sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Deive Leonardo no Coliseu dos Recreios



Deive Leonardo, um dos mais reconhecidos evangelistas da atualidade, traz a Portugal a tour "O Despertar", um encontro que já reuniu multidões no Brasil e em vários países.

Em Lisboa, o Coliseu dos Recreios recebe este momento especial no dia 1 de outubro, num evento dedicado à reflexão, à esperança e à renovação espiritual.

Mais do que uma conferência, "O Despertar" propõe uma experiência inspiradora, convidando o público a refletir sobre o propósito, perseverança e fé no quotidiano. Com uma mensagem atual e uma produção de grande dimensão, esta é uma oportunidade única para viver uma noite de partilha e transformação.

Arlinda Norris acaba de lançar "She Kept Going: O Poder Silencioso de Recomeçar"



Arlinda Norris acaba de lançar o seu mais recente livro, uma obra autobiográfica que promete tocar o coração de quem já teve de se reinventar. O livro intitula-se She Kept Going: O Poder Silencioso de Recomeçar.

Há histórias que merecem ser contadas não pelo mediatismo, mas pela força silenciosa que carregam. É o caso de She Kept Going: O Poder Silencioso de Recomeçar, o novo livro autobiográfico de Arlinda Norris, que foi lançado no dia em que comemorou 50 anos, a 16 de Agosto de 2026.
Uma obra que é, ao mesmo tempo, um testemunho de resiliência e um espelho para todos os que já enfrentaram a difícil arte de recomeçar.



Quem é Arlinda Norris?
Nascida em Lisboa, filha de pais cabo-verdianos, Arlinda Norris carrega na sua identidade a riqueza da multiculturalidade. A sua vida foi moldada pela vivência entre três realidades profundamente distintas, Portugal, Cabo Verde e os Estados Unidos. Esta herança cultural e geográfica transformou-a numa observadora atenta da condição humana, da procura de pertença e da constante necessidade de adaptação.

"She Kept Going", mais do que um título, uma filosofia de vida
O título, que se traduz livremente como "Ela Continuou a Avançar", resume a essência da narrativa. No livro, a autora partilha a sua jornada pessoal através de continentes e oceanos, abordando temas universais como, a busca pela estabilidade num mundo em constante mudança, o sentimento de pertença de quem vive entre várias pátrias e a resiliência silenciosa, aquela que não faz barulho, mas que nos obriga a levantar no dia seguinte e a continuar o caminho.

Arlinda Norris não escreve apenas sobre si, escreve sobre a capacidade humana de superação. A sua escrita despretensiosa e honesta desarma o leitor, transformando memórias pessoais num manifesto de esperança.

Por que deve ler este livro?
Numa época em que somos constantemente pressionados a ter sucesso imediato, She Kept Going surge como um bálsamo. O livro lembra-nos de que o recomeço não é um sinal de fracasso, mas sim de coragem. É uma leitura obrigatória para quem gosta de biografias inspiradoras, literatura de base multicultural e histórias reais de determinação.

A «molécula de Deus» que «torna a fé irrelevante»



Dopamina, serotonina, cortisol... Nos últimos anos, temos tomado cada vez mais consciência de como estes neurotransmissores influenciam as nossas vidas. Mas será que a maioria já ouviu falar na anandamida? No seu novo livro Anandamida – o Neurotransmissor de Deus, o autor fenómeno espanhol Borja Vilaseca, diz-nos que este neurotransmissor é responsável por um estado de «suprema alegria e de conexão com o universo». E, curiosamente, este poderoso regulador de humor é produzido pelo nosso corpo. Foi, aliás, o primeiro endocanabinoide descoberto pela comunidade científica.

Acontece que, segundo o autor, o nosso modo de vida atual nos faz produzir anandamida em doses deficitárias e que é urgente «criarmos as condições para a sua secreção regular». Quais são? Hábitos como dormir bem, apanhar sol, praticar exercício aeróbico, treinar a «respiração consciente» e «banhos de vapor», consumir alimentos anti-inflamatórios, e evitar os ecrãs e «campos eletromagnéticos» que causam «stresse oxidativo».

Parece que o nome escolhido pelos cientistas em 1992 (o sânscrito «ananda» significa «felicidade suprema») vem justamente desse enorme potencial neuroquímico que nos permite experienciar estados místicos, compaixão e iluminação espiritual. Não é por acaso que lhe chama «a molécula de Deus». E este Deus, explica Borja Vilaseca, «não tem nada que ver com o que religiões organizadas nos disseram […] é um estado de consciência real, mensurável e replicável» que nos permite uma «experiência direta do divino, sem intermediários». Acrescenta, sem medo da polémica, que «Deus está dentro de nós», o que torna a «fé irrelevante».  Afinal, «a espiritualidade não é uma ideologia: é aquilo que somos na essência».

Um livro que nos propõe uma ponte entre a ciência e a espiritualidade, Anandamida – o Neurotransmissor de Deus já chegou à rede livreira nacional com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Maria João Vieira.  

Sobre o Autor

Borja Vilaseca é escritor, divulgador, conferencista, professor, empreendedor e criador de projetos pedagógicos destinados a promover uma mudança de paradigma social. Fundou a Kuestiona, uma comunidade educativa para pensadores, exploradores espirituais e inconformistas, que promove programas online para ajudar as pessoas a tornarem-se a mudança que querem ver no mundo; fundou também La Akademia, um movimento cidadão que promove gratuitamente educação emocional e de empreendedorismo para jovens; assim como o projeto Terra, uma proposta de escola consciente e de transformação do sistema educativo. Todos estes projetos têm presença internacional, tal como os diversos cursos online que organiza. É também autor de vários bestsellers de desenvolvimento pessoal que contam já com mais de um milhão de exemplares vendidos e são publicados em 25 países.

O Novo Rei da Bateria e da Fotografia Compacta?



O mercado dos smartphones de gama média-alta ganhou um concorrente de peso. O OPPO Reno16 5G chegou para provar que não é preciso um tamanho exagerado para entregar especificações brutais. Focada no público que vive nas redes sociais, a OPPO desenhou um dispositivo que equilibra portabilidade premium, câmaras versáteis e uma bateria massiva. 
Passámos as últimas semanas a testar o mais recente membro da família Reno e dizemos-lhe se vale mesmo a pena o investimento.

Design e Ecrã
Compacto e Futurista
Esqueça os tijolos desconfortáveis. O OPPO Reno16 aposta num formato compacto com um ecrã AMOLED de 6,32 polegadas, ideal para utilizar apenas com uma mão.

Traseira 3D Holográfica
O grande destaque visual é a tecnologia Holo Vers 3D na versão branca (Pop White). Cria um efeito tridimensional flutuante que reage à luz, parecendo uma galáxia esculpida sob o vidro.

Ecrã Brilhante 
O painel conta com taxa de atualização de 120Hz e um brilho de pico impressionante de 3600 nits. A visualização sob luz solar direta é perfeita. A fadiga ocular é reduzida graças ao escurecimento PWM de 3840Hz.

Construção Blindada
A moldura em alumínio tem certificação IP69K, garantindo a máxima proteção contra poeira e jatos de água quentes sob pressão.


Câmaras
O Paraíso dos Criadores de Conteúdo
Se o seu foco é o Instagram ou o TikTok, o conjunto fotográfico do Reno16 vai surpreende-lo. A marca implementou quatro câmaras de 50 megapíxeis (três atrás e uma à frente):
  • Principal de 50 MP: Captura imagens nítidas, com cores fiéis e excelente alcance dinâmico.
  • Teleobjetiva de 50 MP (Zoom Ótico 3.5x): Perfeita para retratos sem distorção. O zoom digital chega até 120x.
  • Ultra-wide de 50 MP: Ótimo campo de visão que partilha a mesma calibração de cor do sensor principal.
  • Selfie de 50 MP: Equipada com foco automático e um ângulo ultra-amplo para garantir que ninguém fica de fora na foto de grupo.
Destaque de Software
O modo Cyberpop permite aplicar filtros retro em alta resolução diretamente na app nativa. Além disso, o smartphone permite gravar em 4K a 60 FPS em todas as câmeras e alternar entre lentes a meio da gravação de forma fluida — uma função essencial para vlogs.

Desempenho e Bateria
Autonomia Invejável
O desempenho diário é gerido pelo processador Snapdragon 7 Gen 4, acompanhado por 8GB ou 12GB de RAM. Não é um chip topo de gama para jogos pesados nas definições máximas, mas mantém o sistema fluido e a temperatura controlada (estabilizando por volta dos 38°C).

Onde ele realmente esmaga a concorrência é na autonomia com uma bateria de Silício-Carbono de 6700 mAh, consegue aguentar facilmente mais de um dia inteiro de uso intenso. Em uso moderado, chega a atingir até dois dias sem tocar na tomada.
Dispõe de um carregamento SUPERVOOC de 80W, o que permite que com o carregador rápido incluído na caixa recupere 100% da energia em cerca de uma hora. 

Nota: O modelo não suporta carregamento sem fios.

Software e Inteligência Artificial
O Reno16 sai da caixa com o ColorOS 16 baseado no Android 16. A interface inclui várias ferramentas de Inteligência Artificial para facilitar o dia a dia:
  • Mind Space: Para capturar conteúdos do ecrã e transcrever áudios rapidamente.
  • Edição de Imagem Avançada: Apaga transeuntes ou objetos indesejados das tuas fotos com apenas um toque.
  • Ilha Dinâmica à la OPPO: Um recurso no topo do ecrã que facilita o controlo de música e apps de transporte.
O OPPO Reno16 5G é a escolha ideal para quem procura um telemóvel elegante, que não ocupe muito espaço no bolso, mas que garanta bateria para esquecer o carregador em casa. As suas capacidades fotográficas e de vídeo tornam-no numa das ferramentas mais tentadoras do ano para criadores digitais. Se o desempenho puro em jogos não for a sua prioridade máxima, este equipamento entrega um dos pacotes mais equilibrados e bonitos do mercado médio-alto.

Alma Shopping convida a refletir sobre o planeta com a nova exposição “ECOLOGIA”



O Alma Shopping assume-se uma vez mais como um ponto de encontro entre a cultura, a cidadania e os seus visitantes. É com este propósito que o Centro Comercial gerido e comercializado pela CBRE, convida toda a comunidade de Coimbra a visitar e a refletir sobre o futuro do nosso planeta através da nova exposição coletiva “ECOLOGIA, Relações Humano – Não Humano no Antropoceno”.

Promovida pela Comunidade Artistas Inteligentes (CAI), a mostra inaugura oficialmente este sábado, dia 5 de setembro, pelas 15h00, no espaço Galeria (Loja 133, no piso 1). Este momento inaugural será marcado por um convite à partilha direta, contando com a presença exclusiva dos 15 artistas plásticos e da curadora da exposição, Alice Joana Gonçalves.

Numa altura em que as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e as transformações territoriais marcam a agenda global, o Alma Shopping transforma-se num espaço de pausa, reflexão e diálogo. Mais do que uma mera galeria de contemplação, este projeto surge como um convite aberto aos visitantes do shopping para desacelerarem do ritmo diário e pensarem o mundo como uma rede partilhada, onde cada ação humana impacta o ecossistema.

Através de diferentes linguagens plásticas, as obras exploram dimensões de afeto, cuidado, mas também de dependência e violência mútua entre o homem, os animais, os rios e as paisagens. “A arte pode ajudar-nos a parar, a olhar e a imaginar outras formas de relação com o mundo”, destaca a curadora Alice Joana Gonçalves, sublinhando a urgência de questionar o papel central que o ser humano assume na Terra.

O Alma Shopping estende assim o convite a todas as famílias, estudantes e amantes da arte para visitarem esta mostra que estará patente até ao final do mês de setembro. A entrada é totalmente gratuita, integrando-se na missão do centro em democratizar o acesso à cultura e sensibilizar para as causas ambientais.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Palaphita recebe dois dias de jazz e música brasileira com entrada livre em Cascais



Em setembro, o Palaphita Cascais transforma-se num dos palcos da música brasileira em Portugal. Nos dias 5 e 6, o espaço da Casa da Guia recebe a primeira edição portuguesa do Brazilian Jazz Festival, com concertos gratuitos e vista para o Atlântico, desde a tarde até à noite.

O festival reúne artistas de diferentes gerações e percorre várias linguagens da música brasileira, da MPB ao jazz instrumental, passando pelo fusion e por outros ritmos. Ao longo dos dois dias, os concertos ocupam os diferentes ambientes do Palaphita, num encontro entre música, natureza e gastronomia.

“Receber músicos de diferentes gerações e estilos é muito especial para nós. O Palaphita tem uma ligação muito forte à cultura brasileira e queremos que o espaço seja também um lugar onde essa cultura possa ser descoberta e vivida em Portugal”, afirma Mário de Andrade, fundador do Palaphita.

No sábado, 5 de setembro, sobem ao palco Belle Blue, Rodrigo Augusto, Micheline Cardoso, Udi e os Alquimistas de Jorge, com um tributo a Jorge Ben Jor, e Bahiana Beat. O primeiro dia inclui ainda atuações de DJs ao longo do evento.

No domingo, 6 de setembro, o festival dedica especial atenção ao jazz instrumental, com concertos de Márcio Diniz Quartet, Walter Areia Quartet, BR Duo Jazz e Ciro Cruz. O encerramento fica a cargo do DJ Levy Gasparian.

Além dos concertos, o Palaphita acolhe outras experiências ligadas à formação e ao contacto com a música. A proposta é que, durante dois dias, os diferentes ambientes do espaço façam parte de um encontro que vá além do palco principal.

“A ideia é que o Palaphita seja cada vez mais um ponto de encontro entre Brasil e Portugal também através da música. Abrir as portas para que o público possa conhecer diferentes artistas e a diversidade da música brasileira é exatamente o tipo de experiência que queremos criar aqui”, conclui Mário de Andrade.

Sobre o Palaphita
O nome Palaphita tem origem em um dos sistemas construtivos utilizados na Amazónia,  uma habitação construída sobre troncos ou pilares. Esse tipo de construção é comum em áreas alagadiças, pois deixa a casa em uma altura que a água não a alcança, tornando-se volátil às intempéries. Versátil, adaptável e diferenciado, assim como o restaurante Palaphita. 

Nascido do inconfundível verde brasileiro, o restaurante é um eco-lounge gastronómico, atualmente localizado em Cascais. O Palaphita cultiva as suas raízes amazónicas também na ementa e no ambiente. Uma essência única e pronta para ser partilhada e crescer noutras terras. Enaltecendo as suas raízes em qualquer lugar do mundo.

Desde a sua criação no Rio de Janeiro, em 2004, o Palaphita Kitch, na Lagoa Rodrigo de Freitas, buscou levar experiências de elevado valor gastronômico, apoiadas na fusão entre a cultura alimentar, os produtos amazónicos e hábitos locais, além de proporcionar ótimos pratos e drinks. 

Depois da criação da primeira unidade, foi construído o Palaphita Gávea no Jockey Club Brasileiro, em 2013, e três anos depois, o Palaphita Galeão, para receber os Jogos Olímpicos de 2016. Todos localizados na Cidade Maravilhosa. 

No ano de 2020, os sócios cruzaram fronteiras, atravessaram o Oceano Atlântico e atracaram em Cascais, Portugal. Hoje contam com duas operações abertas: na área restrita do embarque internacional do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e o Palaphita Cascais, em Portugal. 

Em ambos os espaços, o Palaphita proporciona uma atmosfera primitiva e exclusiva, integrada organicamente ao local escolhido. Além da experiência  gastronómica e visual de excelência para os seus clientes, o restaurante destaca-se pelo uso de fibras renováveis, materiais descartáveis biodegradáveis e compostáveis, materiais de limpeza biodegradáveis e de menor impacto ambiental. Sempre visando a regeneração. 

Arquitetura e Regeneração
O conceito de decoração do Palaphita baseia-se em uma arquitetura efêmera e que tem como base construções transitórias que podem modificar-se de acordo com o ambiente e o entorno natural, que se movimentam de acordo com a disponibilidade de matérias e as intempéries de cada lugar. Onde a natureza dita as regras do layout e da espacialidade gerada para o programa de necessidades deste eco-lounge. O ambiente no Palaphita é usualmente estruturado em espaço aberto, com bioarquitetura e ecodesign de reflorestamento, mobiliários e decorações à base de materiais naturais, de reflorestamento ou reuso abundantes na sua região. 

“Há 20 anos, nos preocupávamos com a sustentabilidade, hoje o nosso grande guia é a regeneração do nosso espaço”, explica Mário de Andrade, que criou os móveis e cenários do Palaphita, sempre a buscar a harmonia com o meio-ambiente. 

Sócios e Criadores
Mário de Andrade Netto viveu na Amazônia até 1982, quando concluiu o secundário e mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro com apenas 16 anos. Com espírito empreendedor, trancou a universidade para se arriscar no mundo dos negócios. Aos 18 anos, abriu em 1983, com a irmã Mônica, a primeira delicatessen do Rio de Janeiro, a Casa dos Sabores.

Nos anos 1990, viu que poderia ter uma carreira promissora ao montar banquetes completos, inaugurando um buffet e extinguindo a Casa dos Sabores. Passou longe dos buffets tradicionais que dominavam as recepções dos anos 80 e investiu em receitas mais sofisticadas, como antepastos, carpaccios e terrines - deu certo. 

Andrade tornou-se a principal referência do mercado e, nas duas décadas seguintes, contabilizou mais de 40 mil banquetes, recepções, coquetéis, jantares, brunchs, pequenos-almoços, festas, etc para até 12.000 pessoas simultâneas, além de ter sido o catering oficial de eventos internacionais como a Fórmula Indy, o Mundial de MotoVelocidade, feiras, congressos, megashows e eventos nacionais que vão do Festival Folclórico de Parintins (por 15 anos consecutivos) aos mais íntimos jantares de socialites, personalidades e empresários.

SkyShowtime celebra 60 anos de Star Trek



“Vida longa e próspera” – No próximo dia 8 de setembro assinalam-se 60 anos desde que o primeiro episódio de Star Trek chegou aos ecrãs. Quer esteja a revisitar missões lendárias ou a descobrir a fronteira final pela primeira vez, a coleção de Star Trek da SkyShowtime é a forma perfeita de celebrar seis décadas revolucionárias de uma das franquias de ficção científica mais adoradas do mundo. De Star Trek II: The Wrath of Khan (Star Trek II: A Ira de Khan) a Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos), não faltam opções para os fãs desfrutarem.

Para assinalar este importante aniversário, o público português poderá agora ir audaciosamente onde nenhum fã foi antes, com o recente lançamento de um terceiro canal de streaming on-demand dedicado a Star Trek, “Star Trek Movies”, que incluirá 13 longas-metragens, desde Star Trek: The Motion Picture (Star Trek: O Filme) (1979), o primeiro filme da franquia, até Star Trek Beyond (Star Trek Além do Universo) (2016). 

Este novo canal temático junta-se aos dois canais on-demand da SkyShowtime já existentes e exclusivamente dedicados à recente franquia: “Star Trek” e “Star Trek: Starfleet Academy”. Em conjunto com o canal de streaming “Supernatural”, dedicado à ficção científica, proporcionarão entretenimento de outro mundo, com uma vasta seleção de títulos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo Star Trek: Discovery, Star Trek: Enterprise, Star Trek: Lower Decks, Star Trek: Picard, Star Trek: Prodigy (Star Trek: Prodígio) e Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos).

E há ainda mais novidades: a partir de 18 de novembro, os fãs poderão descobrir histórias nunca antes contadas de Saru (Doug Jones) e Tilly (Mary Wiseman), com as temporadas um e dois de Star Trek: Short Treks disponíveis na plataforma SkyShowtime. As séries e os filmes são distribuídos internacionalmente pela Paramount Global Content Distribution.

SkyShowtime está disponível diretamente para o consumidor através da aplicação SkyShowtime em dispositivos Apple iOS, tvOS, Android, Android TV, Google Chromecast, TVs LG, Smart TVs Samsung, bem como Amazon Fire TV e Prime Video Channels em mercados selecionados. Também está disponível através do seu site www.skyshowtime.com. O preço mensal da SkyShowtime para o plano Standard com anúncios é de 6,99€, o preço mensal do plano Standard é de 8,99€ e o preço mensal do plano Premium é de 12,99€. A SkyShowtime está ainda disponível em parceiros de distribuição selecionados nalguns mercados em que opera.

Jorge Drexler pela primeira vez ao vivo no Coliseu de Lisboa



Pela primeira vez, Jorge Drexler sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O músico, compositor e cantor uruguaio apresenta, a 13 de março, o espetáculo TARACÁ, o seu mais recente álbum, numa nova produção que reúne as canções deste disco e revisita alguns dos temas mais marcantes do seu repertório. Os bilhetes já estão à venda em BOL.pt e nos locais habituais.

Concebido como um álbum que aproxima gerações e geografias, estilos e tempos, o concreto e o simbólico, TARACÁ encontra no candombe uruguaio o seu fio condutor, colocando a palavra e a percussão no centro da maioria das composições. O novo espetáculo transporta esse universo para o palco através de uma nova conceção cénica, com Jorge Drexler acompanhado por sete músicos.

Ao longo de mais de três décadas, Jorge Drexler construiu uma obra de referência na música ibero-americana contemporânea. Formado em medicina, deixou o Uruguai em 1995 para se dedicar inteiramente à música. A formação científica continua a refletir-se na sua escrita, que coloca  música, literatura e conhecimento em diálogo e resulta em  letras que transitam entre a poesia e a ciência.

Apaixonado pelas palavras e pela tradição da décima (uma forma poética tradicional da literatura ibérica e latino-americana, composta por dez versos e muito presente da tradição oral), Jorge Drexler desenvolveu uma linguagem própria que explora a emoção, apelando à empatia e aos laços que unem pessoas, culturas e sociedades.

Ao longo da sua carreira, Jorge Drexler foi distinguido com um Óscar para Melhor Canção Original, dezasseis Latin Grammy, um Prémio Goya e uma Biznaga de Prata, entre muitos outros reconhecimentos internacionais. O álbum anterior, Tinta y Tiempo (2022), recebeu sete Latin Grammy e deu origem a uma digressão mundial com mais de 90 concertos, distinguida com o Prémio Ondas para Melhor Espetáculo em 2023.

Nesta estreia no Coliseu dos Recreios, no dia 13 de março de 2027, Jorge Drexler apresenta pela primeira vez em Portugal o espetáculo TARACÁ, reunindo o novo repertório e algumas das canções que marcaram um dos percursos mais relevantes da música ibero-americana contemporânea.

"Truly Naked" estreia nos cinemas e na Filmin



Apresentado na secção Perspectives do Festival de Berlim 2026, o filme acompanha Alec, um adolescente introvertido que cresceu num contexto pouco convencional: o pai, Dylan, gere um pequeno negócio de produção de pornografia, e a própria casa da família funciona como espaço de trabalho. Depois de se mudarem de Londres para uma tranquila cidade costeira, Alec tenta começar de novo e esconder dos colegas a realidade da sua vida familiar.

Tudo muda quando conhece Nina, uma jovem independente e de personalidade forte que desafia as ideias que Alec herdou sobre sexo, desejo e relações. À medida que os dois se aproximam, Alec começa a perceber que a intimidade não pode ser reduzida àquilo que aprendeu a observar através de um ecrã.

Com Caolán O’Gorman, Safiya Benaddi, Andrew Howard e Alessa Savage nos principais papéis, Truly Naked utiliza o universo da indústria pornográfica como ponto de partida para uma reflexão mais ampla sobre adolescência, consentimento, vulnerabilidade, masculinidade e a procura de uma ligação genuína com o outro.

Um filme com coração sobre pessoas que anseiam por uma ligação real. 

Para Muriel d’Ansembourg, a pornografia é sobretudo o cenário a partir do qual o filme aborda uma questão mais universal: a necessidade humana de intimidade.

A sexualidade é algo que, por um lado, interessa às pessoas, mas, por outro, também lhes provoca medo. É algo muito privado e, ao mesmo tempo, algo para o qual toda a gente parece estar a olhar, explica a realizadora numa entrevista ao Screen Daily. Para d’Ansembourg, Truly Naked é, acima de tudo, um filme com coração sobre pessoas que anseiam por uma ligação real, sendo o universo do cinema para adultos o pano de fundo para explorar esse desejo.

A realizadora parte também de uma preocupação particularmente contemporânea: a forma como uma geração que cresceu rodeada de imagens pornográficas constrói as suas primeiras ideias sobre sexo e relações. Numa entrevista recente, d’Ansembourg questiona o que significa para um jovem aprender sobre intimidade antes de ter experiências reais de proximidade e afeto e sublinha que o filme não pretende ser simplesmente "anti-pornografia".

Essa ambiguidade é central: mais do que condenar ou defender a pornografia, o filme procura criar espaço para questionar as imagens que consumimos, a forma como estas moldam expectativas e a diferença entre ver e ser verdadeiramente visto.

A chegada de Truly Naked a Portugal resulta da colaboração entre a Nitrato Filmes e a Filmin, permitindo ao público descobrir o filme tanto nas salas de cinema, a partir de 17 de setembro, como online, na Filmin, a partir da mesma data.

A estreia pretende aproximar diferentes públicos de uma obra que se encontra na interseção entre o cinema de autor, o coming-of-age e o debate contemporâneo sobre sexualidade e relações humanas.



Pedro Luzindro em noite de stand-up comedy com entrada gratuita no Casino Estoril



O Casino Estoril oferece, no próximo sábado, 5 de setembro, um novo cartaz de animação no Lounge D. Logo pelas 22h00, a cantora Joana Alfaiate, acompanhada pela banda residente do Casino Estoril, sobe ao palco para protagonizar o 1º set inspirado em “40 anos do pop ao rock”. Posteriormente, pelas 23h00, será a vez de Pedro Luzindro apresentar o seu espectáculo de stand-up comedy com alguma irreverência e muitos momentos hilariantes. Pela meia-noite, Joana Alfaiate regressa ao palco para um 2º set, seguindo-se a contagiante “DJ Session” com as sonoridades envolventes de DJ Fonz.

Pedro Luzindro protagoniza espectáculo de stand-up comedy
Actor, comediante e guionista, Pedro Luzindro faz stand-up desde 2013, com mais de 400 espectáculos e dois solos no currículo — “Besta” e “Desarrumado”. Formado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, passou pelos Artistas Unidos e pela Companhia do Chapitô, integrou o elenco de “Donos Disto Tudo” (RTP) e escreveu para o “5 para a Meia-Noite”. É residente do Lisboa Comedy Club e um dos fundadores do grupo de improviso “Jokebox”.