quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Sobre a Heteronímia, de Fernando Pessoa

Sobre a Heteronímia apresenta uma seleção de textos de Fernando Pessoa que abordam mais diretamente questões de pluralidade autoral e existencial. O prefácio deste volume com edição de Fernando Cabral Martins e Richard Zenith tece considerações sobre a evolução, a natureza e a importância da heteronímia. Há, ainda, uma lista descritiva de heterónimos e autores fictícios que, sem ser exaustiva, comprova amplamente que o projeto de vida de Pessoa enquanto autor era, como dizia, «um drama em gente em vez de em atos».

O livro já se encontra em pré-venda e estará disponível nas livrarias a 27 de janeiro.


Sinopse Sobre a Heteronímia

Embora seja universalmente reconhecida como a marca identitária de Fernando Pessoa, a heteronímia continua a provocar discussão e discordância entre especialistas. Para alguns, o fenómeno está no cerne não apenas da escrita mas até da psicologia deste autor que era muitos autores; para outros, é um mero jogo literário, dispensável para a apreciação da sua obra. No entanto, a multiplicidade do ser e a instabilidade do mundo são nele temas constantes.

PVP: 9,90 €


Projeto promove literacia fílmica e diminuição de desigualdades sociais através do cinema


Educar e incluir através da promoção de uma linguagem artística em torno do Cinema é o objetivo do projeto de investigação INSERT, desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto. Durante 18 meses, entre 2022 e 2023, este projeto vai envolver também investigadores do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia, contando ainda com a Direção-Geral da Educação e o Plano Nacional de Cinema como parceiros.  

“O principal propósito do INSERT é o de diminuir as desigualdades sociais através da promoção da literacia fílmica,” explica Pedro Alves, coordenador do projeto, docente da Escola das Artes e investigador do CITAR. Como? Proporcionando e orientando professores e alunos para a utilização de um conjunto de recursos que contribuirão para a dinamização de projetos cinematográficos pedagógicos em contexto escolar, de caráter flexível, autónomo e inclusivo. 

A importância desta iniciativa para a comunidade educativa assenta na possibilidade de se diminuírem as desigualdades no acesso a diferentes oportunidades e estratégias de ensino ou aprendizagem. É um projeto integrado e fundamentado nas atuais estratégias nacionais e internacionais de literacia e pedagogia fílmicas, em que o que se procura é “fazer chegar a mais escolas, docentes e estudantes a oportunidade de contactar com o cinema,” refere Pedro Alves. O coordenador do projeto acrescenta ainda que “dentro de 18 meses esperamos ter testado e aprimorado devidamente uma metodologia de aprendizagem e experimentação cinematográficas que faça sentido disseminar de uma forma mais ampla e aberta”. 

Pedro Alves, que é também coordenador da licenciatura em Cinema da Escola das Artes, afirma ainda que “este projeto responde à necessidade contemporânea de flexibilidade e inclusão nas escolas, promovendo uma linguagem artística e uma estratégia de aprendizagem e ação que aproximará todos os intervenientes da comunidade escolar”. A metodologia do projeto será testada em cinco escolas do Norte do país para depois poder ser disseminada numa escala mais global, quer nacional quer internacional. “Em 2023, prevê-se que o INSERT possa ser uma ferramenta online de acesso aberto, cientificamente sólida e pedagogicamente rica, de forma a ser utilizada em diferentes contextos, por diferentes intervenientes, com diferentes objetivos e abordagens,” conclui Pedro Alves.  

Desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto, o projeto de investigação INSERT é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). 

O Método Easyway para Controlar o Álcool


Certamente que já ouviu falar do método Easyway, de Allen Carr, para deixar de fumar: é usado em mais de 40 países e já ajudou dezenas de milhões de pessoas a abandonarem uma das substâncias mais viciantes que existem.

Neste livro, O Método Easyway para Controlar o Álcool, o autor dedica a sua atenção e aplica o seu método a outra dependência socialmente aceite, mas ainda mais viciante e mortífera: a dependência do álcool.

Com uma visão e abordagem surpreendentes sobre os motivos que levam as pessoas a beber, este é um manual com instruções claras, simples e passo-a-passo que o ajudará a escapar à «armadilha do álcool».

Sobre o método Easyway, Emanuel Johnson escreveu na introdução do livro: «Estou de facto encantado por esta oportunidade de testemunhar que ele não só me permitiu deixar de fumar, como me ajudou a libertar de um pesadelo que estava a controlar e a arruinar a minha vida: o alcoolismo. Em tempos acreditei que não havia cura para o alcoolismo. Allen provou que eu estava enganado. O meu único arrependimento hoje é não ter sabido mais cedo da existência de Allen Carr. Não se preocupe se também estiver cético. Allen esperaria que assim fosse.»

Aproveite este novo ano para remover a sua dependência psicológica do álcool, libertando-se para aproveitar a vida ao máximo. E se acha que não é dependente do álcool, faça esta reflexão primeiro: «Se precisa de uma bebida para se sentir melhor, mais seguro, mais confiante ou simplesmente para chegar ao fim do dia, da semana ou do mês… então, é dependente.»

Sobre o Autor

Allen Carr foi conferencista e autor de dezenas de livros sobre a superação de dependências, todos eles bestsellers internacionais. O método por si criado – o Easyway – é o método para deixar de fumar de maior sucesso em todo o mundo, e de eficácia comprovada no controlo de diversas outras dependências, como o álcool e o açúcar. 

António Garcez ao vivo

Depois do Surpreendente Álbum de António Garcez - a  Lenda Viva do Rock, está quase a chegar o concerto!

 "Vinde ver isto", será apresentado pelo veterano António Garcez (músico conhecido dos Arte & Ofício, Roxigénio, Pentágono, Psico ou Stick) no Hard Club do Porto a 26 de Março. Com ele em palco estarão Ricardo Gordo e Samuel Lupi nas guitarras, Fernando Gordo no baixo, Tom Neiva a cargo da bateria e Fábio Serrano no Sax.

Além do tema "Vinde Ver Isto" que dá nome ao álbum, prepare-se também para inéditos como "Ele toca Sax", "Get Out" ou a homenagem a Portugal, "Musa do meu Rimar" (próximo single com vídeo filmado em Portugal - em breve).

Fique atento ao facebook do Rocker pois o artista terá álbuns e Ep's para oferecer a quem adquirir os  primeiros 60 bilhetes e participar no passatempo na página do artista. 

Plataformas de entrega ao domicílio e estafetas


Os serviços de entrega ao domicílio têm o potencial de criar emprego real, ao mesmo tempo que satisfazem eficazmente exigências crescentes face às necessidades dos consumidores. Mas para que esta nova economia digital possa oferecer a proteção e a qualidade de trabalho que os prestadores destes serviços esperam legitimamente, todos as partes envolvidas devem abraçar responsabilidades que equivalem a um Novo Contrato Social. O Grupo Adecco faz uma breve análise do contexto e aponta três rumos fundamentais a seguir para que esta nova economia esteja enquadrada por uma regulamentação laboral adequada, consistente e justa.  

Nos últimos 15 anos, a globalização e digitalização de muitas atividades tem contribuído para uma proliferação de plataformas digitais que asseguram entrega ao domicílio de todo o tipo de produtos, em particular, comida. A pandemia acentuou o crescimento deste setor, registando-se o aumento tanto de plataformas de entrega como de trabalhadores filiados. Neste contexto de crescimento exponencial, surge a necessidade de regular as relações laborais entre as partes envolvidas – empresas e prestadores de serviços (comumente designados por ‘estafetas’) –, que é atualmente muito deficiente. 

Na sequência de uma análise às condições de trabalho que envolvem os prestadores de serviços neste ecossistema empresarial das plataformas de entrega, o Grupo Adecco emitiu recomendações aos empregadores e decisores políticos no sentido de ajudar a promover um modelo responsável e flexível que crie uma relação mais justa entre as plataformas de entrega e os estafetas. As recomendações baseiam-se num leque alargado de entrevistas a representantes de plataformas, sindicatos profissionais e decisores políticos. Conheça as conclusões mais relevantes: 

Uma indústria jovem e em crescimento 

As plataformas especializadas na entrega de refeições ao domicílio têm aparecido em número crescente nos últimos anos, em particular durante a pandemia pelas restrições impostas durante os confinamentos, atuando como intermediários entre o cliente; um fornecedor, como um restaurante ou outro comerciante; e o profissional afiliado à plataforma (o ‘estafeta’). A plataforma cobra uma comissão para interligar as três partes. As margens de exploração são magras para os operadores, resultando frequentemente em baixos rendimentos a atribuir aos estafetas. 

Para os estafetas a trabalhar neste tipo de plataforma, os benefícios mais frequentemente mencionados são os horários flexíveis, as poucas barreiras no acesso ao trabalho e fácil acesso ao rendimento e experiência de trabalho. No entanto, o trabalho é muitas vezes imprevisível e os ganhos dependem fortemente dos parâmetros estabelecidos pela plataforma. Como trabalhadores independentes, os estafetas também carecem dos benefícios e proteção social inerentes às contratações tradicionais. 

Falta a coerência e consistência à escala global 

Atualmente, não existe um quadro regulamentar consistente que estabeleça parâmetros para uma relação ‘justa' entre a plataforma e os estafetas. As políticas variam de país para país; até agora, os tribunais nacionais, geralmente, tomam decisões legais relacionadas com a relação entre a plataforma e os colaboradores (especialmente no que toca estatuto laboral dos trabalhadores) numa base casuística ou específica da empresa. Os principais tópicos para os decisores políticos incluem a segurança do emprego e dos rendimentos dos trabalhadores; o acesso a benefícios e proteção social; oportunidades de desenvolvimento de carreira; e o direito de negociar contratos. 

A criação de uma relação mais equilibrada entre plataformas de entrega ao domicílio e os seus colaboradores, mantendo ao mesmo tempo o crescimento empresarial e a flexibilidade da força de trabalho, exigirá uma abordagem inclusiva – com a participação de estafetas, plataformas, fornecedores de soluções de recursos humanos. É o caminho para encontrar uma solução que beneficie todas as partes interessadas. 

O Grupo Adecco acredita que os decisores políticos devem abordar a redefinição dos modelos laborais para a era digital, nomeadamente enquadrando o trabalho de entrega ao domicílio, para proporcionar aos que optam por este trabalho, hoje precário, mais opções para a estabilidade económica, mobilidade profissional e certeza no seu futuro. As soluções eficazes podem incluir o seguinte: 

  • Dissociação do estatuto laboral do acesso aos benefícios 
  • Negociação coletiva ou cooperativas para negociar as condições dos colaboradores da plataforma 
  • Flexibilidade nos contratos e modelos de contratação 
  • Apoios governamentais para os benefícios dos trabalhadores das plataformas 
  • Alavancar as empresas de serviços de recursos humanos como ecossistema intermediário de ajuda às plataformas na contratação de colaboradores numa base mais flexível, sem necessidade de as plataformas serem os empregadores diretos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Comédia no Casino Espinho com Carlos Cunha e Erika Mota


Este sábado, dia 29 de Janeiro, o Casino Espinho sugere um jantar espectáculo com Teatro de Revista. Carlos Cunha e Erika Mota entram em cena com “Ai a minha filha”, uma comédia que promete arrancar muitas risadas.

Jacinto é um cinquentão a quem a vida sempre que correu de feição, até ao momento em que a sua mulher o apanhou, em flagrante, a traí-la. De um momento para o outro, tudo lhe passou a correr mal: passou de dono de restaurante a empregado de mesa, de abastado a remediado, de chefe de família a pai solteiro, e de mulherengo a encalhado. E este é o maior dos seus males: estar há dois anos sem ter uma mulher. A viver com a sua filha desde então, Jacinto fará tudo para voltar a viver um (ou mais) grande amor. E, para isso, tentará de tudo. Jacinto está longe é de saber que a raiz de todos os seus problemas dorme debaixo do seu tecto: e é nem mais nem menos do que a sua filha.

O Teatro de Revista continuará em Fevereiro com os espectáculos “Insónia” e ”Ding Dong”, nos dias 5 e 12, respectivamente.

Todas as unidades do Grupo Solverde possuem o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal, cumprindo com todas as orientações de segurança e higiene da Direcção-Geral da Saúde, de modo a proporcionar momentos únicos de bem-estar aos seus clientes, em total segurança.

Jantar espectáculo
Dia 29 | "Ai a minha filha" – 40€/pax

Viagem à Coreia no Museu do Oriente


Desde o K-Pop aos rituais de beleza, passando pela gastronomia e as cerimónias do chá, o Museu do Oriente convida a embarcar numa viagem à Coreia, entre 27 e 30 de janeiro, com um ciclo de workshops que dá a conhecer e a experimentar os diversos aspectos desta cultura.

Porque, afinal, aprender coreano é muito mais fácil do que parece, o Workshop Hangul, que se realiza a 27 e 29 de Janeiro, partilha a história do alfabeto coreano e os seus princípios básicos, como ler e escrever, e ainda, algumas saudações básicas e a numeração.

Para quem aprecia a gastronomia de outros países, o workshop Kimbap, a 27 e 29 de Janeiro, ensina a confeccionar esta especialidade coreana, que se assemelha ao sushi, mas é bem diferente. Feito com arroz cozido, enrolado em folhas de alga marinha, recheado com vários ingredientes cozinhados e temperados individualmente, é o prato mais popular para um piquenique na Coreia.

Um ritual que não pode faltar em nenhuma casa coreana é a Cerimónia do Chá, considerada na Ásia um ritual meditativo ou um momento de alegria durante a rotina diária. Nos dias 27 e 28 de Janeiro, o Museu do Oriente convida a fazer parte desta tradição, num workshop que partilha a história do chá e as formas específicas de o preparar e beber.

Indicado para quem gosta de cantar músicas coreanas e quer aperfeiçoar as suas habilidades e, ao mesmo tempo, compreender melhor as letras e o seu significado, o workshop de K-Pop realiza-se nos dias 28 e 30 de Janeiro.

E, embora o K-Pop seja o estilo mais popular do momento, a música coreana é rica e diversificada e tem muito para descobrir. Um exemplo disso é a música que o workshop de Música Tradicional Coreana dá a conhecer, nos dias 28 e 30 de Janeiro. Para além dos segredos e histórias por detrás das canções mais populares da Coreia, podem ainda aprender-se técnicas profissionais de canto.

Esta viagem cultural termina com um workshop dedicado à K-Beauty, a 29 e 30 de Janeiro, que revela os segredos coreanos para uma pele perfeita e explica as complexidades da beleza coreana com uma demonstração de maquilhagem ao vivo.

Ciclo Viagem à Coreia
27 a 30 Janeiro

Workshop Hangul
27 Janeiro | 17.00-19.00
29 Janeiro | 14.00-16.00
Participantes: máx. 15
M/ 15 anos
Preço: 20 €

Workshop Kimbap
27 Janeiro | 10.00-12.30
29 Janeiro | 10.00-12.30
Participantes: máx. 8
Preço: 30 €
Nota: sessão conduzida em inglês

Workshop Cerimónia do Chá
27 Janeiro | 15.30-17.00
28 Janeiro | 10.00-11.30
Participantes: máx. 12
M/ 16 anos
Preço: 20 €
Nota: sessão conduzida em inglês

Workshop K-Pop
28 Janeiro | 14.00-16.00
30 Janeiro | 17.00-19.00
Participantes: mín. 18, máx. 25
M/ 15 anos
Preço: 25 €/ sessão
Nota: sessão conduzida em inglês
 
Workshop Música Tradicional Coreana
28 Janeiro | 17.00-19.00
30 Janeiro | 14.00-16.00
Participantes: mín. 18, máx. 25
M/ 15 anos
Preço: 25 €/ sessão
Nota: sessão conduzida em inglês

Workshop K-Beauty
29 Janeiro | 16.30-18.30
30 Janeiro | 11.00-13.00
Participantes: máx. 15
Preço: 20 €

As Cortes de Júpiter no Centro Cultural de Belém

A propósito dos 500 anos das Cortes de Júpiter, o Centro Cultural de Belém desafiou o encenador Ricardo Neves-Neves a adaptar esta tragicomédia de Gil Vicente. Para esta reconstrução, o encenador foi buscar ao mundo do jazz o compositor e pianista Filipe Raposo, que terá como missão dar uma estrutura de ópera à peça e à música de Gil Vicente. Com a participação do ensemble La Nave Va e direção musical de António Carrilho. Participa ainda o Alma Ensemble, com coordenação vocal de Filipa Palhares.

Esta é a primeira obra a sair do Laboratório de Ópera Portuguesa, criado pelo CCB em parceria com o CESEM e a APARM.

Sinopse do espectáculo 

Garcia de Resende, testemunha presencial da representação das Cortes de Júpiter, avança com o dia 4 de agosto de 1521, domingo, como a data de apresentação da obra na corte de D. Manuel I.

Trata-se de uma tragicomédia idealizada para o casamento e partida da Infanta D. Beatriz para Sabóia, à razão do seu casamento com o duque daquela cidade.

Nesta obra vicentina, a última a ser apresentada ainda em vida de «o venturoso», que faleceria no mesmo ano, a Providência, incumbida por Deus, ordena a Júpiter, rei dos elementos, que faça concertar bons planetas e signos para a viagem ao longo do Atlântico, pelo estreito de Gibraltar e Mediterrâneo, até Sabóia.

O mar, os ventos, o Sol (Febo) e a Lua (Diana) são informados da empreitada.

Os diferentes elementos da Corte, que partiram num pomposo cortejo encabeçado pelo próprio Rei, seguido pela Rainha, o Príncipe e os Infantes, em direção à Sé e, de lá, para a casa da Rainha viúva, D. Leonor, para dela se despedirem, acompanham a frota de D. Beatriz até à foz do Tejo, nadando, metamorfoseados em peixes, umas vinte léguas, até ouvirem do mar alto o canto ameaçador de trinta mil sereias.

Perante a ameaça, Marte é chamado e recebe a ordem de proteger a esplendorosa armada de dezoito naus.

Como amigo e admirador dos feitos portugueses, Marte recita louvores entusiastas a Portugal. No fim, uma Moura encantada, evocada aos sons de um romance, traz e entrega à Duquesa de Sabóia prendas de condão: um anel, um dedal e um terçado.



Laboratório de Ópera Portuguesa

A criação de um laboratório de ópera portuguesa especialmente vocacionado para a recuperação de obras escritas por compositores portugueses ou residentes em Portugal é um sonho antigo que começa agora a ganhar contornos concretos.

Efetivamente, há muito que sentíamos a necessidade da criação de uma estrutura que potencializasse a apresentação obras oriundas da produção dramática que tantos investigadores têm retirado, ao longo dos anos, das profundezas dos inúmeros arquivos e bibliotecas nacionais e estrangeiras, com o objetivo máximo de aproximar o grande público da produção dramática musical que encheu os palácios, casas senhoriais e teatros do nosso país ao longo dos séculos.

Para além de um trabalho de recuperação historicamente informada, o Laboratório de Ópera Portuguesa prossegue um outro e incontornável objetivo: considerando que o género operático não é apenas um género musical, mas, acima de tudo, um género teatral, pretendemos assumir a estrutura como um fórum de desenvolvimento de um trabalho profundo, no âmbito do qual as exigências técnicas vocais de cada obra não se sobreponham à dramaticidade do discurso global, permitindo às novas gerações de cantores desenvolver aptidões dramáticas ainda hoje relativamente subdesenvolvidas.

Ana Gomes regressa aos discos com o single "Cá dentro"

O EP denominado 1.11 da intérprete e compositora Ana Gomes, espera-se como o primeiro de uma nova fase da sua carreira.

Após uma breve pausa na edição de álbuns, e sentido a necessidade de um tempo certo para se dedicar à reflexão e composição, surge finalmente este novo trabalho da cantora, distinto e variado, num género musical cada vez mais reconhecido no panorama musical português; Smooth Jazz.

Este é o momento em que a artista se renova, em temas de significância pessoal e espiritual, enquanto compositora (letra e música) de três dos temas deste EP.

Depois da incursão pelo Fado canção e Bossa Nova, é no Smooth Jazz que Ana Gomes se assume plenamente cantando na língua portuguesa. As composições foram concebidas em noites de inquietação onde a realidade e a ilusão se manifestaram nas letras e melodias insaciáveis.

Ana Gomes deseja alcançar um reconhecimento natural e pessoal por parte do público, através destas canções que se enquadram na vida quotidiana, e que a tantos faz sentido. Temas como, o amor, o amor proibido, o amor que perde, o amor secreto, o amor amante, o amor eterno e a esperança na luz dos olhos de quem acredita, que do engano se fará verdade. Podem escutar-se temas de profundo manifesto de tristeza, bem como de denúncia, revolta e até uma réstia de esperança e compreensão.

 O EP 1.11, começa com o tema que dá lugar ao single - “Cá dentro”, uma música que denuncia momentos de paixão secretos, sofrimento e promessas vazias, vividos num amor que possui, que mente e que nada concretiza, que rouba a ingenuidade e a luz do amor transformando-o num engano e desilusão, num ambiente de Smotth Jazz mais Pop e atual.

Hotel Casino Chaves celebra Dia dos Namorados num ritmo apaixonado


No próximo dia 14 de Fevereiro, o Hotel Casino Chaves recebe Zé Amaro na Sala Península, para celebrar o Dia dos Namorados com muita animação e emoção, ao som do género country.

Neste Dia de São Valentim, o Hotel Casino Chaves vai preparar um jantar espectáculo com iguarias que vão elevar o ritmo apaixonado e abrir o apetite para uma actuação inesquecível com o Cowboy mais conhecido do país.

Com um estilo de música diferente do que os portugueses estão habituados, Zé Amaro foi pioneiro como cantor country em Portugal.

No final do espectáculo, o casal poderá ainda tentar a sua sorte num dos vários jogos e slot machines existentes no Casino Chaves. 

Programa
Jantar Espectáculo | €50 por pessoa
Admissão jantar: 20:00 às 21:00
Concerto: 22:30