sexta-feira, 23 de outubro de 2026

ProfJam esgota Coliseu dos Recreios e abre nova data



Em pouco mais de duas semanas, os bilhetes para dia 28 de Janeiro esgotaram. Dia 27 de Janeiro abre agora como segunda data de um concerto irrepetível para lá destas duas noites.

Não seria de estranhar, mas não deixa ainda assim de ser um feito assinalável — e simbólico do que ProfJam representa para os seus ouvintes. Numa questão de dias, os bilhetes para o seu concerto, anunciado para dia 28 de Janeiro no Coliseu dos Recreios, esgotaram. A ocasião, porém, merecia mais, desde logo para quem o acompanha pela estrada fora. Assim, uma noite irrepetível desdobra-se num déjà vu um dia antes, em que as portas de uma das mais emblemáticas salas do país se abrem uma segunda primeira vez, a 27 de Janeiro, para receber Mário Cotrim. Os bilhetes para esta segunda data em Lisboa já estão disponíveis.

De resto, a segunda data — e primeira noite — cumpre os termos da originária. Apesar da edição ainda recente do seu novo disco (LSD), o concerto não terá como fio condutor nem este nem nenhum outro álbum da sua discografia. Pelo contrário, do pouco que se pode antever, espera-nos um alinhamento que atravessará todas as eras da obra de ProfJam. Das primeiras canções que lhe deram nome às que ainda ninguém ouviu, passando pelas que ninguém deixa esquecer ou por outras que há demasiado tempo não são tocadas. E, como anunciado, Mário Cotrim não fará a travessia sozinho: juntar-se-lhe-ão companheiros de diferentes mundos e eras, reunidos para a ocasião.

São agora duas as noites em que as sete pedras se reúnem numa só luva: The Big Banger Theory, Mixtakes, #FFFFFF, SYSTEM, MDID, LONDON LP e LSD (Love Songs Die), cada uma lapidada no seu tempo, marcadas também por uma série de pares que marcarão presença a seu tempo. Tempo esse que, mais uma vez, ProfJam moldará ao fazer de duas noites uma só.

SYSTEM foi um dos projetos que marcou o caminho de ProfJam, um disco editado a meias com João Maia Ferreira em plena pandemia, que na passada sexta-feira foi editado em vinil e em menos de duas esgotou a primeira tiragem de 500 exemplares.