terça-feira, 26 de maio de 2026

Estreia mundial do novo Mercedes-AMG GT Coupé de 4 portas: A Mercedes-AMG leva a Autobahn a Los Angeles



Para a estreia mundial do novo Mercedes‑AMG GT Coupé 4 portas, a Mercedes‑AMG transformou a icónica 6th Street Bridge, em Los Angeles, numa “Autobahn”. Sob uma vasta parede de LED com a estética azul característica e rodeada pelos sinais familiares com riscas diagonais sobre fundo branco, indicando o fim de um limite de velocidade, o novo GT Coupé 4 portas foi revelado.

Os 600 convidados presentes no local experienciaram uma atuação dinâmica de condução ao vivo, com efeitos de iluminação coreografados que colocaram as capacidades do veículo em destaque. Num momento de revelação impressionante contra o horizonte de Downtown L.A., três veículos aceleraram ao longo da secção de Autobahn criada especialmente para o evento, em direção ao pôr do sol, com fumo a sair dos pneus.



Quando os veículos regressaram pouco depois, ninguém menos do que o astro de Hollywood Brad Pitt, como novo embaixador da campanha do novo GT Coupé 4 portas, e o piloto de F1 George Russell saíram dos automóveis. Numerosas outras celebridades assistiram ao emocionante espetáculo a partir da bancada, incluindo o piloto de F1 Kimi Antonelli, Gabriel Macht e clientes VIP selecionados. As celebrações terminaram com uma atuação exclusiva dos Blink‑182, combinando a energia da marca com um momento musical de destaque.

O conceito da estreia mundial captou a essência do novo Mercedes‑AMG GT Coupé 4 portas: elevada performance contínua, agilidade confiante e uma experiência V8 altamente emocional fazem do veículo “Autobahn approved”. Enquanto modelo de performance, o veículo destina‑se a condutores que não querem abdicar de intensidade, precisão e do caráter distintivo AMG no mundo elétrico — um EV para verdadeiros entusiastas da gasolina.



“Um automóvel de alta performance como o nosso novo Mercedes‑AMG GT Coupé 4 portas merece uma estrada sem limites. Por isso, para a sua estreia mundial, estamos a trazer a Autobahn para Los Angeles, permitindo que o veículo mostre de forma impressionante ao mundo o seu imenso poder e resistência incansável.” afirmou Michael Schiebe, Membro do Conselho de Administração do Mercedes‑Benz Group AG, Produção, Qualidade e Gestão da Cadeia de Fornecimento, e Presidente do Conselho de Administração da Mercedes‑AMG GmbH.

O novo desportivo incorpora o espírito pioneiro da marca e eleva a experiência de condução a um nível sem precedentes. Estritamente concebido para alta performance, o Coupé 4 portas baseia‑se na exclusiva Arquitetura Elétrica de Alta Performance AMG (AMG.EA). Três motores inovadores de fluxo axial e células de bateria com arrefecimento direto definem uma nova dimensão de performance, já demonstrada em 2025 pela espetacular condução recorde do CONCEPT AMG GT XX em Nardò. Os clientes terão a possibilidade de escolher entre duas variantes de motor potentes quando as encomendas abrirem dentro de alguns dias: o Mercedes‑AMG GT 63 4MATIC+ e o Mercedes‑AMG GT 55 4MATIC+.



"Leonard e Hungry Paul" a série da BBC narrada por Julia Robert sobre as pequenas coisas da vida



A Filmin estreiou em exclusivo, Leonard e Hungry Paul, uma série de seis episódios realizada por Andrew Chaplin (The Full Monty, série), narrado por Julia Roberts e protagonizado por Alex Lawther ("The End of the F...ing World") e Laurie Kynaston. 

A série adapta o romance homónimo de Rónán Hession, publicado em Espanha pela Alpha Decay, e foi descrita pela crítica como amável e divertida (GQ), uma delícia  (The Times) ou o antídoto perfeito para a vida moderna (The Guardian).

Leonard é um trintão que tenta lidar com o luto pela morte recente da mãe, enquanto sobrevive ao seu trabalho sem contrato numa editora situada nos arredores de Dublin. Hungry Paul, o seu melhor amigo, leva uma vida de poucas emoções, entregando o correio todas as segundas-feiras de manhã. Ambos partilham a paixão por jogos de tabuleiro, que serve como pretexto para se apoiarem mutuamente perante os embates da vida.

A série nasce do romance de estreia de Rónán Hession, funcionário público e músico sediado em Dublin, publicado pela pequena editora independente Bluemoose Books. Sem uma grande campanha de marketing, o livro tornou-se um fenómeno graças ao boca a boca e à sua passagem pelo Book Club da BBC Radio 2, ultrapassando os 300.000 exemplares vendidos em todo o mundo. Entre os seus muitos admiradores está Julia Roberts, que ficou tão entusiasmada com o romance que aceitou ser narradora da série: Estou encantada por fazer parte desta obra que passou de livro a série de televisão, explicou a atriz vencedora de um Óscar.

O próprio Hession afirmou que foi um verdadeiro privilégio ver a sua obra ganhar vida noutro formato criativo, numa adaptação assinada por Richie Conroy e Mark Hodkinson que mantém o tom e a sensibilidade do original.

Uma ode à vida quotidiana
Numa época em que muitas séries giram em torno de dragões, detetives ou crises existenciais, ‘Leonard & Hungry Paul’ segue um caminho mais lento: a bondade, a importância das pequenas coisas e, ocasionalmente, uma partida de backgammon”, explica o realizador Andrew Chaplin. Num panorama televisivo dominado por grandes espetáculos, a proposta aposta num tom íntimo e pausado.

Fiel ao espírito do romance, apresenta-se como uma celebração da introversão e das vidas aparentemente comuns. Mais do que grandes reviravoltas dramáticas, oferece um olhar atento aos gestos quotidianos e às transformações subtis das suas personagens. No centro, a interpretação de Alex Lawther traz uma sensibilidade única a um protagonista que, apesar da sua aparente quietude, começa a questionar o seu lugar no mundo.

Os três primeiros episódios da série estrearam ontem, dia 25 de maio, e os restantes episódios serão lançados no dia 1 de junho.



“Vozes em Palco: Encontros” com Edgar Domingos & Chelsea Dinorath no Casino Estoril



O Casino Estoril recebe, no dia 13 de junho, às 21 horas, o concerto "Vozes em Palco: Encontros", que junta Edgar Domingos e Chelsea Dinorath num encontro ao vivo pensado para celebrar a força das vozes, a emoção das canções e a ligação com o público.

"Vozes em Palco: Encontros" foi desenhado para criar momentos de ligação entre dois universos artísticos, com actuações a solo e momentos partilhados, num concerto pensado para ficar na memória do público.

Uma noite única no Casino Estoril, onde o foco é a força da interpretação e o encontro de duas vozes no mesmo palco - celebrando canções, histórias e a energia de dois artistas em pleno reconhecimento do seu trabalho.

Chelsea Dinorath
Chelsea Dinorath chega a este espectáculo após um ano de forte reconhecimento internacional: é a primeira artista angolana a vencer a categoria de Melhor Artista da África lusófona nos Trace Awards (2.ª edição, em Zanzibar, Tanzânia). A artista foi também distinguida como Melhor Artista Feminina dos PALOP nos African Entertainment Awards, USA (AEAUSA), consolidando a sua projeção além-fronteiras.

Chelsea Dinorath afirma-se por uma escrita e interpretação intensas, com temas que se tornaram referência para muitos ouvintes, como "Ntima", "À Toa", "Sodadi", "Melhor" e "Toi Et Moi". O álbum "Catarse" reúne algumas das suas faixas mais procuradas, incluindo "Traços (feat. Edgar Domingos)", "Unfollow", "Maré", "Weya" e "Silhueta da Dor", entre outras.

A colaboração "Traços" destaca-se por unir as duas vozes no mesmo tema, antecipando o que o público pode esperar deste encontro ao vivo - um diálogo artístico entre dois percursos que se cruzam em palco.

Ao vivo, Chelsea Dinorath traz uma performance centrada na interpretação, nos refrões fortes e na conexão direta com o público, agora com o reconhecimento dos Trace Awards e AEAUSA.



Edgar Domingos
Este será igualmente o segundo evento de Edgar Domingos depois de um grande sucesso no “Lisboa Ao Vivo - LAV”, registando mais um importante momento no seu percurso ao vivo – desta vez no emblemático palco do Salão Preto e Prata ao lado de uma das vozes mais premiadas da música lusófona da actualidade.

Edgar Domingos tem construído um percurso marcado por canções que ganharam vida própria junto do público, com singles como "Agulha No Palheiro", "Relaxa" e "Linda Demais". 

Entre os seus temas mais procurados e reconhecidos surgem ainda títulos como "Adoço", "KBB", "Estragar O Que Está Bom", "Senhor Incrível" e "Já Não Te Conheço".

No alinhamento desta noite, a promessa é levar ao palco o lado mais directo e emocional do seu repertório, com espaço para os momentos de maior energia e para as canções que o público sabe de cor.

Valter Hugo Mãe assinala 30 anos de escrita com novo romance



Com uma obra reconhecida internacionalmente, o autor estará em destaque na Feira do Livro de Lisboa e terá novo romance com lançamento no festival BABELL, no Porto.

Em 1996, Valter Hugo Mãe dava à estampa o seu primeiro livro. 30 anos volvidos, chega-nos agora um novo romance, O século dos imbecis, que confirma o seu percurso de afirmação contínua no panorama literário português e internacional.

Para assinalar a data, o Grupo Porto Editora homenageará o autor na Feira do Livro de Lisboa, com um pavilhão de destaque para as suas obras e para o seu percurso literário. O escritor português estará em sessões de autógrafos nos dias 13 e 14 de junho, poucos dias após a chegada do novo romance às livrarias.

A apresentação oficial terá lugar no dia 29 de junho, no Porto, no âmbito do festival BABELL, com participação do escritor colombiano Héctor Abad Faciolince e leituras de Lúcia Moniz. O acesso à sessão faz-se através de livro-bilhete, mecanismo que associa a entrada à compra de um livro, disponível nos canais oficiais do festival e em livrarias aderentes.

Os leitores poderão também conhecer uma outra faceta do autor, na longa-metragem que acompanha o período de escrita de A Desumanização, com realização de Miguel Gonçalves Mendes. O documentário De lugar nenhum chegará em breve às salas de cinema nacionais.

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra, traduzida em várias línguas, tem vindo a merecer acolhimento internacional consistente e a consolidar um lugar central na literatura contemporânea, colecionando homenagens dentro e além-fronteiras.

Ao longo de três décadas, construiu um percurso literário marcado por títulos como o nosso reino, o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago), a máquina de fazer espanhóis (Prémio Oceanos), O filho de mil homens (recentemente adaptado pela Netflix), A Desumanização, Homens imprudentemente poéticos, o apocalipse dos trabalhadores, Contra mim (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores), publicação da mortalidade, Educação da tristeza, Deus na escuridão e As doenças do Brasil.

Em paralelo, publicou obras para diferentes públicos, incluindo Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros, As mais belas coisas do mundo, Serei sempre o teu abrigo e A minha mãe é a minha filha, reforçando uma escrita que atravessa géneros e gerações.

Sobre o Autor

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em muitos países.
Autor das obras: O século dos imbecis, Educação da tristeza, Deus na escuridão, As doenças do Brasil, Contra mim (Grande Prémio de Romance e Novela - Associação Portuguesa de Escritores), Homens imprudentemente poéticos, A Desumanização, O filho de mil homens, a máquina de fazer espanhóis (Prémio Oceanos), o apocalipse dos trabalhadores, o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros, As mais belas coisas do mundo, Serei sempre o teu abrigo e A minha mãe é a minha filha.

A sua poesia está reunida no volume publicação da mortalidade. Assina a crónica "Cidadania Impura", na Notícias Magazine. Com exceção da poesia, que tem chancela Assírio & Alvim, toda a sua obra está publicada pela Porto Editora.

Começa a desaguar mais uma edição do Nascentes na mais querida Aldeia das Fontes



O Nascentes chega a 2026 como um encontro que se constrói devagar e em conjunto, feito das mãos de quem o imagina, de quem o levanta e de quem o vive. O Nascentes só existe porque é feito a várias mãos, mãos que acompanham, orientam, apoiam e abrem caminho.

Mãos que partilham esforço, pensamento e cuidado. São as mãos da gente desta aldeia, que tornam possível que tudo aconteça com esta proximidade tão própria e natural, e é nesse gesto coletivo que encontramos uma das forças mais importantes da criação artística e da própria comunidade.

Ao longo dos dias, são as casas, os jardins, as hortas, os espaços abertos pela aldeia que dão forma ao Nascentes. São as pessoas que vivem nas Fontes que abrem as suas portas e acolhem a programação, num gesto de cuidado e proximidade que transforma cada lugar em palco. A arte é um lugar de encontro, escuta e transformação. Nasce da capacidade de olhar o outro com atenção, de criar pontes entre diferentes experiências e de atravessar fronteiras culturais, geográficas e emocionais. A programação do Nascentes reflete essa visão.

A aldeia das Fontes volta a transformar-se num espaço de descoberta, partilha e criação coletiva, reunindo projetos musicais de diferentes geografias e linguagens sonoras. Entre momentos de escuta mais íntima e experiências de forte intensidade física e emocional, o Nascentes propõe um percurso entre tradição, improvisação, eletrônica, jazz, psicadelismo e música ritual.

Entre os concertos mais contemplativos, os suecos e dinamarqueses BITOI exploram o encontro entre baixo elétrico e um trio de vozes, num equilíbrio subtil entre força e delicadeza, enquanto a sul-coreana Dasom Baek cruza instrumentos tradicionais coreanos com abordagens contemporâneas, criando paisagens sonoras sensíveis entre memória e experimentação.

A dimensão mais rítmica e dançável surge com Elektro Hafiz (Turquia/Alemanha), que funde heranças musicais turcas com psicadelismo e energia punk, e com INDUS (Colômbia), projeto eletrônico de Óscar Alford que mistura ritmos afro-caribenhos com uma abordagem experimental e intensa. Do Reino Unido chegam os MADMADMAD, cuja eletrónica mutante e pulsante vive entre improvisação, tensão e catarse coletiva.

A improvisação ocupa também um lugar central no festival. Os portugueses PLAKA trabalham ritmos inspirados em diferentes tradições do mundo através de estruturas em constante transformação, enquanto os britânicos Vipertime levam o jazz para territórios explosivos onde groove, afrobeat, pós-punk e liberdade criativa se fundem numa poderosa experiência ao vivo.

Nas atuações noturnas, os portugueses Sunflowers trazem a urgência do punk e da distorção numa descarga caótica e visceral. Também de Portugal, La Familia Gitana celebra as suas raízes e herança musical numa afirmação de identidade e celebração coletiva. Já os japoneses WaqWaq Kingdom atravessam múltiplos territórios sonoros entre tradição japonesa, eletrônica contemporânea e ritmos globais, enquanto os catalães ZA! (Espanha) fazem de cada concerto um espaço irrepetível de improvisação e energia desenfreada. Conjunto Contratempo, banda mítica de sangue e coração Cabo Verdiano, que nasceu em Cacém nos anos 80, traz as suas coladeras e um funaná mais despojado para dançar sem parar.

Na continuidade do espírito colaborativo que define o Nascentes, regressam ainda às Fontes as residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho construído entre vozes, território e comunidade.

Ao longo dos dias, o Nascentes estende-se também a outras formas de encontro e descoberta, com momentos de participação, escuta e criação partilhada pensados para todas as idades. Entre os passeios sonoros do Luís Antero, diversas oficinas infanto-juvenis, discos e petiscos, o projeto volta a afirmar-se como um lugar onde é possível estar, parar, experimentar e usufruir em conjunto.

O Nascentes nasce de uma dimensão profundamente humana: a consciência de que somos frágeis e interdependentes. É precisamente nessa vulnerabilidade que encontramos a capacidade de cuidar, resistir e criar em conjunto. A mão que ampara é também a mão que impulsiona. A que ajuda a levantar, a experimentar, a falhar e a continuar.

Entre 1 e 5 de julho, voltamos a encontrar-nos nas Fontes.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Projeto Artistic Futures ajuda compositores independentes a recuperar royalties por reclamar



Co-financiado pelo programa Europa Criativa, o projecto Artistic Futures reúne 7 organizações de 6 países europeus e convida compositores, editoras e publishers a co-criarem a solução.

Um novo projeto europeu propõe resolver um dos problemas mais persistentes da indústria musical: as centenas de milhões de euros em royalties que nunca chegam às pessoas que criaram a música.

O projeto Artistic Futures, co-financiado pela União Europeia ao abrigo do programa Europa Criativa, é uma iniciativa de 24 meses para desenvolvimento de uma plataforma com inteligência artificial para ajudar compositores, editoras fonográficas e music publishers independentes a detetar royalties por reclamar, corrigir metadados incorretos ou incompletos e assumir o controlo dos seus direitos além-fronteiras e junto das sociedades de gestão coletiva.

O projeto é liderado pela Unison Rights, a primeira Entidade de Gestão Independente de Espanha licenciada ao abrigo da Diretiva Europeia 2014/26, e reúne um consórcio de especialistas em gestão de direitos, investigadores em IA, publishers e especialistas em distribuição digital de Espanha, Portugal, Estónia, Alemanha, Suécia e Hungria.

A dimensão do problema
 Segundo a Fair Trade Music International, até 27% das royalties de música digital a nível global poderão estar retidas nas chamadas "black boxes": receitas que não podem ser distribuídas devido a metadados em falta, incorretos ou fragmentados. Só nos Estados Unidos, o Mechanical Licensing Collective reportou mais de 400 milhões de dólares em royalties por associar num único ano.

Na Europa, o problema é agravado pelos silos de licenciamento nacionais, pela fragmentação linguística e pela infraestrutura digital inconsistente entre os estados-membros. Quando estes royalties ficam por reclamar, são habitualmente redistribuídas pro-rata aos titulares de direitos dominantes, prejudicando desproporcionalmente os criadores independentes.

"Os royalties por reclamar não são uma falha técnica. São uma falha estrutural que tem sido silenciosamente aceite durante demasiado tempo. Os compositores independentes perdem milhões todos os anos, muitas vezes sem o saberem. A Artistic Futures vai trabalhar com criadores, profissionais da indústria e especialistas em tecnologia para melhorar esta situação tanto quanto possível.
Pode não ser possível resolvê-la por completo, mas podemos definitivamente melhorá-la." Jordi Puy, CEO, Unison Rights

Desenvolvida com os artistas
Em vez de desenvolver tecnologia à porta fechada, Artistic Futures adota uma abordagem participativa. O projeto encontra-se atualmente na fase de investigação e co-criação, e convida compositores, editoras e music publishers independentes de toda a Europa a participar nos seus próximos workshops de co-design.

Estas sessões online recolherão contributos diretos de criadores e profissionais de direitos para definir as funcionalidades, a experiência de utilização e as prioridades da plataforma, assegurando que as ferramentas a desenvolver reflitam necessidades reais.

Os compositores e autores interessados em participar podem inscrever-se em artisticfutures.eu ou através dos canais de redes sociais do projeto.

O Próximo Passo: Questionários aos Grupos de Utilizadores
 A primeira fase do projeto centra-se na investigação das necessidades dos utilizadores, no mapeamento setorial e em workshops de design participativo que decorrerão até meados de 2026. Seguem-se o desenvolvimento da plataforma e o treino dos modelos de IA, com testes piloto previstos para 2027, envolvendo mais de 300 compositores, autores e publishers independentes em toda a Europa.

O projeto irá também participar em grandes eventos da indústria, incluindo o Reeperbahn, o ESNS, o Primavera PRO e o WOMEX, e irá publicar estudos de política, metodologias e normas técnicas em acesso aberto para o setor em geral.

Comunidade Artistas Inteligentes alerta para a importância de consignar 1% para apoiar as associações culturais em Portugal



Com o objetivo de reforçar o apoio às associações culturais portuguesas e aos seus artistas, a Comunidade Artistas Inteligentes (CAI) apela aos contribuintes que ainda não submeteram a declaração de IRS para não ignorarem a possibilidade de consignar 1% do imposto a organizações culturais. Sem qualquer custo adicional, este gesto pode ter um impacto direto na sustentabilidade do setor artístico em Portugal e no desenvolvimento de projetos que trabalham diariamente na criação, formação e dinamização cultural.

Num contexto em que muitas estruturas continuam a trabalhar com recursos limitados e financiamento imprevisível, a CAI alerta para a importância deste mecanismo enquanto forma concreta de fortalecer iniciativas independentes e garantir maior continuidade ao trabalho desenvolvido por artistas e associações culturais em todo o país.

A consignação permite que cada contribuinte atribua 1% do seu IRS a uma entidade à sua escolha, mas esta possibilidade continua ainda pouco utilizada, representando uma oportunidade perdida de apoiar estruturas que desempenham um papel fundamental no acesso à cultura, na criação artística contemporânea e na construção de comunidades mais participativas e criativas.

Para Alice Gonçalves, fundadora da Comunidade Artistas Inteligentes, “Consignar o IRS não é apenas um gesto simbólico, mas uma decisão com impacto direto no ecossistema cultural. É uma forma simples de apoiar projetos que mantêm viva a criação artística em Portugal e que muitas vezes sobrevivem com enormes dificuldades estruturais. Ignorar esta possibilidade é deixar passar uma oportunidade concreta de contribuir para a continuidade da cultura, sem qualquer custo para o contribuinte”.

Enquanto comunidade de aprendizagem e networking onde arte e estratégia se encontram, a CAI acompanha artistas na construção de percursos mais conscientes, sustentáveis e alinhados com uma prática reflexiva e curatorial. A organização defende que pensar o futuro da arte passa também por criar condições reais para que ela possa existir e crescer no presente.

Henrique e Nuno Feist com o multipremiado “Broadway Baby” no Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe, nos dias 17 e 24 de julho, às 21h30, o multipremiado “Broadway Baby”. Protagonizado por Henrique Feist e com direcção musical de Nuno Feist, este musical inspirado nos grandes clássicos da Broadway foi já distinguido com relevantes prémios, tendo vencido o “Globo de Ouro para Melhor Actor de Teatro 2012”.

Na zona oeste de Nova Iorque, sensivelmente, a partir da rua 42 até perto do Central Park, sucedem-se teatros deslumbrantes, iluminados pelos seus icónicos cartazes luminosos. São mais de 20, mais de 30, mais de 40 salas - é a Broadway. Foi neste cenário que nasceu e se afirmou o Musical Americano.



Num espectáculo arrebatador, Henrique Feist conduz-nos por esta história fascinante, desde as suas origens até à chamada “invasão da Disney” na Broadway - momento a partir do qual começaria um novo capítulo. 

Mas recuemos: porque se instalaram ali os teatros? Quem foram os primeiros autores e compositores? O que torna estas canções intemporais? Que sonho é este chamado Broadway?



A Broadway vive sempre que alguém, em qualquer parte do mundo, assobia Blue Moon ou canta I've Got You Under My Skin. Vive nos filmes como West Side Story, Hair, Chicago ou Dreamgirls; nas séries como Will & Grace, Glee, Smash ou Schmigadoon!; e nos repertórios de artistas como Ella Fitzgerald, Judy Garland, Frank Sinatra, Barbra Streisand, Liza Minnelli, Jamie Cullum ou Lady Gaga.

A Broadway existe porque há sonhos tão grandes que não cabem em mais lado nenhum. Mais do que uma zona de Nova Iorque, a Broadway é um verdadeiro estado de espírito.

“Mon Premier Spectacle” de Redouane Bougheraba no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Redouane Bougheraba apresenta, no dia 3 de junho, a partir das 21 horas, “Mon Premier Spectacle” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O humorista francês sobe ao palco com um registo mais pessoal, mais verdadeiro… e sempre tão divertido.

Das digressões por todo o mundo ao Orange Vélodrome, em Marselha, passando pelo cinema com “Délocalisés” e “Sur la Route de Papa”, Redouane Bougheraba conta tudo: os bastidores, as dificuldades, os encontros e as emoções. “Mon Premier Spectacle” é sincero, poderoso e hilariante, relembrando porque Redouane Bougheraba é considerado uma das vozes mais cativantes do meio artístico francês.

Após ter esgotado numerosas salas de espectáculos em França e pelo mundo com “On m’appelle Marseille”, Redouane Bougheraba regressa, desta vez, com “Mon Premier Spectacle”. 

Um espectáculo mais íntimo, sem nunca perder aquilo que é a sua assinatura: um humor impactante e uma energia transbordante. Redouane Bougheraba abre o caderno de viagem destes últimos anos e partilha histórias dos bastidores, filmagens, encontros improváveis, momentos de dúvida e sonhos realizados, em digressão, longe de casa, por vezes muito longe… Mas sempre com esse olhar único que transforma cada experiência numa gargalhada coletiva.

Os últimos anos marcaram uma viragem: do rapaz do bairro do Panier ao Orange Vélodrome, passando pela aventura familiar e cinematográfica com o seu irmão Ali Bougheraba em “Délocalisés”, e por um papel tão inesperado quanto comovente em “Sur la Route de Papa”.

Redouane Bougheraba partilha os bastidores do sucesso: as dúvidas, o orgulho, a família, as raízes… e tudo aquilo que faz o homem por trás do humorista. Um espetáculo onde se ri muito, mas onde também nos surpreendemos ao ficar emocionados.

“Mon premier spectacle” é um convite para o público viajar com ele, uma conversa de coração aberto, onde o humor serve tanto para fazer rir como para dizer verdades — sobre tudo o que acontece quando a vida acelera mais do que o previsto. É um espectáculo sincero, poderoso e hilariante que explica porque Redouane Bougheraba é hoje uma das vozes mais cativantes do palco.

Sporting Play Day assinala o Dia da Criança



De forma a celebrar o Dia da Criança (1 de Junho), o Sporting Clube de Portugal e a Fundação Sporting vão organizar mais uma edição do Sporting Play Day a 31 de Maio, domingo. As inscrições estão disponíveis aqui. (https://sportingplayday.pt/site/?local=register)

A realizar no Estádio Universitário de Lisboa, a iniciativa é destinada a crianças e jovens dos 3 aos 18 anos e tem como principal objectivo proporcionar um dia cheio de desporto, incutir um estilo de vida saudável e incentivar a actividade física.

Ao longo do dia, os inscritos vão poder praticar algumas das seguintes modalidades: andebol, atletismo, boxe, basquetebol, capoeira, esgrima, futsal, ginástica (aparelhos, parkour e trampolins), judo, karate, kickboxing, patinagem - hóquei em patins, paintball, rugby, rope skipping, skate, taekwondo, ténis de mesa, voleibol e xadrez.



Cada participante deve ser, obrigatoriamente, acompanhado por um adulto, sendo possível levar mais acompanhantes. O valor começa nos 15€ para Sócios do Sporting CP (o número de Associado a considerar é o da criança ou jovem) e de 17€ para não-Sócios. Por cada acompanhante, ao valor acrescem 3€.

Cada inscrição no Sporting Play Day inclui o kit da criança (pulseira, dorsal e t-shirt), o kit do acompanhante (pulseira e senha para água) e, quando aplicável, o kit do acompanhante extra (pulseira + senha para água).

As entregas dos kits de participação vão acontecer na Loja Verde nos dias 29 e 30 de Maio das 10h00 às 20h00. Não se realizaram inscrições nem entregas de kits no dia do evento.