos palcos portugueses depois de ter obtido milhões de visualizações na internet e conquistado o público por todo o Brasil.

Liderado por Eros Prado, humorista reconhecido pelo seu percurso em programas como “Pânico” e “A Praça é Nossa”, e pelo enorme sucesso do “Pagode da Ofensa” no YouTube, o espectáculo leva para o palco toda a irreverência e espontaneidade que transformaram o projeto num dos maiores fenómenos do humor digital brasileiro.

Entre paródias, números de humor inéditos, rimas, improvisação e histórias inspiradas no quotidiano, cada apresentação ganha vida própria graças à constante interação com o público, tornando cada sessão única, imprevisível e repleta de momentos memoráveis.

Com piadas afiadas, momentos inesperados e muito improviso, “Pagode da Ofensa” - Como Você Nunca Viu promete uma noite de gargalhadas do primeiro ao último minuto. Um espectáculo imperdível para os fãs e para todos os que procuram uma experiência de comédia ao vivo, dinâmica, descontraída e absolutamente inesquecível.