segunda-feira, 15 de junho de 2026

A Descolonização e os seus Antecedentes



Cinquenta anos após o «retorno», persistem a controvérsia e as recriminações sobre a descolonização. O processo teria sido conduzido de forma «desastrosa», resultando em tragédia para os portugueses residentes nas antigas colónias, tal como para os africanos, arrastados para guerras civis prolongadas. Outra foi, porém, a avaliação do seu mais destacado interveniente, Melo Antunes, que a qualificou como a «descolonização desejável». Almeida Santos, por sua vez, considerou-a como a «possível, nas circunstâncias em que teve lugar».

Impunha-se uma avaliação objetiva. Para José Sá Carneiro, autor deste livro, qualquer juízo sobre um acontecimento histórico exige o conhecimento dos seus antecedentes.

Recorrendo a instrumentos da economia política ‒ a sua área de formação ‒ analisa a economia e a estrutura das sociedades coloniais, estuda casos comparáveis (a Argélia francesa e o Congo belga) e conclui: se os efeitos imediatos foram inevitavelmente traumáticos, a rápida e bem-sucedida reintegração dos «retornados» num país europeu, democrático e estável como Portugal, onde tinham as suas raízes mais profundas, impõe uma avaliação final positiva.

Sobre o Autor

José Sá Carneiro nasceu em Angola, onde viveu até aos 19 anos. Em janeiro de 1975, deixou Luanda, onde frequentava o curso de Economia, e prosseguiu os estudos em Portugal, concluindo a licenciatura na Faculdade de Economia do Porto (FEP).

Durante o percurso universitário manteve-se politicamente ativo, sempre na oposição. Antes do 25 de Abril, como dirigente estudantil em Luanda, opôs-se ao regime colonial e à ditadura. Após o 25 de Abril, já no Porto, esteve na origem e liderou um movimento de oposição democrática à extrema-esquerda, então dominante na FEP.

A sua atividade profissional desenvolveu-se, sobretudo, no setor privado, com destaque para o investimento imobiliário, nomeadamente no Grupo Amorim e no Banco Privado Português. Entre 2011 e 2014, exerceu as funções de secretário-geral da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).

Nos últimos anos, a sua atividade orientou-se para a investigação e para o ensino universitário. Concluiu o doutoramento em Economia pela FEP em 2020 e lecionou na Universidade Portucalense entre 2018 e 2022. Entre 2023 e 2025, dedicou-se à redação de A Descolonização e os Seus Antecedentes.

Johnny Ramos estreia-se no Coliseu dos Recreios



No próximo dia 4 de julho, o emblemático Coliseu dos Recreios recebe pela primeira vez um espetáculo em nome próprio de Johnny Ramos, uma das vozes mais acarinhadas dos PALOP e da diáspora cabo-verdiana, que se movimenta na sonoridade afro-pop lusófona. E o artista não vem sozinho: anunciados estão já nomes carismáticos da música PALOP.

Reconhecido pela sua fusão autêntica de Zouk, Ghetto Zouk e Kizomba, Johnny Ramos conquistou ao longo de mais de 30 anos uma legião de fãs espalhada por Portugal, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique e pelas comunidades lusófonas em todo o mundo. Agora, chega ao palco de uma das mais prestigiadas salas de espetáculos do país para um concerto que promete emoção, nostalgia e muita celebração.

Nascido em Roterdão, na Holanda, e profundamente ligado às suas raízes cabo-verdianas, Johnny Ramos construiu uma carreira marcada por canções que atravessam gerações, combinando ritmos dançantes com baladas românticas que se tornaram banda sonora de milhares de histórias de amor. Lisboa espera, portanto, uma verdadeira festa da música lusófona, da cultura cabo-verdiana e de uma carreira com mais de duas décadas de sucessos.

Convidados especiais para uma noite inesquecível
O espetáculo no Coliseu dos Recreios será uma viagem pelos grandes êxitos da sua carreira, incluindo temas que marcaram a música lusófona contemporânea, bem como momentos especiais que refletem a sua constante evolução artística. Confirmadas estão já as presenças de Nelson Freitas, Gil Semedo, Cef, Clayton M, Lisandro Cuxi, William Araújo e Hilar, numa verdadeira representação de estrelas da lusofonia.

Johnny Ramos como banda sonora da vida de tantos
Ao longo do seu percurso, Johnny destacou-se não apenas como cantor, mas também como compositor, produtor e empresário musical. Co-fundador da editora Miss Jane Records e fundador da Just Jay Music, tem sido uma figura influente no desenvolvimento e internacionalização da música cabo-verdiana e africana de expressão portuguesa.

Iniciou a carreira ainda jovem e, com Grace Évora e Dina Medina, integrou os SPLASH, banda que marcou gerações e reescreveu a história da música dos PALOP. E ao longo do percurso estabeleceu colaborações importantes com grandes nomes da música como Suzanna Lubrano, Beto Dias, Don Kikas e Nelson Freitas.

Entre os marcos mais recentes da sua carreira encontra-se o lançamento do álbum “Angelina”, um trabalho profundamente pessoal que homenageia a sua filha e que trouxe novas sonoridades ao seu repertório, incluindo influências de Coladeira e Morna. O disco contou com colaborações de artistas como Grace Évora, Chelsy Shantel, Dji Tafinha e Dino d’Santiago, reforçando a sua capacidade de unir diferentes gerações e estilos musicais.

Em 2024, o artista voltou a destacar-se com os lançamentos dos singles “Te Amar é Bom”, em dueto com C4 Pedro, e “Menina”, uma canção inspirada nas sonoridades Terra-Terra, lançada pelo reconhecido DJ Malvado. Nesse mesmo ano celebrou os 20 anos do clássico “Bo Amor Ta Completam” com um novo videoclip e protagonizou outro momento histórico da sua carreira ao estrear-se a solo no palco do prestigiado Festival da Baía das Gatas, em Cabo Verde.

Mais recentemente, Johnny Ramos lançou “Dod na Bo”, em março, e já em maio o dueto “Ilusão”, com a artista Jordânia, provando a ligação segura que tem com Angola e mostrando-se, uma vez mais, ponte entre mundos.

A estreia no Coliseu dos Recreios representa um novo capítulo na trajetória de Johnny Ramos e um momento simbólico para a música cabo-verdiana em Portugal. Mais do que um concerto, será uma celebração da identidade, da cultura e da ligação entre povos unidos pela língua portuguesa.

A partir das 21h30, Lisboa vive uma noite única, onde a música, o amor e o orgulho cabo-verdiano estarão no centro de todas as emoções.

Nos bastidores dos casamentos: amor, glamour e emoção no novo romance de Danielle Steel



O dia do casamento é inesquecível. Muito antes da primeira dança, há meses de preparação e escolhas decisivas. No extraordinário romance A Organizadora de Casamentos, Danielle Steel convida-nos a entrar nos bastidores deste mundo repleto de glamour e emoção. Este título, inédito no mercado português, chega às livrarias a 18 de junho.

Faith Ferguson é a organizadora de casamentos mais procurada de Nova Iorque. Apesar de planear casamentos perfeitos para os clientes, Faith desistiu do amor após dois noivados falhados. Nesta nova temporada, acompanhamos os desafios de planear três casamentos importantes e muito diferentes, envoltos em pequenos e grandes dramas familiares.

Durante a preparação dos casamentos, Faith dará por si a criar laços com os novos clientes e os seus entes queridos, em especial com o irmão atraente de um dos noivos. Porém, como os casamentos nem sempre são só champanhe e rosas, esta protagonista terá de lidar com desavenças privadas, gravidezes não planeadas, escândalos familiares, segredos obscuros e a possibilidade do cancelamento de cerimónias. 

A Organizadora de Casamentos é um romance que aborda questões sociais da atualidade, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a gestação de substituição e a libertação de relacionamentos tóxicos. Faith é uma protagonista feminina forte e resiliente, que reavalia a sua vida e a felicidade pessoal após dois noivados falhados, demonstrando que não existe apenas um caminho para uma vida feliz.

De casamentos extravagantes com detalhes magníficos a conflitos familiares e dramas pessoais, Danielle Steel oferece-nos, com A Organizadora de Casamentos, uma história encantadora sobre o caminho por vezes sinuoso para o amor e as muitas maneiras de encontrar a felicidade que todos merecemos.

A Organizadora de Casamentos, de Danielle Steel, chega às livrarias portuguesas a 18 de junho, com tradução de Susana Serrão.

Sobre a Autora

Danielle Steel já escreveu mais de 200 livros, entre ficção, não ficção, poesia e livros infantis. Ultrapassou recentemente a marca dos mil milhões de livros vendidos em todo o mundo e é publicada em inúmeros países e muitas línguas. Todo e cada um dos seus livros é um bestseller, e escreveu o primeiro aos 19 anos. Steel entrou também para o Guinness Book of World Records por ter tido um ou mais livros seus durante 381 semanas consecutivas na lista de bestsellers do New York Times. Foram adaptadas para filme ou para série televisiva vinte e uma obras suas. 

Steel nasceu em Nova Iorque, filha de mãe portuguesa e pai alemão, frequentou sempre liceus franceses e passou grande parte da juventude em França, sendo o francês a sua língua-mãe. Apaixonada pela arte e pelo design, frequentaria mais tarde a New York University e a Parsons School of Design. Em 2002, a autora foi galardoada com a prestigiante Ordre des Arts et des Lettres de França, no grau de Officier, por extraordinário contributo literário, e, em 2014, seria condecorada pelo governo francês com a Ordre National de la Légion d’Honneur – a condecoração máxima da nação francesa –, no grau de Chevalier, pelo contributo de uma vida para a cultura mundial. A autora é ainda fundadora e dirigente de duas instituições de solidariedade dedicadas à saúde mental, ao apoio dos sem-abrigo e à prevenção do suicídio e dos maus-tratos infantis, tendo visto este seu trabalho inspirador ser reconhecido com os mais variados prémios. 

Mãe de nove filhos, vive entre Paris e São Francisco. 

Mercedes-Benz CLA elétrico vence a categoria 'Familiares' nos prémios ACP Elétrico do Ano 2026



O Mercedes‑Benz CLA elétrico foi vencedor na categoria “Familiares” na edição 2026 dos prémios ACP Elétrico do Ano, uma distinção atribuída através de votação pública e que reforça a confiança dos consumidores portugueses na marca e na sua estratégia de mobilidade elétrica.

Inovação e eficiência reconhecidas pelo público
O prémio sublinha a relevância do CLA no mercado nacional, onde a autonomia, a eficiência, e a experiência de condução são fatores decisivos para os consumidores. A votação pública demonstra que o modelo responde às expectativas reais dos utilizadores, reforçando a liderança tecnológica da Mercedes‑Benz no segmento elétrico.

Compromisso com a mobilidade elétrica
A distinção atribuída ao CLA reflete o compromisso contínuo da Mercedes‑Benz em desenvolver soluções elétricas que combinam desempenho, eficiência e conforto. Este reconhecimento reforça a estratégia da marca em acelerar a transição para uma mobilidade mais sustentável, respondendo às necessidades reais dos condutores portugueses.

Sobre o Mercedes‑Benz CLA
O CLA inaugura uma nova abordagem de design e eficiência dentro da família Mercedes‑Benz, destacando‑se por:

  • Autonomia elétrica até 790 km (WLTP) e carregamento rápido DC até 320 kW[1]
  • MBUX Superscreen que oferece uma experiência digital imersiva, com interface intuitiva, conectividade avançada
  • Assistente Virtual MBUX com IA generativa para reconhecer emoções e oferecer uma experiência a bordo mais personalizada e envolvente
  • Design exterior dinâmico que combina a expressão desportiva do CLA com o painel iluminado de padrão Mercedes‑Benz e o teto panorâmico

Sobre os prémios ACP Elétrico do Ano
Os prémios ACP Elétrico do Ano distinguem os modelos elétricos mais relevantes do mercado português, com várias categorias avaliadas por especialistas e pelo público. A votação pública reflete a perceção real dos consumidores e o impacto dos modelos no quotidiano.

Novo projeto em digressão ibérica



Após uma bem-sucedida digressão pelo Brasil em março deste ano, o novo projeto de Bianca Gismonti e Manuel de Oliveira estreia-se agora em Portugal e Espanha. O encontro afirma-se como uma das mais singulares colaborações da música instrumental contemporânea entre os dois lados do Atlântico (Portugal e Brasil).

Compositores e instrumentistas de carreira internacional e herdeiros de profundas tradições culturais, a pianista brasileira e o guitarrista português entregam-nos um universo autoral onde piano e guitarra desenham uma narrativa comum. Neste diálogo, a escrita de Gismonti — que cruza a tradição clássica, o lirismo impressionista e a pulsação polirrítmica brasileira — funde-se organicamente com a matriz ibérica e mediterrânica de Oliveira.

Em palco, os dois artistas protagonizam um acontecimento de rara cumplicidade, emotivo e de forte impacto. Sem hierarquias, a música desenvolve-se como um contínuo sonoro onde a virtuosidade se eleva ao serviço da expressividade e da construção coletiva.

A parceria, que se estreou no Festival Amajazz On (Belém do Pará) no final de 2025, já se encontra em processo de gravação de um álbum de inéditos. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2027, reforçando este intercâmbio que celebra raízes partilhadas e uma estética profundamente contemporânea.



Digressão Ibérica 2026

26 de Junho — Fábrica Braço de Prata, Lisboa (Ensaio aberto)
27 de Junho — Festival MED, Loulé
2 de Julho — Sala Villanos, Madrid
3 de Julho — Festival MIMO, Guimarães (Participação especial do fadista Ricardo Ribeiro)
4 de Julho — Festival MIMO, Guimarães (Workshop)
17 de Julho — Festival das Artes QuebraJazz, Coimbra – Quinta das Lágrimas (Com ensemble de cordas e sopros dirigido por Carlos Garcia)
18 de Julho — Espacio Capitana, Huelva

Festival Estoril Lisboa



Iniciada em 2025, o Festival Estoril Lisboa conclui em 2026 a celebração dos 50 anos da sua criação. Dividido em Festival no Verão, de 3 a 25 de julho, e Festival no Outono, de 1 de outubro a 13 de dezembro, abrange uma diversidade de atividades que nos levam de locais icónicos de Lisboa a Casas Museu de Cascais e Estoril.
 
Sob o signo “Celebramos Património”, funde-se o património arquitetónico e o musical através de encomendas a compositores portugueses, estreias em Portugal e jovens talentos, todos criando mais património nacional.
 
O FEL estará na Sé Patriarcal, Academia das Ciências de Lisboa, Convento dos Cardaes, Panteão Nacional, Teatro Tivoli BBVA, Auditório Carlos Avilez (Estoril), Centro Cultural de Cascais, Sala Atlântico do Hotel Palácio do Estoril, entre outros locais.
 
Assim o 52º FEL abre a 3 de julho em destaque com a Sinfonia nº 6, de Mahler, numa versão de câmara, com arranjo de Klaus Simon sob a direção de Nuno Côrte-Real, pelo Ensemble Darcos; a 4 de julho o concerto “Do canto visigótico aos nossos dias”, com o Coro de Câmara da Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa, sob a direção de Filipa Palhares, ambos na Academia das Ciências de Lisboa¸ o prestigiado grupo portuense de percussão Drumming e a música de António Pinho Vargas e António Chagas Rosa, em Cascais; Música Coral Portuguesa de há 400 anos, celebrada pelo Officium Emsemble na Sé Patriarcal; as estreias em Portugal do grande alaudista francês Thomas Dunford, num concerto em que a música de John Dowland (1500) convive com os Beatles e a sua própria música; do organista Jan Vermeire, na Sé Patriarcal com um programa dedicado a Teleman, Glauper e Bach, e o fenomenal pianista flamenco Antón Cortés, com uma homenagem a Paco de Lucia e Camarón de la Isla, todos em estreia em Portugal. Conclui o Festival no Verão, com o magnífico concerto do dia 25 de julho, no Teatro Tivoli BBVA, no qual a Orquestra Metropolitana de Lisboa fará a estreia absoluta da Sinfonia “Nature Mortis”, do Nuno Côrte-Real, obra encomendada pelo festival em homenagem a Don Dinis, nos 700 anos da sua morte. O concerto finaliza com a Sinfonia nº. 6, “Pastoral”, de Beethoven, sob a direcção de Nuno Côrte-Real e a participação de Cecília Rodrigues, soprano, e Luis Rodrigues, barítono.
 
Paralelamente, decorrerá de 16 a 18 de julho, o 24º Concurso de Interpretação do Estoril, na Escola Superior de Música de Lisboa, com a final no Estoril.

Por motivos alheios à organização e ao Carrilhão LVSITANVS, a atuação anteriormente anunciada para dia 2 de julho no Terreiro do Paço, que daria o pontapé de saída do festival, não se poderá realizar na data prevista. 
 
O 52º Festival Estoril Lisboa é financiado pela DGArtes, Câmara Municipal de Lisboa e o apoio da Câmara Municipal de Cascais, assim como diversas empresas e da Antena 2.
 
Toda a informação em www.festivalestorillisboa.com

Sobre o Festival

Fundado em 1975, por iniciativa do guitarrista Piñeiro Nagy, com o apoio de Fernando Lopes-Graça, João de Freitas Branco e Helena de Sá e Costa, o Festival Estoril Lisboa nasceu como extensão natural de uma vocação pedagógica e cosmopolita que já marcava a região desde os anos 60.

Ao longo de cinco décadas, afirmou-se como um dos mais consistentes laboratórios artísticos do país, apresentando mais de trezentas obras em estreia nacional, muitas delas estreias mundiais, e revelando novas gerações de compositores ao lado de nomes incontornáveis do século XX.

Mais de dez milhares de artistas, de Mstislav Rostropovich a Rudolf Nureyev, da Royal Philharmonic Orchestra à Orquestra Gulbenkian, passaram pelos seus palcos. Mas é talvez na relação íntima com o património que o festival encontra a sua singularidade: concertos em palácios, igrejas e teatros históricos, onde a música antiga dialoga com a criação contemporânea e o sinfonismo convive com o bailado.

Membro da European Festivals Association desde 1983, o festival é hoje um ponto de encontro entre tradição europeia e pensamento artístico atual, um lugar onde a música não é ornamento, mas consciência cultural.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Rock in Rio Lisboa domina alcance mediático e digital dos festivais 2026



O Rock in Rio Lisboa destaca-se de forma expressiva como o festival com maior impacto global, somando 2.365 milhões de Outreach, impulsionado sobretudo por uma presença digital massiva. O evento lidera destacadamente em Social Media, com mais de 2.255 milhões, e mantém simultaneamente a liderança em Media, com mais de 109 milhões de alcance.

A Cision divulga o mais recente Ranking Cision Festivais 2026, referente ao período entre outubro de 2025 e maio de 2026, com base na métrica de Outreach (Audiência), que mede o alcance total das notícias nos media tradicionais e da audiência potencial nas redes sociais.

Top 5 Geral – Outreach (Media + Social Media)

  • Rock in Rio Lisboa — 2.364.590.977
  • NOS Alive — 362.510.642
  • Afro Nation — 285.487.725
  • Porto Primavera Sound — 146.382.229
  • MEO Kalorama — 124.642.477

O NOS Alive mantém-se como um dos festivais mais consistentes, com forte presença em ambos os canais — mais de 88 milhões em Media e 273 milhões em social media. Já o Afro Nation evidencia uma forte projeção internacional, sobretudo digital, com mais de 284 milhões de audiência em social media.

O Porto Primavera Sound e o MEO Kalorama completam o Top 5, destacando-se pelo equilíbrio entre cobertura mediática e engagement digital, reforçando o seu posicionamento no panorama nacional.

Destaques por canal:

Media tradicionais (Outreach)

  • Rock in Rio Lisboa — 109.227.406
  • NOS Alive — 88.837.783
  • Porto Primavera Sound — 51.859.069
  • MEO Kalorama — 42.986.461
  • Vodafone Paredes de Coura — 41.175.504

Nos Media, o Rock in Rio Lisboa lidera, seguido de perto pelo NOS Alive, confirmando a sua forte cobertura jornalística. O Porto Primavera Sound destaca-se como terceiro classificado, refletindo o seu peso editorial e relevância cultural.

Social Media (Outreach)

  • Rock in Rio Lisboa — 2.255.363.571
  • Afro Nation — 284.685.914
  • NOS Alive — 273.672.859
  • Porto Primavera Sound — 94.523.160
  • RFM SOMNII — 94.837.112

Nas redes sociais, o domínio do Rock in Rio Lisboa é particularmente expressivo, com um alcance muito superior aos restantes festivais. O Afro Nation e o NOS Alive reforçam a sua posição através de comunidades digitais altamente ativas e conteúdos amplamente partilhados.

Destaque ainda para o Porto Primavera Sound, RFM SOMNII, MEO Kalorama e North Music Festival, que apresentam desempenhos relevantes neste canal, refletindo estratégias digitais eficazes.

Outros festivais em evidência:

  • Ageas CoolJazz — forte presença mediática e presença consistente em social media (7ª posição no ranking geral final)
  • RFM SOMNII — bom desempenho transversal, com destaque para social media
  • Ageas Cooljazz — posicionamento consolidado e cobertura equilibrada
  • CA Vilar de Mouros — bom desempenho em Media
  • Vagos Metal Fest — forte presença em social media, reforçando o seu segmento

Principais tendências de comunicação:

Ainda que o presente ranking se baseie exclusivamente em métricas de alcance, a leitura dos resultados sugere que a visibilidade dos festivais está associada a fatores como:

• Anúncio de cartazes e artistas

• Antecipação das edições futuras

• Forte presença digital e conteúdos partilháveis

• Posicionamento cultural dos eventos

• Valorização da experiência do público

Em junho, a Filmin celebra o cinema queer em parceria com o Festival Queer Lisboa



Ao longo do mês de junho, a Filmin reforça o seu compromisso com a representatividade e a liberdade criativa através de uma programação especial dedicada ao cinema queer, numa iniciativa realizada em parceria com o Queer Lisboa.

A ação surge num momento particularmente simbólico: a celebração do Mês do Orgulho LGBTQIA+ e os 30 anos de existência do festival português.

O Queer Lisboa fez uma selecção de 25 filmes na plataforma que marcaram o cinema queer contemporâneo, refletindo a diversidade de identidades, experiências e narrativas que têm sido exploradas no grande ecrã ao longo dos últimos anos. Entre ficção, documentário e obras experimentais, os títulos escolhidos representam diferentes geografias, estilos e gerações de cineastas.

Grande parte dos filmes integrou a programação do Queer Lisboa em edições anteriores, permitindo revisitar algumas das obras mais relevantes que passaram pelo festival. A iniciativa pretende não só celebrar o legado do evento, mas também tornar este património cinematográfico mais acessível ao público.

Uma programação que se debruça sobre o lugar das pessoas e comunidades LGBTQIA+ no mundo e sobre histórias individuais de amor, descoberta e afirmação. No documentário, apresentam-se capítulos da história recente desta comunidade em permanente reinvenção, bem como perfis de artistas cujas biografias e obras se inscrevem na cultura queer.

Destaque ainda para o mais recente cinema queer português, como Lobo e Cão, e no formato da curta-metragem, sete títulos que espelham o vigor das estéticas e narrativas de uma – maioritariamente – nova geração de cineastas.

Igualmente, a Filmin estreia o filme Devorar a Noite. Realizado por Caroline Poggi e Jonathan Vinel, ("Eat the Night") o filme é um thriller dramático francês sobe Pablo, um jovem traficante, e a sua irmã Appoline que passam tempo juntos através de um jogo online de fantasia chamado "DarkNoon". Mas Pablo acaba por se apaixonar por Night, outro rapaz em apuros, negligenciando a relação com a irmã. Enquanto Appoline termina o jogo, Pablo e Night veem-se envolvidos num perigoso conflito entre gangues.

Uma mistura de O Ódio, Matrix e World of Warcraft. A realidade e a realidade virtual colidem, entre sensualidade e destruição, desejo e obsessão, num retrato social de uma juventude à margem. A obra foi apresentada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e destacou-se pela sua abordagem singular às relações afetivas e à juventude contemporânea.

A programação As escolhas do festival Queer Lisboa está disponível durante o mês de junho na plataforma Filmin. 

Quando a verdade parece estabelecida, Cara Hunter volta a semear a dúvida



O desaparecimento de Daisy Mason tornou-se um dos casos mais mediáticos da história recente de Oxford. Tinha apenas oito anos quando desapareceu sem deixar rasto e a investigação terminou com a condenação da própria mãe por homicídio. Apesar da sentença, uma pergunta permaneceu sem resposta: onde está o corpo da criança?

Anos mais tarde, novas provas forenses obrigam a polícia a regressar ao caso. Para o inspetor-chefe Adam Fawley, responsável pela investigação original, a descoberta tem um peso particular. Se as conclusões a que a equipa chegou estavam erradas, tudo aquilo que parecia resolvido poderá ter de ser reavaliado.

Com Anatomia de um Crime, Cara Hunter recupera uma das histórias mais marcantes da série protagonizada por Adam Fawley e conduz os leitores por uma investigação onde cada nova revelação torna mais difícil distinguir os factos das convicções construídas ao longo dos anos.

Traduzida em dezenas de países e reconhecida como uma das mais populares vozes da ficção policial britânica contemporânea, a autora constrói histórias onde a verdade parece estar sempre ao alcance da mão, apenas para voltar a escapar no momento seguinte.

Cara Hunter estará na Feira do Livro de Lisboa, amanhã, 13 de junho, para apresentar Anatomia de um Crime, numa conversa com Filipe Bica, seguida de uma sessão de autógrafos.

Sobre a Autora

Cara Hunter é autora bestseller do Sunday Times da série de thrillers bestsellers Inspetor Fawley e do fenómeno viral do TikTok Crime em Família . Os seus livros venderam mais de um milhão de exemplares só no Reino Unido e estão traduzidos em 30 línguas. Perto de Casa e Toda a Verdade foram selecionados para o clube de leitura de Richard Madeley e Judy Finnigan. Sem Saída foi selecionado pelo Sunday Times como um dos cem melhores romances policiais desde 1945. A série Inspetor Fawley encontra-se atualmente em desenvolvimento para televisão.

Prime Video revela poster e trailer oficial de Elle, prequela de Legalmente Loira



A Prime Video revela o trailer oficial e o poster da primeira temporada de Elle, a muito aguardada prequela de Legalmente Loira da Hello Sunshine e Amazon MGM Studios. Os oito episódios da primeira temporada da nova série original vão estar disponíveis a 1 de julho, em exclusivo na Prime Video em mais de 240 países e territórios em todo o mundo. Ainda antes da estreia da série, a Prime Video confirma a segunda temporada.

A primeira temporada de Elle acompanha Elle Woods antes de chegar a Harvard, onde viria a sentir-se completamente deslocada. Conhecemo-la em 1995, mergulhada nas águas turbulentas do ensino secundário, onde enfrenta amizades complicadas, romances proibidos e escolhas de moda duvidosas. Ao longo de tudo isto, Elle encontra na família o seu porto seguro e fortalece ainda mais a ligação com a mãe, mostrando que conseguem ultrapassar qualquer desafio que a vida lhes traga, desde que estejam juntas. Com cada desafio que enfrenta, aproxima-se da versão da Elle Woods que todos conhecemos e adoramos hoje.

Criada por Laura Kittrell (High School, Insecure), Elle é co-produzida  por Kittrell e Caroline Dries, que são também produtoras executivas. Reese Witherspoon, Lauren Neustadter, Marc Platt e Amanda Brown  são igualmente  produtores executivos. Jason Moore (Pitch Perfect) realizou os dois primeiros episódios da primeira temporada e é produtor executivo. Bryan J. Raber e Asmita Paranjape atuam como produtores. Josie Craven e Jen Regan são produtoras executivas.

O elenco da primeira temporada inclui Lexi Minetree como Elle Woods, June Diane Raphael como Eva, a mãe de Elle, e Tom Everett Scott como Wyatt, o pai, ao lado de  Jacob Moskovitz, Gabrielle Policano, Chandler Kinney, Zac Looker e Amy Pietz. Fazem também parte do elenco, Brad Harder, Chloe Wepper, Danielle Chand, David Burtka, James Van Der Beek. Jessica Belkin, Kayla Maisonet, Lisa Yamada, Logan Shroyer, Matt Oberg e Sharon Taylor.




A primeira temporada de Elle vai estar disponível na Prime Video a 1 de julho como parte da subscrição Prime. Os subscritores da Amazon Prime em Portugal podem desfrutar de ofertas, envios gratuitos e entretenimento, tudo na mesma subscrição por apenas 4,99€ ao mês ou 49,90€ ao ano.