sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O que fazer em Lisboa? A Roda de Oleiro está de volta ao Museu do Oriente



Trabalhar o barro, sentir o ritmo da roda e acompanhar a forma que nasce entre as mãos. Em Fevereiro, o Museu do Oriente volta a apostar numa das suas propostas mais procuradas: as oficinas de Roda de Oleiro, pensadas para quem procura abrandar, experimentar e aprender uma técnica com séculos de história.

Com raízes profundas nas culturas do Oriente, a roda de oleiro assenta numa relação directa com a matéria-prima, num processo de criação que valoriza o tempo, a atenção e a repetição do gesto. Essa é, precisamente, a lógica que orienta a oficina Roda de Oleiro – Iniciação, dirigida a quem procura ter um primeiro contacto com a cerâmica e perceber como o barro responde ao toque, à pressão e ao movimento.

Ao longo de quatro sessões intensivas, os participantes aprendem as bases da técnica, como centrar o barro, puxar, moldar e finalizar, e desenvolvem formas simples, como taças, cilindros ou recipientes fechados. A componente prática ocupa um lugar central nesta oficina, complementada por uma breve contextualização histórica que ajuda a enquadrar a cerâmica enquanto tradição artística e cultural.

Para quem já passou pela iniciação, o Museu propõe ainda a oficina Roda de Oleiro – Nível 2, dedicada ao aprofundamento técnico e criativo desta prática milenar. Aqui, o trabalho evolui para formas mais complexas, como jarras, potes, garrafas e pratos, e explora detalhes como gargalos, asas, tampas e acabamentos decorativos, num diálogo entre referências orientais e ocidentais.

Com grupos reduzidos e acompanhamento próximo, estas oficinas oferecem uma experiência imersiva, onde o erro faz parte do processo e o tempo deixa de ser um obstáculo. Num quotidiano marcado pela pressa e pelo digital, a Roda de Oleiro convida a fazer o contrário: parar, repetir e deixar que a forma surja ao seu próprio ritmo.

Oficina | RODA DE OLEIRO - Iniciação
Sexta a segunda | 20 a 23 Fevereiro [Turmas 2 e 3 ]
Turma 2 | 13.30 às 17.00 [sexta e segunda] e 9.30 às 13.00 [sábado e domingo]
Turma 3 | 18.00 às 21.30 [sexta e segunda] e 14.00 às 17.30 [sábado e domingo]
Público-alvo: M/ 16 anos [idade indicativa]
Participantes: Máx.7
Preço: 220€

Oficina | RODA DE OLEIRO – Nível 2
Sexta a segunda | 13 a 16 Fevereiro
18.00 às 21.30 [sexta e segunda] e 14.00 às 17.30 [sábado e domingo]
Público-alvo: M/ 16 anos [idade indicativa] | Frequência da oficina Roda de Oleiro – Iniciação
Participantes: Máx.7
Preço: 240€

Gladiator Poker Series com centenas de participantes no Casino Lisboa



Com um prémio garantido de 250 mil euros, a Gladiator Poker Series decorre, de 31 de janeiro a 8 de fevereiro, no Casino Lisboa. Centenas de jogadores participarão neste evento de poker de dimensão internacional que promete mais de uma semana repleta de emoções no Casino Lisboa.

A Gladiator Series é um festival de poker único, inspirado na Roma Antiga, onde todos os torneios são no formato Bounty: KO, PKO, Mystery Bounty, Bounty Quattro, Accumulator KO e muitos outros.

Com registo temático, a sala de poker distingue-se por uma atmosfera de um coliseu romano, em que os dealers se vestem de gladiadores e os troféus são inspirados em capacetes de gladiadores.

Na Gladiator Series, a vitória não significa, apenas, sobreviver, mas trata-se, também, de eliminar os outros participantes. Por isso mesmo, foi criado o Killer Rankings que consiste em duas tabelas de classificação exclusivas, projectadas para premiar os jogadores mais arrojados e destemidos. 



O Gladiator Poker Series oferece um extenso programa com seis torneios Bounty:
- €250 Opening [Bounty Quattro] - 25.000€ GTD
- €770 High Roller [PKO] - 50.000€ GTD
- €550 Main Event [Mystery Bounty] - 125.000€ GTD
- €550 Pot Limit Omaha [KO Accumulator] - 15.000€ GTD
- €250 Mini Me [KO Accumulator] - 25.000€ GTD
- €150 The Closer [Ultra KO] - 10.000€ GTD
- E muitos outros eventos paralelos



Com uma programação repleta de provas de poker, os participantes e o público em geral terão, ainda, à sua disposição um cartaz de índole cultural que inclui a stand-up comedy “Go Go” no próximo dia 1 de fevereiro, às 21h00, no Auditório dos Oceanos; a animação musical no Arena Longe, nos dias 31 de janeiro e 5, 6 e 7 de fevereiro, das 22h15 às 03h00, bem como a oportunidade de usufruir diariamente da qualidade da oferta de bares e de espaços de restauração do Casino Lisboa.

Torre dos Clérigos propõe roteiro especial para o Dia de São Valentim



O amor celebra-se de várias formas na Torre dos Clérigos, que assinala o Dia de São Valentim com um roteiro especial pensado para criar memórias inesquecíveis.

Nos dias 13 e 14 de fevereiro, os Clérigos convidam o público a viver o Porto, a partir de dois programas distintos: uma experiência artística a dois e uma subida noturna com um brinde no miradouro mais emblemático da cidade.

No dia 14 de fevereiro, a Torre dos Clérigos torna-se palco de um momento verdadeiramente mágico, com a iniciativa “Um brinde nas alturas”. Entre as 18h30 e as 22h30, decorrem sessões exclusivas de 30 minutos, em que cada casal é convidado a subir à Torre e a brindar com a cidade como pano de fundo. A experiência inclui uma garrafa de espumante Murganheira, uma caixa de chocolates em forma de coração da Arcádia e, ainda, uma surpresa especial, pensada para eternizar esta ocasião. Uma forma de celebrar o amor com vista privilegiada, no coração da Invicta.

Já nos dias 13 e 14 de fevereiro, a proposta passa pela criatividade e pela partilha, com a atividade “Pinta o teu Par”, promovida pelo atelier de cerâmica dos Clérigos, Ollarisca. Num ambiente descontraído, cada participante é convidado a pintar o seu par, seja ele amoroso, familiar, ou de amizade, numa experiência vivida a dois e acompanhada por um flute de espumante e uma caixa de chocolates em forma de coração, da Murganheira e da Arcádia respetivamente. No final, cada dupla leva consigo as peças criadas, como recordação de um momento marcado pela expressão artística e pela cumplicidade.

Ambas as iniciativas estão sujeitas a reserva prévia.
Valor: Um brinde nas alturas: 25€/ casal
Valor: Pinta o teu par: 45 €/ casal

A voz rebelde da literatura turca chega a Portugal



As Noites Frias da Infância é o primeiro livro de Tezer Özlü publicado pela Livros do Brasil. Frequentemente comparada a Sylvia Plath ou Virginia Woolf pela sua honestidade sobre a saúde mental e o papel da mulher na sociedade, Tezer Özlü é uma figura incontornável da literatura turca do século XX.

Mosaico fragmentado de memórias e sensações da autora, As Noites Frias da Infância foi o seu primeiro romance e configura em simultâneo um testemunho poderoso da Turquia do pós-Segunda Guerra Mundial. A narrativa acompanha uma mulher que se recusa a conformar com as estruturas rígidas da sociedade turca: a família conservadora, a educação puritana e o peso das tradições. Cada página é um grito de independência contra uma sociedade patriarcal e a opressão feminina.

Com uma prosa despida de artifícios, Özlü percorre a sombria infância num bairro pobre nos arredores de Istambul, o despertar sexual e a luta contra a depressão, que a leva a sucessivos internamentos psiquiátricos.

O livro encontra-se em pré-venda e chega às livrarias a 5 de fevereiro.

Sobre a Autora

Tezer Özlü nasceu em 1943 em Simav, na Turquia, e estudou no colégio austríaco de Istambul. Em 1978 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de contos, a que se seguiu, em 1980, o romance As Noites Frias da Infância. Com um estilo introspetivo e autobiográfico, as suas obras exploram temas como a saúde mental, as amarras sociais e a complexidade da psique humana. Tezer Özlü faleceu em 1986, na Suíça, vítima de cancro da mama. Incompreendida durante grande parte da sua curta existência, é hoje aclamada como uma figura proeminente da literatura turca, com obras traduzidas em mais de vinte línguas.

O caminho para o equilíbrio energético



Jennie Harding apresenta uma abordagem clara e acessível sobre a ligação entre os sete chakras principais e as propriedades energéticas dos cristais.

A utilização de cristais surge como uma ferramenta de equilíbrio energético e de promoção do bem-estar holístico. Para ajudar a compreender melhor este tema, Os cristais dos 7 chakras, de Jennie Harding, combina conhecimento ancestral com práticas contemporâneas de autocuidado.

A autora explica, de forma simples, o funcionamento de cada chakra, o seu impacto a nível físico, emocional e espiritual, e como os cristais podem ser utilizados para promover harmonia e alinhamento energético, tornando o livro adequado tanto para iniciantes como para praticantes experientes de terapias holísticas.

A obra inclui ainda sete cristais, permitindo que o leitor aplique de imediato os ensinamentos apresentados.

O livro já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 5 de fevereiro.

Sobre a Autora

Jennie Harding tem 20 anos de experiência como terapeuta, trabalhando com vários métodos de cura, incluindo cristais, óleos essenciais, ervas, tratamentos com energia dos cristais, incenso e técnicas de beleza naturais. É autora de 16 livros. De 1992 a 2005 foi professora de Terapias com Óleos Essenciais no Tisserand Aromatherapy Institute.

Sugestões da Couto para o Dia dos Namorados



Fevereiro está à porta, trazendo consigo o dia em que se celebra o amor. O Dia dos Namorados é a ocasião perfeita para surpreender quem mais amamos com gestos que ficam na memória. A Couto apresenta sugestões únicas, feitas em Portugal, para dar aquele presente único, com um toque vintage e inesquecível à nossa cara-metade.

Novo Ambientador Couto
O presente ideal para criar um ambiente romântico, para uma noite inesquecível.

Sofisticado e envolvente, o novo Ambientador Couto é mais do que uma fragrância, é uma experiência olfativa que transforma qualquer espaço com frescura, luz e elegância.

A sua composição abre com notas cítricas e luminosas de bergamota e laranja, evolui para um coração floral de jasmim, lírio e rosa, e culmina numa base acolhedora de âmbar, almíscar, cedro e chá verde.

PVP recomendado a partir de: 25,26 €



Bálsamo Labial COUTO Caramelo
Proporciona aos lábios o cuidado que eles merecem com uma fórmula enriquecida com manteiga de karité, vitamina E e um substituto vegetal da lanolina, que hidrata, nutre e protege contra agressões externas.

Com um delicioso aroma a caramelo, este bálsamo transforma o cuidado diário num prazer, para eles e para elas.

PVP recomendado a partir de: 6,28 €



Bálsamo Labial COUTO Morango
Com um agradável aroma de morango e uma ligeira cor que realça os lábios, este bálsamo – fácil de transportar e aplicar – será um aliado do dia a dia. Com uma fórmula enriquecida com manteiga de karité, vitamina E e um substituto vegetal da lanolina, permite hidratar, nutrir e proteger os lábios, enquanto dá cor, cuidando e realçando o seu sorriso.

PVP recomendado a partir de: 6,28 €

Para ficar a conhecer todas as opções que a Couto tem para oferecer, pode visitar a Loja Couto, que fica na Rua de Cedofeita, no Porto, ou a loja online, em https://couto.pt/, que permite fazer encomendas para qualquer zona do País.

Loja Couto
Morada: Rua de Cedofeita, n.º 330, 4050-174 Porto
Horário:
Encerrada à terça-feira e domingo.
Segunda-feira, quarta-feira a sábado, das 10h00 às 14h00 e das 15h00 às 19h00.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Milka lança novos Milka Choco Croissant




A Milka assinala o Dia Mundial do Croissant, celebrado a 30 de janeiro, com inovação na categoria dos croissants embalados. A nova gama Milka Choco Croissant leva o icónico chocolate Milka a novos momentos de consumo, através de uma proposta indulgente, pensada para pausas doces ao longo do dia.

Depois da estreia de sucesso de Milka Choco Croissant com cobertura e recheio de Chocolate, que marcou a entrada da marca no segmento dos croissants embalados, Milka dá agora continuidade à expansão da gama com o lançamento do Milka Choco Croissant com recheio de Baunilha. A boa receção por parte dos consumidores veio confirmar a relevância da marca para além do chocolate e das bolachas, reforçando a sua forte aposta em inovação.

“Os croissants são muito mais do que um snack prático para levar, são um verdadeiro momento de conforto e prazer no meio da rotina diária. Os croissants embalados são ideais para dar um pequeno boost ao dia, especialmente durante os meses de inverno, quando os dias são mais curtos. É por isso que queremos fazer do Dia Mundial do Croissant uma celebração para todos - desde os verdadeiros fãs de croissants aos consumidores ocasionais”, afirma Filipa Ponte, Head of Customer Activation Mondelēz Portugal.  “Este momento celebra não só a tradição de um bom croissant, mas também a inovação. Desde receitas melhoradas a novos formatos e sabores, as nossas equipas elevam continuamente o nível para criar novas opções de snacking  que os consumidores adoram”.

Com uma massa macia e recheio cremoso, Milka Choco Croissant transforma momentos simples em pequenas pausas de conforto, seja num momento “me time”, acompanhado por uma bebida quente, ou num momento de partilha, em casa ou “on the go”. Prático e pronto a consumir, a marca responde à procura crescente por snacks que aliam conveniência e prazer, especialmente nos meses de inverno.

A categoria de croissants embalados tem vindo a crescer, oferecendo uma alternativa acessível aos produtos de pastelaria tradicional, sem abdicar da textura suave e do sabor consistente. É neste contexto que a Mondelēz continua a apostar em receitas melhoradas, novos formatos e sabores, elevando a experiência do consumidor.

Não há portão, fechadura ou ferrolho que possam impor à minha liberdade mental



«Mas, dir-me-ão, pedimos-lhe que falasse sobre mulheres e ficção – que tem isso que ver com um quarto só para si? […] uma mulher precisa de dinheiro e de um quarto só para si se quiser escrever ficção». Este foi o mote de Virginia Woolf para empolgantes palestras sobre mulheres e ficção, em outubro de 1928, nas faculdades femininas de Newnham e Girton, da Universidade de Cambridge.

Os dois artigos lidos pela autora viriam depois a ser expandidos e agregados numa só edição que afirma, sem margem para subterfúgios, argumentações enviesadas ou revisionismos à l’air du temps, que a «verdadeira natureza da mulher e da verdadeira natureza da ficção» são «grandes problemas por resolver». Assim nasceu Um Quarto Só para Si – e que outro título poderia ter? –, um tour de force sobre a condição social das mulheres e o ato da criação, desde a Antiguidade até ao século que viu Virginia Woolf tornar-se uma das maiores vozes da literatura mundial. É, numa só palavra, um texto sobre uma coisa que rareia cada vez mais: liberdade.

Feminista, precursor e mais atual do que nunca, o ensaio termina com uma imagem pungente. «Disse-vos, no decorrer deste artigo, que Shakespeare teve uma irmã. Mas não a procurem na biografia do poeta escrita por Sir Sidney Lee. […] estou convencida de que esta poeta que nunca escreveu uma só palavra e foi enterrada numa encruzilhada ainda vive. Ela vive dentro de vocês e de mim e dentro de muitas outras mulheres que não estão aqui hoje, por estarem a lavar a louça e a deitar os filhos.»

Um Quarto Só para Si chega à rede livreira nacional no próximo dia 5 de fevereiro, com chancela da Bertrand Editora, numa tradução de João Pedro Vala. Na capa La Siesta, de Joaquín Sorolla (1911). 

Sobre a Autora

Virginia Woolf nasceu em Londres a 25 de janeiro de 1882, filha de Sir Leslie Stephen, escritor e historiador ilustre da Inglaterra vitoriana. Desde cedo ligada a grupos de intelectuais, casou em 1912 com Leonard Woolf e com ele fundou a editora Hogarth Press, responsável pela revelação de autores como Katherine Mansfield e T. S. Eliot e pela publicação das suas próprias obras. Reconhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo britânico, destacam-se entre os seus trabalhos os romances Mrs Dalloway (1925), Orlando (1928) e As Ondas (1931), assim como o ensaio Um Quarto que Seja Seu (1929). Após sucessivas crises depressivas e não suportando o isolamento provocado pelo agravar da Segunda Guerra Mundial, suicida-se a 28 de março de 1941, em Lewes.

O Céu da Língua: a peça fenómeno de Gregório Duvivier em digressão europeia



Depois de ter sido vista por mais de 200.000 espectadores em Portugal e no Brasil, O Céu da Língua, de Gregório Duvivier, regressa em grande para uma digressão europeia que promete voltar a emocionar o público numa viagem pela palavra e pelo poder da linguagem.

Dirigida por Luciana Paes, com música original de Pedro Aune e projeções de Theodora Duvivier, a peça afirma-se como um fenómeno raro: um espetáculo que cruza stand-up comedy, poesia falada e dramaturgia, transformando a língua portuguesa no seu próprio palco.

Em março de 2026, Gregório Duvivier apresenta-se em algumas das salas mais emblemáticas de Portugal, com destaque para três Coliseus: 12 de março em Lisboa (Coliseu dos Recreios), 18 de março no Porto (Coliseu Porto Ageas) e 16 de março nos Açores (Coliseu Micaelense) — além de passar também no dia 13 de março pela Madeira (Teatro Municipal Baltazar Dias) e dia 25 de março por Évora (Teatro Garcia de Resende).



A digressão estende-se ainda a várias capitais e centros culturais europeus, levando O Céu da Língua a Londres, Reino Unido – Islington Assembly Hall (11 de março), Berlim, Alemanha – Colosseum Berlin (20 de março), Dublin, Irlanda – The Ambassador Theatre (22 de março), Barcelona, Espanha – Teatre Casino L’Aliança del Poblenou (24 de março), Bruxelas, Bélgica – Espace Lumen (27 de março) e Paris, França – Le Trianon (29 de março).

Ao longo desta digressão, o espetáculo convida o público de diferentes países a mergulhar numa reflexão divertida e profunda sobre a linguagem, a comunicação, os mal-entendidos e o lugar central da palavra na construção do pensamento, da identidade e das relações humanas.

O Céu da Língua é mais do que um espetáculo de humor: é um encontro entre teatro, literatura e performance, conduzido por um dos mais importantes criadores da cena contemporânea brasileira, numa celebração vibrante daquilo que nos une — a capacidade de falar, de imaginar e de contar histórias.

Gregório Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por quê?

O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética. Gregório descobre o poder da fala e nos lembra que o homem, nada mais é do que um macaco que fala – e todas as outras diferenças derivam disso.

Uma peça para rir, pensar e sair do teatro com a sensação de que a língua, afinal, é o mais poderoso território.

Casino Estoril renova ciclo de espectáculos gratuitos em fevereiro



O Casino Estoril renova, em fevereiro, o programa de animação musical no remodelado espaço do Lounge D. Às terças-feiras, estará em evidência o ciclo fado tropical, enquanto de quarta-feira a domingo, será a vez de jovens intérpretes partilharem o palco com a banda residente do Casino Estoril. O cartaz prolonga-se, ainda, com o ciclo DJ Sessions, de quinta-feira a sábado, das 00h30 às 02h30, e aos domingos, das 19h00 às 21h00. A entrada é gratuita.

Fado Tropical - Às terças-feiras
Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin: Dias 3, 10, 17 e 24
O ciclo Fado Tropical é o novo destaque da animação musical no Lounge D. Nani Medeiros e João Pita e Fernando Dalcin apresentam uma nova abordagem musical, designada de fado tropical. Os experientes músicos propõem uma viagem sonora pelo mundo da lusofonia. O espectáculo visita o samba-canção, o fado, o choro e até as mornas, criando um encontro vibrante entre saudade, ritmo e tradição, num ambiente elegante e intimista.



Artista convidado com a banda residente do Casino Estoril - De quarta a domingo
Carla Ribeiro (Divas): Dias 1, 7, 19 e 26
Carla Ribeiro divide o seu tempo como cantora de suporte dos artistas Ágata e Telmo Miranda e como solista em diversos casinos, eventos privados ou corporate para empresas líderes de mercado como PMP, Bythemusic ou Wishitdoit.

Nuno Gonçalo de Matos (Clássicos Intemporais): Dias 4, 8 e 18 
Nuno Gonçalo de Matos iniciou a sua carreira no projecto "Spell Choir" com o qual venceu o programa “Acapella” da RTP1, levando-o mais tarde a representar Portugal na Rússia. Posteriormente, criou o trio acústico Jazzway e os Soundbox, dos quais é vocalista. Nuno Gonçalo de Matos esteve 6 meses na Grécia como parte integrante do elenco do espectáculo de teatro musical "Jersey Tones", tendo regressado, recentemente, aos palcos nacionais. 

Joana Alfaiate (80’s / 90’s): Dias 5, 12, 13, 21 e 28
Joana Alfaiate integrou diversos projectos musicais, tendo participado em dois programas de talentos musicais da RTP, “Não Te Esqueças da Letra” e “The Voice Portugal”. Lidera a banda Pink Lemonade, um projecto acústico e intimista, com o qual apresenta temas intemporais do rock e do pop nos mais diversos palcos de norte a sul do país.

GUTTA (2000’s): Dias 6, 14, 20 e 27
Filha de músicos e produtores, GUTTA, teve contacto com o mundo do espetáculo desde muito cedo, acompanhando os pais nos seus espetáculos e produções. Fez parte da banda State of Mind, com a qual actuou por diversas vezes no Casino Estoril. GUTTA propõe, nos próximos dias 6, 14, 20 e 27 um repertório bastante actual e que conta com inúmeros êxitos nacionais e internacionais, dos últimos 25 anos.



Miguel Cruz (Pop / Rock Nacional): Dias 11 e 25
Miguel Cruz iniciou o seu percurso, em simultâneo, na música e no teatro, participando em projectos de música etnográfica e tradicional portuguesa com dois álbuns gravados e produzidos por José Barros. Paralelamente, participou em vários projectos de covers, dos quais se destaca os Popkorn, Radiofive e Bad Name, tendo passado pela maior parte dos bares do distrito de Lisboa. É fundador e cantor do projecto de originais Namorados da Cidade, com o qual já gravou dois CD editados pela Farol Música, assinando a autoria de algumas das letras. 

Raquel Martins (blues e Soul): Dias 15 e 22
Raquel Martins regressa ao Lounge D para recriar numerosos clássicos de blues e soul. Numa antevisão sobre os seus espectáculos, Raquel Martins revela: “Irei convidar os visitantes do Casino Estoril a viajar por grandes clássicos que marcaram as últimas décadas da música internacional.” Apaixonada pelo mundo da música, Raquel Martins contactou muito cedo com as vozes das grandes divas do soul que se tornaram uma referência para si e a inspiraram em participar em vários projectos no meio artístico. 

DJ Sessions - De quinta a domingo
O programa de animação musical oferece, também, o ciclo DJ Sessions. Estarão em destaque os melhores sets dos DJ’s Fonz, Rui Remix e Chenandoad. De quinta-feira a sábado, das 00h30 às 02h30, e aos domingos, das 19h00 às 21h00. O cartaz é o seguinte:

DJ Fonz actua às quintas-feiras e aos sábados, das 00:30 às 02:30
Fonz é um DJ português movido pela paixão pela música desde os 14 anos, conhecido pelos seus sets envolventes que fundem Deep, Afro Funky, Melodic e Organic House.

DJ Rui Remix será residente às sextas-feiras, das 00:30 às 02:30
DJ Rui Remix é uma figura incontornável da noite portuguesa com uma carreira de 45 anos ao serviço do djing, animação e, também, da divulgação musical. Rui Remix, que muitos carinhosamente tratam por mestre, é um DJ com uma cultura e conhecimento musical muito vasto, e continua a ser uma referência para muitos jovens e até alguns dos novos valores do panorama nacional.

DJ Chenandoah actua aos domingos, das 19:00 às 21:00
DJ e Produtor musical, Chenandoah distingue-se pelo seu estilo musical abrangente, mas predominante em Soulful House, Disco House e Latin House.  

De quinta-feira a domingo - DJ Sessions
DJ Fonz: dias, 5 e 7, 12 e 14, 19 e 21, 26 e 28
DJ Rui Remix: Dias 6, 13, 20 e 27
DJ Chenandoad: Dias 1, 8, 15 e 22

Fontes Sonoras inicia novo ciclo de residências em 2026



O Fontes Sonoras é um projeto de residências artísticas dedicado à escuta e à criação sonora em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, em Leiria. Iniciado em 2025, o projeto estrutura-se em três residências artísticas distribuídas ao longo do ano, acompanhando diferentes estações - inverno, primavera e outono - e convidando artistas a explorar o som como ferramenta de leitura sensível da paisagem, da ecologia e das relações entre humano e ambiente. 

Na sua edição inaugural, em 2025, o Fontes Sonoras acolheu três residências artísticas: o compositor e artista sonoro Andreas Trobollowitsch, em março; a dupla Inês Tartaruga Água & Xavier Paes, em maio; e os artistas Rie Nakajima & Pierre Berthet, em outubro. Ao longo destas residências, o projeto afirmou-se como um espaço de experimentação sonora, criação site-specific e encontro entre práticas artísticas contemporâneas e a comunidade local.

Em 2026, o Fontes Sonoras dá continuidade a este percurso com um novo ciclo de três residências. A primeira residência deste ano conta com o artista Gil Delindro, um dos nomes portugueses com maior reconhecimento internacional na área da arte sonora e no cruzamento entre som, escultura e ecologia. A residência decorre entre 22 de fevereiro e 1 de março, culminando com uma apresentação pública no dia 1 de março, onde será partilhado o resultado do processo de investigação e criação desenvolvido no território.

A prática artística de Gil Delindro tem-se centrado, ao longo da última década, na pesquisa de campo e na leitura crítica da paisagem, explorando temas como biodiversidade, ecologia e políticas territoriais. O seu trabalho parte frequentemente da captação sonora, da observação direta e do contacto prolongado com contextos naturais diversos, da floresta amazónica a glaciares, desertos e parques naturais, procurando ativar relações sensíveis entre som, matéria e lugar.

No contexto do Fontes Sonoras, o artista dará continuidade a uma linha de trabalho recente relacionada com as políticas de florestação nacional e as formas de resiliência face aos incêndios florestais. A proposta passa pela criação de uma peça escultórica de arte sonora, construída a partir de materiais orgânicos recolhidos localmente, que se afirmam através da sua sonoridade em tempo real. A obra será entendida como um dispositivo sensível e site-specific, aberto às características do território e ao tempo limitado da residência.

A região de Leiria, profundamente marcada pelos incêndios florestais da última década, em particular o de 2017 que afetou gravemente o Pinhal de Leiria, surge como um contexto central para esta investigação artística. Através do som e da escultura, o trabalho de Gil Delindro propõe-se contribuir para uma reflexão partilhada sobre a transformação da paisagem florestal, a valorização de espécies autóctones e os modos como nos relacionamos com o território.

A apresentação pública no dia 1 de março será um convite à experiência direta desta nova criação, num encontro entre som, matéria, paisagem e comunidade.

Depois de Gil Delindro, o Fontes Sonoras prossegue na primavera, entre 12 e 19 de Abril, com Matilde Meireles, artista sonora portuguesa cuja prática cruza escuta profunda, composição e investigação sobre memória, território e perceção sonora. No outono, entre 25 de outubro e 1 de novembro, o projeto acolhe Kathy Hinde, artista e compositora britânica cujo trabalho explora fenómenos naturais, sistemas ecológicos e processos colaborativos entre humanos e não-humanos.

À semelhança do ano anterior, o Fontes Sonoras continua a reforçar a dimensão de proximidade com a comunidade local, promovendo momentos de partilha e contacto com práticas contemporâneas de arte sonora, entendidas aqui como ferramentas de escuta ativa, reflexão ecológica e diálogo coletivo.

Fontes Sonoras é uma iniciativa da Omnichord, com curadoria de Raquel Castro e direção artística de Gui Garrido, dedicada à criação artística em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, promovendo novas formas de escuta e relação com o ambiente.

Estreias de cinema de 29 de Janeiro de 2026



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Regresso a Silent Hill

Atormentado pela perda de Mary, a mulher que sempre amou, James Sunderland recebe uma carta supostamente escrita por ela, na qual lhe pede que regresse à casa de ambos, em Silent Hill, uma cidade do Maine reduzida a ruínas desde que foi alvo de uma evacuação de emergência. Ao chegar, descobre que o local se encontra sob o domínio de uma força malévola, capaz de manipular a mente das pessoas. À medida que percorre ruas abandonadas e edifícios em ruínas, James depara-se com criaturas aterradoras e começa a questionar a própria sanidade. Entre a dúvida e o medo, tenta encontrar forças para salvar a mulher que ama.

Inspirado em  “Silent Hill 2”, um videojogo de sobrevivência desenvolvido pela Team Silent da Konami Computer Entertainment Tokyo e publicado pela Konami, este filme de terror psicológico é realizado por Christophe Gans, a partir de um argumento escrito em colaboração com Sandra Vo-Anh e Victor Hadida. Jeremy Irvine e Hannah Emily Anderson assumem os papéis principais. 



Living the Land - O Vento É Imparável

Distinguido com o Urso de Prata para melhor realização no Festival de Berlim de 2025, este drama acompanha Chuang, um menino de dez anos que, durante a década de 1990, vive numa pequena aldeia chinesa com os avós, enquanto os pais e os irmãos mais velhos deixam o campo em busca de melhores condições de vida na cidade.
Ao longo das estações de um ano — entre o trabalho agrícola, relações familiares, festividades e tradições locais —, o espectador observa, através do olhar do rapaz, as profundas transformações sociais num país em mudança.

Realizado e escrito pelo realizador chinês Huo Meng, este drama conta com as interpretações de Wang Shang, Zhang Chuwen, Zhang Yanrong, Zhang Caixia, Cao Lingzhi, Zhou Haotian, Jiang Yien, Kaidong Yang, Liu Hongai e Zhong Wan.


Frankie e os Monstros

Frankie é uma pequena criatura criada por um professor louco no castelo Grotescus, com uma missão muito especial: proteger todos os monstros que ali vivem da ira dos habitantes da cidade. Porém, quando o dono de um circo ambulante o conhece, propõe levá-lo consigo para o transformar na grande atracção do seu espectáculo. Preocupados com o destino do pequeno Frankie, os seus amigos monstros decidem enfrentar o medo das pessoas, atravessar as portas do castelo que os tem resguardado e ir resgatá-lo.

Realizada e escrita por Steve Hudson, a partir da banda desenhada homónima escrita em 2011 pelo britânico Guy Bass, esta animação conta, na versão original, com as vozes de Asa Butterfield, Joel Fry, Alison Steadman, Rob Brydon, Seth Usdenov, Fern Brady, Tia Bannon, Jamali Maddix, Paul Tylak e Ruth Gibson. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

“Show Me How You Burlesque” no Casino Estoril



O Auditório do Casino Estoril recebe, nos dias 20 e 21 de fevereiro, a partir das 21h30, o espectáculo “Show Me How You Burlesque”. Trata-se de um musical que promete despertar a curiosidade do público pelo envolvente mundo das desilusões e seduções.



Em Paris, 1881, no coração boémio de Montmartre, nasce um novo mundo de luxo e perdição: Le Chat Rouge, um cabaret que promete espetáculo e escândalo. Nicolas Bastien, escritor e observador atento da vida, mergulha nesse universo onde o brilho das luzes esconde sombras profundas.

A casa, comandada por Henri, - um homem de negócios, movido pela sede de dinheiro e poder - atrai homens de todas as classes, encantados pelo fascínio das dançarinas e pela sensação de uma liberdade inatingível.



Promessas de prazer e sussurros de traição, levam homens respeitáveis a perderem-se na escuridão, enquanto mulheres sonhadoras enfrentam o dilema entre submissão e libertação.

“Show me How You Burlesque”, será palco de ascensões e quedas, onde cada sedução traz consigo uma inevitável desilusão.



Oitava temporada de Hudson & Rex no AXN



A oitava temporada de Hudson & Rex estreia no AXN na quarta-feira, 02 de fevereiro, às 22h50, trazendo episódios inéditos nunca antes exibidos em televisão.

Em pouco tempo, Hudson & Rex conquistou um lugar de destaque entre as séries mais apreciadas pelos espectadores do AXN. Agora, o canal apresenta a mais recente temporada desta produção de sucesso, com novos casos, maior tensão narrativa e desafios cada vez mais complexos.
Nesta nova etapa, o protagonista Mark Hudson, interpretado pelo ator Luke Roberts, enfrenta um dos seus casos mais perigosos. A temporada arranca quando o único testemunho contra o filho de um poderoso chefe da máfia desaparece misteriosamente numa floresta. Mark, Rex e Jesse entram numa corrida contra o tempo para o encontrar, antes que um assassino contratado pela organização criminosa o faça desaparecer para sempre.

Uma temporada marcada por investigações intensas, ação constante e pela ligação inabalável entre o detetive e o seu fiel parceiro canino.

Comédia “Superstar” com elenco de luxo no Auditório do Casino Estoril



A comédia “Superstar” estreia, no dia 27 de março, pelas 21 horas, no Auditório do Casino Estoril. Ego, irritações, empatias, ligações improváveis, muitas gargalhadas e personagens carismáticas estarão em evidência nesta comédia protagonizada por Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, José Pedro Gomes e Vasco Pereira Coutinho. 

“Superstar” é uma comédia que conta a história de Francisco, uma estrela do mundo do espectáculo com um feitio insuportável. Tão insuportável que os actores de uma peça com estreia agendada para breve recusam-se a participar. 

Francisco procura uma solução rápida para substituir o elenco. Decide “convocar” um grupo de pessoas que não são actores, nem querem ser: o seu agente, a empregada da sua casa e um canalizador. A trama fica rocambolesca, como seria de esperar...

A próxima chamada que atender poderá ser a última



Pode fugir. Pode esconder-se. Mas não atenda o telemóvel, pois a próxima chamada que atender poderá muito bem ser a última. Afinal, sempre houve um horror à espreita dentro de nós. Cell – Chamada para a Morte, uma aterrorizante história do mestre Stephen King, regressa às livrarias a 5 de fevereiro.

Originalmente publicado em Portugal há precisamente 20 anos, pela Bertrand Editora, mas há muito indisponível, este livro está de volta e com uma nova capa.

É dia 1 de outubro. O artista gráfico Clayton Riddell está de visita a Boston e acaba de assinar um contrato para a criação de um livro de banda desenhada. De repente, sem qualquer aviso, dá-se um fenómeno que veio a ser conhecido como «O Impulso». Uma explosão de energia transforma em máquinas assassinas todos os que naquele preciso instante tinham um telemóvel encostado ao ouvido. O mundo mergulha num caos apocalíptico. O contágio reside no telemóvel. Não há como escapar do pesadelo, mas para Clayton a prioridade é voltar a casa, para junto da família – sempre no Maine de Stephen King, claro.

Em Cell – Chamada para a Morte, a dicotomia humanidade versus tecnologia, premente no debate atual da sociedade civil, desde logo no que diz respeito à inteligência artificial, é um dos temas centrais. Carregado de suspense, este livro foi, como tantos outros do autor, adaptado para o cinema em 2016, num thriller apocalíptico realizado por Tod Williams e protagonizado por John Cusack e Samuel L. Jackson.

Cell – Chamada para a Morte, de Stephen King, regressa às livrarias a 5 de fevereiro, com tradução de Maria Luísa Santos. 

Sobre o Autor

Stephen King nasceu em Portland, no Maine, em 1947. Licenciou-se em Inglês na Universidade do Maine, em 1970, com uma especialização em Ensino.  

Publica o seu primeiro romance, Carrie, em 1974, cujo contrato de edição lhe permitiu abandonar o ensino e dedicar-se em exclusivo à escrita. Depois? Depois é história, numa vida literária com mais de cinquenta anos e mais de sessenta livros publicados. The Running Man – Jogo de Sobrevivência, ‘Salem’s Lot – A Hora do Vampiro, The Shining, The Stand – A Dança da Morte, Samitério de Animais, It – A Coisa, 22/11/63, O Intruso, Holly ou Sem Tréguas, entre outros, e todos publicados pela Bertrand Editora, fazem de King um dos grandes mestres da moderna narrativa americana, um autor que concilia inquietação, entretenimento e qualidade literária como nenhum outro.  

Das muitas distinções atribuídas ao autor ao longo da carreira destacamos a National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters (2003), a National Medal of Arts (2014), o PEN America Literary Service Award (2018) e o Hans Christian Andersen Extraordinary Literature Award (2025).

Pedro Chagas Freitas está a escrever o seu novo livro diariamente na RTP



Já viu que há um novo espaço na Praça da Alegria da RTP1? Pedro Chagas Freitas está a escrever o seu novo livro diariamente e em direto no espaço “O Cantinho do Escritor”. Uma experiência inédita na televisão portuguesa que junta o público e o autor como guionistas.

O escritor Pedro Chagas Freitas partilha que este desafio "quebra aquela ideia quase sagrada em que o escritor está fechado no seu mosteiro a escrever. Eu vou trabalhar em direito e a minha ideia é colocar a responsabilidade do lado de quem está a ler e não de quem está a escrever. A única coisa que existe é um prólogo, que é uma espécie de introdução".

Todos os capítulos são criados a partir de ideias do público, enviadas pelas redes sociais do programa e lidas ao vivo por Sónia Araújo e Jorge Gabriel. No final de cada emissão, é revelado o capítulo completo, o que permite a todos acompanhar em tempo real a construção da obra.  

Sónia Araújo e Jorge Gabriel destacam o carácter inovador deste novo espaço, “uma experiência inédita em televisão e muito boa. No final do ano passado, o escritor lançou-nos o desafio e como estamos prontos para novidades, aqui está O Cantinho do Escritor. A próxima obra de Pedro Chagas Freitas é escrita a meias, entre o público da Praça da Alegria e o próprio".

Tudo para acompanhar em direto na Praça da Alegria, de segunda a sexta-feira na RTP1.

“A Bruxa de Konotop” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril




O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, nos próximos dias 10 e 11 de fevereiro, a partir das 20 horas, “A Bruxa de Konotop”. Distinguida com prestigiados prémios, esta comédia musical é considerada um fenómeno cultural que não deixa o público indiferente. O encenador Ivan Uryvskyi combina o folclore ucraniano com o misticismo e os conflitos sociais contemporâneos, criando uma performance envolvente e multifacetada.

Baseada no romance de Hryhorii Kvitka-Osnovianenko (1778-1843) a acção decorre na pequena cidade de Konotop, no nordeste da Ucrânia, na qual os moradores responsabilizavam as mulheres pela seca que se vivia na época, promovendo uma verdadeira caça às bruxas. Como pano de fundo emergia a ameaça militar pela Rússia czarista.

Como explica o encenador Ivan Uryvskyi “as bruxas têm um lugar especial na cultura nacional. Elas aparecem muito na literatura ucraniana clássica. Há diversos tipos, que são representados de formas bem diferentes, elas são um componente próprio da cultura."

Multipremiada “A Bruxa de Konotop” envolve os espectadores no misticismo da cultura ucraniana. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

E se pudesse voltar atrás… e mudar só uma coisinha na pessoa que ama?



Em Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu, Josie Lloyd e Emlyn Rees misturam romance, viagens no tempo e nostalgia musical para provar que amar nunca é simples, nem mesmo com uma máquina do tempo.  

Adam e Jules estão casados há quase 25 anos. Têm filhos crescidos, demasiadas rotinas e uma relação que perdeu o brilho. Tudo muda quando Adam encontra, no barracão de casa, uma caixa de velhas cassetes, mixtapes que o casal foi gravando um para o outro ao longo da sua paixão. Ao carregar no play, acontece o impossível: Adam viaja no tempo e regressa ao instante em que ofereceu a primeira cassete a Jules.

De repente, os dois têm acesso ao passado e à tentação irresistível de o melhorar. Com a possibilidade de voltar a momentos decisivos da sua história, Adam e Jules embarcam numa busca pelo “amor perfeito” através de múltiplas versões da sua própria relação. O problema? Cada pequena alteração cria consequências inesperadas e o presente começa a transformar-se num verdadeiro caos emocional.

Publicado em Portugal pela Singular, Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu é um romance inteligente, divertido e agridoce sobre escolhas, arrependimentos e a beleza imperfeita do amor real. Escrito por Josie Lloyd e Emlyn Rees, que também se apaixonaram enquanto escreviam juntos e que celebram 25 anos de vida em comum, o livro combina humor, emoção e um toque irresistível de realismo mágico, numa história que prova que mesmo as segundas oportunidades podem ser um salto no escuro. No interior, os leitores podem encontrar uma playlist com todas as músicas mencionadas ao longo da história, perfeita para prolongar a experiência e reviver cada momento da narrativa.

Sobre os Autores

Josie Lloyd e Emlyn Rees publicaram o romance Novamente Juntos, bestseller do The Sunday Times, há vinte e cinco anos, e desde então escreveram mais seis comédias românticas de sucesso em conjunto. Tal como a Jules e o Adam de Tu & Eu e Tu & Eu e Tu & Eu, vivem com os filhos e o cão em Brighton, mas infelizmente ainda não descobriram uma forma de viajar no tempo – pelo menos, que se saiba...

Anthony Strong Trio em Portugal



Com o seu inconfundível fato de alfaiataria e um charme natural que o público reconhece de imediato, Anthony Strong assume com elegância o papel de “cavalheiro inglês” do jazz contemporâneo. Cantor e pianista britânico, apresenta-se no CCB, a 7 de fevereiro, às 19h, à frente do seu trio, num concerto que promete uma viagem vibrante pelos grandes clássicos do jazz.

Ao longo de mais de uma década de carreira internacional, Anthony Strong tem conquistado plateias um pouco por todo o mundo, do Hollywood Bowl a festivais na Europa e na Ásia. O seu repertório cruza swing intenso, baladas sumptuosas, blues e soul, com incursões pontuais na pop, sempre filtradas por uma sólida sensibilidade jazzística. Para além do brilho em palco, destaca-se como um músico completo: os arranjos e orquestrações são da sua autoria, assim como várias composições originais que revelam um profundo respeito pela tradição do jazz.

A sua forma de tocar piano denuncia a influência de mestres como Wynton Kelly, Oscar Peterson e Bill Evans, enquanto a voz, amadurecida por mais de 250 concertos internacionais, acrescenta personalidade e sofisticação a cada interpretação.

Nascido em Londres, em 1984, Anthony Strong cresceu rodeado de música. Desde cedo revelou um talento invulgar, que o levou a estudar piano jazz na Purcell School of Music e, mais tarde, na Guildhall School of Music & Drama, onde se afirmou também como arranjador e acompanhador de referência. Foi já na casa dos vinte anos que, com o seu trio, se tornou presença regular nos mais prestigiados clubes de jazz londrinos, como o Ronnie Scott’s.

Após o lançamento do primeiro EP, Delovely, e do reconhecimento da crítica e do público — impulsionado por passagens na BBC Radio 2 e pelo sucesso online de “Cheek To Cheek” — assinou contrato com a editora francesa Naïve Records, com a qual lançou álbuns marcantes como Stepping Out e On A Clear Day. O disco Me and My Radio confirmou a sua projeção internacional, ultrapassando os 10 milhões de reproduções no Spotify.

Domino Day: grande estreia no SYFY



Domino Day, a nova grande aposta do SYFY, já tem estreia marcada em Portugal: é já na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro, às 22h15 – e em episódio duplo, para te aguçar ainda mais o apetite!
Domino Day é um drama sombrio, sensual e sobrenatural sobre encontros nos tempos modernos. É criado e escrito por Lauren Sequeira, vencedora do prémio BAFTA Breakthrough, e protagonizado por Siena Kelly (Adult Material), também ela nomeada para os BAFTA.

A série – passada e filmada em Manchester – acompanha Domino, uma jovem que tem conta em todas as aplicações de encontros. Contudo, não está lá para encontrar a sua alma gémea – está a fazer ‘swipe right’ para caçar, pois sobrevive com energia das outras pessoas!

Uma bruxa com poderes extraordinários, Domino procura desesperadamente uma comunidade que a ajude a compreender quem é. No entanto, depressa descobre que já está a ser atentamente vigiada: um clã de bruxas segue todos os seus passos, convencido de que tem de a travar antes que os seus poderes destruam todos e tudo à sua volta. Quando uma figura perigosa do passado de Domino regressa para a assombrar, a questão passa a ser se tal vai marcar um recomeço na sua vida – ou um confronto final.

Ao lado de Siena Kelly no papel principal, a série conta com Babirye Bukilwa, Poppy Lee Friar, Alisha Bailey e Molly Harris no clã de bruxas, e ainda Sam Howard-Sneyd, Percelle Ascott, Christopher Jeffers, Jonah Rzeskiewicz, Maimuna Memon e Kris Hitchen.

A primeira temporada de Domino Day foi criada e escrita por Lauren Sequeira, com episódios individuais escritos por Charlene James e Haleema Mirza. A realização está a cargo de Eva Sigurdardottir e Nadira Amrani, com Nick Pitt como produtor da série e Megan Ott como produtora. Os produtores executivos são Lauren Sequeira, juntamente com Laurence Bowen, Chris Carey e Elinor Day pela Dancing Ledge Productions (uma empresa da Fremantle), e Lucy Richer e Ayela Butt pela BBC. A série é produzida pela Dancing Ledge Productions para a BBC, e a Fremantle é responsável pela sua distribuição global.

Não perca a grande estreia da primeira temporada de Domino Day, a sua nova série sobrenatural favorita! É já na segunda-feira, 2 de feveiro, às 22h15 e em episódio duplo – só no SYFY.

Artista russo Maxim Galkin com novo espectáculo no Casino Estoril



Maxim Galkin regressa, no dia 3 de março, a partir das 20 horas, ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril. É no âmbito de uma tournée europeia que o versátil artista russo protagoniza um novo espectáculo onde a criatividade e o humor inteligente se juntam, proporcionando uma experiência única aos espectadores.

Considerado o rei da sátira e do humor, Maxim Galkin tem um singular percurso artístico. Com piadas inteligentes, subtis e criativas, Maxim Galkin tem uma linguagem comum com os seus fãs, unindo diferentes gerações e derrubando fronteiras. 

Maxim Galkin define com mestria os detalhes dos seus espectáculos, transformando as experiências da sua vida em brilhantes momentos de humor com os quais o público se identifica. Na realidade, o seu humor é actual, irreverente e contagiante.  

Com um registo intimista, Maxim Galkin conversa e partilha ideias com o público como se estivesse a contar a sua vida a velhos amigos que recebe habitualmente em casa. 

O seu talento é impressionante e o sentido de humor faz sorrir até os mais sérios. É um “showman”, distinguindo-se como artista de stand-up comedy, autor de espectáculos de humor e cantor de excelência.

Os espectáculos de Maxim Galkin são um verdadeiro “fogo de artifício”, proporcionando aos seus fãs um vulcão de múltiplas emoções e a garantia de sucessivos momentos de humor.

Sandra Felgueiras apresenta "O Tribunal dos Poderosos"



A jornalista Sandra Felgueiras apresenta hoje, 27 de janeiro, às 18h30, na Buchholz, o livro “O Tribunal dos Poderosos”, do também jornalista António José Vilela,  as histórias dos casos judiciais mais mediáticos reveladas através de centenas de documentos confidenciais e das fontes com acesso privilegiado às mais sigilosas operações autorizadas pelo Tribunal Central de Instrução Criminal.

As histórias das guerras entre investigadores e juízes, dos processos disciplinares e acordos de circunstância, das cenas rocambolescas em interrogatórios, das birras e conversas indiscretas até em operações de busca, dos acordos de bastidores e denúncias anónimas que também visaram o juiz Ivo Rosa, das teias de ligações perigosas que juntaram espiões, magistrados, advogados, políticos e jornalistas. É uma viagem ao mundo dos segredos incríveis de inquéritos como a Operação Marquês, os casos Monte Branco e BES, as PPR rodoviárias, os vistos Gold, o Cartão Vermelho, o Prolongamento, a Altice/Picoas e muitas outras investigações que derrubaram bancos e banqueiros, colocaram na prisão ex-governantes como José Sócrates, penetraram nos negócios obscuros dos clubes de futebol, tiveram um impacto gigantesco até nos media e tornaram público inúmeros esquemas criminosos das elites políticas e financeiras do País.  Esta é a história nunca contada de um tribunal desmontado politicamente em 2022 e dos mais de 17 anos em que o Tribunal dos Poderosos foi também o tribunal do (super) juiz Carlos Alexandre.

Sobre o Autor

António José Vilela é jornalista desde 1992 na TSF, Correio da Manhã, Público, Euronotícias, O Independente e na revista Sábado, tendo nesta última exercido as funções de grande repórter e diretor adjunto. Colabora desde 2025 como comentador e jornalista de investigação na TVI/CNN Portugal. Escreveu centenas de artigos de investigação e venceu dois prémios nacionais de jornalismo: Prémio Reportagem Segurança Rodoviária (1999) e Prémio Reportagem Orlando Gonçalves (2004). Licenciado em Comunicação Social, mestre em Ciência Política e doutorando em Ciências da Comunicação pelo ISCSP-UL, universidade em que é Professor Auxiliar Convidado desde 1998. Foi durante vários anos o representante das universidades no Conselho Técnico-Pedagógico do Cenjor. É o autor dos seguintes livros: Viver e Morrer em Nome das FP-25 de Abril (2005); Segredos e Corrupção, O Negócio das Armas em Portugal (2009); Salazar e a Conspiração do Opus Dei (2011); Segredos da Maçonaria Portuguesa (2013); Os Códigos e as Operação dos Espiões Portugueses (2015); Apanhados, As Investigações Judiciais às Fortunas Escondidas dos Ricos e Poderosos (2017); e A Teia do Banif -Dos Negócios da Elite Angolana à Lava Jato (2023).

Orquestra Sinfónica Lords of the Sound leva “O Senhor dos Anéis” ao Casino Estoril



Em concerto agendado para o próximo dia 16 de fevereiro, a partir das 20 horas, a Orquestra Sinfónica Lords of the Sound apresenta "O Senhor dos Anéis" no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Com direcção de Shahroh Fatkhizadeh. Solista Yaroslav Radionenko.

Das melodias alegres dos hobbits aos sons sinistros de Mordor, passando pelas canções líricas dos elfos, a trilha sonora vencedora do Óscar de Howard Shore escrita para a mais famosa trilogia de filmes "O Senhor dos Anéis" soará com nova força, criando uma atmosfera inesquecível.

A Orquestra Sinfónica Lords of the Sound convida o público a mergulhar e apreciar uma jornada musical de duas horas, deixando-se envolver num verdadeiro conto de fadas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O lado obscuro da fama



Na sua estreia na literatura, Rute Lourenço leva o leitor ao mundo dos famosos, onde nem tudo o que reluz é ouro.

Telhados de vidro é o romance de estreia da jornalista Rute Lourenço, que apresenta uma história sobre fama, ilusões e aparências.

A trama acompanha a vida de um power couple português: Isabel, atriz de sucesso das novelas de prime time, e Manuel Bettencourt, apresentador de um programa da manhã líder de audiências. Entre eles, tudo parece perfeito. À luz dos holofotes, o casal tem uma vida com que muitos sonham. Mas, dentro de quatro paredes, a realidade na luxuosa mansão onde vivem é tudo menos cor-de-rosa. Isabel toma então a decisão de expor os segredos não só do casamento, mas também de toda a indústria…

A narrativa, que prende o leitor da primeira à última página, acompanha a vida de uma mulher corajosa, desde a infância no Alentejo até aos dias de hoje, que se vê enredada numa teia de opressão e violência.

Telhados de Vidro vai muito além do glamour e do lado obscuro da fama. A obra mergulha nos recantos mais difíceis da experiência feminina e da exposição mediática, abordando temas como a violência doméstica e o assédio sexual. Numa era em que o movimento Me Too expôs as dinâmicas de poder abusivas em todos os setores, incluindo o mundo do espetáculo, o livro ganha uma ressonância particular.

Sobre a Autora

Rute Lourenço nasceu em Faro, em 1982, mas o curso de Jornalismo, na Escola Superior de Comunicação Social, levou-a a mudar-se bem cedo para Lisboa, cidade que a foi apaixonando. Começou a trabalhar como jornalista em 2004, na revista Sábado; passou pelos jornais A Bola e 24 Horas e acabou por se estabelecer na redação do Correio da Manhã, onde foi editora da revista Vidas. Depois do nascimento da filha, em 2021, soube que estava na altura de abrandar. Passou a trabalhar como freelancer, colaborando atualmente com o site FLASH! e com a revista TV Guia, e conseguiu finalmente arranjar tempo para escrever outro tipo de histórias. Telhados de vidro é o seu primeiro romance.