sexta-feira, 10 de abril de 2026

Quando os livros são uma saudável loucura



A Mais Bela Maldição marca a estreia de Rui Couceiro na não ficção com uma homenagem aos leitores – «essa tribo mais ou menos rara» – cujas vidas foram irreversivelmente contagiadas pelo poder das palavras.

Dar o protagonismo à leitura e dedicar a vida aos livros é o que une as personalidades que Rui Couceiro dá a conhecer no seu novo livro. Espalhadas pelo globo, todas foram visitadas pelo autor e com ele partilharam o modo como os livros – essa invenção a que tantas vezes se vaticinou o fim – lhes mudaram a vida a ponto de ganharem nela um papel central. Embora o escritor, que já foi editor e se encontra a comissariar um festival literário, pudesse bem figurar como protagonista de um décimo primeiro texto, são sobre outros os relatos que podemos conhecer no seu novo livro.

Criar bibliotecas em prisões, promover residências literárias, salvar livros da destruição e disponibilizá-los à comunidade: muito tem a contar quem não escapou à «bela maldição» que dá título a este tributo aos livros e aos leitores. Nas palavras de Irene Vallejo, estamos perante «Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo.»

Depois de Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa – ambos aclamados pela crítica – a Porto Editora publica agora A Mais Bela Maldição, que já se encontra em pré-venda, chegando às livrarias a 16 de abril.

Sobre o Autor

Rui Couceiro nasceu no Porto, em 1984. Trabalhou no meio editorial durante duas décadas, primeiro como assessor de comunicação da Porto Editora e mais tarde como editor da Bertrand, onde criou e dirigiu durante dez anos a chancela Contraponto. Atualmente, encontra-se a comissariar o evento literário e cultural BABELL, promovido pela Fundação Livraria Lello, com o apoio da Câmara Municipal do Porto. É membro do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queiroz e colabora com a revista Visão. Como autor, publicou, em 2022, o seu primeiro romance, Baiôa sem Data para Morrer, distinguido com o Prémio Literário Manuel de Boaventura nesse ano e finalista do Prémio Pen Club Português no ano seguinte. Em 2024, lançou o seu segundo romance, Morro da Pena Ventosa, que obteve idêntico reconhecimento dos leitores e da crítica.

Twin Docs lançam um guia prático para fazer da saúde um estilo de vida



Os médicos Pedro Barreira e João Vasco Barreira, conhecidos como The Twin Docs, lançam Saúde dos Pés à Cabeça – Da prevenção à cura: como cuidar mais de si, um guia prático que incentiva os leitores a encarar a saúde como um compromisso diário. Baseado em conhecimento científico e na prática clínica dos especialistas em Medicina Geral e Familiar e Oncologia, o livro apresenta uma abordagem integrada que cruza prevenção, autocuidado e informação acessível.

Os irmãos gémeos, que são uma referência na literacia médica na área digital, abordam algumas das doenças que mais nos afetam no dia a dia, como cefaleias, alergias, problemas de pele e articulações, e exploram temas como as doenças autoimunes e oncológicas, a saúde mental e as novas abordagens na medicina que já estão a revolucionar a forma como as doenças são encaradas.

Com uma linguagem clara e próxima, Saúde dos Pés à Cabeça propõe mais do que respostas rápidas: oferece caminhos para que cada leitor conheça melhor o seu corpo, faça as perguntas certas e tome decisões informadas. O livro reflete ainda uma preocupação crescente da sociedade com o bem-estar físico e mental, num contexto em que há novas patologias a ganhar terreno e as doenças se manifestam cada vez mais cedo.

Ao reunir duas perspetivas médicas complementares numa mesma obra, os Twin Docs apresentam um manual abrangente que convida a fazer da saúde um verdadeiro estilo de vida.

Saúde dos Pés à Cabeça já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 23 de abril.

Sobre os Autores

Pedro Barreira 
Médico Especialista em Medicina Geral e Familiar e Perito Médico do Instituto da Segurança Social. Em 2018 viveu no Brasil, onde trabalhou no Serviço Único de Saúde (SUS), na Clínica da Família Maria do Socorro, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Em 2019 integrou a equipa do St. Luke’s Hospital, em Singapura, onde completou fellowship em Geriatria. Tem formação avançada em Medicina do Viajante pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Lisboa. É pós-graduado em Dor e Cuidados Paliativos e em Gestão em Saúde. É cofundador da página de Instagram TheTwinDocs e coautor do podcast Double Shift. 

João Vasco Barreira 
Médico Especialista em Oncologia Médica e Perito Médico do Instituto da Segurança Social e professor universitário. Em 2019 viveu em Itália, onde realizou fellowship no Istituto Toscano Tumori. Doutorando em Neurociências pela Universidade Católica de Lisboa, com projeto de investigação em cancro da próstata, tem pós-graduações em Gestão em Saúde e em Dor e Nutrição no doente oncológico. É cofundador da página de Instagram TheTwinDocs e coautor do podcast Double Shift.

O Lobo Mau invade o Oeiras Parque



No próximo dia 12 de abril, o Oeiras Parque convida as famílias para uma tarde especial, com a leitura dos contos do Lobo Mau numa sessão conduzida pela autora Clara Cunha e Sofia Vieira, fundadora da Livraria Aqui Há Gato, acompanhadas pela mascote do Lobo Mau.

A partir das 16h00, junto ao Parque Infantil do centro, as crianças poderão entrar no universo de uma das personagens mais icónicas do imaginário infantil, numa experiência pensada para despertar o gosto pela leitura. Vão explorar-se títulos como ‘A visita do Lobo Mau’, ‘Lobo Bom ou Lobo Mau?’, ‘A Grande Aventura do Lobo Mau’, ‘Entra na caixa, Lobo Mau’ e ‘Não tenhas medo, Lobo Mau’.

No final da sessão, os mais pequenos terão ainda a oportunidade de tirar fotografias com a mascote, levar um livro autografado e, ainda, receber uma “pegada do Lobo”, um carimbo personalizado, tornando esta experiência ainda mais especial para as famílias que rumarem até ao Shopping da Linha.

Esta iniciativa, fruto da parceria entre o Oeiras Parque, a Livros Horizonte e a FNAC, aproxima os leitores mais jovens do mundo dos livros e oferece um programa acessível a quem procura uma atividade especial e descontraída para as crianças.

Com entrada livre, esta é a sugestão perfeita para quem procura um programa diferente, educativo e cheio de encanto para a tarde de domingo.

One Night with Orchestra - Homenagem a Genesis



Há bandas que não pertencem apenas à história da música: pertencem à história de cada um de nós. Os Genesis são uma dessas raras formações que atravessam gerações, moldam sensibilidades e deixam uma marca indelével na cultura contemporânea. A sua fusão visionária de rock progressivo, teatralidade, poesia e inovação sonora transformou-os numa referência absoluta — um farol criativo que continua a inspirar músicos e ouvintes em todo o mundo.

Peter Gabriel cuja voz e presença redefiniu uma era do rock progressivo, e mais tarde Phil Collins já como líder dos Genesis, desde logo reconheceu o talento de Martin Levac, destacando-o como um intérprete excecional, capaz de captar não apenas a técnica, mas a alma do universo Genesis. A sua ligação artística a Collins é conhecida e respeitada, e o seu trabalho tem sido celebrado pelo próprio — um selo de autenticidade raro e precioso.

A esta homenagem junta-se Nick D’Virgilio, um dos grandes bateristas da atualidade, fundador dos Big Big Train e um dos poucos músicos que teve o privilégio de tocar com alguns membros dos Genesis, mais propriamente e ultimamente com Steve Hackett, na sua digressão nos EUA. A sua presença neste espetáculo não é apenas simbólica: é a ponte viva entre o passado e o presente, entre a banda original e aqueles que continuam a elevar o seu legado.

E, como se isso não bastasse, esta celebração ganha uma dimensão ainda mais grandiosa com a Orquestra Sinfónica de Lisboa sob direção do maestro Stefano Sovrani, que transforma cada melodia numa experiência arrebatadora. Como diz a sinopse oficial, esta é uma noite onde “a força do rock progressivo se encontra com a grandiosidade de uma orquestra sinfónica”, elevando estas composições a um novo patamar de emoção e majestade.

Assistir a esta homenagem em forma de tributo é mais do que ouvir música: é revisitar memórias, reencontrar histórias, sentir novamente o impacto de canções que moldaram décadas. É uma oportunidade rara para os fãs viverem, ao vivo, uma homenagem digna a uma das bandas mais memoráveis dos nossos tempos — agora envolta na profundidade, na intensidade e na beleza de uma orquestra sinfónica.



Uma noite única. Um legado eterno. Uma celebração que honra o passado e emociona o presente.

9 de Junho de 2026 — 21h30
Coliseu dos Recreios, Lisboa

«O Assassino Cego»: o puzzle literário que deu a Margaret Atwood o primeiro Booker Prize da carreira



A inigualável Margaret Atwood recebeu, no ano 2000, o primeiro Booker Prize da carreira por O Assassino Cego. Considerada uma das maiores autoras do panorama literário mundial, Atwood oferece-nos, neste romance, uma história em que a profunda ironia e o drama sombrio culminam numa reviravolta final brilhante e deveras surpreendente.

O Assassino Cego é tanto uma grandiosa saga familiar como um perfeito noir, ao qual não falta uma história de amor e uma comovente denúncia social. Uma nova edição desta obra, que estava esgotada no catálogo da Bertrand Editora, chega às livrarias a 16 de abril com uma nova capa, e surge no seguimento das reedições de A História de Uma Serva (romance e novela gráfica) e de Chamavam-lhe Grace. Seguir-se-á uma nova edição de Os Testamentos, obra pela qual Atwood recebeu o seu segundo Booker Prize.

«Dez dias depois do fim da guerra, a minha irmã Laura atirou-se de uma ponte com o seu carro.» As inquietantes palavras, que servem de porta de entrada para O Assassino Cego, são proferidas por Iris Chase Griffen. Grande herdeira de uma família canadiana, agora pobre e com 82 anos, Iris conta a história da sua vida e dos acontecimentos que levaram à morte da irmã. Pouco a pouco, os segredos religiosamente guardados da rica e excêntrica dinastia Chase são revelados. Um dos segredos é O Assassino Cego, um romance que rendeu à falecida Laura Chase não apenas notoriedade, mas também um culto de leitores devotos. À medida que esta história dentro da história se desenrola, entre amor, ciúme, sacrifício e traição, o mesmo acontece com a narrativa real, aproximando-se ambas, pé ante pé, da catástrofe.

O Assassino Cego é um misterioso puzzle literário, um labirinto de histórias sobre amor, perda, poder, ideias de classe e independência feminina, entretecido na prosa magistral e pejada de humor negro, língua afiada e profundidade emocional que é a imagem de marca de Margaret Atwood. É também um olhar poderoso sobre a forma como as mulheres lidam com as expectativas sociais que lhes são impostas, usando a narrativa como forma de resistência.

O Assassino Cego, de Margaret Atwood, chega às livrarias a 16 de abril, com tradução de Elsa T. S. Vieira.

Sobre a Autora

Margaret Atwood é uma das mais celebradas autoras do panorama literário mundial e, além do clássico A História de Uma Serva, publicou mais de cinquenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Booker Prize (por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, sequela de A História de Uma Serva, em 2019), o PEN Center USA Lifetime Achievement Award e o The British Book Award for Freedom to Publish. Uma das mais ativas vozes na defesa pelos direitos das mulheres, na ficção e na não-ficção, está traduzida em mais de quarenta idiomas. Vive em Toronto. 

Margaret Atwood recebeu, em 2022, o título de Doutora Honoris Causa, atribuído pela Universidade do Porto pela «extraordinária qualidade da sua obra literária, a importância da sua reflexão intelectual e a pertinência do seu combate público por uma sociedade mais justa, digna e sustentável».  

Concerto de Maria León com ensemble no Coliseu Club



No dia 15 de abril de 2026, o Coliseu Club, em Lisboa, recebe “Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma”, um espetáculo multidisciplinar onde música, pintura e palavra se encontram numa evocação sensorial da cidade e da sua identidade artística.

O concerto constitui o eixo central do espetáculo. Maria León conduz o público por uma viagem musical e poética inspirada no universo feminino, assumindo uma personagem literária com paisagens interiores ligadas ao mar, ao rio e à cidade de Lisboa, num romantismo contemporâneo de natureza bucólica e contemplativa. A música surge como expressão emocional e narrativa, refletindo a multiplicidade interior e a convivência entre diferentes linguagens criativas.

Este universo dialoga com uma sensibilidade portuguesa mais literária, feita de silêncio e contemplação, evocando o pensamento de Alberto Caeiro, heterónimo de Fernando Pessoa, onde a experiência íntima da natureza define o sentido da criação. O projeto inspira-se também na tradição do Modernismo Português, com artistas multifacetados como Santa-Rita Pintor, Almada Negreiros, Sarah Affonso e, mais tarde, Mário Cesariny, cuja pluralidade criativa encontra em Fernando Pessoa o seu símbolo maior.

Maria León apresenta-se com o seu ensemble: Emanuel de Andrade (piano e direção musical), Carlos Tony Gomes (violoncelo), Leopoldo Gouveia (baixo), Sebastian Scheriff (percussões) e Thomas Zellner (guitarra). Como convidados especiais participam Carlos Maria Trindade, Pedro Jóia e Pedro León, reforçando o diálogo entre diferentes universos musicais. O espectáculo integrará um tema de Tom Jobim (Insensatez) e um tema instrumental de Paco de Lucia (Entre dos Aguas) tocado pelo convidado Pedro Jóia). 

No âmbito deste espetáculo, Maria León convida alguns artistas plásticos do Círculo Artístico e Cultural Artur Bual para integrar uma exposição de pintura inspirada na temática “Lisboa, Mar e Alma”, criando um ambiente imersivo onde as artes visuais dialogam com a música. Participam: Elsa Gonçalves, Irene Queiroga, João Balthazar, João Silva, Luís Campos, Margarida Rodrigues, Sandra Tavares e Rodrigo Dias, curador da exposição, com a participação especial da pintora Olga Sotto. 

Serão igualmente apresentadas obras do pintor Rui Brás (1964–2024), numa homenagem ao seu percurso multidisciplinar entre pintura e escrita.

Durante o concerto, Olga Sotto (pintora, escritora, poetisa, atriz, PhD Belas Artes) e Rodrigo Dias (pintor, escultor, escritor, muralista, curador, editor) desenvolvem uma intervenção artística em tempo real, criando uma obra na sombra, ao som da música e da atmosfera sentida. Esta criação simboliza o tempo da arte, a dualidade da criação, o feminino e o masculino, noite e o dia e as fases de maturação de uma obra. Inspirados pelos sentidos humanos, os artistas transformam som, ambiente e emoção numa criação viva e irrepetível, apresentando no fim do espetáculo: a Obra final.

Este gesto afirma a arte como experiência humana, sensorial e imperfeita, em contraponto à produção artificial. 

A obra nasce do tempo, da experiência, da emoção do coração e da presença, convidando o público a refletir sobre a diferença entre uma expressão original e a cópia, entre a criação viva e a geração virtual.

“Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma” propõe assim um encontro entre música, pintura e palavra, revelando a multiplicidade do artista contemporâneo anónimo e de alma livre e criativa.

Será uma noite onde a cidade se celebra a si própria, o Tejo que corre nas vozes, na cor e na alma.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Canon Europa aumenta rendimento de tinta de origem de impressoras



A Canon Europa anunciou uma melhoria significativa na capacidade de impressão  incluída de origem para vários modelos muito populares da gama MAXIFY GX.

As versões específicas, agora designadas como MAXIFY GX1051 / GX2051 e MAXIFY GX1041 / GX2041, passam a incluir, de origem, três frascos de tinta preta, permitindo aos utilizadores imprimir até 17.000 páginas desde o primeiro momento. Isto representa um aumento mais de cinco vezes superior em relação à autonomia anterior, que era de aproximadamente 3.000 páginas.

Esta melhoria significativa oferece valor e conveniência sem precedentes, especialmente para escritórios em casa e utilizadores com exigências de impressão elevadas e de eficiência em termos de custo.

Ao incluir três frascos de tinta preta, a Canon disponibiliza uma solução de impressão prolongada que minimiza interrupções e maximiza a produtividade, garantindo que os clientes podem imprimir até 17.000 páginas a preto e branco antes de necessitarem de adquirir tinteiros de substituição. Para contextualizar, esta quantidade permitiria imprimir várias vezes até as coleções de livros mais extensas.

Esta nova oferta tem por base a fiabilidade e desempenho comprovados das plataformas MAXIFY GX1050/2050 e GX1040/2040, oferecendo valor superior sem comprometer a qualidade ou funcionalidade.

Os modelos melhorados vão estar disponíveis a partir de abril de 2026.

Duda Beat regressa a Portugal com concertos em Lisboa e Porto



A artista brasileira Duda Beat, regressa a Portugal, para dois concertos imperdíveis em abril. A cantora atua na Casa da Música, no Porto, a 15 de abril, e sobe ao palco do LAV – Lisboa ao Vivo, no dia 19 de abril.

Após a sua última passagem pelo país em 2022, Duda Beat traz-nos o seu timbre forte aos ritmos eletrónicos, em músicas que giram em torno do mesmo tema: o amor.

Natural do Recife e radicada no Rio de Janeiro, traz um genéro de um diário recheado de desabafos ácidos.  As letras dão voz à jovem mulher romântica que não consegue adaptar-se à fluidez dos relacionamentos contemporâneos. Engana-se quem pensa que o seu trabalho faz apologia à amargura — o lamento transformado em arte é impregnado de humor. Ao compor desta forma original, inspirando a superação e o empoderamento, recebeu o título de “Rainha da Sofrência Pop”.



Nascida em 1987, Duda Beat é hoje uma das artistas mais relevantes e inovadoras da música brasileira contemporânea, reconhecida por transformar emoções íntimas em pop autoral de forte identidade estética. Desde o elogiado álbum de estreia Sinto Muito (2018), premiado e celebrado pela crítica, construiu uma trajetória marcada por sucessos, parcerias importantes, performances impactantes e presença constante nos principais festivais, incluindo Rock in Rio, Lollapalooza e The Town.

Autora de toda a sua obra, lançou Te Amo Lá Fora (2021), aprofundando a sua maturidade lírica, e Tara e Tal (2024), onde ampliou a sua pesquisa sonora rumo à eletrónica sem perder a coerência emocional. Em 2025, apresentou o EP Esse Delírio, consolidou-se também como comunicadora e referência cultural ao estrear como mentora do The Voice Brasil e lançou o projeto performático Club Tara.

Entre música, moda e performance, Duda Beat afirma-se como uma artista completa, símbolo de reinvenção, liberdade criativa e potência emocional. Os concertos em Portugal prometem momentos de forte ligação com o público, numa experiência intensa, emotiva e dançável.

«Voltar a Mim»: Um livro para quem se esqueceu de si próprio



Num tempo em que vivemos constantemente disponíveis para os outros, é fácil perdermonos de nós próprios. Entre expectativas, responsabilidades e a pressão de corresponder, vamos adiando o que sentimos e deixando as nossas necessidades em último lugar. Voltar a Mim — 100 Verdades para Te Reencontrares, de Melissa D’Alva, nasce precisamente desse lugar: o momento em que percebemos que é preciso parar e voltar ao essencial.

Ao longo de 100 reflexões curtas e autênticas, a autora aborda temas que muitas vezes ficam por dizer como o cansaço emocional, o medo de desiludir, a dificuldade em impor limites, a necessidade de recomeçar e a procura de validação constante. São textos que funcionam como pequenos pontos de paragem e convidam o leitor a escutar-se com mais honestidade e a recuperar a sua voz.

Sem fórmulas rígidas ou promessas irreais, este livro é um lembrete de que priorizar-se não é egoísmo e de que regressar a si próprio pode ser o primeiro passo para viver com mais equilíbrio e autenticidade porque, por vezes, tudo o que precisamos é de parar, respirar e dizer: agora é a minha vez.

Voltar a Mim chega às livrarias a 16 de abril.

Sobre a Autora

Melissa d’Alva é formada em Psicologia. Faz acompanhamento terapêutico com recurso a ferramentas de cura e autodescoberta. Acredita em explorar todas as dimensões do potencial humano para viver uma vida mais equilibrada e preenchida.

Projeto Miramar em concerto no Teatro da Trindade Inatel



Na sequência da edição de Miramar III, o seu terceiro registo de originais, o projeto Miramar, dos guitarristas e compositores Frankie Chavez e Peixe, irá apresentar-se ao vivo no Festival Vodafone Paredes de Coura, dia 12 de agosto.

No próximo dia 24 de novembro, pelas 21h, Miramar irá atuar, desta vez num concerto em nome próprio, no Teatro da Trindade Inatel, em Lisboa.

Os bilhetes para este espetáculo já estão disponíveis na Ticketline e nos locais habituais

De referir que, para ambos os concertos, os Miramar irão preparar espetáculos muito especiais, com um conjunto de convidados que irão sendo divulgados ao longo dos próximos meses.

Do álbum Miramar III, editado em outubro do ano passado e elogiado tanto pela crítica como pelo público, foram já retirados três singles, respetivamente I'm leaving Cap.II, Café Planície e Fado Marafado.

Há um nítido fio condutor no caminho que Frankie Chavez e Peixe têm vindo a fazer ao volante do projeto Miramar. Se o primeiro álbum da dupla foi descrito como um diário de viagem numa estrada que se percorre de forma contemplativa e o segundo como um laboratório de lugares, o novíssimo Miramar III corporiza já um álbum de memórias vindas do espaço onde tudo aconteceu. Há visitas, há ruído, há vizinhos, há interferências e possíveis sequelas. Frankie Chavez e Peixe abordam as memórias sob novos ângulos, numa tentativa de regresso ao lugar onde foram felizes, esperando que esse lugar, tal como eles, tenha mudado. É o terceiro volume de uma história contada a dois, onde as partidas e os regressos fazem parte de uma infinita viagem que se simula no tempo.