terça-feira, 27 de abril de 2021
Luís Osório revela histórias nunca contadas da política e da sociedade portuguesas
Circuito Lisboa está vivo
Your OPO Apartments com promoção para o Dia da Mãe
O Dia da Mãe está à porta e os Your Opo Apartments estão a oferecer uma experiência especial a todas as mães. Na compra do Voucher Especial recebem uma massagem de relaxamento no apartamento selecionado, que poderá ser usufruída durante todo o mês de Maio.
O Voucher Especial Dia da Mãe tem duas modalidades, dependentes da localização pretendida, já que os Your Opo Apartments contam com mais de 50 apartamentos espalhados pelo coração da cidade. O Voucher Azul, com um custo de 110€, inclui as localizações dos Clérigos, Santa Catarina e Rua das Flores. Já o Voucher Douro, de 130€, inclui as idílicas localizações da Ribeira do Porto e da Ribeira de Gaia, com vista direta para o Douro, e os apartamentos do Bolhão, situados num edifício histórico e luxuoso.
Os Your OPO Apartments apresentam um conjunto de apartamentos que acomodam de 2 a 8 pessoas, sendo todos eles kids friendly e alguns, inclusivamente, pet friendly. Os alojamentos, e respetivas localizações, podem ser consultados no site da marca - https://youropoapartments.com/pt/. Todas elas apresentam localizações centrais, as melhores vistas da cidade, cozinha equipada e, na sua generalidade, varanda.
Na compra do Voucher Especial Dia da Mãe, os Your Opo Apartments oferecem uma massagem de relaxamento às mães no conforto do alojamento escolhido. O serviço é prestado por Daniela Oliveira Terapias e será agendado mediante a preferência da hóspede. “Ao longo do ano procuramos sempre promover experiências diferenciadas que acrescentem valor aos nossos alojamentos. Desta vez pensamos em surpreender as mães com uma estadia especial e um momento de relaxamento, que certamente será bem merecido!” - refere Luís Ramos, COO dos Your OPO Apartments.
Este Voucher pode ser adquirido via e-mail - info@youropoapartments.com - ou via telefone - +351 919 472 801, ficando disponível de imediato.
António Zambujo Voz e Violão
“António Zambujo Voz e Violão”, o novo disco de António Zambujo, está disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais e lojas físicas. A apresentação oficial ao vivo do novo álbum de António Zambujo acontecerá no âmbito da Santa Casa Portugal Ao Vivo, a 21 de Maio, na Super Bock Arena, no Porto, e a 28 de Maio, no Campo Pequeno, em Lisboa.
Nascido em Beja, a 19 de Setembro de 1975, António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas, e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo.
Ao nono álbum, oitavo de originais, “António Zambujo Voz e Violão”, o músico inspira-se no nome de um dos discos da sua (e da nossa) vida, “João Voz e Violão”, álbum de João Gilberto editado em 1999, e volta, nada acidentalmente, ao essencial. Como escreveu o jornalista Luís Osório: «Um dia, num qualquer futuro mais ou menos distante, dir-se-á que este disco é um dos mais importantes da carreira de António Zambujo. Não por se julgarem menores alguns dos álbuns que o antecederam e ainda menos pela qualidade de todas as canções que ainda não compôs ou deu voz. Simplesmente porque “Voz e Violão” será sempre associado a um tempo que nos provou o quanto somos frágeis e o quanto precisamos de nos repensar numa urgência do que é essencial.».
António Zambujo incorporou as influências do cancioneiro brasileiro, em particular da Bossa Nova, na sua música, primeiro forjada na tradição do Cante Alentejano e do Fado, de onde partiu para criar uma personalidade única, inspirando um novo ciclo na música portuguesa, ao mesmo tempo que derruba fronteiras, reais ou imaginárias, aproximando os dois lados do Atlântico. Na sua discografia, “Até Pensei Que Fosse Minha”, o álbum de tributo a Chico Buarque que editou em 2016 e que lhe valeu inclusivamente a nomeação para o Grammy Latino no ano seguinte, na categoria de Melhor Disco de MPB, não causou por isso estranheza.
Também não pareceu bizarro que em finais de 2018 tenha chamado “Do Avesso” ao novo álbum de originais, em que voltou a reinventar-se, recorrendo à participação da Orquestra Sinfonietta de Lisboa, e que acabaria por ser distinguido com o Prémio José Afonso 2019. O júri considerou que “Do Avesso” representava «não só a continuação do percurso extremamente coerente de António Zambujo, mas também um ponto alto pela confirmação das suas qualidades interpretativas e a grande inspiração criativa que revela» e acrescentou ainda que «cada canção de Zambujo conta uma história, e cada álbum é, em si, uma história, na linha de José Afonso, para quem a música estava intrinsecamente ligada quer à sua vida interior, quer às circunstâncias do mundo em que viveu». E são vários os capítulos anteriores desta obra que António Zambujo vem criando, desde a estreia em 2002 com “O Mesmo Fado”, seguido de “Por Meu Cante” (2004), “Outro Sentido” (2009), “Guia” (2010), “Quinto” (2012), e “Rua da Emenda” (2014).
Na infância passada no Alentejo, António Zambujo cresceu com forte ligação à música - começou por estudar clarinete com apenas 8 anos, mas foi sobretudo a tradição viva do Cante Alentejano e do Fado que o fizeram músico. Acabando por fixar-se em Lisboa, onde começou por dividir o tempo entre a experiência diária do Fado e a participação em musicais, foi trilhando um impressionante caminho, marcado por prémios e distinções, com destaque para a comenda da Ordem do Infante D. Henrique, entregue pelo Presidente da República em 2015.
Há poucos lugares no planeta que não tiveram ainda o privilégio de já terem ouvido a Voz de António Zambujo ao vivo. Com tantos mundos dentro do seu mundo, quer se apresente rodeado de músicos ou apenas acompanhado pela sua guitarra, como teremos agora a oportunidade de assistir nos concertos de “António Zambujo Voz e Violão”, é sempre, como disse Caetano Veloso, 7 álbuns antes, “de arrepiar e fazer chorar”.
“Mais família, mais amor” é a mais recente campanha do AXN White
Editorial Presença publica Amanda Gorman em Portugal
Chão Maior em concerto
Após o lançamento do álbum de estreia de Chão Maior - sexteto que junta Yaw Tembe (trompete) a Norberto Lobo (guitarra), Ricardo Martins (bateria), Leonor Arnaut (voz), João Almeida (trompete), Yuri Antunes (trombone) - chega finalmente a hora de subir ao palco. A apresentação ao vivo de Drawing Circles tem data marcada para 28 de abril, às 20:30, na Culturgest, em Lisboa, que conta ainda com a parti e 30 de abril, às 21:15, no gnration, em Braga.
No concerto da Culturgest, o ensemble conta ainda com a participação de Salomé Pais Matos, em harpa, e de Igor Dimitri nas imagens de vídeo.
Pensado e desenhado no decorrer dos últimos anos, com os primeiros rascunhos feitos em meados de 2018, Chão Maior foi-se tornando no maior projeto musical do trompetista Yaw Tembe e, no início de 2021, viu finalmente a sua estreia em disco, com o lançamento de Drawing Circles, pela Revolve.
Ao longo deste caminho, o músico foi originando diálogos íntimos entre os diferentes membros do que acabaria por se transformar num sexteto plural, mas confluente. Esta união imprevisível foi explorando idiomas, influências e estilos díspares, deixando que Chão Maior fosse absorvendo todo um mosaico de contextos que foram entrando na criação de algo novo e desafiante.
Chão Maior é, então, e sem qualquer desvio, a soma das suas partes, um terreno onde desaguam rock, jazz, folk ou kraut, numa corrente em que improvisação e experimentação ditam os impulsos mais fortes. E, no entanto, essa soma jamais anula as suas parcelas e elementos, com cada músico a deixar a sua respiração e autoridade em composições que se assumem próximas dos sistemas sociais inscritos na música de Sun Ra, em Ghetto Music de Eddie Gale ou no harmolodics de Ornette Coleman. Propõem ainda uma intersecção afetiva com o trabalho de land art de Richard Long, dando um corpo audível ao nome que os identifica nesta demanda sonora.
Os bilhetes custam entre 5€ e 14€ ( com descontos) e estão à venda na Culturgest e na rede Ticketline.








