terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Poesia de Pessoa (e heterónimos) em inglês numa nova e muito especial edição em capa dura



Depois da edição em capa mole, I Am the Size of Whatever I See, seleção em língua inglesa da obra ortónima e heterónima de Fernando Pessoa, recebe uma nova edição especial. Em capa dura, com fitilho e com fotografias do poeta no interior, desde a infância até aos 40 anos, esta edição chega às livrarias a 5 de fevereiro.

A edição em capa mole, que chegou às livrarias em julho do ano passado e que tem um grafismo diferente, continua disponível. I Am the Size of Whatever I See reúne poemas de Fernando Pessoa e dos seus três principais heterónimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

A tradução dos poemas ortónimos e heterónimos ficou ao cuidado de Calvin Olsen, poeta norte -americano com obra publicada e tradutor premiado, que tem vindo a destacar-se no panorama da tradução contemporânea pela sua capacidade de recriar em inglês a complexidade e musicalidade de grandes autores da literatura portuguesa. Atualmente, é professor na Ohio State University, nos EUA.

I Am the Size of Whatever I See celebra Fernando Pessoa, um dos mais internacionais e internacionalmente reconhecidos autores da língua portuguesa. Esta nova edição, em capa dura, reforça a aposta da Bertrand Editora em levar a poesia de Pessoa a novos públicos e em promover a literatura portuguesa além-fronteiras.

A edição de I Am the Size of Whatever I See, de Fernando Pessoa, em capa dura chega às livrarias a 5 de fevereiro, com tradução de Calvin Olsen. A edição em capa mole mantém-se disponível.

Sobre o Autor

Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 e morreu nessa mesma cidade em 1935. Tal como a literatura e a vida eram uma e a mesma coisa para Pessoa, também Pessoa e Lisboa serão para sempre um só para o povo português. Como principal nome do Modernismo português e um dos autores fundamentais da literatura mundial do séculoXX, Pessoa ocupa, à semelhança do seu antecessor Luís de Camões, o lugar de expoente máximo da beleza, qualidade e importância da poesia portuguesa. Pessoa preferiu viver no anonimato, tendo publicado apenas um livro em vida: Mensagem, em 1934. No entanto, para além de escrever em nome próprio, criou vários heterónimos, através dos quais produziu inúmeras obras, que continuam a maravilhar milhões de leitores em todas as línguas.