sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Última chamada Novos Talentos FNAC 2026



A FNAC lança a sua derradeira chamada aos criadores, sublinhando a distinção entre a inteligência artificial e o talento humano. O período de candidaturas para a 24.ª edição dos "Novos Talentos FNAC" está a acabar. Apenas até 26 de fevereiro será possível submeter projetos, num derradeiro esforço para competir pelos mais de 75 mil euros em prémios que celebram a irredutível criatividade humana.
 
Sob o forte lema “A revolução está AÍ. Vais deixar de criar por ti?”, a FNAC reforça a urgência de valorizar a emoção, o instinto e a imaginação. É a última janela para demonstrar que a verdadeira inteligência nasce e persiste nas mentes humanas.
 
As seis categorias – Escrita, Música, Fotografia, Cinema, Ilustração e Videojogos – aguardam as últimas submissões. Os vencedores de cada área verão o seu trabalho distinguido com o Prémio Monetário Repsol de 5.000€, além de distinções de parceiros. As menções honrosas garantirão 2.500€ e oportunidades cruciais de formação e exposição. Os projetos serão avaliados de 1 de março a 30 de abril, com os vencedores anunciados no FNAC LIVE 2026.

A revolução é humana, e a criação é uma herança a ser defendida. O prazo é inadiável. Submissão de candidaturas exclusivamente até 26 de fevereiro de 2026 em www.fnac.pt/novostalentos

5 motivos para ver João Gomes no Coala Festival Portugal



Do sertão pernambucano para um palco que celebra a língua portuguesa nos dias 30 e 31 de maio, João Gomes chega ao Coala Festival como um dos protagonistas da música contemporânea. Descubra cinco motivos para viver o espetáculo que assinala um novo capítulo na carreira do artista:

1. Da raiz nordestina ao fenómeno global
João Gomes é um dos maiores representantes da música brasileira contemporânea. Natural de Serrita, no sertão pernambucano, o artista levou o forró e o piseiro das raízes regionais para os grandes palcos, ligando tradição e modernidade com uma autenticidade rara.

2. Um artista que move multidões
Poucos artistas da sua geração conseguem traduzir de forma tão genuína o sentimento popular em experiências partilhadas. Em atuações históricas, como o concerto na Lapa, no Rio de Janeiro, João Gomes reuniu 2 milhões de pessoas, reafirmando a sua capacidade de transformar canções em vivências inesquecíveis. Em Cascais, a promessa mantém-se: emoção, público em uníssono e energia contagiante.

3. Forró contemporâneo que conecta gerações
Inspirado por ícones como Luiz Gonzaga e Dominguinhos, João atualiza o legado nordestino ao unir pop com linguagem contemporânea. Êxitos como “Meu Pedaço de Pecado”, “Se For Amor” e “Dengo” atravessam gerações e fronteiras e criam canções emotivas e profundamente brasileiras.

4. Reconhecimento de críticos e Grammy Latino
Para além do enorme sucesso junto do público, João Gomes conquistou o seu primeiro Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras, com o projeto Dominguinho, ao lado de Mestrinho e Jota.pê. Antes desta distinção, tinha sido nomeado em 2023 e 2024, consolidando assim a sua relevância artística no panorama internacional.

5. Um concerto que é uma celebração coletiva
Mais do que um concerto, a atuação de João Gomes é um encontro emocional com a plateia. No festival em Cascais, a sua apresentação simboliza a força da música popular brasileira e a conexão cultural entre Brasil e Portugal, prometendo um espetáculo intenso e memorável.

Integrada na curadoria do Festival, esta atuação reforça o diálogo entre música, cultura e identidade a partir da língua portuguesa. Além de João Gomes, o festival já anunciou nomes como os brasileiros Maria Bethânia e Lulu Santos, o português Slow J e o angolano Bonga. O Coala Festival acontece nos dias 30 e 31 de maio, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais e os bilhetes encontram-se disponíveis para venda na plataforma Fever.

Sobre o Coala Festival

Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência, no icónico Hipódromo Manuel Possolo.

XXX Festival de Música Moderna de Corroios



Desde o ano de 1996 que se realiza o Festival de Música Moderna de Corroios cujo objetivo é o estímulo, promoção e divulgação de novos projetos musicais a nível nacional. São 30 anos cheios de amor à música e a lutar pelo valor e sentido da música emergente.

Com o objectivo de não deixar a chama do Rock Rendez Vous apagar-se, desde o seu início, o evento tem vindo a ganhar crescente importância, sendo hoje classificado por muitos profissionais do meio musical e por quem nele têm participado, como um dos melhores e mais importantes festivais da nova música portuguesa, do seu género, que se realizam no nosso país.

Ao longo destes 30 anos pisaram o palco e ganharam nomes como os «Luazzuri»/1996; «Sirius»/1996 ; «Yellow W Van»/2000 ; «Factos Reais»/2001; «Ashfield»/2002; «Plasma»/2003; «The Poppers»/2004; «UMEED» e «Sugar»/ 2005; «New Connection»/2006; «The Cynicals»/2007; «The Profilers»/2008; «Fato Feto»/2009; «The Hypers»/2010; «Skills and the Bunny Crew»/2011; «Planeta Vaca»/ 2012; «Homem de Marte /2013»; «Vira Casaca» /2014 ; «Paradigma»/2015; «Them Flying Monkeys»/2016; «Rua Direita» /2017; «Naked Monks»/ 2018; «O Incrível Homem Bomba»/ 2019; «The Town «Bar»/ 2020/21, «GANA»/2022, «Mars County»/2023, «Divã»/2024 e «Beach Wreck»/2025 entre muitos outros como: «Easyway», «Triplet», «You Should Go Ahead», «Dapunksportif», «Skalibans» ou «Meu e Teu».

Este ano não será excepção e garante uma oferta de grande qualidade. Afinal, são os 30 anos!
O XXX Festival de Música Moderna – Corroios’2026, decorrerá nos dias 28 de fevereiro, 7, 14 e 21 de março e a final no dia 11 de abril de 2026, no Cineteatro do Ginásio Clube de Corroios.

O projeto mais pontuado terá direito a:
  • Atuação nas Festas da Vila de Corroios 2026, no Palco Carlos Paredes.
  • Atribuição de um prémio monetário/cachet de 1 000,00€ (mil euros)
  • Gravação profissional de som e vídeo, do espetáculo a realizar nas Festas da Vila de Corroios, que será disponibilizado para edição.
O segundo projeto mais pontuado terá direito ao prémio “Fernando Rodrigues” no valor de 500,00€ (quinhentos euros).

Será atribuído um terceiro prémio no montante de 300,00€ (trezentos euros), ao terceiro projeto mais pontuado.

"Poesia" é o primeiro avanço do próximo álbum de José Cid



“Poesia” é o novo single de José Cid, um tema assente num poema escrito em parceria com o seu o seu companheiro de canções, Tozé Brito. Uma canção que reafirma, de forma inequívoca, a vitalidade criativa de um dos maiores nomes da música portuguesa, provando que a idade não é limite quando o talento é intemporal.

Aos 84 anos, José Cid apresenta uma interpretação irrepreensível, sustentada por uma produção instrumental cuidada e por uma exigência vocal que continuam a distingui-lo como o artista mais premiado da música nacional. “Poesia” evidencia a sua capacidade única de cantar e escrever com profundidade, emoção e contemporaneidade.

Este single marca o arranque de um novo projeto discográfico, que será também editado em formato vinil, com edição prevista para o segundo trimestre deste ano, intitulado “Jovem aos 80!”. Um álbum que promete surpreender não só pelo conteúdo artístico, mas também pela inovação, integrando tecnologia de Inteligência Artificial como parte do seu processo criativo.

José Cid volta, assim, a desafiar expectativas e a reafirmar o seu lugar incontornável na história da música portuguesa. “Poesia” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

T-Rex no Sumol Summer Fest




T-Rex faz história ao tornar-se o primeiro cabeça de cartaz português de sempre no Sumol Summer Fest. A 4 de julho, T-Rex sobe ao Palco Sumol num espetáculo único, onde apresenta o novo álbum ao vivo. 

O concerto criado especialmente para o festival, marcando um novo momento na carreira de T-Rex e na história do Sumol Summer Fest, que celebra a sua 16.ª edição.

Depois de uma atuação memorável em 2022, T-Rex regressa à Costa da Caparica numa nova fase artística, com novos temas e uma produção reforçada que promete transformar a noite de 4 de julho num dos momentos mais intensos do verão de 2026.

Com uma presença magnética e uma ligação direta ao público, T-Rex é um dos nomes mais sólidos da música urbana nacional. O espetáculo preparado para o Sumol Summer Fest vai além do formato habitual, com novos temas e novas colaborações. 

O Festival Sumol Summer Fest acontece na Praia de São João da Caparica 

Sobre o Festival
O Sumol Summer Fest regressa à Praia de São João, na Costa da Caparica, nos dias 3 e 4 de julho de 2026, para celebrar a sua 16.ª edição. Ao lado da praia e com o Parque de Campismo do Inatel como cenário, o festival marca oficialmente o arranque do verão com dois dias de música, sol e cultura urbana.

«Travessias» de Djamila Ribeiro é um convite à reflexão sobre temas centrais da sociedade brasileira contemporânea



O livro «Travessias», de Djamila Ribeiro é uma coletânea de crónicas escritas entre 2019 e 2020 e um convite à reflexão sobre temas centrais da sociedade brasileira contemporânea: do racismo à condição da mulher negra, da igualdade de género à saúde e educação. “É um jeito de fazer meu pensamento atravessar os mares mais uma vez, sucedendo o sucesso de «Cartas para a Minha Avó», em 2024”, diz a autora.

Com uma escrita firme e documentada, a autora revisita acontecimentos marcantes desses anos, apoiando-se em leituras, dados e referências que conferem universalidade e força às suas observações. Um convite lúcido e necessário à reflexão sobre o Brasil — e sobre o mundo —, onde, apesar dos primeiros sinais de mudança, ainda há muito por fazer para alcançarmos um amanhã mais justo…

Sobre a Autora

Nascida em 1980, Djamila Taís Ribeiro dos Santos é graduada em Filosofia e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo. É coordenadora do projeto Espaço Feminismos Plurais, que compreende uma coleção de livros publicados sobre raça e género por pessoas negras, bem como um instituto de acolhimento amulheres em situação de vulnerabilidade social.

É autora de quatro livros editados no Brasil e, desde 2022, ocupa a cadeira n.º 28 da Academia Paulista de Letras, sucedendo à escritora Lygia Fagundes Telles. É colunista semanal do jornal Folha de S. Paulo e, em 2019, foi laureada com o prémio Príncipe Claus, concedido pelos Países Baixos. Foi também considerada pela BBC uma das cem mulheres mais influentes do mundo.

Em 2020, ganhou o prémio Jabuti, o mais importante do meio literário brasileiro, na categoria de Ciências Humanas. Em 2021, foi a primeira brasileira homenageada com um BET Award, atribuído pela comunidade negra norte-americana. Em 2023, recebeu o prémio Franco-Alemão de Direitos Humanos. É atualmente professora convidada do Massachusetts Institute of Technology.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O cérebro que herdámos não tem manual de instruções



O cérebro humano foi moldado num tempo em que o ritmo da vida permitia pausas. Hoje, funciona num ambiente que exige atenção constante e resposta imediata. O excesso de estímulos, a exigência permanente de produtividade e a presença constante nas redes sociais criam um estado de alerta que os mecanismos antigos não conseguem desligar. A tensão tornou-se rotina e muitas pessoas vivem num cansaço contínuo, mesmo quando não há perigo real.

O cérebro em evolução, de Paul Goldsmith, parte deste desfasamento para explicar porque a vida moderna parece tão difícil de gerir. A partir da neurociência, de investigação científica sólida e da sua experiência clínica, o autor explica por que motivos a pressão contemporânea provoca reações tão intensas e como esse conhecimento pode ser usado de forma construtiva.

Reconhecido internacionalmente pela sua lucidez, o neurocientista Goldsmith traz-nos um livro rigoroso, mas de leitura acessível, que se afasta de discursos moralistas para propor soluções reais. Através dele, mostra como a ciência pode iluminar comportamentos quotidianos primitivos e tirar partido deles, para devolver ao ser humano de hoje uma sensação de real controlo sobre a sua vida.

Publicado pela Ideias de Ler, o livro está disponível em todas as livrarias.

Sobre o Autor

Paul Goldsmith é neurocientista especializado em evolução e médico neurologista. Licenciou-se com distinção tripla em Ciências Naturais pela Universidade de Cambridge e obteve uma bolsa de estudos clínicos pela Universidade de Oxford. Prosseguiu a sua formação médica de pós-graduação em Oxford, Cambridge, e no Hospital Nacional de Neurologia de Londres, tendo posteriormente concluído um doutoramento em Neurociência do Desenvolvimento pela Universidade de Cambridge, o que despertou o seu interesse pela medicina evolutiva. É professor convidado no Imperial College London, no Instituto de Inovação em Saúde Global.

"Sirât": o filme sensação dos Óscares estreia em exclusivo na Filmin



A Filmin estreia em exclusivo, hoje, 19 de fevereiro, Sirât, de Oliver Laxe nomeado para Melhor Filme Internacional nos Óscares 2026. Sirât mistura géneros e pulsões, um filme vivido como uma rave: físico, hipnótico e imersivo.

Realizado pelo cineasta franco-espanhol Óliver Laxe, Sirât tem sido uma das obras cinematográficas mais comentadas da temporada, após conquistar o Prémio do Júri no Festival de Cannes 2025 e várias nomeações importantes, incluindo duas nomeações aos Óscares 2026: Melhor Filme Internacional e Melhor Som.

Realizado por Óliver Laxe, confirma o cineasta como uma das vozes mais singulares do cinema europeu contemporâneo. Depois de obras como Mimosas (2016) e O que arde (2019), Laxe volta a explorar territórios físicos e espirituais extremos, desta vez num registo mais visceral e sensorial.

A narrativa acompanha um pai e o seu filho que chegam a uma rave nas montanhas do sul de Marrocos. Procuram Mar — filha e irmã — desaparecida há meses numa dessas festas intermináveis e sem descanso. Rodeados por música eletrónica e por uma sensação de liberdade crua e desconhecida, mostram a sua fotografia vezes sem conta. A esperança começa a esvanecer-se, mas insistem e seguem um grupo de ravers a caminho de uma última festa no deserto. À medida que se aventuram cada vez mais adentro do deserto escaldante, a viagem obriga-os a confrontar os seus próprios limites.

Sirât tem sido descrito como uma obra que desafia convenções narrativas. O realizador privilegia o tempo, a contemplação e a intensidade emocional em detrimento de explicações fáceis. A nossa proposta com Sirât foi saltar para o abismo sem medir, sem calcular — é um gesto de coragem. Não sei se as pessoas vão gostar ou não, mas estou muito orgulhoso do que fizemos, refere o realizador Óliver Laxe.

Um dos elementos mais distintivos é a utilização intensa de música eletrónica e sound design imersivo. O contraste entre o silêncio árido do deserto e os graves pulsantes das raves cria uma experiência quase física para o espectador. O som não é mero acompanhamento, é motor narrativo e emocional.

Um filme que divide opiniões, mas que dificilmente deixa indiferente.

Sirât fica disponível em exclusivo, dia 19 de Fevereiro. 



Adeus, más energias!



Márcia Fernandes, mais conhecida como Márcia Sensitiva nas redes sociais, reúne, em livro, dicas para libertar as pessoas da negatividade.
 
Com mais de sete milhões de seguidores, Márcia Fernandes é um verdadeiro fenómeno no universo da espiritualidade, com uma abordagem prática, bem-humorada e simples. Em Xô, Encosto!, a clarividente e médium desmistifica alguns temas em que muitos dizem (ou fingem) não acreditar e apresenta dicas para uma vida mais harmoniosa.

Sabia que ter um vaso de espadas-de-são-jorge na entrada de casa protege conta as más energias? Ou que ter objetos dourados na secretária de trabalho pode granjear abundância e prosperidade? E que um banho de alecrim com canela pode atrair alegria e dinheiro? Da proteção do lar à atração do amor, passando pelo poder das plantas, a autora partilha centenas de conselhos que os leitores podem colocar em prática para cuidar da sua energia e alcançar aquilo que tanto desejam, nas mais diversas áreas da vida.

Márcia Fernandes estará no nosso país em março, altura em que apresentará o “Acorda pra vida, Portugal!”, no qual promete fazer “revelações astrológicas e aquelas broncas do bem que todo mundo adora”.

O livro já se encontra nas livrarias.

Sobre a Autora

Com mais de 40 anos de experiência, Márcia Fernandes, também conhecida como Márcia Sensitiva, é clarividente, numeróloga, médium, mestre de reiki e uma das vozes espirituais mais influentes do Brasil. Tornou-se presença habitual na televisão e na rádio brasileiras, contando com um dos maiores canais espirituais do YouTube em língua portuguesa, com mais de 2 milhões de subscritores. Palestrante reconhecida e autora de várias obras de sucesso, Márcia Fernandes é uma figura incontornável do universo espiritual contemporâneo, dedicando a sua vida a ajudar milhares de pessoas no caminho do autoconhecimento e da cura interior.

Canal Panda anuncia estrelas da festa de aniversário no Coliseu dos Recreios



Os famosos Panda e os Caricas, Doraemon, Super Vets, Avô Cantigas, Nina Toc Toc, Miss Cindy, DJ Riscas, os amigos do Panda, Sónia Araújo e Francisca Macedo, apresentadora do “Panda Ciência”, são as estrelas confirmadas no 30º aniversário do Canal Panda, um espetáculo conduzido por Francisco Garcia que promete reunir milhares de fãs no dia 22 de março, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Para Sónia Araújo, apresentadora de `Sónia e as Profissões´, “é uma enorme alegria fazer parte da comemoração dos 30 anos de um canal que marcou – e continua a marcar – a infância de tantas gerações. Crescer com este canal é celebrar décadas de conteúdos que acompanham, educam e divertem as crianças, por isso, participar neste espetáculo enquanto apresentadora de um projeto que integra esta história, é algo que me deixa muito feliz e orgulhosa”.

Esta será uma oportunidade para recordar, em família, os maiores êxitos e momentos mais marcantes do canal durante um espetáculo com muita música, dança, animação, expressões artísticas, personalidades icónicas e personagens que fizeram parte do percurso do canal infantil líder de audiências.



Segundo Jorge Ruano, diretor de marketing e comercial da DREAMIA, “estamos a viver um momento muito marcante porque completamos trinta anos a somar êxitos no mercado português. O canal Panda já faz parte do dia-a-dia das famílias, acompanhou várias gerações e este evento pretende convidá-las a festejar connosco, agradecendo a sua confiança. Criámos um espetáculo único, memorável, que irá reviver os momentos mais icónicos do canal, com as estrelas mais acarinhadas pelas crianças portuguesas e muitas surpresas”.

Nestas últimas três décadas, o sucesso do canal expandiu-se para além das audiências, uma vez que a marca Panda é já uma referência no sector infantil em Portugal, através de eventos como o Festival Panda – que, em 2025, assinalou a sua 18ª edição e reuniu mais de trinta mil visitantes -; o Musical “Panda e os Caricas”, o popular projeto infantil que continua a afirmar-se como o maior fenómeno da música para crianças em Portugal, mas também no universo do streaming com a chegada, em 2021, do PANDA PLUS, o primeiro serviço de streaming português totalmente dedicado ao público infantil.

Os bilhetes estão à venda na bilheteira online e nos locais habituais com preços a partir de 20 euros para uma entrada individual e garantia de desconto para pacotes familiares de três e quatro bilhetes.

Preços:
Bilhetes individuais: entre 20 € a 40 €
Desconto Familia 3: 1 € por bilhete
Desconto Familia 4: 1,5 € por bilhete

"Desta Vez" é o novo single dos Macacos do Chinês



Os Macacos do Chinês (MDC) continuam a afirmar o seu regresso com o lançamento de “Desta Vez”, novo single editado hoje que sucede a “´96”, tema que marcou o primeiro lançamento de originais da banda, após quase 15 anos de hiato, e que foi nomeado por vários meios como um dos melhores temas do ano 2025.

“Desta Vez” é uma ode à ambição, aos sonhos e à coragem desmedida. Um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação.

Os Macacos do Chinês têm estado em estúdio a trabalhar em novos originais, que irão dar origem a um EP com edição prevista para esta primavera, consolidando esta nova etapa criativa.

O ponto de partida para o reencontro dos Macacos do Chinês aconteceu em julho passado, com o concerto no Festival NOS Alive, considerado pelo Expresso/BLITZ como o melhor concerto nacional desta edição. Esse momento funcionou como um aquecimento para tudo o que o coletivo de hip hop ainda tem para revelar. Em novembro, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das bandas mais singulares da música nacional.

Este é apenas o início: os Macacos do Chinês prometem que 2026 trará muitas novidades, novos caminhos e mais música para continuar a empurrar o coletivo para a frente.



Formados em 2007, os Macacos do Chinês são Alx (Alexandre Talhinhas – guitarra e voz), Apache (André Pinheiro – percussão, programações, baixo, teclas e sopro), Pité (MC e letras) e Drupez (MC e letras) . 



A fusão sempre foi o eixo central da sua criação: a língua portuguesa e a guitarra, a influência do universo cultural do Reino Unido (grime, bass culture) e a fluidez do crioulo coexistem numa linguagem própria, que permanece atual e relevante. 

Apesar de uma carreira interrompida, os MDC deixaram marca com dois álbuns — “Ruídos Reais” e “Vida Louca” —, uma mixtape (“Mixtape do C#&-#”*) e temas emblemáticos como “Rolling na Reboleira”, “Plutão”, “Lázaro”, “Selva” e “Saudade”. 

Em novembro do ano passado, regressaram aos lançamentos de originais com “´96”, nomeado com uma das melhores músicas do ano por vários meios, como as rádios Antena3 e Oxigénio.

Estreias de cinema de 19 de Fevereiro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



EPiC: Elvis Presley in Concert

Baz Luhrmann (“Moulin Rouge”, “Austrália”, “O Grande Gatsby”) regressa com este documentário musical para mais um retrato de Elvis Presley (1935-1977). A partir de imagens de arquivo, combinadas com filmagens e áudios descobertos durante as pesquisas para o filme “Elvis”, realizado em 2022 e protagonizado por Austin Butler, o realizador procura que, desta vez, seja o próprio a dar a sua versão dos acontecimentos.

Com sequências inéditas de alguns dos concertos e digressões mais emblemáticas, combinadas com gravações do próprio Elvis, Luhrmann constrói uma experiência cinematográfica que é também um espectáculo musical.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Toronto (TIFF), em Setembro de 2025, o filme foi exibido em Graceland, a propriedade da família Presley em Memphis, Tennessee, a 8 de Janeiro de 2026, data em que se assinalou o 91.º aniversário do nascimento do cantor. 



Primeira Pessoa do Plural

Mateus e Irene estão quase de partida para umas férias num paraíso tropical, que decidiram fazer para celebrar mais um aniversário de casamento. Mas, na véspera da viagem, ambos começam a sentir febres, desmaios e alucinações, sintomas aparentemente resultantes das vacinas que tomaram. Esse mal-estar físico vai dar origem a um certo desalento, tornando estranho e imprevisível o que construíram durante os 20 anos de vida em comum.

Em competição no Festival de Cinema de Roterdão, um drama conjugal produzido por Luís Urbano e Sandro Aguilar (“A Zona”, “Mariphasa”), que assume também a realização e o argumento. O elenco conta com Albano Jerónimo, Isabel Abreu, Eduardo Aguilar, Carla Maciel, Cláudio da Silva e Cláudia Efe. 



Olhar o Sol

Quatro gerações de raparigas crescem ligadas à mesma casa, numa quinta isolada na região da Altmark, na Alemanha. Alma, Erika, Angelika e Lenka pertencem à mesma família e viveram ali em épocas distintas, entre a década de 1910 e a de 2020. Situado sempre nesse espaço, o filme segue uma estrutura não linear, deslocando-se entre quatro períodos das suas vidas. Através de memórias, rituais repetidos e traumas partilhados, as suas existências entrelaçam-se.
Estreado no Festival de Cinema de Cannes, onde recebeu o Prémio do Júri, “Olhar o Sol” foi nomeado nas categorias de melhor filme, realizador e argumento nos European Film Awards. A realização cabe a Mascha Schilinski, que assina o argumento em colaboração com Louise Peter. As interpretações são de Hanna Heckt, Lena Urzendowsky, Laeni Geiseler, Susanne Wuest, Luise Heyer e Lea Drinda. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Estoril Sol celebra Ano Novo Chinês com ofertas lúdicas e culturais



O Casino Estoril e o Casino Lisboa celebram, até 4 de março, o Ano Novo Chinês, regido pelo cavalo. Cumpre-se, assim, a tradição nos Casinos da Estoril Sol que comemoram o “Ano Novo Lunar 2026” com várias iniciativas lúdicas e culturais.  A entrada é gratuita.

É de salientar que, o Casino Estoril, na próxima sexta-feira, dia 20, e o Casino Lisboa, no sábado, dia 21, a partir das 15 horas, precisamente na abertura dos seus espaços ao público, inauguram oficialmente o programa comemorativo do Ano Novo Chinês. Irão decorrer várias tradições milenares de celebração do Ano Novo Chinês, designadamente, a “Cerimónia do Incenso”, o “Ritual do Leitão” e a “Dança do Leão”.

A ancestral “Dança do Leão” repleta de ritmo, cor e muita animação, decorrerá em três momentos ao longo de cada um dos dias. Os visitantes do Casino Estoril, no dia 20, e do Casino Lisboa, no dia 21, que circulem pelos diferentes espaços de lazer e áreas de jogo poderão acompanhar este icónico número de dança às 15h15, 20h30 e 23h30. 

Mas, antes, já desde ontem, terça-feira, 17 de fevereiro, o dia em que começou oficialmente o “Ano Novo Lunar”, o Casino Estoril inaugurou uma decoração apropriada para celebrar esta data especial. Destaca-se, desde logo, junto à porta rotativa da entrada principal, um colorido cavalo, simbolizando o signo que rege 2026, rodeado de lanternas e de outros adornos tipicamente chineses. Já na entrada da área de Jogo está em evidência um pessegueiro de dimensões reais, representativo de longevidade e de prosperidade. 



Por sua vez, também, desde terça-feira, dia 17, a Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe uma imponente instalação alusiva ao Ano Novo Chinês. Com vários pontos de interesse, são de realçar um cavalo, que promete conquistar a atenção do público, assim como um emblemático pórtico chinês e um pessegueiro de tamanho natural. Tudo isto rodeado de um ambiente adequado com cerca de 80 lanternas iluminadas e diversos adornos chineses distribuídos pelo espaço da Galeria de Arte. A não perder, até 4 de março.

A Estoril Sol disponibiliza, ainda, uma Campanha exclusiva para membros com adesão ao clube ou com adesão ao programa de fidelização que estará em vigor no Casino Estoril, no dia 20, e no Casino Lisboa, no dia 21. Será concedida uma participação por membro e mediante a acumulação mínima de 2 pontos será oferecido 1 envelope vermelho com créditos promocionais, no valor de €10.

Ameaça híbrida e conflitos preocupam empresas portuguesas



A segunda edição do Barómetro do Risco Geopolítico para Empresas, do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School, reforça a centralidade do tema nas decisões das empresas portuguesas. Entre os riscos mais elevados, a curto e médio/longo prazos, destacam-se os ciberataques de grande dimensão (numa lógica de ameaça híbrida), a crise financeira e a disrupção das cadeias de abastecimento – que sobe ao terceiro lugar, enquanto os conflitos comerciais entre EUA, China e UE descem para o quinto posto.

A competição geopolítica surge como um dos principais vetores de risco, manifestando-se sobretudo através de preocupações com ciberataques de grande dimensão a infraestruturas críticas ou empresas, num contexto de guerra híbrida com patrocínio estatal, que é avaliada como risco elevado por 63% dos inquiridos. Neste ponto, o estudo indica a possibilidade de cruzamento de riscos “ciber” (criminais e estritamente geopolíticos) para justificar o primeiro lugar (a 1 e 3 anos).

Mantém-se igualmente uma apreensão expressiva de que as consequências da crescente corrida geopolítica possam, através de instabilidade e eventual disrupção, conduzir a uma nova crise financeira, à semelhança da verificada em 2007, referência negativa marcante e ainda muito presente no imaginário económico das empresas. Este risco é apontado como elevado por 58% dos respondentes.

Para Jorge Rodrigues, co-coordenador do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School, esta perceção entra “num ‘terreno familiar’ de um risco cíclico, agrava pela identificação de que o risco geopolítico pode ainda desencadear ou agravar uma crise financeira ao gerar instabilidade, perda de confiança nos mercados e choques económicos que afetam investimentos, crédito e crescimento”.

Também o receio ligado aos conflitos intraeuropeus assume particular relevância nesta edição do Barómetro da Porto Business School. Quer na sua forma cinética, quer no contexto de ameaças híbridas – altamente relacionadas aos ataques no centro e leste da Europa –, este risco reforça a principal preocupação das organizações, tanto no curto prazo (63%) como no médio e longo prazo (53%).

Cadeias de abastecimento e efeito Trump
Nessa sequência, e em estreita ligação com a atuação da nova administração norte-americana, a eventual disrupção das cadeias de abastecimento entra no top três das maiores inquietações das empresas, sendo identificada como um risco elevado por 55% dos inquiridos.

Segundo Jorge Rodrigues, a “adaptação das empresas ao ‘Efeito Trump’ e ideia de que ‘Trump Always Chickens Out’ (TACO), o que nem sempre acontece, parecem explicar a colocação do risco dos conflitos comerciais apenas no quinto lugar – tanto a curto como a médio e longo prazo –, a par da mitigação do risco feita pelas negociações e estratégia da própria União Europeia”. “Resta saber se será mesmo assim futuramente, sobretudo no caso de riscos geopolíticos mais complexos, como, por exemplo, o programa nuclear do Irão ou a crise de Taiwan”, conclui.

De acordo com o Barómetro da PBS, e de forma algo surpreendente, a negação do acesso à tecnologia pode ser um risco subavaliado ao surgir apenas nos oitavo e sexto lugares (1 e 3 anos), já que, no atual contexto de forte competição geoeconómica, sobretudo sino-americana, mas com reflexos globais, é um risco sério – embora o grau de impacto dependa dos setores de atividade. Refira-se, ainda, a desinformação da Inteligência Artificial (IA), que surge apenas na nona posição (1 e 3 anos).

Entre as restantes preocupações do tecido empresarial nacional encontram-se as explosões nucleares ou BQ (biológicas e químicas), a radicalização e as migrações.

Exportadoras e importadoras mais expostas à disrupção logística
De salientar, ainda, que o Barómetro demonstra um agravamento da perceção de risco entre empresas importadoras e exportadoras relativamente à disrupção das cadeias de abastecimento, tendo esta sido identificada como risco elevado por 72% dos inquiridos. O top três fica completo com os ciberataques e a crise financeira. Em relação a 2025, os conflitos comerciais EUA/China/UE saíram do top três.

Contrariamente ao panorama geral das empresas, nas organizações com investimento direto no estrangeiro, o fator da disrupção das cadeias de abastecimento não integra os três principais riscos de gestão identificados a três anos.

“A instabilidade geopolítica traduz-se numa elevada incerteza no comércio internacional, sendo naturalmente sentida com maior intensidade pelas organizações com maior exposição aos mercados externos”, sublinha Jorge Rodrigues, co-coordenador do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School.

Por outro lado, as empresas da indústria transformadora identificam a disrupção das cadeias de abastecimento como a principal preocupação, seguindo-se os ciberataques e os conflitos na Europa. Em comparação com o ano passado, saem do pódio os riscos ligados à crise financeira e os conflitos comerciais EUA/China/UE. Refira-se, ainda, que no caso das empresas financeiras e de seguros, existe uma elevada perceção de risco relativamente às questões energéticas.



Parcerias estratégicas são a principal ferramenta de mitigação do risco
No que respeita às estratégias de resposta a este contexto, o Barómetro da PBS indica que as empresas continuam a privilegiar soluções assentes nas parcerias estratégicas (44%), tratados multilaterais (42%), na capacidade interna (I&D) (40%) e na melhoria da preparação geopolítica (37%).

Além disso, segundo Jorge Rodrigues, “o reforço do conhecimento geopolítico como estratégias de mitigação, através da investigação e desenvolvimento, revelam que o setor empresarial pretende aumentar as suas competências e meios endógenos e não ficar apenas à espera do Estado para mitigar riscos geopolíticos. O apoio estatal não é uma prioridade, embora se acredite, talvez um pouco em contraciclo face ao afastamento da multilateralidade no plano global, na necessidade de concretização de tratados internacionais estabilizadores”.

Paralelamente, a escola prepara a 8.ª edição do open executive program “Risco Geopolítico e Estratégia para Executivos”, desenvolvido com o Instituto da Defesa Nacional, que enquadra a geopolítica como fator estratégico com impacto direto na sustentabilidade, resiliência e competitividade. A formação arranca a 5 de março, com candidaturas abertas até 2 de março.


A segunda edição do Barómetro do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School inquiriu executivos de empresas baseadas em Portugal e com operação nacional e internacional, abrangendo uma análise setorial que inclui a indústria transformadora, empresas exportadoras e importadoras. Após tratamento, foram considerados 330 inquéritos válidos. O inquérito foi realizado entre 8 e 20 de dezembro de 2025, permitindo uma visão abrangente sobre a perceção do risco geopolítico e as estratégias de mitigação adotadas pelas empresas em Portugal. 

No seguimento da apresentação da segunda edição do Barómetro do Risco Geopolítico para Empresas, gostaríamos de dar conta que Jorge Rodrigues, co-coordenador do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School, está disponível para entrevistas sobre o tema.

Está patente a exposição Ad aeternum na Galeria de Arte do Casino Estoril



Está patente, desde a passada quinta-feira, a exposição Ad aeternum na Galeria de Arte do Casino Estoril. Trata-se de uma colectiva de Pintura e Escultura que reúne 28 obras da autoria de 8 artistas plásticos. Com entrada gratuita, a não perder, até 23 de março. 



“Participam nesta mostra 8 artistas, com oito linguagens diferentes, desde o gestualismo ao abstracto, do surrealismo ao figurativo, da paisagem gestualista de Diogo Navarro ao paisagismo urbano de Maramgoní, do azul inconfundível das aguarelas de Paulo Ossião, às desconstruções de Rui Carruço, da pureza do mármore branco imaculado de Filipe Curado ao esculpir rude e único de Abílio Febra e dos arbustos em madeira e metal de Carlos Ramos às esculturas em talha única de Ricardo Gigante”, explica Pedro Lima de Carvalho, Director da Galeria de Arte. 



Estarão patentes obras nas modalidades de pintura e escultura:
Pintura – Diogo Navarro, Paulo Ossião, Maramgoní e Rui Carruço.
Escultura – Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado e Ricardo Gigante.




Museu do Oriente estreia oficina de aguarela



As armaduras samurai deixam as vitrinas e passam para o papel. Pela primeira vez, o Museu do Oriente promove uma oficina que convida a observar de perto estas peças históricas e a representá-las através da aguarela, numa experiência que cruza desenho, pintura e arte.

No sábado, 21 de Fevereiro, o ilustrador Pedro Salvador Mendes, conduz a oficina Armaduras Samurai – oficina de aguarela, que começa nas exposições do Museu e se prolonga na sala de trabalho. Depois de uma visita às armaduras samurai, os participantes escolhem um ou dois modelos como ponto de partida para o desenho, que pode ser feito a partir da observação directa das peças ou através de registos fotográficos, a desenvolver em aguarela.



Mais do que uma aula de pintura, esta oficina oferece um olhar privilegiado sobre a forma, o detalhe e a presença destas armaduras, pensadas originalmente para o campo de batalha e hoje apreciadas como objectos de grande sofisticação estética. O trabalho decorre num ritmo calmo, que valoriza a relação entre o olhar, a matéria e o gesto criativo.

Pensada para quem procura experiências criativas fora do comum, esta é uma proposta singular na programação do Museu do Oriente, onde a arte japonesa inspira novas formas de olhar, observar e desenhar.

Oficina | Armaduras Samurai - oficina de aguarela
com Pedro Salvador Mendes
Sábado | 21 Fevereiro
Horário: 10H00 às 13H00
Público-alvo: M/ 16 anos [idade indicativa]
Participantes: Mín. 6; Máx. 12
Preço: €40 [inclui materiais]

Tédio? Nunca mais!



Entre rotinas exigentes e o constante apelo dos ecrãs, entreter crianças de forma criativa pode tornar-se um verdadeiro desafio para as famílias. É precisamente para responder a esse cenário que chega às livrarias Que Seca!, um livro que reúne 101 atividades pensadas para estimular a curiosidade e a imaginação dos mais novos.

Com propostas para diferentes idades – dos 1 aos 12 anos –, este livro reúne sugestões simples de realizar em casa ou perto de casa, gratuitas ou de muito baixo custo. As atividades estão organizadas de forma clara e intuitiva, agrupadas pelo local ideal para se realizarem, e com indicação da faixa etária apropriada e do nível de exigência para o adulto e para a criança, o que facilita a escolha da atividade certa em qualquer situação.

Mais do que um livro de ideias, Que Seca! pretende estimular a criatividade, a imaginação e o espírito de descoberta das crianças, enquanto promove momentos de ligação e partilha em família. Este é um aliado essencial não só para para pais, mães, avós e tios, mas também educadores, babysitters e irmãos mais velhos que procuram alternativas práticas para ocupar o tempo de forma enriquecedora e longe dos ecrãs.

Que Seca! estará disponível nas livrarias a partir de 19 de fevereiro.

Concertos gratuitos de Sara Madeira no Arena Lounge do Casino Lisboa



Sara Madeira protagoniza, de 19 a 21 de fevereiro, às 22h20, um ciclo de três concertos no Arena Lounge do Casino Lisboa. Serão actuações intimistas onde técnica, emoção e cumplicidade da cantora Sara Madeira e do pianista António Andrade Santos se encontram em palco. A noite prolonga-se, às 23h30, na sexta-feira, 20, com DJ Bruno Safara; e no sábado, 21, com DJ Hélder Russo, que escolhem os sets ideais até de madrugada. A entrada é gratuita. 

Sara Madeira nos dias 19, 20 e 21
A cantora Sara Madeira e o pianista António Andrade Santos juntam-se num projeto que celebra o encontro entre a voz e o piano, num diálogo entre a canção e a música contemporânea. 

Sara Madeira, natural de Santarém, destacou-se como vocalista da banda Secret Lie e tem construído uma sólida carreira no teatro musical, cinema e televisão. Está a preparar o seu primeiro projecto a solo. Por sua vez, António Andrade Santos, formado em Direção Coral e Formação Musical pela Escola Superior de Música de Lisboa, é compositor, orquestrador e pianista, com vasta experiência no teatro musical e colaborações com artistas como Buba Espinho, Carolina de Deus e Milhanas.



DJ Bruno Safara no dia 20
"Refugiado na música desde 2002, Bruno Safara começou a partilhar a sua paixão pela música por acaso. O seu trajeto musical tem sofrido muitas influências musicais, fruto da sua procura incessante de novas correntes musicais assim como a redescoberta de temas mais antigos, tendo passado como dj residente por alguns bares emblemáticos da noite lisboeta como o Estado Líquido em Santos e Frágil no Bairro Alto. Nos seus sets poderá ouvir-se as influências rock, funk, disco, house e tecnho, procurando sempre fazer pontes musicais entre o passado e o presente, sempre com os olhos postos no futuro."



DJ Hélder Russo no dia 21
Hélder Russo é natural de Lisboa e tem-se afirmado na cena clubbing pela sua imensa paixão pelo soul, jazz, funk, disco e pelas sonoridades por eles influenciadas, como o house e o techno de Detroit. O seu trabalho como produtor é reflexo disso: um leque de influências distintas, mas sempre com a música negra, nas suas mais variadas vertentes, como denominador comum. Desde o jazz, passando pelo soul, funk, pelo electro e new wave dos anos 80.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Pode um nome mudar o destino de uma vida?



Os Nomes é a aclamada estreia literária de Florence Knapp, um romance que explora três versões possíveis de uma mesma existência. Uma narrativa sobre identidade, destino e as infinitas ramificações das escolhas humanas.

A história começa no inverno de 1987. Na sequência de uma tempestade devastadora, Cora vê-se confrontada com uma decisão aparentemente simples: escolher o nome do seu filho recém-nascido. Optar por Gordon, em homenagem à tradição familiar, ou por um nome diferente, como Bear ou Julian, irá desencadear percursos distintos não só na vida da criança, mas também na da sua família, com consequências profundas e inesperadas.

Estruturado em três partes, o romance materializa a ideia de que cada escolha abre um novo universo. O leitor acompanha, assim, três versões daquele bebé — da infância à idade adulta — percebendo como identidade e destino podem ser moldados por decisões mínimas.

Amplamente elogiado pela crítica, Os Nomes destaca-se pela sua estrutura imaginativa, pela profundidade emocional e pela forma sensível como aborda a complexidade das relações familiares.

Conceptualmente ambicioso e, ao mesmo tempo, profundamente humano, o romance de estreia de Florence Knapp é uma leitura envolvente e terna sobre as múltiplas vidas que podem nascer de um único gesto.

Os Nomes já se encontra em pré-venda e chega às livrarias a 19 de fevereiro.

Sobre a Autora

Florence Knapp mora nos arredores de Londres com o marido, o cão e, às vezes, um (ou dois) dos filhos já adultos. Algumas das suas coisas favoritas são: palavras, cabines de fotos, azulejos antigos, chuva, longas chamadas telefónicas, roupas com bolsos, capas de livros, covinhas, casas iluminadas à noite, a palavra “edredão”, cadernos, caleidoscópios, sopa caseira, Itália, tirar fotografias, conversar sobre livros, húmus, barre, plantas de interior, um edredão grosso com mantas de lã empilhadas por cima, costura à mão, fazer listas.

Deixar comida no prato num encontro é “red flag” para 74% dos portugueses



Se há algo que realmente une os portugueses, é a comida. Das conversas à partilha de experiências, a Too Good To Go, a maior app do mundo no combate ao desperdício alimentar, revela como a comida se tornou uma verdadeira linguagem do amor em Portugal. Os dados mostram o que é valorizado nos encontros, quais as refeições mais escolhidas e quais os hábitos mais comuns no país quando se trata de romance à mesa.

Para os portugueses, os gestos simples falam mais alto do que pratos sofisticados: 64% acredita que partilhar comida é a verdadeira linguagem do amor. Ao dividir uma refeição, não só se criam momentos de conversa e cumplicidade, especialmente úteis em primeiros encontros, onde nem sempre é fácil quebrar o gelo, como também se transmite cuidado e atenção. Não é por acaso que 5 em cada 10 sentem-se mais amados quando alguém se lembra da sua comida favorita, reforçando a importância de pequenos gestos que demonstram proximidade e cuidado. 

Também muitas vezes é difícil encontrar as palavras certas para o que sentimos, e é aqui que a comida se torna numa linguagem própria de carinho: cerca de 40% acredita que preparar, partilhar ou oferecer comida é uma forma de transmitir afeto. Esta dedicação é consistente em Portugal, onde mais de metade cozinha uma refeição especial todas as semanas, sendo os adultos entre 45 e 54 anos os mais assíduos, com mais de 60% a concretizar este ato de amor regularmente.

Essa ligação emocional à comida reflete-se também na forma como os relacionamentos começam e evoluem. Nos primeiros encontros, sete em cada dez portugueses escolhem um restaurante ou bar como local preferencial, mas à medida que a intimidade cresce, 32% preferem cozinhar juntos, transformando a cozinha num espaço de cumplicidade. Além disso, “conquistar pelo estômago” continua a ser relevante, mas hoje faz-se a quatro mãos. Entre os mais jovens (25–34 anos), quase 40% vão além de partilhar a refeição: querem também partilhar a experiência de a cozinhar.

Desperdiçar comida é uma “red flag”, mas levar sobras ainda gera desconforto
Se a comida é uma forma de demonstrar cuidado, aquilo que fazemos com ela também comunica. Gestos simples, tais como pedir para levar sobras ou deixar comida no prato, começam a ser avaliados num contexto de dating. 

"A comida é uma das mais significativas linguagens do amor, presente deste sempre em momentos românticos. Através dela cuidamos, demonstramos afeto, conquistamos o outro, mostramos presença e partilhamos momentos de intimidade e cumplicidade. Mas no amor, mais do que aquilo que dizemos, importa aquilo que os nossos gestos comunicam e as pessoas estão cada vez mais alerta para as red flags dos valores desencontrados com o seu par romântico. No que à comida diz respeito, quando escolhemos não desperdiçar e respeitar os recursos e aqueles que os produzem, estamos a mostrar algo sobre nós que pode ser uma grande green flag para o outro." afirma a Doutora Catarina Lucas, psicóloga clínica, psicoterapeuta individual e de casal e sexóloga.

Para 74% dos portugueses, deixar comida no prato após um encontro é uma “red flag”, no entanto, levar sobras para casa ainda causa algum constrangimento. Cerca de 3 em 10 ainda evitam levar as sobras para casa por receio da perceção da outra pessoa. Os adultos entre os 35 e os 65 anos são os que mais hesitam, revelando que a pressão social muitas vezes ainda pesa mais do que a consciência contra o desperdício alimentar. 

No entanto, entre os mais jovens, a sensibilidade é maior em relação a este tema. Evitar desperdício passa a ser encarado como uma “green flag”, um sinal positivo de responsabilidade, consciência e cuidado, tanto com a pessoa ao nosso lado como com o mundo à volta.

O que pedir num encontro? Os pratos que fazem sucesso 
Quando chega o momento de escolher o prato ideal para um encontro, os portugueses tendem a optar por opções que equilibram conforto, prazer e partilha. Os pratos de carne lideram as preferências (38%), seguidos de sushi (26%), sobremesas (17%), pizza (17%) e risotto (16%).

A pizza, por exemplo, mantém-se como uma escolha frequente para encontros descontraídos, seja para dividir à mesa, num piquenique ou para levar para casa. Cadeias conhecidas como a Pizza Hut ou a Telepizza estão disponíveis na app da Too Good To Go, permitindo que estes momentos aconteçam de forma mais espontânea e económica, sem grandes planos combinados.

Choremance: romance no quotidiano
Mais do que jantares formais ou encontros planeados, entre a Geração Z cresce a tendência do “choremance”: momentos românticos que acontecem enquanto se realizam tarefas do dia a dia, como passear o cão, ir às compras ou cozinhar juntos. Estes encontros privilegiam a autenticidade, a cumplicidade e o contacto natural, em vez da sofisticação ou formalidade.

No meio destas pequenas aventuras do quotidiano, os casais podem salvar uma Surprise Bag através da app da Too Good To Go e deixar que o momento decida. Pode ser uma Surprise Bag de um supermercado, como o Auchan, com ingredientes para improvisar um jantar e cozinhar em conjunto em casa; uma sandes rápida da Loja das Sopas, entre compromissos; ou alguns salgados e algo doce do Pans Cafe ou do Jeronymo para partilhar numa pausa inesperada. São escolhas simples que transformam tarefas banais em momentos de proximidade, tornando o dia a dia mais leve, mais cúmplice e sem desperdício ou grandes gastos.

Sobre a Too Good To Go

A Too Good To Go é uma empresa de impacto social com selo B Corp que liga os utilizadores a lojas parceiras para salvar alimentos não vendidos e impedir que sejam desperdiçados. 
Com mais de 100 milhões de utilizadores registados e 175.000 parceiros ativos em 19 países da Europa e da América do Norte, a aplicação de Too Good To Go é a app número 1 do mundo para salvar excedentes alimentares. Desde o seu lançamento em 2016, a Too Good To Go salvou mais de 400 milhões de refeições do desperdício, o equivalente a mais de  1 milhão de  toneladas de CO2e evitadas. 
A app chegou a Portugal em outubro de 2019 e já conta com uma comunidade de mais de 2 milhões de utilizadores e mais de 4000 estabelecimentos. Uma comunidade que junta já salvou mais de 5 milhões de Surprise Bags um pouco por todo o país, o equivalente à emissão de 13.500 toneladas de CO2e. 
De acordo com o Project Drawdown (2020), o combate ao desperdício alimentar é a principal solução para resolver a crise climática.

Alunos a aprender Português no estrangeiro refletem sobre os Direitos Humanos



O concurso «Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa», promovido pela Porto Editora, o Camões, I.P. e o PNL2027, tem candidaturas abertas até 20 de março .

Já está a decorrer o período de submissão de participações na 6.ª edição do concurso Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa, dirigido aos milhares de estudantes que frequentam cursos de Português na rede de Ensino Português no Estrangeiro, leitorados, universidades e Centros de Língua Portuguesa.

A iniciativa, promovida pela Porto Editora em articulação com o Camões, I.P. e o PNL2027, desafia os participantes a escrever um conto original em língua portuguesa, subordinado ao tema "Direitos Humanos: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades?".

O período de submissões termina a 20 de março, data a partir da qual os trabalhos serão avaliados pelo júri, composto por elementos das três entidades promotoras e pela escritora Maria Inês Almeida, madrinha desta edição.


Os vencedores serão anunciados a 5 de maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa, e publicados, juntamente com as menções honrosas, na página de Ensino Português no Estrangeiro da Porto Editora e no portal institucional do Camões, I.P..

Um Estar Aqui Cheio de Vera Mantero no CCB



Um Estar Aqui Cheio é uma peça de 2001 que foi apresentada apenas em três salas. Vinte e cinco anos após a estreia, é apresentada pela primeira vez em Lisboa, no Centro Cultural de Belém, com o elenco original.

Para a residência proposta em 2001 pelo Le Quartz e pela Capital Europeia da Cultura Porto 2001, Vera Mantero propôs-se pensar em conjunto (uma das sua atividades favoritas). Reuniu vários artistas durante um mês em Brest, com o objetivo de pensar com eles: os coreógrafos/performers Sabina Holzer, Litó Walkey, João Samões e Martin Nachbar, o escritor-performer António Poppe, o músico Boris Hauf e, no campo das artes visuais, Nadia Lauro e Helena Inverno. Durante quatro semanas, as questões giraram à volta de: como surge a energia? O que nos faz mover na vida, o que é que põe um ser humano em movimento? O que é que cria a curiosidade, o que é que a põe em movimento? Como atravessar uma vida que de facto aproveita a força de toda a sua potência?

Estes nove artistas quiseram habitar, e fazer habitar (pelo público), esses outros lugares da existência, menos palpáveis, menos lineares, menos funcionais, mas igualmente necessários. Ou mais necessários ainda, pois que não encontramos sentido para as nossas «funções» sem os habitarmos. Estas coisas inexplicáveis e indescritíveis através da nossa linguagem quotidiana, mas dizíveis por estas outras línguas que estão no nosso corpo, na nossa perceção, na existência de todos nós. Precisamos desta prática de «afinarmos» os nossos seres a estas outras línguas, de emitir e de entender o que nos atravessa através delas.

Num processo de um mês refletiram, falaram, improvisaram, observaram, trocaram e criaram ligações entre palavras, acções, movimentos, sons, espaços ou objectos. Um espetáculo criado por artistas de diferentes campos e que toma, sucessivamente ou simultaneamente, várias formas: o concerto, a conferência, a coreografia, a instalação… e onde o público encontrará assim também o seu lugar sob diferentes formas, seja em termos de espaço, de tempo ou de perceção.

Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)



A Casa das Letras edita hoje, 16 de janeiro, "Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)", da física norte-americana Sarah Alam Malik. Publicado, em simultâneo, com o lançamento mundial, esta é uma viagem, escrita de forma acessível, pelas descobertas que incentivaram e que continuamente revolucionaram a nossa perceção sobre o universo. Da perspetiva de uma existência sideral centrada na Terra de Aristóteles à revolução copernicana, até à união das partes terrestres e celestiais sob as leis da gravidade de Isaac Newton tudo é explicado de modo a ser entendido pelo grande público.  

Sempre olhámos para o céu e nos questionámos. Desde que os babilónios começaram a sondar os céus e a mapear os seus objetos celestes em tabuinhas de barro, que toda a pesquisa científica tem sido impulsionada pela vontade inata do ser humano de compreender o que existe no firmamento e qual a nossa posição nele.

Sarah Alam Malik propõe uma viagem pelas descobertas que incentivaram e que continuamente revolucionaram a nossa perceção sobre o universo. Porque, de facto, umas das experiências mais extraordinárias é podermos ficcionar tantos mundos além do nosso, desde a morte incandescente de sóis distantes até às complexidades desconcertantes do subatómico.

"Uma Breve História do Universo (E o Nosso Lugar Nele)" é simultaneamente uma história extraordinária sobre descobertas e uma surpreendente celebração da nossa curiosidade infinita.  

"Não deixa de ser uma maravilha da existência humana o facto de sermos capazes de compreender mundos tão distantes do nosso – da extinção ardente de sóis longínquos às complexidades desconcertantes do subatómico. Participar numa realidade misteriosa, muito maior do que nós, pode ser um dos grandes privilégios que a vida tem para oferecer. Foi isto que procurei expressar numa série de cartas aos meus filhos, cartas essas que resultaram no livro que agora têm em mãos – um apelo para nos compenetrarmos do magnífico prodígio do mundo, para apreendermos a natureza da realidade que habitamos e do universo que, por inteiro, produziu a nossa génese. Em breve, a natureza dissolverá a nossa essência como tem feito com todos aqueles que vieram antes de nós, reclamando os átomos do nosso corpo para criar inúmeras outras entidades. Contudo, saber que a totalidade do nosso ser é inextricável da totalidade do universo pode ser reconfortante. Fazemos parte deste cosmos e temos um lugar na sua história." explica a autora.

Sobre a Autora

Sarah Alam Malik é física de partículas e especialista internacional em matéria negra. O seu trabalho com o Grande Colisor de Hadrões do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), em Genébra, pô-la na linha da frente na exploração dos mistérios do universo e das tecnologias que nos permitem estudar as suas leis fundamentais. É licenciada em Física pela Universidade de Oxford, doutorada em Física de Partículas pela Universitiy College London, professora associada na Universidade de Rockefeller, nos Estados Unidos, e no Imperial College London, no Reino Unido, além de bolseira de investigação da Royal Society University. Este é o seu primeiro livro.