terça-feira, 24 de março de 2026

eDreams revela destinos preferidos dos portugueses para a Páscoa



A eDreams, líder global no setor das agências de viagens online, analisou os dados da sua plataforma para descobrir os destinos de férias mais reservados pelos portugueses para a Páscoa de 2026.

Os dados permitiram concluir que Paris continua a ser o destino preferido dos portugueses para viagens nesta altura do ano, mantendo-se no topo da lista pelo quinto ano consecutivo. Barcelona, Amesterdão, Londres, Madrid, Roma, Funchal e Ponta Delgada são os restantes destinos que compõem as principais preferências dos viajantes nacionais.

Comparando os dados deste ano com os de 2025, a eDreams notou que os destinos com maior crescimento de reservas por parte dos viajantes portugueses são Espanha (+191%), Portugal (+176%) e França (+125%).

Foi também possível perceber que a maior parte das estadias tem duração relativamente curta, com preferência para 3-4 dias (47%). São bastante menos (22%) os que pretendem aproveitar esta altura para fazer férias mais longas, com entre 7-13 dias.

Em sentido contrário, no que toca aos turistas que escolheram Portugal como o seu destino de Páscoa, a eDreams percebeu que provêm principalmente de França (32%), Espanha (14%), Alemanha (13%), Suíça (12%), Reino Unido (5%) e Itália (3%).

Se vai viajar nesta Páscoa – ou em qualquer outro momento do ano –, a eDreams continua a ser o parceiro ideal para planear a viagem perfeita, com acesso às melhores ofertas de voos e alojamentos.

As Rosas de Barbacena no Porto de Encontro



Alberto S. Santos apresenta o seu mais recente romance, que servirá de ponto de partida para uma sessão com convidados especiais.

O autor será o protagonista da 125ª sessão do Porto de Encontro, que se realiza no domingo dia 29 de março, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.

O principal tema da conversa com o jornalista Sérgio Almeida será o mais recente romance de Alberto S. Santos, As Rosas de Barbacena, uma história marcante baseada em factos verídicos ocorridos em Minas Gerais (Brasil) no início do século XX. O evento contará ainda com as participações especiais de Jorge Sobrado, Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, e Daniela Pinheiro, conhecida professora de português. Já Isabel Marcolino dará voz às passagens de alguns dos excertos do livro.

O escritor é reconhecido pela capacidade de transformar episódios históricos em narrativas poderosas. Neste caso, recupera um dos momentos mais perturbadores da história do Brasil, que ficou conhecido como o “Holocausto Brasileiro”. Fundado em 1903, o Colónia de Barbacena foi o maior hospital psiquiátrico daquele país e onde, durante décadas, milhares de pessoas foram tratadas de forma violenta e negligente. Estima-se que 60 mil tenham morrido na instituição.

Esta obra sucede aos romances bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013), Para lá de Bagdad (2016), Amantes de Buenos Aires (2019) e A Senhora das Índias (2024). Alberto S. Santos é também autor da coletânea de histórias A Arte de Caçar Destinos (2017) e participou na série de contos de autores lusófonos Roça Língua (2014). Paralelamente à escrita, esteve ligado à criação e curadoria do Festival Literário Escritaria e à Rota do Românico.

O Porto de Encontro é uma iniciativa da Porto Editora, que conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Antena 1, do Jornal de Notícias e das Livrarias Bertrand.

«Florestas Submersas by Takashi Amano» encerra ao fim de uma década no Oceanário de Lisboa



A exposição «Florestas Submersas by Takashi Amano», no Oceanário de Lisboa, encerra a 30 de junho de 2026, sendo a última oportunidade para os visitantes verem ou reverem uma das obras mais emblemáticas da instituição. Este momento será assinalado como o culminar de um ciclo excecional e do impacto duradouro que esta obra viva teve ao longo de uma década.

De exposição temporária a obra icónica
Inaugurada em 2015 e concebida como uma exposição temporária, com uma duração prevista de três anos, «Florestas Submersas by Takashi Amano» conquistou um lugar singular na história do Oceanário de Lisboa e no panorama internacional do aquapaisagismo, ao apresentar o maior nature aquarium alguma vez criado, com 40 metros de comprimento e cerca de 160 000 litros de água doce. Composto por 4 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica dos Açores e 78 troncos de árvores provenientes da Escócia e da Malásia, este aquário integra mais de 10 000 organismos vivos, incluindo 40 espécies de peixes tropicais e 46 espécies de plantas aquáticas.

A extraordinária adesão do público — mais de 10 milhões de visitantes ao longo de dez anos — prolongou naturalmente a presença desta instalação única, permitindo que milhões de pessoas se aproximassem da natureza através de uma experiência estética, sensorial e contemplativa.

A dimensão emocional desta obra é ainda mais significativa por se tratar da última criação de Takashi Amano (1954–2015). O artista encarou este projeto como o culminar do seu percurso. Consciente do estádio avançado da sua doença, dedicou-se à criação do maior nature aquarium do mundo como síntese da sua visão estética e filosófica. A propósito desta obra, afirmou: «Penso que este será o projeto da minha vida», sublinhando a importância que lhe atribuía.

Takashi Amano viria a falecer apenas quatro meses após a inauguração da exposição, em agosto de 2015. Este contexto confere à obra um significado particularmente intenso: trata-se do seu último grande gesto criativo, no qual procurou reunir os elementos da natureza num equilíbrio vivo e em permanente transformação.

«Para o Oceanário de Lisboa, ter sido o lugar escolhido para concretizar esta visão final representou também uma responsabilidade especial: preservar, durante uma década, com rigor e respeito, uma obra que marcou de forma definitiva a história do aquapaisagismo contemporâneo», refere Hugo Batista, Curador e Diretor de Biologia, acrescentando que «gerir o fim de uma obra viva implica reconhecer que a mudança sempre fez parte da sua essência. O crescimento das plantas, o rearranjo natural dos elementos e a evolução do ecossistema eram parte integrante da visão de Takashi Amano. O tempo foi sempre um elemento estrutural da obra. Encerrar este ciclo é, por isso, coerente com a filosofia wabi-sabi que lhe deu origem: aceitar a impermanência como parte da beleza e permitir que a evolução continue, agora sob novas formas».



Últimos meses: novas formas de (re)descobrir a obra
Nos últimos meses de «Florestas Submersas by Takashi Amano», o Oceanário de Lisboa promove um conjunto de iniciativas especiais que convidam a uma descoberta aprofundada desta obra, antes do seu encerramento.

Entre as atividades previstas destacam-se as sessões de poda subaquática ao vivo, que revelam o cuidado contínuo para manter o equilíbrio do aquário, e as visitas guiadas aos bastidores, que permitem conhecer de perto os processos técnicos e a dedicação da equipa responsável pela manutenção deste complexo ecossistema. Estas iniciativas oferecem uma perspetiva rara sobre a dimensão invisível da obra, reforçando o seu caráter vivo e em permanente transformação. Ao longo de dez anos, a manutenção deste aquário implicou mais de 11 000 horas de mergulho especializado. As datas e condições de participação devem ser consultadas no site do Oceanário de Lisboa.

O encerramento da exposição «Florestas Submersas by Takashi Amano», representa, assim, a conclusão consciente de um ciclo excecional, em linha com a missão do Oceanário de Lisboa de promover a renovação contínua das suas experiências.

O Oceanário de Lisboa está já a desenvolver um novo projeto expositivo para este espaço, que procurará envolver os visitantes numa experiência imersiva, capaz de despertar curiosidade e uma relação profunda com a natureza.

Até 30 de junho de 2026, esta é a última oportunidade para «mergulhar» na paisagem submersa criada por Takashi Amano — uma obra na qual arte, natureza e tempo coexistem num equilíbrio vivo.



Sobre Takashi Amano

Takashi Amano (1954–2015) foi um fotógrafo de paisagem e um dos mais influentes aquapaisagistas do mundo. Ao longo da sua carreira, percorreu florestas em vários continentes, captando a harmonia da natureza em estado puro.

É reconhecido como o criador do conceito de nature aquarium, uma abordagem inovadora à aquariofilia de água doce que recria paisagens naturais submersas, combinando princípios da jardinagem japonesa com a estética wabi-sabi, na qual a beleza emerge da simplicidade, da imperfeição e do caráter efémero das formas naturais.

O seu trabalho contribuiu para aproximar o público da natureza, promovendo uma maior consciência ambiental. Acreditava que, ao observarmos atentamente os ecossistemas naturais, poderíamos compreender melhor o nosso mundo e a importância da sua preservação.

Sobre o Oceanário de Lisboa

Inaugurado em 1998, o Oceanário de Lisboa tornou-se, desde então, um destino icónico que promove a sensibilização, a educação e a ação em prol do oceano. Com mais de duas décadas de impacto, é hoje uma referência global em conservação do oceano, literacia azul e turismo sustentável.

Projetado pelo renomado arquiteto Peter Chermayeff, o edifício incorpora a ideia do oceano como um sistema único, global e sem fronteiras. Desse conceito visionário surgiu o aquário central do Oceanário, rodeado por quatro habitats marinhos distintos.

Ao estabelecer uma ligação emocional entre as pessoas e o oceano, o Oceanário de Lisboa é um dos ativos da Fundação Oceano Azul, o seu único acionista, inspirando mudanças comportamentais e convidando todos a acolher o papel vital do oceano.

O Oceanário de Lisboa é membro da Rede Internacional de Centros para a Sobrevivência das Espécies (IUCN-SSC) e trabalha nas áreas da conservação e da ciência.

Eleito três vezes o Melhor Aquário do Mundo pelo Travellers' Choice Awards do TripAdvisor, o Oceanário oferece uma viagem imersiva pelo mundo, com mais de 8.000 animais marinhos de cerca de 500 espécies.

Dagu está de volta ao Casino Lisboa com a stand-up comedy “Go Go”



Com a sua habitual irreverência, o humorista Dagu regressa, no dia 30 de março, pelas 21 horas, ao Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa.  Dagu sob ao palco para protagonizar, a solo, a stand-up comedy “Go Go”.

Após esgotado, por diversas vezes, o Auditório dos Oceanos, Dagu apresenta-se, novamente, a solo, com a sua saudável irreverência, prometendo outra noite repleta de momentos hilariantes.

Com muita dose de humor, Dagu coloca uma série de questões aos espectadores: E se o teu maior poder fosse simplesmente seres tu e fazeres a tua cena? Sem armaduras a amparar as inseguranças em rebuliço ou capacetes a proteger as emoções em erupção? 



Há quem faça pontos de situação escrevendo pensamentos soltos, enquanto completa uma paisagem bucólica. Dagu, por sua vez, escreve um solo de stand-up. Depois de verões em Saint-Tropez a juntar trocos para comprar uma casa no Cacém, Dagu tem conquistado o público com “Go Go”, um espectáculo energético, explosivo, destilado e revelador.

Entre memórias de infância, sonhos esquecidos e confrontos com a realidade nua e crua, “Go Go” é uma bússola numa viagem que tem tanto de pessoal quanto de universal. O humorista leva-nos a dançar entre aquilo que fomos, quem fingimos ser e quem, afinal, sempre estivemos a tentar encontrar.  “Go Go” é uma ode à autenticidade e ao direito (dever!) de existir sem máscara.

Coca-Cola é Patrocinadora Oficial da MEO Arena e reforça presença no território da música em Portugal



A Coca-Cola assume-se como a nova Patrocinadora Oficial da MEO Arena no segmento de bebidas refrigerantes, no âmbito de uma parceria estabelecida com a Arena Atlântico, S.A., entidade gestora do recinto. O acordo, com a duração de três anos e início a 1 de março de 2026, reforça de forma estratégica a ligação da marca ao território da música e à cultura ao vivo em Portugal.

Desta forma, sob a nova linha de comunicação “Refresca-te para Recarregar”, a Coca-Cola consolida a sua presença num dos maiores palcos de entretenimento do país, aproximando-se de milhões de consumidores em experiências que combinam emoção, comunidade e celebração coletiva.

A parceria garante à marca uma presença no recinto consistente ao longo da programação anual da MEO Arena, e aos consumidores a possibilidade de acesso a espetáculos selecionados através das plataformas digitais da Coca-Cola, no âmbito de campanhas que serão divulgadas ao longo do ano.

Diogo Martins, Diretor de Marketing da The Coca-Cola Company Portugal, afirma: “A música é um território de marca chave para a Coca-Cola. Está no centro da cultura contemporânea e é uma força de ligação entre gerações. Esta parceria com a MEO Arena permite-nos reforçar a nossa relevância cultural em Portugal, estando presentes num palco onde acontecem alguns dos momentos mais marcantes para refrescarmos e recarregarmos com Coca-Cola.”

Para a Coca-Cola Europacific Partners Portugal, responsável por toda a componente industrial e comercial no mercado nacional, esta colaboração traduz-se também numa oportunidade de potenciar a experiência de marca na ocasião de consumo.

 

Alexandre Lino, Diretor de Commercial Development da Coca-Cola Europacific Partners Portugal, acrescenta: “Estar presente na MEO Arena significa integrar o portefólio em momentos de grande intensidade e elevada audiência. Esta parceria permite-nos assegurar mais consistência, e proximidade ao consumidor através da maior sala de espetáculos em Portugal.”

Do lado da MEO Arena, a entrada da Coca-Cola enquanto patrocinadora oficial reforça a ambição de continuar a trabalhar com marcas globais que acrescentam valor à experiência do público.

"A maior arena do país procura dar palco a marcas que apoiam a cultura e que fazem parte do dia a dia do público. A parceria com a Coca-Cola reforça a nossa ambição de continuar a elevar os grandes momentos de entretenimento ao vivo, proporcionando experiências únicas aos fãs e artistas", acrescenta Jorge Vinha da Silva, CEO da MEO Arena.

Ao associar-se a um espaço que recebe anualmente mais de um milhão de visitantes e acolhe alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, a Coca-Cola reafirma a sua estratégia de investir em plataformas culturais com escala, impacto e capacidade de gerar ligação emocional duradoura com os consumidores em Portugal.

Auditório do Casino Estoril estreia comédia “Superstar”



A comédia “Superstar” estreia, na próxima sexta-feira, dia 27 de março, pelas 21 horas, no Auditório do Casino Estoril. Ego, irritações, empatias, ligações improváveis, muitas gargalhadas e personagens carismáticas estarão em evidência nesta comédia protagonizada por Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, José Pedro Gomes e Vasco Pereira Coutinho. 

“Superstar” é uma comédia que conta a história de Francisco, uma estrela do mundo do espectáculo com um feitio insuportável. Tão insuportável que os actores de uma peça com estreia agendada para breve recusam-se a participar. 

Francisco procura uma solução rápida para substituir o elenco. Decide “convocar” um grupo de pessoas que não são actores, nem querem ser: o seu agente, a empregada da sua casa e um canalizador. A trama fica rocambolesca, como seria de esperar...

segunda-feira, 23 de março de 2026

Lisboa testa sistema de alerta de tsunami



Lisboa vai pôr à prova o sistema de alerta de tsunami da cidade na manhã de amanhã, dia 24 de março, acionando as quatro sirenes que já estão instaladas no Município, num exercício em que serão também testadas as rotas de encaminhamento até aos pontos de encontro e a prontidão da resposta.

O exercício LisbonWave26 decorrerá durante a manhã, entre as 10h30 e as 12h00, estando previsto que o som das sirenes seja testado durante cerca de 20 a 30 minutos, período no qual se escutará uma sequência de toques seguida de uma mensagem de voz transmitida em português e em inglês.

As sirenes já instaladas localizam-se na Praça do Império, na Ribeira das Naus, no Passeio Carlos do Carmo e na Doca de Alcântara, tendo as duas últimas sido recentemente instaladas. O objetivo do executivo é ter um total de dez sirenes em funcionamento em toda a frente ribeirinha até ao final do mandato.

“Temos vindo a apostar no reforço do investimento na Proteção Civil, dotando de mais recursos e de mais meios esta que é uma área crucial, e que tem conquistado reconhecimento pelo empenho demonstrado e pela resposta cada vez mais eficaz aos desafios que diariamente se colocam na nossa cidade”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

“A cidade encontra-se exposta a vários riscos naturais, como sismos, tsunamis, inundações, entre outros. Exercícios como o LisbonWave26 são essenciais para reforçar a cultura de prevenção e de segurança face a esses riscos, contribuindo de forma decisiva para que a população disponha de toda informação e esteja prepara para situações de emergência com as quais poderá vir a ser confrontada no futuro”, acrescenta Carlos Moedas.

O exercício da próxima terça-feira será o culminar de várias iniciativas realizadas pela Autarquia, durante o mês de março, no âmbito da comemoração do Dia Internacional da Proteção Civil, com o intuito de envolver e sensibilizar a cidade relativamente aos riscos a que está exposta.

Party Animals com três concertos gratuitos no Casino Lisboa



Os Party Animals actuam, 26 a 28 de março, pelas 22h45, no Casino Lisboa. O duo de Joana Alfaiate e João Gaspar protagoniza um ciclo de três espectáculos de música ao vivo no palco multiusos do Arena Lounge. A noite prolonga-se, pelas 23h55, na sexta-feira, dia 27, com Dj Sheri Vari; e no sábado, dia 28, com DJ Pan Sorbe, que garantem os melhores ritmos e sonoridades até de madrugada.

Party Animals nos dias 26, 27 e 28
Party Animals é o duo de Joana Alfaiate (voz) e João Gaspar (guitarra e voz), que transforma cada actuação num momento de pura vibração. Com uma sonoridade envolvente, construída em live loopstation guitar e vozes, criam versões groovy de temas pop, funk e soul. O resultado? Música que respira, cresce e se reinventa no instante, com a energia certa para conquistar qualquer plateia.



DJ Sheri Vari no dia 27
Com um currículo extenso que se prolonga por mais de uma década atrás dos pratos, Mariana Cruz sintetiza a toda uma vasta experiência como residente de inúmeros espaços, bem como convidada frequente de tantos outros, num pseudónimo que evoca história, respeito, segurança descomplexada e conhecimento de causa.



DJ Pan Sorbe no dia 28
Viveu toda a agitação dos anos 2000 no Bairro Alto, onde tocou nos lugares mais emblemáticos como o Frémitus, Capela, Purex, Frágil, Clube da Esquina, Bicaense e ZDB. Foi residente no Lux durante sete anos com a noite mensal Fiasco. Destacam-se também outros clubes onde foi residente de norte a sul do país: Musicbox, Europa, Lounge, Alcantâra-Club, Maus Hábitos, Indústria, Plano B, Pitch. Passou por alguns dos principais festivais nacionais: Boom Festival, Super Bock Super Rock, Sudoeste, Sagres Surf Fest e Cosmopolis.

Há histórias que não aceitam morrer



As Rosas de Barbacena mergulha na história do Hospital Colónia de Barbacena, instituição onde milhares de pessoas foram internadas e silenciadas ao longo de décadas. Ambientado no Brasil, mais precisamente em Minas Gerais, o livro acompanha Teresinha Alvarenga, enviada para o Colónia após uma decisão alheia à sua vontade, num sistema que permitia afastar quem incomodava sem possibilidade de regresso. Neste espaço marcado pela violência e pelo abandono, a recusa em desistir torna-se uma forma de resistência.

Dentro do hospital, onde a sobrevivência era uma luta diária, nascem ligações improváveis que se tornam força, refúgio e esperança. É também ali que surge uma relação inesperada, capaz de atravessar os anos e devolver voz a quem foi esquecido. Fora, os roseirais cultivados pelos internos florescem como símbolo da persistência — a prova de que a vida insiste sempre em encontrar espaço, mesmo onde tudo parece perdido.

Fundado em 1903, o Colónia foi o maior hospital psiquiátrico do Brasil e é palco de um dos episódios mais sombrios da história do país, conhecido como o "Holocausto Brasileiro". Estima-se que 60 mil pessoas tenham morrido na instituição. Por isso, esta obra é uma homenagem às vítimas e lembra que, perante a injustiça, a memória pode ser um ato de justiça.

Reconhecido pela capacidade de transformar episódios históricos quase desconhecidos em narrativas poderosas, Alberto S. Santos reafirma-se neste romance ao devolver voz e dignidade aos milhares de vidas que permaneceram na sombra durante demasiado tempo.

Publicado pela Porto Editora, o livro encontra-se em pré-venda e chega às livrarias a 26 de março. O lançamento está marcado para o dia 28 de março no espaço cultural Ponto C - Cultura e Criatividade, em Penafiel, pelas 21h00.

Sobre o Autor

Alberto S. Santos é escritor, advogado e conferencista. Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, desenvolveu uma carreira multifacetada, conciliando a atividade jurídica, a intervenção pública e a criação literária. A sua obra encontra-se traduzida para várias línguas. Apaixonado pelos factos inesperados da História, afirmou-se no domínio da ficção histórica, criando narrativas a partir de acontecimentos reais marcantes, mas pouco conhecidos do grande público. É autor dos romances bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013), Para lá de Bagdad (2016), Amantes de Buenos Aires (2019) e A Senhora das Índias (2024). É também autor da coletânea de histórias A Arte de Caçar Destinos (2017) e participou na série de contos de autores lusófonos Roça Língua (2014). Paralelamente à escrita, esteve ligado à criação e curadoria do Festival Literário Escritaria e à Rota do Românico.

Maria Guleghina em concerto inédito no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril acolhe, no dia 30 de abril, pelas 21 horas, um concerto inédito da prestigiada soprano Maria Guleghina. Trata-se de um espectáculo imperdível da “Rainha da Ópera” que será acompanhada pelo conceituado pianista Ivari Ilja. 

Será, certamente, um concerto inesquecível para os amantes de música clássica. Estarão em destaque obras de grandes compositores como, por exemplo, Donizetti, Bellini, Rossini, Tchaikovsky e Rachmaninoff.

Maria Guleghina é uma das mais importantes sopranos dramáticas contemporâneas, sendo reconhecida pelas suas magníficas actuações em prestigiadas casas de ópera em todo o mundo.

Com um percurso ímpar, Maria Guleghina já partilhou o palco com os maiores nomes da ópera e conquistou o coração do público com o seu canto expressivo e presença em palco.

A sua longa colaboração com o pianista Ivari Ilja constitui um verdadeiro exemplo de harmonia artística e de amizade criativa. O público poderá acompanhar um diálogo musical único entre soprano e piano que deixará memórias inesquecíveis.

As reservas podem ser efectuadas em https://operashow.pt/