quinta-feira, 11 de junho de 2026

"A Todas as Mulheres" - Novo álbum de Silvana Peres



“A Todas As Mulheres” é o novo álbum da Fadista Silvana Peres. Um trabalho profundamente comprometido com a promoção da igualdade, da defesa dos direitos humanos, do combate a todas as formas de violência e da não normalização dos discursos de ódio.

Através do Fado, Silvana Peres, com um percurso já consolidado no panorama musical português, tem vindo a afirmar uma identidade própria, marcada pela autenticidade, fusão de influências e pelo compromisso com as causas sociais. A Fadista, através deste seu novo trabalho, convida todas as pessoas a assumir um maior empenhamento na promoção do bem-estar social, reforçando a importância do papel transformador da arte na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

“Violência”, o primeiro single do álbum “A Todas as Mulheres”, tem letra e música de Marina Mota, “Violência” é um grito que se ergue do silêncio, é um apelo urgente a ver, a escutar e a não desviar o olhar.

Neste álbum a criação artística feminina é destacada, reunindo autoras, compositoras e intérpretes portuguesas de várias gerações, tais como, Teresa Muge, Manuela de Freitas, Maria do Rosário Pedreira, Marina Mota, Mafalda Arnauth, Rita Marrafa de Carvalho, Florbela Espanca, Joana Alegre, Joana Espadinha, Elisa Rodrigues, Teresinha Landeiro, Marta Rosa, Beatriz Felício e Rita Dias.

A produção musical esteve a cargo de Ângelo Freire, prestigiado e reconhecido guitarrista português e figura incontornável do Fado. 

O projeto “A Todas as Mulheres” conta com os apoios da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, da CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores e também do Museu do Fado.

Concertos de apresentação

24 de julho, Lisboa | Teatro Camões
30 de julho, Porto | Fórum Cultural de Ermesinde




Conservatório de Dança Ana Mangericão apresenta “Legado” no Casino Estoril



O Conservatório de Dança Ana Mangericão apresenta, no próximo dia 28 de junho, às 17h30, “Legado” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Trata-se de um espectáculo que propõe ao público uma viagem coreográfica pela História da Humanidade.

Em “Legado” uma mala antiga abre-se e, com ela, surgem memórias, objectos e histórias que atravessam o tempo.

Cada turma homenageia uma personalidade real que transformou o mundo, através da arte, da ciência, da coragem, da imaginação ou da forma como nos ensinou a olhar para nós próprios e para os outros. São vidas diferentes, épocas diferentes, mas todas ligadas pelo poder de inspirar.

Ao longo do espectáculo, essas histórias ganham corpo através da dança. Os alunos transformam ideias em movimento, emoções em gestos e recordações em presença viva.

“Legado” lembra aos espectadores que o passado continua vivo em nós. E que cada geração tem a capacidade de criar caminhos novos, levando consigo tudo aquilo que aprendeu.

O que sabemos sobre Cartago?



O que era Cartago e quem eram os cartagineses? «Parte fundamental do antigo Mediterrâneo, cuja presença cultural ainda é sentida em toda a costa do Norte de África, Portugal, Espanha, Itália continental e as ilhas de Sicília, Sardenha e Córsega», Cartago capitulou em 146 A.E.C, perante Roma, na terceira das Guerras Púnicas, após seis séculos de domínio do ocidente. No livro Cartago – O Império que Desafiou Roma, Eve MacDonald fala-nos desta potência (quase) esquecida.  

A história é sempre contada pelos vencedores, e é justamente por isso que a autora nos diz que «muito do que sabemos de Cartago é filtrado por uma lente criada para nós pelos seus inimigos». É desse material que são feitos os mitos, como o de Asdrúbal, comandante supremo dos cartagineses que terá esquecido «os seus juramentos à cidade e aos seus deuses e abandonou a mulher e os filhos à sua sorte». A mulher, cujo nome «não consta dos livros», cometeu «um suicídio preferível à captura», após ter exclamado que aquele «miserável e traidor» teria como futuro ser um «ornamento de um triunfo romano».

Investida em contornar esta absorção da história por Roma, Eve MacDonald decidiu «interrogar as fontes romanas e recorrer a novas descobertas arqueológicas para permitir que uma Cartago muito mais matizada ganhe forma». Também descobertas linguísticas e científicas permitem recuperar quase 600 anos do reino antigo do Norte de África, que foi o lar de Aníbal e de Dido, dos elefantes de guerra, de enorme riqueza, poder e beleza.

Nas páginas deste ensaio que agora se anuncia em Portugal, e que o Telegraph considera «fascinante», a especialista maior em Cartago guia-nos por uma viagem desde o Levante Fenício da Idade do Ferro até ao Atlântico e ao longo de toda a costa de África, numa narrativa tão factual quanto empolgante. Nele, McDonald mostra-nos a sofisticação política, económica e cultural de uma civilização que inspirou o seu carrasco: Roma.

Um livro que repõe a cidade e o seu império novamente no centro da história mediterrânica, Cartago – O Império Que Desafiou Roma chega a Portugal no próximo dia 18 de junho, numa edição Bertrand Editora, com tradução de Miguel Freitas da Costa. 

Sobre a Autora

Professora de História Antiga na Universidade de Cardiff, Eve MacDonald é a arqueóloga e historiadora da Antiguidade que mais tem investigado e publicado estudos sobre a história e a cultura material de Cartago, da África do Norte e do Médio Oriente. É especialista sobre aquelas regiões e autora de Hannibal: A Hellenistic Life (Yale University Press, 2015). Participa regularmente em podcasts (History Hit: The Ancients, Hannibal’s Winter War, The Fall of Carthage) e em documentários (no Channel 4 e na série Secrets of the Dead da PBS – Public Broadcasting Service). Cartago é o seu primeiro livro comercial.

Catarina Teng em ciclo de três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Catarina Teng Duo assegura, de hoje até ao próximo dia 13 de junho, pelas 23h30, a animação musical no Arena Lounge do Casino Lisboa. As noites prolongam-se, pelas 00h40, na sexta-feira, 12, com DJ Ulisse Dapa; e no sábado, 13, com DJ Hélder Russo, que selecionam os melhores sets até de madrugada. A entrada é gratuita.

Catarina Teng Duo nos dias 11, 12 e 13 de junho
Catarina Teng leva ao palco uma seleção de temas que cruzam o groove do R&B com as cores do jazz e a alma do soul. Numa actuação envolvente e sem pressas, cada música ganha nova textura através de arranjos criativos e momentos de improviso. Catarina Teng será acompanhada por João barreiros ao piano.



DJ Ulisse Dapa no dia 12 de junho
Ulisse Dapa é um lisboeta nascido em 1963, que muito cedo começou a apresentar o seu trabalho de DJ numa vertente amadora nos finais da década de 1970, em festas de garagem, aniversários e em clubes. Considera-se um dj open-format, contudo as suas preferências e referências musicais passam pela House Music e a Soulful House, bem como por alguns subgéneros tais como o Nudisco, Afro House, Deep House e Jackin House, tornando assim cada dj set uma viagem pelos diferentes géneros da House Music, partilhando a sua paixão com todos os que gostam de vibrar com os ritmos da mais recente música eletrónica, ou com os antigos êxitos dos anos 70, 80 e 90 com novas remisturas.



DJ Hélder Russo no dia 13 de junho
Hélder Russo é natural de Lisboa e tem-se afirmado na cena clubbing pela sua imensa paixão pelo soul, jazz, funk, disco e pelas sonoridades por eles influenciadas, como o house e o techno de Detroit. O seu trabalho como produtor é reflexo disso: um leque de influências distintas, mas sempre com a música negra, nas suas mais variadas vertentes, como denominador comum. Desde o jazz, passando pelo soul, funk, pelo electro e new wave dos anos 80.

Estreias de cinema de 11 de Junho de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Um Poeta

Oscar Restrepo (Ubeimar Rios) não singrou na vida. É poeta até ao tutano, mas nunca fez dinheiro com isso. Já com alguma idade, vive com a mãe, doente, em Medellín, e não trabalha, nem tem grande vontade de trabalhar. A irmã arranja-lhe, mesmo assim, um trabalho como professor e ele aceita, com vista a poder reconciliar-se com a filha com quem não se dá. É assim que conhece uma jovem adolescente com, pensa ele, um futuro promissor na poesia, e se torna mentor dela. Uma tragicomédia colombiana escrita, produzida e realizada por Simón Mesa Soto, que se estreou na secção Un Certain Regard da edição de 2025 do Festival de Cannes e foi o candidato colombiano aos Óscares, não tendo chegado a ser nomeado. 



Baleia Assassina

Uma violoncelista recupera da morte de um amigo, que foi assassinado a defendê-la durante um assalto. Assalto esse que lhe deu problemas de audição e a obriga a usar aparelho. A melhor amiga oferece-lhe uma viagem até à Tailândia. É lá que há uma orca em cativeiro num parque como grande atracção que elas decidem ir ver à socapa, recusando-se ela a pagar para isso. Na noite em que a vêem, ela mata um dos seus tratadores, o que leva os responsáveis do parque a libertá-la para as águas do mar. É assim que acaba por se cruzar com as amigas e tornar-se uma grande ameaça…

Um filme de sobrevivência, terror e acção assinado por Jo-Anne Brechin, com Virginia Gardner, Mel Jarnson e Mitchell Hope no elenco.



Magalhães

Século XVI. Magalhães, um jovem e ambicioso navegador português, revolta-se contra o poder do rei, que não apoia o seu sonho de descobrir o mundo. Convence a Coroa espanhola a financiar a sua ousada expedição às lendárias terras do Oriente.
A viagem revela-se mais dura do que o esperado, com a fome e os motins a levarem a tripulação aos seus limites. Ao chegar às ilhas do Arquipélago Malaio, a mente de Magalhães muda. Torna-se obcecado pela conquista e conversão, o que desencadeia revoltas violentas que escapam ao seu controlo.

Este não é o mito de Magalhães, mas a verdade da sua viagem. Com Gael García Bernal, Ângela Azevedo, Amado Arjay Babon, Ronnie Lazaro & Hazel Orencio

terça-feira, 9 de junho de 2026

Novo estudo da eDreams revela que portugueses estão entre os viajantes mais dispostos a viajar internacionalmente para acompanhar desporto



A eDreams, líder global no setor das agências de viagens online, acaba de divulgar um novo estudo sobre a relação dos consumidores com viagens associadas a eventos desportivos. Os dados revelam que os portugueses estão entre as nacionalidades mais apaixonadas por desporto a nível internacional – de facto, somos mesmo os viajantes mais propensos, entre todos os países analisados, a viajar para outro continente para assistir a competições ao vivo.

A paixão pelas viagens desportivas
Quando questionados sobre quão longe estariam dispostos a viajar para assistir a um evento desportivo, mais de um terço dos portugueses afirmou que viajaria para outro continente (34%), e outra fatia relevante (23%) viajaria para outros países da Europa, colocando Portugal no topo dos países mais disponíveis para este tipo de experiência.

As diferenças entre gerações são claras: os inquiridos mais jovens (18-24 anos) são os mais entusiasmados com viagens internacionais de longo curso motivadas pelo desporto (52%), enquanto os viajantes da Geração X (55 e os 64 anos – 19%) e os com mais de 65 anos (8%) mostram muito menos interesse em viajar para outro continente.

Também existem diferenças relevantes entre homens e mulheres: 2 em cada 5 homens mostram-se disponíveis para viajar internacionalmente para assistir a eventos desportivos (40%), mas menos de um terço das mulheres indica o mesmo (29%).

Futebol lidera as preferências dos portugueses
Quando questionados sobre os eventos que os fariam viajar para assistir a uma competição ao vivo, a larga maioria dos portugueses escolheu – sem surpresas – o futebol (74%). Esta é a percentagem mais elevada entre todos os países incluídos no estudo, mostrando que somos fervorosos no nosso “amor pela bola”.

Em seguida, mas com bastante menos expressão, os viajantes nacionais destacam os Jogos Olímpicos (30%), os desportos motorizados como Fórmula 1 e MotoGP (20%), o ténis (14%) e o basquetebol (9%).

Aqui, as diferenças entre género são também notórias, embora talvez menos acentuadas do que noutros tempos: os homens mostram preferência superior por viajar para assistir a jogos de futebol ao vivo (84%), comparativamente às mulheres (63%).

Mais do que um jogo: uma experiência de viagem completa
Para muitos portugueses, viajar para assistir a um evento desportivo é também uma oportunidade para explorar o destino. A maior parte dos viajantes gostaria de acrescentar entre 1-2 dias à viagem (42%) para esse fim, enquanto outros prefeririam ficar entre 3-4 dias adicionais (39%). Alguns indicam mesmo que aproveitariam para permanecer mais de cinco dias adicionais no destino (11%), e apenas uma minoria regressaria a casa no próprio dia do evento (4%).

No que toca ao planeamento da viagem, grande parte dos inquiridos prefere esperar pela confirmação oficial da participação da sua equipa ou atleta antes de fazer a reserva da viagem (53%). Ainda assim, alguns identificam-se mais com um estilo de viagem de última hora, ficando à espera até ao último momento por promoções ou bilhetes no mercado secundário (22%).

Para além disto, a paixão pelo desporto parece justificar alguns sacrifícios nas viagens. Muitos dos portugueses garantiram estar dispostos a fazer certas mudanças no estilo de vida, como reduzir despesas com refeições fora de casa, subscrições de streaming ou compras de roupa (33%), para poderem investir esse valor na viagem para acompanhar desporto. Outros admitiram recorrer às suas poupanças de longo prazo ou até ao fundo de emergência (21%), e outros ainda estariam dispostos a utilizar todos os dias de férias disponíveis no ano corrente (15%).

Já no que diz respeito ao orçamento máximo para cumprir uma viagem desportiva de sonho, quase metade dos portugueses considera aceitável fazer um investimento ao nível de umas férias de verão completas, com voos e hotel incluídos (46%). Para outro, está bem gastar o equivalente a uma escapadinha local ou pequena road trip (37%), e outras pequenas percentagens afirmam mesmo que gastariam o equivalente a uma lua de mel de sonho (5%) ou até a um ano inteiro de viagens (2%).
Independentemente do destino ou do evento escolhido, o estudo mostra que os portugueses encaram verdadeiramente o desporto como uma motivação para viajar e descobrir o mundo. Para ajudar a transformar estas experiências em momentos memoráveis, a eDreams continua a ser a melhor companheira.

Renault apoia o projeto de um Lego® do R5 Turbo 3E, criado por um fã



A Renault está a apoiar uma versão Lego construída por um fã do espetacular Renault 5 Turbo 3E e apela ao público para ajudar a transformá-la num conjunto oficial.

Criado pelo designer britânico de Lego, Dave Collins, conhecido como devonbricks no Instagram, o modelo dá vida ao carro de estrada mais extremo da Renault, mas em miniatura. O Renault 5 Turbo 3E – um «mini-supercarro» totalmente elétrico de 555 cv de produção limitada a 1 980 unidades – já é uma das expressões mais ousadas da gama moderna da marca. Agora, a Renault quer ver essa mesma energia traduzida em Lego.

O modelo de Collins capta, com detalhes impressionantes, a postura musculada, as proporções agressivas e a silhueta inconfundível que definem o R5T3E. Construída com cerca de 1 200 peças, a sua criação é o resultado de cerca de cem horas de trabalho.

Agora submetida à plataforma Lego Ideas, precisa de 10 000 apoiantes para avançar para a fase seguinte, onde poderá ser selecionada para produção, como um conjunto oficial da Lego. A Renault está a exortar os fãs da marca, do Renault 5 original, do novo Renault 5 e da própria Lego, a apoiarem o projeto e a ajudarem a torná-lo realidade.

No seu cerne está uma mistura de nostalgia e reinvenção que define a história do Renault 5. Os modelos Turbo originais da década de 1980 deixaram uma impressão duradoura, com o seu visual e atitude arrojados, enquanto o Renault 5 Turbo 3E totalmente elétrico reimagina essa energia para uma nova geração. Com apenas 1 980 exemplares do verdadeiro Renault 5 Turbo 3E, no valor de 160 000 euros, a versão Lego oferece a oportunidade de mais pessoas adquirirem um pedaço desta história.

Collins, um engenheiro de Newton Abbot, em Devon, começou a criar os seus próprios projetos de Lego durante o confinamento, em 2020, motivado por uma paixão pela precisão e pela resolução de problemas.

“Tinha Lego e Technic quando era criança e, como engenheiro, tenho uma necessidade inerente de projetar e adoro acertar nos detalhes”, refere Dave Collins.

“Os carros angulares são mais fáceis de construir em Lego, por isso o R5 foi uma escolha natural. Além disso, tem um aspeto fantástico e é imediatamente reconhecível como uma atualização do clássico dos anos 80. Eu próprio, certamente, tentei fazer umas corridas, com alguns, quando era mais novo.”

A resposta até agora tem sido esmagadora. “Estou mesmo impressionado”, acrescentou Collins. “Algumas das primeiras reportagens já feitas foram incríveis, e nem acredito que tenho jornalistas de todo o mundo a seguir-me no Instagram. A minha mulher e a minha filha estão incrivelmente orgulhosas de mim – acho que este é o resultado de seis anos e muitas centenas de horas de trabalho árduo a aperfeiçoar os meus projetos de Lego.”

Para Collins, a possibilidade de dar o próximo passo seria um sonho tornado realidade. “Se a Lego o considerasse, isso seria um grande impulso… e quem sabe onde poderá chegar. Se eles realmente fizessem um conjunto, acho que seria ótimo para a Lego, para a Renault e para mim. O automóvel é icónico para as pessoas que cresceram nos anos 80, e o visual e a potência do R5 elétrico atraem, atualmente, todas as idades, por isso acredito sinceramente que seria um sucesso.”

Com a Renault a apoiar a ideia, a próxima jogada cabe aos fãs. Os adeptos podem apoiar o Lego Renault 5 Turbo 3E na plataforma Lego Ideas, ajudando-o a atingir os 10 000 votos necessários para ser oficialmente considerado. Se for bem-sucedido, transformaria um projeto único de paixão num conjunto que os entusiastas de todo o mundo podem construir para si próprios.

Para apoiar o projeto e ajudar a dar vida ao modelo de Lego, os apoiantes devem primeiro criar uma conta gratuita na Lego e, em seguida, votar visitando a página do seu criador, Dave.

Para mais informações sobre o Renault 5 Turbo 3E em tamanho real e a oportunidade de reservar e o seu próprio, visite: https://www.renault.pt/veiculos-eletricos/renault-5-turbo-3e.html

Paul McCartney lança novo álbum, The Boys of Dungeon Lane



The Boys of Dungeon Lane não é apenas o primeiro novo álbum a solo de Paul McCartney em mais de cinco anos; é também uma reveladora coleção de histórias nunca partilhadas, memórias pessoais e algumas novas canções de amor inspiradas, de uma das figuras culturalmente mais significativas do nosso tempo.

Voltando o olhar para dentro, Paul revisita os anos formativos que moldaram tanto a sua vida como os próprios alicerces da cultura popular moderna. Este é, possivelmente, o seu álbum mais pessoal e introspetivo até à data, com histórias nunca contadas que transportam o ouvinte de volta ao ponto onde tudo começou.

As novas canções mostram Paul num estado de espírito sincero, vulnerável e reflexivo, escrevendo com uma rara abertura sobre a sua infância na Liverpool do pós-guerra, a resiliência dos seus pais e as primeiras aventuras com George Harrison e John Lennon, muito antes de o mundo sequer ter ouvido falar de Beatlemania. The Boys of Dungeon Lane é a história antes DA história.

Desde o anúncio do novo álbum, The Boys of Dungeon Lane tem sido rodeado de entusiasmo por parte de fãs e meios de comunicação social de todo o mundo.

Única e oportuna: Uma história global focada na economia e na gestão de Portugal



Destacando-se pela qualidade e originalidade da sua organização, chega agora ao mercado do livro História Global da Economia e Gestão de Portugal. Esta nova obra de referência está dividida em sete partes, todas coordenadas por grandes estudiosos das respetivas temáticas. Cada parte conta com uma série de textos organizados de forma cronológica, ao longo de mais de 700 páginas, escritos por especialistas nas diversas épocas e áreas. O livro História Global da Economia e Gestão de Portugal é dirigido por José António Porfírio, José Eduardo Franco e José Paulo Esperança e já está à venda nas livrarias.

Uma história global focada na economia e na gestão de Portugal é uma obra necessária e oportuna. Necessária porque, apesar da sua localização no extremo ocidental da Europa, Portugal nunca deixou, desde a Pré-História, de estar associado aos movimentos incessantes dos povos, na sua contínua busca de conhecimento e oportunidades. Oportuna porque a sua publicação coincide com a generalização do debate sobre o mérito da globalização.  

Hoje, é indiscutível que Portugal, no dealbar da Modernidade, se tornou um dos primeiros países construtores da globalização, tirando dessa situação um enorme proveito económico. Por detrás desta capacidade está um espírito empreendedor singular que nos catapultou para o mundo, criando redes e empórios comerciais particulares que abriram novos caminhos no domínio da liderança e da gestão. Esta obra procura sistematizar muito do que ainda hoje se pode considerar relevante de entre aquilo que Portugal tem dado para a gestão e a sua influência na economia mundial.

É, de facto, nos séculos XV e XVI que este pequeno país, com pouco mais de um milhão de habitantes, assume uma posição pioneira no comércio mundial, ao encontrar uma via marítima alternativa à longa e dispendiosa Rota da Seda, que, até então, representava a única via de intercâmbio entre o Oriente e o Ocidente, na qual as especiarias, os metais preciosos, a porcelana, o vestuário e os cavalos eram os principais bens transacionados. A transformação do comércio internacional não seria possível sem o desenvolvimento paralelo da organização empresarial e da gestão.

Este livro propõe uma “viagem” de conhecimento às diferentes épocas e estádios do nosso passado, até um tempo em que o religioso e o político eram dominantes na organização da sociedade e na construção dos horizontes de sentido, mas em que o económico imperava na sua dependência.

História Global da Economia e Gestão de Portugal tem uma sessão de lançamento na Feira do Livro de Lisboa, amanhã, no dia 10 de junho, às 18h00, no Auditório Lusíadas Saúde (na zona sul do recinto). Vai contar com a presença dos diretores e dos coordenadores e com a apresentação de Susana Peralta, da NOVA School of Business and Economics (SBE), e de Guilherme d’Oliveira Martins, da Fundação Calouste Gulbenkian. Segue-se uma sessão de autógrafos no Espaço Bertrand Editora às 19h00. A entrada é livre.  

Porto Blues Fest



O Porto Blues Fest regressa nos dias 24 e 25 de julho à Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal, para dois dias dedicados ao blues num dos cenários mais emblemáticos da cidade do Porto. O festival conta, desde a primeira hora, com o apoio da Ágora – Cultura e Desporto. 

Com 8 edições realizadas e um público fiel, o festival afirma-se como uma referência cultural consolidada, distinguindo-se pela proximidade entre artistas e público e por uma experiência ao ar livre que privilegia a identidade cultural e a qualidade artística. 

O cartaz de 2026 cruza nomes consagrados e novos talentos. No palco principal, destaque para os britânicos Ten Years After, uma das bandas mais icónicas do blues rock, bem como para Dede Priest & Johnny Clark’s Outlaws, Cosimo & The Hot Coals e os portugueses Peter Storm & The Blues Society. 

A programação integra ainda o Palco Youth, desenvolvido em parceria com a Academia de Guitarra do Porto by Bunker, uma referência na formação de jovens músicos, com quem o festival partilha a missão de dar palco ao talento nacional. Esta iniciativa reforça a aposta na renovação do género e proporciona a jovens artistas a sua primeira experiência em contexto profissional. O melhor aluno da Academia terá ainda a oportunidade de subir ao palco com um dos artistas do cartaz. 

Em paralelo, o festival mantém uma componente formativa, com a atribuição de uma bolsa para a Little Steven Blues School, na Noruega, permitindo a um jovem músico português aceder a uma experiência internacional. 

A sustentabilidade continua a ser um dos eixos do evento. O Porto Blues Fest implementa medidas como a compensação da pegada de carbono, a reflorestação em parceria com o projeto FUTURO – 100.000 Árvores, a utilização de materiais reutilizáveis e a gestão responsável de resíduos. Parte da receita de bilheteira reverte diretamente para iniciativas ambientais. 

Com uma abordagem que cruza música, formação e responsabilidade ambiental, o Porto Blues Fest posiciona-se como um festival com impacto artístico, social e ambiental. 

Porto Blues Fest 2026
Concha Acústica, Jardins do Palácio de Cristal 
24 e 25 de julho 

Horários principais
Palco Youth a partir das 18h30 
Concertos principais às 21h30 e 23h00