segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Cinefox: Fragmentado estreia na FOX



Fragmentado é um filme de terror e suspense psicológico, lançado em 2015, que conta a história de  um super vilão do universo do filme Unbreakable – e é o segundo na sua trilogia.
Kevin Wendell Crumb (James McAvoy) é um homem que tem 23 personalidades diferentes, diagnosticado com Transtorno Dissociativo de Identidade, e que foi vítima de abusos durante a sua infância. “Dennis”, uma das suas múltiplas personalidades rapta e mantém em cativeiro, numa estrutura subterrânea, três raparigas: Claire (Haley Lu Richardson), Marcia (Jessica Sula) e Casey (Anya Taylor-Joy).
Durante a sua vida adulta, Kevin passou por vários tratamentos e foi acompanhado pela psiquiatra Drª Karen Fletcher (Betty Buckley), parecendo estar estável. No entanto, as suas personalidades estão todas dentro da sua cabeça à espera pelo seu momento de “brilhar”. 
As raparigas capturadas esforçam-se para criar laços com algumas das suas personalidades, na tentativa de conseguir escapar, sempre sem sucesso, trazendo-lhes cada vez mais problemas. É que cada uma destas personalidades apenas existem para o ajudar a lidar com os traumas que sofreu enquanto criança, tendo cada uma um lado mais obscuro, incluindo a denominada “The Beast”. O lado mais obscuro de Kevin vai revelando-se e as suas prisioneiras, apercebem-se que algo muito grave se vai passar.

Estreia: Sábado, dia 21 de Março, às 23h30

Título Original: ‘Split’
Género: Terror/Suspense
Duração: 117 minutos
Realizador: M. Night Shyamalan
Elenco: James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Izzie Coffey, Betty Buckley, Haley Lu Richardson, Jessica Sula, Brad William Henke, Sebastian Arcelus, Neal Huff, Kim Director, Lyne Renée, M. Night Shyamalan e Bruce Willis
Prémios: CinEuphoria Awards – Melhor Ator para James McAvoy; Young Entertainer Awards - Melhor Atriz Secundária para Izzie Coffey; San Diego Film Critics Society - Melhor Ator para James McAvoy; Seattle Film Critics Society – Vilão do Ano para James McAvoy.

Piruka no Sumol Summer Fest


O hip hop, também cantado em português, continua a ser uma das grandes apostas do Festival que marca o início das férias de verão. Piruka, um dos principiais representantes do género, que em 2018 deu um dos concertos mais memoráveis do Festival, vai marcar presença na edição deste ano do Sumol Summer Fest – dia 3 de Julho, no Palco Sumol, para um concerto onde se levantam as mais altas expectativas.

Da Madorna para o Mundo, André Silva vestiu-se de Piruka para se tornar numa referência do hip hop nacional. Como o próprio nunca escondeu, Piruka nasceu num berço de ouro, mas as vicissitudes da vida fizeram-no conhecer e viver uma realidade mais crua e dura. Pode-se dizer que, com o tempo, o ouro virou lata e o rapaz da Madorna transformou essa lata numa platina bem reluzente. “O português que vale milhões”, como já se escreveu um dia a seu propósito, mudou o panorama da música portuguesa com a edição do disco “AClara”. E a partir daí tem atingido números absolutamente impressionantes. Estamos a falar de um artista que tem mais de 220 milhões de visualizações/streams na globalidade das plataformas virtuais. Músicas como “Louco”, “Se Eu Não Acordar Amanhã”, “Salto Alto”, “Não Se Passa Nada”, “Os Meus Putos”, “Prova Dos 9”, “Impossíveis”, entre tantas outras, aparecem como autênticos hinos na boca dos seus fãs. Piruka tem recebido um incontável número de convites e o seu nome já chegou além-fronteiras, tendo sido convidado para participar em vários projetos fora de portas, nomeadamente no Brasil. Apesar do sucesso até ao momento, Piruka jamais se acomoda, e aparece em 2020 mais empenhado do que nunca: o objetivo é continuar a bater recordes, mas, acima de tudo, comprometer-se ainda mais com os seus fiéis seguidores. Neste momento, o rapper encontra-se a trabalhar no seu segundo álbum de originais. A saga de sucesso continua e temas como “Louco” (feat. Bluay com produção Rusty), “Impossíveis” (com produção de Tom Enzy) e “Até Já” (com produção de Lazuli), todos eles com milhões de visualizações no YouTube, aguçam o apetite para esse novo registo. Não faltam razões para querer estar na fila da frente do concerto de Piruka, dia 3 de Julho, no Palco Sumol do Sumol Summer Fest.


Ada de Castro comemora 60 anos a cantar


Uma das vozes mais ativas da cena musical do fado em Lisboa a partir da década de 1960, nasceu no bairro do Castelo. As suas origens revelam estreita ligação às próprias origens da cidade de Lisboa, e em particular ao bairro que viria a demandar a motivação para o sobrenome artístico escolhido - Castro, sinónimo de castelo.

Vários fados ficaram para sempre imortalizados pela sua interpretação dos quais se destacam, “Rosa Caída”, “Cigano”, “Gosto de tudo o que é teu” e o grande êxito na revista, “Na Hora da Despedida”.

Foi por isso que um grupo de amigos se juntaram, por entenderem que 60 anos de carreira não poderiam ser esquecidos e começaram a preparar uma festa para comemorar tal efeméride. Uma festa feita com a participação de muitos amigos colecionados ao longo da sua extensa carreira.

A festa será apresentada por Júlio Isidro, Hélder Costa, Maria João Abreu e José Carlos Malato e vai contar com a presença de alguns colegas fadistas que fazem questão de estar presentes associando-se a sua festa, são eles:

António Passão, António Rocha, Augusto Ramos, Chico Madureira, Cidália Moreira, Filipe Duarte, Florinda Maria, Hélder Moutinho, Helena Favila, João Casanova, Jorge Morgado, Maria da Nazaré, Marta Pinto, Odete Jorge, Rão Kyao, Ricardo Ribeiro e Rodrigo,

Para os acompanhar estarão os músicos:
Luís Ribeiro, Jaime Martins, Luís N’Gambi, Arménio Melo, Jaime Santos, José Elmiro,
Múcio Sá, Pedro Morato e Miguel Gelpi

A Festa vai realizar-se no Teatro Maria Victoria (gentilmente cedido por Hélder Costa) no dia 31 de Março pelas 21 horas.

O lucro da bilheteira reverte para a Associação CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo.

Eliades Ochoa no Tivoli



Vencedor do Grammy e um dos músicos mais icónicos da história da música cubana, Eliades Ochoa fará o seu primeiro concerto a solo em Portugal. Estrela dos Buena Vista Social Club, o artista apresenta-se dia 24 de Fevereiro no Teatro Tivoli BBVA. Sr Chan Chan, como é chamado em Cuba por causa do grande êxito cantado por ele no BVSC, traz para a capital portuguesa o seu estilo único de guitarra e voz e promete uma apresentação arrebatadora em Lisboa. No repertório do concerto, o público pode esperar muitos êxitos do country cubano que conquistou os corações do mundo e as novas canções do álbum "Vamos a bailar un son", lançado em Janeiro de 2020, além da participação especial da cantora flamenca Argentina.

Os bilhetes estão à venda pela Ticketline e nos locais habituais, com preços entre 15€ e 40€.

Além da digressão europeia, Eliades Ochoa, de 73 anos, e sua extraordinária história de vida são tema do filme "Eliades Ochoa - De Cuba ao mundo". A longa está a coleccionar muitos elogios da crítica especializada e também prémios no circuito de festivais.

A trajectória do lendário Buena Vista Social Club, que uniu alguns dos maiores artistas de Cuba - entre eles os já falecidos Ibrahim Ferrer e Compay Segundo -  sofreu uma guinada, na década de 90, a partir da gravação do disco de mesmo nome produzido pelo americano Ry Cooder. O álbum, que incluía canções cubanas clássicas como “Chan Chan”, “El cuarto de Tula” e “El carretero”, tornou-se um sucesso e foi apresentado em Amsterdão. O realizador alemão Wim Wenders transformou os registos dos concertos da capital holandesa e de Nova York no documentário que alçou o grupo a fenômeno mundial. 

Em 2015, os Buena Vista Social Club foram o primeiro grupo cubano a se apresentar na Casa Branca, nos Estados Unidos. O então presidente americano Barack Obama convidou os músicos a fim de estreitar os laços entre os dois países, que naquele momento tentavam uma aproximação.

O concerto de Eliades Ochoa no Tivoli é promovido pelas produtoras Jungle, Como No! e LadoBe Creative.



Eliades Ochoa no Tivoli  
Quando: 24 de fevereiro, às 21h30
Local: Teatro Tivoli BBVA
Morada: Av. da Liberdade, 182
Bilhetes: 15 a 40 euros

Cláudio Ramos na primeira pessoa



Eu, Cláudio revela a verdadeira história da vida do apresentador: dos primeiros sonhos às grandes mudanças.

Colocar a alma no papel, foi este o desafio a que Cláudio Ramos se propôs quando começou a escrever este livro. O resultado é Eu, Cláudio , um volume que reúne as suas memórias, opiniões e reflexões, disponível nas livrarias de todo o país a partir de 27 de Fevereiro.

Dono de um vasto arquivo de memórias – o esquecimento é um dos seus maiores medos – e com uma personalidade, gostos e interesses que ultrapassam largamente o que se vê no pequeno ecrã, Cláudio Ramos habituou-se a colocar em palavras aquilo que nem sempre pôde ou quis mostrar em televisão: desde a descoberta e perseguição do seu grande sonho, a televisão, passando pelos pensamentos do quotidiano até às grandes decisões e transformações da sua vida.

Com o mesmo nome do blogue que criou há mais de dez anos, Eu, Cláudio reúne alguns dos textos mais marcantes da página, revistos e adaptados à actualidade, e vários inéditos que permitem aos leitores espreitar a vida do apresentador, sentirem-se seus amigos e confidentes e acompanhá-lo ao longo do seu percurso de vida.

Para Cláudio Ramos este é até mais do que um livro sobre si: "é um livro que premeia todos aqueles que de certa forma acreditam e confiam acima de tudo nos sonhos e fazem questão de os transformar em objectivos reais. Estou absolutamente apaixonado pelo que é esta obra e certo que um dia, quando os meus netos olharem para ela, vão pensar que eu fui um tipo porreiro e sonhador. Dos sonhos não se desiste. Nunca!"


Eu, Cláudio é um álbum pessoal que guarda pedaços íntimos da vida de Cláudio Ramos. Um leque de textos sobre os gostos e os desgostos do conhecido apresentador televisivo, que se apresenta sem filtros e sem câmaras à frente. Neste livro ficamos a conhecer um pouco mais da vida privada de Cláudio, no aconchego dos serões de domingo, na mudança para a casa nova, no apego ao refúgio do Alentejo, nas verdades que defende, no amor à filha Leonor, nos silêncios, na solidão, na sua pele.

Telma, o Unicórnio, o livro que ensinará a maior magia


A Telma é um pónei amoroso, cujo maior sonho é ser um unicórnio. Quando o sonho parece tornar-se uma maldição, a Telma descobre que o mais importante é sermos nós próprios… assim mesmo, sem purpurinas.

Telma, o Unicórnio chegará às livrarias portuguesas a 28 de Fevereiro, e levará os mais novos (e não só) a entrar no mundo da imaginação com uma das personagens mais acarinhadas de Aaron Blabey.

A Telma sonha ser um unicórnio e faz-se passar por um, mas o seu plano tem um sucesso muito inesperado e catapulta-a para a fama. Como será viver sob a luzes da ribalta? Será que este sonho se poderá tornar uma maldição?

Porque a aceitação do próprio é o segredo para se ser feliz, Aaron Blabey guia os pequenos leitores numa aventura que os levará a questionar-se sobre a sua própria identidade. Com ilustrações que conquistaram mais de um milhão de pessoas, em 14 países, Telma, o Unicórnio será a melhor companhia e inspiração para miúdos e graúdos.

Sinopse 

Telma, o Unicórnio. O que a torna Única? Quando o sonho parece tornar-se uma maldição, a Telma descobre que não há maior magia do que sermos nós mesmos. A Telma é um pónei amoroso cujo maior sonho é ser um unicórnio… Quando a Telma decide fazer-se passar por um, o seu plano tem um sucesso inesperado e catapulta-a para a fama. Ela torna-se então uma superestrela, mas as luzes da ribalta têm um efeito muito desagradável. A Telma não tem um minuto de sossego e nem todos os "fãs" são simpáticos. Quando o sonho parece tornar-se uma maldição, a Telma descobre que não há maior magia do que sermos nós mesmos. 


Casino Estoril acolhe evento solidário em prol da Refood


Fiel à sua matriz, o Casino Estoril acolhe, na próxima Quarta-Feira, dia 26 de Fevereiro, um evento cultural de índole solidária em prol da Refood. No hall principal será inaugurada, às 18h00, uma exposição de pintura e de escultura sob o lema “Dar A Mão Também É Ser Solidário Com Arte” e, posteriormente, o Salão Preto e Prata recebe a partir das 21h30, um concerto de tributo a José Mário Branco. A receita da venda das obras da exposição e da venda dos bilhetes para o concerto, reverte para a Refood núcleo de Cascais.


Exposição no hall principal 
Com o apoio da Galeria de Arte do Casino Estoril, o hall principal acolhe, de 26 de Fevereiro a 1 de Março, uma exposição solidária. Esta mostra colectiva reúne os contributos de 22 artistas plásticos que ofereceram uma obra para venda. Com preços solidários, a receita reverte na totalidade a favor da Refood núcleo de Cascais. A entrada é livre.

Sob o lema “Dar A Mão Também É Ser Solidário Com Arte”, a exposição reúne um conjunto de obras nas modalidades de pintura e escultura que poderão ser adquiridas por preços muito apelativos.

Pintura: Add Fuel (Diogo Machado), Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, David Levy Lima, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Maria del Pilar Gómez Castro, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paul Mathieu, Pedro Castanheira e Rui Carruço.

Escultura: Aida Sousa Dias, Antonieta Roque Gameiro, Carlos Ramos, Cristina Leiria, Filipe Curado, Marcos Cei, Marius Moraru e Rogério Timóteo.

E porque ser solidário é também poder contribuir com arte, será entregue um recibo com o valor da obra que for adquirida. Serão compras solidárias que proporcionarão benefícios fiscais ao abrigo da Lei do Mecenato.


Concerto no Salão Preto e Prata
O programa solidário prossegue, às 21h30, no Salão Preto e Prata com um concerto único que presta homenagem José Mário Branco, recentemente falecido. Em concerto de tributo, José Mário Branco será distinguido pela sua obra, a música e a poesia de José Mário Branco. Com preços a 15€ a 20€, por pessoa, a receita de bilheteira reverte para a Refood, núcleo de Cascais.

Subirão ao palco Pedro Branco (filho do homenageado), Diana Castro, Diogo Branco, Edu Mundo, Fernando Pereira, Júlio Resende, Katia Guerreiro, Mafalda Arnauth, Mafalda Sacchetti, Maria Ana Bobone, Olavo Bilac e Rogério Charraz. E também os músicos André Ramos, Carlos Lopes, Ciro Bertini, Edu Miranda, Luís Roquette, Nuno Oliveira, Paulo Loureiro e Pedro de Castro.


Bell & Ross apresenta Três Novos Relógios Vintage



Desde a sua criação que a Bell & Ross é apaixonada pela história militar e pela sua tradição funcional e estética, sendo a instrumentação aeronáutica uma constante fonte de inspiração relojoeira para os seus designers. Por este motivo, os cadernos de encargos militares fornecem aos relógios Bell & Ross rigor e exigência em termos de legibilidade, funcionalidade, precisão e fiabilidade. Os códigos actuais também levam a Bell & Ross a revisitar peças históricas, para criar novos modelos com um design e uma técnica em harmonia com os dias de hoje.

É neste espírito que a Bell & Ross apresenta este ano três relógios singulares, que evocam três espaços de projecção: o mar, o ar e a terra. Simultaneamente clássicos e modernos, os três relógios estão equipados com um movimento mecânico de corda automática suíço e uma bracelete «NATO Stretch», com um sistema de fecho prático, criado a partir de correias de para-quedas. Uma bracelete actual e utilitária, que assume sem reservas um carácter dandy, enquadrando-se numa tendência neovintage, popular junto dos apreciadores. Três relógios icónicos, cada um com a sua função, a sua cor e o seu material.



BRV2-93 GMT BLUE : Para os viajantes do século XXI
Ferramenta indispensável para pilotos e fiéis companheiros para os cidadãos do mundo, estes “tool watches” são uma boa escolha para quem viaja frequentemente – profissionais e civis – e procura um relógio elegante e funcional.    

BRV2-92 MILITARY GREEN : Aventureiros e Urbanos
Perfeitamente adequado a todas as situações, esta versão sport-chic do BR V2-92 apresenta um discreto mostrador caqui, alusivo à natureza e à camuflagem, num espírito simultaneamente urbano e aventureiro. Com Superluminova ® C3 verde, este relógio garante uma óptima legibilidade.

BRV2-94 AÉRONAVALE BRONZE : A grande tradição dos cronógrafos da aviação naval
Limitado a 999 exemplares, este cronógrafo – em bronze estabilizado – combina funcionalidade e elegância.
É um relógio para os apreciadores da beleza dos objectos de medição do tempo.

Reportagem - Erich von Däniken em Lisboa


Erich von Däniken esteve no passado sábado pela 1ª vez em Portugal, no Cinema São Jorge, para uma conferência onde falou perante uma plateia esgotada sobre a sua teoria de que o homem primitivo foi visitado por seres extraterrestres desde os tempos pré-históricos.

Mundialmente conhecido por escrever o best-seller “Eram os Deuses Astronautas?”, Erich von Däniken defende que os deuses, descritos na literatura e nas escrituras das principais religiões e civilizações, eram na realidade extraterrestres que alegadamente teriam visitado o planeta Terra.


O livro “Eram os Deuses Astronautas?” foi o mote para o documentário com o mesmo nome “Chariots of the Gods?”, dirigido pelo alemão Harald Reinl em 1970, e nomeado para o Óscar de Melhor Documentário de 1970. O filme "Eram Os Deuses Astronautas?" estreou em Portugal em Coimbra a 5 de Maio de 1979, e foi este sábado exibido pela primeira vez em Lisboa.

Depois do filme o autor falou durante cerca de uma hora com paixão sobre a sua teoria, com 85 anos Erich von Däniken encantou a plateia que no final ficou com uma sensação de ter sido pouco o tempo dedicado a esta conversa. No final e antes de rumarem a casa houve ainda tempo para uma sessão de autógrafos e para uma foto com o autor.

De lembrar que Erich von Däniken é um dos principais inspiradores da série Alienígenas do Passado do Canal História.


Fotografias de António Murteira da Silva - Todos os direitos reservados


Casino Estoril recebe a comédia "Cartas na Mesa"


Com uma programação muito diversificada, o Auditório do Casino Estoril recebe, nos próximos dias 27 e 28 de Fevereiro, pelas 21h30, a comédia “Cartas na Mesa”. Trata-se de uma dupla sessão de espectáculos de bom humor com momentos verdadeiramente hilariantes.

“Cartas na Mesa”, uma comédia explosiva! Um original francês (Strip Poker) do autor Jean-Pierre Martinez, um texto de uma das melhores escolas de comédia, sobe a palco com a encenação de Carlos Areia. No elenco, estão Carlos Areia, João Amiano, Patrícia Candoso e Rosa Bela.

Convidar novos vizinhos para jantar, para os conhecer melhor, pode ser um jogo perigoso. É que no final do jantar os dois casais são obrigados a pôr as cartas na mesa, e aí sim, nasce uma comédia explosiva! Maria e Pedro são um casal jovem que resolve convidar os novos vizinhos para jantar, Pedro não concordando nada com o convite da mulher, vai fazer de tudo para que o jantar seja um desastre. Carmo e Joaquim, os novos vizinhos, são um casal mais velho, já com filhos, com uma vida estável e organizada, que aceitam de bom agrado o convite, sem saber o que os espera… Vai ser uma bomba!

“Cartas na Mesa” promete surpreender e cativar o público português do início ao fim.  Aviso da produtora: Se tem novos vizinhos deixamos um conselho, convide-os para jantar mas no final… não joguem às cartas.

Com cinco anos de experiência em espectáculos, a Produções Fora de Cena aposta, novamente, numa comédia francesa após o sucesso da comédia “Uma Empregada dos Diabos” e das comédias musicais, “Quero Ir Prá Ilha” e “E Porque Não Emigras”.