segunda-feira, 27 de abril de 2026

Romance de estreia de Luísa Sobral vence o Prémio Livreiros Bertrand para Autores Lusófonos



Na véspera do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a sede do Grupo Bertrand Círculo foi palco da cerimónia da 10ª edição do Prémio Livro do Ano e da 4ª edição do Prémio Livreiros Bertrand para Autores Lusófonos. Este prémio, atribuído pela primeira vez em 2023, reconhece a melhor obra original em língua portuguesa, de autor lusófono, cuja primeira edição tenha sido publicada no ano transato. O vencedor, eleito por voto exclusivo pelos livreiros da rede da livraria mais antiga do mundo, é reconhecido com um lugar de destaque nas livrarias Bertrand, e um prémio pecuniário no valor de dez mil euros. 

O vencedor desta 4ª edição foi Nem Todas as Árvores Morrem de Pé, de Luísa Sobral, editado pela Dom Quixote. A estreia na ficção da cantautora mereceu a preferência dos mais de quatrocentos livreiros das livrarias Bertrand, tendo sido também a escolha unânime dos leitores e livreiros para a categoria de Ficção Lusófona do Prémio Livro do Ano Bertrand, anunciado na mesma cerimónia.

Luísa Sobral foi uma entre muitos autores presentes para uma cerimónia muito especial, que contou também com uma conversa entre Madalena Sá Fernandes, Martim Sousa Tavares, Filipa Martins e a livreira Susana Monteiro, moderada pela jornalista Maria João Costa. Este momento de diálogo teve como mote inicial a importância dos livreiros na descoberta dos autores lusófonos, e foi vivido na presença dos vários autores que viram a sua obra distinguida enquanto vencedor ou finalista dos Prémios Bertrand, entre eles Ana Maria Magalhães, Hugo Van der Ding, Lourenço Seruya, Pedro Chagas Freitas, Sónia Marques Oliveira, Maria Francisca Gama e Rita da Nova (assim como Liana Ferraz e Miguel Carvalho, que enviaram os seus testemunhos).

O Prémio Livro do Ano Bertrand, que celebrou este ano a sua 10ª edição, reconhece os favoritos dos leitores e dos livreiros, o primeiro prémio literário no panorama nacional com esta modalidade de votação, em 7 categorias literárias.

Um Dia da Mãe à altura é no Miradouro do Amoreiras



Para assinalar o Dia da Mãe, o Amoreiras 360º Panoramic View convida todas as mães a desfrutar gratuitamente da melhor vista panorâmica sobre Lisboa. Já no próximo dia 3 de maio, das 10h às 22h, o shopping convida a descobrir novas perspetivas da cidade, a 174 m de altura do nível do mar e vista a 360º.

Neste dia especial, todas as mães terão entrada livre no espaço, bastando dirigir-se à Receção do Amoreiras Shopping Center situada no piso 1 (junto à FNAC) para levantar o seu bilhete. Se acompanhadas pelos restantes elementos da família, crianças até aos 5 anos têm entrada gratuita, entre os 6 e os 16 anos têm um custo de 3€ e, para maiores de 16 anos, de 5€.

À luz do dia, ao pôr do sol ou com o brilho de uma noite na cidade, este miradouro é o cenário perfeito para momentos inesquecíveis em família. Com vários pontos emblemáticos a explorar, vivem-se memórias e a história de monumentos míticos da capital, como o Padrão dos Descobrimentos, o Cristo Rei, as Pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Castelo de São Jorge e, claro, o Rio Tejo.

“Até que o Guião nos Separe” no Auditório do Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe, nos dias 11, 18 e 25 de julho, pelas 22 horas, o espectáculo “Até que o Guião nos Separe”. Trata-se de um tributo ao amor em todas as suas formas: o primeiro olhar, o pedido inesperado, as rotinas partilhadas e as memórias que o tempo não apaga. 

“Até que o Guião nos Separe” é um espectáculo totalmente improvisado, a inspiração nasce directamente da plateia. Através de uma conversa cúmplice com os casais presentes, Carlos Moura, Mário Bomba, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis mergulham nas vossas memórias para recriar, no momento, a vossa história.

Uma década depois de terem esgotado numerosas salas de espectáculos com "Falta Aqui Qualquer Coisa" e "Ainda Falta Aqui Qualquer Coisa", este elenco de luxo está de volta para revelar toda a verdade sobre os casais na sala.

Não há textos decorados nem cenas ensaiadas; apenas a verdade do vosso encontro, transformada em teatro e em canção. A atmosfera torna-se ainda mais mágica com a presença do maestro Nuno Feist ao piano, que compõe a banda sonora original de cada relação em tempo real.

Uma noite de verão inesquecível, onde celebramos a beleza de estarmos juntos. Porque, no final, a melhor história de amor de sempre... é a vossa.

O equilíbrio perfeito do novo OPPO Reno15 Pro 5G



O mercado dos smartphones atingiu um ponto de maturação onde, muitas vezes, as atualizações anuais parecem meros incrementos de software. No entanto, de tempos a tempos, surge um dispositivo que nos obriga a olhar duas vezes. O OPPO Reno15 Pro 5G é precisamente esse dispositivo. Lançado com a promessa de unir a portabilidade extrema a uma autonomia de elite, este modelo não quer ser apenas mais um na gama média-alta, quer definir o novo padrão para o que um "flagship compacto" deve ser em 2026.



Design e Ergonomia: A Revolução do Tamanho Certo
A primeira coisa que notamos ao segurar o Reno15 Pro é o quão refrescante é a sua ergonomia. Num mundo dominado por ecrãs que ultrapassam as 6,7 polegadas, a OPPO tomou a decisão audaz de apostar num painel AMOLED de 6,32 polegadas. Esta escolha não é um retrocesso, mas sim uma otimização. O ecrã, com resolução 1.5K, oferece uma densidade de píxeis soberba, tornando as cores vibrantes e os pretos profundos. Com uma taxa de atualização de 120Hz e um brilho de pico que atinge os 3600 nits, a visibilidade é impecável, mesmo quando estamos a tentar ler uma mensagem sob a luz direta do meio-dia. Além disso, a certificação IP69 confere-lhe uma durabilidade acima da média, protegendo-o contra imersões e jatos de água quentes.

Fotografia: Mais do que Apenas Megapíxeis
Se o design atrai pelo conforto, o sistema de câmaras convence pela performance. O sensor principal de 200 MP com Estabilização Ótica (OIS) é o protagonista, entregando imagens com um alcance dinâmico impressionante e uma nitidez que sobrevive a cortes generosos na edição. Mas o que realmente separa o Reno15 Pro da concorrência é a consistência.

Ao contrário de outras marcas que sacrificam as lentes secundárias, a OPPO equipou este modelo com uma ultra-grande angular de 50 MP e uma teleobjetiva também de 50 MP (zoom ótico de 3.5x). Isto significa que, quer esteja a fotografar uma paisagem vasta ou um detalhe distante, a fidelidade de cor e o detalhe permanecem constantes. Para os entusiastas de vídeo e redes sociais, a câmara frontal de 50 MP com suporte para 4K a 60fps garante que as vlogs e videochamadas tenham uma qualidade profissional, raramente vista nesta categoria.



Performance e a "Magia" da Bateria
No interior, o processador MediaTek Dimensity 8450 lida com todas as tarefas sem esforço. Desde sessões intensas de gaming em títulos exigentes até à edição de vídeo em tempo real, o Reno15 Pro mantém-se fresco e responsivo. Este desempenho é complementado pelo ColorOS 16, que integra ferramentas de Inteligência Artificial generativa para remoção de objetos em fotos, tradução em tempo real e uma gestão de bateria ultra-eficiente.

Por falar em bateria, este é talvez o ponto mais impressionante do equipamento. É difícil compreender como a engenharia da OPPO conseguiu comprimir uma célula de 6200 mAh num corpo tão esguio. Na prática, isto traduz-se em dois dias de uso moderado sem grandes preocupações. E quando chega a hora de carregar, o sistema 80W SUPERVOOC faz o seu trabalho em cerca de meia hora, permitindo ainda a conveniência do carregamento sem fios de 50W.

Veredito Final
O OPPO Reno15 Pro 5G é um testemunho de que não precisamos de telefones gigantes para ter tecnologia de ponta. Ele resolve o problema da autonomia, entrega um dos conjuntos de câmaras mais equilibrados do ano e mantém um formato que realmente cabe no bolso e na mão. Se procura um equipamento que não comprometa em nada, mas que respeite a ergonomia, este é, sem dúvida, o modelo a bater em 2026.

Mizzy Miles vence categoria de "Melhor Álbum do Ano" nos Prémios Play



O artista Mizzy Miles foi distinguido com o prémio de Melhor Álbum do Ano nos Play - Prémios da Música Portuguesa, com o projeto "Fim do Nada", lançado em janeiro de 2025 e que já obteve o Galardão de Disco de Platina. Mizzy Miles vê assim reforçado o seu papel como uma das atuais figuras centrais da música nacional.

O disco "Fim do Nada" afirmou-se como um dos projetos mais marcantes da nova geração, reunindo artistas, sonoridades e visões distintas num trabalho que espelha a diversidade e evolução da cultura urbana.

Com este reconhecimento, Mizzy Miles consolida, ainda mais, o seu percurso enquanto artista, assumindo um papel determinante na construção de uma identidade contemporânea da música urbana.

Este reconhecimento surge após um momento marcante na carreira do artista, com a realização do espetáculo "Mizzy Miles & Friends" no Sagres Campo Pequeno, em fevereiro passado, onde celebrou ao vivo o seu percurso e a ligação à cultura que representa, em conjunto com alguns dos artistas mais relevantes da música portuguesa e brasileira.

Para os próximos meses, o artista promete novos lançamentos e colaborações, dando seguimento a um percurso ímpar que continuará, certamente, a moldar o panorama musical.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

As primeiras coisas, o início e a memória



Aquando da divulgação de Os Últimos Dias de Roger e Outros Finais em Portugal, há três anos, a pergunta de um jornalista deixou Geoff Dyer a pensar, e a situação repetiu-se em Itália: o que queriam saber era se, depois de um livro sobre finais, o escritor britânico estaria a preparar um sobre começos. A resposta surge agora, com um livro de género único – como é apanágio do autor – em que Dyer percorre as suas mais antigas memórias, numa altura em que prepara o regresso a terras lusas, onde vai participar, já em maio, no Festival 5L, em Lisboa. Inícios que também marcam a estreia da dupla de tradução em Portugal, Bruno Vieira Amaral e Susana Almeida, com a chegada de Trabalho de Casa às livrarias a 7 de maio.

Com humor, ironia e inteligência, Geoff Dyer, filho único de uma cozinheira e um operário, nascido num mundo moldado ainda pelo rasto da Grande Depressão e da II Guerra Mundial, relata as suas memórias de início de vida, compondo um retrato de conjunto das mudanças sociais das décadas de 1960 e 1970, em particular, da classe trabalhadora britânica. Recua à primária e à secundária, ao percurso escolar que o levou a Oxford, e, longe de nos dar uma história de dificuldades, revela e celebra as oportunidades conquistadas no pós-guerra das quais beneficiou. E nunca perde o seu estilo cómico (por vezes, hilariante) e erudito, profundo e vivo: os costumes, a família, as casas, os lugares, as brincadeiras, a escola, os desportos, os pequenos interesses amorosos e a génese dos seus grandes e muito variados interesses, que mais tarde viria a desenvolver na escrita. Mostra, em suma, como se começa a viver e como se podem aproveitar as grandes transformações do mundo.

Sobre o Autor

Geoff Dyer nasceu em Cheltenham, Inglaterra, em 1958. Fez o ensino secundário na sua cidade e os estudos superiores em Oxford. É autor de vários romances e um dos mais originais escritores de não-ficção contemporâneos: um estudo crítico sobre John Berger, várias coletâneas de ensaios e mais de meia dúzia de títulos de género indefinível sobre jazz, fotografia, cinema, literatura, viagem. Foi distinguido com numerosos prémios – Somerset Maugham, John Llewllyn Rhys Memorial Prize, National Books Critics Circle Award, E.M. Foster Award; Escritor do Ano pela revista GQ (2009), Windham Campbell Prize, na categoria de Não-Ficção e o Bollinger Everyman Wodehouse Prize. É bolseiro honorário do Corpus Christi College, Oxford, e membro da American Academy of Arts and Sciences. As suas obras estão traduzidas em 26 idiomas. A Quetzal tem vindo a publicar as suas obras: Yoga Para Pessoas Que Não Estão Para Fazer Yoga (em duas edições, em 2013 e 2019); Mas é Bonito (2014), Areias Brancas (2018), Os Últimos Dias de Roger Federer e Outros Finais (2023) e Trabalho de Casa (maio de 2026). Depois de dez anos como Escritor Residente na University of Southern California em Los Angeles, Geoff Dyer voltou a viver em Londres.

Kehlani lança o muito aguardado álbum homónimo



A potência do R&B e vencedora de dois GRAMMY®, Kehlani, lança hoje o seu muito aguardado quinto álbum de estúdio, KEHLANI.

Um álbum homónimo é frequentemente a declaração mais pessoal de um artista, e KEHLANI não é exceção. O projeto capta-a no seu estado mais honesto, misturando narrativas que expõem a alma com o som exuberante e que mistura géneros, o que a tornou numa das vozes mais influentes do R&B moderno.

O álbum foi sustentado por um trio de singles marcantes, começando com “Folded,” um hino de sucesso que se tornou num dos registos de R&B mais importantes da década. “Folded” conquistou um reconhecimento notável em prémios, incluindo 2x vitórias no GRAMMY® para Melhor Canção de R&B e Melhor Performance de R&B, um iHeartRadio Music Award para Canção R&B do Ano (onde fez a sua estreia em atuações em cerimónias de prémios), nomeações para os NAACP Image Awards e três nomeações para os American Music Awards, incluindo Canção do Ano. A canção ultrapassou 800 milhões de streams globais, atingiu o pico no nº 6 da tabela Billboard Hot 100 e passou 43 semanas no chart. O “Folded Homage Pack” expandiu a sua pegada cultural com reinterpretações de ícones do R&B, incluindo Toni Braxton, Brandy, JoJo, Mario, Ne-Yo e Tank.

O ímpeto continuou com “Out The Window,” que destacou ainda mais a transparência emocional e a direção sonora de Kehlani. Mais recentemente, Kehlani lançou “Back and Forth” com Missy Elliott. A faixa combina a vulnerabilidade característica de Kehlani com a inovação e energia inconfundíveis de Missy Elliott, servindo como a última amostra antes do lançamento do álbum.

Kehlani celebra um ano marcante de impacto cultural, incluindo uma aparição surpresa durante a atuação de Giveon no palco principal do Coachella, para além da sua performance a solo no Revolve Festival.



Com mais de 20 certificações RIAA, mais de 5 mil milhões de streams globais e o estatuto de compositora e artista com 7x nomeações para o GRAMMY®, Kehlani continua a consolidar o seu lugar como uma das vozes mais essenciais do R&B contemporâneo. Este ano, foi também homenageada na Gala de Prémios “Give Her FlowHERS” do Femme It Forward 2025, recebendo o Prémio Alchemist, e reconhecida como Homenageada Mulheres Por Detrás da Música da ASCAP. Kehlani será também homenageada com o Prémio Impacto no próximo Billboard Women in Music, onde fará uma atuação especial em celebração da sua influência na música e na cultura.



A artista apresenta-se ao vivo na edição deste ano do Afro Nation Portugal.

Anatomia da Melancolia é próximo título da nova coleção da Quetzal



Publicado pela primeira vez no Reino Unido em 1621, Anatomia da Melancolia, de Robert Burton, é um clássico intemporal, um trabalho de filosofia e medicina, de literatura e autoajuda, de amor e de ironia. Um livro interminável, com 1500 páginas, que chega à nova coleção da Quetzal, A Biblioteca de Alexandria, numa edição condensada e acessível de uma obra monumental e nunca concluída que marcou toda a cultura europeia.

Imaginado para explicar e dar conta de todas as emoções e pensamentos humanos, Anatomia da Melancolia é o livro de todos os livros sobre a natureza da melancolia e sobre toda a literatura do género, não tivesse Robert Burton assumido a missão de reunir toda a informação sobre o tema disponível na Biblioteca de Oxford, no séc. XVII: o que é a melancolia, todos os seus tipos, causas, sintomas, diagnósticos e diversas curas.

Seja com origem em males de amor, inquietações religiosas, luto ou perda, doença ou ameaça de depressão, a informação recolhida em Anatomia da Melancolia é uma viagem pela condição humana que influenciou autores como Jorge Luis Borges, Laurence Sterne, Samuel Johnson, Keats, Beckett, Virginia Woolf ou Nick Cave.

Sobre o Autor

Robert Burton nasceu em 1577 no seio de uma família abastada da nobreza rural. Foi um erudito que estudou e trabalhou durante a maior parte de sua vida no Christ Church College, em Oxford. Nunca casou, raramente viajava a não ser com mapas ou pelas descrições dos outros, teve uma vida sedentária, solitária e discreta – e escreveu poemas em latim e duas peças de teatro (de que só conhecemos uma sátira). Confinado ao seu gabinete de trabalho na biblioteca da universidade, dedicou-se à sua grande obsessão: este livro, publicado em 1621, e no qual continuou a trabalhar durante duas décadas, não para o corrigir ou alterar, mas para o aumentar ao longo das cinco edições que teve em vida. Só a morte, em 1640, o impediu de continuar.

"Notas de Loucos” de Dmitry Krymov no Casino Estoril



O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no próximo dia 29 de abril, pelas 20 horas, a peça “Notas de Loucos”. Trata-se de uma nova produção de Dmitry Krymov que será protagonizada pelos actores Chulpan Khamatova e Maxim Sukhanov. 

“Notas de Loucos” é a primeira produção, em russo, do director e cenógrafo Dmitry Krymov. A peça foi encenada no exílio com os dois populares actores Chulpan Khamatova e Maxim Sukhanov. A conceituada dupla que actuou no filme "País dos Surdos", de Valery Todorovsky, há quase 30 anos, partilha, agora, o palco pela primeira vez.

As produções de Dmitri Krymov distinguem-se pela sua linguagem criativa, numa fusão de estilos e géneros. Neste novo trabalho, Dmitri Krymov baseou-se num texto próprio - uma história fantasmagórica sobre pessoas perdidas no espaço e no tempo. 

Os protagonistas de "Notas de Loucos" são duas pessoas que se deparam com novas circunstâncias nas suas vidas. Contra a vontade de ambos, o conforto é, agora, coisa do passado. Por isso, precisam encontrar o seu lugar no estrangeiro e seguir um novo rumo na vida.

A peça “Notas de Loucos” é um um projeto europeu criado com o auxílio da fundação britânica "WE EXIST!"

AMC CRIME estreia minissérie documental "Massacre em Pike County"



Amanhã, 25 de abril, pelas 15h00, o AMC CRIME estreia em exclusivo “Massacre em Pike County”, uma minissérie documental de três episódios sobre os meandros da maior investigação de homicídio na história do estado de Ohio, nos Estados Unidos.

Em 2016, Ohio foi o palco do assassinato de oito membros da mesma família, brutalmente executados em quatro localizações diferentes, numa única noite, por outra família que consideravam amiga, no âmbito de um crime que chocou o mundo.

Este caso, descrito como o crime mais hediondo da história moderna de Ohio, expôs um lado obscuro de violência, colocando família contra família, mãe contra filho, irmão contra irmão, numa tragédia repleta de mentiras, segredos e traições.

Os tiroteios de abril de 2016, numa zona perto de Piketon, aterrorizaram os moradores daquela região rural de Ohio e, inicialmente, suscitaram especulações sobre o envolvimento de cartéis de drogas. A investigação e o processo judicial que se seguiram e que custaram milhões de dólares, estão entre os mais extensos do estado.

As vítimas foram Christopher Rhoden Sr., de 40 anos, a sua ex-mulher, Dana Rhoden, de 37 anos; os seus três filhos, Clarence “Frankie” Rhoden, de 20 anos, Hanna Rhoden, de 19 anos, e Christopher Rhoden Jr., de 16 anos; Hannah Gilley, de 20 anos, que era noiva de Clarence Rhoden; o irmão de Christopher Rhoden Sr., Kenneth Rhoden, de 44 anos; e um primo, Gary Rhoden, de 38 anos.

“Cada geração tem os seus próprios indivíduos que podem comprovar a profundidade da depravação da natureza humana e foi isso que este caso fez”, referiu o juiz antes de proferir as sentenças num tribunal de Waverly, a cerca de 130 quilómetros a sul de Columbus. “Ele demonstrou a depravação sem limites de pessoas que não têm respeito pelos outros, apenas pensam em seus próprios interesses”, acrescentou.

“MASSACRE EM PIKE COUNTY” 
Data de estreia: Sábado, 25
Horário: 15h00
Título Original: THE PIKE COUNTY MURDERS: A FAMILY MASSACRE
Ano de Produção: 2023
Nº de capítulos / Duração: 3 x 60’