quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Hitman 3 já está disponível para o PlayStation®VR
Renascer é o novo single da fadista Catarina Rocha
A fadista Catarina Rocha encontra-se já em fase de preparação do seu novo álbum que sucederá a “VIDA”, e até que fique disponível ao público, apresentou mais um single - “Renascer”.
"Renascer" tem música de Manuel Graça Pereira e letra de Paulo Abreu Lima, a quem Catarina Rocha deseja homenagear.
Enquanto escolhia os poemas para o disco VIDA, a fadista já tinha na sua mente as temáticas que gostaria de abordar. Era seu desejo que VIDA retratasse vivências, sentimentos, sensações, angústias e alegrias…. E, assim nasceu “Renascer” em que Paulo Abreu Lima colocou toda a sua arte ao pedido de Catarina Rocha.
O objectivo da letra seria abordar um assunto recorrente no relacionamentos entre casais que se amam, onde as divergências existem e são constantes. O facto de serem pessoas com gostos e opiniões divergentes, de gostarem de coisas distintas…. e que por vezes os leva a um afastamento.
Renascer, reflecte a vida de alguém que adora sair, dançar, divertir-se, estar com amigos, mas o seu companheiro é precisamente o oposto, mais retraído, recatado, discordante a esse respeito.
Paulo Abreu Lima enviou a letra a Catarina Rocha, que gostaria de modificar apenas uma frase no refrão, mas que não se sentia à vontade para abordá-lo e interferir no poema. Catarina Rocha em conversa com o seu produtor, onde transmitiu a alegria de poder contar com um poema da autoria de Paulo Abreu de Lima no seu disco, e falando-lhe dessa frase, foi desde logo aconselhada a falar abertamente a Paulo Abreu de Lima que prontamente lhe respondeu: “estás completamente à vontade! Para mim o mais importante é sentires-te bem a cantar o que escrevo, e se algo não estiver na métrica ou se preferires mudar alguma palavra ou frase menos «cantável», estás completamente à vontade!!”
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
Renault Kiger - O SUV "made in Índia" para a selva urbana
“Mariza canta Amália” editado nos EUA pela prestigiada Nonesuch
National Geographic apresenta Na Rota do Tráfico com Mariana Van Zeller
No dia 13 de fevereiro, chega ao National Geographic a nova série “Na Rota do Tráfico com Mariana Van Zeller”, apresentada pela jornalista portuguesa, Mariana Van Zeller, vencedora de um Peabody Award em 2010, pelo documentário "The OxyContin Express".
Nesta série, a jornalista premiada explora o funcionamento interno dos mercados negros mais perigosos do mundo, ganhando a confiança e entrando nas redes de quem compra e venda bens, serviços e ideais. Em cada episódio, Mariana Van Zeller explora diferentes comércios clandestino e ilegais , nos quais se vende drogas, armas ou até pedaços de tigre. O objetivo é conhecer aqueles que se movem neste ambiente, aprender como funciona o negócio e pôr a descoberto as circunstâncias geopolíticas e o contexto que criaram esta economia clandestina que gera triliões de dólares pelo mundo.
Esta série documental leva os espectadores numa viagem a lugares nunca antes vistos, sob um olhar íntimo das redes de criminosos mais perigosas do mundo. A jornalista portuguesa passa o seu dia a dia com os protagonistas destas economias subterrâneas – traficantes e falsificadores internacionais de todo o tipo de mercadorias. Pelo caminho, Mariana Van Zellas cruza-se com polícias e outros colegas jornalistas, numa tentativa de fornecer uma visão completa destas rotas de tráfico que têm um peso muito substancial na economia mundial.
Ao longo dos oito episódios, Mariana Van Zeller viaja pelo México, Jamaica, Tel Aviv, entre muitos outro locais perigosos, onde confronta os criminosos e tenta entender, não só as razões pelas quais estão dentro destas redes criminosas de tráfico de bens e humano, mas também quais foram os motivos que os levaram a entrar neste sub-mundo.
Esta série é composta por um total de oito episódios que abordam temas como a contrafação, armas, burlas, o mundo das drogas e medicamentos como a cocaína, os esteroides e os opioides, o tráfico sexual e de animais selvagens.
Capicua lança EP ao vivo “Encore”
Um ano depois do lançamento de “Madrepérola”, um dos álbuns mais aplaudidos de 2020 que é verdadeiramente um conjunto de grandes e emblemáticas canções que valem por si e vieram para ficar, Capicua celebra este aniversário simbólico com o lançamento digital de um novo EP, intitulado “Encore”.
“Encore” inclui versões ao vivo dos temas de Capicua, entre eles um tema inédito que dá título ao EP.
O EP foi gravado ao vivo no Teatro Rivoli e no Teatro Aveirense. Ao vivo, Capicua esteve acompanhada em palco por D-One, Virtus, Luís Montenegro, Sérgio Alves, Joana Raquel e Inês Malheiro.
“2020 foi o ano em que as circunstâncias revalorizaram e resignificaram a experiência de estar em palco diante de uma plateia. Cada concerto foi uma conquista e um acto de resistência. 2020 foi também ano de disco novo e nova tour (com nova formação e novo cenário) que infelizmente não foi plena e alargada como gostaríamos.
Por tudo isso, decidimos gravar alguns temas nos últimos concertos do ano (no Rivoli e no Teatro Aveirense), para vingar tanta vontade contida e tanta partilha por consumar.
Um tema novo (de um beat que quase entrou em "Madrepérola"), dois temas do disco (que, pela força que ganharam em banda, mereciam uma renovação de votos) e duas versões novas de coisas antigas (“Ela”, do projecto Lingua Franca (2017) e “Fumo Denso” de From Scratch (2015) de Dj Ride), que têm servido de encore para os concertos da tour.
"ENCORE" é precisamente o título deste conjunto de músicas, não apenas por ser só mais um bocadinho de palco que queremos guardar para sempre, mas por dar a merecida continuidade a "Madrepérola" (a propósito do seu primeiro aniversário).” – Capicua
“Encore”, o tema que abre e dá título a este EP, conta com letra de Capicua e música de D-One. No alinhamento podemos ainda encontrar canções como “Ela” (repescada do projeto Língua Franca, que a rapper mantém com Emicida, Rael e Valete), “Fumo Denso” (que nasce de uma parceria com DJ Ride), “Parto Sem Dor” (retirada do álbum “Madrepérola” e que resgata uma letra de Sérgio Godinho) e “O Quadrado Perfeito” (também de “Madrepérola”).
No YouTube estão disponíveis vídeos especialmente criados para cada uma das versões ao vivo dos temas que podemos redescobrir neste “Encore”.
Capicua volta a provar como é uma rapper única no panorama nacional e este “Encore” só reforça o seu poder em palco.
O alinhamento de “Encore”:
“Encore”
“Ela”
“Fumo Denso”
“Parto Sem Dor”
“O Quadrado Perfeito”
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A Lua e as Fogueiras, de Cesare Pavese
Considerado o mais importante livro de Cesare Pavese, A Lua e as Fogueiras é o novo título da coleção Dois Mundos. Uma história feita de eclipses e incêndios interiores que não era publicada há quase vinte anos
Cesare Pavese, um dos mais importantes autores italianos do século xx, reflete na sua obra o impacto dos anos de fascismo e da II Guerra Mundial no seu país. Precisamente é disso exemplo A Lua e as Fogueiras, título há largos anos indisponível no mercado nacional, uma lacuna que a Livros do Brasil colmata nesta ocasião, apresentando uma nova tradução assinada por José Lima.
Publicado em 1950, apenas quatro meses antes do suicídio de Pavese, este relato na primeira pessoa é marcado por coincidências biográficas entre o protagonista e o próprio autor. Nele, um homem está de volta à sua terra natal para encontrar tudo diferente. Mas será que essa transformação provocada pela passagem do tempo é exclusivamente exterior, refletida apenas no cenário social ao seu redor, ou terá sido ele quem mais mudou?
Sinopse
Depois de vinte anos emigrado na América, um homem regressa à Itália da sua juventude. Percorre os caminhos da aldeia onde viveu ainda rapaz, atravessa os campos e descobre que à sua volta tudo mudou. Tudo menos a paisagem e Nuto, um velho amigo com quem gosta de falar do passado. Ao seu espírito acorrem as imagens de outros tempos, os primeiros amores, as primeiras experiências de vida, mas entretanto outros acontecimentos intervêm, já não recordações, mas a cega loucura do presente, outros fogos que não são já as fogueiras que os camponeses acendiam, mas incêndios provocados pela raiva ou pelo desespero. Romance que precede em poucos meses o suicídio do autor, em 1950, A Lua e as Fogueiras é uma história sobre a passagem do tempo, as cicatrizes que se acumulam no homem e, em contraponto, a impassibilidade da Natureza. Um texto que revela em pleno os talentos de Cesare Pavese.
PVP: 15,50€











