quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz Ano Novo



O "Cultura e Não Só" deseja a todos os amigos, leitores e colaboradores um Feliz Ano Novo com muita saúde, paz, música, cinema e cultura.

Estamos de volta dia 6 de Janeiro.

Estreias de cinema de 1 de Janeiro de 2026




Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



A Hora Silenciosa

O detective Frank Shaw, um homem totalmente dedicado às causas em que acredita, sofreu um acidente que o fez perder a audição quase por completo. Isso tornou-o inapto para a maioria das missões. Mas agora que tem aprendido a linguagem gestual, foi contactado por Doug Slater, seu companheiro das forças policiais, para ser intérprete de Ava Fremont, uma jovem surda que presenciou um assassinato e que agora corre risco de vida. 

Um “thriller” policial realizado por Brad Anderson e escrito por Dan Hall que conta com Joel Kinnaman, Mark Strong e Sandra Mae Frank nos papéis principais.



A Criada

Adaptado do romance homónimo de Freida McFadden, este “thriller” psicológico e erótico conta com Sydney Sweeney como uma mulher de passado misterioso e tumultuoso que começa a trabalhar como criada interna para a família abastada da personagem de Amanda Seyfried. Há segredos que vêm então ao de cima. Um filme de Paul Feig, criador da série cómica dos anos 1990 “A Nova Geração” e responsável por comédias como "A Melhor Despedida de Solteira", "Armadas e Perigosas" ou "Spy", além dos dos dois "thrillers" "Um Pequeno Favor".




Os Enforcados

Valério é filho do maior chefe criminoso do Rio de Janeiro. Mora com Regina na Barra da Tijuca e não quer saber do mundo do crime. Quando o pai morre e o casal é assolado por dívidas, fica seriamente tentado a tomar conta do império que o pai montou, mesmo contra a sua própria vontade. Um neo-noir de Fernando Coimbra com Leandra Leal, Irandhir Santos ou Pepê Rapazote. 

Casino Lisboa celebra o réveillon com The Black Mamba em concerto gratuito



A banda The Black Mamba é a cabeça de cartaz do réveillon no Casino Lisboa. Tatanka e Miguel Casais sobem ao palco central do Arena Lounge, meia hora depois da chegada de 2026, para revisitar os principais êxitos da sua carreira. A entrada é livre.

Com um genuíno ambiente de Passagem de Ano, o Casino Lisboa acolhe, logo às 22h00, uma actuação especial da banda Dynamite. Já pelas 23h45, será a vez de MC Ricky assegurar a animação, seguindo-se a aguardada celebração da meia-noite. Após os primeiros minutos de 2026, a festa prossegue com DJ Rui Remix. No final do concerto dos The Black Mamba, o icónico DJ Rui Remix regressa ao Arena Lounge para prolongar a animação pela noite dentro. 



Concerto The Black Mamba
Em noite de celebração, a banda The Black Mamba dá as boas-vindas a 2026 no Arena Lounge do Casino Lisboa. O grupo apresenta o seu quinto álbum “Lost in London”, no qual revisita algumas das composições mais emblemáticas dos seus quatro álbuns anteriores, agora apresentadas num registo live on tape e intimista. Estarão em destaque temas como “It ain’t you”, “Ride The Sun”, “She”, “Slow It Down”, “Grey Eyes”, “DFA”, “Love Is Dope”, “Sweet Amsterdam” e “Crazy Nando”.

Gravado nos lendários Abbey Road Studios, em Londres, o álbum “Lost in London” com uma nova e vibrante roupagem, foi também lançado como uma forma de assinalar os 15 anos de história do grupo.

The Black Mamba são uma fusão sofisticada de soul, funk e blues com um ADN profundamente português, afirmando-se como uma das bandas mais carismáticas e consistentes da música nacional, com uma sonoridade intensa e sedutora.

Animação musical com a banda Dynamite
Com um repertório muito diversificado, os Dynamite iniciam, às 22h00, o programa de réveillon do Casino Lisboa. A banda sobe ao palco-multiusos do Arena Lounge para apresentar um conjunto de covers inspirados no do pop, funk e disco.

Os Dynamite são a garantia de um começo de festa explosivo! “Somos uma banda cheia de energia, com mais de 20 anos de experiência a dar vida aos maiores sucessos do pop, funk e disco. Prepara-te para vibrares ao som das músicas que adoras, com uma performance dinâmica que fará os seus convidados dançarem a noite toda.”, referem os Dynamite.

Animação musical com o DJ Rui Remix
Rui Remix seleciona, pouco depois da meia-noite, os melhores ritmos e sonoridades para dar as boas-vindas a 2026. Após a actuação dos The Black Mamba, o icónico DJ Rui Remix regressa ao Arena Lounge para conduzir a animação pela madrugada dentro.

DJ Rui Remix dispensa apresentações...figura incontornável da noite portuguesa com uma carreira solida de 42 anos ao serviço do djing, animação e também da divulgação musical. DJ Rui Remix ao qual muitos carinhosamente tratam por mestre é um DJ com uma cultura e conhecimento musical muito vasto, e continua a ser uma referência para muitos jovens e até alguns dos novos valores do panorama nacional. O encontro está reservado para a noite de réveillon no Arena Lounge. 

Com entrada livre, o programa de réveillon do Casino Lisboa é o seguinte:
- 22h00/23h45: Animação musical com a banda Dynamite
- 23h45/00h05: MC Ricky / Celebração da meia-noite
- 00h05/00h30: Animação musical com o DJ Rui Remix
- 00h30/02h00: Concerto The Black Mamba
- 02h00/04h00: Animação musical com o DJ Rui Remix

Mas, para os que desejarem, também, existe a alternativa de concerto com reserva de mesa. Preço por pessoa: 100 €. Informações/reservas: E-mail: vduarte@estoril-sol.com ou Tlm: 912 457 178

Programa com reserva de mesa
22h00 
Receção: Gin & Cocktails 
Partilhar: Tábua variada composta por queijo amanteigado, foie gras bloc, presunto ibérico pata negra, compota de mirtilo e figo violeta, seleção de tostas, crackers e grissinis 
Degustar - a servir antes do final do ano: Prego do lombo no pão 80gr 
Bebidas: Vinho branco: Taboadella Unoaked 2024 – Dão Doc., Vinho tinto: Quinta Nova Unoaked 2023 – Douro Doc., Àgua mineral, cerveja & refrigerantes, Café e chá
00h00 - Feliz Ano Novo: Champanhe Laurant Perrier - ½ garrafa por pessoa
01h00h – Ceia: Caldo verde e pão com chouriço

O Casino Lisboa abre às 15h00 e encerra às 03h00. Mas, no dia 31 de dezembro, abre 16h00 e encerra às 04h00. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos.

Sinfonia n.º 4 de Tchaikovsky no CCB



A colisão de dois mundos numa poderosa tarde sinfónica: um governado pelo destino; o outro pela danação. Sob a direção de José Eduardo Gomes, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos navegarão os conflitos existenciais de Schnittke e Tchaikovsky, revelando como, através da música, a angústia se transforma em revelação.

A Faust Kantate: «Seid nüchtern und wachet» (1983) de Alfred Schnittke redescobre a mais antiga versão da lenda de Fausto – Historia von D. Johann Fausten (1587) – através de uma intensa fusão de estilos que só Schnittke poderia gizar. Composta para quatro solistas, coro e orquestra, a obra justapõe linguagens sacras e profanas, ecos do Barroco e um modernismo brutal, à medida que o erudito condenado enfrenta a própria aniquilação. O seu infame final – um tango grotesco cantando, gritado e rosnado pelo Diabo – troça da tolice humana e celebra o caos na mesma medida.

Se o Fausto de Schnittke se insurge contra a eternidade, a Sinfonia n.º 4 de Tchaikovsky confronta o próprio destino. Composta em 1877, numa fase de turbulência pessoal, esta sinfonia marca um despertar artístico do compositor, bem como um ajuste de contas emocional. A fanfarra de abertura declara a inexorável força do destino, enquanto momentos de terno lirismo e luminosa orquestração revelam um espírito dividido entre o desespero e a afirmação. No último andamento, a exuberância folclórica surge da luta interior, um abraço desafiante à vida, apesar da sombra inexorável do destino.

Juntas, as duas obras iluminam o eterno drama humano: a busca de sentido no meio da inevitabilidade, o grito da alma entre a rendição e a transcendência.

Programa

Alfred Schnittke (1934-1998) Faust Kantate: «Seid nüchtern und wachet»
Piotr I. Tchaikovski (1840-1893) Sinfonia n.º 4 em Fá menor, Op. 36

I. Andante sostenuto - Moderato con anima 
II. Andantino in modo di canzona
III. Scherzo. Pizzicato ostinato: Allegro
IV. Finale: Allegro con fuoco

Ficha Artística
Meio-soprano Cátia Moreso
Contratenor Jan Wouters
Tenor Marco Alves dos Santos
Baixo Christian Luján
Direção Musical José Eduardo Gomes

Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Orquestra Sinfónica Portuguesa

Revista “Egoísta - Ana e Camilo” celebra o bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco



Propriedade da Estoril Sol, a revista “Egoísta” acaba de lançar uma nova edição que celebra o bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco. “A “Egoísta - Ana e Camilo” é uma homenagem a Camilo Castelo Branco e a Ana Plácido, dois nomes que se entrelaçam numa cumplicidade literária, vivencial, amorosa”, revela a editora Patricia Reis.

“Pedimos a Ana Vidigal que pensasse uma exposição para as páginas desta edição da Egoísta e o resultado é esse: viajar na página como quem admira as paredes de um museu. Convidámos Filipa Leal para nos brindar com poesia, Luisa V Lopes com uma perspectiva amorosa do cérebro e a Rita Ferro um exercício epistolar que nos transporta para a voz do próprio Camilo. Os portfólios de artistas incluem Rita Magalhães, Nuno Nunes Ferreira, Roberto Farba. O retrato do escritor que foi tão amado quanto polémico, é tecido por Inês Pedrosa”, explica Patricia Reis.

Escreve Mário Assis Ferreira, Director da “Egoísta”, no editorial “É tempo de recordar”: Mais de um quarto de século separa este editorial daquele outro, já longínquo, que me trouxe, pela primeira vez, a estas páginas. Corriam os idos de 2000 quando a Patrícia Reis, consagrada Curadora, e Henrique Cayatte, visionário Designer, me confrontaram com um repto tão aliciante quão desmesurado: nada menos do que dar corpo a uma revista de arte e cultura que fosse mais do que um veículo, mais do que uma vitrine, mas uma entidade viva, capaz de reflectir o país e o mundo, de potenciar pensamento, de acolher talento, de resistir ao tempo, em vocação de eternidade. E eu, que resisto a tudo menos às tentações, nem sequer hesitei em fugir ao risco de abraçar tão aliciante desafio. Assim nasceu a Egoísta: bem mais que uma simples revista, ela era a crónica palpitante do seu tempo, luzeiro da liberdade opinativa, objecto de culto e desejo, qual tesouro disputado e não raro cobiçado. 

“Enfim, graças à pertinácia e ao génio criativo da Patrícia Reis, foram vinte e seis anos vividos na obstinação de erguer uma Obra que se impôs pelas virtualidades do seu mérito e deixou − ouso dizê-lo – uma marca indelével na História da imprensa portuguesa. Aliás, não apenas em função dos 94 prémios outorgados em terra pátria: a Egoísta resplandeceu além-fronteiras, coroada com múltiplas distinções que a consagraram como uma incontornável publicação europeia de excelência! Perdoe-se este irreprimível exercício recordatório que a névoa das circunstâncias poderá justificar…”, sublinha Mário Assis Ferreira. 

E, talvez por isso, pouco espaço me resta para abordar o tema central desta Egoísta dedicado à celebração do bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco. O que, porventura, até seria redundante, pois que essa é matéria já profusamente elaborada pelos autores, nossos “cúmplices”, na feitura desta edição. Mas, de Camilo, não resisto a evocar esse escritor sublime, tão enaltecido na Obra quão vilipendiado na vida, cuja existência foi tormento e chama, num vórtice de paixões abrasadoras, tragédias insolúveis, dívidas remidas na sombra fria da prisão… Mas nem o cárcere logrou calar-lhe a pena, nem as grades lhe detiveram o fervor de uma imaginação sem freio. Camilo soube mostrar que a criatividade é indómita, que a palavra resiste aos açoites da vida e, nesse resistir, se converte em eternidade! Assim como a Egoísta, cronista de um mundo convulso, vive suspensa entre o esplendor alcançado e a incerteza do porvir, respirando as angústias de um tempo em que se enredam as marés do seu destino. Mas, tal como Camilo, a Egoísta não abdica de si própria: ingente na libertária ânsia de imaginar, pujante no festivo devaneio da arte de recriar. Ciente, embora, de que a Cultura é travessia precária, mas pertinaz na saudade dos tempos em que era publicação trimestral… E por isso, solitária nessa evocação à saudade… Até porque a saudade é a memória vestida de solidão!… Votos de um Feliz Natal e até sempre!”, conclui Mário Assis Ferreira. 

Lançada em 2000, a revista “Egoísta” foi já galardoada com 94 prémios nacionais e internacionais na área do jornalismo, design, edição, criatividade e publicidade, o que a torna na publicação mais premiada a nível europeu.

Em mais uma edição de colecionador, a “Egoísta – Ana e Camilo”, como as restantes, é para guardar. Os leitores da revista “Egoísta” podem encontrá-la à venda no Casino Estoril e Casino Lisboa.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O Festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley está de regresso em 2026



Em 2026 o festival mantém a fórmula de sucesso, oferecendo propostas repletas de charme e sofisticação, sem perder de vista o melhor das novas tendências musicais e reafirmando Oeiras como um dos destinos culturais mais elegantes e vibrantes do verão português.   

E a primeira proposta para a edição de 2026 tem tanto de arrojada como de segura: Baco Exu do Blues, um dos artistas mais influentes, visionários e inquietos da música contemporânea brasileira, passa por Portugal no festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley, no dia 26 de Junho de 2026.

Sobre o Artista
Ao longo da última década, Baco Exu do Blues tornou-se uma das vozes centrais da música brasileira atual. Baiano, poeta e dono de uma estética singular que cruza rap, MPB, literatura e imagética afrodiaspórica, o artista conquistou projeção internacional com álbuns como "Esú", "Bluesman" e "QVVJFA?". Somando prémios, críticas entusiásticas e milhões de streams ao longo dos anos, Baco venceu ainda um troféu no festival Cannes Lions, superando Beyoncé e Jay-Z, e consolidou-se como uma das figuras mais inventivas, cinematográficas e provocadoras da sua geração. 

A presença de Baco em Oeiras coincide com o lançamento do seu novo álbum, "HASOS", uma obra de 18 faixas que coloca a terapia, a vulnerabilidade e o mergulho interior como eixo criativo e existencial. Entre canções e textos profundos, o artista expõe falhas, cicatrizes e a possibilidade de cura, num registo visceral e estético que ele domina como ninguém. 

O álbum traz participações de Vanessa da Mata, Teto, Zeca Veloso, Sued Nunes, Joyce Alane, Mirella Costa, IVYSON e Carol Biazin. Nos interlúdios, destacam-se as interpretações de Fabrício Boliveira, Luiz Carlos Persy, Raphael Logam, Wesley Reis e Luellem de Castro. Produzido por Marcelo Delamare, Marcos Maurício, Dactes e JLZ, HASOS reafirma a força poética e musical de um artista que redefiniu a cena do rap brasileiro e já levou os seus versos a diversos continentes. 

O concerto que Baco Exu do Blues leva ao palco do festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley 2026 promete ser um momento singular, que celebra um novo capítulo criativo num dos palcos mais emblemáticos do verão português. 

Fernando Pereira & The New Age Band celebram o réveillon no Casino Estoril



Fernando Pereira & The New Age Band serão os grandes protagonistas do réveillon do Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O “Senhor das Vozes” estará em destaque num programa especialmente concebido para dar as boas-vindas a 2026. Piano Clássico & Glamour Singers, Laboratório, DJ Jade e The Glamour Light Orchestra serão outras atracções que garantem o ambiente festivo de Passagem de Ano até de madrugada. 

Fernando Pereira & The New Age Band celebram o réveillon no Salão Preto e Prata 
Fernando Pereira apresenta um espectáculo único e muito divertido, numa genuína festa de música, animação e glamour. Com um espectáculo, romântico, elegante e também muitíssimo animado, Fernando Pereira apresenta aqui o melhor do seu percurso musical, em mais de 40 anos de excelência, ao serviço da cultura, do entretenimento e da surpreendente magia das vozes. 

Um grande senhor dos palcos nacionais, de carreira internacional, que mantém até hoje um lugar absolutamente incontornável na memória e no coração de todos os portugueses. Acompanhado pela sua New Age Band, um grupo composto por excelentes músicos, cantoras, bailarinas e VJ, o singular artista conta ainda com uma fantástica produção audiovisual e a participação da conhecida soprano polaca Patrycja Gabrel, que pontifica em palco belíssimos momentos deste grandioso espetáculo de réveillon. 

Revivendo o passado com olhos de futuro, explorando de forma inovadora os melhores momentos de uma carreira recheada de sucessos, a par de várias surpresas e novidades, esta original e ousada produção, sublinha ainda as múltiplas facetas do cantor, em toda a sua plenitude, abrindo sempre espaço para a boa música, da clássica ao fado, assim como as imitações, a poesia, a sátira e um imenso cardápio de contagiantes gargalhadas.

O programa de animação inicia-se, logo às 20h30, com a animação de Piano Clássico & Glamour Singers, Laboratório e DJ Jade. Posteriormente, Fernando Pereira & The New Age Band sobem ao palco pelas 22h45, assegurando um espectáculo repleto de animação. Será uma actuação especial que culmina com a celebração da meia-noite. Já em 2026, após o espectáculo de Fernando Pereira, a festa prossegue com The Glamour Light Orchestra e DJ Jade.

Programa de réveillon no Salão Preta e Prata
20h00: Welcome Drink no hall Principal
20h30: Jantar no Salão Preto e Prata
20h45: Animação musical com Piano Clássico & Glamour Singers, seguindo-se performances circenses de Laboratório e actuação de DJ Jade.
22h45: Fernando Pereira & The New Age Band
00h30 e 02h00: The Glamour Light Orchestra
01h30 e 03h00: DJ Jade

O programa inicia-se, às 20h00, com o Welcome Drink, seguindo-se, a partir das 20h30, o Jantar no Salão Preto e Prata. À meia-noite, a chegada de 2026 será comemorada com champanhe e “Passas de Bom Ano”. Pelas 01h45, será servida a ceia no foyer panorâmico. O traje recomendado para esta noite é o smoking. M/6. O preço é de 450 € por pessoa.


Animação musical assinala o Ano Novo no Lounge D
Com uma sugestão mais informal, o Casino  Estoril preparou outro programa de Réveillon repleto de animação musical e várias surpresas no Lounge D. O público poderá, ainda, acompanhar a melhor música ao vivo da banda residente do Casino Estoril, banda Glorious Anthology e DJ João Alves. Estão reservadas, ainda, performances cirsenses do colectivo Laboratório e do mágico Vegas. A entrada é livre.

O Lounge D do Casino Estoril recebe uma noite de puro brilho e sofisticação com o Colectivo Laboratório. A celebrar a entrada no novo ano, o público é conduzido por uma sequência de atuações que elevam a arte e o entretenimento a outro nível.

A festa inicia-se com a banda residente do Casino Estoril, seguindo-se a atuação da banda Glorious Anthology, liderada pela presença carismática de Catarina Clau e Artur Guimarães, acompanhados por uma formação de três músicos de excelência. Um concerto vibrante que abre a noite com intensidade e elegância.

Durante a noite o palco é entregue aos grandes bailarinos do Laboratório, que apresentam quatro performances distintas, cada uma com a sua identidade, beleza e impacto visual - momentos que transformam o Lounge D num verdadeiro laboratório de movimento e glamour.

Para encerrar a celebração com chave de ouro, entra em cena o DJ João Alves, responsável por um set final que promete manter a energia no auge e levar o público até às primeiras horas do novo ano. Uma noite inesquecível, desenhada para surpreender, envolver e celebrar - como só o Casino Estoril sabe fazer.

Programa de Réveillon no Lounge D
- 21h00 - Banda residente do Casino Estoril
- 23h00 - Banda Glorious Anthology
- 00h45 - DJ João Alves
*Estão agendadas ao longo da noite diversas actuações circenses do projecto Laboratório e do mágico Vegas.

Maxime Boutique Hotel apresenta “EightTease” para dar palco a 2026



O marco da vida boémia da cidade e que hoje é um irreverente Hotel Boutique em plena Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade, a proposta do Maxime na sua localização única é um Réveillon burlesco, vibrante e sem filtros para entrar em 2026 com brilho, atrevimento e palco que celebra a arte.  

O cabaret mais icónico da capital prepara-se para virar o ano à moda de Maxime: luzes baixas, glitter no ar e um espetáculo que cruza música, humor, burlesco e provocação. O Maxime Boutique Hotel - o enfant terrible do portefólio do Real Hotels Group - apresenta EightTease: Especial Réveillon, uma edição única que homenageia o espírito exuberante dos cabarets dos anos 80, agora reinterpretado para a Lisboa contemporânea.



A curadoria artística da noite fica nas mãos de Vanity Redfire e do coletivo Voix de Ville, que orquestram um dinner-show feito para incendiar a sala. Ruby Monroe lidera o cartel: uma estrela internacional que respira “Old Hollywood” na estética, na presença e naquele piscar de olho sugestivo que só as divas dominam. O palco recebe ainda Veronique Divine, com performances elegantes que desarmam até os corações mais cínicos; Ritto Wanderlust, movimento subtil e provocador que aquece o ambiente; e um momento boylesque que leva o frenesim a outro nível. A própria Vanity Redfire sobe também a palco, diva nata, voz inconfundível e fiel guardiã do espírito cabaret, sempre entregue a emoções à flor da pele. Um alinhamento que junta burlesco, circo, storytelling, humor e o glamour descarado que faz parte da história da casa com três atos: cocktail, dinner-show e festa até às 02h00.

O programa começa às 20h00, com um Welcome Cocktail com DJ, seguido do dinner-show às 20h30, onde o espetáculo se mistura com um menu especial criado para a noite, destacando propostas como o Tártaro de Novilho Trufado, a Bisque de Lavagante, a Corvina com Molho Alvarinho e o Pato com Terrina de Foie. À meia-noite, há champagne para o countdown e, até às 02h00, DJ e bar aberto com seleção de bebidas tão espirituosas como é o Maxime.

O conceito EightTease inspira-se na estética vibrante dos anos 80: excesso no melhor sentido, luzes de néon, brilho, ritmo e a ideia de que o palco e a pista pertencem a todos. É uma celebração para quem quer virar o ano com energia, espetáculo e uma boa dose de irreverência.  A entrada para a noite de Réveillon no Maxime está disponível desde 250€, incluindo welcome cocktail, dinner-show, bebidas durante o jantar, Champagne à meia-noite e bar aberto até às duas da manhã.

Midus - Happy News Year



“Happy New Year” é a segunda amostra do novo álbum de Midus, a sair no final de janeiro de 2026.

Mais que os – aparentes - votos de um “Feliz Ano Novo”, no que ao ano civil diz respeito, “Happy New Year” aborda a procura, a mudança, a procura de uma “nova” vida, de um “novo” amor, de uma “nova” forma de olhar a própria vida, com confiança no futuro, suportados pelo ritmo pop rock, imagem de marca da baixista Midus, mais uma vez com a cumplicidade da guitarra do músico britânico Tim Alford, parceiro musical de referência na sua carreira por terras de sua Majestade.

Que “Happy New Year” (que sucede a “Porto de Abrigo”, que contou com a guitarra de João Cabeleira, dos Xutos) seja a banda sonora de tudo o que de novo possamos procurar para as nossas vidas.



segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Slow J, Bonga e Lulu Santos são as primeiras confirmações do Coala Festival Portugal



Nos dias 30 e 31 de maio, o Coala Festival regressa a Cascais para a terceira edição em Portugal, com encontro marcado no Hipódromo Manuel Possolo. O festival revela agora os primeiros nomes do cartaz: Slow J, Bonga e Lulu Santos. Os bilhetes já se encontram disponíveis para venda, para o relvado e VIP.

Na próxima edição, o rapper, produtor musical e compositor luso-angolano Slow J é uma das atrações confirmadas. Considerado uma das vozes mais influentes da música contemporânea em Portugal, o artista sobe ao palco com “Afro Fado”, um concerto onde junta as suas raízes africanas e portuguesas.

O cartaz conta ainda com Bonga, uma figura incontornável da música lusófona, reconhecido pelo seu papel enquanto ativista histórico da independência de Angola. Um dos principais nomes do semba, iniciou a sua carreira musical durante o período de exílio, no contexto da ditadura colonial. Em 1972, lançou o emblemático álbum Angola 72, um marco político e cultural da música africana. Aos 83 anos, soma quase 40 discos editados e mantém uma notável produção artística.

O autor de clássicos como “Apenas Mais Uma de Amor” e “Um Certo Alguém”, Lulu Santos também marcará presença no evento. O compositor, produtor musical e guitarrista iniciou a sua carreira na banda Vímana e, a partir da década de 1980, afirmou-se como um dos artistas mais bem-sucedidos e influentes da música brasileira.

A curadoria é assinada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, em conjunto com o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga, dando origem a uma programação marcada pela diversidade estética e por um diálogo constante entre Brasil, Portugal e África.

Em 2026, o Coala Festival Portugal reafirma a proposta de criar encontros, conectar gerações e ampliar o diálogo entre música, cultura e identidade, tendo a língua portuguesa como ponto de partida.

The Gift em “Concerto Arena Live” no Arena Lounge do Casino Lisboa



Em noite de “Concerto Arena Live”, Os The Gift actuam, hoje, 29 de dezembro, no Casino Lisboa. A banda sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar alguns dos grandes êxitos da sua carreira. Com entrada livre, a não perder, às 22 horas.

“Gaivota”, “Nome de Rua”, “Barco Negro”, “Fado Português”, “Fado Amália”, “Lisboa” ou “Foi Deus” são, apenas, algumas das composições que habitualmente conquistam o público nos seus concertos.

Uma banda com 30 anos de canções. Em palco os The Gift são uma verdadeira máquina do tempo. Agarrados pelos temas de sucesso conseguem sempre transmitir uma ideia de devoção a quem os ouve trazendo sempre a modernidade e a força de uma banda que toca como se da última noite se tratasse. 

Canções de uma vida lideradas pela voz e presença carismática de Sónia Tavares. Os The Gift continuam com todos os sonhos, sempre com o palco a conduzir-lhes a vida. É no palco que se percebe a força desta banda. Um espectáculo a não perder.

Ciclo de espectáculos “Arena Live 2025”
- 29 de dezembro (segunda-feira): The Gift
- 31 de dezembro (quarta-feira): The Black Mamba (Réveillon)

Ano novo, novos espetáculos da UAU



Ano novo, novos espetáculos e mais cultura. Estes são os votos da UAU que, neste novo ano, aposta em produções próprias e em português, mas sem esquecer as grandes produções internacionais que já fazem parte dos programas das famílias. 



Cats
Para o início de 2026, a UAU apresenta, juntamente com a Crossroads Live, o musical mais famoso de sempre. Cats regressa a Lisboa e ao Porto, onde vai estar em cena numa curta temporada. De 6 a 11 de janeiro em Lisboa, no Sagres Campo Pequeno, e de 14 a 18 de janeiro, no Porto, no Super Bock Arena.

A produção original de Cats esteve em cena durante 21 anos no New London Theatre, onde venceu o prémio Olivier para Melhor Musical. Em 1982, um ano depois da estreia em Londres, a produção atravessou o oceano e durante 18 anos atraiu milhões de espectadores à Broadway, em Nova Iorque, onde ganhou sete Tony Awards, incluindo “Melhor Musical” e “Melhor Encenador”.

Desde a estreia, Cats já foi apresentado em mais de 54 países, traduzido para 23 línguas e visto por mais de 77 milhões de pessoas em todo o mundo. Após sessões esgotadas em 2004, 2006, 2014 e 2023, Cats regressa a Portugal onde continua a conquistar novas gerações.

Cats é um musical sobre a vida de um grupo de gatos, seus amores, arrelias e tropelias, que se confronta com o regresso de Grizabella, a gata que teve a coragem de abandonar a família para conhecer o mundo, mas que as saudades trazem de volta. Será que é aceite?

Com “música intemporal, cenários espetaculares e um elenco soberbo” (Daily Mirror), uma coreografia de cortar a respiração e claro o inesquecível “Memory”, Cats é um musical mágico, absolutamente único.

Musical em inglês com legendagem em português.



Impossível ao Vivo
E nesta época de magia, Luis de Matos apresenta “Impossível ao Vivo” no Teatro Tivoli BBVA até dia 11 janeiro em Lisboa onde volta a surpreender o público com uma nova e extraordinária viagem pelo maravilhoso mundo da ilusão. A apresentação rumará para a cidade invicta, entre os dias 14 e 18 de janeiro, no Coliseu Porto AGEAS.

Neste espetáculo, o impossível converte-se em realidade e os limites da imaginação são desafiados a cada instante. Acompanhado por Joana Almeida, bailarina e assistente, e pelos Momentum Crew, campeões mundiais de break-dance, Luis de Matos terá ao seu lado quatro dos maiores mágicos mundiais na atualidade, com o melhor de cada um a enriquecer uma experiência inesquecível, para sonhar, sorrir e aplaudir: Aaron Crow (Bélgica), Darcy Oake (Canadá), Norbert Ferré (França) e Norbert Ferré (Indonésia), mostrando ao público, ano após ano, que a magia é cada vez mais surpreendente.



Um Quinteto de Morte
“Um Quinteto de Morte”, em cena no Teatro Armando Cortez, com Florbela Queiroz, José Raposo, João Maria Pinto, Heitor Lourenço, Miguel Raposo, Ricardo Raposo, António Machado e Fátima Severino tem conquistado o público sessão após sessão.

Um grupo de criminosos disfarçados de músicos instala-se na casa de uma doce e aparentemente ingénua velhinha. A intenção: planear dali um golpe perfeito. Entre equívocos, reviravoltas e humor negro, a peça faz rir da fragilidade dos planos “infalíveis”.

A encenação de Frederico Corado destaca o ritmo, ironia e subtileza típicos da comédia britânica, herdeira direta da tradição dos Ealing Studios, valorizando o detalhe, o caos meticulosamente construído, a caricatura e o jogo de personalidades.



Johnny Johnson
Ainda em janeiro, no mês de eleições, o Teatro Nacional de São Carlos convida o público a refletir sobre a paz com a apresentação de “Johnny Johnson”, dia 18 de janeiro no Teatro Tivoli BBVA. Esta parceria consolidou-se no centenário do Teatro Tivoli BBVA e continuará em vigor nesta temporada, a pensar especialmente no público de música clássica. 

“Johnny Johnson” é um musical em três atos e foi a primeira obra do género americano que Kurt Weill compôs, numa colaboração com o dramaturgo Paul Green, inspirada pela novela O Bom Soldado Švejk de Jaroslav Hašek. Através da mistura de cenas cantadas e declamadas, ritmos de jazz e paródia a marchas militares, esta partitura de Weill conjuga a espontaneidade da Broadway e a fina ironia europeia.

Sob a direção musical de João Paulo Santos, esta nova produção do Teatro Nacional de São Carlos dá continuidade ao projeto de sublinhar a relevância urgente de Kurt Weill junto do público contemporâneo. “Johnny Johnson” persiste como um testemunho intemporal de que a consciência, mesmo ridicularizada ou esquecida, pode ainda fazer-se ouvir por entre o clamor da guerra.

 

Também durante o ano a UAU irá apresentar “Sexo e a Idade” nas cidades da Figueira da Foz, Porto, Setúbal, Leiria, Torres Novas e Aveiro; “Lago dos Cisnes” (10 de fevereiro no Coliseu Porto AGEAS; “Sr. Engenheiro – Alegadamente Um Musical” (a partir de 1 de abril no Teatro Tivoli BBVA; e de 14 a 16 de maio no Coliseu Porto AGEAS ); “RENT” (a partir de 21 de maio no Auditório dos Oceanos; e de 2 a 4 de julho no Coliseu Porto AGEAS), “Thunder from Down Under” (de 17 a 28 de junho no Teatro Tivoli BBVA) e ainda “Rosaline, a Ex do Romeu”(a partir de 9 de setembro no Auditório dos Oceanos), entre outros espetáculos e outras surpresas ainda por anunciar.

Música e natureza inspiram a Orquestra Sinfónica de Cascais em concerto de Ano Novo no Casino Estoril



Em Concerto de Ano Novo, a Orquestra Sinfónica de Cascais apresenta-se, no próximo dia 4 de janeiro, às 18 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. A música e a natureza inspiram, este ano, um concerto repleto de obras de prestigiados compositores. O maestro será Nikolay Lalov.

A Natureza foi sempre uma fonte de inspiração para os artistas, pintores, poetas e compositores. Ninguém fica indiferente quando observa uma bela paisagem, quando ouve cânticos de pássaros e o sussurro da água corrente da ribeirinha.

Muitos de nós, ficamos maravilhados com o colorido das flores da primavera e as pinturas do Outono nas folhas das árvores. Os compositores transpõem esta realidade para as pautas, onde as notas e as melodias nos transportam para viagens e experiências inesquecíveis.

Não obstante, a preocupação do Homem com o futuro do nosso Mundo e os estragos e danos causados na Natureza, são a motivação e o guia do concerto deste ano. 

Com a ajuda preciosa de Rossini, Tchaikovsky, Debussy e de Strauss entre outros, vamos exibir o nosso amor pela nossa Mãe Natureza e a nossa preocupação com o seu futuro e preservação.

Programa no Salão Preto e Prata do Casino Estoril
G. Rossini – Abertura Guilherme Tell
E. Grieg – Morning Mood (1.º andamento da suíte Peer Gynt)
PI Tchaikovsky – Valsa do Lago dos Cisnes
C. Debussy – Clair de Lune
E. Waldteufel – Valsa op. 155 “Pomone”
E. Elgar – Pompa e Circunstância
P. I. Tchaikovsky – “Canção de Outono” das Estações
J. Strauss II – Contos da Floresta Vienense, op. 325
J. Strauss II – Galop dos Bandidos
J. Strauss II – Polca Trisch-Tratsch
J. Strauss II – Polca Camponesa

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Feliz Natal 2025



O "Cultura e Não Só" deseja a todos os amigos, leitores e colaboradores um Santo Natal com muita saúde, paz e muita música, cinema e cultura.

Estamos de volta dia 29 de Dezembro.

Estreias de cinema de 24 de Dezembro de 2025



Esta semana dentre as várias estreias de cinema nas salas nacionais o "Cultura e não Só" destaca as seguintes:



Outro

Após a morte da mãe, Alice (Olga Kurylenko) volta à casa onde cresceu. Não demora a reparar num complexo sistema de vigilância por lá montado e numa presença ameaçadora que paira por ali. Acaba por descobrir mais sobre a mãe, o seu próprio passado e tudo o que está a acontecer. 

Um filme de terror escrito e realizado por David Moreau que só mostra a cara da actriz principal, ainda que o elenco inclua vários outros nomes como Jean Schatz, Lola Bonaventura, Jacqueline Ghaye, Philip Schurer, Julie Maes ou Anne-Pascale Clairembourg. 




Anaconda

Em 1997, o realizador peruano Luis Llosa assinou “Anaconda”, um filme de terror, aventura e acção com Jennifer Lopez, Ice Cube e Jon Voight. Deu origem a quatro sequelas, das quais só a primeira chegou aos cinemas. Passados quase 30 anos, chega este “reboot” metarreferencial assinado por Tom Gormican, que em 2022 realizou “O Peso Insuportável de Um Enorme Talento”, com Nicolas Cage. Paul Rudd e Jack Black são dois amigos de longa data cujas vidas não correram como queriam. Resolvem, para voltarem a viver os tempos de juventude, fazer um “remake” amador do filme original no meio da Amazónia. Só que aparece uma anaconda a sério, cheia de fome de carne humana… O elenco desta comédia de acção inclui ainda Steve Zahn, Thandiwe Newton, Daniela Melchior, Selton Mello e Ione Skye.




SpongeBob O Filme: À Procura das Calças Quadradas

No quarto filme feito a partir de “SpongeBob SquarePants”, a série de animação criada por Stephen Hillenburg em 1999, SpongeBob quer provar a Mr. Krabs, o seu patrão no Krusty Krab, o restaurante em que trabalha, que tem coragem. Para isso, parte pelas profundezas do mar em busca de O Holandês Voador, um pirata fantasma, isto com a companhia dos seus amigos de Bikini Bottom.

Um filme de Derek Drymon, veterano da série original, co-escrito por Pam Brady, argumentista frequente de “South Park”. No elenco de vozes em inglês surgem nomes como Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, George Lopez, Ice Spice, Arturo Castro, Sherry Cola, Regina Hall ou Mark Hamill. Na dobragem portuguesa, Wandson Lisboa, Francisca Cabral (Maria Morango), Pedro Cardoso, Mário Bomba, Rómulo Fragoso, Mónica Chaby ou Nuno Machado.

Casino Lisboa oferece no Dia de Natal concerto especial do Gospel Collective



O Gospel Collective actua, amanhã, 25 de dezembro no Arena Lounge do Casino Lisboa, no âmbito de mais uma etapa do ciclo de espectáculos “Arena Live 2025”. Em pleno Dia de Natal, o Casino Lisboa oferece, assim, um verdadeiro presente aos seus visitantes. Com entrada livre, a não perder, às 22 horas.

Fonte de força, força das nossas vidas, a música gospel ilumina o Dia de Natal no Casino Lisboa. O Gospel Collective ergue os seus olhos para os céus e levanta as suas mãos e canta em plenos pulmões cânticos de esperança em tempos de dor, canções de gratidão para lembrar que o choro pode vir pela noite, mas a alegria chega pela manhã. 

Um concerto de Natal diferente e ousado em alegria em que a multiplicidade de culturas e sonoridades são celebradas e parte do ADN do Gospel Collective, um coro com mais de 50 vozes cujos membros são de diferentes nacionalidades e descendências resultando numa musicalidade de diferentes timbres, mensagens fortes, que transpiram a cultura mestiça, a cultura africana e também lusófona ainda que inspirada no cancioneiro norte-americano.

Não faltarão danças, aplausos e alegria, mas também não faltarão introspecção, comunhão solene e informal, lágrimas e talvez abraços. E estarão, certamente, presentes sorrisos rasgados e a promessa de uma quente noite de Natal.

Ciclo de espectáculos “Arena Live 2025”
- 25 de dezembro (quinta-feira): Gospel Collective (Dia de Natal)
- 29 de dezembro (segunda-feira): The Gift
- 31 de dezembro (quarta-feira): The Black Mamba (Réveillon)

O mais aclamado tributo a Michael Jackson de volta a Portugal



Conhecido pelas suas inigualáveis habilidades de dança, voz única e performances espetaculares, Michael Jackson deixou um legado que continua a inspirar e encantar fãs em todo o mundo.

"This Is Michael" foi criado com o intuito de capturar a essência e o espírito das performances inesquecíveis de Michael Jackson. Desde a sua estreia, o espetáculo tem encantado plateias ao redor do mundo, trazendo de volta os maiores sucessos do artista e revivendo os momentos mais icónicos da sua carreira.

As coreografias do espetáculo são uma recriação fiel dos movimentos característicos de Michael Jackson, incluindo o famoso "moonwalk" as poses dramáticas e os passos de dança complexos que definiram o seu estilo único. Os dançarinos são meticulosamente treinados para capturar a precisão e a potência das coreografias, proporcionando uma experiência autêntica e eletrizante para o público.

E no papel principal, Lenny Jay deixa as plateias extasiadas tanto pela semelhança física e habilidade na dança, como pela habilidade vocal demonstrada ao vivo sem qualquer playback. "Thriller", "Billie Jean", "Beat It" ou "Smooth Criminal" são algumas das performances energéticas e emocionantes postas em palco, cuidadosamente coreografadas para capturar a energia e a magia das apresentações ao vivo de Michael Jackson.

E o interesse suscitado pela estreia do filme “Michael” em Abril de 2026 só tem aumentado o interesse pelo espetáculo montado por Lenny Jay, com concertos diários que suscitaram a nova “World Tour” que o traz de volta ao nosso país.

O fundo do mar continua a encantar: espetáculo "A Pequena Sereia no Gelo" prolongado até 11 de janeiro



O MAR Shopping Matosinhos mantém a tradição e vive a quadra natalícia reunindo a sua comunidade numa experiência inesquecível para toda a família, onde a magia e a criatividade não terão limites. Estreou a 15 de novembro “A Pequena Sereia no Gelo”, uma grande produção com um twist na história
original, produzida pela AM Live em exclusivo para o MAR Shopping Matosinhos, em estreia absoluta. Numa pista de gelo natural, com 300 m² de cenografia esculpida e pintada à mão, 250 m³ de esferovite reciclado e 27 artistas – entre eles Isabela Valadeiro, Paulo Vintém e Mimicat como cabeças de cartaz –, o espetáculo estará em cena até 11 de janeiro de 2026, uma semana a mais do que o inicialmente previsto, devido ao seu sucesso. 



O público é convidado a mergulhar num universo subaquático rico em texturas, cores, luzes e movimento, complementado por representação, música e dança no gelo, numa das maiores produções musicais alguma vez concebidas em Portugal. 

Com encenação de Sissi Martins, um dos maiores ícones do teatro musical em Portugal, música e orquestração de Artur Guimarães, texto de João Frizza e produção criativa de Bruno Galvão, “A Pequena Sereia no Gelo” está em cena na AM Arena, no parque exterior do MAR Shopping Matosinhos.



O poder intemporal de um conto moderno, numa adaptação da história original de Hans Christian Andersen, “A Pequena Sereia no Gelo”, é um espetáculo que convida o público a mergulhar na magia do fundo do mar, revelando a coragem e determinação de uma jovem sereia com um espírito aventureiro e o sonho de explorar o mundo humano. Durante uma tempestade de neve, o Príncipe Eduard aventura-se por frágeis placas de gelo e cai à água, sendo salvo pela Pequena Sereia, por quem se apaixona. Determinada a caminhar e a viver entre os humanos, Ariel faz um pacto com a Bruxa do Mar, em troca da sua voz. Com a ajuda dos seus amigos, embarca numa jornada de autodescoberta para encontrar o Príncipe e viver o seu grande amor.

Com um guião impactante e relevante, este espetáculo oferece uma experiência singular, onde a magia do gelo se combina com a fantasia dos musicais, dando vida a uma narrativa que trata de um dos maiores desafios contemporâneos: a proteção dos oceanos. Uma história pensada para consciencializar sobre a necessidade de todos se envolverem numa causa tão urgente quanto fundamental.



Teatro, dança e música originais num palco de gelo natural, naquela que é a maior experiência sensorial até hoje. O novo espetáculo convida o público a mergulhar num ambiente subaquático, criado com mais de oito quilómetros de tecido que revestem o teto da sala e recriam a sensação de estar no fundo do mar. A cenografia ganha vida com sistemas cinéticos que fazem surgir elementos do teto e com jatos de vapor que envolvem a plateia, intensificando a imersão. Todo o conceito foi pensado ao detalhe, assegurando uma ligação visual e temática entre todos os pontos de contacto com o público, da bilheteira ao foyer, até ao cenário, para uma experiência verdadeiramente integrada.

Isabela Valadeiro, uma das atrizes mais promissoras da sua geração, é uma das protagonistas do espetáculo, dando vida a Ariel, uma jovem sereia, destemida e sonhadora, que tudo faz para tornar os seus sonhos realidade. Ao seu lado está Paulo Vintém, músico, ator e produtor português, que faz de Tritão, o Grande Rei dos mares, um homem bondoso, que tenta proteger ao máximo as suas filhas do mundo dos humanos. Cabeça de cartaz é também a performer, intérprete e compositora, Mimicat, que veste a pele de Morgana, a terrível bruxa do mar, que usa a magia a seu favor.



O musical no gelo que bate recordes de público
“A Pequena Sereia no Gelo” é a 12.ª produção da AM Live, apresentada em exclusivo no MAR Shopping Matosinhos, sendo o único musical no gelo no norte de Portugal. Ao longo dos anos, os espetáculos de Natal da AM Live já atraíram um total de 866 mil espectadores. Até ao momento, esperam-se mais de 100 mil espectadores para a temporada, com um crescimento de 12,5% no número de espectadores em relação ao espetáculo do ano passado.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

A “Primavera” anunciada dos Bandidos do Cante chegou para ficar e trouxe consigo António Zambujo



O ano não podia ter sido melhor para os Bandidos do Cante, mas a banda alentejana ainda tinha uma palavra a dizer na recta final de 2025. Anunciada desde “Já Não Há Pardais No Céu” — segundo single do grupo, que os apresentou sob um novo selo editorial —, a “Primavera” chegou finalmente para estes cinco rapazes de Beja que, aqui, não vêm sós: António Zambujo é o convidado de honra da nova canção do seus conterrâneos.

Precisamente três meses depois do lançamento de “Tanto Tempo”, os Bandidos do Cante voltam a lançar música nova — uma novidade que não vem só. “Primavera”, tema esperançoso que assinala um casamento artístico idílico entre a banda formada por Miguel Costa, Duarte Farias, Francisco Raposo, Luís Aleixo e Francisco Pestana, e o cantor e compositor António Zambujo, é uma ode à saudade a várias e uníssonas vozes. O tema chega acompanhado de um vídeo realizado por Guilherme Correia, que conta ainda com a participação especial de Sílvia Chiola e José Condessa.

Depois de um ano em cheio no que toca a actuações ao vivo, com dezenas de datas de Norte a Sul do país o quinteto alentejano encerra 2025 com chave de ouro com uma nova canção oficialmente revelada e pronta a ser acompanhada de viva voz pelo público. O melhor estará ainda por vir, já no arranque de 2026, com um álbum de estreia praticamente pronto e prestes a desvendar.



O humor de “O Cravo e a Rosa - O Espetáculo” conquistou o público no Casino Estoril



O humor de “O Cravo e a Rosa - O Espetáculo” conquistou o público no Auditório do Casino Estoril. Com direção de Pedro Vasconcelos e direção de produção de Marcelo Faria, um notável elenco protagonizou, numa adaptação inédita para o teatro, uma das novelas mais amadas e marcantes da teledramaturgia brasileira.

Os personagens Catarina e Petruchio ganharam vida com a exímia qualidade interpretativa de Paloma Bernardi e Marcelo Faria. Mas, em palco, distinguiram-se, ainda, as representações de João Camargo (como Batista), Catarina de Carvalho (como Bianca), Rosana Dias (como Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Seu Venceslau Torres).




“O Cravo e a Rosa” transportou o público para São Paulo, no final da década de 1920, centrando-se no relacionamento tumultuoso de Petruchio, um rude fazendeiro em dificuldades financeiras, e Catarina, uma temperamental jovem rica e feminista, conhecida pelo apelido de “fera” por afugentar os seus pretendentes. 

Com uma sucessão de momentos hilariantes, Petruchio consegue surpreender toda a família e conquistar o amor de Catarina. Entre muitas discussões e alguns beijos, Petruchio e Catarina apaixonam-se perdidamente e casam-se. Com o dote da sua amada, Petruchio paga as dívidas que acumulou ao longo de vários anos.



Após uma temporada no Rio de Janeiro, “O Cravo e a Rosa - O Espetáculo” passou, ainda, por São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba. Finalmente, chegou a Portugal e, desta vez, contagiou de humor o público no Auditório do Casino Estoril.

Sugestão de Natal - "O Segredo dos Segredos" de Dan Brown



O novo thriller de Dan Brown, O Segredo dos Segredos, é já um fenómeno editorial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e 6 milhões de exemplares impressos.

O livro, publicado pela Planeta em setembro deste ano, é o regresso do mestre do thriller depois de cerca de 8 anos ausente do mercado editorial. Em Portugal, o livro conta com mais de 65 mil exemplares vendidos e 95 mil exemplares impressos, consolidando-se como um dos títulos mais vendidos do ano e reafirmando a forte ligação dos leitores portugueses ao universo literário de Dan Brown.

Robert Langdon, prestigiado professor de simbologia, viaja até Praga para assistir a uma palestra inovadora de Katherine Solomon, uma cientista reconhecida no campo da noética, com quem começou recentemente um relacionamento amoroso. Katherine está prestes a publicar uma obra revolucionária, cujas explosivas revelações sobre a natureza da consciência humana ameaçam abalar séculos de crenças estabelecidas. Quando um terrível assassínio provoca o caos, Katherine desaparece sem deixar rasto e o seu manuscrito é destruído. Desesperado por encontrar a mulher que ama, Langdon embarca numa corrida contra o tempo pela mística Praga, enquanto é implacavelmente perseguido por uma poderosa organização e uma criatura assustadora saída das mais antigas lendas da cidade.

De Praga a Nova Iorque, passando por Londres, Langdon mergulha nos mundos da ciência mais avançada e da tradição histórica, navegando por um labirinto de códigos e símbolos, até finalmente desvendar uma verdade perturbadora sobre um projeto secreto que mudará para sempre a nossa visão da mente humana. 

A Planeta publicou este ano os seus livros anteriores: O Código Da Vinci, O Símbolo Perdido e Anjos e Demónios. Em janeiro de 2026 irá publicar A Conspiração.

Sobre o Autor

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Brown estudou no liceu local e mais tarde licenciou-se na Universidade de Amherst.

Mudou-se para Los Angeles onde tentou fazer carreira como compositor, pianista e cantor. No entanto, este plano de vida fracassou e Dan Brown acabou por ir estudar história da arte em Sevilha, em Espanha. Entretanto, a meias com a mulher, escreveu o livro 187 Men to Avoid: A Guide for the Romantically Frustrated Woman.

Em 1993 regressou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Digital Fortress, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.

Era um romance baseado na violação de privacidade e em conspirações, tendo por sustentação as novas tecnologias.

Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou Angels and Demons, seguindo-se em 2001 Deception Point. Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano The Da Vinci Code (O Código Da Vinci), que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas.

O Código Da Vinci é um romance policial que tem como protagonista um simbologista norte-americano. Através da obra de Leonardo Da Vinci, onde encontra várias mensagens codificadas, tenta arranjar provas para desvendar um segredo com centenas de anos. No livro surgem instituições como a Opus Dei e o Priorado do Sião.

A obra chegou a Portugal em 2004 e ao fim de poucos meses atingiu as onze edições. O sucesso deste livro levou a que fosse anunciada uma adaptação cinematográfica e uma sequela literária.

Casino Estoril inaugurou exposição “Fragmentos de Lisboa”



A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugurou, recentemente, a exposição “Fragmentos de Lisboa”, da autoria do artista plástico Maramgoní. São 24 obras que estão patentes até ao próximo dia 26 de janeiro. A entrada é gratuita.

O paisagista brasileiro, natural de São Paulo, realiza a sua quarta exposição individual na Galeria de Arte do Casino Estoril, sendo a segunda em que escolheu Lisboa como tema. 

Os bairros, as ruas e os jardins, o Tejo e o Castelo, são transportados para as telas de um modo singular, com uma paleta riquíssima de cores quentes e com uma técnica inconfundível.



Sobre o Artista

Maramgoní nasceu em São Paulo, 1972, interessando-se desde a infância por desenho e demonstrando grande habilidade com formas e proporções. Com apenas 10 anos de idade, traça as diretrizes de seu destino artístico: a pintura. Após alguns anos como autodidata, em 1987 abre seu próprio atelier onde passa a lecionar e de maneira definitiva se aprofunda na arte contemporânea. Indiferente aos modismos, sua obra mantém-se autêntica e suas técnicas e cores revelam seu genuíno dom e amor pela arte.