sexta-feira, 20 de março de 2026

Sabe porque não existem duas árvores iguais?



«Cada pequena diferença no tamanho, no formato, na cor e no padrão de uma árvore revela algo. Sempre que passamos por uma árvore, podemos reparar numa característica singular e encará-la como uma pista sobre o que essa árvore viveu e sobre o que revela do lugar onde estamos. Uma árvore traça-nos um retrato da paisagem local.» Explorador com mais de 20 anos de experiência, Tristan Gooley participa em expedições por todo o mundo e dedica a sua vida a ensinar como decifrar os sinais da natureza. Esse manancial de saber que faz dele o «Sherlock Holmes da natureza», para a BBC, está resumido no livro Como Ler Uma Árvore, que agora chega a Portugal.

Neste guia ilustrado, o explorador  britânico partilha lições únicas, práticas e fascinantes, que mudarão para sempre a forma como olhamos para a natureza e, em particular, para as árvores. Segundo o The Wall Street Journal, «Gooley interpreta sinais como se fosse um investigador privado da vida selvagem, resolvendo os mistérios inscritos na própria paisagem que habitamos».

As pistas são fáceis de detetar quando se sabe o que procurar, mas permanecem invisíveis para a maioria das pessoas, sobretudo as que estão mais distantes da vida selvagem.

Entre as competências que podemos adquirir com esta leitura, talvez a mais últil e fascinante seja a arte da navegação na natureza – quer esteja no meio de uma cidade ou de uma floresta. «As árvores podem servir‑nos de bússolas – por exemplo, se soubermos que elas crescem mais do lado sul. Este gosto pela orientação natural evoluiu para um fascínio pela forma como as árvores nos oferecem autênticos mapas.» Uma aptidão secular e rara sublinhada pelo The Telegraph. «Nos nossos tempos de dependência do GPS, Gooley conseguiu reavivar a arte da navegação natural. Depois de o ler, é possível que você sinta que até agora tem andado pela natureza de olhos apenas entreabertos.»

Uma leitura que nos enche de vontade de sair de casa e aproveitar um trilho na floresta, Como Ler Uma Árvore já chegou à rede livreira nacional, com a chancela da Editora Pergaminho e tradução de Michele Amaral.

Sobre o Autor

Tristan Gooley é um explorador e navegador natural, especializado em ensinar as pessoas a compreender a natureza através da observação dos seus sinais mais subtis, e autor de vários bestsellers sobre o tema, com mais de 1,5 milhões de exemplares vendidos e publicado em mais de 20 idiomas. A sua escrita combina Ciência, História e Ecologia com um profundo sentido de curiosidade. Com mais de 20 anos de experiência, já liderou expedições em cinco continentes, escalou montanhas em três deles e navegou sozinho pelo Atlântico seguindo técnicas viquingues de navegação, para além de fazer investigações com povos originários em algumas das regiões mais remotas do planeta. É fellow do Royal Institute of Navigation e da Royal Geographical Society e embaixador das sociedades naturalistas Woodland Trust e British Pilgrimage Trust. Tem uma forte presença nos media internacionais, e batizou um tipo específico de caminho – «o caminho do sorriso» (uma curva suave a contornar um obstáculo).

«Mas Porquê?» : o livro que responde àsperguntas mais curiosas das crianças



Porque é que o céu é azul? Porque é que os caranguejos andam de lado? Porque é que vemos tudo ao contrário num espelho? Mas Porquê? – Respostas para quase todas as perguntas chega às livrarias a 26 de março para ajudar a responder às dúvidas que tantas vezes surgem na cabeça das crianças e que, muitas vezes, deixam os adultos sem saber o que dizer.

Pensado como uma verdadeira «cábula» para pais, avós e cuidadores, o livro reúne mais de 80 respostas claras e acessíveis sobre temas muito diversos. Da língua e da gramática à geografia e à história, do corpo humano à arte, passando pela biologia, pela ecologia ou pela cosmologia, Mas Porquê? explica de forma simples e apelativa muitas das perguntas que surgem na chamada «idade dos porquês».

Ao combinar humor, aprendizagem e um design atrativo, esta é uma leitura pensada para estimular a curiosidade, incentivar o gosto pelo conhecimento e promover momentos de descoberta longe dos ecrãs.

Uma forma divertida de transformar perguntas em conhecimento e talvez descobrir respostas para questões que nem ao diabo lembrariam.

Mas Porquê? estará disponível nas livrarias a partir de 26 de março.

Pneus com pressão baixa aumentam consumo do carro até 7%



Circular com pneus abaixo da pressão recomendada pode aumentar o consumo de combustível até 7%, alerta a Euromaster, especialista em manutenção integral do veículo, com base em dados da Michelin.
 
Um gesto simples como verificar a pressão dos pneus torna-se assim uma forma de poupança face ao aumento do preço do gasóleo, que aumentou quase 20% em duas semanas, já com o apoio do Estado, e da gasolina, que teve uma subida cerca de 10%.
 
Este aumento do consumo acontece porque um pneu com pressão inferior à adequada gera uma maior resistência ao rolamento. Nestas situações, o motor necessita de mais energia para mover o veículo, o que se traduz num maior gasto de combustível. Em termos práticos, manter os pneus com pressão abaixo do recomendado pode representar, ao longo de um ano, um custo adicional equivalente a um depósito completo de combustível num automóvel de gama média, com capacidade aproximada de 45 litros.
 
Além disso, circular de forma habitual com pressão baixa reduz a vida útil do pneu, uma vez que provoca um desgaste prematuro nas suas extremidades. Por outro lado, um pneu com pressão excessiva diminui a superfície de contacto com o piso, o que também pode originar desgaste prematuro e irregular, neste caso na zona central do pneu.
 
Além da poupança, está em causa a segurança
Para além do impacto económico, a pressão incorreta dos pneus tem também consequências diretas na segurança rodoviária. Em concreto, circular com cerca de 10% a menos de pressão pode aumentar a distância de travagem entre dois e três metros em piso seco. Esta diferença torna-se ainda mais significativa em piso molhado.
 
Nessas situações, uma pressão até um bar abaixo do recomendado pelo fabricante do veículo pode aumentar a distância necessária para imobilizar o automóvel até 11 metros.
 
A Euromaster recorda ainda que os pneus perdem pressão naturalmente com o passar do tempo - cerca de 0,07 bares por mês -, pelo que é essencial realizar verificações periódicas.
 
Para além da pressão, os especialistas aconselham também a verificação da profundidade do piso do pneu. Embora a legislação permita circular com uma profundidade mínima de 1,6 milímetros, a Euromaster recomenda que esta seja de, pelo menos, 2,5 milímetros, de forma a garantir uma correta evacuação da água e melhorar a aderência quando se circula em piso molhado.
 
Por todas estas razões, a Euromaster recomenda a verificação regular da pressão dos pneus, tanto por motivos económicos como de segurança. A recomendação passa por realizar esta verificação pelo menos uma vez por mês, preferencialmente num centro técnico ou numa oficina especializada, onde o serviço é gratuito e os manómetros utilizados são regularmente verificados e certificados, garantindo medições precisas.

Pianista Teresa da Palma Pereira inicia em Cascais os recitais “Poema”



“As composições que vão ser tocadas conduzem às emoções e à alegria dançante, ou à introspeção e à nostalgia, temas poéticos por excelência”, descreve Teresa da Palma Pereira. No Dia Mundial da Poesia, o programa irá cruzar três de séculos de música para piano, com peças de nove compositores.
 
É a dimensão poética de peças para piano de Mozart, Mendelssohn ou Chopin, mas também de Listz, Albénitz ou Rachmaninov, que dominam o recital que a pianista Teresa da Palma Pereira vai apresentar no Centro Cultural de Cascais no sábado 21 de março. No dia Mundial da Poesia, o título do recital, “Poema”, vem da peça de Arno Babadjanian, compositor arménio, que irá encerrar um programa que conta também com obras de Falla e de Debussy.
 
Cascais vai ser a primeira etapa do ciclo de recitais “Poema” que irá também levar Teresa da Palma Pereira à Ericeira e à Figueira da Foz, em maio, e à abertura do Festival Internacional de Piano de Oeiras – FIPO em junho. “É a emoção à flor da pele da música de Babadjanian que dá nome ao programa, mas a beleza poética atravessa todas as peças que fazem parte deste reportório”, afirma Teresa da Palma Pereira. “Desde a luz que ilumina a música de Mendelssohn, à dimensão onírica de Chopin ou à forma como Listz compõe o seu Soneto de Petrarca, as composições que vão ser tocadas conduzem às emoções e à alegria dançante, ou à introspeção e à nostalgia, temas poéticos por excelência”.
 
Teresa da Palma Pereira irá gravar em abril nos estúdios da Valentim de Carvalho o seu sexto CD, o qual será lançado este ano.  O seu álbum anterior foi “Terra”, com obras de Mussorgsky, Bartók e Albéniz, que se seguiu a “Identidade”, com peças de Debussy, Prokofiev e Liszt. O primeiro disco chamou-se “A Valsa Transfigurada”, com obras de Schubert e Schumann. Seguiu-se o “Concerto nº1 de Brahms”, gravado com a Orquestra do Norte, sob a direção do maestro José Ferreira-Lobo. Gravou ainda “Encontro”, com composições de Mozart e Schumann.

Laureada com vários prémios nacionais e internacionais, Teresa da Palma Pereira tem tocado com algumas das mais importantes orquestras portuguesas e atuou em países como França, Itália, Bélgica, Holanda, Hungria, Suécia, Brasil e na China, em Macau. É a diretora artística da Academia de Música Flor da Murta, em Paço D’Arcos. E, desde 2018, é também diretora artística do Festival Internacional de Piano de Oeiras – FIPO.

J. Rentes de Carvalho distinguido com Prémio Tributo de Consagração



À beira de completar 96 anos, J. Rentes de Carvalho acaba de ser distinguido com o Prémio Tributo de Consagração Fundação Inês de Castro 2025, segundo anúncio daquela Fundação a propósito da 19.ª Edição do Prémio Literário Fundação Inês de Castro. O júri, composto por José Carlos Seabra Pereira (presidente), Isabel Pires de Lima, Isabel Lucas, Mário Cláudio e António Carlos Cortez, decidiu atribuir o Prémio Tributo de Consagração a Rentes de Carvalho como celebração da sua carreira. 

De ascendência transmontana, Rentes de Carvalho foi levado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris. Em 1956 passou a viver na Holanda, onde foi professor de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988 na Universidade de Amesterdão. Dedica-se desde então exclusivamente à escrita e a uma vasta colaboração em jornais portugueses, brasileiros, belgas e holandeses, além de várias revistas literárias. Escreveu romances, conto, diário, crónica e guias de viagem ou ensaios. O seu livro Com os Holandeses (1972) foi um dos maiores best-sellers neerlandeses da década de 1970. A sua obra está publicada em Portugal pela Quetzal.

A cerimónia oficial de entrega de prémios decorrerá no dia 28 de março, na Quinta das Lágrimas em Coimbra. 

quinta-feira, 19 de março de 2026

Joana Alfaiate com dois espectáculos gratuitos no Casino Estoril



É já no próximo sábado, dia 21, e domingo, dia 22, pelas 22 horas, que Joana Alfaiate se apresenta no Lounge D acompanhada pela banda residente do Casino Estoril. O programa inclui, ainda, o ciclo DJ Sessions com as actuações de DJ Fonz no dia 21, às 00h30, e de DJ Chenandoah no dia 22, pelas 19h00. A entrada é livre.

Joana Alfaiate actua, nos dias 21 e 22, a partir das 22h00
Joana Alfaiate protagoniza dois espectáculos que evocam grandes êxitos do pop rock desde os anos 90 até à actualidade. “Freed From Desire” de Gala, “Can’t Get You Out of my Head” de Kylie Minogue ou “You Gotta Be” de Des’ree são, apenas, alguns dos temas em destaque. 

A artista integrou diversos projectos musicais, tendo participado em dois programas de talentos musicais da RTP, “Não Te Esqueças da Letra” e “The Voice Portugal”. Lidera os “The Black Glitters”, um projecto acústico e intimista, com o qual apresenta temas intemporais do rock e do pop.



DJ Fonz actua, no sábado, dia 21, a partir das 00h30
DJ Fonz é um DJ português movido pela paixão que nutre pela música desde os 14 anos, sendo reconhecido pelos seus sets envolventes que fundem Deep, Afro Funky, Melodic e Organic House.



DJ Chenandoah actua no domingo, dia 22, a partir das 19h00
Chenandoah é um reconhecido DJ e Produtor musical que se distingue pelo seu estilo musical abrangente, mas predominante em Soulful House, Disco House e Latin House.

«A História de Uma Serva» ganha uma nova vida nesta poderosa e extraordinária novela gráfica



Provocante, chocante, profético. A História de Uma Serva é um dos livros mais influentes da história da literatura contemporânea. Há muito que se transformou num fenómeno global e foi adaptado de diversas formas, de uma série televisiva de sucesso a uma impressionante novela gráfica.

Depois de uma primeira edição esgotada, esta belíssima articulação entre texto e desenho, que dá uma nova vida ao clássico de Margaret Atwood e que é ilustrada de forma magistral pela artista Renée Nault, regressa às livrarias a 26 de março com uma nova capa. Neste livro, o mundo aterrador da República de Gileade ganha vida como nunca antes.

Antes de reeditar esta novela gráfica, e com o intuito de assinalar o 40.º aniversário do livro original, a Bertrand Editora já tinha publicado uma edição especial comemorativa de A História de Uma Serva. Essa edição tinha uma nova capa, sprayed edges e um prefácio exclusivo de Alberto Manguel. Mais recentemente, uma nova edição de Chamavam-lhe Grace, também de Margaret Atwood, uma das maiores autoras do panorama literário mundial, ficou disponível. Seguir-se-ão novas edições de O Assassino Cego e de Os Testamentos, e ainda uma surpresa memorável antes do Verão.

A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo, tendo sido adaptado a uma série de televisão de enorme sucesso, criada por Bruce Miller e protagonizada por Elisabeth Moss, que ao longo de seis temporadas conquistou vários prémios, como 15 Emmys ou o Globo de Ouro para Melhor Série Televisiva de Drama (em 2018).

A novela gráfica de A História de Uma Serva, de Margaret Atwood, regressa às livrarias a 26 de março, com ilustrações de Renée Nault. A tradução é de Rosa Amorim.  

Sobre a Autora

Margaret Atwood é uma das mais celebradas autoras do panorama literário mundial e, além do clássico A História de Uma Serva, publicou mais de cinquenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Booker Prize (por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, sequela de A História de Uma Serva, em 2019), o PEN Center USA Lifetime Achievement Award e o The British Book Award for Freedom to Publish. Uma das mais ativas vozes na defesa pelos direitos das mulheres, na ficção e na não-ficção, está traduzida em mais de quarenta idiomas. Vive em Toronto. Margaret Atwood recebeu, em 2022, o título de Doutora Honoris Causa, atribuído pela Universidade do Porto pela «extraordinária qualidade da sua obra literária, a importância da sua reflexão intelectual e a pertinência do seu combate público por uma sociedade mais justa, digna e sustentável».

Sílvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes revelaram “Uma Vida de Amizade” no Casino Estoril



Foi no passado Domingo que Adriana Garambone, Sílvia Pfeifer e Helena Fernandes protagonizaram a comédia "Uma Vida de Amizade" no Casino Estoril. Em dois espectáculos que esgotaram o Salão Preto e Prata às 17h00, e posteriormente, às 21h00, as actrizes brasileiras conversaram, de forma simples e directa, sobre a amizade feminina, transformando memórias, conflitos e cumplicidade em múltiplas gargalhadas.

Com notáveis interpretações, as actrizes Adriana Garambone, Sílvia Pfeifer e Helena Fernandes deram vida a Gilda, Yasmin e Renée, três mulheres com mais de 40 anos, activas, bonitas e vibrantes, que enfrentam as contradições de uma sociedade que insiste em chamá-las de “maduras”.



O público acompanhou as sucessivas emoções reveladas pelas três amigas de uma vida que recordaram com muita cumplicidade uma série de alegrias, mágoas, aventuras e desafios que as marcaram nas últimas décadas. 

Entre risos, confissões e copos de vinho, as amigas Gilda, Yasmin e Renée partilharam segredos, desabafos e memórias, revendo com humor e ternura as suas próprias vidas e as diferentes formas de encarar a maturidade. 

Com texto de Gustavo Pinheiro e direcção de Fernando Philbert, “Uma Vida de Amizade” é uma comédia inteligente, emotiva e espirituosa, que celebra a força feminina, o valor da amizade e a beleza de envelhecer sem perder o brilho.

A Morte e a Donzela de Ariel Dorfman no Teatro dos Aloés



A Morte e a Donzela de Ariel Dorfman é a mais recente criação do Teatro dos Aloés, em cena de 20 a 29 de março, nos Recreios da Amadora.

Garanta já o seu bilhete! Bilhetes à venda na Ticketline e no local, duas horas antes do início do espetáculo.

Reservas e informações: 933 471 330 / geralteatrodosaloes@gmail.com

Um País no período de transição para a democracia logo após o “fim” de uma feroz ditadura. Paulina Salas, uma ex-ativista que foi sequestrada e torturada durante o regime militar, e Gerardo Escobar, advogado proeminente e militante dos Direitos Humanos, são um casal que, alguns anos após o fim da ditadura, ainda convive com os fantasmas da tortura, da perda e do medo. Por uma sucessão de acasos, Paulina depara-se com Roberto Miranda, o homem que acredita ser o mais cruel dos seus torturadores, a dormir em sua casa. Decide, então, julgá-lo por conta própria, sob os protestos de Gerardo. A partir daqui desenvolve-se um debate político e psicológico sobre a moralidade, justiça e humanidade. O que faríamos no lugar dela?

Com texto de Ariel Dorfman traduzido por João Lourenço e Vera San Payo de Lemos, a encenação está a cargo de Jorge Silva e interpretações de Graciano Amorim,  Nuno Nunes e Patrícia André.

20 a 23 e 27 a 29 Março, 2026
Sex, sáb e seg às 21h00
Dom às 16h00

Recreios da Amadora
Av. Santos Mattos 2,
2700-748 Amadora

Dia do Pai assinalado com oferta especial no CC Telheiras



O Dia do Pai é hoje e o CC Telheiras quer aproveitar a data para reforçar os laços com quem nos visita. O centro convida todas as famílias a visitarem a galeria comercial para um momento de partilha, assinalando esta data com um pequeno gesto de reconhecimento.

A ação decorre entre as 15h00 e as 18h00, focando-se na entrega de um presente especial: abre cápsulas. Mais do que um acessório útil para os momentos de convívio à mesa, esta oferta serve para relembrar a cada pai a sua importância e a força que representa na vida dos filhos. É uma forma simples de dizer "obrigado" e de garantir que o brinde em família se mantém fresco e memorável.

O CC Telheiras reforça assim o seu compromisso em apresentar-se como um espaço de convergência comunitária, onde as datas significativas são celebradas com iniciativas que valorizam o lado humano e as ligações interpessoais.