sábado, 11 de julho de 2020

Receitas da Semana



Receitas da Semana



Arroz de Marisco

Ingredientes

2 Embalagens de mariscada
400 gr de arroz carolino
1 Cebola grande
2 Dentes de alho
1 Lata pequena de tomate pelado
1 Ramo de salsa
Sal e piripiri q.b.

Preparação

Coloque a mariscada num passador de rede, passe por água, deixe escorrer e reserve. Descasque e lave a cebola e os dentes de alho e pique-os finamente. Leve um tacho ao lume com o azeite, deixe aquecer, adicione a cebola e os alhos e deixe refogar até que a cebola fique transparente. Junte depois o tomate picado com o molho e um raminho de salsa e deixe cozinhar mais 3 minutos, mexendo de vez em quando. Acrescente 1L de água, tempere com sal e piripiri, mexa e deixe levantar fervura. Adicione então a mariscada e o arroz e deixe cozinhar durante aproximadamente 20 minutos, mexendo de vez em quando. Junte mais água aos poucos se necessário. Retire do lume e sirva polvilhado com a salsa picada.



Bolo de Laranja

Ingredientes

2 Laranjas médias
5 Ovos
2 Chávenas de farinha
2 Chávenas de açúcar
1 Chávena de óleo
1 Colher de café de fermento em pó

Preparação

No liquidificador coloque os ovos, as laranjas cortadas em pedaços, o óleo e o açúcar.
Triture durante dois minutos.
Numa taça coloque a farinha e o fermento e adicione a mistura anterior.
Unte uma forma com buraco com margarina e polvilhe com farinha, coloque aí o preparado e leve ao forno a 180º durante 45 minutos. Se começar a alourar muito depressa coloque uma folha de alumínio por cima. Verifique se está cozido com o teste do palito. 

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Casino Estoril acolhe o Salão Internacional de Pintura Naïf mais antigo do mundo



O Casino Estoril acolhe, a partir do próximo dia 28 de Julho, a 40ª edição do Salão Internacional de Pintura Naïf. Realizado ininterruptamente, desde 1980, na Galeria de Arte, o Salão Internacional de Pintura Naïf do Casino Estoril é o mais antigo do mundo, sendo considerado uma referência desta modalidade pictórica. A entrada é livre. 

Com efeito, desde a primeira edição, coloriram as paredes da Galeria de Arte do Casino Estoril, sempre no mês de Agosto, mais de 500 artistas, que apresentaram cerca de 5300 obras.



Na 40ª edição desta emblemática mostra colectiva, estarão patentes obras dos seguintes artistas: A.Réu, Albino José Moreira, Alcindo Barbosa, Arménio Ferreira, Bento Sargento, Conceição Lopes, Dulce Ventura, Elza Filipa, Fernanda Azevedo, Jorge Serafim, Josep Mir, Juan Guerra, Manuel Castro, Maria Tereza, Nell, Rute Castro e Silva Vieira.

É de realçar, ainda, a estreia de Jorge Serafim, o comediante alentejano, que pela primeira vez expõe alguns dos seus trabalhos, mostrando ao público uma versatilidade até agora menos conhecida. Os seus quadros são de inegável qualidade, com uma boa dose de humor que o caracteriza, e são baseados nas ilustrações com que costuma colorir os livros da sua autoria, romances e livros infantis, recentemente editados.



No cumprimento de todas as normas e recomendações estabelecidas pela Direcção-Geral da Saúde – DGS, não haverá, este ano, a habitual cerimónia inaugural desta mostra colectiva de arte Naïf.


Irish Celtic de regresso em Fevereiro de 2021


Irish Celtic é um Pub, em Cork, Irlanda. A sua história data do princípio dos tempos, e no seu interior encerram-se lendas e objectos que testemunham a história da Ilha Esmeralda, do tempo dos druidas à migração do século XIX. Gerido por Paddy Flyn há muitas gerações, é a vez de Diarmuid, o seu filho, assumir a gerência. Entre copos de cerveja e whisky e ao som de violinos, gaitas-de-fole, acordeões e das tradicionais flautas celtas (Tin Whistle), Paddy conta-lhe os segredos do povo Celta da Irlanda. Com coreografia de Denise Flynn e Jim Murrihy, ex-bailarinos de Lord of the Dance, Irish Celtic recria episódios de forma única desta cultura antiga, mas ainda viva.

Para apreciar e descobrir as tradições e lendas da Irlanda, através das suas danças e canções tão famosas em todo o mundo. Sláinte! (como quem diz, “saúde!”).

“Something Trivial”, o novo single de NEEV



A 24 de Julho é editado “Philosotry” com o carimbo da Universal Music França.          

Raramente questionamos ou lembramos o que temos como garantido. É trivial, banal, comum. Mas será mesmo assim?

“Something Trivial”, o novo single de NEEV, obriga-nos a parar e escutar. Porque é tudo menos trivial.

“Se há vida depois da morte, não sei. Mas tenho a certeza que os que nos amam vão ter saudades nossas. Ao longo da vida, a nossa memória consciente guarda recordações relevantes. O nosso coração guarda momentos aos quais nem sempre damos importância. A ‘Something Trivial’ é uma ode a esses momentos que, no fim da jornada, têm um significado que desafia a definição da palavra ‘trivial’”, assim apresenta, NEEV, este novo single.

Mais um avanço de “Philosotry”, o esperado álbum de estreia que será editado a 24 de Julho, com o selo da Universal França, e sucede ao EP “It Is What It Is”.

Com letra de NEEV e música de NEEV e Tiago Carvalho, “Something Trivial” foi produzida por Larry Klein (Joni Mitchell, Herbie Hancock, Melody Gardot e Tracy Chapman), em Los Angeles, EUA.

O videoclip, filmado em Sintra, foi produzido pela Redmojo e conta com realização de LXXL.
Altamente criativo, original e determinado a mostrar-se ao mundo, NEEV – nome artístico de Bernardo Neves – é uma lufada de ar fresco na cena musical portuguesa. O timbre natural e orgânico, a força quase mística que entrega a cada canção, a cada nota, distinguem-no e elevam-no.

Com apenas 25 anos, viveu em Inglaterra, onde estudou Music Business e desenvolveu um projecto que ligava a música a causas solidárias. Auto-didata, sempre teve música na sua vida e nunca se imaginou a fazer outra coisa. Após a participação no Reeperbahn e no Eurosonic, assinou pela Universal Music França que vai editar o seu álbum de estreia para todo o mundo, em 2020. 

Inspirado por Nick Drake, Sufjan Stevens e Bon Iver, artistas que exploram sentimentos e sonoridades similares, NEEV serve-se da guitarra, baixo, piano, bateria, ukulele, bandolim ou lap steel para se exprimir musicalmente. Paralelamente, é através das palavras que transmite a sua verdade, ideias e pensamentos que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos, mas sem cariz auto-biográfico.

A estreia musical aconteceu em 2016 num dueto com os noruegueses SEEB com o tema “Breathe” que foi tocado mais de 115 milhões de vezes no Spotify. Seguiu-se, a solo, “Calling Out”, em Maio de 2019. No final do ano passado lançou "Lie You Love It" despertando a atenção internacional. Seguiram-se, em 2020, "This Dream" e "It Is What It Is".

A Morte de Quatro Rainhas, de Astrid Scholte



Quatro rainhas mortas. Três dias para apanhar um assassino. Dois romances proibidos. Uma reviravolta chocante e inesperada.

Um fascinante romance de ritmo acelerado, onde planos concorrentes colidem com consequências letais, A Morte de Quatro Rainhas anuncia a chegada de um novo e excitante talento.

Sinopse

Keralie Corrington tem apenas dezassete anos e parece inofensiva mas, na verdade, é uma mentirosa e uma das ladras mais habilidosas de Quadara. Varin, por outro lado, é um cidadão íntegro da região mais desenvolvida de Quadara, Eonia. Os dois conhecem-se quando ela lhe rouba um objecto muito importante, colocando a vida dele em perigo. Ao tentar recuperar o que lhe foi roubado, Varin e Keralie veem-se envolvidos numa conspiração que matou as quatro rainhas de Quadara. Sem alternativas e a fugir do ex-patrão de Keralie, ambos percebem que a melhor opção é unirem-se para descobrir o assassino e salvar as suas próprias vidas, no entanto, a aproximação é perigosa e um romance floresce. Keralie e Varin são obrigados a superar os seus segredos mais sombrios na esperança de terem um imprevisível futuro juntos, mas primeiro precisam de permanecer vivos e descobrir a razão por detrás da morte das quatro rainhas da nação.

PVP C/ IVA: 18,90€

‘Sombra ’chega aos cinemas a 22 de Outubro


Já é conhecido o primeiro teaser de ‘Sombra’. A segunda longa-metragem do realizador português Bruno Gascon baseada em factos reais, conta com a atriz Ana Moreira no principal papel e presta homenagem às mães de crianças desaparecidas. O filme chega aos cinemas a 22 de Outubro. 

Em ‘Sombra’ a família de Isabel é abalada pelo desaparecimento do pequeno Pedro, de 11 anos, no final da década de 90. A esperança desta mãe em reencontrar o seu filho é desafiada ao longo dos 15 anos que se seguem, mas a certeza de que Pedro está vivo dá força a Isabel para enfrentar todos os obstáculos e não desistir. Uma história de amor, força e coragem, sobre uma mãe que não desiste de procurar o seu filho que desapareceu. Bruno Gascon mantém a exploração filosófica da condição humana como tema da sua produção cinematográfica. 

Depois de ‘Carga’, filme de 2018 sobre uma vítima de tráfico de seres humanos, ‘Sombra’ gira em torno da dúvida permanente que assola a existência dos pais de crianças desaparecidas. Para escrever o guião, o jovem realizador conversou com mães que atravessam esta situação, como é o caso de Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, o menino de 11 anos que desapareceu em 1998. ‘Sombra’ é protagonizado por Ana Moreira, atriz galardoada pela participação em filmes como ‘Transe’ e ‘Os Mutantes’ de Teresa Villaverde, ‘Filme do Desassossego’ e ‘A Corte do Norte’ de João Botelho, e ‘Tabu’ de Miguel Gomes. O elenco conta ainda com grandes nomes de relevo no setor em Portugal, como Miguel Borges, Vítor Norte, Tomás Alves, Joana Ribeiro, Sara Sampaio, Ana Cristina Oliveira, Lúcia Moniz, Raimundo Cosme, Oksana Tkach, Ana Bustorff, Miguel Monteiro, Sara Norte, João Cabral, Kim Grygierzec, entre outros. Rodado em Viana do Castelo, o filme contou com o apoio da Câmara Municipal e da Viana Film Commission, assim como da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, Instituto do Cinema e do Audiovisual, RTP, Pic Portugal e outros parceiros. Produzido pela Caracol Studios, será distribuído em Portugal pela NOS Audiovisuais, estando a distribuição internacional a cargo do sales agent WIDE. ‘Sombra’ estreia a 22 de Outubro. 

Sinopse 
Em 1998, Isabel tinha a família perfeita até que um dia chega a casa e descobre que o seu filho de 11 anos desapareceu. A partir desse momento tudo muda. Apesar da cobertura mediática do caso e da existência de um suspeito a justiça falha constantemente e Isabel percebe que somente ela poderá manter viva a busca por Pedro. Passamse quinze anos e apesar de todos os obstáculos que encontra Isabel vai continuar a fazer de tudo para reencontrar o filho que todos querem que esqueça, mas que ela acredita que ainda está vivo. Uma mãe sabe. 



Compal dá palco aos seus produtores, colaboradores e parceiros


Compal não é simplesmente uma marca de sumos e néctares. É um símbolo de compromisso e obsessão em dar sempre o melhor pelos consumidores, pelas pessoas, pelas famílias. E isso significa: dar o melhor pela fruta, todos os dias. É este o propósito da marca, é esta a sua missão, unindo todos em torno de um ideal de naturalidade, saber, sensações e bem fazer conhecido por Frutologia. Em 2020, a marca tangibiliza esse know-how, dando palco às pessoas que usam esse conhecimento, ciência e arte no seu trabalho diário ao longo de toda a cadeia de valor.

“Do pomar ao copo, damos o melhor pela fruta”. É desta forma que Compal assina a sua nova campanha, uma comunicação mais humana e com mais verdade, onde os protagonistas são todos aqueles que diariamente, ao longo da cadeia de valor, dão o melhor pela fruta numa verdadeira ode à fruta e à natureza. Porque as marcas se fazem por pessoas e para pessoas, em 2020 entendemos que devem ter palco, mostrando e celebrando o seu trabalho.

Segundo Rodrigo Costa, Diretor de Marketing Sumol+Compal Portugal e Espanha, “Compal dá mais um passo em frente na estratégia de maior aproximação à árvore, conferindo à sua comunicação uma maior humanização e verdade. Uma campanha que valoriza o coração da marca em Almeirim e onde damos palco às nossas pessoas e parceiros em toda a sua cadeia de valor. É por isso um conceito que nos permite falar de valores fundamentais para a marca Compal como o orgulho, comunidade, portugalidade, cooperação e que está alinhado com as tendências que são esperadas das marcas de referência: transparência, ética, competência e empatia.”

Dar o melhor pela fruta é o que fazem todos os produtores e os trabalhadores da apanha, os funcionários da fábrica e os trabalhadores rurais, o departamento de receitas e os empregados de mesa das esplanadas, tratoristas e camionistas, provadores, estivadores e operadores de monta-cargas. Inspirado na forma como se coordenavam as enxadas e se acertavam os pés nos lagares no antigamente, na Compal também trabalham todos juntos para o mesmo. E se trabalham juntos, podem cantar juntos, juntando todos num Canto de Trabalho. A campanha junta assim, à capela e a uma só voz, todos os que diariamente ao longo da cadeia de valor dão o melhor pela fruta através de uma música desenvolvida por Jorge Cruz e João Monge que promete ficar no ouvido. 



“Chegámos ao conceito “damos o melhor pela fruta” de forma muito natural. E fez-nos sentido que o filme de lançamento da campanha fosse protagonizado por todos os que integram a cadeia de valor, numa música que é simultaneamente um canto de trabalho e uma ode à futa. É a homenagem da Compal aos que trabalham para que os seus sumos e néctares cheguem a todo os portugueses. Para a equipa da VML&YR é um prazer fazer parte de mais um momento importante na história da marca. Até porque nós também damos o nosso melhor pela fruta.” refere José Quintela, diretor criativo da VMLY&R.

O relançamento da marca será suportado por uma campanha que estará presente em TV (canais generalistas e cabo), Outdoor, Digital, Rádio e Ponto de Venda. A criatividade é da VMLY&R, a consultoria de produção da Film Brokers, com produção da Major West e o planeamento de meios da Initiative. Em breve serão ainda lançados e amplificados no digital pequenos filmes com histórias onde iremos dar palco ao capital humano que está por trás da marca Compal e que a torna única.

Hierro estreia no AMC em Julho



“Hierro” relata a investigação que duas personagens opostas realizam em paralelo, a juíza Candela Montes e Díaz, o principal suspeito de um homicídio que ocorre assim que a magistrada chega à ilha. Fran, um jovem local, aparece assassinado, no dia do seu casamento; ia casar-se com a filha de Díaz. 
A base de Hierro é a tensão entre Candela e Díaz. Não podem ser mais diferentes . Essa diferença torna-se ainda mais evidente porque têm algo muito importante em comum: ambos estão empenhados em descobrir o assassino.
Avançam separadamente, com métodos completamente diferentes. Porém, a ilha é um meio pequeno e os choques entre eles são  constantes. Para Candela, Díaz é mais do que um estorvo, ter-se-á equivocado ao libertá-lo? Para Díaz, Candela é uma permanente dor de cabeça que põe em risco os seus negócios escusos.
“Hierro” foi um dos grandes sucessos da temporada em Espanha e, dada a sua boa recepção, a segunda temporada já está em fase de produção. Com um duelo de actores brilhantes e uma ilha de sonho, em Julho, o AMC convida-o a viajar a um local fantástico e misterioso. Além disso, “Hierro” recebeu os prémios Feroz, Iris, Ondas para melhor argumento e para a sua protagonista, Candela Peña.

Casa d´Amália hoje à noite na RTP1


No ano da celebração do centenário do nascimento de Amália Rodrigues estivemos em sua casa com o seu Fado, as suas histórias, a sua memória. Em Casa d´Amália chega ao fim esta semana e os convidados são Ana Moura, Pedro Abrunhosa, Conan Osíris, Beatriz Silva, Ângelo Freire e Pedro Soares. Veja o vídeo.

Ana Moura é uma das figuras maiores da música portuguesa em Portugal e no Mundo e volta a casa de Amália para um emocionante programa. Vamos poder escutá-la com alguns temas e em dueto com Pedro Abrunhosa, também ele convidado e que vai cantar pela primeira vez à guitarra e à viola. Ana Moura canta também em dueto com Conan Osíris, um dos mais irreverentes artistas da atualidade e o convidado surpresa do programa. Conan Osíris traz-nos ainda o tema “Amália” à capela, um dos seus originais. Beatriz Silva, afilhada de Fado de Ana Moura, junta-se à tertúlia para contar como conheceu Ana Moura e como acabou por escrever um fado dedicado à madrinha. Ângelo Freire e Pedro Soares mostram-nos o seu talento e, a fechar, Ângelo Freire canta um fado.



Não perca Em Casa d´Amália esta sexta-feira, às 22h45, na RTP1!

quinta-feira, 9 de julho de 2020

O Mistério no Quartel dos Bombeiros


Depois do sucesso do Mistério no Museu dos Dinos, Jossauro e Sherlock estão de volta para novas aventuras. Chegaram as tão esperadas férias grandes, mas, se o João e a Rita pensavam que iam ter uns meses de descanso a aproveitar o sol, estavam bem enganados. Espera-os um verão quente, fogos para apagar e mistérios para resolver.

As férias de verão na terra do primo do João, no interior do país, são sempre uma grande aventura. Mas este ano alguém está a dificultar o trabalho da corporação local de bombeiros, onde trabalha o tio do João: um verão quente e com muitos fogos faz com que os soldados da paz não tenham um minuto de descanso. Jossauro suspeita de mão criminosa na origem dos fogos e pede a Sherlock que o ajude a investigar. Destemida e atenta, a dupla de detetives juniores vai viver muitas aventuras e peripécias. Será que os amigos vão descobrir quem está a complicar a vida aos bombeiros?

Com personagens simples e enérgicas, com quem os pequenos leitores facilmente se identificarão, Mistério no Quartel dos Bombeiros – de Ana Valente e Isabel Moiçó, e ilustrado por Paulo Silva – acompanha as novas aventuras de João, que por adorar dinossauros ganhou a alcunha de Jossauro, e Rita, que gosta tanto de histórias de detetives que lhe chamam Sherlock, enquanto desvendam a origem de múltiplos incêndios no interior do país. Uma história de detetives sem medo, com mistério, ação, um crime que afeta toda a comunidade, amigos e primos, e muita diversão e energia. Dia 17 nas livrarias.