segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Comédia “Agora É Que São Elas!” no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no dia 25 de setembro, pelas 21h30, “Agora É Que São Elas!”. Escrita e encenada por Fábio Porchat, esta comédia é protagonizada pelas actrizes brasileiras Maria Clara Gueiros, Júlia Rabello e Priscila Castello Branco.

Em “Agora É Que São Elas!”, as atrizes e comediantes ultrapassam as questões de género e dão vida a mais de vinte personagens, femininas e masculinas, protagonistas de nove sketches que combinam humor, crítica social e reflexões sobre a sociedade, a política e os comportamentos do dia a dia. Tudo isto interpretado por um elenco feminino de excelência, que conquista o público pela sua versatilidade e talento.

Em cena estão Maria Clara Gueiros, conhecida do grande público pelo seu trabalho em “Zorra Total”; Júlia Rabello, uma das figuras mais populares da comédia brasileira e destaque da produtora “Porta dos Fundos”; e Priscila Castello Branco, actriz e comediante que se tem afirmado no universo da stand-up comedy, onde alcançou um enorme sucesso com o espectáculo a solo “Tô Quase Lá”.

Segundo Fábio Porchat, autor da peça, o segredo do sucesso está na cumplicidade artística entre as intérpretes: “A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes em palco, que conhecem o seu potencial e sabem exactamente como explorar cada texto. Elas acrescentam muito às piadas e elevam o espectáculo a outro nível.”

Os sketches — pequenas histórias com princípio, meio e fim — destacam-se pelo ritmo acelerado, pelos diálogos incisivos e pela constante mudança de personagens e situações. Um formato que continua a conquistar gerações de espectadores pela sua frescura e dinamismo.

“Agora É Que São Elas!” distingue-se pelo humor espontâneo e pela liberdade para a improvisação, criando uma ligação única com o público. Como acontece com os melhores espectáculos de comédia, cada sessão ganha uma vida própria, tornando cada apresentação numa experiência diferente e irrepetível.

Após o enorme sucesso registado em 2025, com sessões esgotadas e milhares de espectadores rendidos ao seu humor, “Agora É Que São Elas!” regressa a Portugal, apresentando-se, desta vez, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Comédia de Fábio Porchat "Agora É Que São Elas!" regressa a Portugal em Setembro



Depois do estrondoso sucesso de público no ano passado, a comédia teatral Agora É Que São Elas! está de regresso a Portugal. Escrita e dirigida pelo conceituado humorista brasileiro Fábio Porchat, a nova temporada promete conquistar os espectadores de norte a sul do país e ilhas ao longo do mês de setembro.

O espetáculo desafia as barreiras de género ao trazer para o palco três das maiores referências da comédia brasileira atual: Júlia Rabello (revelação do coletivo Porta dos Fundos), Maria Clara Gueiros (estrela do fenómeno televisivo Zorra Total) e Priscila Castello Branco (destaque no stand-up comedy com o solo Tô Quase Lá). Juntas, as três atrizes transformam-se dinamicamente em 20 personagens distintas, alternando entre papéis masculinos e femininos para dar vida a nove sketches hilariantes.

Mais do que puro entretenimento, a peça propõe uma reflexão mordaz, quotidiana e bem-humorada sobre a sociedade, a política e o comportamento humano contemporâneo. Inspirada no formato clássico de sketches com princípio, meio e fim - que marcou o humor das décadas de 1980 e 1990 -, a produção ganha uma nova vida através de diálogos rápidos, um ritmo frenético e uma forte componente de improviso que torna cada sessão única.



"São esquetes que eu tinha na gaveta há muitos anos", revela Fábio Porchat. "Sentei-me com as três atrizes, lemos e selecionámos algumas. A partir daí, comecei a elaborar textos novos já a pensar especificamente nelas. O compromisso é com a risada. As atrizes pegaram nos textos e conseguiram aprimorá-los, tornando a peça ainda melhor". conclui o autor e ator.

Noite mágica em Sintra com musical EVITA



Com Sofia Escobar no papel de Eva Perón e Diogo Morgado como Che, a produção da Yellow Star Company leva ao palco uma das mais aclamadas histórias do teatro musical mundial. Depois de encher sala em Lisboa, Porto e Algarve, Evita chega a Sintra para duas noites que prometem emocionar o público e afirmar a força deste clássico do teatro musical.

O encenador, Paulo Sousa Costa, partilha o desafio deste projeto assumindo ser um dos que mais se orgulho e o privilégio que sente: "Encenar um projeto desta envergadura, com tudo o que tem de histórico, é muito mais do que um grande desafio, é um enorme privilégio! Poder dar palco a esta mítica figura, desta feita cantada na língua de Camões é um sonho tornado realidade."

"EVITA não só marcou o ´peronismo´ argentino, como também deixou uma marca inapagável no panorama artístico mundial. Falar de teatro musical sem mencionar EVITA seria um sacrilégio. E foram os eternos ´magos´ Andrew Lloyd Weber e Tim Rice, acabados de sair do não menos ultra-sucesso Jesus Cristo Super Star, que deram luz à, ´Rainha dos Descamisados", sublinha Paulo Sousa Costa. 

Sinopse

O musical Evita, é uma das obras mais célebres de Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letra). O musical narra, em formato de ópera-rock, a ascensão e queda de Eva Perón, a carismática e controversa Primeira Dama da Argentina. Passado nas décadas de 1930 e 1940, o musical acompanha a trajetória de Eva Duarte, uma jovem ambiciosa que sai do interior em busca de fama e fortuna em Buenos Aires.

Determinada a vencer, Evita envolve-se com figuras influentes até conhecer Juan Perón, um oficial militar e político em ascensão. Casando-se com ele, Eva torna-se numa das figuras mais adoradas pelo povo, símbolo de esperança e progresso social — mas também odiada por muitos, alvo de críticas e acusada de manipulação política e sede de poder. A história é narrada por Che, revolucionário cético e uma espécie de consciência crítica, que observa e questiona as ações de Eva ao longo da sua vida. O musical culmina com a doença e morte prematura de Eva, aos 33 anos, quando a sua imagem já se havia tornado mítica.

A obra estreou originalmente no Prince Edward Theatre, em Londres, a 21 de junho de 1978, com Elaine Paige no papel de Eva Perón, conquistando grande aclamação da crítica e do público, tendo recebido o Laurence Olivier Award pela sua interpretação . Um ano depois, a produção chegou à Broadway, no Broadway Theatre, a 25 de setembro de 1979, protagonizada por Patti LuPone, que viria a receber o Tony Award pela sua interpretação.  Desde então, o papel de Evita foi desempenhado por várias atrizes de renome, incluindo Madonna, que o imortalizou na adaptação cinematográfica de 1996, e Elena Roger, estrela da  reposição londrina de 2006 e da produção da Broadway em 2012.

“Ópera Graffiti” leva a cultura urbana para o palco numa nova criação da AREPO



A ópera sai dos lugares habituais e encontra a rua. A AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas apresenta, no Centro de Artes e Criatividade (CAC), em Torres Vedras, a estreia absoluta de “Ópera Graffiti”, nos dias 26 de setembro, às 20h30, e 27 de setembro, às 17h00. A nova criação propõe um cruzamento entre música erudita, hip-hop, cultura urbana e arte de rua, transformando frases de graffiti recolhidas por todo o país numa narrativa operática contemporânea.

Antes de chegar ao palco, “Ópera Graffiti” já está a ser construída também através da rádio. As 12 mini-óperas que estão na origem do espetáculo são atualmente transmitidas pela Antena 2, todas as terças-feiras, às 15h00, revelando episódios e personagens inspirados nas frases de graffiti e nos contextos sociais e territoriais onde foram encontradas. No palco, estas histórias convergem numa narrativa contínua com cerca de uma hora, numa criação que procura aproximar a ópera de diferentes públicos e refletir sobre a cidade, os seus habitantes e as múltiplas vozes que nela se fazem ouvir.

Com música de Luís Soldado, libreto de Rui Zink, encenação de Linda Valadas e direção musical de Rui Pinheiro, “Ópera Graffiti” coloca em palco os cantores Nuno de Araújo Pereira, Inês Simões e Ricardo Rebelo da Silva, acompanhados por três instrumentistas, Angélica Fonseca no violino, Sandra Pinto no fagote e Romeu Santos no contrabaixo. Os intérpretes dão corpo a diferentes arquétipos urbanos, entre graffiteiros, autoridades e cidadãos, num universo cénico que conta ainda com a presença da bailarina Beatriz Pereira. O design de som está a cargo de Pedro Pascoal, contribuindo para uma criação onde diferentes linguagens artísticas se cruzam.

A proposta parte de uma matéria-prima eminentemente urbana — o graffiti — para questionar as fronteiras entre a criação erudita e as manifestações artísticas que ocupam o espaço público. Ao incorporar referências do hip-hop, projeções cénicas e elementos visuais associados à arte de rua, “Ópera Graffiti” procura criar uma linguagem própria e contemporânea, mantendo a ópera como eixo central da criação.

Depois da estreia em Torres Vedras, a produção da AREPO parte para uma digressão nacional, com apresentações no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, a 30 de outubro, no Teatro Municipal Beatriz Costa, em Mafra, a 15 de novembro, e em Vila Nova de Santo André, a 27 de novembro.

Sediada no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, a AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas dedica-se ao desenvolvimento, produção e internacionalização da ópera contemporânea. A companhia aposta em metodologias de trabalho inovadoras e em colaborações multidisciplinares, procurando criar novas formas de relação entre o género operático e a comunidade, aproximando a criação erudita de públicos diversificados.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

LEGO® Insiders chega a Portugal



Desde o passado dia 4 de agosto, os pontos LEGO Insiders passam a ser redimíveis nas Lojas Certificadas LEGO em Portugal, que ficam abrangidas pelo programa de fidelidade do Grupo LEGO, uma medida há muito aguardada pelos fãs portugueses, que agora podem ganhar pontos ao comprar sets e ao registá-los na plataforma, para posteriormente, os trocarem por recompensas, artigos especiais e experiências.

Para além dos pontos ganhos em cada compra, cada set digitalizado vale 20 pontos extra, independentemente do preço ou do número de peças. Os pontos podem ser posteriormente trocados, na loja ou online, por descontos imediatos ou recompensas, tais como sets exclusivos, cartazes, artigos de coleção, páginas para colorir ou bilhetes para os parques LEGOLAND. Os membros também podem ter acesso antecipado aos sets, o que lhes dá a oportunidade de adquirir novos lançamentos antes da data de lançamento geral.

O registo pode ser feito na loja através de um código QR ou em LEGO.com/Insiders, e os novos membros podem registar os seus sets através de um código QR exclusivo, disponível nos manuais de instruções dos sets, presente na maioria dos conjuntos lançados desde 2018, pelo que os membros ainda podem resgatar pontos por conjuntos antigos, desde que tenham guardado o manual e este não tenha sido registado noutra conta.

Com quatro lojas certificadas em Portugal, no Centro Colombo, no Norteshopping, nos Armazéns do Chiado e, desde março de 2026, no Fórum Coimbra, os membros podem aproximar-se ainda mais da marca e usufruir das vantagens do programa de fidelização.

Ágora regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro



O Castelo de Leiria volta a receber o Ágora, para três dias em que a música, a performance, a instalação, as oficinas e o património cruzam-se num convite à descoberta de novas formas de habitar este lugar histórico. No alto do Castelo de Leiria, entre muralhas erguidas para proteger e resistir, o Ágora propõe um outro gesto: transformar um lugar de defesa num lugar de encontro. Habitar as pedras não como fronteira, mas como espaço de escuta, partilha e imaginação.

Ao longo de três dias, o Ágora propõe uma experiência mais intimista, onde a música, a palavra e a criação artística oferecem-nos uma suspensão rara. Um tempo onde podemos abrandar, ouvir o outro e ouvir-nos a nós próprios. Há momentos de luz e momentos de sombra, de inquietação, celebração, silêncio e esperança. Todos fazem parte da mesma travessia.

O Ágora convida-nos a percorrer esse caminho. Uma viagem onde a cultura não apaga as feridas, mas ajuda-nos a reconhecê-las, a cuidar delas e a encontrar novas formas de continuar, porque também a cura pode ser coletiva.

Entre os primeiros nomes confirmados temos Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, referência maior da tradição Gnawa marroquina e um dos projetos mais marcantes da nova geração desta linguagem musical; Israa Shalaby, artista palestiniana que cruza voz, espiritualidade e experimentação numa performance profundamente imersiva; Margaret Hermant, compositora belga que apresenta um universo delicado com a sua harpa, eletrónica e silêncio; PAUS, apresentam Enterro, o disco que marca a despedida da banda dos palcos; Rita Silva & Mbye Ebrima, um duo que é fruto da interseção de práticas distintas, repetição e a variação melódica vindas das tradições do minimalismo ocidental e dos sistemas de oralidade da África ocidental; Manto Azul, por Haydn Douet Lukies e Afonso Simões cruza percussão acústica e um caráter hipnótico; e por fim el djinn الجن , que apresenta mā tmutish, uma obra construída a partir de vozes palestinianas onde a palavra, a memória e a resistência ocupam um lugar central.

O Ágora prolonga-se também para lá dos espetáculos com um gesto simples, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo de Leiria, Partir Pão, Partir Pedra é um convite para começar o primeiro dia de Ágora com encontro e partilha. Cada pessoa é convidada a trazer pão, petiscos, fruta, bebidas ou qualquer comida para colocar numa mesa comum. Porque acreditamos que comer juntos também é construir juntos: criar laços, partilhar histórias e descobrir novas formas de ocupar o Castelo.

O Castelo recorda-nos que as pedras tanto podem erguer muralhas como construir pontes. Essa escolha continua a ser nossa, e talvez seja esse o maior gesto da cultura: criar lugares onde o encontro vence o afastamento, onde a escuta vence o ruído e onde a criação nos lembra que há sempre outras formas de imaginar e construir o futuro.

Tal como nas edições anteriores, o bilhete habitual do Castelo de Leiria garante o acesso às atividades do Ágora, com lotação limitada à capacidade dos espaços. O acesso ao castelo é gratuito para residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.

Ágora é um projeto cultural, que ao longo de três dias, propõe um programa de música, artes performativas, instalações artísticas e ativa uma fruição e reflexão do património (i)material no seio do Castelo de Leiria.

“Doce - O Concerto Tributo” conquistou o público no Casino Estoril



Foi em noite de estreia nacional que “Doce - O Concerto Tributo” subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril para protagonizar um espectáculo de homenagem ao icónico quarteto feminino que ocupa um espaço único no panorama da música portuguesa.

“Amanhã de Manhã”, “OK, KO”, “Rock Me no Divâ”, “Doce”, “Ali Baba”, “Doi Doi”, “Jingle Tónico”, “É Demais” e “Quente, Quente, Quente” foram alguns dos grandes êxitos das Doce que estiveram em destaque.



A canção “Bem Bom” com a qual as Doce venceram, em 1982, o Festival RTP da Canção, constitui um dos momentos altos da noite. Recorde-se que, nesse mesmo ano, a banda representou com este tema Portugal no Festival Eurovisão da Canção, realizado em Harrogate, no Reino Unido. A canção conquistou o 13.º lugar e tornou-se um hino pop da música portuguesa.

Consideradas uma das primeiras girl bands da Europa, as Doce tornaram-se num icónico quarteto feminino português de música pop. Tozé Brito, idealizou esta banda que conquistou o público nacional, de 1979 até 1986. As Doce eram compostas por composto por Fátima Padinha, Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo. 



Acompanhadas por quatro músicos, Bárbara Rocha (Lena Coelho), Matilde Viegas (Laura Diogo), Cátia Tavares (Teresa Miguel) e Sofia Cardoso (Fátima Padinha) interpretaram, ainda, algumas composições em inglês. É de registar que “For the Love of Conchita”, “Starlight” e “Rainy Day” foram lançadas no início da década de oitenta, numa tentativa de internacionalização da banda. 

Em noite de puro revivalismo, “Doce - O Concerto Tributo” prestou homenagem à liberdade e à força de quatro mulheres que marcaram para sempre a cultura popular portuguesa e que abriram caminhos e ajudaram a transformar mentalidades.

Anabela celebra 40 anos de carreira com um concerto único no Teatro da Trindade



Há artistas que atravessam gerações sem perder a identidade. Anabela é uma delas. Quarenta anos depois de ter iniciado uma carreira, que começou ainda na infância, sobe ao palco do Teatro da Trindade, em Lisboa, no próximo dia 22 de setembro, para celebrar quatro décadas de música e assinalar o seu 50.º aniversário.

O espetáculo será também palco de apresentação de Anabela – 40 Anos de Carreira, um novo álbum de originais que reúne canções inéditas escritas por alguns dos mais relevantes autores e compositores portugueses. Entre os convidados encontram-se Paulo de Carvalho, Joana Espadinha, Hélder Moutinho, Tozé Brito, Tiago Nogueira, Ernesto Leite, FF, Tiago Machado, Sebastião Antunes e Jorge Roque num encontro de diferentes gerações e linguagens da música portuguesa. 

Desde a infância, Anabela construiu um percurso artístico marcado pela versatilidade, autenticidade e capacidade constante de se reinventar. Do teatro musical aos palcos de todo o País, da televisão à Eurovisão, consolidou-se como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa. Mais do que celebrar um percurso, Anabela escolhe assinalar esta etapa olhando para o futuro. O novo álbum, com 11 temas originais, nasce da vontade de continuar a criar, descobrir novas canções e dar palco a autores portugueses de diferentes gerações, reforçando o compromisso com a valorização da música nacional.

Gravou dez álbuns de estúdio, participou em múltiplos projetos interdisciplinares e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção (1993), tornando-se num nome amplamente reconhecido pelo público e pelos seus pares. A sua voz tornou-se sinónimo de autenticidade, sensibilidade e excelência vocal, com uma capacidade singular de interpretar diferentes géneros musicais sem nunca perder o seu ADN
artístico.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Maria Anadon com três espectáculos gratuitos no Casino Lisboa



As noites de música ao vivo continuam em destaque na programação artística e cultural do Casino Lisboa. Maria Anadon actua, de hoje até ao próximo sábado, dia 22, pelas 22h15, no palco multiusos do Arena Lounge. A entrada é gratuita

Com um percurso musical ímpar, Maria Anadon regressa ao Arena Lounge para apresentar três espectáculos inspirados em diferentes registos de jazz, do clássico ao menos convencional. Maria Anadon será acompanhada por Íris Sarai ao piano.

Os visitantes do Casino Lisboa poderão acompanhar um reportório de jazz standards e bossa nova, no qual se destacam composições de Sting, Jobim, U2, Cole Porter, Oasis, Depeche Mode, entre muitos outros. 

"Maré" - Nova instalação artística transforma o Braga Parque



Até 11 de setembro, o Braga Parque apresenta Maré, uma instalação artística inspirada na energia do verão e no movimento constante da maré. Pensada para a Escadaria Central do centro comercial, a intervenção convida os visitantes a descobrir uma experiência visual que desafia a perceção do espaço através da forma e do movimento.



Inspirada na força e na imprevisibilidade do mar, Maré combina formas orgânicas e volumes suspensos para criar uma composição marcada pelo contraste, pelo ritmo e pela sensação de movimento. Através da forma, da escala e da relação entre os diferentes elementos, a instalação evoca a energia, a liberdade e a intensidade que caracterizam o verão.

Com esta iniciativa, o Braga Parque reforça a sua aposta na criação de experiências diferenciadoras para os visitantes, complementando a oferta comercial com propostas que valorizam a arte, a criatividade e a descoberta do espaço.