sexta-feira, 21 de agosto de 2026

LEGO® Insiders chega a Portugal



Desde o passado dia 4 de agosto, os pontos LEGO Insiders passam a ser redimíveis nas Lojas Certificadas LEGO em Portugal, que ficam abrangidas pelo programa de fidelidade do Grupo LEGO, uma medida há muito aguardada pelos fãs portugueses, que agora podem ganhar pontos ao comprar sets e ao registá-los na plataforma, para posteriormente, os trocarem por recompensas, artigos especiais e experiências.

Para além dos pontos ganhos em cada compra, cada set digitalizado vale 20 pontos extra, independentemente do preço ou do número de peças. Os pontos podem ser posteriormente trocados, na loja ou online, por descontos imediatos ou recompensas, tais como sets exclusivos, cartazes, artigos de coleção, páginas para colorir ou bilhetes para os parques LEGOLAND. Os membros também podem ter acesso antecipado aos sets, o que lhes dá a oportunidade de adquirir novos lançamentos antes da data de lançamento geral.

O registo pode ser feito na loja através de um código QR ou em LEGO.com/Insiders, e os novos membros podem registar os seus sets através de um código QR exclusivo, disponível nos manuais de instruções dos sets, presente na maioria dos conjuntos lançados desde 2018, pelo que os membros ainda podem resgatar pontos por conjuntos antigos, desde que tenham guardado o manual e este não tenha sido registado noutra conta.

Com quatro lojas certificadas em Portugal, no Centro Colombo, no Norteshopping, nos Armazéns do Chiado e, desde março de 2026, no Fórum Coimbra, os membros podem aproximar-se ainda mais da marca e usufruir das vantagens do programa de fidelização.

Ágora regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro



O Castelo de Leiria volta a receber o Ágora, para três dias em que a música, a performance, a instalação, as oficinas e o património cruzam-se num convite à descoberta de novas formas de habitar este lugar histórico. No alto do Castelo de Leiria, entre muralhas erguidas para proteger e resistir, o Ágora propõe um outro gesto: transformar um lugar de defesa num lugar de encontro. Habitar as pedras não como fronteira, mas como espaço de escuta, partilha e imaginação.

Ao longo de três dias, o Ágora propõe uma experiência mais intimista, onde a música, a palavra e a criação artística oferecem-nos uma suspensão rara. Um tempo onde podemos abrandar, ouvir o outro e ouvir-nos a nós próprios. Há momentos de luz e momentos de sombra, de inquietação, celebração, silêncio e esperança. Todos fazem parte da mesma travessia.

O Ágora convida-nos a percorrer esse caminho. Uma viagem onde a cultura não apaga as feridas, mas ajuda-nos a reconhecê-las, a cuidar delas e a encontrar novas formas de continuar, porque também a cura pode ser coletiva.

Entre os primeiros nomes confirmados temos Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, referência maior da tradição Gnawa marroquina e um dos projetos mais marcantes da nova geração desta linguagem musical; Israa Shalaby, artista palestiniana que cruza voz, espiritualidade e experimentação numa performance profundamente imersiva; Margaret Hermant, compositora belga que apresenta um universo delicado com a sua harpa, eletrónica e silêncio; PAUS, apresentam Enterro, o disco que marca a despedida da banda dos palcos; Rita Silva & Mbye Ebrima, um duo que é fruto da interseção de práticas distintas, repetição e a variação melódica vindas das tradições do minimalismo ocidental e dos sistemas de oralidade da África ocidental; Manto Azul, por Haydn Douet Lukies e Afonso Simões cruza percussão acústica e um caráter hipnótico; e por fim el djinn الجن , que apresenta mā tmutish, uma obra construída a partir de vozes palestinianas onde a palavra, a memória e a resistência ocupam um lugar central.

O Ágora prolonga-se também para lá dos espetáculos com um gesto simples, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo de Leiria, Partir Pão, Partir Pedra é um convite para começar o primeiro dia de Ágora com encontro e partilha. Cada pessoa é convidada a trazer pão, petiscos, fruta, bebidas ou qualquer comida para colocar numa mesa comum. Porque acreditamos que comer juntos também é construir juntos: criar laços, partilhar histórias e descobrir novas formas de ocupar o Castelo.

O Castelo recorda-nos que as pedras tanto podem erguer muralhas como construir pontes. Essa escolha continua a ser nossa, e talvez seja esse o maior gesto da cultura: criar lugares onde o encontro vence o afastamento, onde a escuta vence o ruído e onde a criação nos lembra que há sempre outras formas de imaginar e construir o futuro.

Tal como nas edições anteriores, o bilhete habitual do Castelo de Leiria garante o acesso às atividades do Ágora, com lotação limitada à capacidade dos espaços. O acesso ao castelo é gratuito para residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.

Ágora é um projeto cultural, que ao longo de três dias, propõe um programa de música, artes performativas, instalações artísticas e ativa uma fruição e reflexão do património (i)material no seio do Castelo de Leiria.

“Doce - O Concerto Tributo” conquistou o público no Casino Estoril



Foi em noite de estreia nacional que “Doce - O Concerto Tributo” subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril para protagonizar um espectáculo de homenagem ao icónico quarteto feminino que ocupa um espaço único no panorama da música portuguesa.

“Amanhã de Manhã”, “OK, KO”, “Rock Me no Divâ”, “Doce”, “Ali Baba”, “Doi Doi”, “Jingle Tónico”, “É Demais” e “Quente, Quente, Quente” foram alguns dos grandes êxitos das Doce que estiveram em destaque.



A canção “Bem Bom” com a qual as Doce venceram, em 1982, o Festival RTP da Canção, constitui um dos momentos altos da noite. Recorde-se que, nesse mesmo ano, a banda representou com este tema Portugal no Festival Eurovisão da Canção, realizado em Harrogate, no Reino Unido. A canção conquistou o 13.º lugar e tornou-se um hino pop da música portuguesa.

Consideradas uma das primeiras girl bands da Europa, as Doce tornaram-se num icónico quarteto feminino português de música pop. Tozé Brito, idealizou esta banda que conquistou o público nacional, de 1979 até 1986. As Doce eram compostas por composto por Fátima Padinha, Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo. 



Acompanhadas por quatro músicos, Bárbara Rocha (Lena Coelho), Matilde Viegas (Laura Diogo), Cátia Tavares (Teresa Miguel) e Sofia Cardoso (Fátima Padinha) interpretaram, ainda, algumas composições em inglês. É de registar que “For the Love of Conchita”, “Starlight” e “Rainy Day” foram lançadas no início da década de oitenta, numa tentativa de internacionalização da banda. 

Em noite de puro revivalismo, “Doce - O Concerto Tributo” prestou homenagem à liberdade e à força de quatro mulheres que marcaram para sempre a cultura popular portuguesa e que abriram caminhos e ajudaram a transformar mentalidades.

Anabela celebra 40 anos de carreira com um concerto único no Teatro da Trindade



Há artistas que atravessam gerações sem perder a identidade. Anabela é uma delas. Quarenta anos depois de ter iniciado uma carreira, que começou ainda na infância, sobe ao palco do Teatro da Trindade, em Lisboa, no próximo dia 22 de setembro, para celebrar quatro décadas de música e assinalar o seu 50.º aniversário.

O espetáculo será também palco de apresentação de Anabela – 40 Anos de Carreira, um novo álbum de originais que reúne canções inéditas escritas por alguns dos mais relevantes autores e compositores portugueses. Entre os convidados encontram-se Paulo de Carvalho, Joana Espadinha, Hélder Moutinho, Tozé Brito, Tiago Nogueira, Ernesto Leite, FF, Tiago Machado, Sebastião Antunes e Jorge Roque num encontro de diferentes gerações e linguagens da música portuguesa. 

Desde a infância, Anabela construiu um percurso artístico marcado pela versatilidade, autenticidade e capacidade constante de se reinventar. Do teatro musical aos palcos de todo o País, da televisão à Eurovisão, consolidou-se como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa. Mais do que celebrar um percurso, Anabela escolhe assinalar esta etapa olhando para o futuro. O novo álbum, com 11 temas originais, nasce da vontade de continuar a criar, descobrir novas canções e dar palco a autores portugueses de diferentes gerações, reforçando o compromisso com a valorização da música nacional.

Gravou dez álbuns de estúdio, participou em múltiplos projetos interdisciplinares e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção (1993), tornando-se num nome amplamente reconhecido pelo público e pelos seus pares. A sua voz tornou-se sinónimo de autenticidade, sensibilidade e excelência vocal, com uma capacidade singular de interpretar diferentes géneros musicais sem nunca perder o seu ADN
artístico.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Maria Anadon com três espectáculos gratuitos no Casino Lisboa



As noites de música ao vivo continuam em destaque na programação artística e cultural do Casino Lisboa. Maria Anadon actua, de hoje até ao próximo sábado, dia 22, pelas 22h15, no palco multiusos do Arena Lounge. A entrada é gratuita

Com um percurso musical ímpar, Maria Anadon regressa ao Arena Lounge para apresentar três espectáculos inspirados em diferentes registos de jazz, do clássico ao menos convencional. Maria Anadon será acompanhada por Íris Sarai ao piano.

Os visitantes do Casino Lisboa poderão acompanhar um reportório de jazz standards e bossa nova, no qual se destacam composições de Sting, Jobim, U2, Cole Porter, Oasis, Depeche Mode, entre muitos outros. 

"Maré" - Nova instalação artística transforma o Braga Parque



Até 11 de setembro, o Braga Parque apresenta Maré, uma instalação artística inspirada na energia do verão e no movimento constante da maré. Pensada para a Escadaria Central do centro comercial, a intervenção convida os visitantes a descobrir uma experiência visual que desafia a perceção do espaço através da forma e do movimento.



Inspirada na força e na imprevisibilidade do mar, Maré combina formas orgânicas e volumes suspensos para criar uma composição marcada pelo contraste, pelo ritmo e pela sensação de movimento. Através da forma, da escala e da relação entre os diferentes elementos, a instalação evoca a energia, a liberdade e a intensidade que caracterizam o verão.

Com esta iniciativa, o Braga Parque reforça a sua aposta na criação de experiências diferenciadoras para os visitantes, complementando a oferta comercial com propostas que valorizam a arte, a criatividade e a descoberta do espaço. 

45º Salão Internacional de Pintura Naïf na Galeria de Arte do Casino Estoril



A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 14 de setembro, o 45º Salão Internacional de Pintura Naïf. Estão patentes mais de quatro dezenas de obras da autoria de 13 artistas. A entrada é gratuita. 



Recorde-se que a edição deste ano presta homenagem a Estrela Santos, artista que faleceu no passado mês de maio. Segundo Pedro Lima de Carvalho, Director da Galeria de Arte do Casino Estoril: “A Pintura Naïf é caracterizada pelo muito pormenor, falta de perspetiva e uma diversificada paleta de cores e os quadros da Estrela Santos têm todas estas características”.

Estrela Santos nasceu no Huambo (Angola) em 1933, frequentou o Curso de Artes dos Tecidos da Escola António Arroio, dedicando-se posteriormente, e de forma integral, à Arte Naïf. Participou em dezenas de exposições individuais e coletivas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Destacam-se as várias Coletivas de Arte Naïf na Galeria do Casino do Estoril, realizadas desde 1980; a Exposição de Arte Naïf no Museu Grão Vasco, em Viseu; e Lisboa Ingénua, integrada na programação de Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura. A sua obra encontra-se representada no Museu de Arte Primitiva Moderna de Guimarães; no Museu de Arte Naïf de Jaén (Espanha); no Banco do Fomento e Exterior, em Luanda; na Fundação Evangelização e Culturas, em Lisboa; no Museu MIAN (Rio de Janeiro); e em diversas coleções particulares, nacionais e internacionais. Faleceu em maio de 2026.



Artistas participantes no 45º Salão Internacional de Pintura Naïf: A. Barbosa, A. Réu, Bento Sargento, Conceição Lopes, Estrela Santos, Feliciana, Fernanda Azevedo, Gutemberg Coelho, Manuel Castro, Maria Tereza, Nell, Noemi Eshet-Rosenweig e Viorica Farkas.

Considerado uma referência desta modalidade pictórica, o Salão Internacional de Pintura Naïf do Casino Estoril é o mais antigo do mundo, tendo a primeira edição sido realizada em 1980 na Galeria de Arte.

Estreias de cinema de 20 de Agosto de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Árvore da Magia Longínqua

Depois de deixarem para trás a vida agitada da cidade, Polly e Tim Thompson (Claire Foy e Andrew Garfield, respectivamente) instalam-se com os três filhos numa zona rural inglesa. Ali, o facto de deixarem de ter acesso à tecnologia proporciona-lhes uma vantagem inesperada: descobrir o mundo à sua volta. Tanto assim é que, numa dessas explorações, as crianças encontram uma árvore gigante habitada por Moonface, Silky, Dame Washalot e Saucepan Man, umas criaturas mágicas que lhes revelam terras encantadas, cada uma com as suas próprias regras e assombros. À medida que as aventuras se sucedem, a família reencontra o prazer das pequenas coisas, percebendo como a simplicidade se pode transformar numa oportunidade de reaproximação, partilha e cumplicidade.

Um filme de aventura e fantasia realizado por Ben Gregor, a partir de um argumento de Simon Farnaby, que se inspira na célebre série de livros escrita por Enid Blyton (1897-1968), também conhecida por ter escrito as aventuras originais de “Noddy”, “Os Cinco”, “Os Sete” e “As Gémeas”. O elenco conta ainda com Nonso Anozie, Nicola Coughlan, Jessica Gunning, Jennifer Saunders e Rebecca Ferguson. 



Mutiny: Código de Vingança

Cole Reed, antigo membro das forças especiais e ex-agente da polícia de Nova Iorque, trabalha como segurança privado. Quando o seu patrão, um multimilionário industrial, é assassinado à sua frente, Cole é incriminado pelo crime e vê-se obrigado a fugir. 
Enquanto tenta escapar às autoridades e começa a investigar o verdadeiro responsável pelo homicídio, acaba por descobrir que foi intencionalmente envolvido numa conspiração muito mais vasta e perigosa do que poderia imaginar. 

Realizado por Jean-François Richet (“Assalto à 13.ª Esquadra”, “Inimigo Público Número 1”, “Um Momento de Perdição”, “Blood Father - O Protector”, “O Imperador de Paris”, “Missão de Resgate”), este “thriller” de acção tem argumento de Lindsay Michel e J.P. Davis e conta com Jason Statham como protagonista e produtor. Annabelle Wallis, Roland Møller, Adrian Lester, Jason Wonge e Arnas Fedaravičius assumem os papéis secundários. 



Insidious: O Longínquo

Sexto tomo da saga “Insidious”, iniciada em 2010 por James Wan, este novo capítulo marca o regresso ao universo criado por Leigh Whannell, agora com uma nova família no centro do pesadelo. Gemma, uma jovem mãe solteira que vive com a filha na casa onde cresceu, descobre possuir uma ligação com o Further, a dimensão purgatória habitada por almas perdidas.

Quando uma entidade maligna começa a persegui-la, Gemma percebe que essa sua capacidade não se limita a entrar no mundo sobrenatural, mas também a torna capaz de algo terrível: trazer para o mundo dos vivos aquilo que habita o Further.

Realizado e escrito por Jacob Chase (“A Maldição de Larry”), a partir de uma história desenvolvida pelo próprio e por David Leslie Johnson-McGoldrick, esta história de terror tem produção de Wan, Jason Blum, Oren Peli e Leigh Whannell. As actuações ficaram a cargo de Amelia Eve, Brandon Perea, Maisie Richardson-Sellers, Sam Spruell e Lin Shaye.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Prime Video anuncia documentário exclusivo "Joana Marques Culpada ou indecente?"



A Prime Video anuncia o documentário Joana Marques Culpada ou indecente? , o documentário que oferece um olhar exclusivo sobre o processo judicial que envolveu a humorista Joana Marques e o duo português Anjos, que deu origem a um dos debates públicos mais intensos em Portugal nos últimos anos. Com estreia prevista para setembro, o documentário explora o impacto social e cultural de uma história que colocou no centro das atenções os limites do humor, da sátira e da liberdade de expressão na era das redes sociais.

Com imagens inéditas e testemunhos de algumas das figuras mais reconhecidas dos media em Portugal, incluindo Manuel Luís Goucha, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Luana Piovani e David Fonseca, o documentário acompanha o caso a partir da perspetiva de Joana Marques, mostrando como a experiência deu origem ao seu espetáculo ao vivo Em Sede Própria.

Através de uma reconstrução dos acontecimentos, imagens de arquivo e uma análise dos momentos-chave que marcaram o processo judicial, o documentário convida os espectadores a refletir sobre um caso que ultrapassou largamente as paredes do tribunal e se tornou uma das histórias mais comentadas em Portugal.

Este documentário revisita o caso que opôs a humorista Joana Marques ao duo musical Anjos, explorando os acontecimentos que deram origem a um dos debates públicos mais mediáticos da história recente de Portugal. Algumas das figuras públicas portuguesas mais reconhecidas partilham as suas perspetivas sobre o caso e sobre as questões mais amplas que este levanta. Humoristas, atores, apresentadores de televisão, músicos e outras personalidades conhecidas oferecem diferentes pontos de vista sobre temas como a liberdade de expressão, os limites do humor, a reputação, o impacto das redes sociais e o papel da opinião pública. 

Joana Marques Culpada ou indecente? reúne diferentes perspetivas para explorar o delicado equilíbrio entre humor, responsabilidade e liberdade de expressão, num momento em que estas questões assumem uma relevância crescente.

Realizado e escrito por Elza Cordeiro, o documentário é produzido pela Komodo Studios (Patrocínio) para a Prime Video.

Quim Roscas & Zeca Estacionâncio no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Quim Roscas & Zeca Estacionâncio são aguardados com expectativa, no dia 18 de setembro, às 21 horas, no Casino Estoril. Com a habitual dose de irreverência, a dupla João Paulo Rodrigues e Pedro Alves sobe ao palco do Salão Preto e Prata para contagiar de bom humor os espectadores. 

Considerada uma das duplas humorísticas mais icónicas a nível nacional, Quim Roscas & Zeca Estacionâncio protagonizam um espectáculo onde a comédia se encontra com a música e o improviso, criando momentos únicos que ficarão, certamente, na memória do público. 

Com um legado de milhares de espectáculos em 25 anos de carreira, esta irreverente dupla apresenta-se no Salão Preto e Prata para conduzir o público numa viagem repleta de alegria e de diversão.

Coroas de louros em bronze regressam ao Parque Eduardo VII



As coroas de louros em bronze que durante décadas integraram o conjunto monumental do Parque Eduardo VII vão regressar em breve ao seu local de origem.

As peças foram previamente submetidas a trabalhos de conservação, tratamento e restauro. Neste momento, decorre a montagem dos andaimes junto ao conjunto monumental, uma operação necessária para permitir o acesso ao topo das torres e avançar com os trabalhos de reforço estrutural indispensáveis à reinstalação das coroas.

“A reposição das coroas nas colunas monumentais do Parque Eduardo VII representa a conclusão de um processo de recuperação de um dos conjuntos patrimoniais mais emblemáticos de Lisboa”, afirma Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa destaca ainda a importância da intervenção para a preservação do património da cidade: “Depois de um exigente trabalho de restauro, devolvemos à cidade um elemento essencial da sua identidade, preservando a memória, a qualidade do espaço público e o respeito pelo património que atravessa gerações”.

De acordo com o planeamento atualmente previsto, a recolocação das coroas de louros deverá acontecer até ao final de setembro, concluindo uma intervenção destinada a recuperar o original do conjunto e a devolver ao Parque Eduardo VII um dos seus elementos patrimoniais mais emblemáticos e marcantes.

Estreia moderna de La Vera Costanza no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 3 de outubro, a estreia moderna de La Vera Costanza, de Jerónimo Francisco de Lima (1743–1822), numa produção do Laboratório de Ópera Portuguesa (LOP) que devolve ao público mais uma obra do património lírico nacional. Mais de 230 anos depois, uma ópera portuguesa do século XVIII voltará a ouvir-se em palco.

Estreada originalmente em 1785, no Teatro de Salvaterra, durante a temporada de Carnaval da corte, La Vera Costanza regressa, agora, na versão em dois atos, apresentada em 1789 no Palácio da Ajuda, por ocasião das comemorações do aniversário do Príncipe D. João, futuro Rei D. João VI.

Com libreto atribuído em algumas fontes a Francesco Puttini, também, musicado por compositores como Joseph Haydn, a obra revela a atratividade que este enredo alcançou na Europa do século XVIII. A versão portuguesa de Jerónimo Francisco de Lima constitui, assim, um testemunho relevante do dinamismo e atualidade da criação operática nacional da época.

A recuperação de La Vera Costanza resulta de um trabalho de investigação do jovem investigador Diogo Gaio Chaves, realizado no âmbito do CESEM – Centro de Estudos em Música da NOVA FCSH, parceiro científico permanente do LOP, concretizando os propósitos de promoção da investigação científica, criação artística e valorização do património musical português.

Entre intrigas familiares, equívocos e situações cómicas, La Vera Costanza acompanha a história de Rosina, uma jovem peixeira que casa secretamente com o Conde Errico. Pouco tempo depois, é abandonada pelo marido e obrigada a enfrentar sozinha a maternidade. Determinada a impedir qualquer aproximação entre os dois, a Baronesa Irene, tia de Errico, procura casar Rosina com Villotto, um rico, mas ingénuo camponês. O destino volta a cruzar os caminhos de Rosina e Errico, conduzindo a um inesperado reencontro.

A produção conta com a edição da partitura moderna de João Paulo Santos, a direção musical de João Tiago Santos, encenação de Jorge Balça e direção de arte de Nuno Esteves “Blue”, com a Orquestra Melleo Harmonia e um elenco constituído por Sofia Marafona (Rosina), Susana Gaspar (Baronessa), Inês Constantino (Conte), Joana Seara (Lisetta), Leonel Pinheiro (Ernesto), Christian Luján (Masino) e José Corvelo (Vilotto).

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Porto/Post/Doc regressa em novembro e coloca-nos “No País dos Outros”



Entre 19 e 28 de novembro, o Porto volta a receber o Porto/Post/Doc: Film & Media Festival. Na sua 13.ª edição, o festival apresenta "No País dos Outros", capítulo final da trilogia dedicada às deslocações humanas, às formas de pertença e às tensões entre território, identidade e memória. Através de cinco filmes de diferentes geografias e épocas, o programa propõe uma reflexão sobre a experiência de habitar um outro lugar, entre a promessa de pertença e a realidade de uma aceitação sempre incompleta.

De Vojtěch Jasný, "Todos Bons Compatriotas" acompanha a transformação de uma aldeia checoslovaca durante a coletivização comunista, à medida que a confiança entre vizinhos dá lugar à vigilância e ao medo. Em “Eu Sou Cuba”, Mikhail Kalatozov retrata a Cuba pré-revolucionária através de uma impressionante linguagem visual que retrata um país dividido entre desigualdade, violência política e emancipação. “Eu, Capitão”, de Matteo Garrone, acompanha a odisseia de dois jovens senegaleses rumo à Europa, num filme que devolve humanidade a um percurso tantas vezes reduzido a manchetes e estatísticas. Em “A Dupla Vida de Véronique”, Krzysztof Kieślowski constrói uma delicada reflexão sobre identidade, destino e acaso através da ligação invisível entre duas mulheres que nunca se conheceram. Um programa que se completa com “Se Fores Para o Chile”, de Sebastián González e Amílcar Infante, filme que percorre as tensões provocadas pelo êxodo venezuelano no norte do Chile, observando as transformações sociais e humanas de um território fronteiriço.

Ao longo de dez dias, o Porto/Post/Doc voltará a reunir competições internacionais, programas especiais, retrospectivas, cinema em língua portuguesa, sessões para escolas e jovens públicos, experiências imersivas e encontros com realizadores e convidados. O festival acolhe ainda os Porto Industry Days, espaço dedicado ao encontro entre profissionais, com um programa dedicado à formação, ao desenvolvimento de projetos, à coprodução e ao debate em torno do cinema e do audiovisual. Novos anúncios sobre a programação serão divulgados nos próximos meses. 

“Era Uma Vez o Fado” no Casino Estoril



Com um diversificado programa especialmente concebido para o mês de agosto, o Auditório do Casino Estoril recebe o espectáculo “Era Uma Vez o Fado” nos próximos dias 28 e 29, às 21h30, e no dia 30 às 16h00.

“Era Uma Vez o Fado” convida o público a percorrer a história do fado, desde o seu nascimento nos bairros históricos lisboetas no século XIX. Expressão máxima da alma e identidade nacional, o fado é reconhecido pela UNESCO, desde 2011, como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Será, na realidade, um curto ciclo de três espectáculos recheados de fados nas suas diversas expressões musicais, em busca das origens e da essência deste género tão português.



Em “Era Uma Vez o Fado” Valter Mira, Marta Alves e Henrique Feist partilham o palco com Manel Ferreira, na guitarra portuguesa, e Miguel Silva na viola de fado. 

As grandes fraturas do debate público europeu em discussão



O Goethe-Institut Portugal e o Gerador apresentam, no âmbito do projeto POST/ZEITGEIST, duas conversas em formato de entrevista participativa que convidam o público a participar na reflexão sobre dois temas prementes das democracias contemporâneas europeias: a liberdade de expressão, a 10 de setembro, com a escritora Eva Menasse e o antissemitismo na Alemanha, a 24 de novembro, com o historiador Meron Mendel. As sessões decorrem no Goethe-Institut, em Lisboa, em inglês e a entrada é livre mediante inscrição. 

A primeira conversa tem lugar a 10 de setembro, às 19h00, com a escritora austríaca multipremiada, residente em Berlim há mais de 25 anos, Eva Menasse. Sob o título Do que podemos falar? Eva Menasse sobre a liberdade de expressão hoje, a autora conversa com Tiago Sigorelho, presidente e diretor editorial do Gerador, sobre as transformações do espaço público, a crescente polarização do debate, os limites da liberdade de expressão e a importância de preservar uma cultura democrática capaz de acolher a divergência. A sessão parte das reflexões desenvolvidas no ensaio Tudo e Nada Dizer - O Estado do Debate na Modernidade Digital, em que Eva Menasse analisa os desafios colocados pela comunicação digital e pelas novas formas de censura social. 

A 24 de novembro, também às 19h00, o ciclo prossegue com Debatemos de forma diferente? Meron Mendel sobre o antissemitismo na Alemanha. Diretor da Anne Frank Bildungsstätte, em Frankfurt, investigador e uma das principais referências europeias nas áreas da educação para a democracia e do combate ao antissemitismo, Meron Mendel trabalha não só estes temas como também o diálogo entre religiões, que se reflete nomeadamente na coluna mensal "Muslimisch-jüdisches Abendbrot" (Ceia Judaico-Muçulmana) que publica com a sua esposa, Saba-Nur Cheema, no jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ). Meron Mendel propõe uma reflexão sobre a evolução deste fenómeno na sociedade alemã e sobre as dificuldades que o tema coloca ao debate público. A conversa aborda igualmente o papel da educação, da memória histórica e do diálogo na construção de sociedades mais informadas e resistentes ao extremismo. 

Integrado no projeto POST/ZEITGEIST, desenvolvido pelo Goethe-Institut Portugal em parceria com o Gerador e com o apoio da Associação de São Bartolomeu dos Alemães em Lisboa, este ciclo de conversas reúne pensadores, escritores, investigadores e especialistas internacionais para promover uma reflexão crítica sobre os grandes desafios europeus presente. 

Casino Estoril estreia o musical pop “O Feiticeiro de Oz”



O Auditório do Casino Estoril estreia, no dia 10 de outubro, pelas 15 horas, o musical pop “O Feiticeiro de Oz”. A Artfeist apresenta, numa versão contemporânea, um espectáculo de Valter Mira onde a magia acontece quando decidimos acreditar.

Quando uma misteriosa tempestade leva Dorothy para o deslumbrante mundo de Oz, começa uma aventura inesquecível cheia de magia, cor e música. Guiada pela bondosa Glinda e perseguida pela temível Bruxa Má do Oeste, Dorothy percebe que regressar a casa pode ser mais difícil do que imaginava.

Ao longo da brilhante Estrada Amarela, junta-se a um Espantalho que procura inteligência, a um Robô de Lata que deseja um coração e a um Leão que sonha encontrar coragem. Juntos, partem rumo à Cidade Esmeralda para encontrar o misterioso Feiticeiro de Oz, numa viagem onde surgem desafios, amizades improváveis e descobertas surpreendentes.

Inspirado no clássico intemporal, este musical pop reinventa a história que todos conhecem numa versão mágica e contemporânea, celebrando a amizade, a coragem e a importância de acreditarmos em nós próprios…  porque, no fim, não há nada como a nossa casa.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A intemporalidade de Jane Austen



Publicado postumamente no final de 1817, Persuasão é o romance mais coeso, mais íntimo e mais pessoal de Jane Austen. Uma obra-prima da plena maturidade literária da autora, Persuasão chega agora ao catálogo da Bertrand Editora.

Nesta edição, à semelhança de Orgulho e Preconceito, que a Bertrand Editora publicou em março, a capa reproduz uma obra de arte de John Singer Sargent. Para este livro foi escolhida a obra Nonchaloir, óleo sobre tela original de 1911. Além destes dois clássicos de Jane Austen, a Bertrand Editora publicou Um Quarto só para Si, de Virginia Woolf, e Morte em Veneza, de Thomas Mann.

Em Persuasão, Jane Austen retrata a história de dois corações que triunfam sobre o tempo e o preconceito. Aos dezanove anos, Anne Elliot deixouse persuadir a romper o noivado com o homem que amava, Frederick Wentworth, um jovem oficial da Marinha ambicioso, mas de parcos recursos. Volvidos oito anos, as dificuldades financeiras da nobre família Elliot tornam inevitável um reencontro inesperado do antigo casal. Wentworth é agora um capitão da Marinha britânica, homem rico e honrado por mérito próprio. Anne continua a amá-lo profundamente. Ele ainda a ressente, mas também o seu coração permaneceu fiel. Frente a um passado que nenhum dos dois conseguiu esquecer, poderá o amor verdadeiro conceder-lhes uma segunda oportunidade? É esta a questão que sobrevoa todo o romance, obra com um toque melancólico e que prova, de forma convincente, que nunca é tarde para sermos fiéis a nós próprios.

As obras de Jane Austen, uma das autoras mais amadas da história da literatura, são frequentemente adaptadas para o pequeno e grande ecrã. Persuasão foi adaptado pela Netflix, em 2022, num filme protagonizado por Dakota Johnson. A mesma plataforma de streaming estreia ainda este ano uma nova adaptação de Orgulho e Preconceito, em formato de série, com Emma Corrin e Jack Lowden nos papéis principais. Antes desta versão, o romance já tinha dado origem a uma série, protagonizada por Colin Firth e Jennifer Ehle, e a um célebre filme, com Keira Knightley e Matthew Macfadyen.

Persuasão, de Jane Austen, já chegou às livrarias nacionais, com uma nova e excelente tradução de Maria de Fátima Carmo. Na capa, Nonchaloir, de John Singer Sargent.

Sobre a Autora

Jane Austen nasceu a 16 de dezembro de 1775, em Steventon, no Hampshire inglês, e morreu a 18 de julho de 1817, em Winchester, no mesmo condado. Publicou quatro romances durante a sua vida: Sensibilidade e Bom Senso (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Nestas obras, tal como em Persuasão e A Abadia de Northanger (publicadas postumamente em 1817), retratou como ninguém a vida da classe média inglesa no final do século XVIII e início do século XIX. As suas obras definiram o romance de costumes da época e estabeleceram preceitos literários que perduram fulgurosamente até hoje, tornando-se clássicos absolutos que, mais de dois séculos após a sua morte, se renovam a cada leitura. 

Nelson Freitas estreia-se em concerto no Casino Estoril



Referência da música lusófona, Nelson Freitas apresenta-se, no próximo dia 11 de setembro, pelas 22 horas, no Casino Estoril. Acompanhado pela sua banda, o experiente cantor, compositor e produtor musical sobe ao palco do Salão Preto e Prata para conduzir o público pelos principais êxitos da sua carreira. 

O Casino Estoril acolhe um concerto inédito que irá proporcionar, certamente, uma noite especial com muitos momentos de cumplicidade entre o artista e todos os fãs de boa música e de actuações ao vivo de excelência.

Nelson Freitas ocupa um espaço próprio no panorama da música lusófona, sendo reconhecido pelos numerosos êxitos de um repertório que une registos de r&b, hip-hop, afro-pop, zouk e kizomba.

O artista promete um espectáculo repleto de energia, emoção e grandes sucessos, onde não faltarão momentos para cantar, dançar e celebrar no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Recuperar energia é hoje tão importante como produzi-la



Durante anos, a eficiência energética na indústria foi tratada como uma equação relativamente direta: reduzir consumos, otimizar equipamentos e, sempre que possível, substituir fontes energéticas por alternativas mais económicas ou sustentáveis. No entanto, há uma dimensão que esteve, durante demasiado tempo, subvalorizada. A energia que já foi produzida, mas não foi aproveitada. 

Falamos da energia térmica residual
Em muitos processos industriais, uma parte significativa da energia utilizada não se traduz diretamente em produção útil. Dissipa-se sob a forma de calor, em gases de escape, superfícies quentes ou fluxos intermédios, e acaba muitas vezes perdida para o ambiente. Este desperdício, muitas vezes invisível, representou durante décadas uma oportunidade ignorada. 

Hoje, esse cenário está a mudar
A crescente pressão sobre os custos energéticos, aliada às metas de descarbonização e à necessidade de maior competitividade industrial, tem vindo a colocar a recuperação de energia térmica no centro da estratégia de muitas empresas. Já não se trata apenas de consumir menos. Trata-se de aproveitar melhor aquilo que já se consome. 

A lógica é simples. Recuperar calor onde antes havia perda e reintegrá-lo no processo produtivo. Na prática, isto pode significar pré-aquecer fluidos, produzir vapor, alimentar outros equipamentos ou até gerar energia adicional. O impacto traduz-se em ganhos reais de eficiência, redução de custos operacionais e menor dependência energética. 

Mais do que uma solução tecnológica, a recuperação de energia térmica é uma mudança de abordagem 
Implica olhar para os sistemas industriais como um todo, identificar pontos de perda e redesenhar fluxos energéticos. É aqui que muitas vezes reside o verdadeiro desafio. Não está na tecnologia em si, mas na capacidade de integrar soluções de forma inteligente, adaptadas a cada realidade industrial. 

Por outro lado, importa sublinhar que este tipo de soluções não está reservado a grandes projetos ou investimentos disruptivos. Em muitos casos, intervenções faseadas e bem direcionadas permitem ganhos progressivos, com retornos claros e mensuráveis. A eficiência deixa de ser um conceito abstrato para passar a ser uma variável de gestão concreta. 

Num contexto em que a transição energética é cada vez mais uma exigência, ignorar a energia térmica residual deixou de ser uma opção. 

A indústria tem hoje ao seu alcance ferramentas e conhecimento para transformar perdas em valor. E essa transformação não é apenas técnica. É estratégica. 

Porque, no final, eficiência energética não é apenas gastar menos. 
É, cada vez mais, saber aproveitar melhor. 

Artigo de opinião de Miguel Marques 

Restaurante Estoril Mandarim lança novo menu inspirado na autenticidade da gastronomia chinesa



Referência da gastronomia chinesa em Portugal, o restaurante Estoril Mandarim, situado no edifício do Casino Estoril, acaba de lançar um novo menu que reflete a visão e a identidade do Chef Ku Yan Onn, inspiradas na preservação da autenticidade da cozinha cantonense da região de Guangdong.



O novo menu do Estoril Mandarim assenta nos melhores ingredientes que conferem a autenticidade das suas sugestões gastronómicas, conciliando os clássicos obrigatórios com uma série de pratos inéditos. Distingue-se, não apenas, ao nível do paladar, mas também na criatividade, apresentação e detalhe de cada prato.

Os tradicionais Dim Sum ou comida vaporizada, o Pato à Pequim e o Abalone-supremo com molho de ostra continuam a ser sugestões obrigatórias, mas apresentam algumas novidades. 

É de salientar que o menu Dim Sum completo é servido, exclusivamente, ao almoço, estando disponível, também, uma seleção de seis Dim Sum ao jantar. Por sua vez, o Pato à Pequim continua a ser uma experiência ímpar, agora servido com mais opções, ou seja, os clientes podem escolher um segundo momento (pato picado salteado em folhas de alface ou sopa de pato) e um terceiro momento (pato salteado com ananás e gengibre, ou pato salteado com molho de feijão preto e pimenta). 

Mas, entre as principais novidades, destacam-se, ainda, os pratos de abalone, assim como as preparações com trufa negra em várias secções da carta e os pratos típicos com receitas melhoradas. 

É de realçar, também, que os ícones de alergénios e restrições alimentares estão, agora, disponíveis em todo o novo menu (picante, porco, marisco, vegetariano, ovo, nozes, cogumelo, laticínios).

Com alguns produtos importados da origem, os pratos são confecionados segundo a milenar cozinha chinesa. Note-se que, é proveniente da China uma boa parte das matérias-primas como, por exemplo, as especiarias.



Nas confortáveis e amplas salas do Estoril Mandarim, predomina o bom gosto, inspirado na cultura tradicional chinesa. As suas linhas decorativas, distinguem-se pelos tons vermelhos e castanhos que combinam com os dourados e o preto. 

O Estoril Mandarim dispõe de 150 lugares na sala principal, onde a iluminação mais suave evidencia os seus tons decorativos. Com três salas privativas, respetivamente, com 8, 14 e 42 lugares, o Estoril Mandarim oferece um ambiente propício para receber diferentes eventos.  

Com uma ementa muito variada, o Estoril Mandarim é considerado um dos melhores restaurantes do país, distinguindo-se, também, por conciliar a qualidade do serviço com preços muito competitivos. 

O Estoril Mandarim alarga a oferta de lugares, abrindo a sua acolhedora esplanada durante todo o ano. Enquadrado com os jardins do Casino Estoril, em frente à fonte cibernética, este espaço ao ar livre é uma opção muito apreciada pelos seus clientes.

O restaurante Estoril Mandarim está aberto de quarta-feira a domingo, com serviço de almoços, das 12h00 às 15h00, e de jantares das 19h00 às 23h00. Encerra às segundas e às terças-feiras.

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Uma grande história de Pepe Carvalho



Depois de Assassinato no Comité Central, Os Mares do Sul e A Solidão do Manager a Quetzal continua a publicar os míticos policiais de Manuel Vázquez Montalbán lançando agora Os Pássaros de Banguecoque, o mais complexo romance da série Carvalho com tradução de Daniel Gonçalves.

Desta vez, Pepe Carvalho (o detetive catalão de origem galega, antigo militante comunista, ex-agente da CIA, ex-professor de Filosofia e excêntrico gastrónomo) viaja para Banguecoque a fim de saber o paradeiro de uma velha amiga. Três histórias unem-se para formar um surpreendente todo em que cada peça se encaixa na perfeição. As duas primeiras decorrem em Barcelona; a terceira, na Tailândia. Os Pássaros de Banguecoque descreve o modo como Carvalho liga os três crimes:  um roubo familiar, uma mulher assassinada com uma garrafa de champanhe e uma amiga desaparecida na Tailândia. O desejo de escapar da monotonia e da melancolia que ameaçam dominá-lo em Barcelona leva-o a uma das suas mais surpreendentes investigações, onde não faltam a ironia, o cinismo e o talento. Ou, talvez, descobrir o nome dos pássaros de Banguecoque.

Sobre o Autor

Manuel Vázquez Montalbán (1939-2003) nasceu em Barcelona, estudou Filosofia e é uma das figuras mais importantes das letras de Espanha. Escreveu romances, literatura policial, poesia, ensaio, crónica, sobre gastronomia – e foi jornalista. Obteve numerosos prémios literários e muitos dos seus livros estão adaptados ao cinema e à televisão. Entre os seus romances estão títulos como Os Mares do Sul, O Prémio, Autobiografia do General Franco, Assassinato no Comité Central, As Termas ou Os Pássaros de Banguecoque. 

16ª edição do Rock ‘n’ Law realiza-se a 1 de outubro



A 16.ª edição do Rock ‘n’ Law já tem nova data: o evento solidário realiza-se no dia 1 de outubro, às 18h00, no Lust in Rio, em Lisboa, depois de ter sido adiado em junho devido às condições meteorológicas previstas para a data inicialmente anunciada.

A iniciativa regressa num novo formato sunset, reunindo 11 bandas constituídas por advogados e ainda um DJ, num encontro que junta sociedades de advogados, empresas e sociedade civil em torno da música e de uma causa comum.

Mantém-se inalterado o compromisso solidário desta edição: angariar o maior donativo possível para apoiar a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria, através do projeto “Recuperar a nossa casa (Quartel)”, na sequência dos danos sofridos nas suas instalações e viaturas durante a tempestade Kristin.

“É com enorme entusiasmo que confirmamos a nova data do Rock ‘n’ Law. No dia 1 de outubro, queremos voltar a reunir toda a comunidade em torno da música e, sobretudo, da solidariedade. O nosso compromisso com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria mantém-se inalterado e contamos com todos para tornar esta edição memorável”, afirma João Louro e Costa, advogado responsável pela organização do Rock ‘n’ Law.

Sobre a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1948, contando atualmente com mais de 75 anos de atividade. Presta serviços de socorro e assistência em situações de emergência, incluindo incêndios, acidentes e catástrofes naturais, no âmbito da Saúde e Proteção Civil, desenvolvendo também ações de prevenção e sensibilização da comunidade. Dispõe de 29 colaboradores remunerados e 65 voluntários e, no decorrer da tempestade Kristin sofreu danos nas instalações e viaturas, condicionando a capacidade operacional.

Sobre o Rock ‘n’ Law
O Rock ‘n’ Law é uma iniciativa solidária que, ao longo das últimas 15 edições, já angariou mais de 986 mil euros e apoiou 23 projetos de solidariedade social, através de um evento anual de música e solidariedade promovido por sociedades de advogados e que move a sociedade civil e as empresas.

Quatro irmãs perdidas e uma épica viagem de regresso a casa



Quatro pedras, quatro anéis, quatro irmãs espalhadas pelo mundo. As Quatro Irmãs, de Eleanor Buchanan, é uma apaixonante história de família, mistério e amor eterno, que combina segredos, a influência mística do passado no presente e um amor maior do que tudo. Bestseller internacional que está traduzido para mais de 20 idiomas.

A narrativa parte da lenda das quatro pedras de Skara, que se erguiam outrora num promontório escocês. Segundo a tradição, foram ali colocadas por um pai enlutado, com o intuito de guiar as filhas raptadas até casa. A mesma maldição recairia sobre quem quer que as deitasse ao chão: também a sua família se dispersaria ao sabor dos ventos, nunca mais encontrando o caminho de casa. É o que acontece à família Blackmore, quando, em 1931, o patriarca ordena que as imponentes pedras sejam tombadas. A partir desse momento, ver-se-á a braços com a fortuna perdida, a morte da mulher e a separação das filhas. As filhas vão agarrar-se, cada uma, a um anel que herdaram da mãe, com a esperança de um dia se reencontrarem. Iris, a mais velha, será a primeira a partir.

A história de As Quatro Irmãs alterna entre o passado, em que é contada a viagem de Iris, e o presente, quando o leitor conhece Roz Chatton, que se muda da Austrália para Londres, levando consigo um anel da mãe. Entre os tesouros antigos de uma pequena loja, Roz depara-se com um quadro que retrata quatro pedras erguidas. Determinada a descobrir mais sobre a origem da tela, viaja para Skara, onde se revelará não só a história de um grande amor, mas também o trágico segredo de quatro irmãs, que mudará a sua própria vida para sempre.

Mais do que uma saga, As Quatro Irmãs é um romance sobre resiliência feminina, pertença, amor, família, perda e coragem para enfrentar as adversidades. No livro com que se estreia em Portugal, Eleanor Buchanan transporta o leitor da agreste costa escocesa às exuberantes plantações de chá do Ceilão (atual Sri Lanka) e ao interior árido da Austrália.

As Quatro Irmãs, de Eleanor Buchanan, já está nas livrarias nacionais com tradução de Fernanda Oliveira.

Sobre a Autora

Eleanor Buchanan é uma autora britânica que, após muitos anos a viajar pelo mundo, acumulando experiências em diferentes países, se dedicou a uma nova saga de histórias arrebatadoras que combinam a sua paixão por viagens, a sua convicção no poder das histórias de amor transformadoras e o seu fascínio duradouro pela relação entre o passado e o presente. Atualmente a viver em York, continua à procura de novos e vastos horizontes sempre que pode.

Sérgio Godinho a norte com os amigos festivaleiros



Mesmo no final do mês, a 31 de Agosto, Sérgio Godinho celebrará o seu 81º aniversário, com mais de cinco décadas de actividade criativa. Mas desenganem-se, as celebrações acontecerão um pouco antes, hoje, dia 14, altura em que se junta aos seus Assessores e a alguns amigos para um espectáculo exclusivo no Vodafone Paredes de Coura, naquela que será sua estreia no evento nortenho.

Os milhares que comporão a audiência do anfiteatro natural junto ao rio terão a oportunidade de assistir a algo que, adivinhamos, juntará emoção e história à experiência já de si única, de escutar e ver Sérgio Godinho. Adjectivar as suas canções seria um esforço inglório já que a sua grande maioria habita o nosso subconsciente colectivo, já escutá-las quando em palco se reunem alguns dos talentos mais destacados da música produzida em Portugal, será algo que antecipamos de memorável.

Com Sérgio & Os Assessores, as presenças anunciadas de Ana Lua Caiano, A Garota Não, Manuela Azevedo, Milhanas e de Samuel Úria antecipam grande intensidade interpretativa de algumas das canções que fazem da carreira de Sérgio Godinho algo de absolutamente sui generis e de referência para as gerações que a sua música teima em atravessar.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

«O Dom das Mulheres»: uma poderosa celebração da irmandade feminina



O Dom das Mulheres, romance de estreia de Antonella Mollicone que é uma poderosa celebração da irmandade feminina e da liberdade das mulheres, chega hoje às livrarias portuguesas. A ligação entre a autora e a história que conta é profunda: Mollicone nasceu e ainda vive na aldeia que inspirou esta saga familiar, o que lhe confere uma autenticidade única.

O Dom das Mulheres tem uma narrativa baseada em factos reais e alvo de mais de dez anos de pesquisa por parte da autora. «Comecei a escrever este romance aos onze anos. Num caderno quadriculado apontei os primeiros fragmentos da história da minha família e da minha terra», revela Antonella Mollicone.

De todos os cadernos e de toda a pesquisa nasceu este romance, que percorre, com emoção e verdade, meio século de história: do fascismo à Segunda Guerra Mundial, da guerra ao renascer de um país e de cada mulher que nele resistiu. Um elemento central na narrativa é a Roda, um grupo de mulheres que se reúne para partilhar dificuldades, saberes e conselhos, sem medo de julgamentos ou da rejeição. Ricas ou pobres, jovens ou mais velhas, todas as mulheres encontram refúgio e força na Roda, unidas por uma solidariedade passada de mão em mão entre gerações. É nesta Roda, local onde o mundo dos homens se cala, que nasce, de facto, a verdade das mulheres, a sua liberdade. A sua voz.

A Roda torna-se, assim, o símbolo da resistência das mulheres, que encontram na união a força para escolher o próprio destino, muitas vezes desafiando as limitações impostas por uma sociedade dominada pelos homens. É lá que se refugiarão Camilla, a mais nova dos Maletazzi, senhores do palácio mais belo da aldeia, e, depois dela, a sua filha Viola, criada entre as ruínas da guerra e a promessa de um novo começo, uma mulher que quer estudar, quer escolher, quer ser livre. Esta é também a sua história.

O Dom das Mulheres, de Antonella Mollicone, chega hoje às livrarias. A tradução diretamente da língua italiana é de Marta Pinho. 

Sobre a Autora

Antonella Mollicone vive em Rocca d’Arce, uma vila na região italiana de Lazio. Após a licenciatura em Letras Clássicas, o mestrado e a especialização em Arqueologia, começou a lecionar. Posteriormente, tornou-se investigadora literária para os municípios da sua região e diretora artística do Labirinto dei Musei. Trabalhou em O Dom das Mulheres, já um bestseller em Itália, durante mais de dez anos, recolhendo para a sua escrita testemunhos no terreno e recorrendo à memória popular e histórica do sul de Lazio. 

Corrida dos Bichos na Prime Video



A Prime Video estreiou o novo filme original brasileiro, Corrida dos Bichos, que conta com Rodrigo Santoro, Anitta, Bruno Gagliasso, Grazi Massafera e Seu Jorge.

Ambientado num Rio de Janeiro de um futuro próximo, o filme transforma uma das cidades mais emblemáticas do mundo numa sociedade brutal, marcada por profundas desigualdades sociais. Após uma catástrofe ambiental, a subida do nível do mar devastou grande parte da cidade antes de as águas recuarem, deixando antigos bairros de classe média convertidos em territórios ocupados e permitindo que a Mata Atlântica recuperasse vastas áreas da paisagem urbana.

Nesta nova realidade, uma das principais formas de entretenimento é a Corrida dos Bichos, uma competição mortal em que membros da elite, conhecidos como Jogadores, controlam remotamente concorrentes empobrecidos, os Bichos, que arriscam a vida por um prémio capaz de mudar para sempre o seu destino.

Mano (Matheus Abreu) lidera o Perímetro da Morte, um grupo rebelde formado por quem resiste ao sistema brutal responsável pela corrida. O seu grupo intercepta os corredores antes de serem capturados, destrói os percursos da corrida e ajuda as pessoas a fugir de uma sociedade que transformou a violência em entretenimento. Tudo muda quando Mano descobre que a sua irmã, Dalva (Thainá Duarte), foi usada como garantia pelo próprio namorado numa aposta ligada à Corrida dos Bichos. Para salvá-la, Mano depara-se com uma escolha impossível: entrar no próprio sistema contra o qual lutou toda a sua vida e competir no jogo que sempre tentou destruir.



Corrida dos Bichos é protagonizado por Matheus Abreu (Hoje Eu Quero Voltar Sozinho), Rodrigo Santoro (300, Love Actually), Isis Valverde (Maria e o Cangaço, Avenida Brasil, Anitta, Bruno Gagliasso  (Marighella, Paraíso Tropical), Grazi Massafera (Verdades Secretas, A Lei do Amor), Seu Jorge (Marighella, Life Aquatic), Thainá Duarte (New Bandits, 3%), João Guilherme (As Aventuras de Poliana, The Pianist), Silvero Pereira (Bacurau, A Força do Querer), Leandro Firmino (Cidade de Deus), Jade Sassará  (Ruas da Glória), Azzy (Vai na Fé)e Jéssica Córes (Biónicos) no elenco. O argumento é de Ernesto Solis (Perdido), Eva Klaver (Party in my Pants), Marco Abujamra (Júpiter) e Rodrigo Lages (Covil). O filme é produzido por Fernando Meirelles (Cidade de Deus), Andrea Barata Ribeiro (Cidade de Deus: A Luta Não Para), Cris Abi (Cidade de Deus: A Luta Não Para) e Vinicio Espinosa, da O2 Filmes.

Doce - O Concerto Tributo no Salão Preto e Prata do Casino Estoril



Em estreia nacional, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo sábado, 15 de agosto, às 22 horas, “Doce - O Concerto Tributo”. Mais do que um tributo, este concerto é uma celebração da música, da liberdade e da força de quatro mulheres que marcaram para sempre a cultura popular portuguesa.

No final da década de 70, as Doce surgiram para desafiar convenções e transformar a forma como a mulher se afirmava na música e na sociedade. Com uma identidade única, uma presença em palco arrebatadora e canções que rapidamente se tornaram parte da memória coletiva, deram voz a uma nova geração de mulheres: mais livres, mais ousadas, mais confiantes e donas do seu próprio caminho.

Doce – O Concerto Tributo, celebra esse legado num grande espectáculo, onde a memória se encontra com a força do presente. Quatro extraordinárias cantoras, acompanhadas por uma banda de músicos de excelência, revisitam os grandes êxitos das DOCE com rigor, energia e emoção, devolvendo ao palco a intensidade de um   repertório que continua a atravessar gerações.

Um espectáculo vibrante e emotivo. Uma homenagem à coragem, à irreverência e à força de quatro mulheres pioneiras que abriram caminhos e ajudaram a transformar mentalidades.

Estreias de cinema de 13 de Agosto de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Finnick: Criaturas Mágicas

As pessoas não sabem que estão rodeadas de criaturas coloridas, peludas, com capacidades mágicas e, mais importante ainda, invisíveis ao seu olhar. O objectivo desses guardiões domésticos é garantir que tudo funciona como deve ser, assegurando assim a harmonia nos lares que partilham com os humanos. 

Depois de despertar inadvertidamente a magia de um antigo cajado, o jovem Finnick – uma alma irrequieta e pouco dada a cumprir regras –, perde a capacidade de se tornar invisível. Agora, para restabelecer o equilíbrio entre o seu mundo e o dos humanos, ele vai ter de enfrentar as consequências dos seus actos. 
Uma comédia de animação sobre amizade, coragem e sentido de responsabilidade realizada por Denis Chernov, que assina o argumento em colaboração com Tatiana Belova e Sergey Dubinkin. 



Apenas Uma Noite

Numa América distópica onde tudo é controlado ao milímetro, as pessoas só podem manter relações sexuais dentro do casamento. Para que os prevaricadores sejam descobertos e castigados, homens e mulheres têm implantados no braço um dispositivo que monitoriza os seus níveis fisiológicos, algo que denuncia qualquer infracção. Para manter a situação sob controlo, as autoridades instituíram uma noite por ano em que essa lei deixa de vigorar, sendo permitido praticar o chamado "amor livre". 
É exactamente numa dessas noites em Nova Iorque que o destino de Allie e Owen se cruza. Ela está farta de relações malsucedidas; ele sente-se frustrado pois acabou de perceber que a namorada se quer envolver com outros homens. Mas a questão que se põe é: como encontrar o amor verdadeiro na noite menos romântica do ano? 

Apesar de terem a liberdade de fazerem o que quiserem, o que ambos procuram é algo mais profundo do que apenas sexo e, com o passar das horas, será um com o outro que vão aprender o verdadeiro significado de entrega e cumplicidade.

Uma comédia romântica realizada por Will Gluck (“Amigos Coloridos”, “Todos Menos Tu”), que também assina o argumento a partir de uma história original de Travis Braun. Nos principais papéis estão Monica Barbaro, Callum Turner e Maya Hawke.



Reflexo Num Diamante Morto

Instalado num luxuoso hotel da Riviera francesa, John D., um agente secreto reformado, leva uma existência tranquila e solitária. Até que o súbito desaparecimento da mulher que ocupava o quarto ao lado desperta nele a suspeita de que velhos inimigos regressaram para acertar contas com o passado.

Em competição na edição de 2025 do Festival de Cinema de Berlim, este “thriller” de acção tem assinatura do casal de realizadores e argumentistas Hélène Cattet e Bruno Forzani que, através dele, homenageiam os filmes de espionagem da década de 1960. Nos principais papéis surgem Fabio Testi, Yannick Renier, Koen De Bouw, Thi Mai Nguyen e a portuguesa Maria de Medeiros.