Pode fugir. Pode esconder-se. Mas não atenda o telemóvel, pois a próxima chamada que atender poderá muito bem ser a última. Afinal, sempre houve um horror à espreita dentro de nós. Cell – Chamada para a Morte, uma aterrorizante história do mestre Stephen King, regressa às livrarias a 5 de fevereiro.
Originalmente publicado em Portugal há precisamente 20 anos, pela Bertrand Editora, mas há muito indisponível, este livro está de volta e com uma nova capa.
É dia 1 de outubro. O artista gráfico Clayton Riddell está de visita a Boston e acaba de assinar um contrato para a criação de um livro de banda desenhada. De repente, sem qualquer aviso, dá-se um fenómeno que veio a ser conhecido como «O Impulso». Uma explosão de energia transforma em máquinas assassinas todos os que naquele preciso instante tinham um telemóvel encostado ao ouvido. O mundo mergulha num caos apocalíptico. O contágio reside no telemóvel. Não há como escapar do pesadelo, mas para Clayton a prioridade é voltar a casa, para junto da família – sempre no Maine de Stephen King, claro.
Em Cell – Chamada para a Morte, a dicotomia humanidade versus tecnologia, premente no debate atual da sociedade civil, desde logo no que diz respeito à inteligência artificial, é um dos temas centrais. Carregado de suspense, este livro foi, como tantos outros do autor, adaptado para o cinema em 2016, num thriller apocalíptico realizado por Tod Williams e protagonizado por John Cusack e Samuel L. Jackson.
Cell – Chamada para a Morte, de Stephen King, regressa às livrarias a 5 de fevereiro, com tradução de Maria Luísa Santos.
Sobre o Autor
Stephen King nasceu em Portland, no Maine, em 1947. Licenciou-se em Inglês na Universidade do Maine, em 1970, com uma especialização em Ensino.
Publica o seu primeiro romance, Carrie, em 1974, cujo contrato de edição lhe permitiu abandonar o ensino e dedicar-se em exclusivo à escrita. Depois? Depois é história, numa vida literária com mais de cinquenta anos e mais de sessenta livros publicados. The Running Man – Jogo de Sobrevivência, ‘Salem’s Lot – A Hora do Vampiro, The Shining, The Stand – A Dança da Morte, Samitério de Animais, It – A Coisa, 22/11/63, O Intruso, Holly ou Sem Tréguas, entre outros, e todos publicados pela Bertrand Editora, fazem de King um dos grandes mestres da moderna narrativa americana, um autor que concilia inquietação, entretenimento e qualidade literária como nenhum outro.
Das muitas distinções atribuídas ao autor ao longo da carreira destacamos a National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters (2003), a National Medal of Arts (2014), o PEN America Literary Service Award (2018) e o Hans Christian Andersen Extraordinary Literature Award (2025).
