quinta-feira, 18 de junho de 2026

A Queda da Baleia estreia em outubro nos cinemas



A 20th Century Studios divulgou um emocionante primeiro vislumbre de A Queda da Baleia. O teaser trailer e o poster já estão disponíveis. Este thriller de sobrevivência épico e comovente, que conta o encontro de um jovem com um enorme cachalote, estreia em outubro, só nos cinemas.

Após a morte do seu pai (Josh Brolin), Jay Gardiner (Austin Abrams) vai mergulhar ao largo da costa central da Califórnia em busca dos seus restos mortais, mas é engolido por uma enorme cachalote. Enquanto está preso no seu interior, com apenas uma hora de oxigénio restante, Jay percebe que as lições duramente aprendidas que o seu pai lhe ensinou podem ser a chave para a sua fuga.



A Queda da Baleia é realizado por Brian Duffield, com um argumento de Brian Duffield e Daniel Kraus, baseado no livro homónimo de Daniel Kraus e conta com Austin Abrams, Josh Brolin, Elisabeth Shue, John Ortiz, Jane Levy e Emily Rudd no elenco. Os produtores são Brian Grazer, Brian Duffield, Jeb Brody e Allan Mandelbaum, com Doug Merrifield, Richard Abate e Will Rowbotham a desempenharem as funções de produtores executivos.

«Quando os Lobos Uivam»: uma nova edição do livro que o poder tentou calar



Quando os Lobos Uivam, uma das obras mais marcantes de Aquilino Ribeiro, volta a estar disponível no mercado livreiro, numa reedição que é apoiada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva. As ilustrações da capa e dos 13 capítulos que compõem a obra são da autoria de alunos da Escola Secundária local.

Com prefácio de José Pacheco Pereira e introdução de Henrique Monteiro, esta nova edição de um livro publicado originalmente em 1958 chega às livrarias a 25 de junho. Cinco dias antes, a 20 de junho, há uma sessão de apresentação de Quando os Lobos Uivam em Vila Nova de Paiva. O evento decorre no Parque Botânico Arbutus do Demo, pelas 15h00.

José Pacheco Pereira, político, investigador, escritor e professor; Henrique Monteiro, jornalista e escritor; Paulo Marques, presidente da Câmara de Vila Nova de Paiva, e Eduardo Boavida, diretor editorial da Bertrand Editora, são algumas das personalidades que vão marcar presença na apresentação.

Neste romance, um clássico de Aquilino Ribeiro, recuamos a finais dos anos 40. Uma aldeia enfrenta o Estado Novo para defender as suas terras. Entre medo e coragem, nasce uma revolta que mudará tudo. Quando os Lobos Uivam é uma obra poderosa sobre resistência, justiça social, identidade e abuso de poder, que representa a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

A primeira edição deste título foi apreendida pela censura, valendo a Aquilino Ribeiro um processo que se arrastou durante mais de dois anos e que José Pacheco Pereira recorda no prefácio: «O despacho da censura sobre Quando os Lobos Uivam mostra alguma perplexidade pela publicação de um livro que, se houvesse censura prévia, como nos jornais, nunca veria a luz do dia. Reconhece que a “prosa viril” do autor dava particular eficácia ao “odioso ataque à actual situação política”. Hesita, no entanto, na sua proibição, porque certamente muita gente já teria lido o livro e a sua censura poderia dar-lhe uma publicidade indesejada. Fica-se pela proibição da sua reedição e pela interdição da sua divulgação, e esta atitude hesitante é muito semelhante a algumas das personagens do romance. Alinham com a gente mole que não quer complicações, deixando o combate para os duros de um lado e outro. Fazem de conta que não ouvem os lobos a uivar.»

Por sua vez, Henrique Monteiro, na introdução, destaca Quando os Lobos Uivam como «uma obra que continua sempre a valer a pena, porque trata de algo tão atual como é a luta constante entre os defensores de um progresso, adotado sem critérios, e aqueles que vão sendo deixados para trás, os mais simples, os mais desprotegidos, os mais desfavorecidos».

Uma nova edição de Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro, chega às livrarias a 25 de junho. 

Sobre o Autor

Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, concelho de Sernancelhe, no ano de 1885, e morreu em Lisboa em 1963.
Deixou uma vasta obra, na qual cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, no dizer de Óscar Lopes, o primado das Letras portuguesas do século XX. Foi sócio de número da Academia das Ciências e, após o 25 de Abril, reintegrado, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado, aquando do seu centenário, pelo Ministério da Cultura.
Em setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no
Panteão Nacional.

Nasce um novo capítulo da música reggae em Portugal



Nasce em 2026 um novo capítulo para a música reggae em Portugal. O Reggae Sun Fest chega aos Jardins do Marquês, em Oeiras, para dois dias de celebração da cultura reggae, reunindo alguns dos mais conceituados artistas internacionais e proporcionando uma experiência pensada para todas as gerações.

Com o lema "Music • Lifestyle • Family", o Reggae Sun Fest pretende ser muito mais do que um festival de música, concebido como um espaço de encontro e partilha, onde o reggae se cruza com a gastronomia, os mercados de artesanato, atividades para crianças e experiências que refletem os valores de liberdade, consciência e comunidade associados à cultura jamaicana. 

Um cartaz internacional de referência
A primeira edição do festival apresenta um alinhamento que reúne alguns dos nomes mais respeitados da cena reggae mundial.

No dia 8 de agosto, estão confirmadas as atuações dos brasileiros Ponto de Equilíbrio, do cantor alemão Patrice, dos italianos Mellow Mood, da cantora cabo-verdiana Mo Kalamity e dos portugueses Atlantic Sound.

Já no dia 9 de agosto, sobem ao palco o produtor e músico siciliano Alborosie, os jamaicanos Inner Circle, o artista da Nova Caledónia Marcus Gad e Jesse Royal, uma das principais vozes da nova geração do reggae moderno e do roots jamaicano, e muitos outros, num programa que promete celebrar as diferentes sonoridades do reggae contemporâneo. 

Uma experiência para toda a família
Pensado para receber públicos de todas as idades, o Reggae Sun Fest disponibilizará uma área dedicada às crianças, espaços de lazer e um ambiente seguro e acolhedor, reforçando a vocação familiar do evento. A organização pretende criar uma experiência onde música, natureza e bem-estar se unem num espírito de convivência e boas vibrações.

"O Reggae Sun Fest nasce da vontade de criar em Portugal um evento capaz de reunir a comunidade reggae nacional e internacional, proporcionando uma experiência autêntica, inclusiva e intergeracional, onde a música e a cultura se vivem em plena harmonia." refere Fernando Cabral, da organização. 

Com um posicionamento internacional e uma proposta diferenciadora, o Reggae Sun Fest ambiciona afirmar-se como uma referência no circuito europeu dos festivais dedicados ao reggae e às culturas urbanas alternativas.

Os bilhetes já se encontram disponíveis através da Ticketline e dos pontos de venda habituais. 

Promovido pela Forward Ever, promotora portuguesa dedicada à divulgação e valorização da música reggae, desenvolve projetos e eventos que promovem a diversidade cultural e o encontro entre artistas e públicos de diferentes origens. 

REGGAE SUN FEST 2026
8 e 9 de agosto de 2026
Jardins do Marquês – Oeiras, Portugal

Estreias de cinema de 18 de Junho de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Morte de Robin Hood

Inglaterra, século XII. Longe da figura heroica do fora-da-lei que roubava aos ricos para dar aos pobres, celebrizada pelos contos populares, Robin Hood (Hugh Jackman) é um homem envelhecido e atormentado, marcado por uma vida de combates, assassinatos e escolhas difíceis. Quando, já à beira da morte, é salvo por uma misteriosa mulher, encontra aí a última oportunidade de redenção.

Usando uma versão bastante mais sombria, Michael Sarnoski (“Pig - A Viagem de Rob”, “Um Lugar Silencioso: Dia Um”) responsabiliza-se pela realização e o argumento, numa abordagem radicalmente diferente da habitualmente associada a Robin Hood. Além de Jackman no papel principal, o elenco inclui Jodie Comer, Bill Skarsgård, Murray Bartlett, Noah Jupe e Faith Delaney. 



Duas Vezes João Liberada

Na Lisboa contemporânea, a actriz June João prepara-se para protagonizar um filme sobre João Liberada, uma mulher perseguida e condenada pela Inquisição portuguesa no século XVIII por alegada “dissidência de género”. Mas, quanto mais se entrega ao papel, mais difícil se torna aceitar a visão do realizador sobre a forma de contar a história. E com o avançar das filmagens, a fronteira entre representação e realidade começa a esbater-se cada vez mais.
Realizada por Paula Tomás Marques e escrita em colaboração com a actriz June João, esta longa-metragem conta com a participação de André Tecedeiro, Jenny Larrue, Caio Amado, Eloísa d'Ascensão, Tiago Aires Lêdo e Alice Azevedo.



Toy Story 5

Passados mais de 30 anos sobre a estreia de “Toy Story”, a história que se tornou um marco na vida de milhões de espectadores por todo o mundo continua neste quinto capítulo. Agora, a vida de Buzz Lightyear, Woody, Buzz, Jessie e a sua trupe de brinquedos sofre uma grande reviravolta quando Bonnie, já com oito anos, recebe como presente o Lilypad, um sofisticado “tablet” interactivo com ideias bastante discutíveis sobre o que é ou não divertido.

Perante a influência cada vez maior da tecnologia na vida das crianças, os bonecos questionam o seu lugar num mundo onde as brincadeiras foram, grande parte das vezes,  substituídas por ecrãs de todos os tamanhos e feitios. Para alterar o curso das coisas apenas lhes resta uma solução: provar que, para estimular a imaginação de uma criança, não existe nada que substitua a companhia de um brinquedo “real”. 

Produzido pela Pixar Animation Studios para a Walt Disney Pictures, este novo episódio tem realização e argumento de Andrew Stanton – o realizador de “À Procura de Nemo” e de “WALL·E” (2008), ambos vencedores do Óscar na categoria de melhor animação, e um dos responsáveis pela escrita do argumento de todos os filmes da saga “Toy Story” – em colaboração com McKenna Harris. 

Refletindo sobre a importância da brincadeira e os impactos do excesso de tecnologia no dia-a-dia das crianças (e não só), “Toy Story 5” reúne novamente as vozes de Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Annie Potts, Bonnie Hunt, Tony Hale, John Ratzenberger, Wallace Shawn e Keanu Reeves, às quais se juntam as de Greta Lee, Conan O'Brien, Craig Robinson, Shelby Rabara, Matty Matheson, Alan Cumming e Bad Bunny. 
Já a versão portuguesa, conta com as vozes de Miguel Ângelo, João Brás, Carmen Santos, Diana Nicolau, Marco Medeiros, José Raposo e Luz Fonseca. 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O complexo de superioridade humana explicado por uma primatóloga



Darwin considerava os seres humanos uma parte da teia da vida, e não o ápice de uma hierarquia natural. No entanto, hoje muitos defendem que somos a espécie mais inteligente, virtuosa e bem-sucedida que já existiu. Este pensamento errado leva-nos a explorar a Terra para os nossos próprios fins, criando um perigoso desequilíbrio planetário. Mas serão esta visão e este modo de vida inevitáveis? Entre estudos científicos e episódios da sua própria experiência como primatóloga, Christine Webb alerta-nos para o perigo do antropocentrismo no livro O Símio Arrogante, que chega às livrarias a 18 de junho.

Esta obra mostra que o excecionalismo humano é uma ideologia que assenta mais na cultura humana do que na nossa biologia, mais na ilusão e na fé do que em factos. «A tese deste livro é que o excecionalismo humano – vulgo, antropocentrismo ou supremacia humana – é a causa primordial da crise ecológica. Esta mentalidade generalizada proporciona aos humanos um sentimento de domínio sobre a Natureza, de que estamos separados dela e temos o direito de mercantilizar a Terra e as outras espécies para nosso benefício exclusivo», escreve a autora no primeiro capítulo. «E está a virar-se contra nós hoje em dia, promovendo os incêndios florestais, a subida do nível do mar, as extinções em massa e as pandemias como o coronavírus.»

A primatóloga de Harvard Christine Webb passou anos a investigar as riquíssimas vidas sociais, emocionais e cognitivas dos nossos parentes vivos mais próximos. Ela expõe as formas como muitos estudos científicos são tendenciosos em relação às outras espécies e revela complexidades subestimadas da vida não humana: desde a linguagem das aves canoras e dos cães-da-pradaria, passando pelas culturas dos chimpanzés e dos peixes de recife, até à perspicácia das plantas e dos fungos.

«Cada geração herda uma mundivisão que se esforça por ultrapassar. A revolução coperniciana revelou que os homens não eram o centro do cosmos. A revolução darwiniana mostrou que os humanos são uma espécie entre muitas, que evoluíram de origens comuns», resume Christine Webb. «Estamos no meio de uma outra revolução no modo como nos entendemos a nós mesmos em relação ao resto da Natureza – uma revolução que desafia os bastiões do antropocentrismo que continuam a existir na ciência ocidental.»

Com histórias cativantes e dados da investigação recente, proporciona-nos uma forma de olhar para outros organismos que muda paradigmas, e que está a revolucionar a nossa perceção tanto deles como de nós próprios.

O Símio Arrogante chega às livrarias a 18 de junho.

Sobre a Autora

Christine Webb é professora assistente no Departamento de Estudos Ambientais da Universidade de Nova Iorque, onde integra o programa de Estudos Animais. É uma primatóloga com formação abrangente e especialização em comportamento social, cognição e emoção. Trabalha com primatas não humanos em diversos contextos e colabora com académicos das ciências sociais e humanas para reimaginar o papel da ciência na tendência crescente de conceder estatuto moral a outros animais. O seu trabalho tem sido divulgado por meios de comunicação populares, incluindo The New York Times, The Washington Post, National Geographic e BBC.

Estamos a envelhecer, mas continuamos a não saber ouvir os mais velhos



Portugal é um dos países mais envelhecidos da Europa. Este é um dado amplamente conhecido e repetido sempre que se discute sustentabilidade da Segurança Social, pressão sobre os cuidados de saúde ou respostas sociais para a população sénior. 

Mas há uma dimensão deste envelhecimento coletivo que continua praticamente ausente do debate público: a invisibilidade narrativa das pessoas mais velhas. 

Falamos de envelhecimento em números. Falamos de dependência, de pensões, de cuidados, de lares, de esperança média de vida. Mas raramente falamos das pessoas enquanto detentoras de memória, experiência e identidade coletiva. 

De forma quase inconsciente, fomos empurrando os mais velhos para um lugar social onde são vistos sobretudo pelas suas necessidades e cada vez menos pelo valor da sua história. 

E isso devia preocupar-nos. 

Numa sociedade obcecada com velocidade, produtividade e novidade, ouvir exige tempo. Fazer perguntas exige presença. Escutar verdadeiramente implica reconhecer valor naquilo que a outra pessoa tem para dizer. Talvez por isso este seja um exercício cada vez mais raro. 

O problema é que aquilo que se perde não é apenas individual ou familiar. É também coletivo. 

Cada pessoa idosa carrega consigo um património imaterial feito de memórias, contextos, vivências e perspetivas sobre o mundo que não existem em mais lado nenhum. Quando essas histórias desaparecem sem serem escutadas, perde-se muito mais do que recordações privadas. Perde-se contexto histórico, identidade cultural e compreensão intergeracional. 

Num país que viveu ditadura, emigração massiva, transformações sociais profundas, mudanças económicas e revoluções culturais em poucas décadas, não preservar a memória viva das pessoas é desperdiçar uma parte importante da nossa própria história. 

Há também aqui uma contradição curiosa. 

Nunca documentámos tanto a nossa vida como hoje. Fotografamos tudo, filmamos tudo, guardamos tudo. E, no entanto, talvez nunca tenhamos sido tão frágeis na preservação daquilo que realmente importa: as histórias, os significados, os testemunhos humanos. 

Guardamos imagens, mas não necessariamente memória. 

Talvez porque confundimos registo com preservação. 

Mas preservar não é apenas acumular ficheiros digitais. Preservar é ouvir. É contextualizar. É reconhecer valor antes que seja tarde. 

Este não é apenas um tema emocional ou familiar. É um tema social. 

Num país envelhecido, continuar a ignorar a voz dos mais velhos é também uma forma silenciosa de exclusão. 

E talvez esteja na altura de começarmos a falar sobre isso. 

Rita Seara - Fundadora do Jardim das Memórias 

Casino Lisboa recebe “Rei Lear” de 15 a 26 de julho



O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, de 15 a 26 de julho, o espectáculo “Rei Lear”. Trata-se de um curto ciclo de representações, a partir da obra de William Shakespeare, com tradução de Álvaro Cunhal e encenação de António Pires.

Rei Lear conta-nos a história de um monarca envelhecido que decide dividir o reino entre as três filhas, esperando retirar-se do governo, mas conservar a autoridade e a reverência de todos. 

Ao exigir declarações públicas de devoção, desencadeia um jogo político que rapidamente se volta contra ele. Expulso do poder e traído pelas próprias alianças que julgava seguras, Lear vagueia num mundo que já não lhe pertence. 

É na tempestade e na ruína que descobre demasiado tarde a fragilidade do poder e da própria condição humana.

Nevoeiro de Pedro Eiras chega ao Porto de Encontro



A 128ª edição do evento recebe o poeta, ensaísta, dramaturgo e ficcionista no sábado, dia 20 de junho, pelas 17h00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.  

A celebrar 25 anos de carreira literária, Pedro Eiras é o próximo convidado do Porto de Encontro. Em conversa com o jornalista Sérgio Almeida, o poeta falará sobre o seu percurso literário, mas também sobre a sua mais recente obra, Nevoeiro, publicada pela Assírio & Alvim.

O universo de Fernando Pessoa volta a ser o território privilegiado do autor, que nos transporta ao tempo em que Pessoa escreveu Mensagem, nos últimos anos da sua vida, um período que coincide com os primeiros anos da ditadura do Estado Novo. Nevoeiro é uma leitura incontornável para quem se interesse pela obra pessoana e pela história cultural portuguesa. Mas é também um livro de uma atualidade inquietante: os perigos da desinformação e o ressurgimento de forças que ameaçam a liberdade de expressão, como uma neblina, tornam este tema tão ou mais urgente nos nossos dias.

Desde 2001 que Pedro Eiras publica obras de ficção (Bach, Cartas Reencontradas de Fernando Pessoa, A Cura), teatro (Um Forte Cheiro a Maçã, Uma Carta a Cassandra, Um Punhado de Terra, Bela Dona), ensaio (Esquecer Fausto, Tentações, Os Ícones de Andrei, Constelações, Platão no Rolls-Royce) e poesia (Inferno, Purgatório, Paraíso). Além disso, publicou vários livros em França, na Roménia, no Brasil. As suas peças de teatro foram encenadas e lidas em dez países.

O evento contará com a participação especial Marinela Freitas e com as leituras de Emília Silvestre.

O Porto de Encontro é uma iniciativa da Porto Editora, que conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand.

Mais informações em www.portoencontro.pt

Espectáculo “Impulso” da Artemove no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 11 de julho, pelas 19h30, o espectáculo de dança “Impulso”. Trata-se de um novo espectáculo da escola Artemove, com a direção artística de Paula Careto.

“Impulso” é o momento antes do movimento. É a energia que nasce no corpo antes de ser vista. É intenção, reação, escolha e transformação. Neste aguardado espectáculo de final de ano, os alunos da Artemove exploram a força que os move individualmente e em conjunto. 

Ao longo da noite, bailarinos de diferentes idades e níveis de formação dão vida a histórias, emoções e experiências que refletem o seu percurso de aprendizagem. Cada coreografia traduz uma expressão única dessa força invisível que antecede a ação e que nos acompanha ao longo da vida. “Impulso” é um tributo à energia que dá origem a todas as possibilidades. 

Iberanime Matosinhos 2026 já tem bilhetes à venda com preços Early Bird até ao final de junho



Os bilhetes para o Iberanime Matosinhos 2026, que se realiza nos dias 10 e 11 de outubro na Exponor, já se encontram à venda, com uma campanha Early Bird disponível até 30 de junho, permitindo aos fãs garantir o acesso ao evento aos preços mais baixos.

Reconhecido como o maior evento nacional dedicado à cultura japonesa, anime, manga, cosplay, gaming e entretenimento asiático, o Iberanime regressa ao Norte do país para mais uma edição repleta de experiências, convidados, espetáculos, concursos, exposições, workshops, áreas temáticas e muitas novidades que serão reveladas ao longo dos próximos meses.

Durante a fase Early Bird, os visitantes podem adquirir os seus bilhetes com condições especiais:

Bilhete Diário

Geral: 18€
Criança: 12,50€
Família (2 adultos + 2 crianças): 50€
Passe 2 Dias

Geral: 30€
Criança: 20€
Família (2 adultos + 2 crianças): 80€
Os preços promocionais estarão disponíveis até ao final de junho, seguindo-se novas fases de venda com valores progressivamente atualizados.

Depois de uma edição histórica em Santarém, considerada por muitos visitantes como a melhor de sempre, o Iberanime prepara agora o seu regresso à Exponor, onde milhares de fãs voltarão a reunir-se para celebrar as suas paixões e descobrir o melhor da cultura pop japonesa.

Os bilhetes já podem ser adquiridos através do site do Iberanime ou diretamente na plataforma See Tickets.