sexta-feira, 11 de setembro de 2026

George Israel, dos Kid Abelha, regressa ao Palaphita para concerto em Cascais



O músico e compositor brasileiro George Israel, integrante dos Kid Abelha, regressa ao Palaphita, em Cascais, a 13 de setembro, para um concerto de entrada gratuita, com início às 18h30. A atuação acontece num momento especial da sua carreira, que coincide com o regresso da banda carioca aos palcos após 13 anos afastada.

Além dos êxitos que emplacou com os Kid Abelha como "Te Amo pra Sempre", "Eu Tive um Sonho" e "Grand Hotel", George Israel assina parcerias de referência com outros nomes maiores da música brasileira, como Cazuza (com quem compôs "Brasil", "Solidão que Nada" e "Burguesia"), Toni Garrido, dos Cidade Negra, e Roberto Frejat, dos Barão Vermelho. "Brasil" tornou-se tema de abertura de Vale Tudo, telenovela de grande êxito em Portugal, cujo desfecho — o assassinato de Odete Roitmann — parou o país no horário nobre em 1990 e teve um remake no ano passado

Nos Kid Abelha, George é autor de parte significativa de um repertório construído ao longo de mais de três décadas. Entre as suas composições estão "Lágrimas e Chuva", cuja versão ao vivo ultrapassa 113 milhões de reproduções no Spotify, e "Nada Sei", parceria com Paula Toller que soma mais de 43 milhões de reproduções numa das versões ao vivo disponíveis na plataforma. O grupo já vendeu mais de 9 milhões de álbuns em 13 discos lançados.

O regresso dos Kid Abelha tem voltado a colocar Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato diante de grandes plateias. A digressão "Eu Tive Um Sonho" marca a reunião do grupo após 13 anos e já passou por grandes espaços no Brasil — em São Paulo, reuniu cerca de 40 mil pessoas.

É neste contexto que George Israel regressa ao Palaphita, onde já atuou anteriormente numa apresentação que teve forte adesão do público.

"A primeira passagem do George pelo Palaphita foi um sucesso e deixou-nos, desde logo, com vontade de o receber novamente. É um músico com uma história enorme na música brasileira, e é muito especial poder trazê-lo de volta justamente neste momento, em que os Kid Abelha regressaram aos palcos e estão a reunir milhares de pessoas pelo Brasil", afirma Mário de Andrade, proprietário do Palaphita.

A programação de 13 de setembro conta ainda com Levy Gasparian, responsável pelo DJ set antes e depois da atuação de George Israel.

Sobre o Palaphita
O nome Palaphita tem origem em um dos sistemas construtivos utilizados na Amazónia,  uma habitação construída sobre troncos ou pilares. Esse tipo de construção é comum em áreas alagadiças, pois deixa a casa em uma altura que a água não a alcança, tornando-se volátil às intempéries. Versátil, adaptável e diferenciado, assim como o restaurante Palaphita. 

Nascido do inconfundível verde brasileiro, o restaurante é um eco-lounge gastronómico, atualmente localizado em Cascais. O Palaphita cultiva as suas raízes amazónicas também na ementa e no ambiente. Uma essência única e pronta para ser partilhada e crescer noutras terras. Enaltecendo as suas raízes em qualquer lugar do mundo.

Desde a sua criação no Rio de Janeiro, em 2004, o Palaphita Kitch, na Lagoa Rodrigo de Freitas, buscou levar experiências de elevado valor gastronômico, apoiadas na fusão entre a cultura alimentar, os produtos amazónicos e hábitos locais, além de proporcionar ótimos pratos e drinks. 

Depois da criação da primeira unidade, foi construído o Palaphita Gávea no Jockey Club Brasileiro, em 2013, e três anos depois, o Palaphita Galeão, para receber os Jogos Olímpicos de 2016. Todos localizados na Cidade Maravilhosa. 

No ano de 2020, os sócios cruzaram fronteiras, atravessaram o Oceano Atlântico e atracaram em Cascais, Portugal. Hoje contam com duas operações abertas: na área restrita do embarque internacional do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e o Palaphita Cascais, em Portugal. 

Em ambos os espaços, o Palaphita proporciona uma atmosfera primitiva e exclusiva, integrada organicamente ao local escolhido. Além da experiência  gastronómica e visual de excelência para os seus clientes, o restaurante destaca-se pelo uso de fibras renováveis, materiais descartáveis biodegradáveis e compostáveis, materiais de limpeza biodegradáveis e de menor impacto ambiental. Sempre a visar a regeneração. 

Arquitetura e Regeneração
O conceito de decoração do Palaphita baseia-se em uma arquitetura efêmera e que tem como base construções transitórias que podem modificar-se de acordo com o ambiente e o entorno natural, que se movimentam de acordo com a disponibilidade de matérias e as intempéries de cada lugar. Onde a natureza dita as regras do layout e da espacialidade gerada para o programa de necessidades deste eco-lounge. O ambiente no Palaphita é usualmente estruturado em espaço aberto, com bioarquitetura e ecodesign de reflorestamento, mobiliários e decorações à base de materiais naturais, de reflorestamento ou reuso abundantes na sua região. 

“Há 20 anos, nos preocupávamos com a sustentabilidade, hoje o nosso grande guia é a regeneração do nosso espaço”, explica Mário de Andrade, que criou os móveis e cenários do Palaphita, sempre a buscar a harmonia com o meio-ambiente. 

Sócios e Criadores
Mário de Andrade Netto viveu na Amazônia até 1982, quando concluiu o secundário e mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro com apenas 16 anos. Com espírito empreendedor, trancou a universidade para se arriscar no mundo dos negócios. Aos 18 anos, abriu em 1983, com a irmã Mônica, a primeira delicatessen do Rio de Janeiro, a Casa dos Sabores.

Nos anos 1990, viu que poderia ter uma carreira promissora ao montar banquetes completos, inaugurando um buffet e extinguindo a Casa dos Sabores. Passou longe dos buffets tradicionais que dominavam as recepções dos anos 80 e investiu em receitas mais sofisticadas, como antepastos, carpaccios e terrines - deu certo. 

Andrade tornou-se a principal referência do mercado e, nas duas décadas seguintes, contabilizou mais de 40 mil banquetes, recepções, coquetéis, jantares, brunchs, pequenos-almoços, festas, etc para até 12.000 pessoas simultâneas, além de ter sido o catering oficial de eventos internacionais como a Fórmula Indy, o Mundial de MotoVelocidade, feiras, congressos, megashows e eventos nacionais que vão do Festival Folclórico de Parintins (por 15 anos consecutivos) aos mais íntimos jantares de socialites, personalidades e empresários.

Teatro Nacional D. Maria II reabre portas com Macbeth



Depois de três anos encerrado para obras de requalificação, o Teatro Nacional D. Maria II reabre portas com Macbeth, de William Shakespeare, numa encenação e tradução de Pedro Penim. O espetáculo estreia a 18 de setembro, na Sala Garrett, onde permanece em cena até 31 de outubro. A peça regressa ao mesmo palco onde estava em cena na noite de 2 de dezembro de 1964, quando um incêndio deixou o Teatro em ruínas. 

Macbeth regressa à Sala Garrett para inaugurar uma nova etapa da história do D. Maria II. Encenado por Pedro Penim, diretor artístico deste Teatro, o espetáculo conta com as interpretações de Ana Coimbra, Ana Tang, Bárbara Branco, Bernardo de Lacerda, Hugo van der Ding, João Grosso, José Neves, José Raposo, June João, Sandro Feliciano, Stela e Vítor Silva Costa. Em palco, a tragédia de Shakespeare desafia o destino e combina assombração e futuro, naquele que será o ato inaugural de um edifício que retoma agora a sua atividade.

Macbeth acompanha a ascensão e a queda de um homem consumido pela ambição. Depois de lhe ser profetizado que se tornará rei da Escócia, Macbeth, instigado pela mulher, decide tomar o destino nas próprias mãos. O caminho até ao poder desencadeia uma espiral de violência, culpa e paranoia, numa história sobre a ambição, o desejo e as consequências de tentar controlar o futuro. 

Nesta encenação de Pedro Penim, o fogo que destruiu o edifício do D. Maria II, em 1964, e a ambição que consome a dupla de protagonistas entrelaçam-se em cena, numa abordagem contemporânea que reflete sobre a memória e o renascimento, fundindo realidade e ilusão.

Entre cinzas e novos alicerces, Macbeth transforma o palco num campo de batalha onde o passado e o futuro se confrontam, fazendo da reabertura do D. Maria II um verdadeiro ato de exorcismo e celebração.

O espetáculo é falado em português, com legendagem em inglês nas sessões de sábado. As sessões de 11 e 25 de outubro contam com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.

Macbeth estreia no âmbito das celebrações da Reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, um evento de entrada livre que decorre de 18 a 20 de setembro. No dia 18, a partir das 21h30, a Praça D. Pedro IV (Rossio) ganha uma nova dimensão com um espetáculo de videomapping projetado na fachada do Teatro, seguido de uma festa ao som dos DJs Marfox, Beatbombers e ZenGxrl. Até 20 de setembro, o público poderá ainda visitar os novos espaços do D. Maria II, conhecer uma exposição dedicada aos 180 anos do Teatro, descobrir a nova edição de Macbeth e ouvir, pela primeira vez, o recém-criado Coro do D. Maria II.

Grupo BertrandCírculo anuncia novidades literárias até ao final do ano



O Grupo BertrandCírculo anunciou as novidades da rentrée literária aos órgãos de comunicação social, num evento com a presença dos editores das várias chancelas. Com largas dezenas de títulos até ao final do ano, as novas apostas incluem nomes tão sonantes como Ana Maria Gonçalves, a primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras, Francisco Louçã, Frederico Lourenço, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto, J. Rentes de Carvalho, Sérgio Godinho ou Júlio Machado Vaz e Manuel Sobrinho Simões. Até dezembro, estão previstas novas publicações de Julian Barnes, Claire Daverley, Mariana Mazzucato e Stephen King, entre muitos outros grandes autores.   

Distinguido com o prestigioso Prémio Casa de Las Américas e eleito por leitores e críticos do jornal Folha de S. Paulo o melhor livro de literatura brasileira do século XXI, Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, chega finalmente a Portugal, com a chancela Bertrand Editora. O fenómeno internacional Os Diários de Emma M. Lion, de Beth Brower, marca o início da nova temporada com a chegada às livrarias dos três primeiros volumes entre setembro e novembro. O segundo volume de Imaginação, de Francisco Louçã, versa sobre Utopias, Ciências e Vida Quotidiana e está disponível em outubro, seguido em novembro pela publicação de Hotel Exílio, de Jane Rogoyska, uma crónica magistral da Europa do século XX e um dos finalistas do Women’s Prize for Non Fiction de 2026.

Se Deus É a Resposta, Qual É a Pergunta?, de Christopher Insole, chega às livrarias em outubro pela Temas e Debates, que prepara também a publicação de Filhos de Abraão, de Marc David Baer, que relata a história das histórias interligadas de judeus e muçulmanos no Médio Oriente e na Europa, sem mitos nem contramitos. Com Economia do Bem Comum, a premiada Mariana Mazzucato reimagina a economia dando-lhe uma nova bússola para se orientar. Em novembro, chega às livrarias a primeiríssima História Global da Monarquia Portuguesa, com direção de José Eduardo Franco e coordenação de Paulo Drumond Braga.

Depois da tradução da Bíblia, Frederico Lourenço prepara o lançamento de uma edição a pensar no público mais novo: A Bíblia Adaptada para Jovens chega às livrarias em novembro, numa linguagem acessível e simplificando o que é complexo, com a chancela da Quetzal. Além de Voltas e Disfarces, uma obra inédita de J. Rentes de Carvalho, aguardam-se novos textos de José Eduardo Agualusa e José Luís Peixoto, e estão previstos os lançamentos de De Olhos Abertos, de Julian Barnes, e Breves Entrevistas a Homens Hediondos, de David Foster Wallace. Sérgio Godinho regressa com Memória de Duas Prisões no Brasil (e outras cenas da vida corrente).

António Barreto é o nome que dá início, em setembro, ao lançamento de uma nova coleção da Contraponto, Do Meu Ponto de Vista. O primeiro livro é da autoria de João Céu e Silva. O economista Ricardo Paes Mamede publica Política Industrial, que mostra os prós e contras da intervenção estatal, com perguntas e respostas que abrem caminhos para uma discussão séria sobre um tema atual e mais urgente do que nunca.   

Na BertrandKids, além das novidades de Adele, Peppa e Pedrito Coelho, arranca em setembro a coleção Como Eu Me Sinto, da prestigiada terapeuta norte-americana Cornelia Maude Spelman. Em novembro, prepara-se o lançamento de O Meu Incrível Calendário do Advento. Gabriela Oliveira surpreende com o livro Cozinha Vegetariana na Air Fryer, pela Arteplural, enquanto a Pergaminho aposta em Anandamida, O Neurotransmissor de Deus, do autor bestseller Borja Vilaseca.
 
São quase uma centena de títulos que chegam às livrarias até ao final do ano, distribuídas pelas chancelas do Grupo BertrandCírculo: Bertrand, Temas e Debates, Quetzal, Contraponto, Pergaminho, Arteplural e 11x17. 

Estreia moderna de La Vera Costanza no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 3 de outubro, pelas 18 horas, a estreia moderna de La Vera Costanza, de Jerónimo Francisco de Lima (1743–1822), numa produção do Laboratório de Ópera Portuguesa (LOP) que devolve ao público mais uma obra do património lírico nacional. Mais de 230 anos depois, uma ópera portuguesa do século XVIII voltará a ouvir-se em palco.

Estreada originalmente em 1785, no Teatro de Salvaterra, durante a temporada de Carnaval da corte, La Vera Costanza regressa, agora, na versão em dois atos, apresentada em 1789 no Palácio da Ajuda, por ocasião das comemorações do aniversário do Príncipe D. João, futuro Rei D. João VI.

Com libreto atribuído em algumas fontes a Francesco Puttini, também, musicado por compositores como Joseph Haydn, a obra revela a atratividade que este enredo alcançou na Europa do século XVIII. A versão portuguesa de Jerónimo Francisco de Lima constitui, assim, um testemunho relevante do dinamismo e atualidade da criação operática nacional da época.

A recuperação de La Vera Costanza resulta de um trabalho de investigação do jovem investigador Diogo Gaio Chaves, realizado no âmbito do CESEM – Centro de Estudos em Música da NOVA FCSH, parceiro científico permanente do LOP, concretizando os propósitos de promoção da investigação científica, criação artística e valorização do património musical português.

Entre intrigas familiares, equívocos e situações cómicas, La Vera Costanza acompanha a história de Rosina, uma jovem peixeira que casa secretamente com o Conde Errico. Pouco tempo depois, é abandonada pelo marido e obrigada a enfrentar sozinha a maternidade. Determinada a impedir qualquer aproximação entre os dois, a Baronesa Irene, tia de Errico, procura casar Rosina com Villotto, um rico, mas ingénuo camponês. O destino volta a cruzar os caminhos de Rosina e Errico, conduzindo a um inesperado reencontro.

A produção conta com a edição da partitura moderna de João Paulo Santos, a direção musical de João Tiago Santos, encenação de Jorge Balça e direção de arte de Nuno Esteves “Blue”, com a Orquestra Melleo Harmonia e um elenco constituído por Sofia Marafona (Rosina), Susana Gaspar (Baronessa), Inês Constantino (Conte), Joana Seara (Lisetta), Leonel Pinheiro (Ernesto), Christian Luján (Masino) e José Corvelo (Vilotto).

5 razões para fazer uma viagem pelo coração histórico de Portugal



Há viagens que se fazem para chegar a um destino e outras em que o próprio caminho é a experiência. É esta a proposta do Ribacôa Clássicos, que regressa de 25 a 27 de setembro, convidando a percorrer um percurso entre o Sabugal e Vila Nova de Foz Côa.

Sob o mote “Castelos, Vinhas e Sabores Autênticos do Interior”, combina o prazer de conduzir carros clássicos com a descoberta do património, da gastronomia e dos vinhos de uma das regiões mais autênticas do país. Com Rui Unas como padrinho, pretende afirmar-se como uma experiência que vai muito além de um passeio automóvel. Para quem ainda está a decidir como aproveitar os últimos dias de verão, estas são cinco razões para embarcar nesta viagem e descobrir o interior de Portugal.

1. Percorrer algumas das estradas mais cénicas do interior
Ao longo de 200 quilómetros, os participantes vão descobrir paisagens que combinam serras, vales, rios e vinhas. O percurso atravessa diferentes cenários, passando pelas paisagens graníticas das serras beirãs, pelos vales do rio Côa e pelas encostas xistosas do Douro.

2. Viajar pela história através de castelos e aldeias históricas
O Ribacôa Clássicos é também uma viagem pela história de Portugal. O programa inclui visitas guiadas a monumentos emblemáticos e localidades da região, como Sortelha, Castelo Mendo, Almeida, Pinhel e Castelo Rodrigo. Entre muralhas e praças históricas, os participantes terão a oportunidade de conhecer o património de territórios que preservam uma forte identidade cultural.

3. Provar os sabores autênticos da região
Porque conhecer um território passa também pela mesa, a gastronomia assume um papel central. O programa inclui quatro provas gastronómicas, refeições com especialidades regionais e momentos de contacto com produtores locais. Queijos, enchidos, carnes, azeites, doces regionais e outros produtos tradicionais dão a conhecer os sabores que fazem parte da identidade da Beira Interior.

4. Descobrir os vinhos de altitude e os produtores locais
A viagem faz-se também entre vinhas e adegas. Ao longo do percurso, os participantes terão oportunidade de conhecer os produtores e os vinhos das regiões de Figueira de Castelo Rodrigo, aproximando os participantes de quem mantém vivas as tradições e os sabores deste território.

5. Viver uma experiência exclusiva, com apenas 20 automóveis
Com um limite de viaturas, o Ribacôa Clássicos foi pensado para proporcionar uma experiência próxima e personalizada, permitindo aos participantes desfrutar do percurso, das visitas e das experiências gastronómicas com tranquilidade.

As inscrições podem ser efetuadas através do formulário de inscrição ou do email carburadorpt@gmail.com. As vagas são limitadas e o valor de inscrição é de 675€ para duas pessoas e 425€ para uma, incluindo alojamento, provas gastronómicas e visitas guiadas a monumentos.

PROGRAMA
Sexta-feira, 25 de setembro
18h – Receção dos participantes em Sortelha com welcome drink
18h30 – Visita guiada à aldeia de Sortelha
19h30 – Passagem pela vila do Sabugal
20h30 – Jantar (Bochechas de porco com esmagada de batata e grelos) e estadia no Hotel Rural Termas do Cró

Sábado, 26 de setembro
9h – Início do passeio
9h30 – Visita a queijaria regional com prova de produtos
11h – Visita a Castelo Mendo com prova gastronómica
12h30 – Visita ao Centro Histórico de Almeida
13h30 – Almoço tradicional no Picadeiro D'el Rey (Feijoada tradicional e doces regionais)
16h – Prova de vinhos da região de Figueira de Castelo Rodrigo
17h – Visita a Castelo Rodrigo
18h30 – Mostra de produtos e vinhos da região de Figueira, com produtores locais
20h30 – Jantar (Javali Estufado, Lagarada de bacalhau e sobremesas) e estadia no Hotel Encostas do Côa

Domingo, 27 de setembro
8h30 – Saída do Hotel
9h – Visita ao Centro Histórico de Pinhel e Castelo de Pinhel
10h30 – Visita ao Miradouro da Faia
12h – Piquenique com prova de vinhos e Produtos gastronómicos
13h – Passagem por Vila Nova de Foz Côa
14h – Almoço na Taverna da Matilde (Figueira de Castelo Rodrigo)
16h – Encerramento

Mercedes-Benz Portugal procura 140 histórias para celebrar 140 anos de inovação, paixão e memórias



A Mercedes-Benz celebra este ano um marco histórico: o 140.º aniversário da patente do primeiro automóvel da história, registada por Carl Benz em 1886 e considerada o ponto de partida de uma nova era da mobilidade.

Para assinalar esta efeméride, a Mercedes-Benz Portugal dá início a uma iniciativa participativa destinada a reunir histórias, memórias e experiências que acompanharam a marca ao longo destas catorze décadas. O objetivo é homenagear as pessoas que fizeram parte do percurso da Mercedes-Benz durante estes 140 anos e cujos testemunhos integram igualmente a história da marca.

Ao longo destes 140 anos, a Mercedes-Benz esteve presente em milhões de momentos: viagens inesquecíveis, projetos profissionais, histórias familiares, restauros de veículos clássicos, aventuras partilhadas e experiências marcantes. Agora, a marca pretende dar voz a todos aqueles que ajudaram a construir esta história, através das mais diversas perspetivas.

A iniciativa está aberta a todos os que desejem partilhar as suas memórias ou experiências ligadas à Mercedes-Benz através da plataforma online 140 Histórias Mercedes-Benz.

As histórias selecionadas vão integrar um livro comemorativo intitulado “Mercedes-Benz: 140 anos de histórias”, uma publicação que reunirá relatos representativos da ligação emocional que milhares de pessoas mantêm com a marca. Os autores das histórias escolhidas receberão um exemplar da obra e algumas delas poderão também ser publicadas na Mercedes-Benz Magazine.

“Por detrás de cada automóvel, de cada inovação e de cada conquista existem pessoas. Pessoas que viveram, trabalharam, partilharam experiências e cresceram lado a lado com a Mercedes-Benz. Com esta iniciativa queremos reconhecer e preservar essas histórias que fazem parte do nosso legado comum”, refere a Mercedes-Benz Portugal.

A empresa estende este convite a toda a comunidade Mercedes-Benz, incentivando a participação neste tributo coletivo que atravessa gerações.

Porque a história da Mercedes-Benz não vive apenas nos seus automóveis ou nos seus arquivos. Vive também nas memórias de todos aqueles que a acompanharam ao longo destes 140 anos.

Como participar
Os interessados podem partilhar a sua história através da plataforma criada pela Mercedes-Benz Portugal: 140 Histórias Mercedes-Benz.


Partilhe a sua história
A Mercedes-Benz Portugal agradece a todos os participantes o contributo para este projeto e convida-os a continuar a escrever, em conjunto, os próximos 140 anos da história da estrela.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

SkyShowtime celebra 60 anos de Star Trek



“Vida longa e próspera” – No passado dia 8 de setembro assinalaram-se 60 anos desde que o primeiro episódio de Star Trek chegou aos ecrãs. Quer esteja a revisitar missões lendárias ou a descobrir a fronteira final pela primeira vez, a coleção de Star Trek da SkyShowtime é a forma perfeita de celebrar seis décadas revolucionárias de uma das franquias de ficção científica mais adoradas do mundo. De Star Trek II: The Wrath of Khan (Star Trek II: A Ira de Khan) a Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos), não faltam opções para os fãs desfrutarem.

Para assinalar este importante aniversário, o público português poderá agora ir audaciosamente onde nenhum fã foi antes, com o recente lançamento de um terceiro canal de streaming on-demand dedicado a Star Trek, “Star Trek Movies”, que incluirá 13 longas-metragens, desde Star Trek: The Motion Picture (Star Trek: O Filme) (1979), o primeiro filme da franquia, até Star Trek Beyond (Star Trek Além do Universo) (2016). 

Este novo canal temático junta-se aos dois canais on-demand da SkyShowtime já existentes e exclusivamente dedicados à recente franquia: “Star Trek” e “Star Trek: Starfleet Academy”. Em conjunto com o canal de streaming “Supernatural”, dedicado à ficção científica, proporcionarão entretenimento de outro mundo, com uma vasta seleção de títulos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo Star Trek: Discovery, Star Trek: Enterprise, Star Trek: Lower Decks, Star Trek: Picard, Star Trek: Prodigy (Star Trek: Prodígio) e Star Trek: Strange New Worlds (Star Trek: Estranhos Mundos Novos).

E há ainda mais novidades: a partir de 18 de novembro, os fãs poderão descobrir histórias nunca antes contadas de Saru (Doug Jones) e Tilly (Mary Wiseman), com as temporadas um e dois de Star Trek: Short Treks disponíveis na plataforma SkyShowtime. As séries e os filmes são distribuídos internacionalmente pela Paramount Global Content Distribution.

SkyShowtime está disponível diretamente para o consumidor através da aplicação SkyShowtime em dispositivos Apple iOS, tvOS, Android, Android TV, Google Chromecast, TVs LG, Smart TVs Samsung, bem como Amazon Fire TV e Prime Video Channels em mercados selecionados. Também está disponível através do seu site www.skyshowtime.com. O preço mensal da SkyShowtime para o plano Standard com anúncios é de 6,99€, o preço mensal do plano Standard é de 8,99€ e o preço mensal do plano Premium é de 12,99€. A SkyShowtime está ainda disponível em parceiros de distribuição selecionados nalguns mercados em que opera.

11.ª Edição do Algarve Music Series convida a uma viagem musical e itinerante pelo património do Algarve



De Loulé a Lagos, passando por Faro e Tavira, a nova edição do festival junta solistas e ensembles internacionais num cruzamento cultural único.
 
O Algarve prepara-se para acolher a 11.ª edição do Algarve Music Series, um festival que afirma a região como um destino cultural e que sob o mote “cruzamentos” convida o público a embarcar numa encantadora viagem musical e itinerante. Entre 27 de setembro e 6 de dezembro, a programação estende-se ao longo de um roteiro singular que cruza o património histórico, edificado e natural dos concelhos de Loulé, Lagos, Faro e Tavira, transformando palcos icónicos, igrejas seculares e recantos intimistas em verdadeiros auditórios vivos.

A jornada começa em Loulé, no Dia Mundial do Turismo, a 27 de setembro, com uma conferência-concerto na Casa da Cultura. Ao longo do festival, o concelho volta a ser ponto de encontro para momentos imperdíveis: desde a sonoridade envolvente da harpa e eletrónica de Angélica Salvi na Igreja Matriz de Loulé, a 8 de novembro, até ao encerramento da passagem pelo município no Cine-Teatro Louletano, a 5 de dezembro. O itinerário estende-se ainda à matriz bucólica do interior, com o acordeão de Sérgio Gladkyy e o clarinete de Diogo Pardal a ecoarem na Casa da Bela Vista, em Querença, no dia 4 de outubro, as portas abrem às 17 horas e espera ao público, um anfiteatro ao ar livre, para um concerto ao pôr do sol, intitulado “SongBird Amphitheater Algarve”. A entrada são 30€ mas inclui a degustação de Vinhos Piano (Carlos Alonso Douro Wines), Água Monchique, e petiscos regionais.

Faro assume também um papel central nesta travessia artística. O Teatro das Figuras recebe a 1 de outubro a Orquestra do Algarve, acompanhada pelos prestigiados solistas Avi Avital e Vasco Dantas. A intimidade do histórico Teatro Lethes acolhe virtuosismos internacionais, como o Forte Trio (Trio Estatal do Cazaquistão) a 2 de outubro e o recital romântico de Magdalena Cornelius-Kulig e Michał Michalski a 3 de outubro. A oferta na capital algarvia completa-se com o Trio Elogio no Colégio do Alto a 10 de outubro, um concerto intimista de música de câmara no Club Farense a 6 de novembro e ainda uma ação pedagógica junto das escolas básicas da cidade.

Em Tavira, a histórica Igreja da Misericórdia transforma-se no cenário perfeito para a profundidade da música antiga com os Ayres Extemporae, a 16 de outubro. É também em Tavira que o festival celebra o seu concerto de encerramento, a 6 de dezembro, cruzando a flauta de Sérgio de Lope e o acordeão de João Barradas num arrojado e vibrante diálogo entre o Flamenco e o Jazz.

A rota costeira passa por Lagos a 30 de outubro, onde a Igreja de São Sebastião abre as suas portas ao aclamado virtuoso do bandolim Avi Avital e ao pianista Vasco Dantas. O roteiro itinerante completa-se ainda no ambiente acolhedor da Casa “Quintinha da Música”, que há mais de 5 anos nos abre as portas ao AMS para acolher sempre um concerto da edição, localizada perto de Santo Estevão (Tavira) com vista para o mar no horizonte desde a sala de concerto, a 18 de outubro, com um recital de piano a solo por Nicolas Bringuier.

A 11.ª edição do Algarve Music Series promete uma experiência onde a música erudita, a criação contemporânea e as sonoridades do mundo se cruzam com a beleza autêntica do território algarvio. Uma oportunidade para descobrir o Algarve sob a harmonia das suas paisagens e dos seus sons.

“O Espião que Veio do Futebol” chega à RTP1



E se, por detrás do futebol, se escondesse uma perigosa missão de espionagem? “O Espião que Veio do Futebol” chega à RTP1 para revelar, em 3 episódios, a história extraordinária e pouco conhecida de Cândido de Oliveira. Entre 15 e 17 de setembro, a série acompanha esta marcante figura do futebol e do jornalismo desportivo português, aqui interpretada por Tomás Alves.

Em 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, a vida de Cândido de Oliveira dividia-se entre o desporto e a espionagem militar secreta contra o regime nazi. Mas há uma faceta da sua vida que poucos conhecem: é o único espião português em quem os ingleses verdadeiramente confiam.

Depois de intercetar correspondência nazi, Cândido recebe do adido Beevor (Filipe Vargas), uma nova missão: montar a rede de telégrafos que constituir o último reduto contra uma eventual invasão alemã.

A partir do momento em que a conspiração é descoberta Cândido passa a ser perseguido pela polícia política (PVDE), pelo implacável agente Gaspar (Carloto Cotta), movido por uma vingança pessoal, e por Laura (Teresa Tavares), uma traiçoeira espia. Enquanto tenta cumprir a missão que lhe foi confiada, Cândido terá ainda de proteger aqueles que lhe são mais próximos, como a irmã e a sobrinha, o melhor amigo, as vizinhas e jornalistas da revista que dirige.

Tomás Alves dá vida a Cândido de Oliveira em O Espião Que Veio do Futebol e a sua interpretação levou-o a descobrir uma figura fascinante, “quando recebi o convite para fazer de Cândido de Oliveira, para além de ficar bastante convencido e interessado com o desafio de toda a transformação física, coisa que não é muito comum acontecer na ficção em Portugal, fiquei muito impressionado com a vida desta personalidade. Desconhecia por completo a figura do Cândido, mas descobri que ele não foi só o selecionador, não foi só jogador, treinador, estudioso da arte do futebol, mas foi também Inspetor dos Correios, Telégrafos e Telefones, jornalista desportivo, diretor e fundador de jornais de desporto, como o jornal A Bola. No meio de tudo isto, e aproveitando todas estas valências, ainda conseguiu servir como espião para os britânicos durante a II Guerra Mundial. Fiquei a admirar esta figura da nossa história, e capacidade de viver tantas vidas numa só. Dizem que é isso ser ator, mas ele fê-lo na vida real! São todas estas valências e estas vidas que podem conhecer melhor na série que estreia agora na RTP”.

Uma série de 3 episódios que junta no elenco Jorge Corrula, Teresa Tavares, Carloto Cotta, Filipe Vargas, Francisco Froes, Tiago Aldeia, Mariana Monteiro, Frederico Amaral, Pedro Pernas, Joaquim Nicolau e Margarida Moreira. A realização é de Jorge Paixão da Costa, que assina também o argumento ao lado de Pandora da Cunha Telles, Manuel do Ó Pereira, Rafael do Carmo Afonso e Filipa Martins, numa produção da Ukbar Filmes.

O Espião Que Veio do Futebol para ver entre 15 e 17 de setembro, às 22h30, na RTP1 e disponível na RTP play.

Porto recebe três dias de exposições, cinema e concertos dos alunos finalistas da Escola das Artes



Entre 10 e 12 de setembro, os espaços da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, transformam-se num lugar de encontro entre diferentes linguagens e práticas artísticas, com uma programação que inclui exposições, sessões de cinema e concertos, aberta a toda a comunidade. O Panorama #26 é uma iniciativa anual que consiste na apresentação dos projetos dos seus estudantes finalistas nas áreas do Cinema, Conservação e Restauro, Som e Imagem, entre outras. A entrada é livre.

A programação tem início hoje, dia 10 de setembro, às 18h30, com a inauguração da exposição Panorama #26, na Garagem Central, seguindo-se um jantar e uma festa de inauguração com DJ set. A exposição coletiva poderá ser visitada até 12 de setembro, com entrada livre. Mais do que uma mostra dos trabalhos realizados ao longo do percurso académico, o Panorama constitui um momento de partilha entre estudantes, docentes, profissionais das áreas artísticas e público, dando visibilidade à diversidade de propostas e processos desenvolvidos na Escola das Artes.

“O Panorama dá visibilidade a uma nova geração de criadores e marca um momento de passagem: os estudantes deixam de apresentar os seus projetos apenas no contexto académico e passam a colocá-los perante públicos mais alargados. É essa abertura à comunidade, aliada à experimentação e ao cruzamento entre diferentes áreas artísticas, que torna este encontro tão relevante para a Escola das Artes,” salienta Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa.
O programa integra ainda uma componente dedicada ao cinema e à música, reforçando a natureza multidisciplinar do Panorama e a aposta da Escola das Artes na criação, experimentação e apresentação pública do trabalho dos seus estudantes. A forte presença do cinema no ensino da Escola das Artes poderá ser comprovada nos diversos filmes que serão projetados, e que cruzam as linguagens da ficção, do documentário e da animação. Os horários das sessões de cinema e dos concertos serão divulgados pela organização.

A edição deste ano inclui também o lançamento do Anuário do Panorama #26, publicação que reúne e documenta os projetos apresentados e os respetivos autores, constituindo um registo do trabalho desenvolvido pelos estudantes finalistas.

Com esta iniciativa, a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, assinala o final de mais um ano de criação e aprendizagem e dá início a um novo ciclo académico, proporcionando aos estudantes finalistas a oportunidade de apresentar publicamente o trabalho desenvolvido ao longo do seu percurso e de o colocar em diálogo com diferentes públicos e com o contexto artístico contemporâneo.