quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Estreias de cinema de 28 de Janeiro de 2016


Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Jogo de Damas

Cinco mulheres reencontram-se devido ao funeral de Marta, uma amiga em comum. Ao longo de uma noite, que decidem passar na casa de turismo rural que Marta nunca chegou a inaugurar, as cinco mulheres dividem segredos, recordam a amizade que as une e reflectem sobre a existência…
Um filme sobre a amizade e a perda que marca a estreia em cinema de Patrícia Sequeira. O argumento é da responsabilidade de Filipa Leal, a partir de uma ideia da realizadora, com diálogos criados pelas actrizes Ana Nave, Ana Padrão, Fátima Belo, Maria João Luís e Rita Blanco, num processo de trabalho que antecedeu a rodagem, em 2014. Segundo as palavras de Patrícia Sequeira, “este é um filme sobre pessoas, é um jogo entre realidade e ficção, porque cada uma das actrizes colocou lá as suas coisas – quem as conhece vai perceber isso”. 



13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

No dia 11 de Setembro de 2012, no aniversário dos ataques terroristas contra as torres gémeas de Nova Iorque, EUA, um grupo de militares islâmicos atacou um complexo militar americano e a base da CIA na cidade de Benghazi, Líbia. Foram mortas quatro pessoas de nacionalidade norte-americana, incluindo J. Christopher Stevens, o embaixador dos EUA, Sean Smith, especialista em tecnologia, e os oficiais Tyrone S. Woods e Glen Doherty.
É então que uma equipa de seis ex-militares de elite, treinados para responder com urgência e eficácia a um ataque sejam quais forem as condições, foi enviada em auxílio dos sobreviventes. Com uma enorme demonstração de coragem e sentido de dever, estes homens tiveram apenas 13 horas para salvar a vida a 36 pessoas, evitando uma tragédia de ainda maiores proporções.
Baseado em factos verídicos relatados no livro homónimo escrito, em 2014, por Mitchell Zuckoff, um “thriller” político produzido e realizado de Michael Bay (“O Rochedo”, “Armageddon”, “Pearl Harbor” e, mais recentemente, a saga “Transformers”). O argumento é da autoria de Chuck Hogan e o elenco conta com James Badge Dale, John Krasinski, Max Martini, Toby Stephens, Pablo Schreiber, David Denman, Dominic Fumusa, Freddie Stroma ou Alexia Barlier, entre outros.



Regressão

Minnesota (EUA), década de 1990. O detective Bruce Kenner investiga o caso de John Gray, acusado de abusar sexualmente de Angela, a sua filha adolescente. Apesar de não ter qualquer recordação do sucedido, ele assume-se como culpado e é preso. De forma a recuperar a memória, John recorre ao Dr. Raines, um psicólogo de renome que, com o tempo, consegue avivar as suas lembranças. E é assim que, à medida que as sessões de psicoterapia avançam, todos se apercebem de que aquele crime hediondo é ainda mais complexo do que parece à primeira vista e que está de algum modo relacionado com um culto satânico…
Um “thriller” psicológico que conta com realização e argumento de Alejandro Amenábar (realizador de “Os Outros” e "Mar Adentro" – que lhe valeu o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro). Emma Watson, Ethan Hawke, David Thewlis e David Dencik dão vida aos protagonistas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

MEO Sudoeste - Steve Angello


Também os maiores nomes da música electrónica têm lugar marcado todos os anos na Herdade da Casa Branca. O nome que se anuncia hoje tem na última década colocado o seu nome no Olimpo dos DJs: pela primeira vez em nome próprio no MEO Sudoeste: Steve Angello.

O sueco Steve Angello é um dos mais reconhecidos nomes da música electrónica da última década. Com os parceiros Sebastian Ingrosso e Axwell criou o fenómeno Swedish House Mafia, e com eles atingiu um êxito retumbante chegando a ser nomeado para vários Grammys. Depois de vários anos na ribalta com espectáculos nos maiores festivais de música eletrónica do mundo, amanhã é editado o seu novo trabalho “Wild Youth”, que conta já com o êxito “Children of the Wild” e que terá como próximo avanço o tema “Someone Else”, que conta com a participação de Dan Reynolds dos Imagine Dragons.


Para tirar o máximo partido, não só das actuações dos já anunciados Wiz Khalifa, Martin Garrix e Steve Angello, mas de todo o Festival, está também já disponível, em parceria com a XTravel, o XBUS, a forma mais simples e segura para desfrutar da melhor semana de Férias do verão. Com partida de todas as capitais de distrito o XBUS garante a partir de 125€ transporte e campismo em zona reservada com Segurança 24 horas por dia, Luz, WC e ponto de carregamento de telemóveis exclusivo durante os 9 dias do Festival. Até dia 10 de Fevereiro está disponível o EarlyPack que permite o pagamento em três prestações até ao dia 30 de Abril.

Scorpions em Lisboa, dia 28 de Junho no MEO Arena


No ano em que celebram 50 anos de carreira os Scorpions estão de volta à estrada e passam por Lisboa dia 28 de Junho, com um concerto único no MEO Arena. A banda traz aos palcos “Return to Forever”, o 18.º álbum de estúdio da banda editado em Fevereiro de 2015.


Os Scorpions tornaram-se ao longo da sua carreira uma das mais bem sucedidas bandas de rock. Exemplo disso são as incontáveis bandas como os Smashing Pumpkins, Green Day, Korn, System Of A Down ou os Queensryche, que realizaram covers dos Scorpions ao longo das últimas décadas. Só a “Rock You Like A Hurricane”, contabilizou 150 interpretações de diferentes músicos.
Descrever a carreira dos Scorpions através de números é quase impossível. No entanto, há um que deve continuar a ser mencionado – mais de 100 milhões de discos vendidos até à data. Isto faz com que os Scorpions sejam a mais bem sucedida banda de rock em todo o continente europeu até à data de hoje.


“Wind of Change”, “Rock You Like A Hurricane”, “Send me an Angel” e “Always Somewhere” são alguns dos muitos hinos que tornaram os Scorpions uma das mais bem sucedidas bandas rock de todos os tempos.
Dia 28 de Junho Lisboa vai vibrar com um concerto único que promete ser memorável.

Arcade Fire vão actuar dia 9 de Julho no NOS Alive’16


Os Arcade Fire vão actuar dia 9 de Julho no NOS Alive’16. Este será um dos únicos dois festivais europeus onde a banda actuará este verão, sendo Portugal e o NOS Alive um dos palcos escolhidos.
O quarto álbum de estúdio de Arcade Fire, “Reflektor, foi lançado em outubro de 2013, nos estúdios Sonovox, e referido pela imprensa como “a dark disco classic” (The Times) e “an art rock epic” (The Telegraph). Com o nome da primeira faixa do álbum, “Reflektor”, atingiu o N.º 1 nas principais tabelas do Reino Unido, Canadá, Irlanda, Portugal, Bélgica e EUA e liderou as tabelas do iTunes em 40 países.


“Funeral”, o álbum de estreia da banda editado em 2004, foi fortemente aplaudido pela crítica e considerado “Álbum da década” pelas publicações NME, Pitchfork, The Guardian, Mojo e Rolling Stone. O successor “Neon Bible”, lançado em 2007, estreou em N.º 2 nas tabelas britânicas e também na Billboard Hot 100. Ambos os discos foram nomeados para o Grammy de “Melhor Álbum Alternativo” no ano do seu lançamento. Em 2011 a banda venceu o Grammy “Álbum do Ano” com o terceiro longa-duração, "The Suburbs" (2010). Nesse mesmo ano foram vencedores dos prémios “Melhor Grupo Internacional” e “Melhor Álbum Internacional” nos BRIT Awards.
Formados em Montreal, os Arcade Fire são Win Butler, Régine Chassagne, Richard Reed Parry, William Butler, Tim Kingsbury e Jeremy Gara.


Nomes já anunciados: Arcade Fire, Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Hot Chip, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Wolf Alice e Years & Years.

Mural Sonoro - Projecto RAPortugal 1986 - 1999


O Projecto «RAPortugal 1986 - 1999» candidato em 2015 aos apoios pontuais da Direcção Geral das Artes (DGArtes) pela Associação Mural Sonoro esteve entre os mais bem avaliados e foi seleccionado mesmo nos últimos dias do ano para apoiar em 2016. Da equipa central fazem parte Soraia Simões (Direcção de Investigação e Coordenação Geral), Carlos Gomes (Direcção de Produção e Direcção Artística) e Makkas (Rapper, ex integrante do grupo Black Company, Direcção Musical e Direcção Pedagógica).

Entre as suas parcerias, o projecto conta com a do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, da Transibéria, mas também, entre outros, com as da Câmara de Almada, do Festival Temps D'Images e da Associação Moinho da Juventude. Trata-se de um projecto de criação e investigação que incide sobre a prática do rap e o impacto da cultura hip-hop no período descrito na sociedade portuguesa, com 3 eixos de intervenção e apresentação finais. Será apresentado no próximo ano.

O projecto RAPortugal 1986 - 1999 é simultaneamente um projecto de investigação, de documentação, de formação, de intervenção social e de criação artística. Alicerça-se no estudo e investigação sobre o primeiro período bem definido da história do RAP em Portugal, entre 1986 e 1999, da iniciativa de Soraia Simões na sequência do trabalho que tem vindo a desenvolver no projecto Mural Sonoro e desde Fevereiro de 2015 no âmbito da sua integração como investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O projecto concretiza-se em várias frentes, destacamos as principais:

- Um e-book. Compilatório dos testemunhos dos protagonistas do movimento RAP em Portugal, devidamente contextualizado como parte integrante do património musical, sonoro e cultural português e dos movimentos sociais que transformaram a sociedade portuguesa.

- O registo audiovisual dos testemunhos. Peça fundamental da comunicação do projecto, a disponibilizar como registo sonoro através do Europeana Sounds e do Mural Sonoro e na sua versão vídeo no site da Transiberia.

- Um workshop. Para um grupo de 12 jovens entre os 15 e os 20 anos. 

Terminará com uma apresentação pública de resultados. A selecção será feita a partir de carta de motivação e/ou envio de registo sonoro, sendo o único critério de selecção os materiais apresentados. Makkas, um dos percursores da prática, profundamente conhecedor das suas fontes primárias, das suas influências, das suas causas, das suas ânsias, das suas técnicas e das suas diversas expressões artísticas, será o orientador, com o apoio de Soraia Simões, Carlos Gomes e outros convidados.

- Um ciclo de debates. Estes debates, procurarão dar a conhecer a música que se fez na época e o contexto social e político em que a mesma eclodiu. Congregarão intervenientes de várias áreas disciplinares no campo das ciências sociais e humanas e protagonistas directos deste expressivo movimento, no período abordado.

- A edição de um CD/colectânea que reunirá os principais protagonistas que fizeram parte da primeira colectânea, neste domínio, editada em Portugal no ano 1994.

- Um concerto. A partir da reunião do grupo Black Company.

Sobre a Autora:

Soraia Simões, é presidente de Direcção da Associação Mural Sonoro, projecto de arquivo e documentação musical, e investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Mestranda em História Contemporânea, a desenvolver a dissertação "Que há-de ser de nós?: o percurso musical de Ivan Lins entre o Brasil e Portugal de 1981 a 1993". É pós-graduada em Estudos de Música Popular pelo Departamento de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e autora do livro Passado-Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho (public. Chiado Editora, Outubro de 2012). Recebeu o Prémio Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores em 2014.
É a consultora musical do projecto que faz parte dos conteúdos especiais da RTP «Extrema-Esquerda: Porque não Fizemos a Revolução?» estreado no 25 de Novembro de 2015 e Coordenadora geral e de investigação no projecto «RAPortugal: 1986 - 1999» (projecto financiado pela Direcção Geral das Artes).

Telmo Pires apresenta o álbum " Ser Fado"


O fadista, poeta e compositor Telmo Pires edita, em Fevereiro de 2016, o quinto álbum da carreira, “Ser Fado”, disco em que cristaliza, de forma madura e coerente, a sua ideia muito própria de fado. Um fado que nele, e em contracorrente com algum do fado que se cria agora, está cada vez mais próximo das origens, das raízes, da tradição. Um fado que vive essencialmente da voz, da guitarra portuguesa e da viola, que congrega alguns dos grandes clássicos do género – o Fado Vianinha de Francisco Viana, o Alfacinha de Jaime Santos, o Triplicado de José Marques ou o Versículo e o Bailado do enorme Alfredo Marceneiro, com letras originais de Telmo Pires, Nuno Miguel Guedes e Daniel Lourenço  – mas que também se abre, por vezes, a outros instrumentos e a fados não tradicionais compostos por Custódio Castelo, Davide Zaccaria ou o revolucionário Alain Oulman, que abriu novos e aventurosos caminhos a Amália e ao fado. Aqui, em “Ser Fado”, Telmo Pires canta dele “As Mãos que Trago” e “Mal Aventurado”. Destaques do álbum são também uma versão alternativa do clássico “Rosinha dos Limões” – o “Marujo Português”, de Linhares Barbosa e Artur Ribeiro – e um inédito absoluto com música e letra originais de António Variações, “Ao Passar por Braga Abaixo”.

“Ser Fado” é o culminar do percurso coerente e peculiar de Telmo Pires, fadista que nasceu em Trás-os-Montes e que, depois de ter passado grande parte da vida na Alemanha, veio para Lisboa há cinco anos, deixando para trás a sua “zona de conforto” – o país que o acolheu ainda criança e que, já adulto, lhe proporcionou uma carreira de sucesso enquanto fadista, com um circuito regular de concertos na Alemanha e em países limítrofes como a Áustria, Polónia, Suiça, Luxemburgo ou França – e atirando-se, corajosamente, nas mãos do fado e da cidade que dele, o fado, foi berço.

O berço de Telmo Pires, por sua vez, foi Bragança, em Trás-os-Montes. Com apenas dois anos vai viver com a família na cidade industrial de Essen, na Alemanha. Vocalista de uma banda rock na adolescência, o fado entrou, porém, muito cedo na sua vida: em casa ouvia discos de Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Dulce Pontes, nomes fundamentais para a sua paixão pelo fado. E, enquanto estudava artes e línguas na universidade, ligou-se a uma companhia de teatro onde começou a apresentar espectáculos musicais em que cantava lieder alemães, clássicos da chanson française e fado. O seu primeiro álbum, “Canto” (2001), uma edição de autor, incluía estes três géneros. O segundo álbum – editado pela prestigiada editora alemã de jazz e world music Traumton Records – é “Passos” (2004), em que canta temas icónicos do fado (“Foi Deus”, “Povo que Lavas no Rio”, “Canção do Mar”…) ao lado de temas com música e letra da sua autoria. No terceiro, “Sinal” (2009, Monopol Records/Sony Music), arrisca interpretar fado – entre clássicos (“Maria Lisboa”, “Ovelha Negra”…) e originais seus – acompanhado apenas pela pianista alemã de jazz e música erudita Maria Baptist.

Já a viver em Lisboa, Telmo Pires edita “Fado Promessa” (2012, Traumton Records), em que se assume como o autor da maioria das letras – algumas sobre fados tradicionais, outras sobre temas compostos por ele ou por Davide Zaccaria, que produziu este álbum e se tornou seu cúmplice habitual. Em “Fado Promessa” incluiu ainda surpreendentes versões de “Verdes São os Campos” (José Afonso/Luís de Camões) e do instrumental “Tango to Évora”, da papisa da folk canadiana Loreena McKennitt, com letra em português de Telmo Pires e sob o nome “Os Navios”. Agora é a vez de “Ser Fado”, um disco em que Telmo Pires, embora sem esquecer o seu lado cosmopolita e de cidadão do mundo, parte à redescoberta das tradições mais profundas da canção popular de Lisboa. De um fado antigo que é, na sua voz, sempre novo.

JIMMY P - Nova confirmação Sumol Summer Fest


Jimmy P , é o primeiro artista nacional confirmado para o cartaz Sumol Summer Fest de 2016.

Representa a mistura perfeita de várias influências com que se foi cruzando ao longo da sua vida: o gosto e o hábito de ouvir Rap, adquiridos no tempo que viveu em Paris, e a influência de outros estilos musicais de várias partes do globo, herdados do pai (Semba, Morna, Coladera, Salsa, Reggae, Jazz).

A fusão do Hip-Hop, Reggae, R&B e Rock aliados a uma performance que tem sido reconhecida pelo público e indústria tornam-no um artista singular e camaleónico.

Participou em projetos de renome como a colectânea “Rascunhos” (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema) e o tema “Melhores Anos” com Valete , e desenvolveu colaborações com artistas como Chullage ou Bezegol .

Jimmy P lançou em 2013 o primeiro longa duração #1 que surpreendeu crítica e público e em 2014 destacou-se pela qualidade das suas actuações ao vivo e sucesso do tema “Marcha” que conta com as rimas de Valete e produção de Dj Ride .


2015 marcou o regresso de Jimmy P com “FVMILY F1RST” , segundo álbum de originais. No entanto, o artista não parou por aqui e, no final do ano passado, lançou ainda um novo single em antecipação do que será o seu próximo disco a lançar já na primavera de 2016.

O tema “Valer a Pena” já conta com mais de 300.000 visualizações no Youtube e comprova o percurso ascendente do artista.

Com a confirmação da presença de Jimmy P no Sumol Summer Fest , foram revelados os primeiros seis artistas que fazem parte do cartaz do Festival: dia 24 de Junho sobem ao palco Sumol Azealia Banks, Gabriel o Pensador e Elliphant , e no dia 25 de Junho, Tinie Tempah, Madcon e Jimmy P.



O cartaz desta edição antecipa largas horas de boa música e momentos de festa numa localização privilegiada: o Ericeira Camping, junto à meca do surf na Praia de Ribeira D'Ilhas.

O Fã Pack Sumol Summer Fest , com passe de dois dias com campismo, t-shirt oficial, stickers Sumol Summer Fest e 20 packotes dourados com ofertas únicas como acesso à zona vip e aulas de surf , ainda está disponível, em exclusivo na FNAC, ao preço promocional de 50€.

Casino Estoril propõe jantar temático com a melhor gastronomia madeirense


Com uma diversificada oferta gastronómica, o acolhedor espaço do Buffet Clube IN do Casino Estoril sugere, para o próximo dia 17 de Fevereiro, a partir das 19h30, um Jantar especial dedicado à Madeira. Trata-se de mais uma noite temática do Buffet Clube IN que sugere, desta vez, um menu com as melhores iguarias desta região insular.

O Buffet Clube IN convida, assim, os visitantes do Casino Estoril a experimentar as mais genuínas especialidades da Madeira, uma região com largas tradições gastronómicas.

Buffet Clube IN do Casino Estoril - Madeira:

Quentes
- Caldo de Carne
- Filetes de Espada Dourados com Banana
- Bife de Atum em Vinha de Alhos
- Espetadas de Lombo de Novilho em Pau de Loureiro
- Alcatra de Vitela Assada com Vinho da Madeira

Frios
- Espelho de Charcutaria Diversa
- Saladas Simples e Compostas

Sobremesas
- Doces Tradicionais da Região da Madeira
- Fruta Diversa da Época

Bebidas
- Vinhos: 1/2 Garrafa de Vinho Branco ou Tinto
- 2 Imperiais, 2 Águas ou 2 Refrigerantes

Com um moderno layout, o acolhedor espaço do Buffet Clube IN dispõe de aproximadamente 90 lugares. Todos os dias, das 19h30 às 23 horas. 
Preço: 15 euros.

Os Doze de Inglaterra, a obra-prima de Eduardo Teixeira Coelho, agora disponível em álbum


A Gradiva publica em Janeiro a edição integral desta obra, com organização de José Ruy, associando-se deste modo à comemoração dos 80 anos da saída do primeiro número de O Mosquito.

Em Janeiro, a Gradiva publica na íntegra Os Doze de Inglaterra, uma das mais belas obras desenhadas por Eduardo Teixeira Coelho. Esta obra-prima da literatura de quadradinhos é editada agora em álbum, numa edição sem os cortes que apresentava quando foi primeiramente publicada n’O Mosquito, na década de 1950. Na edição original divulgada no mítico jornal, os desenhos haviam sido parcialmente amputados devido à ocupação do texto de Raul Correia, então director literário do jornal e autor da adaptação da narrativa de António de Campos Júnior. Esta edição sem esses cortes feitos no desenho, portanto, inédita, com a direcção de José Ruy, associa-se à comemoração dos 80 anos da saída do primeiro número de O Mosquito, em 14 de Janeiro de 1936.

A reprodução foi feita a partir das provas impressas da altura. O álbum editado pela Gradiva mantém a característica da cor de fundo adoptada pelo jornal, que se sobrepunha ao traço preto e que nas edições originais de cada prancha saía com tons diferentes todas as semanas. A opção foi agora a de unificar essa cor, numa publicação também ela integral. Assim, o aspecto de cada página mantém as características da publicação no jornal O Mosquito, embora muito melhorado pelas novas tecnologias actualmente disponíveis.

«Foi para realizar este seu trabalho admirável que Eduardo Teixeira Coelho (ETC), natural dos Açores, se empenhou intensamente na pesquisa sobre armas brancas e armaduras, apaixonando-se pelo tema ao ponto de, já radicado em Itália, vir a tornar-se um dos especialistas mundiais de maior vulto na matéria.

Publicou então vários livros sobre armaduras. Um dos seus trabalhos sobre o tema, publicado nos Estados Unidos, foi mesmo considerado ‘o melhor artigo sobre o assunto escrito nos últimos 50 anos’.

Com Os Doze de Inglaterra, estamos perante uma das melhores histórias de cavalaria contadas em quadradinhos», refere José Ruy, no texto introdutório desta edição.
Esta é uma edição dirigida não só aos que mantêm a recordação do tempo em que o trabalho de Eduardo Teixeira Coelho foi primeiramente publicado, como também a quem contacta pela primeira vez com a obra do reconhecido autor de histórias em quadrinhos. A narrativa, que conta os feitos de 12 cavaleiros portugueses, dos quais se destaca o corajoso Álvaro Gonçalves Coutinho (o Magriço), seguramente fará também as delícias dos leitores.

Sobre o Autor

José Ruy nasceu na Amadora em Maio de 1930. Cursou Artes Gráficas na Escola António Arroio, onde foi discípulo de Mestre Rodrigues Alves, e frequentou habilitação a Belas-Artes. Iniciou-se como desenhador com apenas 14 anos, tendo publicado ao longo da sua carreira 79 álbuns, 48 dos quais em banda desenhada, com destaque para Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação, Os Lusíadas e História (actualizada) da Amadora. Tem colaborado em diversos jornais e revistas, nomeadamente em O Cavaleiro Andante e Selecções BD. Editou e dirigiu a 2.ª série de O Mosquito. O rigor na investigação e a qualidade dos seus trabalhos têm sido apreciados de norte a sul do país, com múltiplas homenagens e a atribuição de 24 prémios. Expôs com sucesso em vários países da Europa, na China, no Japão e no Brasil. Primeiro autor a ser galardoado com o Prémio de Honra do Festival de Banda Desenhada da Amadora, em 1990. No ano seguinte foi distinguido com a Medalha Municipal de Ouro de Mérito e Dedicação da sua cidade natal.

Huawei abre a sua primeira loja em Portugal


A Huawei, líder mundial em soluções de tecnologias de informação e comunicação (TIC), e a segunda maior marca de Android da Europa faz hoje a inauguração da sua primeira loja em Portugal.

O local escolhido para a abertura da primeira loja foi o Centro Comercial Colombo, em Lisboa, por estar no topo do ranking dos centros comerciais mais visitados em Portugal. A abertura da loja é realizada em parceria com a Phone House, que será responsável pela operação comercial.

Tendo atingido mais de 27,4 milhões de dispositivos vendidos e estando presente em mais de 25.000 lojas de retalho, a Huawei cumpre mais uma etapa no objectivo principal de proporcionar a melhor experiência possível aos seus clientes. Com a abertura da sua primeira loja em Portugal, os clientes e fãs da marca poderão usufrir do melhor atendimento especializado dos produtos Huawei.

A loja é um espaço de experimentação, dos dispositivos Huawei, desde Smartphones e seus acessórios aos mais recentes Wearables da marca. Tudo isto com o apoio de uma equipa especializada e experiente da Phone House e em todo o portofólio Huawei, que tem como missão ajudar os consumidores a encontrarem um produto à sua medida.

“A abertura desta loja é o passo seguinte no plano de expansão que temos previsto para Portugal. Queremos estar mais próximos do consumidor oferecendo a melhor experiência de utilização, venda e apoio técnico a todos os nossos clientes. Esta loja é um ponto-chave para satisfazer a crescente procura dos produtos Huawei ” afirma Pedro Ferreira, Country Director da Huawei Portugal.

A abertura de uma loja Huawei, é um reflexo do crescimento da marca em Portugal no último ano, criando a necessidade de um espaço para dar apoio especializado aos consumidores da marca, numa politica de proximidade entre estes e a marca, e com o objectivo também de criar uma primeira experiência extensa para os novos consumidores.

“Esta abertura da loja Huawei e a parceria da Phone House com a Huawei, reflecte o alinhamento e estratégia de aliar uma marca de referência e de dimensão mundial com a experiência e competência comprovada no retalho especializado de telecomunicações da Phone House, com mais de 120 lojas em Portugal”, destaca Jorge Martins, Presidente executivo da Phone House.